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São Paulo, SP
Poison on the rocks
Luciana (17/06/2010 12:28:19)
Vai ver sou ela, Guilherme! Vamos manter o mixxxtério... ;-)
Poison on the rocks
Luciana (27/05/2010 13:12:32)
Oi, Paulo, que bom que você gostou. Olha, eu peguei um pouco de implicância do Jack White depois que vi A Todo Volume, e concordo contigo: acho as bandas dele bastante parecidas entre si.
Não ouvi o último do Wolfmother e nem vou te prometer que vou ouvir, porque não tô conseguido acompanhar os lançamentos. É tanta coisa...
Hector, também gostei do nível. Pessoas bem-educadas! \o/
Beij(o)
Poison on the rocks
Luciana (23/05/2010 21:56:56)
Tiago, enquanto fica no Twitter tá bom, né? Inclusive é algo que já fizeram. MUITO.
Beij(o)
Poison on the rocks
Luciana (23/05/2010 19:34:50)
Hector, acho que você me ajudou a detectar uma coisa. Sabe o que acontece comigo? Não é que eu goste de coisas velhas que sempre ouvi, mas tem tantas coisas antigas que não conheço ou que não conheço o quanto gostaria e tão, mas tão melhores que as lançadas hoje, que acabo recorrendo a elas. Noves fora, o que quero dizer é que muita coisa “nova” que ouço, é velha na linha do tempo e pode ser muito velha pra quem já ouve há séculos, mas pra mim continua sendo nova. Um exemplo clássico? Elvis. Parei para ouvir Elvis com mais afinco estes últimos anos. Fato é que não dá para ouvir tudo, muito menos gastar tempo ouvindo coisas novas e não necessariamente de qualidade, né? Então, bora buscar o consagrado, o certo, preencher as lacunas...
Mesmo nos casos que você citou, que pra mim são exceções dentro do universo funk/rap, ainda prefiro isso a família Restart. Não acho que esteja tão domesticado, não... Eu não subo o morro pra ver pancadão. O que não quer dizer que eu não gostaria.
André, não, não tem que estar na ativa, eu não disse isso. Aliás, sou mil vezes o Offspring, mesmo que só por um disco, do que 50 do Green Day.
Felipe Luiz, não houve gafe alguma.
Milla! Ex-preguiçosa! ;-P É, de fato, foi ousado – e provocativo – afirmar que a banda foi oportunista. Mas tem coisas que só a Poison faz por você
Beij(o)
Poison on the rocks
Luciana (20/05/2010 21:02:52)
André, você foi muito bem compreendido, só não concordei contigo. Acontece.
A resposta ao Virgilio serve pra você também, no que se refere à seção de música. Se bem que até agora você não disse exatamente qual é o problema dela...
Leonardo, longe de mim ditar regra, longe de mim. As conclusões são de quem lê a coluna e, agora, também os comentários.
Virgilio, não sei se há equipe pra tanto. O que não quer dizer que não haja respeito e/ou vontade de falar de mais coisas.
Beij(o)!
Poison on the rocks
Luciana (20/05/2010 13:37:37)
Bora lá tentar responder todo mundo.
Marcelo “Abominita”, gosto mais dos projetos paralelos do Patton. Na coluna passada passada comentei sobre o show do FNM, que não me agradou muito.
Dimitri, na época do “Dookie” eles fizeram um sucesso estrondoso. Eles e o Offspring. Fazendo um paralelo, cadê o Offspring? Daí concordo contigo, rolou e rola uma teimosia dos fãs e uma “adaptação” do Green Day a sons cada vez mais acessíveis, se é que isso é possível. Não fosse isso, tinham ido pro limbo, encontrar o Dexter Holland.
Fulvio, concordo contigo que a música é o de menos ali no clipe da M.I.A., mas arte é arte, não importa se simples, agregando outras vertentes ou restrita a uma só. O vídeo vai além da música, no caso da M.I.A. Penso que a mensagem era mais importante. E, para esse fim, funcionou.
André Montenegro, muita calma. ;-)
Marcelo, \o/
Daniel Eric, nem tentei me aprofundar sobre o punk. Escreveria um livro... Coloquei apenas o que veio a calhar. Não ouvi o último Bad Religion. Em São Paulo tem um sem-fim de coisas abomináveis também. Ninguém está livre!
Hector, realmente tá bravo. Só nos resta ouvir os antigões, os mega-alternativos ou o querido senhor que estampa seu avatar. :)
Anderson, a família Restart, pelo que entendi, não chega a se achar punk, mas é lamentável, de qualquer forma.
Francisco, seria. É daí que surge um pensamento inédito, algo diferente. Não precisa discordar SEMPRE, mas de vez em quanto, ufa, é saudável. Quanto a rotular, não comecem que eu não critico.
Rodrigo, falou e disse. Livre-arbítrio e discernimento. É a falta disso que me preocupa, em essência. Aceitar tudo e não questionar nada.
Claudio, desculpa! :)
Luiz Gustavo, acho que li “Barulho”. Tínhamos bons críticos também, né? Até isso se perdeu ou é impressão minha? O Chili Peppers... Eu gostava do funk dos primeiros álbuns, mas vá lá, não é das piores, de fato.
Fernando, permitidíssimo, sempre. Claro que em todo movimento existem os extremos. Pearl Jam e Alice In Chains, Green Day e Bad Religion. Agora, dizer que essas bandas europeias fizeram algum sucesso não rola, né? Mas adorei seu comentário. Sempre aprendo com leitores.
Mateus, há esperança! Tem uma galera do bem gerando bebês. Aguardemos. :)
André Leão, sei, sei.
Leo Zulluh, boa. É só a estética que muda nos clipes das artistas que você citou. E aí fica mais aceitável, né? É só brincadeirinha...
Martin, bom o show?
Leonardo, dependendo do ponto de vista, qualquer discussão é perda de tempo. Mas se a gente não questionar a dita “verdade”, não saímos do lugar. Eu ainda acho que qualquer discussão, mesmo que não chegue a um consenso, serve pra iluminar a cabeça da gente, ver sob outras perspectivas que não a nossa usual. Quanto ao Green Day, já falei o que penso. Quanto ao DK e aos Sex Pistols terem só um disco relevante, primeiro: não é verdade. Segundo: pra você ver o que um punk real pode causar.
Ryan, e eu sigo insistindo em ir a shows... Vai entender.
Fábio, não chega a ser revolta, mas um incômodo com nomenclatura errada. Green Day é pop, quando muito, e se adaptou às necessidades do mercado. Uma banda punk não faz isso. Quanto ao Joey Ramone, pra quem lê a coluna há tempos, não é novidade que ele é meu “anjo da guarda” musical. De fato, Ramones, mesmo punk, é de um segmento que não faz grandes contestações, detendo-se apenas à simplicidade do som.
O Felipe, é por aí...
Carla, fiquei vermelha. Obrigada mesmo. Dá combustível, sabe? Da Lady Gaga não tenho nada, mas há coisas aqui nas minhas mp3s que não divulgo pra ninguém! ;-) Escorregar pode, né?
Ricardo, bah! Será? Meu Deus, Lady Gaga é punk!? O_o. Vou pensar a respeito.
Felipe Luiz, boa! Mais limpinho... Toda geração tem o punk que merece. Hm.
Helio, Ramones é ótimo como canção de ninar! :)
David Macedo, e eu sou a velhinha-mor. Com orgulho!
João Candido, falou e disse. Saudades do Cólera.
Virgilio, faço das suas as minhas palavras: “O punk estava intimamente ligado com a ideia que num mundo injusto e com tudo fora do lugar, o indivíduo tem a opção de questionar e tentar mudar algo, e se não mudasse - pelo menos deixar claro em alto e bom som que não concordava com aquelas ideias. Por mais utópico que isso possa parecer”.
É isso, é não se deixar levar, é gritar, mesmo que ninguém ouça. É manter aceso o questionamento, é refletir sobre o que nos cerca. Quanto ao funk carioca e ao rap, é bem por aí, assim como falei sobre a M.I.A. São pessoas ou gêneros que mais questionam as coisas, na atualidade. E quem entende a essência da coisa, sabe que não precisa de indumentária pra ser punk, tampouco de um gênero de música específico.
Bruno, meu Deus! Você faz seus filhos escutarem ELP! E eles gostam! O mundo tá perdido! ;-P O.k., tendo a troca tá valendo. E legal é diferente de relevante, né? E ele disse mesmo que Green Day é punk das antigas? Sensacional. O que será o punk atual? rs. Obrigada pelo apoio, Bruno!
André Palma, na seção de música do Omelete, nas notas desta semana apenas, você vai encontrar Los Hermanos, Dio, How To Destroy Angels, The Killers... Só não tem Madonna porque Madonna não gerou notícia. O Omelete fala de tudo o que interessa aos jovens. Ou não? Pode desenvolver sua crítica, André, seja mais específico. O que falta na área de música?
No que se refere à coluna propriamente dita, majoritariamente falo de música, mas se você der uma busca nas anteriores e até mesmo nesta, vai encontrar pequenas análises de comportamento, sociedade... Não dá pra pedir pra gostar da Poison, fato, mas não dá pra dizer que a coluna se detém apenas à música.
DK é hardcore... Bom, você leu as outras opiniões, certo? Digamos que você está com um ponto de vista meio míope. Quanto ao site falar de pseudo-rock e emo apenas, você está querendo dizer o quê, especificamente? Que não nos aprofundamos em nada? Get a life, André, sério.
Diego, keep walking, Johnnie. Don´t give up the fight.
Miller, fechou. E me ajudou a responder quem ainda não entendeu a base do que é ser punk.
Obrigada a todos, de verdade.
Beij(o) grande e qualquer coisa eu volto!
Lu
Poison on the rocks
Luciana (19/05/2010 17:52:28)
Vou voltar com mais tempo, mas não resisti a responder prontamente ao Virgilio: pra mim, rap e funk carioca são o que há de punk hoje em dia. Fica frio que compartilho da tua opinião.
Volto em breve.
Beij(o)
Poison on the rocks
Luciana (18/05/2010 13:39:34)
O.k., eu não sei o que fazer com esse esquema novo de comentários, mas estou lendo tudo e mais tarde volto com uma geralzona, tá? Tô adorando os insights, de verdade, e obrigada aos elogios.
Beij(o)!
Morre Ronnie James Dio
Luciana (16/05/2010 22:54:22)
Acho que vou escrever minha primeira Poison on the Rocks personalizada.
;-P
Poison on the rocks
Luciana (14/04/2010 00:20:01)
Oi, Virgilio. Como você viu, não tenho o maior dos apreços por Carnaval. Gosto de um sambinha ou outro, mas... Una a isso a idade avançada, e você tem uma senhorinha ranzinza que mal pode pensar em sair em bloco de rua. ;-)
De qualquer forma, admiro e respeito quem curte, mas tem que ser do bão!
Beij(o)
Rodrigo e Cássia, brigada e beij(o)!
Marcos, tem partes da sua mensagem que não consegui entender... Especialmente sua admiração por quem ganha e, na sua visão, não fala nada. Ficou meio... Vazio, digamos.









