São Paulo, SP
O Hobbit | Assista aos videoblogs de produção [ATUALIZADO]
Wendell (21/07/2011 13:08:14)
È tão bom ver essa equipe reunida novamente.
Jà comprei o livro,agora é esperar.
O Hobbit | Assista aos videoblogs de produção [ATUALIZADO]
Wendell (22/07/2011 06:34:22)
Gilson eu comprei Hobbit e Simarillion :)
Vlw
O Hobbit | Assista aos videoblogs de produção [ATUALIZADO]
Gilson (21/07/2011 22:45:44)
Aconselho, se pretende entender estas versões do PJ, ler tb o apêndice de SDA e em seguida os Contos Inacabados. Só O'Hobbit é pouco para compreender o que irá acontecer nestes 2 filmes.
OmeleTV #90 - Filmes de ação e a 1ª experiência de um sonho dentro de um sonho da Internet. Bazinga!
Gilson (15/08/2010 21:52:26)
O Borgo tem razão, o Hessel deveria se aposentar!
Veja os primeiros comerciais da nova temporada de Big Bang Theory
Gilson (28/07/2010 21:41:01)
BAZINGA!! putz, que saudades!! Cara, sou viciado! A melhor série de todas, super criatriva, roteiros e tudo o mais!! Não é sucesso a toa!
Rock in Rio voltará para o Brasil em 2011
Gilson (19/07/2010 22:04:50)
Rock In Rio só teve Um! O Um Rock in Rio! O de 1985! Foi na Cidade do Rock, foram 10 dias de Rock de verdade (Maiden, ACDC, Ozzy, Whitesnake, Scorpions, Queen e etc.. todos no auge de suas carreiras! Foi o maior público até hoje de todas estas bandas citadas! A única coisa que não foi muito legal na época é que o Rock Nacional em 1985 era fraquinho ainda, bandas como Capital Inicial, Titãs, Paralamas, Ultraje a Rigor, Blitz, Lobão, Barão Vermelho e outros que não me lembro agora ainda eram bandas pequenas e não eram fortes para representar o Rock Nacional, mas era o que tínhamos. E tivemos que ficar com Lulu Santos e outras águas com açucar! E o pior, não teve Raul e ninguém gritou.. TOCA RAUL!! A única pessoa que lembrou do Raul no palco foi o Alceu Valença!(!!??)
Crítica: Distrito 9
Gilson (04/07/2010 14:11:24)
Cara, sou fã do Omelete há muito tempo, desde o primeiro filme do O Senhor dos Anéis, que como fã de Tolkien à 20 anos comecei a acompanhar as primeiras notícias da pré-produção do filme. Mas só resolvi me cadastrar pra comentar só agora e só hoje e pelo simples motivo da crítica sobre Distrito 9. Acho que o que acontece com pessoas a terem a incumbência a fazer uma crítica, como obrigação ou sei lá, começa a perderem o feeling sobre o que acontece no mundo, e principalmente no mundo das artes. Distrito 9 é um filme de prateleira, pra quem gosta de escapismo, de sair da realidade e em entrar em outra paralela onde podemos olhar nosso mundo "de fora"! Os efeitos do filme só existem para dar realidade ao que existiria neste mundo paralelo e não para ganhar oscars de efeitos especiais como gostaria o crítico. O que ele justamente critica é o ponto alto do filme, o que liga a ficção à nossa realidade ou a uma realidade qualquer, o "ser humanismo" é chato mesmo, somos chatos, a mídia é chata, insuportável, os governos são corruptos, todos nós somos preconceituosos e etc! Se não serviu nem para perceber isso, deveria servir para se enxergar como crítico sem senso de sentido para um filme de arte, que é o que é Distrito 9 e como são todos os filmes de baixo orçamento. Só querem contar uma história, usar uma metáfora, não querem oscars e nem recorde bilheteria. Ao Srs. Críticos do Omelete, olhem as coisas como são e não como querem que sejam, se um filme foi feito com a pretensão de arrebatar bilheterias, ficar para a história e etc, a crítica deve se ater somente a isso, se o filme consegue ou não o objetivo. Se um filme apenas pretende contar uma história, se atenham a isso, se a história foi bem contada. Precisam aprender muito ainda, principalmente o Sr. Marcelo Hessel, as piores críticas que tenho lido tem sido publicadas por este senhor. Não importa, o site é de vocês, o trabalho é seus, se abrem espaço para comentários eles serão feitos e isso deve ter servido bastante para perceberem o quanto estão errados em muitos deles. Longa Vida ao Omelete, mas precisam bater um pouco mais a mistura pq tá começando a desandar, estão entrando na fase que todos passam, de se acharem seguros o suficiente para falarem sem pensar minimamente sobre o que estão falando.