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Crítica: Prince of Persia - The Forgotten Sands

Novo game da série repete os acertos do passado - mas não se arrisca

Érico Borgo
15 de Junho de 2010

Prince of Persia - The Forgotten Sands

Prince of Persia - The Forgotten Sands

PS3, X360, PC

Aventura Ubisoft

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Prince of Persia
Prince of Persia
Prince of Persia

Quando Prince of Persia surgiu, no finalzinho da década de 1980, a criação de Jordan Mechner causou sensação pela fluidez de movimentos de seu protagonista, o príncipe do título, que até então não tinha nome ou personalidade definidas. Era, afinal, uma época mais simples para os videogames, quando novidades técnicas ou gráficas ainda geravam empolgação suficiente para justificar a compra de um game ou falatório nos corredores do colégio, onde se trocavam dezenas de disquetes com o jogo "arjeado".

Aquele personagem, que anos mais tarde ganharia o nome Dastan, tinha algo a mais. Ele relacionava-se com o jogador não pela história, mas pela maneira ora inquieta, ora cautelosa como se movia. Sua personalidade era definida ali, nos movimentos. O restante sobrava para a imaginação.

Mechner tentou aproveitar isso em toda a série - e seu Príncipe foi, a cada capítulo, ganhando habilidades e recursos, conforme acompanhava a evolução dos jogos eletrônicos, culminando neste Prince of Persia: The Forgotten Sands.

Na trama, Dastan vai visitar o reino de seu irmão. Mas quando chega lá descobre uma invasão em curso por um exército inimigo. Esgueirando-se, o príncipe descobre que o regente, desesperado, vai liberar um poder ancestral que recriará um exército de demônios para afugentar os invasores. O problema é que a força sai do controle e soma-se ao problema. Agora, cabe a Dastan, auxiliado por uma entidade mística, encontrar uma maneira de parar esses demônios e devolver a ordem ao reino do irmão.

O jogo segue a linha estabelecida na série iniciada por The Sands of Time, que não por acaso inspirou o filme de mesmo nome, Principe da Pérsia: As Areias do Tempo. Ainda que não seja uma adaptação do longa, mercadologicamente faz mesmo mais sentido que o game desfrute da mesma base criativa do filme, em detrimento de uma continuidade do último jogo da franquia, Prince of Persia, de 2009.

Para quem está conhecendo agora a série, The Sands of Time pode ter algum interesse. A movimentação, lutas de espadas e magia e quebra-cabeças seguem o ponto focal do título e continuam muito bem executadas. Porém, falta ao jogo novidade para os fãs da série. A história é mais superficial que as anteriores dentro de seu arco criativo e há uma repetição geral do que vinha sendo realizado em games como Sands of Time, Warrior Within eTwo Thrones. Além disso, um dos pontos mais criticados do último game voltou a ser como era. Enquanto no anterior a personagem feminina que acompanhava a trama salvava o Príncipe a cada erro, aqui a quantidade de replays (o rebobinamento do tempo para corrigir falhas ou mortes) é limitada a poucos usos, que devem ser recarregados (facilmente) vencendo inimigos ou destruindo elementos do cenário, como vasos. Dá pra falhar algumas vezes, se errar demais, o jogador é obrigado a voltar ao último checkpoint. Isso dá alguma urgência ao game, torna-o um pouco mais desafiador. A novidade fica por conta dos poderes elementais, que rendem a pirotecnia e alguns momentos bacanas, como o congelamento de fontes d'agua para usá-las como elementos estruturais que permitem acrobacias.

A velha fórmula linear dos labirintos tornando-se mais complexos enquanto acumulam-se poderes, porém, está ficando cansada. E isso fica ainda mais evidenciado em games que não tenham uma grande história ou qualidade gráfica excepcional, como este. É sempre a mesma curva de aprendizado e desafios com os jogos de ação. Entendo que deva existir um clímax - e que ele só será satisfatório se empregar todos os recursos adquiridos ao longo do jogo -, mas uma vez ao menos eu gostaria de ver um grande game milionário com ideias um pouco mais arrojadas.

O independente Braid, também com recursos de manipulação temporal, vem à cabeça. Não seria possível usar as areias do tempo de maneira integrada à jogabilidade e não apenas como justificativa para as "vidas" do herói? Ou talvez escolher a fase desejada - que poderia ser resolvida de maneira mais simples ou muito mais complexa dependendo dos poderes à disposição - mas sempre possível de ser resolvida, dependendo apenas de um conjunto básico de habilidades? Ou, agora dentro de uma ideia um pouco mais estranha, contar com a ajuda de si mesmo do futuro - algo que mais tarde você teria que realizar de qualquer maneira, seguindo a lógica complexa das viagens temporais?

Um jogo místico e cheio de ação e cheio de mitologia como Prince of Persia certamente poderia arriscar algumas ideias novas, ousar um pouco mais, levar seus horizontes a outras esferas sem perder as qualidades pelas quais é conhecido, como a Nintendo fez com Mario Galaxy, por exemplo. Preocupa-me que as grandes e lucrativas franquias se acomodem dentro de suas fronteiras conhecidas e deixem de surpreender seus fãs pelo que representam aos seus estúdios, outrora pequenos e ousados e agora tão preocupados em se adequar à indústria do entretenimento, em encaixar-se em tantas mídias quanto possíveis. Não é em Prince of Persia: The Sands of Time que encontraremos aquele herói que aguçava a imaginação com passos rápidos e guinadas manemolentes. Este aqui, com nome, "character chart" bem definido, dublador espirituoso, alta definição e encarnado em Hollywood não gera sequer um átimo do fascínio de seu misterioso antepassado.

Prince of Persia: The Forgotten Sands está disponível para PlayStation 3, Xbox 360 e PCs. Versões mais simples, para Nintendo Wii, PSP e Nintendo DS também estão nas lojas - mas diferem da criticada aqui.

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Comentários (30)

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sem avatar Rafael (26/08/2011 15:05:11)   0 0
Um detalhe, reparem que o novo Prince tem muita semelhança com o Jake do filme, talvez seja o motivo de trazerem o nome Dastan para o jogo, onde parece que existem três Prince's nessa trilogia SOT-WW; T2T e FS em cada um dos três o Prince tem sua aparência mudada(em SOT e WW a mudança pode não ter acontecido ou ter sido muito pequena)

Érico Borgo, "A velha fórmula linear dos labirintos tornando-se mais complexos enquanto acumulam-se poderes, porém, está ficando cansada." Warrior Within foi bem criticado por ter um BOSS logo no início do jogo "afastando os jogadores iniciantes" não entendi qual o cansaço nessa partes, ok, tem jogo que é melhor ter um pouco mais dificuldade, em outros, um bom enredo encobre essa repetição.

Gunnar, também concordo com você, Forgotten Sands tinha tudo para ser o jogo que explicasse as falhas no enredo de Warrior Within, pelo visto eles só fizeram um jogo para ganhar mais e concertar as falhas do 2008(não joguei os jogos, qualquer erro meu, me desculpe e me concerte).



falcons falcons (07/08/2010 10:03:37)   0 0
O que vemos aqui é uma tentativa da Unbisoft de concertar os erros do passado que foram feitos no prince of persia 2009(aquele protagonista nunca morria). Mas realmente não adiantou de nada pois o game ainda deixou a desejar. Mas o que ocorre. Tem que aver inovações, pois estamos em uma era de novos games, nova geração e isso tudo pesa no produtor de jogos. Mas o melhor é esperar e ver o que eles iram fazer daqui para frente. É isso ai galera um grande abraço.



Gunnar Gunnar (01/07/2010 12:46:01)   33 0
Acabei de terminar o Forgotten Sands. O jogo é bom, o chefe final é difícil, mas a história é muito de última hora, e o final deixa a desejar. o jogo não explica algumas coisas inexplicáveis do Warrior Within, por exemplo de onde diabos veio o Dahaka, por que nós temos o medalhão da Farah e de onde a gente conhece The Old Man.. =P

mas enfim, da pra se divertir um pouco, por mais que eu tenha terminado em dois dias (5-6 horas por dia).. ainda não supera o Warrior Within


sem avatar Leandro (04/01/2012 10:41:38)   0 0
Com licença mas você já jogou SoT ou WW pra vim falar besteira?

Se você jogou mas não prestou atenção deixa que eu te explico:

O príncipe tem o medalhão da Farah porque no SoT ela deixou com ele para protegê-lo de se transformar nos montros da areia depois que ela roubou a Dagger of Time. Como o príncipe voltou no tempo ele continua com o medalhão porque lhe foi dado no futuro.

O Dahaka, como foi explicado no WW, é o guardião da linha do tempo e caça o princípe porque ele deveria estar morto.

Agora o Old Man eu encontrei essa citação: "The Old Man has been watching over the Prince since he was a child. He treated the Prince as his own son, also sometimes acting like his mentor".

Agora não culpa o jogo pela sua falta de atenção!


sem avatar Gileno (30/06/2010 02:23:09)   0 0
Só lamento duas coisas:
- Como uma empresa como a Ubisoft simplesmente se rende à sua covardia e lança um jogo, que é apenas "mais um" na série.
Warrior Within ainda é imbatível, junto com The Sands of Time.

- Como ainda vocês insistem nessa idéia de chamar o personagem do jogo de Dastan. Isso foi um nome inventado para o FILME. No jogo ele continua perfeitamente como era, SEM NOME.



sem avatar 1berto (20/06/2010 04:05:48)   3 0
Alguns detalhes que ficaram de fora: O primeiro título é clássico, OK, ninguém discorda, mas o criador original e vários outros licenciadores depois não conseguirem reerguer o princípe (lembrem-se do horrendo prince of persia 3d, argh), somente com o Sands of Time a Ubisoft conseguiu trazer o clima do princípe para o 3d de uma maneira divertida (fez escola praticamente todo jogo de aventura 3d hoje em dia tem muitos elementos de SoT), mas depois disso tudo ficou na mesmice... Nada contra os colegas que querem mais do mesmo, mas para quem já criou (e criar é criar mesmo diferente de publicar títulos de outros estúdios) Sands of Time, Splinter Cell e Assassins Creed é triste se contentar com tão pouco. A Ubi foi na última década o último baluarte de um estúdio grande fazendo títulos realmente novos e não repetindo franquias e fórmulas de sucesso, agora este tempo parece ter passado, infelizmente. Daqui a poucos anos será engolida pela Activision ou pela EA.
Detalhe o princípe só recebeu nome agora na versão cinematográfica.



Felipe Felipe (17/06/2010 03:25:30)   2 0
Concordo com o Mario. Pra mim não há motivos pra mudança na fórmula do jogo. Pra que inventar no que já é muito bom? É dar um tiro no escuro. Foram tentar inovar no Prince of Persia 2009 e saiu aquele jogo horroroso. Espero ancioso por esse jogo no PC.



MARIO MARIO (15/06/2010 23:22:51)   -1 0
Time que está ganhando não se mexe ! Sands of time na ocasião foi eleito o melhor game do ano na época ! daí veio o formidável Warrior Whithin com a inovação da camêra lenta, conceito este aproveitado até mesmo em God of War 2. A Ubisoft jamais deveria ter feito um prince diferente !



ivo ivo (15/06/2010 21:40:58)   -2 0
Vládesk(esse é seu nome mesmo?que maneiro!)

vale lembrar que como a constado aqui borgo é um fanboy escrachado de ps3.(leia meus comentarios antigos nas outras paginas e repare.



sem avatar gabriel (15/06/2010 21:31:01)   -2 0
nunca jogei direito prince of percia mas é um jogo muito legal



edgar edgar (15/06/2010 21:17:47)   110 0
muita conversa poucos movimentos e pouca ação!! comprei o jogo(com otima espectativa) e dcepcionei que é uma beleza!! cara pensei que quando começasse o jogo o dastan taria com todos os movimentos más não... tem que acha-los!bom até ai tudo bem.

más os caras repetem a historia varias vezes eles deveriam saber que coisa dos anos 80 e coisa dos anos 80! acham mesmo que ele ainda está na moda?

gta:jogo que lançou e logo se tornou famoso e polemico por seu estilo de liberdade,violencia,e prostitutas,etc.

god of war:lançado em 2005 mostrou a ferazidade dos deuses e seu estilo único de parecer que estamos assistindo um filme quanto na verdade jogando,violento mostra um kratos sem dor se tuh acha que gta e violento joge(ou assista) a trigologia perfeita god of war!

deu pra perceber que novos estilos de game chegaram sendo que eu não citei:world fifa,counter strike,sonic,zelda!!


cada um com seu estilo e sua inovadoridade!! por isso acho que prince of persia está atrasado a muito tempo!



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Izaldir Izaldir (15/06/2010 19:00:53)   0 0
O único Prince of Persia que tive prazer de jogar é Warrior Within, o única da triologia do PS2 que pode falar: "Esse é foda". Não desprezando os outros títulos.



Izaldir Izaldir (15/06/2010 19:00:30)   0 0
O único Prince of Persia que tive prazer de jogar é Warrior Within, o única da triologia do PS2 que pode falar: "Esse é foda". Não desprezando os outros títulos.



MARIO MARIO (15/06/2010 16:36:38)   -1 0
A ubisoft deveria ter tido mais consideração com o Prince da trilogia lançada no PS2, pois foi graças à ela e aos jogos de Jordan Mechner, que o prince fez esse sucesso todo. Ao invés disso, cagaram o prince no primeiro jogo do PS3. Felizmente agora, as caracteristicas que consagraram a série estão voltando.



Revan Revan (15/06/2010 13:26:03)   23 0
Eu ACABEI de zerar o Sands of time (pela primeira vez)

e to instalando Warrior Within...

tipo. jogaço...

to baxando o forgotten tb (ja tneho o TT esperando tb) vamos ver



Saxi Saxi (15/06/2010 09:57:15)   327 1
Só mais uma pergunta, foi só eu ou todos que conhecem prince of pérsia sentiram falta de monstros e caveiras no filme, de resto achei exelente, só faltou esses personagens que sempre estiveram presente nos games do cara



sem avatar Vládesk (15/06/2010 09:46:24)   2 0
Vale uma olhada. Aproveito para lamentar mais uma vez que Mass Effect 2 não teve crítica.



Raphael Raphael (15/06/2010 09:41:11)   2 0
Eu sou suspeito para falar de Prince of Pérsia, joguei todos da franquia, desde o clássico da década de 80, Prince of Pérsia 3d... enfim, todos com pontos positivos e negativos.
Concordo com a grande maioria que o melhor foi o Warrior Within, mas o Two Trhones decepcionou não explorando mais o dark prince. E sinceramente o jogo lançado em 2008 é o pior de todos, aquilo é prince of pérsia no estilo Sonic, você corre pelas paredes, da looping, sistema de combate horroroso, uma merda. A história pode até ser legal, mas o jogo em sim é uma vergonha.
Quanto ao Forgotten Sands, acho que a Ubisoft fez o jogo para tentar voltar a estilo da franquia para talvez ai sim lançar algo novo, ou tentou seguir a linha de Tomb Rider que me corrijam se estiver errado, não muda muito o estilo do jogo.



Leonardo Leonardo (15/06/2010 09:28:24)   -3 0
@Saxi

Concordo com quase tudo que você disse, cara, minha unica birra com o Warrior Within é a mudança de personalidade do Prince mesmo, acho que mesmo ele estando passando por muitos perrengues, não justifica tentar transformar ele em um Bad-Ass, porque o personagem nunca foi isso.

Pra mim o Prince sempre foi e sempre será um Swashbuckler, um Ladino, praticamente um Jack Sparrow da vida, a personalidade dele no Prince de 2008 eu achei perfeita.

Ficou muito irreal aquela personalidade do Warrior Within, na minha opinião claro; Mas de resto, o jogo é muito bom sim, pena que não evoluiu.



Andres Andres (15/06/2010 09:18:03)   15 0
Se bem que o fracasso do Prince anterior, que é muito bonito, mas chatinho e repetitivo demais, pode ter sido o principal motivo de voltar à fórmula antiga sem mexer em muita coisa...



Andres Andres (15/06/2010 09:16:26)   15 0
Interessante... O cinema estraga os videogames... Quando finalmente o filme feito não é ruim, as desenvolvedoras dos games correm pra fazer um jogo "aos moldes do filme" pra tentar puxar os novos fãs, sem se preocupar tanto com os fãs antigos.
Foi assim com Silent Hill (que o 5 é uma cópia do filme, mal feita ainda por cima!) e aparentemente é assim com esse Prince...



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Saxi Saxi (15/06/2010 08:33:03)   327 1
Leonardo , warrior within não foi tão ruim assim, recebeu 9.5 na análise de revistas especializadas em games na época que o game foi lançado, em minha opinão foi o melhor jogo da trilogia, foi onde conseguiram colocar mais enredo ao jogo, onde conseguiram instalar um sistema de combate divertido e onde colocaram o rock como trilha sonóra, até mesmo para a trilha se identificar com aquela passagem do prince, de fuga, desespero e mortes violentas, ainda não joguei the forgotten sands, mas pelo que vi não gostei pelo simples fato de retroceder nos gráficos, enquanto GOW e uncharted estão evoluindo cada vez mais, fico no meu pensamento positivo para que um dia prince of persia se torne uma das franquias de ponta assim como era no PS2



Marcos Marcos (15/06/2010 08:21:12)   -22 0
Já zerei o jogo. É mais do mesmo? É! Mas eu não queria diferente. Gostei bastante e recomendo para quem gostou dos outros 3 jogos do PS2. Pode não ser primoroso mas satisfaz ao jogador, o que é o essencial em um jogo.



Leonardo Leonardo (15/06/2010 07:53:06)   -3 0
Impressão minha ou o pessoal da Ubisoft anda meio perdido?

Depois do Warrior Within, um jogo que gerou muita controvérsia por terem transformado o Prince em um Dante do Devil May Cry meio mal acabado, tentaram consertar o erro deles no The Two Thrones e reiniciaram a série com o jogo de 2008, que é um belo jogo mas sem desafio nenhum.

Concordo totalmente com o Borgo no sentido da viagem no tempo ter que ser usada em conjunto com a jogabilidade, Braid é um obra-prima que pra mim mudou todos os conceitos de jogabilidade.

Acho que os caras resolveram ficar no feijão com arroz mesmo, o que é uma pena, a Ubisoft quando quer impressiona.



Luiz Gustavo Luiz Gustavo (15/06/2010 07:04:15)   39 0
Devo jogar essa semana ainda.
3 ovos do Borgo?
Capaz de ser um jogaço então. hehehe



Danilo Danilo (15/06/2010 02:58:30)   -4 0
Confundiu o nome dos games, bixo

Tentarei jogar esse aí. Na minha opinião, o melhor da trilogia é o Warrior Withim



Ronaldo Ronaldo (15/06/2010 01:43:06)   2 0
A de DS também.



Rodrigo Rodrigo (15/06/2010 01:12:16)   0 0
Olha gosto é gosto e respeito o de cada um, mais muitos malharam o pau no ultimo prince of persia, mas ele inovou e eu achei um baita jogo, esperava uma continuação daquele em vez de voltar a mesmice.



Leandro Leandro (15/06/2010 01:02:30)   119 0
Borgo, Vc escreveu "The Sands of Time" ao invés de "The Forgotten Sands" nas duas ultimas vezes que vc citou o game.


Concordo que precisa inovar, tentar levar a franquia pr aum novo nivel, mas imagino como isso é complicado, acrescentar sem perder o que é bom no Prince of Persia.



sem avatar Lucas (15/06/2010 00:34:35)   -3 0
Jogo sem a metade dos desafios de Warrior Within, por exemplo, na minha opinião um retrocesso na série.




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