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Crítica: Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes

Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes

Marcelo Forlani
03 de Julho de 2000

Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes

Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes

Lock, Stock and two smoking barrels
Inglaterra , 1998 - 107
Ação / Aventura

Direção:
Guy Ritchie

Roteiro:
Guy Ritchie

Elenco:
Jason Flemyng, Dexter Fletcher, Nick Moran, Jason Statham, Steven Mackintosh

Ótimo

Eddie, Tom, Bacon e Soap são quatro jovens da classe média que decidem apostar alto numa mesa de pôquer. Eles conseguem juntar 100 mil libras, quantia necessária para entrar na mesa de Hatcher Harry, o rei do carteado local.

Foi Eddie, um malandro de rua que joga cartas desde que se conhece por gente, quem bolou o plano do lucro fácil e que estará sentado na mesa com os 25 mil que conseguiu de cada amigo. Mal sabe o coitado que o jogo tem cartas marcadas e, claro, as coisas não vão sair como o esperado. Saldo ao final das apostas: uma dívida de meio milhão de libras, que deve ser paga em uma semana ou seus dedos começarão a sumir um a um.

Sem ter muito o que fazer, os quatro começam a bolar uma maneira de descolar 500 mil libras. Por sorte, a solução está muito mais próxima do que imaginam. Mas será este o fim? Pode apostar que não.

O filme, do estreante diretor britânico Guy Ritchie, tem uma câmera rápida, com cortes de videoclipe e uma trilha sonora que detona! Seguindo o caminho deixado pelo polêmico e igualmente bem-sucedido Trainspotting (de Danny Boyle), 2 Smoking Barrels vai te garantir bons momentos de risos e adrenalina. Se você curtiu Pulp Fiction - Tempos de Violência e Reservoir Dogs - Cães de Aluguel, ambos de Quentin Tarantino, não pode perder este filme. Se ainda no viu, veja! :)


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Comentários (8)

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Luiz Luiz (04/03/2012 16:38:01)   6 0
O começo da estética única de Guy Ritchie, que por sinal é um daqueles diretores que são reconhecidos pela composição das imagens e pela forma de filmar que muitas vezes se assemelha a um videoclipe ou a um game estilo shooter. Contudo, deve ser levado em conta que diretores como ele, em seus primeiros trabalhos, exploram uma estética que se torna uma marca registrada em seus posteriores trabalhos, embora fique diluído à medida em que o diretor deixa de se arriscar em outras formas de se contar uma história. No mais, é um ótimo filme, mesmo que a crítica acima seja insuficiente para chamar a atenção dos fãs de Guy Ritchie e do cinema britânico. A ironia no final do filme é impagável.



Lauro Lauro (15/01/2012 22:45:57)   87 0
Excelente!O filme que deu todo o tom dos filmes de Guy Ritchie!
5 ovos



O Besouro Azul O Besouro Azul (07/11/2011 15:14:42)   180 1
pois é...pra epoca era um filme bom



Diu Diu (07/10/2011 07:37:53)   62 0
um clássico contemporâneo, sem sombra de dúvidas!



kakater kakater (24/08/2011 04:02:26)   653 1
nunca vi



Edgar Edgar (25/05/2011 21:17:16)   114 0
O Hessel escreve do mesmo jeito as críticas dese 2000.



Cineasta Independente Cineasta Independente (21/04/2011 04:35:02)   -76 0
Critica de 2000 kk



sem avatar Daniel (29/08/2010 18:18:17)   0 0
(o)(o)(o)(o)




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