Belém, PA
Branca de Neve e o Caçador | Kristen Stewart não estará na continuação [ATUALIZADO]
Massimus (14/08/2012 23:21:11)
Podiam fazer um spin-off da Rainha com Charlize Theron.
Branca de Neve e o Caçador | Kristen Stewart não estará na continuação [ATUALIZADO]
Wallace (14/08/2012 23:59:27)
Cara, esse com certeza eu iria assistir. É uma das poucas coisas que se salvam no filme, a beleza densa e a entrega insana da atriz!
Branca de Neve e o Caçador | Kristen Stewart não estará na continuação [ATUALIZADO]
Renato (15/08/2012 01:18:18)
com certeza!
Demolidor | Joe Carnahan diz que sua ideia para o filme não deve acontecer [ATUALIZADO]
Wallace (14/08/2012 23:05:17)
Seria interessante o omelete (embora saiba que não seja o perfil do site, já que trabalha mais com notícias e não artigos sobre a indústria do cinema, mas quem sabe como tópico para um omeletv), poderia explicar como está a questão dos direitos autorais da Marvel em outros estúdios, prazos para expirar o controle sobre as personagens, quais as personagens e os impasses. Seria esclarecedor.
Demolidor | Joe Carnahan diz que sua ideia para o filme não deve acontecer [ATUALIZADO]
Zé (14/08/2012 23:11:05)
O Omelete tem um foco bem definido... Nem mangá ou anime aparece por aqui com frequência (isto é, quase nunca).
Prometheus | Crítica
Gilberto (14/06/2012 20:14:24)
Senhores,
Me pergunto se a crítica, nacional e internacional, em geral negativa ao filme,
está fazendo as perguntas corretas.
Assisti ao filme e não me parece um filme de terror ou suspensa com
ficção científica.
A natureza temática é mais como a de Blade Runner: O criador ama a
criatura de maneira intrínseca ou isso depende do propósito da criatura?
Há responsabilidade para com aquilo que se cria? De que natureza?
Tudo o que criamos é uma extensão de nós? Continuamos a existir em tudo aquilo que criamos?
Como ficam essas questôes quando a criação for inteligente? E senciente?
Podem civilizações em diferentes estágios de desenvolvimento interagir sem se destruir?
É possível transpor nossa lógica antropomórfica, de primata, para formas de vida inteligentes
que evoluíram em ambientes muito diversos do nosso?
Assim como a moral humana é fluída e muda com o tempo e com a conujuntura,
as definições de bem e mal são aplícaveis a estes contextos?
Kane foi morto pelo Alien ou renasceu Alien? Ou evolui para Alien? Os Aliens são
claramentes inteligentes (embora de maneira diferente dos humanos) e fisicamente
muito superiores a nós! Não seríamos nós uma mera etapa do processo de criação dos
Aliens, os organismos perfeitos? Não seriam eles e não nós a "masterpiece" dos Engenheiros?
Os Engenheiros claramente estão além do limiar biológico, não precisando
nem mesmo de diferenciação de gênero, e são aparentemente imortais para os padrões e
escalas de tempo humanos. Segundo a psicanálise, tudo que motiva o homem é o medo da morte,
que uma vez transcendida, mudaria de forma definitiva a definição de vida.
Como considero Scott altamente pessimista, fico com a tese de somos um mero "byproduct"
do projeto de vida e de universo dos Engineers, a tese do Érico, e que a pergunta
"qual é o sentido da vida" tem por definiçaõ a resposta "nenhum, você é quem diz".
Sintaxe é objetiva, semântica é subjetiva. Nenhuma das pinturas sugere que "Deus era bonzinho"
ou que devíamos "ir até lá#, o resto foi meramente especulação humana. Cabeça de macaco.
Mania de antropomorfizar as coisas.
Entendo que a confusão em torno do filme é função da observância do texto, e exclusivamente dele.
O filme mostra mais do que o que é dito. Há subtexto em tudo.
E não, "Deus" não é Jason Statham, mas ele pode nem mesmo nos reconhecer como vivos, ou
inteligentes. Pode apenas achar que deus barata no laboratório...
Um grande abraço,
Gilberto.
Prometheus | Crítica
M. Galego (15/06/2012 10:28:56)
Devemos destacar que há mais de uma "espécie" de engenheiros que aparecem (ou não) no filme.
Já vi imagens dos "Velhos Engenheiros", do "Engenheiro Sacrificial" e dos "Engenheiros" que aparecem no filme, estes com aquele exoesqueleto mecanico orgânico.
É de se pensar nisso também.
Prometheus | Crítica
Wallace (15/06/2012 10:32:21)
Gilberto, suas perguntas são toalmente válidas, porém, não há substância no filme para garantir essas respostas porque ele falha na execução que se propõe. Agora, se queremos extrair "leite de pedra", isso não é nada ruim, mostra que qualquer coisa pode ser meio para o exercício do pensamento para alguém inteligente. Porém, um filme inócuo como este não suscita de fato tais questões a não ser por condescendência dos es(x)pextadores em querer colar filosofia existencial onde só a imagem fragmentária pós-moderna. Que um ou outro personagem cite Nietszche ou qualquer outro pensador não é atestado de profundidade, é querer travesti de inteligente aquilo que só é pretensioso. Sempre apreciei e torci pelo cinema de Ridley Scott, gostei até de filmes que soaram irrelevantes, mas esse simplesmente não deu para engolir - essa mania de trilogias é só para caçar o níquel de quem aceita a "imagem" (superfície) como "fenômeno" (essência). Seus questionamentos são válidos, mas seguramente não encontrarão respostas possíveis, criativas ou densas num filme pretensioso e esvaziado como este.
Prometheus | Crítica
Wallace (11/06/2012 18:59:25)
O filme é simplesmente ruim. Não é um ruim do tipo retumbante, que te faz pensar nele por suas qualidades reversas e até se torna uma aula de como não se fazer um filme. Este aqui é simplesmente morno, repetitivo, um trash com muito dinheiro: tanta gente sem função na tela claramente para morrer de maneiras diferentes; quantas vezes eles voltaram aquela caverna? Parecia uma a repetição da outra.
O nosso ancestral entra mudo e sai calado e não faz nada de importante - só rouba doce da boca de velhinho; todo mundo, a exceção de Fassenbender, Theron e Rapace (que estão longe de serem brilhantes aqui) está no automático; Nenhuma gota de emoção ou sequer tensão, um "puro engodo", como um amigo me disse - "Não cumpriu o que Prometheus"!
Prometheus | Crítica
Everton (11/06/2012 20:14:18)
Acho que vc esta um pouco apressado.
Os nossos ancestrais devem abrir a boca nos proximos filmes.
Prometheus | Crítica
Vitor (12/06/2012 13:31:22)
Concordo com você Wallace, um filme não tem que se justificar por suas possíveis continuações.
Muito escroto esses "nossos criadores", um ser supostamente mais evoluído que mais parece um monstro trash que simplesmente resolve correr atrás de humanos e matá-los. Não faz sentido!
No cinema pensei que estava assistindo Jason-X
Prometheus | Crítica
Wallace (12/06/2012 15:17:20)
Everton, esperar pelos próximos filmes é só dar crédito a essa bobagem com muito dinheiro para se realizar, o fato é que o filme não respondeu as questões que claramente pretendia responder, penso que tem gente que é fã incondicional de Ridley Scot, porque o texto da crítica vai além do filme por ser condescente com o mesmo, o texto discute uma questão ótima e é bem escrito, mas não há substância de fato no filme para debater isso (tanto que Hessel precisa fazer referência aos outros para tal).
Vítor, o paralelo com jason X, cabe, óbvio que o filme é superior ao do sexta-feira 13 (que é inominável, mas ao menos não se leva a sério), se construiu uma pretensão quase visionária diante do filme e de tanto anabolizarem a idéia a coisa toda foi estéril e até broxante.
Prometheus | Crítica
Wendell (16/06/2012 11:23:58)
Vc não viu o mesmo prometheus que a galera kkkkkkkk.
Prometheus | Exclusivo: Versão do diretor no Blu-ray terá 20 minutos a mais
Wallace (12/06/2012 14:48:32)
Versão do diretor nessa caso é só reflexo de saber que o que ele realizou diz muito menos do que parecia - nem digo pretendia - dizer. É um "mea culpa" óbvio por saber que faltou substância e duvido muito que melhore. Algumas pessoas aqui parecem se contentar com a idéia de que mais respostas virão nos próximos filmes, mas não é caso, o filme lança questões que simplesmente não consegue responder por fragiliade na construção do todo, essa de contar tudo depois é mera desculpa para tentar dizer - vai ser melhor o que não foi agora. Parece que muitas pessoas se convencem de um produto só pela marca que carrega - Ridley Scott - e não pela produção de fato.
Prometheus | Exclusivo: Versão do diretor no Blu-ray terá 20 minutos a mais
Jose (12/06/2012 19:52:34)
SPOILERS
Edison: Não entendi: Voce não viu a cena do alien nascendo do corpo do Engenheiro?
Alias, fica esta questão: Se o Alien nasceu no "modulo de fuga", como que, no inicio de Alien O engenheiro aparece morto no cockpit da nave?
E por que que em Alien, ninguem vê o "modulo de fuga"? So se resolverem fazer um filme Prometheus 2 onde explicariam estas inconsistências....
Prometheus | Exclusivo: Versão do diretor no Blu-ray terá 20 minutos a mais
Jose (12/06/2012 20:14:11)
OK. O pessoal realmente falou que eram planetas diferentes, mas acabou piorando tudo. Segundo alguns forums o pessoal comenta, no início do filme Alien, que o corpo que estava fossilizado e que ele (engenheiro) estava morto a pelo menos 2.000 anos.
Como o Alien se passa cerca de 20 anos após Prometheus, então o Aliem que nasce no final do filme, do corpo do engenheiro, NAO TEM NADA a ver com o Alien do Oitavo passageiro.
Ou seja, apesar de parecidos, evoluiram de cenários e situações completamente diferentes. Alien e Prometeus não tem nada a ver exceto o fato que se passam no mesmo universo.
Madagascar 3 | Crítica
Wallace (11/06/2012 19:11:54)
Penso que existe uma necessidade de se provar intelectalóide nesse mundo e sustentar isso até as últimas consequências. Intelectualóide quer dizer: o texto é mais retórica do que argumento. O que me faz simplesmente ignorar um claro exercício masturbadotório de ego na função de crítico, se as pessoas pararem de levar o crítica a sério é sua sentença de morte (ou, o forçará a servir a sua função coerentemente, o que não segnifica anular sua identidade, mas criar uma de verdade).
Madagascar 3 | Crítica
Wallace (11/06/2012 19:27:12)
Erros de português nessa minha digitação rápida, mas a intenção é exatamente a mesma (e não sei se dá para corrigir o post por aqui, parece que não).
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Christian Bale diz que Mulher-Gato foi a personagem mais difícil do filme
Wallace (28/05/2012 18:37:12)
Nesse aspecto eu concordo com Bale, e já comentei por aqui outras vezes, para mim a Mulher-gato é a personagem mais profunda e intensa do universo de Batman, não apenas nos filmes, mas nos quadrinhos também, se acompanhei um dia as revista do herói foi por conta dela, sua ambiguidade, seu humor negro, sua vontade de ter e ser, a capacidade que tem de sobreviver, se adaptar e cortar relações tendo em vista continuar persistindo, mesmo com dor, é um prato cheio para realizar um trabalho monumental e esperemos que Anne Hataway, que a cada dia luta para deixar de ser a queridinha e se tornar a mulher do cinema atual, tenha megulhado nos lugares mais estranhos e ferinos da sua alma para realizar este evento.
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Christian Bale diz que Mulher-Gato foi a personagem mais difícil do filme
Gene (28/05/2012 19:28:15)
Análise ótima.
Acho que apenas o Coringa e o Duas-Caras ultrapassam em complexidade.
A Mulher-Gato, na verdade, é uma personagem que ambígua e sarcástica. É o que a torna interessante.
Quase todos os vilões do Batman são representações de aspectos psicológicos. Ela representa os altos e baixos da moralidade. O Coringa simboliza o desejo de viver sem regras, Duas-Caras, a nossa capacidade de ser bom e mau. o Croc é o descontrole. O pinguim é o controle excessivo. O Senhor Frio representa a culpa e a entrega às inconsequencias que isso traz. Bane é o medo. Ra`s Al Ghul simboliza o ancestral, o mestre.
Poderiam ser feitos vários filmes do Batman sob a batuta de Nolan. Que cada vilão seria a demonstração crua do que ele representa. Mesmom não sendo filmes perfeitos, são ótimos e dificilmente será feito algo tão bom depois.
Que fechem essa trilogia com chave de ouro!!
X-Men | Marvel confirma casamento homossexual na série
Wallace (25/05/2012 12:17:23)
MR. JOHN,
Esse debate se tornou inóquou, por miopia, desqualificação, descontextalização, má fé no uso do que e dito e por irredutibilidade de posições. Mas sendo professor e pesquisador ainda me dou ao trabalho de ser didático...
a) Pérolas do Mr, John: "Se vc ler um pouco mais revistas, ve uns videos no youtube, assistir TV Senado, TV Camara, enfim, saber que o que se passa no coraçao do pais vai ver tentativas de, nestas palavras, de desconstruir a heterossexualidade, todas endossadas por grupos homossexuais.Descontrua a heterossexualidade e espera a humanidade entrar em extinçaao, como os dinossauros". Como sei ler e, sobretudo, interepretar e criticar o que lei foi que questionei como a crítica a heterossexualidade vai acabar com a reprodução da humanidade? Porque é este o argumento de fundo aqui. Isso é pura ideologização (leia-se: falseamento da realidade).
b) o que seu amigo gay (o da boneca, diz ou pensa), ou você ou eu é válido, mas há uma distância entre opiniões em senso comum, que são o alimento das preconcepções e fatos científicos. Já diria o velho K. Poper: "não é porque vimos mil gansos brancos que todos os gansos são brancos". Logo, continuo afirmando que os casos pessoais que relata, ainda que chocantes, dizem pouco sobre a totalidade social, é questão de estatística;
c) Aí você me desqualifica me chamando de "medíocre", simplesmente porque eu disse que a vairável genética é uma hipótese explicativa dentre várias que você tende a menosprezar quando diz "tens uns que acreditam só nisso para impor sua opinião", que ele as creditem só nesta variável o problema é deles, mas ela ainda conta e é amplamente pesquisa e ainda inconclusiva como outras, ver:
http://repositorio.ufpa.br/jspui/bitstream/2011/1713/5/Dissertacao_AnaliseInvestigacaoDeterminantes.pdf
Desqualificar o outro nos termos de um debate, não por seus argumentos, mas pessoalmente, é a forma mais antiga e baixa de ideologização, os sofistas foi quem criaram isso, penso que medíocre é justamente assumir uma postura que desqualifique pessoalmente os envolvidos no debate já que não conseguimos sustentar nosso ponto de vista de outra forma, para um professor isso é simplesmente temerário.
d) Eu nem me incomodo muito com a questão da homosseuxalidade, porém, achei interessante como podemos ser preconceituosos (o que não significa homofóbico, já que este é um ato e não uma concepção) sem nos darmos conta ou até nos justificando. Podemos ter amigos gays e isso não nos exime de preconceito, John. Já que me pediu fontes, eu ministro uma disciplina na graduação e tenho trabalhos publicados sobre manifestações culturais no espaço, especialmente a religião, mas também discuto outros movimentos identitários, como quilombolas, mst e lgbt, e por isso tenho alguns bons links, embora seja muito fácil conseguir material embasado no pesquisa rápida:
para a crítica da idéia de gênese, inclusive das várias possibilidades. Ótimo para seu amigo (o da boneca) ler:
http://www.cchla.ufrn.br/alipiosousa/index_arquivos/ARTIGOS%20ACADEMICOS/ARTIGOS_PDF/Teorias%20sobre%20a%20genese%20da%20homossexualidade%20-%20ideologia,%20preconceito%20e%20fraude.pdf
sobre a natureza do preconceito, esclarecedor sobre como podemos ser proceonceituosos sem aceitarmos isto:
http://www.scielo.br/pdf/prc/v15n1/a18v15n1.pdf
aqui seu argumento da reprodução e da heterossexalidade encontra coro:
http://tede.biblioteca.ucg.br/tde_arquivos/11/TDE-2006-11-23T133435Z-236/Publico/Annelyse%20dos%20Santos%20Lira%20Soares%20Pereira.pdf
outro:
http://tede.biblioteca.ucg.br/tde_arquivos/11/TDE-2006-11-28T142121Z-252/Publico/Luciene%20Campos%20Falcao.pdf
No mais, professor, espero que tenha por norte seu constante esclarecimento frente a esta e outras questões, bem como a constante reavaliação sobre como pensamos e o que pensamos do mundo e de nossa trajetória no mundo, sem mais.
X-Men | Marvel confirma casamento homossexual na série
Wallace (24/05/2012 14:04:19)
MR. JOHN,
Não sei se conhece a Geografia, sou geógrafo, mas um dos maiores geógrafos foi Milton Santos, negro, bahiano, morreu em 2002. Quando falavam em Milton Santos, eu pensava num senhor branco, nunca foi cultivado o racismo em casa, mas a minha mente vinha um homem branco, até eu conhecê-lo pessoalmente e levar um choque com meu próprio racismo quase incosciente. Olhei algumas de suas falas, não todas, e me dei ao trabalho de reproduzir aqui porque são esclarecedoras quanto a sua concepção:
1. reprodução sexual e crítica de novelistas as relações hetero podem causar a extinção da espécie humana (ideologização do debate, que existem críticas as relações hetero, sim, mas como isso vai exterminar com a heterossexualidade e, por extensão, a humanidade é incompreensível. Seriam os novelistas os novos senhores do destino e de todos?);
2. "gays criticam mulheres, dizendo que eles se produzem mais(?), que mulher não sabe fazer sexo(?)". A pergunta que me faço é: e o que isso prova na totalidade social? Há incorrigíveis em todo o lugar; Aí você vem com a empiria pessoal: "Em minha cidade, uma mulher apanhou de um gay pq o namorado dele preferiu ela do que ele.Só pra citar um exemplo", é só um exemplo mesmo, porque ela não apanhou do gay por ser mulher, mas por ter ficado com o cara dele, agora a massa de gays que apanham e são agredidos moralmente por serem simplesmente o que são é notória;
3. Aí você vem com essa: "Tipo, se surge alguém e diz: olha eu acredito que seja um fator psicológico, ou outro que diz que é de hormênios, ou outro que diz que é um fator de comportamento,etc. Mas há a parcela daqueles que acreditam que é genético que nao toleram opniões contrárias, só querem que sua visão prevaleça" (enviezamento de argumentação - a) a explicação genética é uma variável amplamente considerada em diversos estudos, não é uma questão de mera opinião, é evidência científica, se é a principal ou não é um debate que ainda está se realizando e investigando; b) mas se considerarmos a variável genética aí significa que a pessoa nasce assim e não é uma "simples escolha", o que gera nervosismo porque uma série de argumentos preconceituosos caem por terra);
4. E ainda tem essa ótima: "Então, não seria injusto somente eles (ou vocês, não sei) só nos criticarem, nós heteros?" Por mais que alegue o politicamente correto aqui, o que soa é uma tentativa óbvia de quase dizer - quem defende os gays é que possivelmente é gay... como se não pudéssemos simplesmente lidar com naturalidade com uma condição humana como qualquer outra no mundo.
As vezes, John, não precisamos dizer nem para nós mesmos que somos racistas ou preconceituosos, eu era racista sem saber porque vivo numa sociedade que martelou isso e não tive o discernimento crítico ou a humildade para reconhecer. Hoje, sendo o professor que sou, sei que só através do debate e do enfrentamento é possível esclarecer-se e esclarecer o mundo. Ainda sou preconceituoso, não gosto muito de frescurinhas, voz melosa e trejeitos; acho meio ridículo essa coisa de querer parecer mulher, mas tento me questionar por que isso me incomoda? Por que penso como errado se a vida é do cara? Em pesquisa recente, a imensa maioria das pessoas disseram que há preconceito social frente a homossexualidade, porém, as mesmas pessoas disseram que não são preceonceituosas. Já diria Hannibal Lecter: "Ninguém precisa dizer que não gosta de você para não gostar de você".
O texto ficou longo, mas foi um bom exercício, discordo de como pensa porque por baixo da capa de normalidade se esconde uma visão padronizada e normatizadora auto-justificada da realidade. Mas não tenha a capacidade de mudar você, é você que opera ou não mudanças nas suas concepções, porém, o que posso é confrontar com clareza aquilo que não concordo e esse é seu direito também.
X-Men | Marvel confirma casamento homossexual na série
Wallace (23/05/2012 17:17:23)
Ao MR. JOHN:
Cara, tu vai recorrer ao "filósofo" Pedro Bial em programa altamente educativo como o "BBB" para justificar a heterofobia? A questão não é quem inventou o que, mas a essência contradotória do conceito - é óbvio que tem gay que detona hetero, mas o senso de normalidade protege a maioria na sua condição: mortes, violência moral e física, perda de emprego, isolamento escolar, não acontecem com pessoas que são heteros por serem heteros. Sou professor, cara, e aprendi que preciso não só respeitar, mas valorizar as pessoas independentemente da condição, salvo quando elas atentam contra a liberdade coletiva (que é construída em debate conjunto e não individualmente como podemos supor). Gente que está aí sem poder estudar porque sofre o diabo na escola diariamente, até dos professores e tudo começa com uma pretensa opinião nada inocente. O foco dos comentários que era sobre a capa da revista já se perdeu, mas isso mostra - sendo jogada de marketing ou não - o quanto este tipo de assunto precisa ser abordado para começarmos a normaliza-lo em nossas concepções. Apelar para biologia é o mesmo que apelar para a religião, é apenas um refúgio dos mal informados, afinal há amplos casos de homo-bi-pan sexualidade entre variadas espécies, mas levantar o argumento não esclarece absolutamente nada sobre a questão. É melhor admitirmos nosso preconceito indisfarçável ou não preconceito e assumir as consequências disso do que ficar criando escapismos confortáveis em argumentos tolos para nós mesmos.
X-Men | Marvel confirma casamento homossexual na série
Mr. Jhon : ] (23/05/2012 11:14:35)
Eu acho muito engrançado uma coisa: os gays podem falar mau dos heteros à vontade que ninguem fica os taxando de heterofobicos.Agora, basta alguem ser contrario aos ideais gays que começam as acusaçoes de homofobia, preconceito e discriminaçao.
Ja disse e vou repetir: Se a relaçao hetero, que é quem garante a perpetuaçao da raça humana, que está provada nos livros cientificos e biologicos(gene masculino e gene feminino) esta sempre sendo criticados por gays(vide, por exempo, os novelistas)como vcs podem se julgar no direito de nao serem criticados nunca?
Vcs repetem as mesmas ladainhas sempre que discordam de vos.Fingem que nao entendem que pra respeitar nao precisa acenar e balança o rabo.
As pessoas estao se cansando de serem acusadas do que nao sao.elas nao sao bobas.Elas pensam e raciocinam.
Respeito sim!!!Privilegios, nao!!!
X-Men | Marvel confirma casamento homossexual na série
Bruno (23/05/2012 11:32:16)
Cara, que eu saiba, nunca uma pessoa foi criticada por ser hetero. Se foi, no máximo foi xaveco do homossexual em questão. Vc pode sim, amigo, criticar os homossexuais o quanto vc quiser. Só estenda a eles a mesma noção de que critica-los por sua sexualidade seria tão ilógico quanto criticar vc pela sua. E não tem nada de errado em querer ser mais inclusivo, seja nas conversas, nas notícias ou nos quadrinhos.
X-Men | Marvel confirma casamento homossexual na série
Wallace (23/05/2012 12:30:02)
Por definição "heterofobia" é uma impossibilidade, no sentido de que a esmagadora maioria é hetero e, portanto, não sofre violência por ser pensada como "anormal", "estranha", "desconhecida" ou simplesmente "minoria". Esse termo é invenção de políticos de plantão que mal conseguem disfarçar sua cruzada desesperada contra algo que reune o ódio das pessoas em torno e assim, angariam seguidores pouco reflexivos e votos. Se a influência dos gays fosse tão poderosa a ponto de através da mídia espalhar essa moda, como no caso das novelas, então não deveria haver gay algum no mundo, porque historicamente as novelas mostram beijos, relações sexuais, intimidades, vivências, famílias exclusivamente heteros, muito recentemente começou a esboçar uma mundança e esta passou a incomodar todo aquele que acredita num sentido estrito e estreito de normalidade.
X-Men | Marvel confirma casamento homossexual na série
Lauro (23/05/2012 13:47:50)
Nunca via alguém apanhar por ser heterossexual, mas por ser gay sim.
Não vemos pessoas sendo discriminadas, humilhadas ou mortas por serem heterossexuais, mas sim por simplesmente gostarem de pessoas do mesmo sexo.
Você tem todo o direito de criticar, mas isso não significa que sua crítica não seja embasada em pré-conceitos.
Homossexuais todos os dias sofrem preconceito e humilhações e são tratados como uma classe inferior.
Relacionar a questão da tal "pertetuação da raça humana" ao assunto também é equivocado.
Homossexuais também podem ter filhos, eles não são estéreis. Podem recorrer à fertilização in vitro, ou mesmo natural. Podem adotar crianças. Muitos homossexuais desejam ter filhos.
Eles não ficam estéreis ao saírem do armário...
X-Men | Marvel confirma casamento homossexual na série
alan (23/05/2012 14:00:07)
Concordo plenamente MR. Jhon.
Christian é um homossexual desesperado que deve ter sido abandonado pelos pais e por isso é tao revoltado!
X-Men | Marvel confirma casamento homossexual na série
Lauro (23/05/2012 15:37:33)
Mr. Jhon, sobre seus comentários:
“Quem falou com vc que eu sou indiferente à violencia contra gays?”
E eu lá disse isso? Acho que você é que tem que aprender a ler. Coloquei os exemplos de violência porque você recorre insistentemente a questão da tal “heterofobia”, mas não dá exemplos concretos de como alguém sofreu “heterofobia”. Exemplos de homofobia vemos todos os dias nas ruas e nos noticiários.
“A minha critica é somente em relaçao àquelas pessoas que nao aceitam criticas e que nao aceitam opinioes contraias.E isso vale pra tudo: pra religiao,politica,futebol,arte, tudo!!Tudo é criticavel”
Com certeza, concordo com você. E espero que você concorde que sua crítica também é criticável, não é? O problema é que criticar homossexualidade não é como criticar a cor de um carro ou o sabor de um refrigerante. Ser gay não é questão ideológica ou moral. Está criticando pessoas que lutam diariamente por respeito e um lugar na sociedade como qualquer outro. São minorias achacadas diariamente apenas por existirem.
“outra coisa: me aponto algum ponto de preconceito no me comentario, e, se eu estiver errado, se for mesmo verdade, faço questao de me retratar!!Me aponta, eu me retrato, se for relmente preconceito.”
Ok, aponto uma delas, na sua resposta para Bruno: “E relaçao gay em novela? como se tudo fosse um mar de rosas!!quem escreve novelas? gays”
Então todo autor de novelas é gay?
Provavelmente você vai dizer que não foi bem isso o que você quis dizer, coisa e tal...
Mas recomendo, com o mesmo nível de educação que você se referiu ao meu comentário, que leia com mais atenção, sobretudo em relação ao verdadeiro significado da palavra “Preconceito”.
Mas, sinceramente, acredito que você não é mal intencionado ao defender a “liberdade de expressão” e de crítica.
Mas veja o nível das críticas que são colocadas "contra" a homossexualidade.
Uma coisa é exercer seu direito a expressão; outra é se esconder atrás de seus direitos achando que pode dizer o que quiser sobre o que quiser a qualquer um. Ter o direito de se expressar também é ter responsabilidade sobre o que se diz.
X-Men | Marvel confirma casamento homossexual na série
Eduardo Henrique (24/05/2012 01:07:02)
Meu Deus, isso é o cúmulo da hipocrisia!!!
Eu aceito a sua opinião de concordar com o homossexualismo, e você respeita a opinião de quem não concorda, beleza?
NINGUÉM É OBRIGADO A CONCORDAR COM NADA, e não concordar não significa falta de respeito, em nenhum momento.
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge ganha seu primeiro pôster [ATUALIZADO]
Wallace (21/05/2012 19:19:09)
Esperemos que a campanha de marketing e o filme seja ainda mais criativa que o anterior. Que a "anarquia" do Coringa se transforme em "anarquia com método" a partir de Bane e Mulher-gato, que sempre foi a melhor personagem para mim deste universo. Vilã, heroína, anti-heroína, solidária e solitária. Ainda acho que é ela que vai ser o "calcanhar de aquiles" do morcego. No fundo, superação - das expectativas, do segundo filme, do roteiro, da história - passa a ser a palavra de ordem, isso é uma faca de dois gumes porque ou se cria algo completamente novo ou o que existirá é uma história tentando ser melhor e mais inventiva que a anterior, e esta sombra pode servir tanto quanto combustível como quanto aprisionamento. Torço para que o "fogo suba" com bastante vontade!
Battleship - A Batalha dos Mares | Crítica
Wallace (20/05/2012 14:58:40)
O filme é simplesmente ruim, de ponta a ponta. Gosto de cinema, especialmente bom cinema, independente do gênero - não precisa ser de arte e se levar a sério (gosto de cinema que se leva a sério também), pode ser um pipocão de mão cheia e divertido, mas este filme não é nada disso. Foi um dos poucos que eu decidir ir embora antes de acabar, mesmo sabendo que meu dinheiro ia ser perdido, afinal, foi perdido no momento que comprei o ingresso. A história é um "fiapo", as situações do embate são simplesmente idiotas (de onde saíram tantas bóias?), as interpretações são mentirosas (e não adianta bater só na Rihana, Lian Neeson aparece pouco e está muito mal).
Os efeitos especiais são um atestado de superfaturamento do departamento, onde diabos eles gastaram mais de 200 milhões de dólares?
E o que dizer do ator principal (não vi John Carter), mas este Taylor precisa procurar outra coisa para fazer na vida!
Li a crítica daqui, mas críticas pouco me influenciam, gosto do conjunto de textos, mas evito a coisa de "vou ver um filme porque a crítica foi boa", afinal, temos de ter nosso próprio senso crítico, tinha tempo livre e fui ver (afinal já tinha visto 5 vezes os Vingadores!).
Porém, sem entrar em teorias da conspiração, afinal o crítico, no caso o Borgo tem direito de achar graça em uma batalha naval sem sal (embora precisasse, já que está no papel de crítico, sustentar uma argumentação sólida e coerente sem perder a subjetividade para isso). Enfim, sem entrar em teorias da conspiração em relação a "caixa 2" no Omelete para positivar filmes, acaba por ser uma das críticas mais incoerentes que já li aqui - indecisa, nervosa, pretendendo agradar todos os lados sem entrar nas feridas abertas e óbvias do filme ruim, uma crítica que parece refletir a essência do filme quando deveria enfrentar essa essência com "criticidade nerd" seja lá o que isso signifique, já que não me considero nerd, mas o crítico se considera. Este filme é um desperdício de energia e, se serve o alerta, ninguém perderá absolutamente nada se não o ver, seria melhor eu ter visto pela sexta vez o Hulk "esmagar" Chitauris e deuses pretensiosos.
Bono | Cantor será o músico mais rico do mundo
Joaquim (18/05/2012 11:26:09)
Vi um cometário abaixo de apologia ao socialismo. Vamos ver porque o mundo socialista não prosperou.
1o lugar: o dinheiro é uma constante conforme dito anteriormente, mas a criação de riquesa não o é. No caso do Bono, ele não está tirando oportunidades de outros e sim a sua criação de riqueza pode vir a criar oportunidades para vários. Exemplo: se o Bono resolver aumentar sua caridade ou gastar a sua "nova" fortuna, ele vai gerar produção em outras industrias que vão gerar mais empregos.
2o lugar: o homem é um ser egoísta, logo a necessidade é a mãe das invenções. O capitalismo vai adiante, pois ele não tem pena de destruir o que é ineficiente e o homem é obrigado a correr atrás. Essa obrigação é que é o principal fator de geração de riquesa (empreendedorismo).
3o lugar: A desigualdade social quando não extrema, caso Brasil, ela é melhor para a economia, uma vez que os gastos e as economias dos ricos geram empregos em industrias que não existiriam caso todos fossem iguais. Vide também a máxima, dinheiro gera dinheiro. A geração de riqueza é maior.
4o lugar: O homem é um ser desigual, isto é, cada um tem suas aspirações, logo não pode ser tratar igualmente os desiguais. Algums preferem trabalhar até tarde para ganhar mais, enquanto outros preferem ir para a praia.
Para a mundo não virar uma selva é que existem os governos, que melhoram a oportunidade para todos e para garantir que os que tem poder economico hoje não impessão a ascensão de outros.
Bono | Cantor será o músico mais rico do mundo
Wallace (18/05/2012 16:22:51)
Não fazendo qualquer apologia ao Socialismo que, por sinal, penso ser uma teoria aceitável e uma prática algo eficaz se fragmentária e nociva se vivida na totalidade. Porém, seus conhecimentos sobre ordenamento social capitalista são primários, é ciência política de boteco e um samba de criolo doido com forte carga de darwinismo social.
Bono | Cantor será o músico mais rico do mundo
Joaquim (21/05/2012 13:18:32)
Não Christian, resumindo: Que bom que tem gente rica para haver mais oportunidades para outras pessoas que não necessáriamente pobres, como a classe média.
O problema é que no Brasil, a classe média ainda é pobre, quando comparado com outros países. Nem 8 nem 80. O Brasil tem uma desigualdade muito alta.
Com relação ao comentário do Wallace, como o site se chama Omelete e não Cinéfilos, o comentário é para ser mesmo de botequim. E concordo que o capitalismo, quanto mais selvagem for, mais próximo do darwinismo será.
Aproveitando o comentário, gostaria de pedir desculpas pelo assassinato do português, uma vez que escrevi Riqueza com "s" e impeçam com 2 "s" e "ão" (hehehe)
Abraço,
Os Vingadores - The Avengers | Crítica
Wallace (03/05/2012 13:25:25)
"Santa Ladainha, Batman!", diversão é diversão, pura e simplesmente. Vingadores é aquilo que se propôs ser, Batman não reinventou nada - é um filme impressionante, sim - mas é também cheio de momentos óbvios e que desafiam a suspensão da descrença. Nem por isso é menor. Pena que alguns aqui parecem se entricheirar atrás do filme para negar tudo o mais que foi produzido e não se permitem experimentar a sensação de ver um cinemão despretensioso e, por isso mesmo, épico. Se os Vingadores será descartável? Só o tempo dirá, mas me garantiu diversão e me mobilizou (e a todos que estavam comigo) naquelas horas, sem dúvida e é isso que importa.
Os Vingadores - The Avengers | Crítica
Shadowman (03/05/2012 14:32:23)
O problema é que muita gente aqui não é (ou foi) leitor de quadrinhos.
Só que leu quadrinhos sabe que Vingadores é uma excelente adaptação.
Só quem não leu quadrinhos acha que o Batman do Nolan é perfeito.
E mais importante, só quem não leu quadrinhos perde tempo comparando duas coisas completamente diferentes.
Sem falar da inveja de não haver um filme da Liga da Justiça. (quer dizer, tem aquele feito para TV que já passou na Sessão da Tarde)
Os Vingadores - The Avengers | Crítica
Sandro (03/05/2012 17:47:54)
Shadowman ... U r totally RIGHT!!!
Go, Avengers!!!
Os Vingadores - The Avengers | Crítica
Wallace (02/05/2012 18:38:04)
Vingadores foi uma celebração em movimento do escapismo do real que, cumprindo através do cinema o que antes era possível sentir nos quadrinhos (digo antes porque ultimamente é difícil encontrar histórias boas o bastante para nos importarmos com aquelas persanagens que sabemos serem ficção, mas que assumem realidade por um breve momento em nosso escapismo);
J. Whedon foi heróico, afinal, estava ele próprio desacreditado de si, mas depois que vi Serenity, que é muito subestimado como filme, eu acreditava que ele estaria a altura do empreendimento.
Não preciso falar de Hulk, ou Capitão, ou Thor, ou Iron Man, porque já foi dito o bastante sobre eles e foi feito justiça. Mas o filme não funcionaria sem algumas engrenagens fundamentais:
1. Os "coadjuvantes", Fury, Hill e Colson, dando o sentido de humanidade fundamental para que a coisa não seja simplesmente "cósmica", mas uma história que nos faça perceber a dimensão daquilo que pode ser fatalmnte perdido;
2. Os efeitos especiais, simplesmente a serviço da história e não um puro exercício de estilo, até porque eles não parecem sempre realistas, falta certo "peso" em alguns momentos, mas nunca comprometem a história, porque estamos engajados nela;
3. Não é preciso haver um banho de sangue para criar tensão, o que é preciso é construir situações que traduzam em imagens a encruzilhada na qual os envolvidos se colocaram.
4. É possível reinventar a roda sim - com criatividade, humanidade e paixão - a Terra através de Nova Iorque já foi ameaçada de destruição dezenas de vezes, porém, em poucas torcemos tanto para que os heróis derrotassem os inimigos, porque não era só a destruição da humanidade que estava em jogo, mas uma idéia de unidade apesar da diversidade ou justamente por ela. O que estava em jogo era a idéia que tais seres encarnam - disciplina, altruísmo, sagacidade, leveza, força e caráter. E dizer isso para todos os públicos através de um filme que não precisa, aparentemente, se comprometer com tais "idéias realistas" e ainda carregado de humor, é impressionante.
Na sessão aqui em Belém do Pará, todo mundo aplaudio, nós puxamos os aplausos, sempre senti que fazer isso era meio sem sentido, porque os aplausos são para uma tela grande e sem vida, mas ali houve vida, por pouco mais de duas horas a vida ameaçada foi salva, é puro escapismo, mas é bom de vivenciar quando essa mágica acontece.
Os Vingadores - The Avengers | Crítica
Sandro (03/05/2012 18:30:29)
Falou tudo e mais um pouco!!!!
Go, Avengers!!!
X-Men | Veja como seriam os mutantes se fossem criados por Hergé
Heineken (24/12/2011 11:46:01)
É incrível como o visualizador de fotos do Omelete é ruim. É o pior de TODA INTERNET.
X-Men | Veja como seriam os mutantes se fossem criados por Hergé
Bruno (24/12/2011 12:25:00)
Concordo totalmente. É completamente horrível para ler.
X-Men | Veja como seriam os mutantes se fossem criados por Hergé
Marcos (24/12/2011 13:02:41)
Aleluia! Alguém conseguiu verbalizar o que eu vinha pensando há tempos.
Mas ninguém na "cozinha" vai notar ou tomar providências.
X-Men | Veja como seriam os mutantes se fossem criados por Hergé
J... (24/12/2011 17:20:06)
Sou mais um a assinar essa reclamação.
Omelete, deixe-nos ver as fotos integralmente!!!!
X-Men | Veja como seriam os mutantes se fossem criados por Hergé
José (24/12/2011 17:43:03)
Realmente muitop ruim, antes pra mim estava melhor... Vamo cozinha, muda ai!!!
X-Men | Veja como seriam os mutantes se fossem criados por Hergé
Marcos (26/12/2011 13:49:10)
Os caras não ligam pros comentários das notícias. Eu já reclamei que o site fica esquisito em 800x600 e eles nem deram bola.
É tipo um "foda-se! Compre um monitor wide".
X-Men | Veja como seriam os mutantes se fossem criados por Hergé
Wallace (26/12/2011 15:44:33)
Não sou a favor de "teorias da conspiração", mas há de se desconfiar que precisemos usar a barra de rolage para visualizar a imagens e logo ali tem banners de propagandas que num tropeço acabamos por abrir, enfim, é excessivo.
Lanterna Verde | Crítica
Wallace (19/08/2011 21:45:06)
Para (Kurt) WAGNER: Justamente por ser o tópico o Lanterna Verde e eu perceber um monte de comparações deste com TDK é que fiz, como disse, por implicância, mas também por necessidade, o comentário. Se achou errado fazê-lo aqui, era mais fácil simplesmente não ler.
Para João Thiago: fica claro, pelo texto ser longo você não o leu, o que é o direito seu, mas criticar algo por antecipação, sem reflexão acerca da argumentação dada é, no mínimo, "impróprio" (no sentido de propriedade mesmo, para ficar no termo que você mesmo utilizou). Propriedade é uma perspectiva não uma chave que abre todas as portas, J. Thiago, é uma construção, não algo dado e acabado. Tenho a exata propriedade para compreender uma obra como o Cavaleiro das Trevas sem, como você mesmo disse, "idolatrá-la", que, seguramente, é um direito de qualquer um, porém, o que é questionável é tornar esse "direito" uma arma argumentativa que anula qualquer outra e empobrece o próprio debate que você diz querer contribuir. É só dar uma olhada na quantidade de comentários em torno do Cavaleiro das Trevas para perceber que já virou lugar comum e mesmice tudo isso. E é um direito meu ficar de saco cheio disso e externar também, afinal, estranhamente, esse espaço se chama: comentário, não?
Lanterna Verde | Crítica
Wallace (19/08/2011 14:55:43)
POR PURA (MAS NECESSÁRIA) IMPLICÂNCIA: POSSÍVEIS FRAGILIDADES EM "CAVALEIRO DAS TREVAS" DEPOIS DE UM TEMPO...
1. Não consigo acreditar que as pessoas continuem batendo na mesma tecla - Cavaleiro das Trevas é o melhor para todo o sempre! Já virou mantra, quase um misticismo, lendo os comentários sobre Lanterna Verde, que quero assisti mesmo não conhecendo a fase recente que todo mundo diz ser ótima nos quadrinhos, o que impressiona é e merda do fantasma do Cavaleiro das Trevas em todo o lugar por aqui!
2. Revendo o filme com amigos que não curtem quadrinhos, mas gostam de cinema, um comentário me fez refletir: o fime deveria se chamar "Coringa" e não "Batman - O Caveleiro das Trevas", o cara faz e acontece e não perde em nenhum momento, ele é Deus para antecipar tudo sempre? Sacanagem isso! é pedir demais que eu acredite.
3. O filme estabeleceu o "filão" que será explorado até a última gota: filmes sombrios de super-heróis pseudo-intelectualizados, no tipo, caixas-dentro-de-caixas que, no limite, podem levar a uma equação cuja soma seja zero, o que não é o caso do filme em questão, mas uma perspectiva a partir dele.
4. Felizmente a Marvel Studios parece não embarcar completamente nessa onda de "roteiro sombrio e hiper-realista", porra, estamos falando e super-heeróis! Eu gosto do filme, muito, mas, com o tempo, ele vai perdendo o brilho, diferentemente de Watchamen.
5. Há frases e momentos impagáveis e de verdadeira arte: "o que não nos mata nos deixa mais estranhos" ou "Loucura é que nem gravidade, basta um empurrãozinho", mas isso é apenas um vilão, ou outro - Duas-caras, foi literalmente jogado para escanteio (não a personagem Harvey Dent, mas o vilão, Duas-caras).
6. Isso nos leva a piadinhas e momentos que funcionam mal no filme: A perseguição a Dent depois de dizer que é o Batman, em muitas partes soa "fake": não preciso falar da piada forçada do cara que está junto ao que dirige no furgão da polícia; ou mesmo a cena da moeda com os três e a família ao final, só o Gary Oldman estava bem, mas a cena carece, toda, de tensão e ápice; A postura do Batman sobre a pureza dos cidadãos na barca não explodida soa frágil, um discurso amador frente ao Coringa;
Enfim, que o filme é, sem dúvida, muito bom, isso não há sombra de dúvidas, ainda fico comovido com a fala de Oldman ao final enquanto o Batman foge da polícia, mas sacralizá-lo emburrece e nubla a força da própria obra, que tem todos os méritos e não é perfeita como parece que uns querem crer e, pior, abre espaço para os executivos criarem um modelo a partir daí que teremos que engolir cada vez mais, sem muitas opções.
Lanterna Verde | Crítica
João Thiago (19/08/2011 15:56:36)
Pra um cara falar mal de TDK, tem que ter propriedade. Honestamente, coisa que você não tem. Não se entende bulhufas desse seu texto enorme, a não ser que o filme não é seu predileto.
Ok.
Mas se milhares defendem, idolatram, amam o filme, é pq de fato ele tem méritos. Muitos méritos. É sim a melhor adaptação de um HQ. O único filme de herói, que na minha opinião, merece nota 10.
É simples. Aceite que as pessoas veneram o filme, e se vc não gosta...vai ver Scott Pilgrim. ;)
Lanterna Verde | Crítica
Wagner (19/08/2011 18:23:15)
Cara, na boa, o tópico aqui é LANTERNA VERDE...
Lanterna Verde | Crítica
Fogs (19/08/2011 18:38:34)
Cavaleiro das Trevas foi um filmaço. Pena que não é Batman pra mim. É um thriller de ação.
Painel Imortais | Comic-Con 2011
Wallace (16/08/2011 16:18:28)
Eu gosto do trabalho de Tarsem, mas sempre há um problema nos seus filmes que ele mesmo aceita: o roteiro, ele começa a trabalhar o filme pelo visual e isto é uma franqueza que não é para qualquer um: acho que tem haver com o fracasso de bilheterias que foi o The Fall, que é uma experiência impressionante, um dos filmes mais interessantes que já assisti, sobretudo visualmente (que, no fundo, é a essência do cinema). Quero conferir este Immortals, se ele conseguir se superar como fez em The Fall, que aqui teve o terrível título "Dublê de Anjo", ja vale muito o ingresso.
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Veja a primeira imagem da Mulher-Gato! [ATUALIZADO]
Wallace (05/08/2011 16:30:47)
Interessante, ma não genial. A Mulher-gato sempre foi para mim uma personagem mais densa que o próprio batman, por isso fiquei com atenção redobrada em relação ao filme, não achava que seria possível após as recentes investidas da felina no cinema. Porém, espero que ela não seja uma vilã de segunda (como aconteceu um pouco com o Duas-Caras) e que ela possa realizar todas as façanhas, artimanhas, sacanagens, ironias e seja uma rival a altura do Batman - coisa que ela é de fato.
Capitão América - O Primeiro Vingador | Crítica
Wallace (28/07/2011 23:40:09)
Falando antes de ver o filme, o que é temerário, mas por impressões do conjunto da obra: sempre achei o Capitão América um pé no saco, meio irrelevante em termos de complexidade, o equivalente ao Superman da DC, continuo achando que o problema dos filmes baseados nesses personagens não é só o filme em sim, mas o próprio personagem. Então, o que resta é a transcendência, fazer um filme relevante de um personagem que não tem tantos "capital conflitivo" quanto outros. Acho - pelo que acompanhei até agora - que o diretor e os envolvidos conseguiram criar um produto melhor do que esperado, mas não revolucionário, até pelos próprios limites e intenções do estúdio envolvido captado na crítica. Vou ver sem estigmatizar este produto, mas não é mesmo o mais emplogante filme da Marvel em minha opinião.
Agora, sem fazer uma discussão sobre a crítica e sobre quantos ovos essa galinha tem que botar pra esse ou aquele filme de interesse comum (porque é irrelevante para mim a quantidade de ovos ou se é escala numérica ou precisão cirúrgica, putz). Uma coisa que sempre me atraiu em sites de entretenimento é a capacidade argumentativa e ácida dos que produzem os mesmos, afinal, um toque pessoal é bem vindo em informações produzidas às toneladas e igualmente reproduzidas ao redor do mundo. Porém, de uns tempos para cá venho perdido um pouco a vontade de ler as críticas do omelete, não porque eu discordo delas ou elas não batem com minhas opiniões, sou livre para ter as minhas próprias assim como os donos do site o são para veicular o que pensam sobre um ramo que entendem mais do que a média - e aí está o mérito dos mesmos. Enfim, de uns tempos para cá venho percebido um ar meio burocrático nas críticas, quase formatos padrões (e posso está sendo injusto, mas é o que tenho percebido), o que é grave na minha opinião já que as críticas são, de longe, um dos carros chefes dos maiores acessos e comentários no site. Queria ver mais dedo na ferida, queria ver mais comentários pouco comportados, queria ver mais análises transloucadas e que fogem de um modelo chatamente padronizado de crítica, o toque pessoal carregado de nerdice na veia, seria legal um pouco mais disso.
Capitão América - O Primeiro Vingador | Crítica
Leprechaun (28/07/2011 23:45:30)
Talvez os filmes estejam burocráticos e a crítica seja reflexo disto.
Capitão América - O Primeiro Vingador | Crítica
Wallace (28/07/2011 23:58:03)
Leprechaun, já li críticas surpreendentes de filmes ruins justamente porque são críticas que jogam merda no ventilador sem dó nem piedade, é possível produzir críticas inventivas porque ela é uma "obra" diferente da que é criticada, o filme em sim. Se a crítica é burocrática não é porque o filme é burocrático e sim por falta de criatividade, preguiça ou formalismo necessário, não sei, de quem a escreve.
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 | Crítica
Wallace (11/07/2011 14:22:18)
Livros interessantes para quem está começando a ler, filmes inconstantes - achei o 3 ótimo, dormi na sessão do 5,e realmente gostei da 1ª parte do 7. Acredito que precisa acabar, de fato já acabou para os atores que podem deixar de ser personagens que foram quase todas as suas vidas (deve ter rolado muita terapia nesse processo), filmes de uma produção de qualidade inquestionável, ainda que, em alguns casos, histórias simplificadoras. Tem aquela "pegada inglesa" que eu gosto, da coisa meio crua, meio escura, mais realista (o que é fundamental para imersão num filme completamente fantasioso). Mas, sinceramente, não vão me fazer muita falta, é um tipo de diversão que eu embarco sem ser uma obra-prima, que venha, que passe e que esqueçamos o último, para os fãs de carteirinha da séria: a vida continua de qualquer jeito.
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 | Crítica
Maria Eduarda (11/07/2011 08:34:02)
Independente da qualidade dos filmes, tem-se que parabenizar o pessoal da terra da Rainha. Afinal, manter durante longos 8 filmes o mesmo elenco... é descomunal.
Acho injusto manter comparações... comparar JK Rowling com J.R.R Tolkien e C.S. Lewis é um pouco injusto, inclusive comparando suas obras (literárias ou cinematográficas), O senhor dos anéis, As crônicas de Nárnia e Harry Potter.
A um tempo atrás eu era extremamente crítica com relação a tudo, agora, entretanto, procuro ver e criticar o que de melhor ou pior teve um determinado trabalho.
Em Harry Potter eu me apaixonei por O prisioneiro de Azkaban dirigido por Alfonso Cuarón (pra mim ele poderia ter dirigido todos) o filme ficou mais sombrio e dinâmico.
Os outros foram um misto de acertos e erros, mas a primeira parte do Sétimo filme me surpreendeu muito.
Então acho que Harry Potter mostrou bem o que JK escreveu em sete livros, o crescimento e desenvolvimento do personagem principal. Eu gosto dos filmes porque se mantiveram durante anos mostrando o que foi uma das sagas literárias mais rentáveis deste mundo.
Claro, que ficaria melhor se Harry tivesse morrido no final... mas nem tudo é perfeito... srsr
beijos.
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 | Crítica
André B (11/07/2011 11:21:20)
Vi o primeiro no cinema e achei fraco. Vi o segundo e me senti assaltado, afinal era idêntico ao primeiro filme. No terceiro nem fui ao cinema.
Mas acabei assistindo-o, mais tarde (aluguei - na época ainda fazia isso).
E não é que gostei do filme? Sombrio, ritmo bacana, fora aquelas sacadas temporais que não tem no livro, bem legais. Aí dei uma chance à série literária. Acabei lendo tudo.
Acho que, no final, a Rowling se apegou demais aos personagens, quis mostrar todos na batalha final. E tb não matou nenhum dos 3 principais. Acho que se o Harry ou até mesmo a Hermione morressem, a série ganharia uma carga dramática mto maior.
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 | Crítica
Wallace (11/07/2011 14:18:34)
Eu pensei que só eu tinha gostado mais do 3 (afinal, foi o que menos arrecadou em toda a série). Concordo globalmente com você, Maria Eduarda, mas não tenho certeza que matar ou não personagens significaria perfeição! Tudo depende de como eles são bem ou mal construídos e até onde o autor está disposto a ir, se ficamos com a sensação de que foi bom, mas poderia ter sido melhor ao final dos livros (e eu fiquei também), não seria a morte de um ou outro que resolveria, simplesmente é o atestado de nossa percepção crítica de que é uma série de livros boa, mas, como você disse, inconstante, como os filmes.
Sobre as comparações entre autores também não sou muito a favor, até porque não depende só do que eles escrevem, mas da nossa relação com o texto, incluído aí nosso estado de espírito e o momento em que estamos na vida. Ex: li Crônicas de Nárnia quando moleque e achei fantástico, reli recentemente e achei simplesmente esquecível - eu não estava, feliz ou infelizmente mais no momento da vida que me conectaria com a história, diferentemente de O Senhor dos Anéis, que é impressionante para mim.
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 | Crítica
Jaqueline (15/07/2011 13:18:24)
Eu detestei o 3,mudou praticamente a história inteira, acho que foi um dos que mais fugiram à história do livro.
Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua | Crítica
Snake (06/07/2011 11:32:25)
Assisti ontem e sinceramente gostei muito!
Quem vai pra assistir uma sessão pipoca como essa,sair do cinema pra fazer reflexão, blá,blá,blá caiu do cavalo.
Pra mim foi o melhor de todos,cenas de ação que eu nunca vi e nem sei se vou ver na minha vida.
Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua | Crítica
Wallace (06/07/2011 16:22:59)
Snake, sua afirmação é totalmente válida sobre as cenas de ação, mas penso que não é a questão fazer reflexão sobre uma sessão pipoca, mas simplesmente não consegui embarcar (com ou sem pipoca) na sessão. Eu gostei muito do 1 e, convenhamos, não tinha a escala e os efeitos que o 3 possui, mas naquele primeiro havia uma totalidade em movimento louco que nos capturava, nesse, como disse mais abaixo, parecia que a qualquer momento o Bay ia aparecer na tela falando que é tudo sacanagem. Não é uma questão de reflexão, é uma questão de ter sido um "coito interrompido" ou, nem isso, porque já valeria um pouco.
Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua | Crítica
Wallace (05/07/2011 16:57:05)
Assisti Transformers com boa vontade, gosto das personagens, gostei do primeiro filme e esqueci o segundo. Porém, mesmo com a sessão de cinema lotada e com o povo aplaudindo no final, saí com uma sensação de "perdi meu tempo aqui", na parte final eu só queria que o filme acabasse logo.
Ok, o visual é impressionante, o 3D funciona, as cenas de ação bem orquestradas, mas simplesmente não há roteiro, não há história, só gritaria, barulho, correria, sem sentido algum!
E os que são condescendentes com o cinema do Michael Bay, dizendo "você já sabe o que esperar do cara e não pode ir querendo um filme do Wood Allen", seguramente não - nem curto muito Wood Allen, mas, pelo menos, vou querendo ter entretenimento de qualidade, uma história que me motive a embarcar na onda das personagem e não um filme que explode meus tímpanos sem que eu entenda o porquê? o para quê? E, seguramente, não tenho problema de entendimento, não há o que entender ali, mas nem o "se deixar levar" vale, quando não há corrente para ir na onda...
1) De onde diabos saiu aqueles personagens interpretados por Malkovicht e aquele japonês?
2) A menina que substitui a Mikaela, linda (embora prefira a Megan Fox, tem cara mais de louca e combina com a gritaria toda), linda e um arranhão na suspensão da realidade via interepretação.
3) Por que o Sam grita tanto, até quando não precisa? Uma hora que Optimus sai voando depois de se desvencilhar de fios ele grita: Optimus, como se você dizer algo, mas é só o grito mesmo... travoso!
4)Os discursos de Optimus, para um filme de 200 milhões, acho que a grana para o cafezinho foi maior que para o roteiro, simplesmente dispensáveis, eu só pensava: Cala boca, Optimus, e enfia o aço logo nessa cabeça de robô aí!
5) Ninguém morreu no meio daquilo tudo? E, óbvio que vi gente explodir em cinzas com os raios, mas não eram gente, não havia vínculo algum, parecia um video-game e era até divertido ver a galera explodir, olha a que ponto chegamos!
6) Tem uma hora que juro, pensava que o próprio Michael Bay ia aparecer na tela e dizer: Eh, tô de sacanagem com vocês! (e pensar que é em pessoas com esse calibre que outras apostam para o futuro do cinema norte-americano).
Estranhamente não foi uma boa experiência e, mais estranhamente, pareceu que o 2 tinha lá seus méritos vendo o 3.
Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua | Crítica
Tony (05/07/2011 21:57:51)
O Michael Bay quis inovar com esse filme, a ideia era simplesmente diversão, colocar o telespectador numa especie de montanha russa, e quando vc ta numa montanha russa quem é que pede pra sair dela? terminar logo? quem discute se foi construida de ferro, se é de aço, provalmente, poucas pessoas discutem isso, mas no final, a maioria que curtiu o passeio aplaude. transformers é isso.
Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua | Crítica
Sandro (06/07/2011 19:37:24)
É, o Tony tem razão, mas todo passeio de montanha russa nos deixa enjoado!!! Hehehehehehe...O filme é bom, mas EXCELENTE é APELAÇÃO!!!
Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua | Crítica
Luiz (12/07/2011 21:06:27)
Perfeito comentário Wallace, parabens!!! Tambem achei o cumulo chicago inteira explodindo em cima deles e a loirona lá ficar com a jaqueta branquinha e sem um arranhão sequer... Isso sem falar que o exercito americano sempre salva a pátria na ultima hora... aff
Pacific Rim | Guillermo Del Toro promete o maior filme de monstros gigantes já feito [ATUALIZADO]
Wallace (28/06/2011 16:44:19)
Como já foi mencionado, a premissa é muito parecida com a de Evangelion: Neo Genesis, que para mim é o anime mais relevante que já vi, junto com Monster (tirando os filmes como Castelo Encantado, claro). Obviamente, que não há vinculação direta, mas se o filme se propôr a exploração não apenas da destruição massiva, mas também a devastação humana em sua intimidade, já é um ganho, em tempos de roteiros que criam uma ecatombe mundial sem que sequer nos conectemos com os milhões de pessoas que viram pixels morrendo numa tela gigante (2012, por exemplo). Ainda acredito de que não se atinge o universal sem mergulhar em nossa humanidade particular, talvez, em tempos de roteiros de apelo globalizado, o melhor seria voltar a intimidade da própria casa, da própria família e produzir exercícios deestranhamentos a partir daí. Porém, com o roteirista de Fúria de Titãs no meio e a necessidade de Del Toro de produzir algo estrondoso, de necessário sucesso, não sei se o resultado será surpreendente, parece, infelizmente, mais do mesmo.
Bilheteria USA | Piratas do Caribe 4 - 20 a 22 de maio
Wallace (22/05/2011 19:26:42)
Acho instigante essa discussão sobre os lucros dos filmes - embora eu mesmo me pergunte o porquê se não sou siretamente envolvido (se fosse inveestidor iria mais para os fármacos e não para os estúdios), acho que é nosso apelo capitalista, mesmo sem participarmos desse bolo gordo e suculento - eu me interesso pela questão sem entender muito, mas penso em variáveis:
1. Muitos filmes têm parceiros que pagam parte do custo do filme para anunciar, lembro que a petrobrás pagou muito para ser uma equipe coadjuvante naquele filme sem graça chamado speed racer.
2. Há disputa por incetivos fiscais e guerra entre os lugares para oferecer mais baixos custos, como Vancouver que traveste qualquer cidade, qualquer cenário que tenha gelo, qualquer lugar que pareça vagamente com o "norte do mundo";
3. Há essa contabilidade nebulosa que esconde custos (para evitar alarmismo entre investidores) e há inflacionamento para burlar a cobrança de impostos ou coisa parecida;
4. Há as bilheterias, que são diretas, mas nem sempre as mais gordas para um filme - acho que funciona como uma grife, como ter uma loja no shopping por status, em alguns casos;
5. Há a arrecadação em DVDs, B. R., licenciamente para televisão, reprises, o que for, por anos, por décadas, dependendo do filme;
6. Há os produtos ligados ao filme, mas em geral funciona mais para as franquias do que para filmes de primeira viagem sem pretensões de virar o 2, 3, 4, e assim por diante;
7. Há as exclusividades, sabe-se lá se não há acordos entre revistas, jornais, sites e garantia a exclusividade sobre divulgação de um filme, podemos supor que é o inverso, mas também é um campo nebuloso;
8. É muito improvável que se desse sempre prejuízo ou se fosse necessário os 3 vezes mais que o custo, só assim viria o lucro, ninguém estaria nessa indústria se fosse dessa forma (embora eu penso que as taxas de lucro, percentualmente, não seja tão astronômicas frente aos custos, normalmente, salvo casos como A Bruxa de Blair");
9. Ainda assim há fracassos claros e, óbvio, isso nem sempre tem haver com a qualidade duvidosa do filme, ao menos eu achei "Ensaio sobre a Cegueira" um filmaço e foi um fracasso retumbante! Por outro lado teve a Mulher-Gato que foi horrível e também um fracasso de bilheteria, mas parece que se pagou nos finalmentes - dvd, b.r., produtos licenciados, etc (li aqui que e empresa da barbie fez acordo para vender bonecas da mulher-gato, embora duvide que tenha vendido muitas).
Enfim, mais um tentando entender e debater a coisa, me interessa porque me ajuda a saber como se organiza essas relações no mundo, sem cair no vácuo óbvio e simplista, a questão é mais complexa do que se imagina.
Os Vingadores | Mais fotos do set e orçamento estimado
Wallace (09/05/2011 23:53:02)
Queria pensar um pouco sobre o diretor: J. Whedon. Há um certo temor na pegada dele, na situação que o levou a dirigir o filme - o cancelamento daquela série que não vi e portanto não sei quase nada, Dollhause. E o tipo de energia que ele estava levando - lembro que alguém mencionou "complexo de vira-lata" ou "ato desesperado". Pois bem, o cara é roteirista, e embora roteiro de filme sejam diferentes de quadrinhos, foi ele quem escreveu talvez a última saga que me prendeu em x-men, desisti de comprar os quadrinhos depois dessa saga por sensatez; Além disso, ele dirigiu um dos filmes que eu acho dos mais subestimados de ficção-científica: Serenity, que apesar de todas as limitações tem uma história densa, com verdade nas personagens e com a capacidade de nos sugar para a história e sentir que vale a pena torcer! Por isso acredito no Joss Whedon, acho que ele vai realizar o possível e o impossível para fazer de Vingadores o seu "cala-a-boca" definitivo e sua grande homenagem, sem degringolar para a banalização do tipo - já é jogo ganho! Só quem perdeu sabe o gosto de uma possível vitória.
Thor | Crítica
Wallace (03/05/2011 17:21:02)
Lico Blade, nem foi para você que direcionei a crítica, eu apenas dei uma olhada geral nos comentários e acho que tem algumas coisas tão insistentes que são apenas redundâncias:
1. as comparações despropositadas (não li a sua em especial), onde as personagens são retiradas da sua expressão para recortarmos as mesmas em um pano de fundo que funcione para nós;
2. Cavaleiro das Trevas como o único parâmetro que de tanto falarem aqui começo a ter uma certa antipatia com o filme - sabe aquela música do titanic? Eu gostava, mas de tanto generalizarem assumiu um gosto ruim com o tempo, não é uma busca por diferenciar-se, é apenas ficar de saco cheio de baterem na mesma tecla óbvia;
3. Essa guerra DC & Marvel, pura idiotice, eu particularmente prefiria a Marvel e mesmo assim só algumas coisas, de uns tempos para cá as histórias não têm me calado fundo e simplesmente parei. Hoje leio Vertigo e algum material da DC, mas detesto os caras do naipe do superman porque é um personagem ruim por natureza, penso, não porque foi criado ruim, mas seu fundamento o é - invencível, incomparável, completamente positivo - não me agrada em nenhum ponto. Mas daí eu querer guerrar por esse ou aquele meu personagem preferido é infantil, embora a sociologia explique bem isso.
4. Ultimamente percebo que não há regras em uma crítica de cinema (e não falo apenas da crítica profissional, mas daquela que cada um de nós precisa fazer para si mesmo), é uma articulação entre aquilo que espero e aquilo que vejo, completamente mergulhada em uma série de intervenções externas ou internas (um exemplo: a nossa disposição prévia para um filme pode contar muito no resultado final de como o criticamos). Porém, o que leio muitas vezes aqui é apenas uma mesma ladainha padrão, sem reflexão, ou antes, sem comprometimento consigo mesmo - seja mera diversão, seja lá o que for.
5. Cinema é cinema, quadrinhos é quadrinhos - não consigo acreditar que as pessoas não compreendem isso! Óbvio que um roteiro cimentado em uma saga bem construída dos quadrinhos pode funcionar melhor do que pegar só o nome do herói e reinventar a roda, mas simplesmente não é possível transpor coisas que funcional em "scenarium" estático e sequencial para a corrente de movimento da "trama";
ps. ultimamente tenho até pulado alguns comentários que aparecem a sigla TDK, mas aí já é implicância minha, confesso.
Thor | Crítica
Wallace (03/05/2011 02:38:35)
Acho uma bobagem essas comparações minuciosas de filmes diferentes - esse e aquele ator, essa e aquela situação, esse e aquele figurino - porque esvazia o contexto onde o ator, a situação, o figurino, foram mobilizados, como e porque foram. Obviamente é possível comparar filmes em sua totalidade (e vai aí uma dose cavalar de subjetividade de quem compara), por exemplo, prefiro Cavaleiro das Trevas a X-men 3, mas não por essas minúcias que o diferenciam, mas por seus contextos, suas totalidades. Posto isso, penso em Thor - que assisti em 3D: Diversão pura e simples, mas valendo cada centavo do ingresso que paguei! Corajoso o filme com os figurinos asgardianos em tempos de couro preto; Intenso com os gigantes de gelo e o dilema de Loki; hilário com as situações de deslocamento entre o que se vive em Asgard e na Terra; prazeroso em sentir que Odin é Odin, cheio de humanidade e absoluto ao mesmo tempo; Frágil nas situações mais completamente humanas, com amores forçados e ausência de explicações maiores para quem não conhece a mitologia da personagem ou dos vingadores (eu lia quadrinhos, mais da Marvel do que da DC, mas não conhecia a fundo Thor e os Vingadores sempre me pareceram meio sem graça até os Supremos). O fato é que me senti convencido, o cara que faz Heindall, por exemplo, com aquele visual de carro alegórico ele poderia soar simplesmente patético, mas sustenta a personagem nos poucos momentos que aparece que acreditamos que ali tem poder! A ponte de arco-íris em 3D é simplesmente espantosa...
É um filme esquecível apesar de tudo, não vai revolucionar a história do cinema e tal, mas, no tempo em que esteve na tela, conseguiu me transportar para aquele mundo e é essa experiência que vale, pode soar ingênuo - dadas as fragilidades apontadas e as comparações muitas vezes despropositadas com outros filmes (O Cavaleiro das Trevas parece onipresente por aqui que começo a suspeitar de miopia coletiva) - mas, se ser ingênuo me permitiu ser sugado para Argard como fui, porra, a ignorância pode ser uma benção as vezes! Vou assistir de novo, sem dúvida, talvez para captar as minúcias, mas a primeira vez de um filme esquecível a gente não deve esquecer.
X-Men - First Class | Trailer russo tem cenas inéditas
Wallace (15/03/2011 16:13:35)
Estranhamente em língua russa e com o som já clássico de épicos os fragmentos do filme não soam tão fragmentários! Lembro que a cena mais interessante na minha opinião em x-man1 foi justamente o campo de concentração no início do filme, resgatada aqui. Eisenstein - que por sinal era russo - dizia que cinema é montagem, no sentido não apenas de edição, mas de criação de um novo universo, um mapa coerente com a natureza que se quer (re)inventar. Quero apostar no filme por todas as possibilidades recriadoras que ele trás e detesto a ortodoxia que muitos pregam, se a história funcionar, como parece nesse trailer centrado em Magneto (que, convenhamos, é o mais complexo das personagens mostradas, com mais dilemas e profundidade), talvez a experiência seja gratificante e com a baixa expectativa em torno do filme, seja ainda melhor experimentá-lo.
Batman - The Dark Knight Rises | Anne Hathaway será a Mulher-Gato
Wallace (19/01/2011 20:27:28)
Danielpaz, quando falei Michele Pfeifer e Halle Berry, como parêmetros, era justamente para falar de extremos entre o melhor e o pior que temos em termos de público em geral, sem referência ao passado quase mítico porque estou falando enquanto público mediano e não profundos conhecedores das referências televisivo-cinematográficas.
Além disso, o que Nolan está construindo é uma refundação da personagem, por isso, acho que falar de um passado da personagem, mesmo do Batman, não cabe, nisso você está certo quando fala sobre a dificuldades de encaixar a Mulher-gato no "universo criado por ele".
Mas o que me chama a atenção é a aposta na atriz, que luta - e diga-se, bravamente - para deixar a imagem de princesinha e ser levada a sério, fico imaginando as loucuras interpretativas que ela esteja disposta a fazer e a entrega e submersão na história comandada a mão de ferro por Nolan, que sabe retirar densidade dos atores.
Gostaria de ver Hathaway emular Pfeifer (Mulher-gato I) e varrer Barry (Mulher-gato sem noção) numa transformação que fossem além desses cânones de bom e ruim que a personagem ainda tem em nossas mentes, que esteja a altura dela, também, refundar a personagem.
Batman - The Dark Knight Rises | Anne Hathaway será a Mulher-Gato
Wallace (19/01/2011 19:00:56)
No universo de Batman, a Mulher-gato sempre me pareceu a personagem mais interessante, pela sua ambiguidade, pela sua história, pelo seu envolvimento com o Batman. No cinema, os parâmetros são Michele Pfeifer - que trouxe um sentido novo, entre o atrapalhado e o melancólico para a personagem - e Halle Barry - que não precisamos nem comentar naquele filme suicida. Acho que Hathaway não combina "naturalmente" com a idéia geral de mulher-gato, porém, uma atriz que parece lutar para se levar a sério nas mãos de um diretor que sabe tirar o que precisa dos atores, é como pegar a Barbie e jogá-la do seu castelo de Cristal num prostíbulo barato, ninguém acredita que funcionaria, mas se funcionar pode ser de tirar o fôlego, é uma aposta, espero que eles ganhem e os que gostam da personagem também.
X-Men: First Class | Trailer sai esta semana, leia a descrição
Wallace (12/01/2011 19:34:39)
Penso que querer manter a cronologia dos quadrinhos num filme é absurdo, afinal ela é uma bagunça nas HQs como já foi comentado. O importante é garantir a essência - as qualidades que definem a personagem - bem como um contexto crível em que eles acabem interagindo. Como ocorreu em X-men I e II (o terceiro foi um desfile de personagens com certo contexto e nenhuma preocupação de manter as qualidades definidoras das mesmas). No mais, é ilosório execrar ou enaltecer por antecipação um filme, a menos que os envolvidos historicamente - em trabalhos já realizados - sejam execrantes ou tenham sido enaltecidos, e mesmo isso não garante de todo a qualidade boa ou ruim de um próximo trabalho.
E, neste caso, me parece que os diretamente envolvidos tem um histórico de realizações acima da média, ainda que num estúdio que parece não levar a sério este tipo de adaptação, o que pode gerar uma certa queda de braços, mas não consigo pensar e Vaughn ou Singer simplesmente baixando a cabeça para executivos, mesmo que o façam, alguma discussão acalorada e formas criativas de driblar imposições absurdas de cima podem acontecer.
Estou começando a ter maior expectativas por esse filme.
Crônica: O Fim de Lost
Wallace (26/05/2010 04:12:33)
Conversando com um amigo meu, ele teorizou uma quetão intrigante, nerdice pura, mas estamos no lugar certo: se a ilha viaja no tempo, a experiência de viagem no tempo duplicou a realidade. Simplesmente é real, não pós-morte, nem nada disso, é a realidade como possibilidade dupla e ainda assim com unidade (mesmo em contextos diferentes as personagens estabelecem relações entre si) a partir da experiência na ilha-tempo. Na ilha vivendo e morrendo e além da morte para alguns; na realidade paralela experimentaram o curso da vida sem a ruptura da ilha (embora causada por ela), parece que há fortes elementos para compreender a coisa desse jeito, ainda que isso não garanta satisfação geral reflete coerência com o universo Lost, pelo que conheço. E quando falo coerência não é chegar de um ponto ao outro pelas leis da razão ou da fé ou o que seja, mas coerências com os (i)limites que foram tecidos na própria série e que não podem ser descontextualizados ou isolados dela.









