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Crítica: Um Sonho Possível

História real do jogador de futebol americano Michael Oher é o "feel good movie" da vez

Carina Toledo
06 de Março de 2010

Um Sonho Possível

Um Sonho Possível

The Blind Side
EUA , 2009 - 128 min.
Drama

Direção:
John Lee Hancock

Roteiro:
John Lee Hancock

Elenco:
Sandra Bullock, Tim McGraw, Kathy Bates, Quinton Aaron

Regular
Um Sonho Possível
Um Sonho Possível
Um Sonho Possível

Um Sonho Possível (The Blind Side, 2009) chegou aos cinemas sem grande expectativa ou alarde e, aos poucos, conquistou números de bilheteria inesperados para seu gênero e algumas indicações ao Oscar. No entanto, ficava a interrogação: por que um filme aparentemente tão inexpressivo estava concorrendo ao prêmio de Melhor Filme do ano? Existe nele algo mais que uma história de superação pelo esporte?

Logo nos primeiros minutos de projeção, a decoradora e ex-cheerleader Leigh Anne Tuohy, personagem de Sandra Bullock, explica o título original do longa, um termo derivado de táticas do futebol americano. Como é um esporte tão distante de nosso cotidiano, a explicação se faz pertinente, já que o termo "blind side" servirá de premissa para toda a história: quando um quarterback destro se prepara para um passe, o atacante esquerdo de seu time deve proteger seu lado cego, que seria como o ponto cego de um carro, de um ataque do time oponente. Esta explicação também já assinala claramente os dois núcleos da narrativa, já que normalmente este atacante tem um porte físico bem definido pela altura e força, características presentes no problemático adolescente Michael Oher, o Big Mike, interpretado na medida certa por Quinton Aaron.

Big Mike é negro, obeso e filho de uma mãe viciada, que não consegue combinar a preocupação de sua próxima dose ao cuidado com os filhos. Marcado pela rejeição, Big Mike cresceu pulando de um lar adotivo para o outro sem nunca encontrar acolhimento verdadeiro. Os vários traumas de sua infância fazem com que ele pareça um grande vazio intransponível. Ele finge indiferença e burrice, beirando aparentar deficiência mental - mecanismos de defesa psicológica contra mais traumas. Quanto menos envolvimento ele tiver com o que acontece ao seu redor, menor será a dor.

Sua vida começa a mudar quando seu pai adotivo do momento decide matriculá-lo em uma escola particular cristã. Mesmo sem notas suficientes para acompanhar o currículo rígido do colégio, ele é admitido pela possibilidade de render algumas vitórias esportivas e também pelo argumento cristão da caridade. No colégio, ele cruza o caminho da família Tuohy, o mais perfeito exemplo do sonho americano: Leigh Anne é a mãe, uma perua rica, mas consciente e de valores cristãos; seu marido, Sean (Tim McGraw), é um ex-jogador de basquete que, ao deixar a carreira por uma lesão, comprou vários restaurantes da franquia de fast-food Taco Bell e vê o dinheiro entrar sem muito esforço; e seus dois adoráveis filhos: a insossa adolescente Collins (Lily Collins) e o espevitado S.J. (Jae Head).

Ao encontrar Big Mike sozinho na rua em uma noite fria, Leigh Anne decide simplesmente levá-lo para sua casa e dar-lhe uma cama, comida e basicamente tudo que ele nunca teve: uma família estruturada. Compreendemos o passado sofrido do garoto mesmo sem as cenas de violência - desnecessárias, uma vez que as feridas emocionais estão impressas no corpo do ator. Os Tuohy então o acolhem, acreditam em seu potencial e incentivam seu desempenho nos esportes, pagam uma professora para que ele melhore na escola e, assim, Big Mike vislumbra a possibilidade de cursar uma universidade e jogar futebol americano profissionalmente. Como força motriz deste processo de superação está Sandra Bullock, lutando até quando o próprio Big Mike  pensa em desistir. Vemos a atriz em uma performance entregue e evoluída, mas coerente com a carreira que trilhou até aqui; uma boa atuação dramática, mas sem deixar de ser Sandra Bullock.

Com a direção nada original de John Lee Hancock, que inocuamente segue as regras de um drama hollywoodiano, o filme é tocante, mas beira o artificial - ele é feito para atingir o emocional do espectador. Temos aqui uma história de amor. Não o amor romântico vivido tantas outras vezes nas telonas, mas sim um amor altruísta, que está disposto a se doar ao próximo sem esperar nada em troca. Assim, é compreensível o sucesso que o filme fez nos Estados Unidos, ainda mais sabendo que é baseado na história verídica do atual atacante dos Baltimore Ravens, contada no livro The Blind Side: Evolution of a Game. Um Sonho Possível encontrou em seu público aquele lado que acredita no Bem maior, mas não tem a coragem de agir com as próprias mãos. Então é mesmo mais fácil projetar em Leigh Anne Toughy as esperanças de uma humanidade caridosa e altruísta e sair do cinema acreditando que realmente é possível ajudar o próximo.

O filme estreia no Brasil em 19 de março.



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Comentários (54)

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Rafinha Rafinha (24/04/2014 03:13:30)   10 0
Assisti UM SONHO POSSÍVEL

Primeiramente acho que seria legal, relatar aqui pra vocês, como foi que descobri esse filme.

Numa ida pra uma simples atividade física, parei numa loja para comprar um filme, que faz tempo que desejava assistir. O filme se chama A ESPERA DE UM MILAGRE.

Não encontrando o bendito filme, uma moça disse que eu tenho bom gosto por filmes, e pegou um DVD e colocou em minhas mãos falando que ela foi adotada e o filme retrataria muito a vida dela.

Chegando em casa, ainda demorei muito pra assistir esse filme.

Assistir filme em casa, para mim, é um terror. Mas consegui e vou tentar criar mais tempo para isso.

Francamente, ainda estou na dúvida se escolho esse filme como um dos meus melhores filmes, ou se, escolho-o meramente, como um filme BOM e somente BOM, e tão unicamente BOM.

Primeiramente, QUE OLHAR ERA ESSE DA SANDRA BULLOCK gente ?

A Sandra olhava COMO SE FOSSE O PRÓPRIO FILHO DELA.

Cada olhar que ela tinha para com o garoto, fazia com que você continuasse vendo o filme. Era algo meio “hipnotizante”, sabe?

Sandra pega o garoto, no meio da rua, aparentemente depressivo, e começa a “caminhar” os passos que ele não conseguia dar, só que, os passos, eram COM ELE.

Abrindo aqui uma observação:

“QUE CABELOS LINDOS A SANDRA ESTAVA NO FILME HEM?”

Lindo mesmo, na verdade, a Sandra tava uma gata. Aproveito aqui, pois sei que ela frequenta as comunidades e as redes sociais de cinema, e gostaria de mandar um recadinho aqui pra ela:

“-Sandra, beijo, me liga. Perdi seu cel”.

Continuando aqui.

Que olhar gente, que olhar da Sandra…Mas já falei isso né? FODA-SE, vou falar e continuar falando mais, A SANDRA SE ENTREGOU MUITO NO FILME.

E o olhar, gente?

Bem, esse filme teve a premiação de MELHOR ATRIZ tanto no GLOBO DE OURO como no OSCAR 2010.

O olhar? Foi o olhar dela que deu o título? Exagero de sua parte leitor querido. FOI A BUNDA DELA MESMO.

Tava GOSTOSA VIU? Ou melhor, tava lindinha, gostosa, não.

A aparência depressiva do garoto era bem marcante, sabe.

O momento em que ele foi buscar suas roupas e viu um recado, foi algo muito marcante, tanto pra nós que estamos assistindo, como pro PRÓPRIO personagem do filme.

E o olhar de Sandra gente? E o olhar?

Alguém aí, se a Sandra desse chance, PEGARIA A SANDRA? Eu tenho o cel dela ainda…ces querem?

O filme retrata uma família TOTALMENTE DESTRUÍDA. Irmãos separados, mãe que nem sabe direito o sobrenome do filho, além de ser drogada.

E o olhar de Sandra?

Mas me vem uma pergunta: Por qual motivo, o diretor ou criador da história, teve a idéia de fazer uma pessoa rica, cuidar de um pobre?

Eu tava me perguntando isso o tempo todo e num diálogo do filme, Sandra fala para seu marido, QUE NEM ELA SABE.

Ou seja, ME FUDI !

Chupa Rafa !

O filme é legal. Não é o melhor filme do mundo, tem seus erros, tem seus problemas, seus defeitos, mas é legal…

O começo é bom, no meio fica chato, o meio fica MUUUITO CHATO, o meio fica chato PRACARAAAAAALHO$#@, mas depois, O OLHAR DA SANDRA VOLTA e tudo fica melhor no filme até o final.

Fica aqui só um ponto negativo do filme:

Pow, a Sandra disse que iria CORTAR O PINTO DO MOLEQUE?

CACETE, o cara vai TREPÁ como?



sem avatar David (30/05/2013 11:06:43)   1 -1
Ótimo filme.



debora debora (14/02/2013 16:11:58)   -1 -1
Eu n entendo pq ninguem ve a sandra como atriz mas sim como mocinha "amor comédia"
qual é ela é uma atriz!ela me faz chorar de rir ela me faz chorar de emoçao só q o problema é que ela deveria fazer filmes mais impactantes ela tem alguns filmes muito fracos mas ela é ótima em drama,açao ,comedia,romance....ela é uma atriiz!com todo respeito eu reealmente n gosto de criticos pq acho q os criticos sao o publico n esses caras q jugam mano vai faze melhor entao! e mereceu o oscar sim mulher de 48 anos ja n tem 30 ela amadureceu em tdo!



sem avatar Cristiano Afonso (26/05/2012 15:41:25)   1 -1
"Um Sonho Possível encontrou em seu público aquele lado que acredita no Bem maior, mas não tem a coragem de agir com as próprias mãos. Então é mesmo mais fácil projetar em Leigh Anne Toughy as esperanças de uma humanidade caridosa e altruísta e sair do cinema acreditando que realmente é possível ajudar o próximo." Carina Toledo.

Este último parágrafo resumiu muito bem a opinião que a crítica, responsável pela resenha, tem das relações humanas, aludindo que altruismo e caridade é algo hipócrita em toda humanidade. Bem... ajudar quem precisa talvez seja uma prática raríssima em nossa sociedade, mas acontece e em muitos casos dá para fazer sem "grana"... Sem mais delongas. O filme é muito bom, eu acabei de assisti-lo com minha família e, para nós aqui em casa, merecia 4 ovos.



Patricia Patricia (21/04/2012 00:26:56)   0 -1
E mas e claro que seria bom olha so quem foi uma das artistas"Sandra bullock" ele e perfeito choro todas as vezes!kkk



Patricia Patricia (21/04/2012 00:23:30)   0 -1
Este filme e perfeito acho que tinha que existir pessoas assim iguais a senhora Leigh Anne Tuohy,que independente de cor de classe social respeita e ajuadas pessoas que sofrem ou ate mesmo passam por dificuldades.
Enfim amei o filme e gosto de ver este filme muitas vezes nunca me canso e ate chora e lindo quem nunca viu veja e perfeito vcs vao adorar!kkk beijos


Quelita Quelita (25/04/2012 19:18:29)   1 -1
Concordo plenamente Paty!!!
Se existisse, pelo menos 50% de pessoas igual a senhora Leigh Anne Tuohy, um mundo seria um espetáculo, kkkk'
Exagerei neah, mas seria bem melhor com certeza!!!
Mas vale apena assisti-lo, refletir e tentar se tornar uma pessoa melhor a cada dia!!!

sem avatar Daisy (25/04/2012 20:12:41)   1 -1
Valeu a dica! estou ansiosa para assistir o filme. Deveriam produzir mais filmes com esse tema, pois nos fazem refletir sobre nossos papéis nesse mundo.



sem avatar michele (10/09/2010 10:17:38)   -2 -2
Na verdade as pessoas não aceitam um filme que fala de uma pessoa com todas as dificuldades como o big mike se superarem . O filme da uma ótima auto-estima para o público que o assiste. Este filme teria sido um sucesso de crítica se tivesse cenas de "guerra urbana e chuva de sangue" e morte do ator principal.



Kratos Kratos (28/08/2010 14:08:28)   10 0
Eu entendi o ponto de vista da Carina Toledo. Ela queria que o filme fosse filmado com a câmera a mão e que toda a desgraça da vida do garoto fosse o tema preponderante em toda a narrativa do filme.

Mas o filme é mais que isso...

Em um tempo que assistimos filmes e telesséries em que os vilões se tornam referências maiores que os próprios heróis dos filmes, acho que esse filme alivia os corações de quem ainda sente prazer em ver uma pessoa tão boa como é o personagem de Sandra Bullock fazendo o que hoje em dia ninguém tem coragem de fazer.

Em letras miúdas, achei um tremendo absurdo este filme ter recebido apenas 2 miseráveis ovos.

Foi bom eu ler essa crítica, pois não levarei tão em conta as opiniões da Carina quando eu for assistir à um filme.



sem avatar Valdeci (24/07/2010 16:45:20)   2 0
Quando estava lá pela metade do filme Um Sonho Possível, dirigido por John Lee Hancock eu estava aguardando que alguma coisa de errado haveria de acontecer e desmontar toda aquela montanha de clichês em que esta produção estava soterrada. Não era possível tudo estar dando tão certo na vida de Michael Oher, o Big Mike (Quinton Aaron). Alguma coisa tinha que acontecer para desestabilizar todo este conto de fadas. Quando houve o acidente de carro em que ele quase mata o caçula da ricaça pensei: Ai está a desgraça que vai dar uma virada na história e mostrar-nos se a tal Anne Tuohy é mesmo uma boa samaritana ou estava só fazendo tipo “ricaça fútil que vira boa samaritana para poder dormir com a consciência tranquila nos seus lençóis de seda ou para impressionar as amigas igualmente ricas e fúteis da sua pseudo bondade”. Pois não é que tudo ficou na mesma e a ricaça ficou mais bondosa do que já era? Santo Deus! Não li o livro que a produção do longa se baseou para criar o roteiro deste conto de fadas do século vinte e um. Mas com certeza não deve ter sido este mar de rosas, não.
Em linhas gerais o filme conta-nos a seguinte história: Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock) é uma ricaça branca de bons princípios cristãos e humanitários, mãe de uma patricinha e de um guri pentelho, casada igualmente com um cara que não fede nem cheira que resolvem acolher na sua mansão um negrão pobre que fora abandonado pela família e que vivia sozinho no mundo. Todos os membros da família não vêem nesta atitude nada de estranho e a convivência é pacífica, bondosa, ordeira e na mais santa paz celestial. O paraíso terrestre, enfim. A Patricinha (com suas colegas de escola igualmente patricinhas), aceita tal convivência numa boa. Esta tem lugar garantido no céu. O caçula, além de serelepe e pentelho, é igualmente um anjo da guarda e recebe o “irmão” de braços abertos (desde claro possa chamar mais a atenção para si mesmo). O Marido? Este não faz nada mais que bancar tudo de bom grado. Afinal a família é cristã, humanitária e a mulher é quem manda e ponto final. Quanto ao Big Mike ele aproveita para tirar vantagem e viver como bom filho adotivo. É bom que se diga que o Michael Oher é um cara negro que passou a infância fugindo de lares adotivos uma vez que foi tirado de sua mãe viciada e que relegava a educação e mesmo a subsistência de uma penca de filhos. Para se isolar de tudo e todos vive no seu mutismo e aparente indiferença a tudo que acontece a sua volta. Mas ele encontra pela frente esta bondosa família e seu futuro está garantido. Claro que o choro é garantido e igualmente aquela sensação de que bom que exista no mundo gente de bom coração para ajudar os necessitados. Então você segue para o seu quarto para dormir o sono dos justos.
Tudo é tão perfeito neste filme que mais parece um “documentário” de como se tornar uma boa pessoa ou aqueles filmes institucionais de alguma entidade que deseja incutir na audiência a consciência social e a prática da bondade ao próximo. Quando parece que algum drama real vá surgir na tela, o diretor volta sua câmera para a emoção superficial e inverossímil. Ainda bem que ele colocou um pouco de riso neste lençol de lágrimas que é o jovem S.J. (Jae Head) que dá um pouco de refresco quando a coisa começa a ficar insuportável. Sandra Bullock ganhou o Oscar por sua atuação como Leigh Anne Tuohy, mas confesso que não vi nada de mais e achei até bem forçado. Quinton Aaron como Big Mike saiu-se muito bem. Mas o grande barato deste filme foi mesmo Jae Haed com o pentelho S.J. E pensar que tudo isso foi baseado em fatos reais. Bem, pelo menos não choramos à toa e existem realmente pessoas de bem neste mundo. Mas que não deve ter sido assim tão fácil. Com certeza não foi.

Meu blog: http://maisde140caracteres.wordpress.com



sem avatar Isadora (16/07/2010 23:26:47)   52 0
Existem mais de mil filmes que mostram o sujeito pobre, perdido, mas que com superação vence os obstáculos.

No caso desse filme, o que vemos é o ponto de vista não do sujeito pobre, perdido e que recebe a ajuda, mas sim, da "sujeita" rica e bem sucedida que ajuda. Esse é o maior mérito do filme.

Sandra Bullock amadureceu como atriz.
É claro que o filme não irá mudar a história do cinema, mas tem uma trama bonitinha e perfeita para um final de semana em que você quer dar folga para aliens, androides e super-heróis.
Acho que merecia três ovos.



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wwwtoddy wwwtoddy (16/07/2010 11:50:26)   2 0
Gostei da crítica.Na verdade achei perfeita.



alex alex (14/07/2010 18:11:43)   1 0
Nossa!!!! essa carina ñ manja nada de critica mesmo!!!!



Carlos Carlos (27/06/2010 14:14:12)   1821 0
Assisti o filme ontem e tenho que dizer que gostei bastante do que vi!!!
O filme não é nenhuma obra-prima mas merecia no mínimo uns 4 ovos...
Além de ser uma história real, tem ótimas atuações de Sandra Bullock e de Quinton Aaron que interpreta Michael Oher no filme!!
A Carina Toledo foi muito rigorosa nessa crítica, mas tudo bem pois foi uma das primeiras que ela fez e ainda não tinha muito o jeito...
Mas que o filme merecia mais que 2 míseros ovos, isso merecia...



Phs2 Phs2 (21/06/2010 17:45:03)   -2 -1
O autor da crítica conhece a avaliação através dos ovos? Ou ele errou mesmo?



sem avatar Allan (18/06/2010 12:08:17)   0 0
O filme é padrão na questão da história, altruísta como disse bem Cristina Toledo, mas é louvável e extremamente emocionante. E me emocionou. Esse resultado de sucesso tem como combinação uma história real que emociona o público e o faz pensar e refletir sobre suas atitudes e até mesmo acreditar mais no poder da solidariedade e principalmente do ''fazer o bem ao próximo de forma geral’’. Mas o ingrediente principal é sim Sandra Bullock que foi absolutamente impecável no seu objetivo proposto no filme, emocionar. E melhor ainda, emocionar sem dar um ar artificial de mulher boa, perfeita e irreal como disse Cristina Toledo. Quinton Aaron, demonstrou ter categoria, porém, é impossível tirar os olhos de Bullock no filme, o que leva então ao jovem ator ser o que realmente ele é, um coadjuvante influente da grande protagonista.
Gostoso mesmo foi ver Kathy Bates dando seu ar no filme como professora particular de Michael Oher, atriz de primeira! Já Tim McGraw, atuando como Sean Tuohy, marido passível de todas as ações da mulher Leigh representada por Bullock, ficou absolutamente ofuscado, pior que esse, só a sombra opaca do papel de Lily Collins, filha de Leigh, que aparece em uma única cena impactante, quando deixa suas amigas na biblioteca para se sentar com o ‘’Big Mike’’, se salva o ator mirim na minha opinião, Jae Head, como filho caçula de Leigh, que no drama foi mais cobrado de Hancock, mas fez o dever de casa, uma atuação muito boa.
Ao finalizar, o filme passa aos espectadores de leve a questão racial, porém, não foi o grande objetivo do filme, e sem erros de John Lee Hancock, pois esse assunto, apesar de ser sério e absolutamente importante para a conscientização da igualdade social, não atrai tanto o público, se tornou algo cansativo de tanto que já foi mostrado. No mínimo 3 ovos para o filme!




eltmar pedroza monteiro junior eltmar pedroza monteiro junior (22/04/2010 18:08:54)   1 -1
achei um otimo filme e a melhor atuação da Sandra Bullock. merece pelomenos 4 ovos.



Davi Davi (09/04/2010 20:20:05)   5 0
Não concordo com a crítica da Carina. Poxa, ta certo que não é um filme oscarizável (tirando a Sandrona, mais perua e dona do seu nariz do que nunca), mas dizer que é um filme inexpressivo??
Desde do ínicio a trama traz indicios de sua mensagem (ou de uma delas), daquilo que ninguém quer ver, da verdade, do outro lado da cidade que ninguém foi, da vida sacrificada de Big Mike... Práticamente ninguém se preocupa com o real, aquilo debaixo do tapete de plumas indiano. Uma das cenas-chaves do filme, e, para mim, uma das mais expressivas é o momento em que a professora de biologia de Mike lê um pequeno texto que ele escreveu para os outros professores. A mensagem dizia o que existia realmente dentro daquele tamanhão todo. O professor de grámatica, ao terminar de ouvir,simplesmente perguntou se Mike escreveu certo o texto lido. Fica então explícito, qual é o verdadeiro lado cego.



sem avatar gabriel (06/04/2010 18:37:56)   -2 0
como o filme é otimo que critica é essa tudo agora é 2



Edinaldo Edinaldo (04/04/2010 16:59:59)   0 0
De acordo com alguns comentários, tenho que dizer que merecia pelos menos quatro Ovos!



Ryan Ryan (01/04/2010 00:52:49)   10 0
A menina da preciosa deve ter interpretado ela mesma no filme... então acho q entre a menina gordinha e a sandrete eu prefiro a segunda



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Digo's Digo's (01/04/2010 00:17:13)   0 0
O filme deu uma dramatizada, mas fez o que quis fazer: reproduzir a história do livro, do "Big Mike"...

Gostei da Carina ter realçado que o diretor não precisou mostrar as cenas dramáticas do protagonista para "dizer" que ele sofreu um bocado...



Davidson Davidson (30/03/2010 10:48:06)   -5 0
Falar de qualquer outro ator nesse filme que não seja Bullock, chega a ser meio desnecessário. Esse filme é dela do início ao fim. Claro que há o marido (o cantor Tim McGraw) e os filhos, mas todos sabem quando dar o espaço para ela brilhar. Ela é praticamente uma força da natureza, sempre atarefada e fazendo mil coisas ao mesmo tempo. Podem dizer que aproveitaram o filme para dar um prêmio para ela. Ela pode até não ter outra indicação, mas com certeza não vi outra interpretação em 2009 que a ofuscasse.

Essa resenha completa e outras resenhas de filmes em: http://resenhafilme.blogspot.com/



Diego Diego (29/03/2010 19:58:50)   146 0
ta certo q nao é uma obra prima,mas axo q merecia uns 3 ovos. [2]

sandra bullock me mata de rir xD



Frank Frank (29/03/2010 10:26:21)   121 0
Também gostei muito do filme. é interessante que ele poderia facilmente descambar para cenas de muito drama e lágrimas, mas não é o caso. Daria pelo menos três ovos.



sem avatar Ana Cristina (28/03/2010 10:32:18)   0 0
Que bom assitir um filme que atinge o emocional do espectador através de uma história verdadeira e que culmina no sucesso de um jovem cuja vida teve tempo de ser bem aproveitada. Melhor ainda é sair do cinema com vontade de fazer algo bom por alguém. Penso que precisamos um pouco dessa humanidade nos filmes, também.



Juliana Juliana (26/03/2010 09:55:34)   2 0
Ainda não vi, mas a crítica da Carina tá contando todo o filme!!!! Perde a graça!



Filipe Filipe (25/03/2010 08:13:36)   0 0
O que me intriga é essa atuação "no tom" que Sandra faz. Para mim "no tom" é pouco demais. Acho que outras atuações, até mesmo a da novata de Preciosa, foram mais bem trabalhadas. Confirmo o uqe achava. Sandra não mereceu o Oscar.
E o filme não merece uma indicação tambem. Mas, deve ser vinto como um bom filme de sessão da tarde.



sem avatar Ricardo (24/03/2010 22:09:50)   2 0
O Filme é ótimo, a critica sim, essa foi muito ruim dando só 2 ovos.
O melhor filme que foi lançado agora em 2010. Filme PERFEITO... Faz-nos refletir sobre a vida... E como vemos os outros, o que fazemos para ajudar o próximo? Deus ilumine aqueles que têm esse desprendimento em ajudar o próximo...
5 Ovos.



sem avatar Renato (23/03/2010 15:07:48)   0 0
Gostei do filme, não passa nada além do que prometeu, e acho que é por isso que deve ser visto, ainda mais qdo se fala de valores, coisa rara hoje em dia.



Kethlyn Kethlyn (22/03/2010 07:52:55)   1 0
Não me interessei em assitir, tenho uma dúvida.
Seria uma versão MEN de A Preciosa?



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Fábio Henrique Fábio Henrique (21/03/2010 12:48:16)   42 0
Vi ontem o filme e daria três ovos pro mesmo. Os críticos andam muito chatos com uma certa sociologia de botequim, costumando atribuir maiores cotações apenas a filmes cínicos e/ou pessimistas, taxando outros de "conservadores" etc. Muitos críticos não têm nem noção do que seja realmente conservadorismo.



Filipe Filipe (20/03/2010 22:25:22)   7 0
Dizer que a Sandra Bullock merecia há algum tempo o Oscar é exagero, visto os papeis sem graça que ela vinha aceitando. Mas o filme é muito bom, e mostra uma mãe corajosa e muito amável. Se para ser bom um filme deve mostrar cinismo e pessimismo, "Anticristo" deve ser uma obra-prima.



Bruno Bruno (20/03/2010 18:50:03)   0 0
ta certo q nao é uma obra prima,mas axo q merecia uns 3 ovos.



Joel Joel (20/03/2010 17:26:56)   -2 0
Ontem eu vi o filme com a minha esposa e uma grande amiga. No final da sessão as duas estavam chorando. Neste sentido acredito que o filme tenha valido a pena.

Concordo que o filme não é nenhuma obra prima mas ele cumpriu muito bem o seu papel de fazer emocionar quem assiste. Afinal não é preciso comer sempre no restaurante DOM para satisfazer a fome. Muitas vezes um simples cachorro quente resolve a questão.




Vitor Vitor (19/03/2010 22:53:32)   0 0
Que crítica literal, hein.



Luis Luis (19/03/2010 19:00:29)   0 0
È otimo, apesar de não ter um roteiro a qual agrade á todos, vale a pena conferir



Cyro Cyro (19/03/2010 18:12:17)   0 0
Assisti o filme e achei bem meia boca. Prefiro muito mais o filme The Express, que conta a historia de Ernie Davis.
E Sandra, devolve o Oscar pq esse foi só caridade. kkk



Euclydes Euclydes (19/03/2010 18:10:44)   3 0
Filme Pipoca ! gostei ... acho que 2 ovos ... e pouco d+...

concordo com todos .. critica muitooooo grande... d+



Ryan Ryan (19/03/2010 13:51:36)   10 0
crítica mto grande e spoilera, mas como o filme é ruim e a Carina ainda ta começando ta com crédito....



sem avatar Edinei (19/03/2010 12:54:54)   -2 0
Na verdade a crítica contou toda a história do filme, rsrs.



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Thiago Thiago (19/03/2010 11:52:25)   0 0
A Critica praticamente contou metade do filme! ¬¬
Não vi o filme não posso dar opinião, mas sempre gostei das atuações da Sandra, ela é ótima atriz, ja merecia a algum tempo o Oscar!!!!



Oliver Oliver (19/03/2010 10:52:51)   0 0
Com uma crítica/spoiler dessa não dá vontade nem de ir pro cinema.

Eu vi o filme e gostei muito. Lógico que o filme não é um drama romântico, fala de amor altruísta que é coisa bem difícil de ver em filmes.

Olhem bem esses textos que falam do filme sem contar a história inteira. Perde a graça isso.



sem avatar Gisele (19/03/2010 08:36:53)   0 0
O filme é bonzinho, mas beeem superficial, é fraco.
E a atuação da Sandra é boa, mas também não acho merecedora de Oscar, nada de mais.



sem avatar Jack Júnior Júnior (18/03/2010 23:33:16)   -203 0
Só de ver o cartaz do filme dá vontade de vomitar.

Odeio esses filmecos a respeito de superação e meritocracia.
Ainda mais quando o pano de fundo é essa droga de esporte que não passa de um rugby para covardes.



sem avatar Leonardo (18/03/2010 23:22:18)   1 0

Tudo bem que a Meryl é uma baita atriz. Agora o filme Julie e Julia não vi graça nenhuma. Ela nem indicada para o oscar deveria ser. Pq o filme é tão chato que só ela se salva. Já assistir ambos os filmes e prefiro mil vezes a Sandra Bullock como ganhadora do oscar do que Meryl Streep. Sem falar que tem uma cena em que Meryl esta na cozinha que ela da um sorriso beeeeem forçado. E outra, deram esse oscar para a Sandra pq não é apenas pelo belo papel que a Sandra fez e convenceu, mas tmb pq Sandra Bullock amadureu e muito como atriz, coisa que a Meryl não sei se consegue se tornar melhor do que ja é.Minha opinião, respeito de todos.



William William (18/03/2010 20:38:56)   1 0
Simples dizer o sucesso desse filme... unem 2 coisas que os americanos adoram: Futebol Americano e "It's a Real True Story" !!

Para quem não acompanha muito o futebol americano, Michael Oher começou essa última temporada sua carreira profissional, sendo um dos maiores destaques da temporada em sua posição. E o filme estreou no meio da temporada lá fora... todos queriam conhecer "a história" do jogador escolhido na primeira rodada da "peneira" pelo time de Baltimore, os Ravens. Com certeza irei assistir... mesmo só levando 2 ovos, por gostar de Futebol Americano e, podem me criticar, por amar Sandra Bullock !!!



Rafael Rafael (18/03/2010 20:05:11)   4 0
Um drama bem fraco e Sandra Bullock não está tão bem ao ponto de receber o Oscar. Preferia que Mulligan levasse naquela noite. Carina concordo com absolutamente todo o seu último parágrafo!



Fábio Henrique Fábio Henrique (18/03/2010 19:53:42)   42 0
Mais uma das críticas do Omelete em que a quantidade de "ovos" não corresponde ao texto. Pelo que se lê, o filme não mereceria apenas 2 ovos...



Misael Misael (18/03/2010 19:51:39)   -3 0
Nah, a Merryl já tem 2. Dá pra gordinha do Preciosa, ela tava tão feliz lá na festa...



sem avatar Ailton (18/03/2010 18:52:32)   0 0
"uma boa atuação dramática, mas sem deixar de ser Sandra Bullock."

Lol.

A Sandra Bullock bem que deveria ser mais realista e entregar a estatueta pra Meryl...




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