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Rachel Campelo

Rachel Campelo

Beverly Hills 90210, DF

Comentários

Um Dia | Crítica
Rachel (30/04/2012 09:31:53)

Acho que está na hora de contratarem uma MULHER para fazer críticas no Omelete por que olha... Tá difícil.

1 ovo para este filme e 500 ovos para a patuscada chamada Velozes e Furiosos?

Sério mesmo?

Um dia pecou, reconheço. A delicadeza e intensidade da relação entre Emma e Dex descrita no livro, não é, nem de longe a relação pseudo-amistosa que vemos na película, porém, temos que dar alguns descontos:

1 - JAMAIS (ou mui raramente) um filme será tão profundo e completo quanto uma obra literária;

2 - Anne Hathaway é uma atriz assustadoramente versátil. Consegue ser a princesa boboca da sessão da tarde, e consegue ser a mulher madura que lida bem com a enteada, e não precisamos ir longe para ver seus desdobramentos, neste mesmíssimo filme ela conseguiu ser a garçonete mal humorada e a esposa segura. O fez muito bem.

3 - Jim Sturgess - embora lindo - deixou seu Dex um pouco a desejar. Culpa da equipe de maquiadores que manteve o rapaz durante o filme todo com carinha de 16 anos.

Enfim, o filme podia ser melhor, podia haver mais ligação entre uma data e outra (fato que ocorre no livro) para que a relação deles ganhasse força que realmente possuía, mas 1 OVO é FALTA DE RESPEITO com a obra e com o senso dos espectadores.

PFVR!

Imortais | Crítica
Rachel (30/04/2012 09:01:59)

Por que meus comentários estão "sumindo"?

Há algo de errado em discordar da crítica?

Não estou me comportando bem? Ou é o caso de dar uns puxões de orelha no carinha da TI?

Aff viu!

Imortais | Crítica
Rachel (02/01/2012 11:38:38)

Borgo, Borgo...

Parcial e previsível, como sempre.

Chega a ser risível a sua capacidade de se rotular.

Mim, borgo, gosta filme aventura. Mim, borgo, não gosta filme romance.

Aff.

Este filme é simplesmente aquém da verdadeira história.

E VC É SIMPLESMENTE UM AMANTE DE HISTÓRIAS COREOGRAFADAS.

1 ovo e olhe lá!

Lanterna Verde | Crítica
Rachel (29/08/2011 15:43:11)

Bem, então venho eu ousar em discordar de todos... Eu AMEI o filme. Ryan Reynolds é carismatissíssimo, ao contrário do que disse o Borgo. A personalidade dele foi muito bem trabalhada, faz o estilo mulherengo, Bon-Vivand, irresponsável, porém talentoso, o que explica seu atrevimento na manobra de voo e logo seu temor em ejetar.
O público - pelo menos da minha sessão - recebeu muito bem as piadas dele no filme.
Mas quero ENFATIZAR o romance do filme... AHHH COMO EU AMEI! Carol Ferris é bem mais do que uma mera Mary Jane, que fica ali pelos cantos sendo sonsa. Ela EXISTE no filme, e a química entre ambos é ABSOLUTA.
Até comento a luta final: Eletrizante... O gancho que alguns apressadinhos perderam, é a deixa perfeita para o próximo!

Amei, amei, ameiiii o filme!

Lanterna Verde | Crítica
Valter (16/11/2011 13:01:13)

aff bom pra vc rrss

Lanterna Verde | Crítica
Alex (29/08/2011 13:32:45)

Estou morando atualmente em Manaus, e esperei quase dois meses pra assistir esse filme e quando estreia só tem sessão dublada (de tudo C. America, Planeta dos macacos, etc..)que me***!!! Vou ter que baixar mesmo!!

Agora uma pergunta a todos, esse problema de ter só sessões dubladas, ocorre em todo o Brasil, ou é só aqui que as pessoas tem preguiça de ler?

Lanterna Verde | Crítica
Victor Tintim (29/08/2011 14:18:41)

Não, Alex, acredito que isso seja em todo o país msm, infelizmente. Aqui em São Paulo por exemplo nos cinemas perto da minha casa não tinha sessões legendadas tbm, eram apenas 3D legendado (não gosto do 3D), e em com horários impossiveis (tipo 12:00 e 10:30), dai para eu assistir em só 2D legendado tive que praticamente "atravessar" a cidade. Ja no caso de vc ter que baixar o filme, digo uma coisa: baixe o filme, não valeu a pena pagar o cinema para ver o longo.

Lanterna Verde | Crítica
Rachel (29/08/2011 15:00:24)

Alex, aqui em Brasília este problema não ocorre, há várias sessões dubladas e legendadas em vários horários e formatos (2D, 3D e Extremme 3D), porém, EMBORA EU TENHA A-M-A-D-O o filme, ouvi de todos os rapazes da galera que O FILME É DECEPCIONANTE... Então acho que vc deve baixar mesmo... Pq se legendado não agradou os homens, DUBLADO deve ser o fim da picada.

Lanterna Verde | Crítica
Duke (29/08/2011 22:39:53)

@Alex

Engraçado, eu também fiz esta pergunta há algum tempo atrás. Este "fenômeno ocorre em diversas cidades, provavelmente em todo o Brasil.

Para ser dublador, é preciso ter formação em ator, e os grandes estúdios tem preferido ultimamente atores renomados para dublar as personagens. Até os filmes dublados no Brasil já utilizam vozes conhecidas do grande público.

Eu acredito que tenha ocorrido um acordo entre as empresas de cinema e o sindicato dos artistas para que cerca de metade das cópias das salas de cinema sejam dubladas.

Hail to the King, baby!

Denunciar

Os Smurfs | Crítica
Rachel (22/08/2011 15:38:13)

A ideia de "novayorkar" o filme é batidíssima, porém a história é fofa, e da vontade de levar um smurff pra casa.

Relaxa Forlani, é só um filme de domingo...

Velozes e Furiosos 5 - Operação Rio | Crítica
Rachel (18/05/2011 12:18:45)

3 ovos??? Assisti o filme ontem e eis as minhas observações:

1 - Policial pode usar cavanhaque?
2 - Roubaram os 4 Dodge Charger Police da polícia civil do Rio (Epa, e eles tem esses carros aqui?) E ninguém percebeu a falta, tanto que eles pararam no sémaforo minutos depois do FACÍLIMO roubo para CONVERSAR;
3 - EXCELENTE a sequência em que o The Rock assusta o Comando Vermelho com sua pistola e seus 4 ou 5 soldados. (Ele chega no pé do morro, mostra a pistola e os traficantes recuam COM MEDO);
4 - A fidelidade dos modelos de carro e das placas dos mesmos é INCRÍVEL; (Placas com letras e dígitos misturados e modelos de carros porto riquenhos NUNCA vistos no Brasil, haja vista a idade de cada um deles - uns 30 anos).
5 - "DIS IS BRAZIU" = Terra sem lei, terra sem dono, casa da mãe Joana;
6 - O Bandido Dom, ajudando o policial Hobbs, CONTRA OS VILÕES TRAFICANTES BRASILEIROS perto do fim foi de LASCAR!
7 - Sem mencionar a total falta de linearidade com a realidade na aquisição dos equipamentos de ponta e no TEMPO de planejamento da operação.
8 - E CLARO O ESPETÁCULO FINAL: UM COFRE DE DEZ TONELADAS SENDO ARRASTADO PELAS RUAS, SEGURO POR UM CABO DE AÇO, NÃO CABO DE GUERRA, NÃO CABO DO IMPOSSÍVEL!!!, POR DOIS DODGE CHARGER SRT8. Essa foi a cena mais ESTÚPIDA da história dos filmes de ação.


o filme me deixou CONSTRANGIDA, fiquei com vergonha de ter pedido tanto pro meu irmão me levar pra assistir.

Pelo menos na sala que eu tava aqui em Brasília, o consenso foi geral: FILME TRASH SOBRE O BRASIL, DE NOVO!

Esse filme não merece ovo algum... Os ovos do Vin Diesel e do The Rock já estão ocupando demais o espaço.

Velozes e Furiosos 5 - Operação Rio | Crítica
Rodrigo (06/07/2011 21:13:28)

Rachel, se tu fores assistir filme de ação com olhar crítico, tu vais perder teu dinheiro e tua paciência. Se esperavas que eles fossem retratar o Brasil como ele é, tu és muito ingênua.

Velozes e Furiosos 5 - Operação Rio | Crítica
filipe (22/07/2011 16:03:05)

ah mas o filme é bem instrutivo, afinal se não fosse por ele eu nunca que ia saber que havia um deserto no Rio de Janeiro.

Velozes e Furiosos 5 - Operação Rio | Crítica
Rachel (22/08/2011 14:59:21)

Rodrigo, não sou ingênua, mas gosto de filmes que tenham o MÍNIMO compromisso com a inteligência humana. Obrigada por ter lido meu enorme desabafo, by the way! rs.

Pânico 4 | Crítica
Rachel (19/05/2011 23:40:57)

Épica a briga da Poopy Moore segurando um penico, versus o Dewey (mental) com sua pistola! CLARO, O PENICO LEVOU A MELHOR!

hahahahaha, ahh sentá lá Ehren Kruger!

Thor | Crítica
Rachel (17/05/2011 13:30:52)

É, enquanto estávamos em Asgard tudo estava bem, mas quando nos deparamos com a trupe abobalhada de New México.. Hummm, não tem Natalie Portman que salve...

Da forma como se consolidou, o romance do filme foi altamente desnecessário. A solução seria explorar melhor a relação de Thor com a mortal, para além de uma fogueira né?!

Eu Sou o Número Quatro | Crítica
Rachel (17/05/2011 13:20:56)

Eu gostei. O filme me surpreendeu justamente por que eu sabia que estava entrando no campo dos "tenn-movies" que geralmente exploram os temas recorrentes já citados. Feito isto, eu não esperava uma história com roteiro tão elaborado, efeitos especiais de tamanha qualidade ou um fator CONVINCENTE no quesito romance: "No meu planeta só nos apaixonamos uma vez". Essa deixa foi fundamental para trazer consistência ao amor de John por Sarah.

É isso, fui sem expectativas para o cinema e saí de lá positivamente surpresa.

3 ovos sim!

Última Parada - 174
Rachel (07/04/2011 01:55:13)

Esse filme é um insulto à ordem. O tempo todo o bandido (não me refiro ao ator, mas a quem ele interpretou) deu mostras de que o futuro era aquilo mesmo. O filme tenta nos comover e nos fazer entender que um bandido, viciado, é a vítima. Alguém que tinha apoio e oportunidades, mas que, por ter seu desejo juvenil contrariado pela "tia Vera, Vilma", sei lá, PROMOVEU MOMENTOS DE HORROR que fatalmente levaram à morte de uma PROFESSORA INOCENTE, sujando inclusive, a imagem da polícia.

Eu queria muito que o Barreto assistisse esse filme ao lado da família da professora morta.
Tentar fazê-los entender a "trágica casualidade" que levou o pobre e infeliz ASSALTANTE a torturar sua ente.

UM LIXO! Não merece ovo algum.

Enrolados | Crítica
Rachel (07/04/2011 01:43:55)

Só uma pergunta: FOI SÓ AQUI EM BRASÍLIA QUE FOI EXIBIDA A VERSÃO NA QUAL O LUCIANO HULCK CAGA O FILME COM SUA PÉSSIMA, ABOMINÁVEL, DESPREZÍVEL E ARROGANTE DUBLAGEM?

Fora essa CAGADA (desculpem a grosseria, mas foi difícil ver o filme e ouvir o Luciano lendo o roteiro ao mesmo tempo)o filme é muito divertido e bem produzido.

Adorei!

Bruna Surfistinha | Crítica
Rachel (07/04/2011 01:34:40)

A comparação, ainda que marcada de ressalvas, feita entre Natalie Portman e Débora Secco por si só merece uma vaia do tamanho do Maracanã (é estou usando um símbolo nacional, para evidenciar que não se trata de antipatriotismo). "ambas atuam no limite da caricatura para demarcar, sem deixar dúvidas, a transformação física das suas personagens - mutações que têm o sexo como catalisador."


O QUÊEEE? Hessel, pelo amor de Deus!

Tudo bem, fora isso, eu não esperava mesmo que a Globo filmes desse atenção a alguma história que não fosse justificando bandidos (como no ODIOSO E REVOLTANTE última parada 174) ou enaltecendo prostitutas.

O filme cansa por sua falta de propósito. Uma história que, por nada, deveria ser contada (nada = nada de especial, nada de sublime, nada de interessante).

A atriz Débora Secco faz uma atuação convincente, embora na minha memória o papel digno "de oscar" (já que o Hessel entrou nessa) dela seja o de Ingrid, a prima roceira da Camila (Carolina Dieckman) de Laços de Família.

Para mim, um ovo está de bom tamanho.

Sexo sem Compromisso | Crítica
Rachel (07/04/2011 01:20:29)

O filme vem numa avalanche "tipal" de comédia sexual, não romântica, no mesmo grupo de "Friends with Benefits" e "Love and other drugs" - Lindas garotas, sexo fácil, compromisso zero... Anda tudo meio repetitivo, mas no fim das contas... RELAXA HESSEL, É SÓ UM FILME DE DOMINGO... Sorte a nossa que adiante dos nosso olhos afogados em pipocas temos Ashton, Natalie, Anne, Jake, Mila, Justin e tantos outros atores incríveis.

Aproveite a pipoca, vem de brinde no ingresso.

Uma Manhã Gloriosa | Crítica
Rachel (07/04/2011 00:45:08)

@Fabio. Parabéns pelo seu Corolla. hahaha.. Quanto ao "linda", fico me-rindo por agora! Beijos!

Uma Manhã Gloriosa | Crítica
Rachel (04/04/2011 00:22:23)

Embora tenha me rendido algumas boas risaadas, não consigo discordar de Érico Borgo. É isso: Um filme com roteiro raso e um desperdício de bons atores.

Cisne Negro | Crítica
Rachel (02/04/2011 13:16:21)

@ Kiruki, vc é uma graça. Obrigada. E @Glauco, EMBORA ENORME, li toda a sua crítica. Vc escreve muito bem, e conseguiu acalmar os corações titubeantes como o meu, que à medida que lêem críticas "injustas" se abalam.

Obrigada por suas palavras. Muito obrigada.

Cisne Negro | Crítica
Rachel (26/03/2011 14:02:51)

@Kiruki apesar de achar o seu comentário sobre as mulheres, em dado momento, misógeno, agradeço as palavras carinhosas. Rsrsrs.

Quanto a você tornar-se num Jacó só para "me preferir"... FIQUEI ENLOUQUECIDAMENTE ENVAIDECIDA. Isso não é coisa de menino dizer, é coisa de homem. Uuuuuu

Estou estudando a proposta... É malditamente tentadora by the way...

Cisne Negro | Crítica
Rachel (24/03/2011 13:28:39)

@Kiruki obrigada pelo entusiasmo hahaha, mas a quê exatamente devo atribuir essa paixão repentina?

Cisne Negro | Crítica
Rachel (21/03/2011 00:59:54)

Lamento aos que tentam - INUTILMENTE - limitar os significados de palavras, sobretudo sem um estudo etimológico; no mínimo convincente; ao defenderem os seus pontos-de-vista.

O FILME MERECE 5 ESTRELAS.

Quanto aos ovos... Alguns deveriam procurar os seus próprios.

Amor por Contrato | Crítica
Rachel (11/03/2011 01:11:39)

O filme pretendia abordar o consumismo desenfreado e.... EPA! NADA DISSO!

A ideia inicial foi brilhante, o "self-marketing" o elenco foi bem selecionado (Amber e Demi arrasatam qualquer um pro cinema, PELA BELEZA DA PRIMEIRA, pelo talento da segunda), mas a história que poderia ser divertida e brilhantemente explorada, foi tratada com DESLEIXO.

O filme acabou sem um fim decente. A "moral" RIDÍCULA embutida na história, se perdeu, e eu apenas percebi que nunca vou morar num bairro daqueles, nem se eu trabalhar 100 anos seguidos!

Cisne Negro | Crítica
Rachel (11/03/2011 00:59:46)

Como sempre, uma crítica que não corresponde a ideia hedionda de Aronofsky, que propôs uma viagem misteriosa e assustadoramente insana, sob a ótica de sua protagonista.
O filme é louvável, e as "soluções" de Aronofsky para os devaneios de Nina, ao contrário do que disse o crítico, são geniais e se apresentam antes das perguntas. "O que está havendo com Nina?" - Dê uma olhada no seu histórico de vida e responda você mesmo. Sua lida com a pressão é terrivelmente frágil e sua obsessão pela perfeição é tragicamente forte.

Um filme digno de sua indicação ao Oscar.

UMA OMELETE DE ATUM!

Crítica: Caçador de Recompensas
Rachel (22/04/2010 09:19:34)

Não há o que discutir: O filme é horrível.
O humor é mínimo, a repetição de Rachel (Friends) e Mike (The Ugly Truth) chega a ser irritante, e a falta de objetivo do filme constrange e cansa.
Sou mega-ultra-blaster fã de comédias românticas, mas dessa vez... Só me resta recolher minha vergonha alheia e confessar que dormi por alguns minutos na sala, enquanto tentavam nos fazer rir das piadas repetidas protagonizadas pelos "vilões".

O filme é CHATO.

Crítica: Ilha do Medo
Rachel (22/04/2010 08:58:10)

DEFINITIVO! É assim que eu defino o filme.
Um amigo meu havia assistido e me dado a chave essencial para o entendimento da trama: me contou que tratava-se da história de um psicótico pseudo-investigador. E tão somente isso.
Com a informação-chave em mãos, pude mergulhar na trama, pude entender cada assombro, cada pesadelo e cada surto que Andrew tinha.
O filme é muito bem amarrado, não existem cenas dispensáveis. Cada expressão, cada respiração e cada olhar desconfiado são de suma importância para o emaranhado de informações que torna a trama sedutora e ao mesmo tempo causa horror e susto.
Não há crítica negativa que possa tirar o brio da atuação impecável de Dicaprio, bem como do roteiro de Scorsese, fiel à risca e extremamente devotado ao gótico supertenso.

O filme é eletrizante. Quem o acompanha - desde o princípio - sabendo que trata-se de uma ilusão; pode apreciar cada mínimo detalhe da construção fantasiosa da mente de um psicótico.

Classifico com uma omelete inteira!!!

Assista ao trailer do romance de ficção científica The Time Traveler´s Wife
Rachel (30/03/2010 22:01:55)

Maravilhoso!
Poucas vezes um filme conseguiu se equiparar à sua versão literária. "Te amarei para sempre" conseguiu esse feito.
O nome original da obra "The time traveler's wife" arrastou milhares de americanos às salas do país e ficou atrás apenas de "District 9" e "G.I. Joe: The Rise of Cobra".
A história do bibliotecário que viaja involuntariamente no tempo é tocante e marcada por eventos que nos levam à compreensão do romance não-linear vivido por Henry e Clare.
Pra que gosta de novelinha mamão-com-açúcar é complexo, mas para os amantes do cinema, que sabem diferenciar obra-prima de bilheteria, é um primoroso trabalho, que deve ser visto quantas vezes forem necessárias até que se possa compreender cada linha e entrelinha, daquilo que intentaram seus idealizadores.

Um belíssimo filme!

Crítica: O Diabo Veste Prada
Rachel (23/03/2010 10:51:17)


É sempre covardia comparar uma obra literária com sua versão cinematográfica. Com o Diabo Veste Prada não seria diferente: Andy Sachs, passa de cínica e petulante, a boba e sofrível, enquanto Miranda Pristley, que é uma peste de plantão, é travestida como um ser humano normal e em alguns raros momentos, até sensível...
O que não é algo ruim! A obra literária tem elementos que só sobrevivem dentro de páginas... Passar isso pras telas nem sempre é viável... A opção de humanizar as personagens e trazê-las pra mais junto da realidade, foi uma inteligente escolha dos roteiristas Aline McKenna e Don Roos, que conseguiram com isso deixar lições interessantes e uma reflexão no mínimo honesta sobre o que de fato deve valer na vida: dignidade ou poder?
A história do livro tem doses cavalares de humor, mas nenhum compromisso com um impacto construtivo na vida dos leitores, já o filme traz essas nuances de forma inteligente. Eu recomendo. O mundo corporativo continua traiçoeiro, mas nunca foi tão sofisticado

Irmãos Farrelly dirigirão remake de novo sucesso francês
Rachel (22/03/2010 16:04:20)

Esse filme é um achado. Uma obra de arte bela e contemporânea. O humor não-óbvio é o ingrediente convidativo do filme, que além da interpretação impecável de Daniel Auteuil, ainda se utiliza da beleza de Alice Taglioni, num papel feito sob medida para ela.

Eu tive a sorte de assistí-lo por acaso, em casa, em Dvd, mas a mesma sorte que me proporcionou esse evento mudou, e do jeito que esse Dvd apareceu lá em casa, sumiu...
Uma pena, porque não consigo mais encontrá-lo em parte alguma de Brasília, seja para alugar, seja para comprar...

O filme é, sem dúvidas, uma obra divertida e primorosa.

Turistas
Rachel (22/03/2010 15:27:06)

O filme é idiota do início ao fim. E por que o filme causou impacto aqui, e não nos Estados Unidos? OBVIAMENTE por ter sido gravado aqui. Além disso, achar que, pelo fato de a indústria cinematográfica americana ter se aproveitado de nossas belezas naturais para gravar película de roteiro tão fraco, nós devemos a ela nossa gratidão, é exagero e absoluta demonstração de inocência.
O filme é ruim, a história é ruim, o roteiro é fraco.
A única coisa que vale a pena (e haja pena) nesse filmeco, é ver a interpretação interessante da Olivia Wilde.

Turistas americanos com dinheiro no bolso e intenção de diversão, não iriam se submeter àquele ônibus estilo "navio negreiro" para fazê-lo.
Dentre tanta trapalhada, O que mais foge da realidade brasileira, é a atitude do pai da garotinha fotografada no início do filme, que afogenta a gringa como quem espanta um cachorro de perto da cozinha.
Que pai brasileiro, na categoria "pobres e mortos-de-fome", renegaria uma foto para um gringo?
Nenhum. Até deveriam, mas não se negam. São alienados demais para tanto.
Enfim, o filme é uma bobajada com um roteiro POBRE e nada convicente.
O que o desabona não é a falta de compromisso com a verdade - é a total falta de linearidade com a realidade.

Arquidiocese do Rio de Janeiro processa estúdio por destruir o Cristo Redentor
Rachel (22/03/2010 14:46:23)

Arquidioceses... Entidades ridículas de cunho pseudo-social, que acham, ter poder acima do poder público...

Neste caso por tratar-se de... A imagem de Cristo? Ah, poupe-me! Faz-me rir!

Ainda bem que o tal "veto" foi ignorado, uma vez que o Brasil é um país LAICO.

E ainda bem que tivemos o nosso monumento lembrado e incluído na mega produção!

Crítica: 500 Dias com Ela
Rachel (22/03/2010 11:58:12)

Já o considero um clássico. Com doses exatas de um humor tocante e despretencioso, a película merece aplausos também por sua fotografia e trilha sonora. A escolha do casal protagonista também é fator decisivo para a beleza da obra. Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt fogem completamente ao estereótipo americano de beleza e ostentação, e constroem com delicadeza e propriedade um casal comum mas não ordinário - um casal real.
As situações encaixadas forçosamente em nossas mentes, na desconstrução da história de Summer e Tom, é a razão mór pela qual o filme merece ser visto.

Em suma: Um clássico.
Vale um lugar de honra na sua prateleira seletiva.