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O Golpista do Ano: Omelete entrevista Rodrigo Santoro

Ator fala do seu papel e como foi atuar com Jim Carrey

Carina Toledo
03 de Junho de 2010

O Golpista do Ano
O Golpista do Ano
O Golpista do Ano
O Golpista do Ano

Para o nosso correspondente em Hollywood, Steve Weintraub, editor do site parceiro Collider, não há lugar melhor para ir no começo do ano do que o Festival de Sundance. É lá, no meio dos filmes independentes, que ele consegue falar da forma mais descontraída e descompromissada possível com atores e cineastas. Em 2009, ele nos mandou um e-mail dizendo que tinha conseguido um lugar na agenda de Rodrigo Santoro, que estava lá nas frias montanhas de Utah para promover O Golpista do Ano (I Love Phillip Morris), filme em que ele atua ao lado de Jim Carrey. Veja como foi o papo entre os dois:

O que neste projeto te atraiu? Foi o roteiro? Como te ofereceram o papel e o que neste projeto fez com que você quisesse muito fazer?

Primeiramente, achei que a história era muito original. Eu li o roteiro e achei incrível. E, sinceramente, a oportunidade de trabalhar com Jim Carrey e Ewan McGregor me pareceu simplesmente fantástica, então...

E gostei também do papel. Não é o principal do filme, mas foi uma experiência muito interessante. Acho que foi um papel desafiador, pelo fato de ser um cara HIV positivo. É algo que eu nunca interpretei antes, não estava familiarizado com a situação, e fiz uma pesquisa interessante no Rio. Tive a oportunidade de conhecer um cara que era HIV positivo e passei tempo com ele. Foi muito comovente e intenso.

Você é conhecido como um ator que pesquisa muito para seus papéis. Quanta preparação teve nesse filme? Foram semanas, ou...? Você poderia falar um pouco sobre isso?

Sim. Eu gosto disso, gosto do processo, na verdade. Gosto muito de entrar no processo de preparação para um personagem, porque é quando começo a conhecer algo que ainda não conheço. É quando estou aprendendo coisas, testando coisas, é quando estou descobrindo coisas. Para esse papel, na verdade, a primeira coisa que eu fiz foi entrar numa dieta, imediatamente. Então eu literalmente perdi... Ok, em libras? Deixa eu ver... Eu perdi 11 quilos. Quanto é um quilo em libras? 2 e alguma coisa? Bom, de qualquer maneira, alguma coisa por volta de 28 libras. Não dava para ver muito, só na cena que o personagem está morrendo e você só vê o rosto, mas eu estava muito, muito magrelo. Eu queria fazer isso não pelo visual, mas pela sensação. Realmente muda toda a sua energia quando você perde muito peso, então me ajudou muito. Também li o livro, só para ver como era a história, que você também não vê muito no filme, porque há muitas opções para fazer o filme. Mas no livro tinha muito sobre a relação de Steve e Jimmy. Foi simplesmente muito comovente e interessante entrar nesse mundo e tentar entender essa história de amor entre eles. E também como é ser um HIV positivo. Saber que você tem essa doença e como você lida com isso. Como você vive, sabe? E ele sabia, desde o princípio. Mas foi muito difícil, eu não sabia extamente como deveria interpretá-lo. Como você se sente quando descobre? E, como eu disse, isso não está no filme, porque a história não é sobre Jimmy e Steven, é mais sobre Steven e Phillip Morris, mas no livro tem muito disso.

Uma coisa legal do filme é que tem muitas viradas e caminhos diferentes. E não é simplesmente uma comédia ou drama. É tudo... é vida real.

Exatamente.

Essa foi uma das coisas que te atraiu para esse papel?

Sim, sim. Como eu disse, quando li o roteiro, simplesmente achei que era incrível porque tem tanta coisa acontecendo. Você ri e no momento seguinte está muito comovido. Na minha opinião, é uma história de amor. É realmente uma história de amor. Quando vi o filme, ontem à noite, pela primeira vez, fiquei muito comovido, na verdade. Acho que eles, Ewan e Jim, fizeram um trabalho ótimo e eu totalmente acreditei no relacionamento, que estavam mesmo apaixonados. E o fato de que eles são homossexuais é, na minha opinião, um detalhe. O filme não é sobre ser homossexual ou heterossexual, é sobre estar apaixonado por alguém. Então achei que isso era maravilhoso.

Jim é conhecido por ser um ator que quer fazer muitos e muitos takes, em certas cenas, para ter certeza de que acertou, ou para ter a certeza de que o diretor tenha opções na sala de edição para escolher. Você poderia falar um pouco sobre essa dinâmica?

Eu gosto disso. Não fizemos muito, fizemos algumas. Mas não foi demais, na verdade. Acho que Jim gosta de experimentar coisas também. Não é só uma questão de ter todos os ângulos, mas te experimentar. Então estávamos lá e tinha uma cena com a qual começamos a brincar e ele sugeriu de começarmos do meio e ir até o fim e depois voltar para o começo, ou algo assim. Ele gosta de tentar encontrar um momento especial e fresco, que é a verdade, e é por isso que ele gosta de experimentar tantas cenas. E acho que foi ótimo, eu gostei muito disso porque pudemos explorar mais e mais, especialmente nesse filme, sabe, porque eu não tinha muito tempo de tela. Então, qualquer chance que eu tivesse para trabalhar com o material e com Jim era um bônus. E eu realmente gostei muito disso.

Você poderia falar um pouco sobre Post Grad, seu próximo lançamento hollywoodiano depois de Phillip Morris?

Post Grad é uma comédia, é mais um filme para toda família. Carol Burnett está no elenco, e foi ótimo ter a oportunidade de trabalhar com ela. É uma atriz maravilhosa, uma pessoa maravilhosa. Tem o Michael Keaton... É um filme sobre uma garota que se forma na faculdade e está tentando entender o que quer fazer da vida, está tentando se encontrar. Eu interpreto um diretor de infomerciais, o que é bem interessante. Eu sou meio que uma vítima da situação toda. Sabe, os personagens engraçados são Carol Burnett e Michael Keaton e eu sou uma vítima de situações muito engraçadas. Mas foi divertido, muito divertido, foi muito leve, sabe? Os filmes que tenho feito, especialmente no Brasil, são filmes mais independentes, movidos pelos personagens. Sabe, Bicho de Sete Cabeças, meu primeiro filme, se passava num hospício e Carandiru se passava numa prisão, depois filmei Che, que era na floresta, então são sempre filmes muito pesados. E, de repente, estou fazendo esse filme e vou para o trabalho sem preocupações, porque é leve.

Você poderia falar um pouco sobre Che? Você tem um papel pequeno, mas muito importante nesse filme. E, também, poderia falar sobre como foi trabalhar com Steven Soderbergh?

Eu sempre quis fazer parte desse projeto, desde que ouvi falar sobre ele. E isso foi há cinco anos. Steven Soderbergh é um diretor por quem eu tenho muito, muito respeito e admiração, então fiquei tentando fazer parte do filme durante cinco anos e finalmente aconteceu, em 2008. Foi uma experiência incrível. Fiz muita pesquisa, fiquei um mês e meio em Cuba, pesquisando. Eu interpreto Raúl Castro, que agora é o presidente de Cuba, mas na época não era, apesar de já ser uma figura muito importante. Foi meio complicado também, porque ele ainda está vivo e é um personagem polêmico. E eu realmente tive que ir para Cuba, porque não achei muita informação na internet, nem nada. Você encontra com facilidade muito material sobre Fidel Castro, mas sobre Raúl tinha pouco, então fiz toda essa viagem.

Trabalhei com Benício Del Toro, que é um ator fantástico e que te dá muito apoio. Ele é um verdadeiro comandante, um ator muito generoso, focado e concentrado. E todos os atores eram sulamericanos, de todas as nacionalidades que você puder imaginar: Venezuela, Colômbia, Chile, Argentina, México, Espanha também e um brasileiro. Enfim, toda a galera latina e estávamos todos juntos para tentar contar essa história. Foi muito rápido, porque estávamos rodando dois filmes. O processo foi simplesmente muito rápido, foi mesmo como fazer uma revolução. Tínhamos que estar ali, muito concentrados, não havia tempo a perder, fazíamos um ou dois takes, no máximo. Era uma coisa de "Vamos nos mexer, vamos em frente, vamos fazer". E isso é interessante, porque coloca o ator num estado muito alerta e você precisa estar absolutamente ligado, senão você perde a cena. E acho que quando você está fazendo uma revolução e está tentando atingir um objetivo desses, então você tem que ser desse jeito. Isso nos uniu também, estávamos sempre planejando o que íamos fazer e íamos construindo, aos poucos, aquela atmosfera que foi traduzida no filme. Tudo isso foram escolhas do Steven, de como ele filmou. Ele era sempre furtivo, você não via onde ele estava. Não era aquela coisa tradicional, com muitos ensaios primeiro. A cena está aqui, vamos fazer.

Você vê algum outro ator ou atriz brasileiro, além de você e Alice Braga, que poderia fazer a transição para Hollywood em breve? E quem sabe algum diretor?

Acho muitos diretores já estão fazendo a transição. Walter Salles já conseguiu isso, provavelmente foi o primeiro. Tem também o Fernando Meirelles, que também é um grande diretor. José Padilha, que foi premiado no Festival de Berlin por Tropa de Elite. E também existem outros diretores talentosos que estão fazendo essa transição, temos editores brasileiros trabalhando por toda a parte, diretores de fotografia... Acho que, nos últimos dois ou três anos, o mercado está mais aberto. Acho que esses diretores, Walter Salles e Fernando Meirelles, também trouxeram credibilidade para o talento brasileiro.

As pessoas no Brasil assistem ao Oscar de melhor filme estrangeiro como se fosse um campeonato esportivo. Você ficou chateado que esse ano um filme brasileiro não ganhou, ou você nem acompanha o Oscar?

Bem, eu assisto ao Oscar, sim. Eu só não acho que ele deveria ser o objetivo definitivo. Eu não trabalho para isso. Digo, seria ótimo ganhar, seria ótimo para o Brasil. Acho que traz credibilidade e interesse de investidores e isso impulsiona o mercado, mas acho que nós não trabalhamos só para isso, não valorizamos tanto isso. É legal, claro que é legal. Fernando Meirelles e Water Salles já foram indicados e foi ótimo, sabe? O país inteiro estava assistindo, então claro que é ótimo. Mas isso não deveria ser um objetivo. Nós fazemos filmes porque queremos fazer aqueles filmes, porque queremos contar aquelas histórias. E os prêmios são ótimos, é um sentimento incrível. Já tive a oportunidade de receber prêmios e estava com as pernas tremendo e o sentimento é ótimo. Mas, depois, você pensa "Ok, isso foi legal". Às vezes isso conta para a indústria, mas não sei... É difícil analisar qual o valor real disso, quando você já está trabalhando em cinema. E acho que temos coisas ótimas saindo no Brasil agora - especialmente agora. A indústria está mais e mais dinâmica, as pessoas estão motivadas para produzir, para dirigir, para atuar e essa é a melhor parte. Se um prêmio como o Oscar, ou o Urso de Ouro do José Padilha, ajudar a motivar as pessoas, isso é ótimo. Na minha opinião, esse seria o objetivo: motivar os outros.

Você poderia falar sobre seus próximos projetos, ou um específico sobre o qual você queira falar?

Neste momento estou decidindo qual será meu próximo filme. Tenho um projeto no Brasil, que se chama Heleno, que é sobre Heleno de Freitas, o jogador de futebol dos anos 40. A história é muito interessante e tudo já está pronto para começar a filmar. Tenho algumas coisas nos Estados Unidos e um projeto na Espanha, mas ainda não é nada certo. Sabe como é o cinema, você nunca sabe quando cada filme vai ganhar o sinal verde, quando o dinheiro estará disponível, os cronogramas dos atores e qual vai acontecer primeiro. Mas estou empolgado. O ano passado foi muito interessante e me deixou confiante para trabalhar no exterior.

Muito obrigado.

O Golpista do Ano (I Love you Phillip Morris) estreia no Brasil em 4 de junho.



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Comentários (25)

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sem avatar Bruno Sergio Silva Alves (30/08/2010 11:37:58)   0 0
O Rodrigo ja fez papel de gay em outro filme portanto essa é a praia dele,o jim sempre se mostrou um cara meio louco, Ewan; esse aí pra mim já era,depois de assistir sua atuação exelente no star war assistir ele como um gay!tudo bem são atores apenas interpretando, mas eu acho q é apenas desculpa pra soltar a franga!!



edgar edgar (06/06/2010 21:26:05)   147 0
kick-ass uhu !



Edward Nortinho Edward Nortinho (06/06/2010 04:22:05)   -8 0
Que entrevista mais fraca, olha as perguntas que manjadas, e algumas ele repete duas vezes "isso te atraiu para opapel ?"

Mas tem que ser perguntas bem bestas, nível visitante do omelete, que acha que games são obras de arte. Sem ao menos conhecer períodos artísticos.



Luiz Gustavo Luiz Gustavo (04/06/2010 22:41:23)   39 0
"Esse filme só serve p mostrar o Rodrigo Santoro Virando Gay, é só observar a entrevista, ele disse q achou interesante fazer esse filme, isso é o indice q ele está virando GAY"

Mais um comentário brilhante de um urbanóide que toma sorvete pela testa.
Parabéns!
Agora só falta se jogar debaixo de um trem.



DR. Zaius, ministro da ciência e defensor da fé! DR. Zaius, ministro da ... (04/06/2010 20:47:24)   1031 0
@Vagabundo, do jeito que você alardeia essa produção, parece até que você tem participação nos lucros...



Josué Josué (04/06/2010 17:26:09)   1 0
afinal de contas esse último comentário serviu de q ? essa pessoa com o nome de vagabundo devia escrever algo mais criativo e direto.arf, pq vc não escreve assim...Esse filme só serve p mostrar o Rodrigo Santoro Virando Gay, é só observar a entrevista, ele disse q achou interesante fazer esse filme, isso é o indice q ele está virando GAY.



VAGABUNDO VAGABUNDO (04/06/2010 17:08:24)   58 0
Voçê conhece um dos filmes mais baixados pelos usuários de comunidades sobre horror no Orkut?

Se você é daqueles alienígenas que nunca leu nada sobre A Centopéia Humana(THE HUMAN CENTIPEDE), apesar do bombardeio de informações via internet, segue uma explicação sobre a proposta do vilão do filme. Ele pretende criar uma “centopéia humana” a partir de três seres humanos, seguindo esta ordem lógica:

1.Operar os tendões dos joelhos das vítimas para que elas nunca mais possam andar sobre duas pernas, forçando-as a se locomover de quatro.
2.Arrancar os dentes e os lábios da segunda pessoa e costurar o que restar da sua boca ao ânus (!!!) da primeira pessoa da fila. A mesma operação será realizada na terceira vítima, cuja boca será costurada no fiofó da segunda.
3.Conectar os intestinos e órgãos digestivos das três vítimas para que as duas partes inferiores da “centopéia”, com suas bocas ligadas ao ânus, sejam alimentadas pelas fezes da primeira parte da criatura!

E se isso parece revoltante no papel, imagine até ver a “centopéia humana” no filme, certamente uma das coisas mais doentias é bizarras já mostradas pelo cinema fantástico desde a invenção do cinematógrafo lá no século 19!

Dizem as lendas que circulam pela internet que um médico “de verdade” teria orientado o desenvolvimento do argumento, e que a operação para criar a “centopéia humana” seria 100% verossímil.
Esse filme segue a linha do “body horror” ou “biological horror” (filmes sobre mutações e/ou experiências médicas) produzido por cineastas respeitados como David Cronenberg e Shinya Tsukamoto (da série “Tetsuo”).

Mesmo com a polêmica e as opiniões divergentes, THE HUMAN CENTIPEDE levou para casa vários prêmios de Melhor Filme em festivais conceituados, como o Screamfest Horror Film Festival, de Los Angeles, ou o Fantastic Fest, realizado no Texas. Também teve participação celebrada em eventos concorridos, como o London FrightFest Film Festival, na Inglaterra, e o tradicionalíssimo Festival de Sitges, na Espanha.

Curioso é que o filme está chegando aos cinemas (lá fora, claro) com um esquisito subtítulo entre parênteses, “First Sequence” (Primeira Sequência). Isso porque o diretor-roteirista Six anunciou que já está produzindo uma continuação para lançamento em 2011, chamada “The Human Centipede (Full Sequence)”, ou seja, “Sequência Completa”, que trará uma nova centopéia humana, desta vez ligando 12 pessoas (!!!).



sem avatar Hildebrando (04/06/2010 13:30:34)   0 0
Já está na hora de Santoro fazer um papel mais digno....

Deveriam dar uma chance melhor a ele.



sem avatar kiya (04/06/2010 12:00:17)   0 0
"Porra... outro papel de viado para o Santoro... Outro viado na vida dele... "

foi a mesma coisa que eu pensei quando eu vi o trailer...

acho q o filme vai ser bastante divertido, ver o jim carrey fazendo um papel de gay, e saindo das comedias de sempre dele vai ser bem interresante



Josué Josué (04/06/2010 11:04:13)   1 0
Droga é essa!! Jim Carey Fazendo Papel de Gay isso é ridículo,aínda mais colocando o rodrigo santoro como mulherzinha dele, o Rodrigo santoro só faz personagens ruins e quando sai um bom, como o do paulo no lost,eles fazem o favor de enterrá-lo vivo. niguém merece



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Alex Alex (04/06/2010 09:39:01)   0 0
Beleza! Elenco Fera! Filme Bom! MAS QUEM SÃO OS PORRA DOS CARAS QUE TRADUZEM O NOME DO FILME! VAI SE ...CATAR! Ridiculo!



Wesley Wesley (03/06/2010 19:39:47)   -3 0
Santoro já nos provou que é um ator talentoso, só me parece que não é utilizado tão bem por Hollywood q o vê como o latino q se deu bem.Vamos ver no q vai dar



sem avatar Hildebrando (03/06/2010 17:41:42)   0 0
Porra... outro papel de viado para o Santoro... Outro viado na vida dele...



Álvaro Álvaro (03/06/2010 15:07:22)   -3 0
O HOMEM ESTÁ SE DESTACANDO



Tarcisio Tarcisio (03/06/2010 13:30:24)   19 0
Paulo só não vingou pela Nikki, que personagem escrota... O Paulo poderia ser, o que o Miles acabou sendo, alívio cômico extra.



Tarcisio Tarcisio (03/06/2010 13:28:47)   19 0
Pergunta que não quer calar:
- TÁ ANIMADO PRA ADAPTAR A HQ XERXES!?
- Olha, não vejo a hora de me encher de piercings....

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk



DR. Zaius, ministro da ciência e defensor da fé! DR. Zaius, ministro da ... (03/06/2010 11:57:00)   1031 0
Foi muita sacanagem atribuir a queda na audiência de Lost a "Paulo e Nikki". Eles só duraram 2 ou três episódios. Não deu tempo de cair a audiência tão vertiginosamente. Ninguém liga a tv e pensa "Pô, Santoro outra vez! Só volto a ver Lost quando matarem esse cara." Desculpa fiada do Lindelof e do Cuse, que usaram "Paulo e Nikki" como bois de piranha para ganhar tempo...



Genival Genival (03/06/2010 11:25:51)   0 0
É muito bom saber que temos um ator de competência desenvolvendo trabalhos internacionais de forma continua. Rodrigo Santoro esta de parabéns e concorso quando ele diz que se preocupa em contar as histórias sem se preocupar com os premios, afinal os prêmios são apenas um reconhecimento do trabalho desenvolvido, não o objetivo de um trabalho.



eniosomluz eniosomluz (03/06/2010 10:39:16)   0 0
Parabens Rodrigo Santoro ! Sou fã nr.01 do Jim Carrey .Seria ótimo ver sua atuação em filmes de comédia com o Jim .O mundo precisa sorrir mais ! Abraços e Sucesso !



sem avatar Gabriel (03/06/2010 10:35:54)   124 0
legal mesmo é o spoiler que o Santoro soltou na entrevista... mas beleza, parece estranho mas acho que vou assistir.



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George Foreman George Foreman (03/06/2010 00:56:06)   1 0
3 ótimos atores, mas quem dirigiu esses caras e quem adaptou o roteiro ? tem alguns atores que poderiam estar trabalhando em hollywood tranquilamente.



Pedro Pedro (03/06/2010 00:45:27)   20 0
Li por aí que nesse ao e meio que o filme tá atrasado resolveram cortar o santoro do filme, foda isso se for verdade, o cara é bom e merece o lugar dele



Diogo Diogo (03/06/2010 00:37:39)   5 0
Gostei bastante da entrevista do Rodrigo Santoro, ele é o tipo de pessoa comprometida com o trabalho e merece respeito. Acabei de ver o trailer legendado e ele pode enganar um pouco, pois a maioria das cenas são asde comédia, mas pelo que li tem drama tambem. Vou assistir no cinema.



Eduardo Eduardo (03/06/2010 00:32:46)   10 0
ele é um bom ator! precisa ter mais oportunidades em outros filmes. Mas ainda acho que a Alice Braga atua melhor que ele.



Gil Gil (03/06/2010 00:18:02)   23 0
Gosto das entrevistas do Rodrigo. Ele é sempre bastante simpático e esclarecido nas suas respostas.

Esse não é o tipo de filme que eu curto, mas estou torcendo pra fazer bastante sucesso mundo afora. É sempre legal ver a carreira de um brasileiro sendo reconhecida, e o Rodrigo tem talento de sobra pra isso. ^^v




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