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Ela | Crítica

Spike Jonze cria seu sci-fi romântico e coloca Scarlett Johansson como a musa do futuro

Marcelo Forlani
13 de Fevereiro de 2014

Ela

Ela

Her
Spike Jonze
EUA , 2013 - 126min
Romance Warner Bros.

Direção:
Spike Jonze

Roteiro:
Spike Jonze

Elenco:
Joaquin Phoenix, Scarlett Johansson, Rooney Mara e Amy Adams.

Ótimo
her
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Em A Vida Secreta de Walter Mitty, o protagonista interpretado por Ben Stiller tem uma paixão platônica por uma companheira de trabalho, mas decide uma aproximação menos direta, utilizando um serviço online de encontros. Ele passa, então, a viver aventuras sem fim, com a finalidade única de ter um perfil capaz de impressionar sua Julieta. O cenário criado por Spike Jonze em Ela (Her, 2013) é diferente: e se existisse um mundo em que você não precisasse fazer tudo isso para conquistar sua cara-metade? E se tudo o que bastasse fosse criar alguém que te entenda do jeito que você é, vá aprendendo dia após dia como te fazer feliz e a ser feliz também?

O roteiro de Jonze mostra Theodore, um escritor deprimido (Joaquin Phoenix), ainda dolorido com a separação daquela que ele julgava ser a mulher de sua vida (Rooney Mara). Infeliz com tudo ao seu redor, ele acaba equipando seu computador com um novo sistema operacional, que possui uma inteligência artificial que aprende e evolui baseado nas respostas que recebe, as intonações de voz, os suspiros e tudo mais. Detalhe, o tal computador que ele liga diretamente no fone de ouvido se chama Samantha e tem a voz rouca de Scarlett Johansson, que fica sussurrando palavras ao seu ouvido. Bastam algumas atualizações para que Theodore volte a sorrir e esteja completamente apaixonado.

Ela recebeu cinco indicações ao Oscar 2014 - Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Trilha Sonora, Melhor Canção Original ("The Moon Song", de Karen O) e Melhor Design de Produção. Joaquin Phoenix, com seu bigode, óculos e insinuante nariz, parece aquelas máscaras de criança, mas sua atuação é impecável. Se Sandra Bullock foi indicada por Gravidade em um papel em que basicamente reage à voz de George Clooney, Phoenix poderia muito bem estar entre os cinco da categoria de Melhor Ator. E não foi exagerada também a campanha que o estúdio fez para que Scarlett conseguisse também uma vaga no prêmio da Academia de Artes de Hollywood. Sem aparecer em cena é possível "ver" o poder de sua atuação como a temida máquina que pensa e sente.

O roteiro vai mostrando - e questionando - o que é um relacionamento. Theodore poderia mesmo estar apaixonado por um sistema operacional? E quanto à paixão demonstrada pela máquina, existe algo de real ali ou tudo não passa de uma programação avançada? Vale aqui o exercício: poderiam os responsáveis pelo tal sistema operacional inteligente ter criado algo realmente emotivo ou será que eles apenas montaram scripts que ensinem ao computador a aceitar os defeitos de seus usuários e aceitá-los como eles são, criando assim um mundo perfeito? Aliás - última questão - é realmente perfeito o mundo em que a pessoa que você mais confia e gosta concorda com tudo o que você faz?

Disfarçado como um romance futurista, Ela vai enchendo a tela de questionamentos contemporâneos. Alternam-se nos 126 minutos do filme risos que vêm da graça e outros que vêm do constrangimento, da verdade que aquela situação estranha pode acontecer a qualquer momento com você aqui e agora, e não apenas naquela Los Angeles cheia de prédios. Afinal, apesar de toda a cara de ficção científica que Jonze deu ao filme, trata-se de mais uma história sobre relações e uma discussão sobre o que é real e o que é virtual neste mundo digital em que as interações acontecem cada vez mais através da tecnologia?



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Comentários (43)

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sem avatar Sérgio (18/07/2014 20:09:52)   4 0
Prezados,

sugiro também o seguinte texto sobre o filme:

http://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2014/02/13/ela-2013/

Abraço



ARQUITETO ARQUITETO (03/07/2014 03:46:51)   97 1
Muito bom o filme. É um dos poucos filmes que me fizeram ter uma total imersão. Nota 10



sem avatar Leandro (27/05/2014 18:29:34)   0 0
Pra mim o melhor filme do ano!
Joaquin Phoenix num dos melhores papeis de sua carreira.



Zheusx Zheusx (14/05/2014 02:32:41)   55 0
Assisti hoje, filme digno de Oscar, ao final do filme fiquei emocionado e a pensar em várias coisas sobre o relacionamento dos seres humanos e a busca da felicidade.



Rafinha Rafinha (24/04/2014 03:18:54)   10 0
E uma pergunta que me faço sobre o filme até agora é:

- Computador e Smartphone TEM VAGINA? Se tem vagina, tem que passar algum lubrificantes pra penetrar também? E se dá pra penetrar, TEM QUE USAR CAMISINHA?

Vírus, eu sei que computador e Smartphone têm, mas é mortal como a AIDS , por exemplo? Tem cura se eu fizer sexo sem camisinha com um computador e pegar um vírus tecnológico? O HPV do computado teria vacina? Sabemos que em relações sexuais humanas, devemos usar camisinha, MAS E COM COMPUTADORES E SMARPHONE?

Segura aí que já já eu volto nesse assunto, HOJE TÁ QUENTE O NEGÓCIO AQUI. Segura aí que vai ser FODA.

O filme trata da dificuldade de relacionamento que o ser humano tem um para com o outro.

O problema, é que, essa dificuldade apresentada pelo filme, faz com que um homem se encante por um PROGRAMA DE COMPUTADOR que promete ser companheiro(a) para com quem o compra.

A parada vai ficando cada vez mais doida E ESCROTA quando ele nota que começou A NAMORAR COM A PORRA DO COMPUTADOR E COM O SEU SMARTPHONE. Foda, o mundo tá perdido mesmo brou… Na boa, vô até parar de escrever essa merda aqui…parei, parei..Vai fazer outra coisa que O MUNDO VAI ACABAR gente…Sai daqui.

Pow, tudo bem que namorar com uma cadeira ou com um tapete, ou ainda, com uma mesa e com um copo descartável TEM ALGUM SENTIDO, mas pelo amor de Deus, né gente?

NAMORAR COM UM COMPUTADOR?

Ah não, isso já é de mais pra mim…para, para, para….

Porra, cadê as igualdades e os direitos entre os objetos?

A constituição não fala que “Todos são iguais perante a lei?”

Então, CADÊ AS LEGISLAÇÕES QUE DEFENDAM OS OBJETOS como uma essência do ser humano?

O computador que tem relacionamento sexual com um ser humano, caso não haja uma legislação específica, não estaria sendo explorado por esse ser humano?

Escravidão TECNOLÓGICA?

Onde estão os direitos?

C já deu “Boa noite” pro seu computador hj? Ele tem vida, sabia?

Dois anos juntos, já é uma UNIÃO ESTÁVEL entre seres humanos? Pois é, TU TÁ QUANTO TEMPO COM O TEU COMPUTADOR? Tu é CARA-DE-PAU hem !?

Esses equipamentos tem algum direito PERANTE A LEI sobre os seus bens depois de tua morte?

E estamos falando de ciúmes também, sabia?

No filme, existe uma espécie de CIÚME ENTRE A MÁQUINA E A PESSOA QUE COMPROU !!!!!!

É sério.

Seria vantajoso?

Seria bom?

É melhor trocar set humano por um computador ou celular?

Existe algum BURACO no computador que dê uma impressão de uma vagina????

Bom, deu uma curiosidade DO CARA%$# agora brou…Nunca reparei nisso…

Bom, refletindo sobre isso? Existem vantagens, não é?

Já imaginou as vantagens?

Bem, deixa pra lá.

Um ponto legal do filme é que ele tenta retratar bem as questões humanas.

O cara do filme tentou muito ser feliz sentimentalmente com outro ser humano, mas como somos filhos da Put%$3 , ele não conseguia ser feliz com outro ser humano.

O legal do filme, é que, ele não aceita a promisquidade. Ou seja, no filme, foi tentado colocar uma espécie de GAROTA DE PROGRAMA, ou mais ou menos isso, pra ele se relacionar, mas ele não aceitava muito tais atitudes não…

O filme teve muita falácia, muita propaganda, mas não senti nada d+ não.

Enfim…

O cinema já retratou isso em alguns filmes…lembra?

Lembra do filme NÁUFRAGO? Lembra da solidão do cara? Ele também não criou um amiguinho imaginário?

Era “Wilson” o nome do amiguinho imaginário do Tom Hanks? Se não for, FÓDA-SE, procura no Google aí.



sem avatar Alexandre (06/03/2014 15:12:33)   3 0
Um filme bem legal para pensar a relação homem/computador, mas principalmente as próprias relações humanas. Tem uma crítica sobre isso em www.artigosdecinema.blogspot.com/2014/03/ela-her.html



sem avatar Lucia (05/03/2014 22:55:56)   0 0
Amei o filme!



Faake Faake (02/03/2014 00:44:51)   183 0
Acabei de assistir à esta obra prima!
Com certeza merece Oscar de Roteiro Original.

Uma pena Joaquin Phoenix não ter sido indicado. Ele está fantástico!

E a linda da Scarlett está ótima, mesmo não aparecendo.

5 Ovos.


sem avatar Lucia (05/03/2014 22:57:07)   0 0
Concordo, ele merecia o Oscar!


sem avatar Marcio (01/03/2014 20:41:24)   -7 0
Me pego pensando o quanto nós temos de incapacidade para deixarmos o passado e vivermos o presente. Barreiras são criadas por nós mesmos e assim não conseguimos expressar nossos sentimentos seja em família, em relacionamentos amorosos, no trabalho ou entre amigos. Logo no início do filme Ela assistimos a Theodore em seu emprego, que é de criar cartas que expressam sentimentos, desejos e observações de pessoas que não conseguem se expor. Uma carta em que um terceiro expressa tudo o que um indivíduo quer passar para outro. Theodore também é semelhante a seus clientes, é tão bom ao se expressar para os outros, mas ele mesmo não consegue extravasar seus próprios sentimentos e deixar o que foi vivido lá atrás.
Theodore (Joaquin Phoenix), em um futuro próximo, trabalha em uma empresa que cria cartas para pessoas. Ele é reconhecido como um dos melhores escritores de sua empresa. Está passando por uma crise pessoal, pois viveu um grande amor com Catherine (Rooney Mara), mas infelizmente depois de anos de convivência ruiu como muitos outros. Ele tem uma amizade com Amy (Amy Adams) que é casada com Charles (Matt Letscher), mas a solidão vive corroendo-o. Em um anúncio na rua vê que uma empresa lançou um sistema operacional que não deixará mais ninguém sozinho. Ele compra e conhece o sistema operacional que lhe fará companhia, Samantha (Scarlett Johansson apenas com sua voz) e ambos acabam se apaixonando.
Spike Jonze tem uma vasta contribuição na direção de vídeos musicais e uma filmografia pequena mas grandiosa. Realizou filmes que não tiveram grandes premiações, mas que demonstraram um conhecimento amplo da arte cinematográfica assim como teve em seus trabalhos uma aceitação da crítica especializada. Em Ela ele roteirizou o filme e acertou em cheio. Ele parece conhecer muito bem a incapacidade que temos de deixar o passado onde ele deve estar e o medo que algumas pessoas tem de se machucar emocionalmente na vida. Para isso ele usa Theodore para viver essa crise emocional do ser humano. Faz com que acreditemos no amor entre uma pessoa e um sistema operacional e ainda nos pega fazendo com que haja um sofrimento por palavras mau ditas ou silêncios inapropriados. Ele consegue filmar um ressurgimento da vida de um ser humano de forma que sua fuga por um túnel seja o seu renascimento.
Com um controle imenso sobre sua arte Jonze consegue realizar um filme em que há uma união de toda equipe técnica realizando uma massa consistente em que o cinema deve se basear. Cinema é uma arte coletiva e apesar do diretor ter a palavra final nada seria conseguido sem o empenho de todos. Dessa forma temos uma direção de arte sensacional (hoje Hollywood chama de design de produção e figurino). Os cenários mostram sua força ao compor escritórios coloridos, apartamentos um tanto vazios e figurinos sutis que contracenam com a história do filme de maneira prazerosa. Nosso protagonista por exemplo usa vermelho pois ele é uma pessoa extremamente apaixonada seja pela sua ex ou por Samantha, ou marrom em momentos de introspecção no qual o pensamento interior sobressai, uma composição desbotada quando está um tanto apagado na vida e um branco limpíssimo para mostrar sua evolução na vida. A composição das roupas de Amy são também interessantes. Primeiro ela aparece com roupas fechadas e quase sem cor, que parecem sufocar a personagem, para aos poucos ir utilizando roupas leves e com cores.
Através de muito closes Jonze consegue explorar cada expressão facial de Joaquin Phoenix. Com uma interpretação excelente, seu Theodore é uma pessoa cativante. Conseguimos identificar em seu rosto alegria, embaraço, introspecção, tristeza...Com uma câmera que sabe narrar a história de nosso protagonista fica fácil caminharmos e identificarmos para onde a narrativa está nos levando. Através de metáforas podemos associar a missão de um vídeo game com a situação vivida por nosso protagonista. Assim a subida de escadas podem ser vistas como o fim de algo que sufoca ou a passagem por um túnel um retorno a vontade de viver. Sem contar uma possível rima visual entre o início e o fim.
Cinema é arte, pois além de ter uma excelente história deve-se saber conta-la através dos recursos que ela dispõe. Usar esses elementos e passar isso através de imagens é difícil, mas quem consegue a soma de todos elementos de maneira equilibrada realiza uma obra de arte e em Ela conseguimos identificar claramente as características que compõe essa arte.

http://embriagadospelocinema.blogspot.com.br/2014/02/critica-ela.html



rumpelstiltskin rumpelstiltskin (27/02/2014 21:09:48)   2 0
O difícil é não se apaixonar também pela voz da Scarlett Johansson.



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sem avatar Vitor (19/02/2014 09:22:05)   0 0
Gostei da critica objetiva e fluída do Forlani, mas daria 5 ovos. Acredito que seja um filme extremamente bem-sucedido em sua proposta de retratar a tendência da virtualização dos sentimentos, além de nos convidar a refletir sobre a nossa própria condição humana, o que torna nossos sentimentos reais? e se o amor verdadeiro pudesse ser perfeito, mesmo sendo apenas uma voz, palavras ou imagens? Realmente precisamos de contato humano?

Ficaria muito satisfeito se 'Ela' vencesse o Oscar de, pelo menos, melhor roteiro original e melhor canção.

Obra-prima com enorme potencial para ser cult.



sem avatar Andrew (17/02/2014 21:24:56)   30 0
Muito bom o filme, eu acabei de ver no cinema, o Joaquin Phoenix realmente cada vez mais so impressiona na sua atuação.

Eu achei ELA um filme bem diferente, da queles que so lançam no cinema 1 vez a cada 7 ou 8 anos, e uma linda historia de amor contada de uma forma simples, que mesmo assim acaba por passar uma mensagem marcante pra quem ver, e engraçado que o filme tem um ar de filme independente tambem.



sem avatar Gregory (17/02/2014 03:55:11)   1 1
Um ensaio sobre a carência.
A premissa da película é aparentemente simples. Um homem que se apaixona por um sistema operacional, uma inteligência artificial desenvolvida para servir o ser humano. Tal inteligência foi desenvolvida de forma a emular sentimentos e capaz de evoluir sua própria consciência dadas suas experiências. Aí temos o ponto central do filme. O quão carente é o ser humano que cria, desenvolve e idealiza uma consciência artificial para saciar sua própria necessidade de atenção tornando-a uma assistente pessoal, interagindo com a máquina a cada passo de sua vida¿ Ignorando a vida em si que ocorre a sua volta¿ Pois é, um futuro tão real que já se faz presente.
Theodore (Joaquin Phoenix) adquire um desses sistemas operacionais. Atravessando por um divórcio, Theodore encontra conforto na voz de Samantha (Scarlet Johansson) sua nova amiga virtual. Ela supre sua carência por imediato, se faz presente em todos os momentos dos dias daquele homem. Ela o conhece, lê seus e-mails, organiza a limitada vida dele que se resume em trabalhar como escritor e desfrutar alguns poucos momentos de humanidade com sua unica amiga Amy (Amy Adams), igualmente deslocada e conturbada pela própria existência.
Com um tom romântico e melancólico a história se desenrola sem pressa e busca, com sucesso, o espectador e o cativa tornando aquela “nem tão ficção assim” crível. Samantha se desenvolve rápido, sua ciência quanto a vida e suas vertentes cresce. Ironicamente. Dado que ela não é vida. Sutil irônia, perante aquele pobre homem que pouco nota a grandeza da própria vida e apenas existe, não evolui sua ciência. Se “penso logo existo” Samantha existe, sem corpo assim mesmo, ciência de si.
Sensível, extremamente emotivo e ainda assim sutil. Uma obra belissima que passará dispercebida por muitos, injustamente. O quetionamento existencial romantizado e envolvente é trazido a tona por diálogos muito bem escritos e descomplicados tornando-se claro apenas para os mais sensíveis. Scarlet Johansson está em um desafiador papel que à enaltece e escancara seu talento. Merecedora de indicações a todos prêmios cabíveis a uma grande atuação mas ignorada, talvez pela própria não presença em cena. Novamente injustiça. E Joaquin Phoenix, genial como sempre, igualmente injustiçado.
Um delicado ensaio sobre a sensibilidade humana e sua carência por atenção. E essa atenção buscada é a mesma ignorada diariamente dada nossa ínfima perceptividade em relação ao que nos cerca. E só será suprida tal carência ao final, quando tudo o que restar for um ao outro.

http://casagreview.wordpress.com/



sem avatar Anderson (16/02/2014 09:08:18)   8 0
Assisti ontem, e realmente o filme surpreendeu. Excelente a atuação do Joaquim, e a Scarlett, às vezes, parecia estar em cena fisicamente. Recomendo fortemente.



Nádia Nádia (16/02/2014 07:20:49)   7 0
Esses indicados ao Oscar estão muito melhores do que do ano passado...

Lobo de Wall Street e Ela deixam Argo no chinelo!



Roland Deschain Roland Deschain (15/02/2014 21:29:17)   47 0
Scarlett Johansson é tão linda que é possível apaixonar-se pro ela apenas pela voz.

Excelente filme!



sem avatar Daniel (14/02/2014 18:06:00)   10 0
Irei assistir para ver a atuação do Joaquin Phoenix , que com certeza é um dos melhores atores em atividade. Uma pena é esse filme estar em cartaz em miseros 3 shoppings aqui na grande BH , enquanto aquela porcaria de 47 ronins está em todos.


sem avatar hudson (15/02/2014 16:14:08)   18 0
triste é morar no interior e saber que a 'melhor' rede de cinema de sua cidade tem apenas uma cópia do filme para todas as 12 cidades em que trabalha, ou seja, nunca chegará aqui


Breno Breno (14/02/2014 17:15:02)   604 0
Um dos melhores filmes de 2013. Recomendação máxima.



Soldado Invernal Soldado Invernal (14/02/2014 16:22:29)   30 0
Err... desculpe, Forlani, mas por acaso, o correto não seria "entonações de voz" ao invés de "intonações"?


sem avatar tatiana (27/02/2014 03:44:27)   0 0
é, ele tem que corrigir, rs.



dilson felipe de oliveira dilson felipe de oliveira (14/02/2014 15:33:25)   -36 -1
Enquanto isso, neste mesmo Site a crítica Tendenciosa e Nerd do Borgo outorga 5 ovos ao Tedioso e caça níqueis Desolação de Smaug, e este elogiadíssimo filme tanto pela crítica americana qto pela brasileira não alcança a cotação máxima no Omelete, Vá entender!



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Away  de  Pequenópolis Away de Pequenópolis (14/02/2014 14:00:25)   -76 0
ótimo filme.quase chorei.eu disse quase!
Assim como 12 years a slave.



Alessandro Alessandro (14/02/2014 13:54:10)   32 1
O filme tem tantas questões que o Forlani até colocou uma interrogação extra pra encerrar o texto.-



sem avatar Sérgio (14/02/2014 13:53:07)   4 0
Prezados,

sugiro também o seguinte texto sobre o filme:

http://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2014/02/13/ela-2013/

Abraço



águida águida (14/02/2014 13:30:42)   18 0
Amei o filme!
Com Roteiro maravilhoso e ainda tem Joaquim Phoenix com uma atuação sensível e que merecia com certeza uma indicação ao Oscar e Scarlett Johansson, que nunca achei uma boa atriz, me surpreendeu mostrando um grande talento mesmo que só com a voz e os coadjuvantes que aparecem pouco, mas mesmo assim tem muita importância na trama e estão muito bem (Amy Adams, Chris Pratt e Olivia Wilde). Tem muita coisa ainda esse ano mas com certeza esse vai estar no minha lista de melhores do ano! Vi em casa, mas vou ver novamente no cinema, porque vale a pena ver esse filme várias vezes.



Lex Luthor Lex Luthor (14/02/2014 13:14:06)   103 0
E pensar que ele seria Lex Luthor...
Reconsidere a idéia Joaquin.



Anselmo Luiz    Anselmo Luiz (14/02/2014 10:00:21)   100 0
Esse é um daqueles filmes que jamais deveriam ser dublados.
outro filme em que a academia perde a chance de inovar, indicar a Scarlet seria muito bom.



R@finha VERDÃO Rises R@finha VERDÃO Rises (13/02/2014 22:53:55)   705 1
Ótima critica!

Tenho um pé atrás com Jonze, na verdade um "empate" kkkk

Num foi com a cara de "Adaptação" e gostei de "Onde Vivem os Monstros"

E o Forlani me deixou com vontade esse!



Stuart Stuart (13/02/2014 22:28:47)   994 0
Esse filme me surpreendeu DEMAIS,Spike Jonze é um verdadeiro gênio.

Já posso dizer de longe q esse é meu favorito ao Oscar de roteiro,o roteiro é muito bem escrito, um dos melhore q eu já vi, bastante filosófico, mostra tudo de uma maneira tão sensível e ao mesmo tempo questionavel,e o pior q o filme é totalmente arual,quer dizer,eu não duvido nada em um futuro bem próximo coisas como essa acontecerem .

Obra-príma,só isso,merece até 6 omeletes na minha opinião.



sem avatar Renan (13/02/2014 22:14:55)   12 1
cara, que filme lindo...a idéia central do filme é genial, os problemas que foram sendo desenvolvidos, interessantíssimos...e os caras pensaram em duas formas de sexo que eu nunca imaginei na minha vida...kkkkk...o Joaquin Phoenix está se tornando um monstro do cinema...tem uns 5 anos pra cá que todo filme desse cara é sensacional....só tenho elogios pra esse filme...achei super emocionante, super romântico ....aconselho todos a assistirem ...um filme sobre solidão !!!



sem avatar Santos D. (13/02/2014 21:07:54)   1273 0
Mais um grande filme de Spike Jonze.



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sem avatar Andrew (13/02/2014 21:04:17)   30 0
E uma pena mesmo que o Joaquin Phoenix não tenha sido indicado ao oscar de melhor ator.

Ele e com certeza um dos melhores atores da atualidade, ultimamente so tem feito filmes muito bons( o mestre )

Por min ele entrava no lugar do bruce bern no oscar, não estou dizendo q bruce bern estava ruim, pelo contrario ele estava otimo mas na minha opinião Joaquin Phoenix estava melhor .



Alisson Alisson (13/02/2014 20:49:34)   342 0
Ótima critica, Forlani sempre manda muito bem

Só nao entendi o primeiro pa´ragrafo ali, ficou meio sem sentido haha'

Verei o filme com toda certeza...:))



Denis Denis (13/02/2014 19:02:45)   1200 1
Este filme é lindo, gostei demais dele ter sido indicado ao Oscar e torço muito pra que ganhe pelo menos o Oscar de roteiro original, pena o Phoenix não ter sido indicado, fez um trabalho bem inspirado.



sem avatar Rômulo (13/02/2014 18:23:42)   9 1
Só num entendi muito a conexão assim repentina no começo com Walter Mitty. Até achei q a critica tava trocada. Mas quero muito ver isso, pois minha namorada era perfeita só q de repente ela deu Bug. Hoje estou solteiro e confuso talvez esse filme me traga algumas respostas kkkkk...


sem avatar Flavio (13/02/2014 19:14:23)   61 0
KKKK
Loguei só para te positivar, man!


Raphael Raphael (13/02/2014 18:21:11)   71 0
Possivelmente o primeiro filme que vi primeiro em casa e verei novamente no cinema.

Indispensável pra quem gosta de filmes que questionam relações, emoções e afins como Brilho eterno, Closer, A trilogia Antes do...




sem avatar Rafael (13/02/2014 18:14:53)   110 0
Ansioso pra assistir esse.
Já vi o trailer várias vezes.




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