Lorenzo di Bonaventura, um dos produtores
de G.I. Joe: A Origem de Cobra (G.I. Joe: Rise
of Cobra), adaptação para as telonas da linha de bonecos, HQs e desenhos
dos Comandos em Ação, teve que apagar um incêndio cuja
fagulha saiu do fórum de discussões de outro produtor do filme,
Don Murphy - o executivo que batalhou anos para levar os Transformers e os Joes para o cinema, mas que não tem poder de decisão no meio dos veteranos produtores hollywoodianos.
A essa altura o tópico já foi apagado, mas o site Latino Review o publicou na íntegra. Nele, o usuário do fórum que responde por "Endtimes" fala de uma suposta demissão do diretor do filme, Stephen Sommers (Van Helsing), e diz que G.I. Joe teve "uma das notas de sessão-teste junto ao público mais baixas da história da Paramount".
As fontes do Latino Review dizem o contrário: que o filme tem testado bem, no patamar do primeiro Transformers. Em entrevista ao site, Di Bonaventura reiterou: "Nós não comparamos, porque são filmes diferentes, mas G.I. Joe tem testado muito bem. Já fizemos três sessões e em cada uma delas as notas vêm aumentando. Todo mundo ficou feliz. O estúdio, os realizadores, o público".
Não é o que se diz (ou dizia) no fórum: "Depois dos testes a Paramount trancou Stephen Sommers para fora da sala de montagem. Chamaram Stuart Baird, famoso 'consertador' de edição, para ver se conseguiriam salvar o filme. Sommers foi forçado por sua agência, a William Morris, a fingir que já estava trabalhando em Tarzan para a Warner com os designs conceituais, mas esse filme sequer tem roteiro pronto. Quando os boatos da demissão se espalharam, Sommers foi chamado de volta à edição, mas é Baird que está montando o filme, sob as instruções do estúdio. O CEO da Hasbro [dona da licença G.I. Joe], Brian Goldner - que tinha recusado ofertas de outros estúdios e acabou aceitando uma em que o roteiro de Stuart Beattie foi apressado em oito semanas pra evitar a greve dos roteiristas - está desesperado porque isso vai destruir a franquia e já começou a se afastar do filme".
Do seu lado, Di Bonaventura diz que tudo isso "não poderia ser mais falso". "Coisas assim são muito destrutivas. Acabam com a carreira de um cara quando saem espalhando que ele foi demitido ou que não fez um bom trabalho. A verdade é que ele fez um ótimo trabalho. As pessoas vão gostar do filme. A audiência-teste gostou do filme. O que aconteceu na sala de montagem não é diferente do que acontece em todas as outras: trabalho, trabalho, trabalho constante pra deixar o filme melhor e melhor. Tivemos um atraso nos efeitos visuais então aguardamos mais um tempo até finalizar o longa, mas foi o único caso. Não sei como as pessoas poderiam interpretar isso de forma negativa, mas parece que foi o que aconteceu."
O filme estreia mundialmente em 7 de agosto.
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