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Crítica: 500 Dias com Ela

Filme indie hollywoodiano do ano subverte o subgênero "menino conhece menina"

Érico Borgo
25 de Setembro de 2009

500 Dias com Ela

500 Dias com Ela

(500) Days of Summer
EUA , 2009 - 95
Romance

Direção:
Marc Webb

Roteiro:
Scott Neustadter, Michael H. Weber

Elenco:
Joseph Gordon-Levitt, Zooey Deschanel, Geoffrey Arend, Matthew Gray Gubler

Excelente
500 dias com ela
500 dias com ela

A fundação sobre a qual todas as comédias românticas se ancoram é o clássico "boy meets girl" - o "menino conhece menina". Esse é sempre o ponto de partida dessas histórias no cinema, que inevitavelmente passam pelo estágio do desentendimento do casal e derivam para 1) ou os protagonistas ficarão juntos; ou 2) seguirão caminhos distintos.

500 Dias com Ela ((500) Days of Summer) é em essência um "boy meets girl". No entanto, junta-se ao seletíssimo grupo de filmes que conseguem subverter as regras do gênero, dando ao público uma experiência nova - ainda que parcialmente conhecida.

Na história, que abrange os quinhentos dias do título, Joseph Gordon-Levitt vive Tom, um criador de cartões comemorativos, em busca do amor de sua vida. No escritório ele conhece a bela Summer (daí o nome original intraduzível do filme, (500) Dias de Summer ou "Verão"), interpretada pela überadorável Zooey Deschanel. Os dois desenvolvem um relação, mas há um problema: ela não acredita no amor.

Diretor estreante em longas, Marc Webb usa sua experiência em contar histórias curtas em videoclipes - ele já dirigiu uma centena deles - para imprimir um ritmo todo particular à produção. Ele pega os dezesseis meses da história de Tom e Summer e os recorta, apresentando-os de maneira não linear. Momentos bons, ruins e comuns alternam-se agrupados por eventos, mostrados pela perspectiva de Tom.

Webb também referencia seu passado criativo na inspirada trilha sonora e em uma cena musical que representa o que Tom está sentindo depois de sua primeira noite de amor com Summer. Dança, música e até animações se misturam para traduzir o íntimo dele. Outro tributo interessante é o prestado a Noivo Nervoso, Noiva Neurótica (Annie Hall). No clássico de Woody Allen, legendas revelam o que os protagonistas realmente querem dizer. Aqui, a tela dividida separa "Realidade" e "Expectativa".

Mais do que uma maneira divertida, criativa e inteligente de contar uma história que de outra forma pareceria convencional, 500 Dias Com Ela tem uma visão absolutamente honesta, ainda que um tanto tragicômica, do amor. Algo que a frase inicial do filme já escancara: "O filme a seguir é uma história de ficção. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Especialmente você Jenny Beckman. Vaca". Sensibilidade romântica mais contemporânea, impossível.

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Comentários (23)

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Alvaro José Alvaro José (11/03/2012 19:37:50)   6 1
Venho assistindo esse filme desde 2009, e todo ano revejo pra tentar descobrir porque gosto tanto de vê-lo e revê-lo. Não gosto de comédias românticas e de histórias de amor, mas esse filme consegue me prender e de tempos em tempos tenho vontade de assistí-lo denovo. Acho esse o melhor exemplar do gênero "romântico" boy meet girl, também por não conhecer muitas outras obras do gênero. Acho que gosto do "(500) Dias" por ele desconstruir a história de amor e principalmente por não ser piegas, não há frescuras e ele não poupa o expectador de nenhuma emoção, quando assistimos o filme (nós homens) entramos na pele do Tom e sentimos todas as suas alegrias e tristezas (a cena da expectativa versus realidade é genial). Além da história e do roteiro primoroso, as interpretações e as técnicas empregadas pelo diretor fazem do filme algo ímpar, independentemente do gênero, tudo o que está em tela nos surpreende e nos toca, cenas de animação, musical, tela dividida, a verdade nos olhos dos atores, tudo é perfeito. Parabéns ao diretor Marc Webb que conseguiu traduzir e por em tela todos os sentimentos que uma relação amorosa é capaz de causar em quem se envolve. Que venha o Spider Man com todo o seu drama juvenil.



sem avatar maykel (23/02/2012 13:33:52)   3 0
Assisti o filme ontem sem nenhuma pretensão ou perspectiva. Achei simplesmente fantástico, direto e bem realista. Simplesmente imperdível!



Orlando Orlando (08/02/2012 17:26:36)   710 -1
Show de bola esse filme, sacada do título americano se torna ainda mais perfeito no final :D

Outra saa fanbtástica é a tela dividida, uma coisa tão simples mas pela qual muitos de nós já passaram.
Idem para a cena do trem em que ele planeja tudo para ficar perto dela e finge que foi tudo um acaso. E claro, eles conversando no vagão-restaurante e tocando Sweet Disposition...

Simples, sincero, engraçado e divertido. Vale a pena



Cassio Rubens Cassio Rubens (14/01/2012 23:53:36)   0 0
Fantástico... Singelo,bonito e realista. Realmente é um filme apaixonante e reflexivo.



Diu Diu (19/08/2011 01:06:24)   62 1
EXCELENTE!

Muito memoravel



curisco curisco (04/07/2011 16:03:55)   323 1
500 dias com ela é o grande filme de romance dos últimos 10 anos. Ou mais.

Cool. super mimoso, realista, bonito...

E não tem como alguém ter namorado a Deschanel e sair ileso.

Na mesma escala só coloco a Audrey Hepburn.



Victor Victor (18/05/2011 20:46:33)   25 1
Lindo filme, sensível e romântico sem ser meloso ou forçosamente engraçado.

Levitt e Deschanel demostram extrema competência e sutileza ao escancarar nuances do romance que normalmente outros preferem evitar, porque não atraem o povão do cinema-pipoca. (Vide Transformers)

Dirigido com a leveza de uma orquestra, mas pop como um bom album do Skank e sincero como Renato Russo confessando seus pecados em Vento no Litoral.

Excelente!



sem avatar gustavo (01/04/2011 00:24:23)   1 0
uma das melhores criticas q ja vi aki , parabens !!!!!!



Walker Walker (25/03/2011 11:52:05)   0 1
O gênero que menos me agrada é Comédia romantica, tanto que para ver esse filme tive nuita insistência. Não me arrependi, o melhor filme que já vi até hoje no gênero. 5 ovos mais que merecidos!



sem avatar Valdeci (20/02/2011 19:20:15)   -1 0
Já escrevi aqui neste blog que sou fã de comédias-românticas bem açucaradas e tudo mais. Foi com este espírito que resolvi assistir (500) Dias Com Ela dirigido por Marc Webb. Ledo engano meu. O filme até tem um pouco de comédia, claro. Muito de romance e discussões a cerca de relacionamentos homem/mulher. Isso mesmo, nesta ordem: Homem discutindo a relação com a mulher amada! Bem, já deu pra perceber que o filme inverteu a ordem natural das coisas ou aquilo que estamos acostumados a assistir em filmes românticos ou comédias leves. E para ser sincero, saiu-se muito bem neste propósito. Pelo título do filme já foi possível perceber a inversão de perspectiva narrativa bem como a inversão de valores visto que o homem é que terá seus sentimentos e aprendizados colocados entre parênteses! Aliás, uma narrativa nada linear uma vez que os dias apresentados na tela transcorrem sem uma ordem cronológica. Mas não se preocupe: de fácil compreensão em uma edição muito criativa. Uma visão um tanto quanto heterodoxa (se é que se pode usar esta palavra para uma simples resenha cinematográfica) das motivações e sentimentos amplamente aceitos (e inúmeras vezes repetidos) nos roteiros dos filmes classificados como “água com açúcar” ou “garota procura garoto para romance de final feliz”. Só que neste caso e nesta produção em particular, sob o olhar masculino.

Interessante que o título também já nos dá uma dica de como será o final do filme e o abandono do personagem principal da história e a sua desilusão com a perda do seu grande amor. É eu sei, contei o final do filme… Mas a culpa não é minha e sim do título e acredito intenção real de seus roteiristas! Mas não é um filme triste. Longe disso! Afinal, a vida é feita de perdas e ganhos e o espectador é convidado a entender (ou vivenciar) esta incrível história de amor sob a perspectiva masculina. Neste particular é que o filme é honesto, íntegro e, acima de tudo, sem utilizar de artificialismos e fáceis clichês. Ao colocar a premissa logo no início da projeção e no título do filme o espectador é convidado a não esperar os créditos finais para saber os destinos do jovem casal, mas a vivenciar a experiência de um romance fracassado e, em consequência, crescer como ser humano. Ou quem sabe mesmo tentar entender os motivos que levaram o casal a ter esta ou aquela atitude perante o relacionamento a dois. O que não deu certo? Onde o amor falhou? A culpa foi de quem? Procurar respostas para estas e outras perguntas é a intenção do filme e o espectador vai vivenciar estas questões e sofrer (e ser feliz) com Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) nos 500 dias em que amou e viveu ao lado de Summer Finn (Zooey Deschanel). Quinhentos dias entre parênteses, não se esqueçam!

Tom Hansen é um arquiteto formado que trabalha como escritor de cartões de felicitações em uma empresa de Los Angeles que no dia 8 de janeiro conhece Summer Finn a nova assistente do seu chefe. Amor à primeira vista, claro! Assim começa o primeiro dia. Ele é um cara romântico que acredita no verdadeiro amor, em relacionamentos sérios e duradouros e coisa e tal. Summer é uma mulher moderna, independente e completamente alheia a estas questões afetivas e que possui uma visão bastante liberal sobre relacionamentos, sexo e amor. Aliás, ela não acredita no amor e seus casos e encontros são puramente sexuais e efêmeros. Summer possui a mentalidade da maioria dos homens você deve estar pensando. Pois é… Aqui os papéis se invertem e quem gosta de discutir a relação é ELE e não ela! Para Summer é só um caso de verão e nada mais (Será este apenas um trocadilho infame dos roteiristas?).

Entre idas e vindas o casal vai levando a vida e o relacionamento se fortalece em determinado momento para enfraquecer em outro. A cena em que retrata o dia seguinte da primeira transa deles é simplesmente hilária e vai ficar como antológica da sétima arte. Todo mundo que teve na cama a pessoa amada (e perdidamente desejada) com certeza sente-se como se estivesse a bailar pela rua indiferente a multidão. Até mesmo ver passarinho azul deve ser coisa normal em momentos de extrema felicidade. O mundo se torna mais colorido, as pessoas mais simpáticas e tudo parece que vai dar certo. O tempo passa e Tom Hansen percebe que sua namorada (seria mesmo sua namorada?) possui um comportamento despojado demais para suas pretensões sérias de levá-la ao altar. Summer não é uma garota de guardar opinião e diz na lata o que lhe vem à mente colocando seu parceiro em verdadeiras arapucas e em situações constrangedoras (para não dizer de puro sofrimento e angústia). Mas o amor é mais forte e ele tenta, desesperadamente, não perdê-la.

Outra cena antológica (com certeza será repetida em outros filmes) é a perspectiva que a pessoa que ama tem em relação à realidade dos acontecimentos que envolvem a pessoa amada. Quem ama sempre tem expectativas favoráveis ao futuro do romance o que nem sempre acontece na realidade. Na cena em questão Tom é convidado a participar de uma festa na casa de Summer e neste momento a tela se divide em duas. De um lado assistimos as “Expectativas” de Tom em relação a este reencontro e tudo o que ele gostaria que acontecesse nesta festa que seria reatar o romance e ser o centro das atenções da mulher amada. Porém, o que se vê na outra metade da tela é justamente o contrário. A “Realidade” é mais crua e dura e é impossível não sentir uma pena enorme deste homem apaixonado e uma raiva imensa desta mulher insensível. Para piorar as coisas ele descobre que ela está noiva de outro cara! Ele deve ter pensado: “como assim?” A mulher sempre argumentou contra união estável e tudo mais e de repente ela vai CASAR com outro? O coitado sai em disparada da festa e o seu mundo desaba.

Sofrer por amor é duro. Ser abandonado quando se está perdidamente apaixonado mais cruel ainda… Mas a vida continua e é preciso seguir em frente. Por não ser uma comédia romântica padrão o filme retrata apenas uma fase na vida de um cara que se apaixonou pela mulher errada que nem de longe é sua alma gêmea. Solidão, abandono e a dura realidade pela frente. Assim ele larga o trabalho de fazer cartões de amor e felicitações vazias e sem sentido (isso ele descobre depois) e vai procurar emprego como arquiteto. Outra grande ironia do roteiro. Enquanto Tom dedicava sua vida a escrever sobre amores, felicidades e confraternizações em cartões para enamorados anônimos seu destino tratava de impor-lhe outra dura realidade. De tanto escrever sobre felicidade acreditava, sinceramente, que encontraria sua alma gêmea e então também teria direito a receber seus cartões em datas festivas. Um cara que sabe escrever sobre o amor deveria saber conquistar a mulher amada. Mas não foi o que aconteceu como se viu. Quando finalmente resolve dedicar-se a projetar “sonhos reais” (liberdade poética minha) e a desenhar linhas em ferro, concreto armado e a fazer cálculos matemáticos o amor, finalmente, bate-lhe na porta. Assim é a vida! Nada melhor que um novo amor para esquecer um amor perdido.

Gostaria de abrir outro parêntese aqui (como tantos parênteses neste texto e no próprio título do filme). Ou um novo parágrafo como queiram. Enfim… Gostaria de acrescentar que ao assistir (500) Dias Com Ela tive a impressão de estar assistindo um filme de época. O figurino; os cenários; a fotografia; os gestuais dos atores, tudo me levava a crer que a história de Tom e Summer se passava na década de 60 ou 70. Claro que as cores utilizadas no filme não eram berrantes ou caleidoscópicas como naquela época. Mas o corte das roupas, a fita no cabelo da Summer; o colete inseparável de Tom; o madeiramento do escritório e os prédios sempre antigos retratados nas ruas de Los Angeles me levaram a ter esta impressão. Até o relógio que o despertava para a triste rotina era um modelo bastante antiquado (ou me pareceu no momento) e a loja onde só apareciam discos de Vinil. Levei um susto, porém quando vi a cena em que Tom e sua jovem irmã estão a se divertir em uma partida de vídeo-game em um aparelho de última geração com joystics sem fio! Pelo visto só eu tive esta impressão de “filme de época” já que não li nenhum comentário neste particular dos meus amigos que viram o filme.

Para os que estão a chorar rios de lágrimas neste momento por um amor perdido ou não correspondido esta história é bastante ilustrativa e mostra que nem tudo está perdido e que este momento de sofrimento é passageiro. No futuro irão perceber que a dor não era tanto assim e que aquele amor na realidade foi mesmo é superestimado (ou não… vai saber). Para usar um velho clichê diria que “o tempo cura todas as feridas”. Se existe uma lição de vida para ser aprendida neste filme (e sempre se aprende alguma coisa em produções com esta qualidade e honestidade) esta lição poderia ser resumida numa frase: A felicidade pode ser efêmera, mas não existe dor que dure para sempre. O clichê é meu, podem atirar as pedras!

Meu blog: http://maisde140caracteres.wordpress.com



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Victor Tintim Victor Tintim (06/01/2011 12:29:00)   187 0
Muito bom o filme. Recomendo. Acredito agora que Webb fara um trabalho otimo no proximo Homem Aranha.



sem avatar tania (06/01/2011 01:44:30)   0 0

Só agora assisti esse incrível e inteligente filme. A linguagem é dinâmica, música impecável, elenco perfeito,sensível e sarcástico ao mesmo tempo.
Totalmente recomendável.
Humor de primeira. IMPERDÍVEL.
As digressões são sensacionais, além da irmã mais nova do personagem principal que faz o perfeito contraponto , usando a lógica e a praticidade, simplificando as coisas, que alguém que levou pé na bunda,nunca consegue...



Dalton Dalton (13/09/2010 02:01:48)   315 0
simplesmente incrivel o filme ! weeb conta com o elemento da surpresa no final . e tb mostra exatamente como vc ama uma pessoa so que ela nao retribui !



Léo Léo (11/09/2010 05:23:23)   -5 0
Assisti o filme hj no Telecine. Bela história sobre o amor. Acho que quase todo mundo já passou pelo que o personagem de Joseph Gordon-Levitt passou no longa. Zooey Deschanel linda e fofa como sempre... trilha sonora perfeita... Abs



Anna Anna (08/09/2010 00:12:55)   1 1
Para mim só esse filme já valeria o último Festival do Rio. Adorei, do 1º minuto ao fim, da trilha sonora às intertextalidades.
Narrativa, personagens, referências, atuações e roteiro excelentes.



Evellin Evellin (18/06/2010 23:14:06)   12 1
Posso com certeza dizer que foi um dos melhores filmes que já assisti.
A história contada de forma não linear torna o filme mais interessante e a forma como Joseph e Zoe atuam é incrivel.
Um dos motivos que tornam o filme bom é o fato de, como diz logo no começo, não ser uma história de amor, mas uma história sobre o amor. É simplesmente a verdade por trás de muitos relacionamentos e é legal ver filmes que mostram esa realidade por mais trágica que possa parecer. Estaria mentindo se dissesse que não gosto de filmes com finais felizes, mas uma dose de realidade às vzs cai bem. E é sobre isso que trata o filme: a verdade nua e crua.
O amor dele e a frieza dela são nítidos. Vc entende claramente a ideia do filme. E no final quando ele conhece a menina com um nome nada comum fzdo alusão ao titulo original em ingles....incrivel!
E a trilha sonora então? Só clássicos, música de vdd sabe, classic rock...Vale a pena ver e foram os 5 ovos mais merecidos que já vi rsrsrsrs
Simplesmente acho que é aquilo:bom roteiro+boa trilha sonora+bons atores= ótimo filme.
Tá na lista dos melhores para mim!



sem avatar adriana (30/05/2010 23:09:49)   -2 -2
Nossa, sério que acharam tão bom assim?
A trilha sonora é muito boa e a narrativa interessante, mas não achei a estória tão interessante assim...
Tem filmes europeus parecidos TÃO melhores...



Jorge Jorge (02/05/2010 23:53:55)   2 1
Gostei bastante.

E acho que o Joseph Gordon-Lewitt poderia fazer o Peter Parker.



Melhor que Zac Efron.



Ana Ana (29/04/2010 18:32:12)   4 1
a trilha sonora é incrivel, a zooey deschanel está deslumbrante e o filme superou as minhas expectativas, não mais um clichêzinho hollywoodiano, mas uma inovação.



Juliana Juliana (02/04/2010 23:25:32)   2 1
Muito bom. Trilha legal. Bem dinâmico, não cansa. Adorei a carinha de cachorro pidão do ator principal.



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Rachel Rachel (22/03/2010 11:58:12)   13 1
Já o considero um clássico. Com doses exatas de um humor tocante e despretencioso, a película merece aplausos também por sua fotografia e trilha sonora. A escolha do casal protagonista também é fator decisivo para a beleza da obra. Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt fogem completamente ao estereótipo americano de beleza e ostentação, e constroem com delicadeza e propriedade um casal comum mas não ordinário - um casal real.
As situações encaixadas forçosamente em nossas mentes, na desconstrução da história de Summer e Tom, é a razão mór pela qual o filme merece ser visto.

Em suma: Um clássico.
Vale um lugar de honra na sua prateleira seletiva.



sem avatar Felipe (19/03/2010 00:00:10)   14 1
Simplesmente incrível.

A começar pelo roteiro incomum de Weber e Neustadter, 500 Dias com Ela dá um pé na bunda da maioria dos filmes românticos dos últimos 5, talvez 10 anos. Joseph e Zooey são um casal memorável, e a direção de Marc Webb é impecável - sua divisão de quadros e narração não-linear são construídas com muita sensibilidade, criatividade e humor, o que não só eleva a qualidade do filme quanto me enche de esperanças para o novo longa do nosso querido Cabeça-de-teia.

500 Dias com Ela consegue ser uma doce e amarga história de amor que pode parecer apenas tragicômica para os desavisados, mas golpeia com força algumas crenças amorosas de seus espectadores mais inteligentes.



sem avatar Arthur (16/03/2010 17:06:43)   1 1
Não consegui pegar uma seção, mas comprei o blu-ray e... nossa, que filme fantástico!




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