Dragonball Evolution
EUA
, 2009
- 84
Ação /
Aventura /
Fantasia
Direção:
James Wong
Roteiro:
Ben Ramsey e Akira Toriyama
Elenco:
Justin Chatwin, Chow Yun-Fat, Emmy Rossum, Jamie Chung, James Marsters, Joon Park, Eriko Tamura, Randall Duk Kim
Nos últimos 18 meses as palavras-chave Dragon Ball (separadas como no título dos mangás e animês ou formando uma única palavra, como no filme), estão no topo das mais buscadas no Omelete. Independente de todas as mudanças que estavam sendo feitas na hora de adaptar para os cinemas as histórias criadas por Akira Toriyama em sua fantástica criação, todos queriam saber das novidades. As primeiras imagens causaram um verdadeiro alvoroço - quando Piccolo apareceu e não estava verde foi quase uma revolução! Daí vieram os trailers, sempre de forma estranha, vazados, e nada oficial da Fox, que ia deixando as coisas rolarem...
Agora o filme está pronto. E o Omelete o assistiu na manhã da sexta. Tudo aconteceu meio rápido. Menos de 18 horas entre o convite e a sessão no QG da própria Fox em São Paulo. Foram horas de apreensão pelo que estava por vir. A desconfiança era generalizada e quando cheguei por lá um último susto: a cópia era dublada!
Com um cenário aterrador desses, joguei - literalmente - meus pés para cima e relaxei. Fingi que estava na sala de casa e que o único Goku que eu conhecia era aquele moleque ali na minha frente, com cabelos espetados e que chegava na escola para ser alvo dos valentões. Mais clichê de filme adolescente, só mesmo quando a gatinha chamada Chi Chi começa a dar bola para aquele looserzinho. Sabe o que ela vê nele? Seu ki! Aquela força interior que é, sim, capaz de mover montanhas.
Mas isso é só o começo. Das paredes da escola, a trama vai abrindo suas fronteiras, mostrando a destruição acontecendo em vários lugares do mundo por onde as esferas do dragão estavam espalhadas. Uma a uma, Piccolo vai recolhendo todas elas, pois sabe que quando juntar as sete vai poder chamar o dragão Shenlong, que lhe concederá um pedido: a vingança que ele espera há 2 mil anos.
Deixemos mais detalhes da trama para a crítica do filme, que será publicada na semana da sua estreia. Vamos ao que interessa quando o assunto é o "Da Frigideira": como ficou? Se você está esperando cobras e lagartos saindo da minha boca, sinto ter de desapontá-lo. Fiquei maluco?! Acho que não. Veja bem: não estou falando que o filme é bom, mas a verdade é que o resultado final não é tão ruim quanto imaginava que seria. É melhor que The Spirit, por exemplo. Bem pouco, mas é.
E o motivo é simples. A história é envolvente (de novo, perto do que ela parecia que ia ser), apesar de extremamente previsível. Alguém duvidava que Goku terminaria o longa dando um Kamehameha para salvar o dia?
Vamos deixar as análises das atuações também para um texto futuro. Tudo o que você precisa saber por enquanto é que o Mestre Kame continua tarado e dá umas apertadas na Bulma, o que é apenas uma das várias referências que essa adaptação faz ao texto original. Pena que no fim das contas sobre apenas isso: referências jogadas, coisas que não vão empolgar os fãs. Mas tudo bem, os fãs já estavam sabendo há muito tempo que Dragonball não é Dragon Ball. E que esse espaço que separa as palavras é nada perto da diferença que existe entre os dois.
Dragonball Evolution estreia no Brasil em 9 de abril.
O Omelete disponibiliza este espaço para comentários e discussões dos temas apresentados no site. Por favor respeite e siga nossas regras para participar.
Partilhe sua opinião de forma honesta, responsável e educada. Respeite a opinião dos demais. E, por favor, nos auxilie na moderação ao denunciar conteúdo ofensivo e que deveria ser removido por violar estas normas.
Leia aqui o termo de uso e responsabilidade.









