Jogos Vorazes | Produtora explica o processo de adaptação do livro ao cinema

Omelete entrevista Nina Jacobson

Christina Radish
26 de Março de 2012

jogos vorazes
Nina Jacobson
Nina Jacobson
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hunger games
hunger games

A produtora Nina Jacobson comprou os direitos do livro Jogos Vorazes em 2009, pouco tempo depois de sua publicação, em setembro de 2008. Agora, a trilogia de Suzanne Collins se tornou um fenômeno e já vendeu mais de 26 milhões de unidades apenas nos EUA e chegou aos cinemas com sucesso, batendo um recorde de pré-venda de ingressos, com 2.500 sessões esgotadas antecipadamente, e com excepcional bilheteria de abertura.

Em entrevista aos nossos parceiros do Collider, a produtora contou detalhadamente todo o processo de adaptação de The Hunger Games, os motivos para fazer mudanças entre a versão do livro e do filme, a abordagem da violência com personagens tão jovens, o que é necessário para que um filme se torne uma franquia e mais.

O que te levou a Jogos Vorazes e a querer adaptá-lo ao cinema?

Tem um rapaz jovem que trabalha comigo, chamado Brian Unkeless, que é muito esperto. Somos uma empresa muito pequena, formada por Brian, duas assistentes e eu, mas agora estamos começando a crescer. Ele tinha lido o livro e amado e disse que eu deveria ler. Então li e não conseguia largá-lo, não conseguia parar de pensar nisso. Eu realmente fiquei obcecada com a ideia de produzi-lo, e fiquei incomodada em pensar que outra pessoa além de mim poderia produzir. Sentia que tantas coisas podiam dar errado na adaptação, e eu tinha uma vontade muito forte de proteger o livro que ela tinha escrito. Na época, li o segundo livro, ainda um manuscrito, e vi onde ela estava indo com a série. Consegui ganhar a confiança da Suzanne [Collins] para adaptar os livros.

Como você se tornou fã do livro, você teve alguma influência sobre o design do filme?

Sim e não. Como produtora, foco muito no cineasta. Acho que o mais importante é escolher a equipe com cuidado. Era muito importante para mim escolher um diretor como Gary Ross, cujos instintos vêm do personagem, que é voltado para a história, que coloca os personagens em primeiro lugar. Visualmente, sinto que em cada filme, Gary adota um estilo diferente. Ele não tem um visual que é o "visual Gary Ross" e achei que isso era muito importante. Precisávamos de alguém que se basearia nos personagens e aí encontraria o visual para o filme. Além disso, contratar Phil Messina, o designer de produção, foi uma grande decisão. Ele é muito talentoso e suas ideias são sempre muito inteligentes e baseadas na história dos Estados Unidos e na arquitetura. Mas na evolução do filme, Gary e eu conversamos muito sobre o espectro tonal dos personagens para nos certificar que o visual e as escolhas de estilo seriam consistentes com isso.

Quais foram os parâmetros para decidir o espectro tonal?

Quando você lê um livro, você cria esse espectro tonal. Você define um tom para você mesmo, enquanto está lendo, em que tudo existe dentro do mundo da sua imaginação. No livro, é ótimo quando ela consegue apertar um botão e a comida aparece. Mas nós não fizemos isso no filme porque pareceria muito chique, muito parecido com Oz, e a Capital tinha que ser ameaçadora. Tinha que ser impressionante, mas ameaçadora. Outra pequena decisão foi quando, no livro, Haymitch [Woody Harrelson] vomita nos sapatos da Katniss [Jennifer Lawrence]. Se você faz isso num filme, a cena toda passa a se concentrar na pessoa vomitando. Há tanto trabalho de personagem nessa cena, e nós ainda queríamos que ele fosse um bêbado, mas que também tivesse algum perigo nele. Então você não faz a cena exatamente igual ao livro, mas a intenção da cena ainda está lá.

Pequenas decisões como essa são feitas todos os dias. Neste filme, nos concentramos no Cinna [Lenny Kravitz] e não tivemos tempo de nos concentrar no outro figurinista. Parte disso ficaria apenas na cabeça de Katniss. Adoro aqueles outros figurinistas nos livros, e espero que consigamos dar mais foco a esses personagens, no próximo filme. Mas neste, decidimos que precisávamos focar na experiência de Cinna e Katniss. Tínhamos que estar na posição dela. Ela foi obrigada a ir para a Capital, e isso não poderia ser divertido. Nos livros, você está mesmo dentro da cabeça dela. Ela está com medo e intimidada, mas também consegue se divertir com os estilistas. No filme, decidimos focar no relacionamento com Cinna e no medo e ansiedade dela. No próximo, se tivermos sorte, vamos mostrar os figurinistas, depois de termos montado a base neste filme.

Este é uma produção de grande orçamento, com uma continuação já prevista. Qual foi o maior desafio em trazer este material para as telas?

Acho que é uma questão de equilíbrio, já que o livro tem muitos fãs. No entanto, de certa maneira, isso foi fácil porque eu sou uma fã. Tudo que precisava fazer era prestar atenção nisso. Deb Zane, nossa diretora de elenco, foi muito fria desde o início, bloqueando a opinião das outras pessoas. No fim das contas, quando os fãs defendem muito um filme, eles apenas querem que você faça direito. Não querem que estrague tudo. A ideia deles de fazer direito pode ser diferente da sua, mas no fim das contas eles apenas não querem que você estrague uma coisa que eles amam. Então foi um grande desafio. Seguimos nossos instintos, tentamos honrar os livros e encontrar o caminho para tomar as melhores decisões criativamente, como faríamos em qualquer filme, sem nos distrair. Foi o melhor desafio que eu poderia pedir, mas foi um grande desafio.

Foi difícil decidir como abordar a violência da história e quão gráficas essas cenas seriam no filme?

Sim, essa obviamente foi uma decisão enorme. Desde a primeira vez que conversei com Suzanne sobre adaptar os livros, nós já sabíamos algumas coisas. Sabíamos que queríamos que a censura fosse baixa, porque ela escreveu os livros para um público de 12 anos para cima, e nós queríamos que eles assistissem ao filme. É um filme feito para ser relevante para pessoas jovens, e não queríamos excluí-los de maneira alguma. Por outro lado, também não queríamos diluir muito ou suavizar o material. Os livros são muito intensos e o filme deveria ser também.

Nós duas achávamos que não deveríamos aumentar a idade dos personagens competidores, independente da idade dos atores que pegassem o papel. Seria decepcionar as pessoas se você decidisse, "Bem, ao invés de 12 a 18 anos, vamos fazer como 18 a 25, ou 16 a 21?". Se você não se mantém fiel ao horror do fato de que eles têm de 12 a 18 anos, não está fazendo justiça ao livro. Então sabíamos que não queríamos diminuir a intensidade do assunto, mas tínhamos que fazer isso de alguma maneira que não explorasse ou culpasse a Capital pelos seus crimes, de maneira alguma. Se a violência fosse estilizada e bonita e descolada, como em 300 ou Matrix, estaria fora de sintonia com o fato de que eles são adolescentes. Então resolvemos que a violência tinha que parecer real e urgente, tinha que parecer que você estava vendo pelos olhos de Katniss, mas não podia parecer sensacionalista ou divertido, porque o livro tem uma enorme gravidade.

Você pensou muito na continuação, ao fazer esse filme?

Bem, eu sou muito supersticiosa. Sou do tipo de família que não pinta o quarto do bebê até ele nascer. Tentei me concentrar realmente neste filme, sabendo que, sim, são livros incríveis e eu me sentiria uma fracassada se não adaptasse todos eles. Adoro os livros. E certamente, os fãs estão aí e já cresceram muito desde o começo. Quando eu levei o projeto para a Lionsgate, tinham sido vendidas 150 mil cópias, um bom resultado para um livro na categoria infanto-juvenil. Eles ficaram muito empolgados em fazer o filme, desde o começo. Com 150 mil cópias, já estavam tão animados quanto quando começamos a filmar, cerca de 8 milhões de cópias depois. Agora, já vendeu três vezes isso.

Foi uma coisa louca que foi crescendo enquanto fazíamos o filme. Mas enquanto fazíamos, tentamos apenas não ser ambiciosos demais e sim fazer um filme que merecesse uma continuação. No fim das contas, é a plateia que decide qual filme vira uma franquia, só a plateia decide o que será um sucesso. Sempre tive em mente que não deveria me antecipar. Ninguém torce por alguém que presume que será bem-sucedido. Você precisa merecer o sucesso e ele será merecido fazendo um filme que as pessoas vão gostar e vão querer ver mais daquilo. Realmente não tem outro jeito, está na mão do público. Fui uma executiva em Hollywood antes de ser uma produtora e vi a mania por franquias crescer, durante a minha carreira. E a única coisa que Hollywood sempre esquece é que só será uma franquia se as pessoas quiserem ver mais daquilo. Na verdade não está na nossa mão. Então, foquei nesse filme com meu diretor, com o estúdio, com o elenco e com a equipe. Nos concentramos em fazer o melhor filme que podíamos fazer, para conquistar o direito de fazer mais.

Como foi o envolvimento de Suzanne Collins durante o processo?

Suzanne ficou muito envolvida no desenvolvimento do roteiro. Ela escreveu a primeira versão e esteve muito envolvida com Billy Ray, quando ele escreveu a versão dele. E depois, ela se deu tão bem com Gary, quando ele estava escrevendo a versão dele, que eles depois se juntaram para escrever uma nova versão juntos. Tivemos conversas muito importantes sobre o roteiro desde o começo até o início das filmagens. Ela veio nos visitar durante a pré-produção e viu alguns dos designs e para onde estávamos indo, falamos muito sobre a escolha do elenco. Queríamos que ela estivesse confortável e confiante com as nossas escolhas, especialmente do elenco. Na filmagem, ela só nos visitou uma vez, não se envolveu no processo de filmagem. Ela já assistiu ao filme duas vezes, durante o processo de pós-produção. Viu o primeiro corte e o filme terminado.

Foi escolha dela não estar no set de filmagem?

Sim.

Você acha que com o sucesso de Harry Potter e Crepúsculo, se tornou mais fácil trazer histórias infanto-juvenis para o cinema?

Essa é uma boa pergunta. Acho que esses livros genuinamente conseguiram ir além. Eles são realmente envolventes e encontraram um público que migrou junto com eles. Os livros e o público dos livros viabilizaram essas oportunidades, assim como o fato das pessoas perceberem que têm uma experiência que as une, apesar desses livros não terem sido escritos para um público tão amplo, mas que têm o apelo para se expandir para todas as idades, não apenas para a faixa etária para a qual foram originalmente escritos.

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Comentários (22)

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Andrey Andrey (03/04/2012 19:13:29)   15 0
Caros, segue minha humilde impressão e opinião sobre o filme:
1. O Filme não é ruim pois faz um críica interessante aos reality shows pelo mundo, que possuem o papel de alinar as pessoas, oferendo-lhes entretenimento quase que artificial. Ora o romance forçado dos protagonistas foi um caso.

2. É muito interessante o vídeo apresentado nos distritos que mostra o apogeu à guerra e violência, é como se presenciássemos p tirano Hitler reunindo seus soldados nazistas para a guerra, como única forma de vencer e se sobrepor entre os demais.

3.O momento em que se fala que a esperNÇA PODE VENCER O MEDO foi muito bem empregada no contexto do filme.

4. Existem algumas falhas que são difíceis de aceitar, mas no geral o filme é razoável, sendo bem melhor que o primeiro episódio de Crepusculo, que li, fizeram muitas comparações (pelo mor de DEUS).

5. A protagonista me surpreendeu (jennifer Lawrence) pois ela tve uma atuação muito discreta em X-men First Class.



Cláudio Cláudio (28/03/2012 11:15:13)   -44 -1
Eu nunca tinha lido os livros, quando fui ver estranhei um bando de americanos vestidos como personagens de mangá, mas tentei me ater a história. E é muito boa mesmo.

Agora... deviam ter feito a pergunta sobre "pensar na continuação" pra quem adaptou o filme do Percy Jackson. Aquela escolha de atores já mais velhos, e outra nada parecida com a descrita no livro foi um tiro no pé.



sem avatar John (27/03/2012 13:53:48)   0 -1
Sinceramente é um dos filmes mais idiotas que eu ja vi.

1º Se os 24 competidores cruzassem os braços, e decidissem nao matar uns aos outros, com o jogo funcionaria?

2º Por que "Hunger Games", se é todo mundo loiro, bonito e rosado e com cara de bem alimentado?

3º Como fazer um grupo de sobrevivencia, quando uma pessoa pode matar a outra a qualquer momento? o mais legal de tudo é que eles dormiram bem juntos.

4º Crianças escolhidas aleatoriamente para se matar?

5º Criar animais virtuais que se tornam reais e matam?

Eu sei q muita coisa hj em dia no cinema não faz muito sentido, mas essse é ridiculo, fora as cenas de lutas mal gravadas, com a camera balançando sem parar, algo muito irritante.


Green Green (27/03/2012 14:59:18)   148 0
Vou explicar.. geralmente quem não leu o livro fica meio perdido, já que no filme explica rapido as coisas, forçando a vc entender com pressa..

1º Se todos eles cruzassem os braços simplesmente todos iriam morrer, pois assim os idealizadores dos jogos iriam matar eles, lembrando que JV e um jogo pra intimidar a população. os proprios idealizadores iriam escolher um ganhador e iriam matar todos os outros..( Katniis e Peete só ficam vivos pq o Seneca Crane foi burro e teve um momento de saniedade[descrito assim no livro] Levando em conseguencia sua morte.)Snow no Filme diz pra Seneca mata-los, mais ele se recusa e morre.

2º São 12 distritos pobres, Jogos da Fome pq quando se tem um ganhador o mesmo ganha varios premios e seu distrito também, além de poder escrever o seu nome mais de uma vez nos Jogos assim vc ganha uma contidade de ração, no OmeteleTV eles falam sobre isso :http://omelete.uol.com.br/videos/omeletv-166-jogos-vorazes-walking-dead-smash-e-mais/

3º Eles formam "Alianças" Pq assim vc se torna uma ameaça mais forte aos outros que estão sozinhos, tendo mais chances de chegar a final, em todo momento eles sabem que no final eles iram que matar uns aos outros, mais teriam mais chances de chegar aos 8 finalistas (no livro isso e melhor apresentado. eles tem conciencia que terão que se matar, mais a uma chance maior de chegar a final com um grupo do que sozinho)

4º Pois é, a mais ou menos uns 70 anos atras o Governo Criou os Jogos Vorazes com um metodo de aterrorizar a população. Quando o distrito 13 se rebelou e foi brutalmente destruido pela Capital. Então eles criam os JVs aonde era sorteado um casal entre 12 a 18 anos para lutarem até a morte em uma arena, mostrando que nem mesmo as crianças de uma toda população estava segura, e que quem mandava e fazia o que queria com o povo era a Capital.

5º Não são animais virtuais.. No caso eram lobos(sim lobos, achei que ficou nada ver no filme) geneticamente alterados pelo governo com ordem de matar qualquer coisa a sua frente, Juntamente com as "abelhas" que são também geneticamente alterada pra matar.. Tem varios outros animais assim, mais não são mostrados no Primeiro Filme/Livro..

Pois bem, o Filme explica isso tudo... mais não detalhadamente.. O Filme Faz sentido sim u.u a unica parte que talvez não faça sentido pra quem não leu o livro seja o sinal que eles fazem colocando 3 dedos na boca e se dirigindo ao ar, que quer dizer "Adeus" quando uma pessoa morre u.u

Achei até interessante esse tipo de camera, não deixando muito explicito a violencia, mais lembrando que esse é um filme direcionado pro publico Juvenil, uma classificação muito alta só ia desfavorecer o Filme, é Hollywood quer fatura dinheiro né, então quando mais publico melhor.

Rodrigo Rodrigo (27/03/2012 21:43:39)   24 -1
John, o livro e o filme são uma critica à sociedade. Se você não entendeu o contexto do filme, sugiro que leia o livro. A diferença, é que no filme tudo é muito resmuido, já no livro, as coisas são bem mais explicadas.


R@finha VERDÃO Rises R@finha VERDÃO Rises (27/03/2012 07:21:43)   705 0
Realmente ótimo filme.

Alguem ai poderia emprestar os livros ou pelo menos algum site para ler on line?




Tarsys Tarsys (27/03/2012 12:21:19)   95 0
Te aconselho a comprar os livros, pois tem promoções ótimas no Submarino, Saraiva, mas vc pode baixar pela net também.

http://www.baixebr.org/livros/jogos-vorazes-trilogia-livro/

http://livrosgeneros.blogspot.com.br/2011/11/trilogia-jogos-vorazes-suzanne-collins.html

http://www.4shared.com/document/qn5UNw2E/Jogos_Vorazes_-_Suzanne_Collin.html

http://www.4shared.com/document/vxfEdpYL/Em_Chamas_-_Suzanne_Collins.html

http://www.4shared.com/document/_oTQ6sOJ/TRADUO_-_Jogos_de_Raiva_3_-_SC.html?cau2=403tNull

R@finha VERDÃO Rises R@finha VERDÃO Rises (27/03/2012 12:42:19)   705 0
Valeu pelas dicas!


Rafael Rafael (27/03/2012 00:21:22)   16 1
Meu Deus, o que teria acontecido com Percy Jackson se uma pessoa assim o tivesse produzido? Quanta coisa sensata disse essa mulher... Tanto que está aí, um grande filme, com ótimas críticas, e uma bilheteria de causar inveja em qualquer outro produtor. Isso, como disse ela mesma, num grupo de poucas pessoas. Que ela produza outras séries literárias, e nunca perca esse bom senso.


Welkerlan Welkerlan (27/03/2012 09:47:02)   85 0
Verdade Rafael, Percy Jackson é sensacional, merecia uma adaptação decente, aquele primeiro filme foi um insulto aos fãs.

Green Green (27/03/2012 10:23:13)   148 1
Só tenho a concorda...
Fizeram uma lasqueira com PJ, nem to mais animada em ver "O mar de monstros", não depois que fizeram com o primeiro Livro..

Acho que Chris Columbus, deveria aprender com essa mulher, porque além dele estragar toda uma saga do PJ(Pq Por Zeus! Aonde que Percy tem 16 anos? e entre varios erros esse e o menor do filme, O Pior foi escolher Craig Titley pra fazer a adaptação, aonde ele estragou a coisa toda) Estragou Também os 2 primeiros filmes de HP.... Chris deveria pensar um pouco mais nos fãs, porque desse jeito "O Mar de Monstros" não vai lucrar muito.. Enfim..

"Que ela produza outras séries literárias, e nunca perca esse bom senso." +2



Mario Mario (26/03/2012 23:20:49)   14 0
Gostei muito da entrevista. Essa produtora sabe do que fala.

"Acho que o mais importante é escolher a equipe com cuidado."



Dylan Dog - Dylan Dog - (26/03/2012 23:14:05)   1358 -1
Po ,4 vezes?O filme é tão bom assim?


sem avatar Marco A (27/03/2012 00:57:17)   708 0
Não, é um bom filme, nota 7 na minha opinião, mas 4 vezes é exagero, uma vez tá bom demais.


Romualdo Romualdo (26/03/2012 22:37:40)   1617 0
Muito bom... os produtores deveriam pensar mais dessa maneira, por isso vi o filme 4 vezes já e verei só mais uma vez... se não vou pedir falência hahaha.


Mario Mario (26/03/2012 23:33:44)   14 0
Bah. Amanhã eu vou assistir pela segunda vez e ja tava me sentindo um super fã. Tu me ganhou facil.


João Vitor João Vitor (26/03/2012 22:07:18)   435 1
Críticas positivas para Espelho, Espelho Meu?

http://www.rottentomatoes.com/m/mirror_mirror_2012/



João Vitor João Vitor (26/03/2012 22:04:13)   435 1
Hoje de manhã terminei o primeiro livro da trilogia, e tenho que dizer que é fantástico.

Ainda não assisti o filme, mas eu espero que não tenham suavizado tanto a violência do livro, mas depois dessa entrevista eu fiquei mais aliviado em relação a isso que era a única coisa de que eu desconfiava nesse filme.


sem avatar Anderson (27/03/2012 00:19:14)   5 0
Coitado, não o que te espera.


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Gustavo Gustavo (26/03/2012 21:50:51)   27 3
Jogos Vorazes é maravilhoso! Merece todo esse sucesso, porque é um filme ótimo baseado em um livro excelente. Que "Em Chamas" tenha um orçamento maior para ter um filme ainda melhor dessa saga, compensando as pequenas falhas por falta de orçamento de Jogos Vorazes.




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