@Shadowman:
Exatamente isso... releituras não são ruins. O que pode ser bom ou ruim é a forma com que se faz.
@Marina: Uma pergunta que vem desde Highlander: o que se ganha vivendo para sempre? Simplesmente sabedoria e experiência. O que esses moleques ganham vivendo 100, 200 anos? Imaturidade? Isso é uma releitura? Uma inovação?
Comparar um filme que se utiliza de todos os clichês do mundo, coloca uma roupagem que se utiliza de outras referências e as destrói com a Semana de Arte Moderna de 1922 foi dose... é pra ir dormir mesmo. Se fosse pra ser quebra, e duvido que ela tenha pensado em ser revolucionária ou subversiva, então teria criado uma nova raça, uma nova classe, e não utilizado a batalha mais clássica dos monstros de fantasia de um jeito adolescente. E a comparação com o Brasil tbm é ótima: samba, futebol, mato e mulher pelada... será que é só isso? E vampiros? Dente, sangue, alho, cruz, espelho... será que é só isso? Será que eles tbm não tem conflitos de criança mesmo com 100 anos de idade? rs
Desculpa se parece desrespeito, mas discordo dos argumentos. O que é Arte? Bom... ninguém ainda conseguiu definir, mesmo passando a vida inteira estudando isso de verdade. Duvido que aqui alguém consiga. Mas uma coisa é certa: ninguém aqui está pedindo que só se conte histórias de vampiros como elas sempre foram... só se pede coerência, tanto na criação como nos argumentos. Não vou poder debater sobre os livros, porque não conheço essa literatura. Só sei dos spoilers que soltaram agora pouco sobre os lobisomens que vimos até agora não serem lobisomens de verdade. Posso conversar sobre os filmes, que são obras diferentes.
E, de novo, na minha opinião, respeitando o gosto de cada um aqui, os filmes são ruins. Narrativas ruins, enredos ruins, roteiro esburacado, caracterização de personagens ruim e direção irregular (e amadora, no caso do primeiro). Tecnicamente, o segundo filme é bem feitinho, mas com esse plot de argumento, nem James Cameron salva.