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Igor Mairinque

Igor Mairinque

São João del-Rei, MG

Comentários

Novas cenas deletadas de Os Vingadores e um final alternativo de Homem de Ferro 2 caem na rede
Igor (04/04/2013 19:29:59)

Há previsão de lançamento no Brasil da maleta?

Wolverine - Imortal | Hugh Jackman fala sobre Jean Grey
Igor (29/03/2013 12:58:02)

O Hessel já falou sobre a Jean Grey em "X-Men Trueis".

Wolverine - Imortal | Hugh Jackman fala sobre Jean Grey
Igor (29/03/2013 12:56:35)

Acho interessante fazer essa ligação entre os filmes, amplia a mitologia e propicia uma densidade maior às novas tramas.

O Homem de Aço pode ter Lex Luthor
Igor (29/03/2013 11:45:42)

Em relação ao aspecto físico, qualquer um pode ser o personagem. Basta ser careca. O importante é como o personagem vai ser mostrado no filme: se vai ser um cientista louco, um mega empresário, um político ardiloso ou um homem vingativo. Penso que Lex Luthor é fundamental à mitologia do Superman, é sua nêmesis, ou seja, o herói precisa dele assim como ele precisa do herói. Nolan, Goyer e Snyder podem dar uma visão particular e bem interessante ao personagem, a meu ver.

Rock in Rio terá Justin Timberlake
Igor (12/03/2013 00:33:29)

Hoje em dia não há como sustentar um grande festival com apenas um estilo de música. É preciso que diferentes públicos sejam agraciados para que os organizadores ganhem mais dinheiro e o evento seja um sucesso. Mas pelo menos essa nova edição está focando bastante nas bandas de rock.

Evil Dead | Sam Raimi diz que escreverá o quarto filme neste ano [ATUALIZADO]
Igor (01/03/2013 19:55:17)

Já imagino até a frase no pôster: "O original está de volta!"

Star Wars | Han Solo e Boba Fett podem ganhar filmes derivados
Igor (06/02/2013 16:57:17)

Com o Boba Fett seria mais fácil, já que não é preciso um ator específico para o papel e isso pode até aumentar as chances de se construir uma boa franquia dentro do universo nos cinemas. Já com Han Solo, tem que ter Harrison Ford de qualquer jeito, talvez nos moldes da antiga série "O jovem Indiana Jones", com o personagem idoso lembrando de sua própria história.

Videocast: OmeleTV #208 | O futuro de Star Wars e como gostar de musicais
Igor (02/02/2013 09:33:28)

Valeu por mostrarem minha ilustração. Espero que tenham gostado. Quando aos filmes musicais, gosto mais daqueles que se propõem a serem totalmente em linguagem cantada, como uma forma de contar a história, e não os que ficam parando o filme para cantar e dançar. No final das contas, se alguém não gosta de um filme assim, que fique assim. Há quem goste e tudo bem. Existem filmes bons e ruins, e filmes de que gostamos e outros não, assim como os que eles gostam e nós não. Simples assim.

OmeleTV ao vivo na Campus Party 2013!
Igor (30/01/2013 14:33:34)

Acompanhando as aventuras da turma do Omelete na Campus Party.

Star Wars VII terá J.J. Abrams como diretor [ATUALIZADO]
Igor (24/01/2013 21:18:36)

É um ótimo nome, que pode dar uma excelente contribuição à mitologia, caso atue como produtor e no roteiro. Mas espero que essa retomada ao universo não seja tão brutal e inovadora como em Star Trek. Mudar certos cânones pode ser perigoso demais, vide o que o próprio George Lucas fez com a nova trilogia.

Star Wars VII terá J.J. Abrams como diretor [ATUALIZADO]
Igor (24/01/2013 21:39:57)

Ele não vai mudar os cânones,ele mudou em Star Trek pq era mta coisa e ele não ia ter quase liberdade nenhuma pra criar historia e ia acabar contradizendo mt coisa do universo e não era fã, já Star Wars são só seis filmes e ele é bastante fã,é bastante improvável que ele mude (e mesmo que mude acho que não tem problema porque por mais que ele mude ele respeita bastante o material original).

X-Men: Days of Future Past | Patrick Stewart diz não ter ideia de como será sua participação no filme
Igor (04/12/2012 18:41:39)

Não é novidade, afinal, quando disseram para ele sobre um filme dos X-Men, ele pensou que se tratava de "Arquivo X".

X-Men: Days of Future Past | Patrick Stewart diz não ter ideia de como será sua participação no filme
Igor (08/12/2012 10:35:30)

Sério Mateus. Ele conta isso no documentário que está no DVD e Blu-Ray de X-Men: o filme.

Quarteto Fantástico | Reboot ganha data de estreia
Igor (08/12/2012 10:34:17)

Não acho que os filmes originais sejam ruins, mas é óbvio que uma aventura feita pela própria MARVEL tem mais chances de se tornar um sucesso fiel aos quadrinhos, assim como Os Vingadores. Espero que o reboot seja bem sucedido e chegue pra ficar, sem chance de novas reivenções.

Videocast: OmeleTV #201 | Crepúsculo e as cenas mais tristes do cinema
André (25/11/2012 13:57:21)

Tem um monte de cenas que eu acho tristes e que muitas pessoas não acham, como a cena final de "O Exterminador do Futuro 2" em que o John Connor implora pro Exterminador não se destruir e ele responde: "Agora sei porque vocês choram, mas isso é algo que nunca poderei fazer". Não importa se ele sobrevivesse, ele jamais seria humano.

O programa foi bem divertido, melhor do que o da semana passada, que parece ter sido feito no improviso. Borgo, tudo bem você ter suas opiniões, mas deixe os outros falarem mais!

Videocast: OmeleTV #201 | Crepúsculo e as cenas mais tristes do cinema
Igor (25/11/2012 19:59:02)

O Arnold Schwarzenegger não chora porque não fez escola de arte dramática.

Videocast: OmeleTV #201 | Crepúsculo e as cenas mais tristes do cinema
Dente-Azul (25/11/2012 21:02:56)


O programa foi bem divertido, melhor do que o da semana passada, que parece ter sido feito no improviso. Borgo, tudo bem você ter suas opiniões, mas deixe os outros falarem mais!

(2) É isso aí meu caro André!

Videocast: OmeleTV #201 | Crepúsculo e as cenas mais tristes do cinema
André (25/11/2012 23:21:47)

Igor, desconheço se Arnold estudou interpretação, mas uma vez que o papel nele no filme é de um andróide... :)

Videocast: OmeleTV #201 | Crepúsculo e as cenas mais tristes do cinema
Igor (26/11/2012 22:31:38)

Foi uma piada irônica, André.

Videocast: OmeleTV #201 | Crepúsculo e as cenas mais tristes do cinema
André (26/11/2012 23:17:39)

A minha resposta também... :)

Mas bem que dizem que foi o melhor papel da carreira do Arnold justamente porque ele não teve que demonstrar emoções.

Videocast: OmeleTV #201 | Crepúsculo e as cenas mais tristes do cinema
Igor (24/11/2012 14:10:58)

Olá a todos.
Gostei do programa 201, até mesmo as "homenagens" feitas pelos cozinheiros. Vou até concordar com a cara de "vou matar você, tirar o seu sangue e guardar no freezer". Mas punheteiro, alto lá. Onã não! E ainda mais Chucky!
Em nada tenho a ver com o e-mail anterior.
Sou nerd, fã do Omelete, mas seguro sobre minha sexualidade.
Vou tentar seguir os conselhos da versão vampira do Kasino Borgo e melhorar minha cara nas fotos. Talvez um perfil de sociopata.
Valeu pela tiração de onda. Até mais.
Pelo menos eu boto medo no Borgo. Vai que isso me vale de alguma coisa.

A Saga Crepúsculo - Amanhecer - Parte 2 | Crítica
Igor (21/11/2012 09:05:57)

Segue a crítica que escrevi para o portal "Filmes e Games":

Respeito os fãs da "Saga Crepúsculo". Não tenho porque dizer que esses filmes são imprestáveis, ridículos ou desnecessários. Não posso negar o fato de que se trata de um sucesso de bilheteria, com milhões de espectadores e admiradores pelo mundo todo. Se um filme atrai tantas pessoas às salas de cinema, é porque tem algo a oferecer para elas, de um simples divertimento a uma boa discussão.
Não tenho o direito de dizer que os fãs da série são bobos ou que não entendem nada de cinema. Gostam dos filmes, se divertem e emocionam com o que vêem na tela. Não cabe a mim dizer se estão certos ou não ao transformarem esses filmes num fenômeno de bilheteria. Alguém acha que tenho o direito de dizer que todos os que gostam desses filmes, principalmente, as jovens, são desprovidos de inteligência? Nada disso.
Até porque eu gosto dos filmes, com seus defeitos e valores. Não imponho minha opinião porque não é isso que quero fazer. Quero apenas apresentar minha visão desse filme. Em relação ao capítulo final da saga baseada nos livros de Stephenie Meyer, posso apenas contar o que vi, assim como uma de minhas personagens favoritas em toda a série, Alice Cullen.
"A saga Crepúsculo - Amanhecer - Parte 2", de Bill Condon, que também dirigiu a primeira parte, começa exatamente onde terminou o filme anterior, com Bella (Kristen Stewart) despertando como uma vampiresa. Seus primeiros momentos da "nova vida" são ao lado do amado Edward (Robert Pattinson), tendo que aprender a lidar com sua nova condição de "recém-criada". Após "se acostumar" com o fato, ela integra de vez a família dos vampiros Cullen, passando a cuidar da filha Renesmee, sem saber que esta está sob a proteção de Jacob Black (Taylor Lautner), após seu "imprinting". O conflito entre os dois gera uma das frases mais absurdas de todo o filme, mas o texto não é o ponto forte da produção. Isso pra não falar de uma referência a esses nossos tempos de pedofilia por toda parte.
A relação entre o casal Cullen e sua filha se desenvolve ao longo do tempo, ao mesmo tempo em que os demais membros da "família" mantêm uma paz com o clã dos lobos, tendo-os como aliados para eventuais confrontos. A filha de Bella e Edward cresce muito mais rápido que uma criança normal e está sempre sob a proteção de Jacob. Em pouco tempo, ela já é uma garotinha, interpretada por Mackenzie Foy.
É essa relação que dá o tom para todo o restante do filme, quando Irina (Maggie Grace) resolve denunciar os Cullen aos Volturi, os mestres de todos os clãs de vampiros do mundo. Contrariada pela morte de Laurent e acreditando que a menina se tratava de uma criança imortal, algo proibido pelas leis vampíricas, Irina vai aos Volturi e desperta a ira de Aro (Michael Sheen) e seus comandados. As crianças vampiras são exploradas na história como um dos maiores males enfrentados pela raça dos imortais, pelo fato de que todos os segredos dessas criaturas podem ser revelados pelas crianças, além delas serem mais cruéis e sanguinárias que os "vampiros adultos".
Antevendo o conflito inevitável com os Volturi, Carlisle Cullen (Peter Facinelli) convoca seus aliados familiares e lobos para tentar resolver o impasse sem uma guerra sangrenta. Para isso, ele chama vampiros de outros clãs para "testemunharem" em favor de Bella, Edward e Renesmee, alegando que a criança não é uma imortal, mas uma mestiça, meio humana, meio vampira, nascida de Bella quando ela ainda estava viva.
Eis que surgem vampiros irlandeses, romenos, egípcios e amazônicos cada um com habilidades e poderes especiais, os chamados “dons”, como controlar os elementos da natureza ou gerar eletricidade do corpo. A própria Bella possui um poder único, o de ser um escudo protetor. Pelo jeito, sugar sangue não é mais o único atributo desses seres das trevas.
O filme vai narrando os momentos anteriores à guerra inevitável, até que os comandados de Aro cheguem ao campo de batalha. Isso faz com que o filme fique lento em algumas partes, principalmente, nas cenas de Bella e Edward, assim como nos filmes anteriores. Mas a certeza de que haverá uma batalha final, faz com que esses momentos não sejam tão longos como nos capítulos anteriores.
O episódio final é o mais dinâmico, justamente pelo clímax inevitável, que se mostra como uma das melhores sequências de todos os filmes, ainda que a violência vista seja até certo ponto leve, como nos filmes anteriores. Porém, a interpretação dos atores, sobretudo nos papeis dos Volturi valoriza a emoção na tela. Michael Sheen está inspiradíssimo como o cruel Aro e Dakota Fanning, ainda que não diga uma só palavra, enche a tela com uma atuação convincente.
Os personagens coadjuvantes se destacam mais que os principais, por representarem novidade neste filme. Dos novos personagens apresentados, os vampiros romenos e seu desejo incontrolável por vingança, já que dominavam o universo dos vampiros antes dos Volturi, representam alguns dos melhores na tela. Uma visão distorcida do inimigo do americano que vem do leste europeu. Interessante também o personagem Garret (Lee Pace), um vampiro à moda antiga, que não abre mão do sangue humano e gosta e contar histórias das guerras em que participou. Não posso deixar de destacar também a participação de Maggie Grace como Irina, membro do clã Denalli, numa presença forte e marcante, graças à beleza e ao talento da atriz.
Outro ponto positivo é a forma como são apresentados os créditos finais, ao melhor estilo “Kill Bill – Volume 2”, que relembram todos os atores da série e seus respectivos personagens, valorizando tanto as criaturas, como os humanos, que aliás, pouco são vistos nesse filme. Parece que em determinado momento, a simples existência das pessoas vivas é algo irrelevante e que em nada acrescenta ao universo dos seres fantásticos, como os lobos e principalmente, os vampiros. Até porque na maioria do universo de Meyer, os vampiros não se alimentam de sangue humano. É um final digno e respeitoso a toda obra da qual esses filmes foram baseados, com a palavra “eternidade” no lugar de fim, de forma com que a lembrança dessa série permaneça na mente dos fãs.
Revisitar todos os filmes anteriores também me pareceu uma ideia interessante para lembrar toda a história de amor que envolve o casal, afinal de contas, é uma história de amor mais do que qualquer outra coisa.
Como nem tudo são flores em um campo aberto onde um casal apaixonado troca juras de amor há certos elementos no filme que insistem em permanecer, assim como nos episódios anteriores, diminuindo a qualidade da produção, e com isso, sendo alvo de críticas duras e severas.
Primeiramente, a atuação do trio principal continua falha, ainda que Kristen Stewart tenha se livrado em parte da sua “postura travada e destrambelhada” e tenha adquirido mais confiança e força, literalmente. Mesmo assim, ela não convence muito como a mais forte vampiresa da família Cullen. Pattinson e Lautner, ainda que totalmente á vontade nos papeis, não têm muito o que mostrar em termos de interpretação. Os demais Cullen não têm muito tempo para desenvolverem suas cenas, se tornando apenas partes envolvidas no processo que culminará na batalha entre os vampiros.
Outro ponto negativo é a já destacada falta de violência e sangue, elementos que são mais que fundamentais em um filme de vampiros. Apesar das batalhas serem bem executadas, mas nada demais, faltou o sangue que leva aos tons mais dramáticos numa sequência que envolve combates entre criaturas sobrenaturais, dotadas de poderes e habilidades especiais.
Mas a pior coisa do filme é mesmo a Renesmee digital que criaram para o filme. Como o bebê tem as feições da atriz mirim e reage a tudo o que está à sua volta como uma pessoa adulta, parece que a criança no colo dos vampiros é uma versão mal feita do César, chimpanzé humano de “Planeta dos macacos – A origem”. Uma série que gerou tanto dinheiro poderia investir parte dessa grana em efeitos especiais de melhor qualidade e maior veracidade.
Mesmo que "Crepúsculo" ainda seja por mim o melhor filme da série, "Amanhecer - Parte 2" é um episódio superior aos demais pela ação e forma como os personagens são apresentados. Contudo, o filme não passa de um folhetim inofensivo, emocionante e até certo ponto, comum, como a maioria dos que existem por aí. Tem-se um conflito que gera uma alta dose de emoções para chegar a uma solução que leve ao clássico “viveram felizes para sempre”. Ainda que o “pra sempre” ou a “eternidade” seja tempo demais em vista de determinadas criaturas que permanecem existentes nesse mundo.
O espanto que algumas cenas geraram é substituído pela velha fórmula de resolver tudo para que o público fique contente quando a luz da sala acende. Como a maioria do público é formado por garotas e adolescentes, é bom que um final feliz seja mostrado na tela. É a proposta do filme, nada mais que isso. Desde sempre, o que mais se valorizou nesta série é o amor entre os protagonistas.
Ao final de tudo isso, “A saga Crepúsculo – Amanhecer – parte 2” cumpre bem o que se dispôs, encerrando a série de forma digna e respeitosa aos fãs, que desde o primeiro filme, torciam pela união e felicidade do casal de vampiros. O filme merece ser assistido, pela ação e definição da saga. Isso se você é um fã da série e vem acompanhando essa história nos últimos quatro anos.
Antes de encerrar, duas constatações importantes: Dakota Fanning é a melhor coisa em todo o filme e em tempos de Olimpíadas e Copa do Mundo, o Brasil é quem manda. Mas a salvação para todos os conflitos deveria ser um pouco menos estereotipada. Fazer o que? Assim somos nós aos olhos, vermelhos ou não, dos norte-americanos.

A Saga Crepúsculo - Amanhecer - Parte 2 | Crítica
João (22/11/2012 16:50:14)

Gostei da crítica Igor. Vi tudo do mesmo jeito que você. Dakota Fanning é uma super atriz, domina as cenas. A Kristen melhorou muito em atuação, não é das melhores, ainda as vezes tem cara de paisagem, mas está muito melhor que no seu outro filme desse ano, Branca de Neve, que estava insuportável. E os outros clãs de vampiros também foram bons, trouxeram mais humor e emoção a saga. E quase todos ali bebiam sangue humano...

Star Wars | Roteirista de O Império Contra-Ataca pode escrever os Episódios 8 e 9 [ATUALIZADO]
Igor (21/11/2012 09:02:11)

Seria uma aquisição importante para a ampliação do universo cinematográfico de Guerra nas estrelas.

Os Mercenários 3 pode ter geeks ou mulheres na trama
Igor (18/11/2012 15:59:44)

Prefiro uma franquia só com as mercenárias, não para competir, mas para criar uma nova "mitologia". Depois fazem um crossover.

Hot Toys mostra boneco do Agente Coulson de Os Vingadores
Igor (16/11/2012 22:18:44)

Uma peça nerd de um verdadeiro nerd.

RoboCop ganha seu primeiro vídeo oficial, que revela artes e confirma rumores
Igor (16/11/2012 22:17:08)

Gostei desse novo design. Muito próximo ao original e bem realista. Parece que estão acertando os ponteiros para o remake.

A Saga Crepúsculo - Amanhecer - Parte 2 | Crítica
Igor (15/11/2012 23:17:03)

Parabéns à Natália Bridi pela excelente crítica. Concisa, bem escrita e que valoriza o filme em seus aspectos positivos, assim como ressalva os negativos. Não destrói o valor da produção, mas dá um apontamento pessoal à forma como os mitos de vampiros e lobisomens são apresentados pelo filme, bem como seu valor dentro da iconografia desses personagens. Gostei também da forma dividida em temas, o que dá mais profundidade ao texto e uma melhor compreensão e possibilidade de discussão do mesmo. E muito interessante a leitura que a autora, Natália, faz da mulher abordada nesse filme, que quer apenas ser amada,diferenciando-se de outros "modelos" de mulheres existentes em nossa sociedade, que priorizam a sua própria construção pessoal e não apenas a entrega emocional a outra pessoa. Um texto brilhante sobre um filme que tem seus méritos e que como qualquer outro, tem seus apreciadores e detratores. Excelente trabalho.

Arnold Schwarzenegger vai estrelar The Legend of Conan
Igor (25/10/2012 20:36:51)

Eu só espero que o filme não mostre Conan Rei treinando um pupilo para dar abertura para uma nova franquia no cinema. Se isso acontecer, espero que todos sofram a ira do Crom!

Two and a Half Men | Veja as primeiras fotos da participação de Miley Cyrus
Igor (25/09/2012 09:57:22)

Depois que a Miley parou de fazer a Hannah Montana, ela só mostra os "peitão" e os "coxão".

Two and a Half Men | Veja as primeiras fotos da participação de Miley Cyrus
Don Zero (25/09/2012 11:39:30)

Cara, os peitos dela são tão caídos que dá até pra fazer embaixadinhas...

Ao vivo! | Make 1Up #16
Igor (13/09/2012 01:05:59)

O programa vai pro canal do Youtube?

Van Damme e Dolph Lundgren pintados pra guerra no trailer de Soldado Universal 4 [ATUALIZADO]
Igor (12/09/2012 09:23:14)

Nada como um Photoshop. Eles não têm essa cara hoje em dia.

Diretor Tony Scott morre aos 68 anos [ATUALIZADO]
Igor (20/08/2012 08:54:27)

Me assustei com essa notícia. Era um bom diretor de filmes de ação. O que será que ele estava passando para cometer suicídio. Talvez nunca saibamos. Descanse em paz Tony.

"Bohemian Rhapsody" é eleito single preferido dos britânicos
Igor (18/08/2012 17:25:14)

Se os ingleses têm uma Rapsódia Boêmia, nós temos um Faroeste Caboclo.

Amor Sem Fim | Drama romântico de Franco Zefirelli vai ganhar remake
Igor (06/08/2012 11:08:39)

Mais um remake a vista e eu faço a mesma pergunta: pra que?

Valente | Crítica
Igor (21/07/2012 14:52:14)

Parceria no sentido de que a PIXAR é o estúdio que desenvolve os filmes e a DISNEY é quem cuida da distribuição. Evidentemente, a PIXAR é uma das empresas do conglomerado DISNEY.

Valente | Crítica
Igor (20/07/2012 22:00:26)

CRÍTICA “VALENTE”
Filme de animação apresenta duelo entre tradição e liberdade, sem inovar na linguagem, mas mantendo o espírito e a qualidade da Disney-PIXAR.

Igor Mairinque

O que é preciso para ser valente?
A mais nova parceria Disney/PIXAR atende pelo nome de “Valente” e estreou hoje nos cinemas de todo o Brasil. Tal como seus antecessores, o filme é marcado pela qualidade na produção e pelo cuidado com os valores transmitidos pelos personagens ao público.
O filme conta a história da princesa Merida, filha do Rei Fergus e da Rainha Elinor, governantes das longínquas terras da Escócia. Desde pequena, a garota fora preparada pela mãe para ser uma verdadeira princesa, responsável com seus deveres reais, o que inclui, como em todas as histórias de reis e princesas, um casamento arranjado com aquele que for digno de sua mão. O escolhido seria aquele que vencesse os jogos reais, ou seja, o guerreiro mais habilidoso de todos os clãs. O caso é que o filme não mostra nenhum William Wallace.
Mas ao mesmo tempo em que “aprendia” aquilo que sua mãe ensinava, Merida sempre nutria o espírito guerreiro de seu pai, ávida pelas histórias de batalhas e se tornando, com o passar dos anos, uma excelente arqueira.
Já na sua juventude, Merida se revela uma garota geniosa, enfrentando a mãe em relação às tradições do reino, sobretudo, em se tratando de seu casamento. Como forma de lutar pela sua própria liberdade, ela enfrenta a mãe e a todos, vencendo o concurso de arco e flecha. Este é o evento decisivo para o confronto entre mãe e filha, num claro embate entre a tradição e manutenção do reino contra a busca constante pela liberdade e autoafirmação da jovem ruiva.
Após uma discussão, Merida se lança floresta adentro e seguindo uma estranha luz azulada, acaba se encontrando com uma senhora fabricante de objetos de madeira em forma de urso, descobrindo que se trata de uma bruxa. Em troca de um medalhão, a garota pede que a mulher elabore um feitiço, na esperança de que sua mãe mude e aceite seu desejo de ser livre e independente.
A partir dessa escolha, Merida tem que lidar com uma série de situações, junto à mãe, aos pretendentes e a si mesma, buscando compreender o peso que sua escolha teve em todas essas vidas. Ela busca entender o que torna uma pessoa valente e em que a valentia permite a alguém transformar seu o próprio destino.
A história tem a ação necessária a uma aventura infanto-juvenil, com cenas de batalha bem executadas em belas paisagens, que ao contrário dos personagens, são foto realísticas e bem fieis ao ambiente escocês.
Há também, como não pode faltar neste tipo de filme, os alívios cômicos, representados pelos irmãos trigêmeos de Merida e pelo próprio pai, que banca o rei bufão e bonachão, ao contrário da seriedade e ponderação presentes na rainha.
A presença do vilão, neste caso, é marcada por um elemento místico-mágico, remetendo à tradição escocesa, também como elemento no combate entre o antigo e o moderno, enfrentado pela personagem. A personagem principal Merida, uma mistura de Coraline com Bryce Dallas Howard, procura a todo instante se desvencilhar da tradição impostas por nossos antecessores para buscar nosso próprio caminho, e isso envolve enfrentar muitos perigos, ao seu redor e dentro de seu próprio coração.
O filme dirigido por Mark Andrews e Brenda Chapman difere dos demais filmes da PIXAR e Disney primeiramente por não apresentar monstrinhos, máquinas, brinquedos ou animais, deixando a ação nas mãos de pessoas reais. Na verdade, os personagens são cartunescos, o que funciona muito bem nesses filmes, já que a ação humana desempenhada por captura de movimentos, e que pretende levar às telas pessoas normais feitas de pixels, à exceção de “Avatar”, mostra que ainda está longe de ser perfeitamente realística. “Cartoons” em três dimensões são cativantes e conseguem transparecer na tela as emoções humanas necessárias.
Não se trata de um filme genial, tampouco uma referência fundamental para as próximas gerações. Ele não traz novidades narrativas ou estéticas, mas é uma aventura simpática e divertida, com a preocupação, como em todos os filmes Disney/PIXAR em se fixar num determinado valor, neste caso, na coragem em enfrentar a tudo e a todos para alcançar os próprios sonhos. A verdadeira força está dentro de cada pessoa e apenas as escolhas que fazemos é que podem nos mostrar ou não o quanto somos valentes para enfrentar suas consequências.
“Valente” foge da complexidade e da emoção de outros filmes como “WALL-E” e “Up – Altas Aventuras”, para simplesmente ser uma aventura no melhor estilo das produções Disney, personagens agradáveis, músicas bem escritas, humor e ação, tudo no momento e na medida certa. É com certeza um filme Disney-PIXAR, ou seja, um filme de animação para a família, não restringindo seu público a apenas meninos fãs de batalha, meninas românticas ou pais que assistem ao filme porque os filhos querem assistir. É um filme que todo mundo pode assistir sem qualquer tipo de restrição ou receio.
Se não é o melhor exemplar da PIXAR, não perde a sua qualidade e mantém a tradição das produções Disney, ou seja, vai atrair a atenção e o coração de crianças de todas as idades. Em tempos de violência e valores deturpados, ainda existem filmes como esse, que fazem com que a esperança no ser humano se mantenha, por meio da simples ideia de que nossa maior qualidade é termos a capacidade de sermos valentes quando precisamos lutar pelo que acreditamos e pelos sonhos que tempos.
De forma tradicional, quase como em uma lenda, “Valente” conta uma história de coragem e emoção, de amizade e conhecimento, de quedas e glórias, tudo de forma simples, sem deixar de lado a beleza e o coração humano. É uma história de valores que tal como os mitos mais antigos, mostra que ser valente é ser humano.

Valente | Crítica
Jacob (20/07/2012 23:27:45)

A mais nova parceria? Que eu saiba a Pixar e a Disney pertencem a um mesmo conglomerado...

O Justiceiro | Thomas Jane volta a encarnar personagem em curta não oficial
Igor (16/07/2012 14:16:57)

Talvez o problema dos filmes não seja o ator, mas o roteiro e a forma como trataram o personagem. Acho que nas mãos certas, o personagem pode funcionar finalmente, até mesmo com Thomas Jane como o personagem-título.

O Justiceiro | Thomas Jane volta a encarnar personagem em curta não oficial
Igor (16/07/2012 13:51:18)

O último filme ficou mais fiel ao personagem, apesar de ser um piuco exagerado, quase cartunesco. Mas acredito que este seja o caminho certo para que o personagem finalmente emplaque no cinema. Agora que ele voltou para a MARVEL, os estúdios poderiam fazer um filme de ação com o personagem na linha dos atuais filmes franceses do gênero, que exploram um ritmo acelerado e muita violência, como aliás, é marca de Frank Castle.

Lobo | The Rock confirma que pode viver anti-herói no cinema
Igor (16/07/2012 11:09:49)

Gostei da ideia. Seria legal mesmo ver o The Rock na pele do último Czarniano.

Videocast: OmeleTV #182 | Estamos na Comic-con 2012!
Igor (14/07/2012 10:29:01)

Olá a todos os omelenautas. O programa dessa semana foi muito bom e com muitas informações interessantes e divertidas. Por isso, vou aos comentários:
1)Primeiro, já é bom saber que vocês vão cobrir mais uma "Comic Coooooon", dessa vez, com a presença marcante e ilustre de Marcelo Hessel.
2) Mad Max 2 e Jornada nas Estrelas 2 são de fato, grandes representantes do cinema de ficção científica e aventura, que se tornaram referências para o que viria depois. Diante de tantos filmes que temos hoje em dia, não há como dizer que esses filmes dos anos 80 eram ruins. Sem dúvida, os anos 80 representam uma excelente safra do cinema nerd.
3) O único problema desses filmes pós-apocalíticos é que já estamos em 2012 e o mundo ainda não ficou como mostrado nas telas. Vamos aguardar.
4) Ainda bem que o novo Mad Max vai ser uma nova história incorporada à mitologia da série e não um remake.
5) Concordo com o Borgo. Quando a Enterprise sai do hangar, é uma das cenas mais emocionantes e nerds de toda a história.
6) Khan é um dos vilões mais icônicos da história do cinema. E sem trocadilhos, é claro.
7) O Ricardo Montalban era meio Khan na Ilha da Fantasia, já que ele não era totalmente bom na série e tinha poderes.
8) E nunca é demais ver a interpretação de William Shatner, um canastrão profissional. Khan! Khan! Khaaaaaaaannnnnmn!
9) Em relação à Comic Con, eu quero ver mesmo as entrevistas e os paineis.
10) Muito interessante a exposição sobre Méliès, a base para o cinema enquanto objeto de entretenimento e diversão.
11) Gosto de novidades e coisas divertidas e imaginativas, mas sátiras à ícones como o Batman sempre me incomodam, porque acredito que quando o personagem foi criado por Bob Kane, não havia o menor interesse e intenção do criador em desenvolver um objeto de escárnio.
12) Em relação ao item anterior, tenho que admitir que a música "Feira da fruta" é muito divertida.
13) A entrevista com a banda "The Soundtrackers" foi excelente. É uma banda sensacional e o "Almanaque da Música Pop no Cinema" é muito bom. E é sempre bom ver a linda Paula Marchesini!
14) E mais uma vez, o bloco de e-mails se transformou numa edição omelética do "Saia Justa".
Como diria aquele outro: "No mais, é isso." Mas antes de terminar, tenho que apoiar a causa: "TEM QUE VOLTAR PARA A T.V.!"

O Espetacular Homem-Aranha | Crítica
Igor (12/07/2012 15:26:41)

Chegando do cinema, resolvi escrever este comentário sobre o filme que acabei de assistir. Trata-se de “O espetacular Homem-Aranha”, a mais nova produção do herói da Marvel Comics, criado em 1963 por Stan Lee e Steve Dikto.
Antes de mais nada, este não é um filme de Sam Raimi, nem tem Tobey Maguire no papel-título, como todos sabem. E isso não compromete em nada a nova aventura, já que desde o segundo seguinte ao anúncio de sua produção, as comparações com os três filmes anteriores do personagem foram inevitáveis.
Evidentemente, há aspectos que podem ser comparados aos primeiros filmes, já que é o mesmo estúdio por trás da produção, os mesmos responsáveis e por que não dizer, determinados elementos se repetem neste novo filme. Um problema normal em reboots que são feitos tão próximos ao fim da franquia anterior.
Uma coisa é certa: o trabalho de Raimi e de todos os responsáveis pela trilogia do Homem-Aranha não pode, nem deve ser desprezado ou “jogado de lado”. Tudo o que já conhecemos nestes filmes marcaram a história das adaptações de quadrinhos para o cinema e fizeram a alegria dos fãs, clássicos e novos, justamente porque os respeitaram com o que apresentaram na telona.
Ainda considero o filme “Homem-Aranha” como uma das melhores adaptações de um personagem de quadrinhos para o cinema. Lembro-me bem de que quando terminei de assistí-lo no cinema, pensei: “Este é o melhor filme de super-herói que já vi em toda a minha vida.” E isso não era apenas coisa de fã. De fato, a segunda aventura do personagem conseguiu algo que não é tão comum de se ver em sequências: superou o original, melhorando o que já existia no primeiro e trazendo novidades ainda maiores, como um vilão mais complexo, cenas de batalha espetaculares (termo mais que necessário neste texto) e mais profundidade dos dramas dos personagens. Coisa que só um grande cineasta como Raimi poderia conseguir.
Mas o assunto aqui é “O espetacular Homem-Aranha”, dirigido por Marc Webb, aliás, seu segundo longa-metragem, e protagonizado por Andrew Garfield, Emma Stone e Rhys Ifans. O filme se foca nestes três personagens, Peter Parker/Homem-Aranha, Gwen Stacy e Dr. Curt Connors/Lagarto, mostrando a relação entre Parker e a bela Gwen, por um lado, e do Homem-Aranha enfrentando o monstruoso vilão.
Evidentemente, personagens fundamentais à história do Homem-Aranha são apresentados no filme, como seus tios, Bem (Martin Sheen) e May (Sally Field), o capitão de polícia de Nova York George Stacy (Denis Leary), pai de Gwen e o magnata Norman Osborn, um dos principais vilões do universo Marvel, mas que aqui ainda não representa um perigo aparente para o herói. A inclusão nesta história são os pais de Peter, Mary (Embeth Davidtz) e Richard (Campbell Scott), que guardam um segredo que afetará o futuro do próprio filho.
Voltando o trio principal de personagens, um aspecto interessante na trama é que tanto Gwen, quanto Connors acabam tendo uma ligação muito próxima de suas histórias com o personagem principal. A garota se mostra como o futuro de Parker, enquanto que o cientista tem ligações com o seu passado. Parker é o catalisador dos eventos narrados no filme, um aspecto comum nas adaptações de heróis para o cinema nos últimos tempos, em que o protagonista tem certa dose de responsabilidade nos fatos que acontecem com as pessoas à sua volta.
Desde sempre, Peter Parker é um personagem atormentado pelas tragédias que rondam à sua e tem que aprender com elas a ser uma pessoa melhor a cada dia, ainda mais com seus poderes, o que lhe obriga a carregar uma carga maior de responsabilidades. Mas isso é assunto pra mais adiante.
Essa nova aventura do “cabeça de teia” toma um caminho diferente em relação aos filmes que já conhecemos, porque não se estabelece em padrões e ícones clássicos das histórias dos personagens e sim numa visão mais contemporânea adotada nos quarinhos. Explicando melhor: Sam Raimi apresentou personagens icônicos em seus filmes, tanto pela importância, quanto no visual, como a tia May de Rosemary Harris, que pra mim, é a versão definitiva da personagem nas telas, e J.J. Jameson, vivido magistralmente pelo sempre excelente J.K. Simmons. Este último sequer é mencionado no novo filme.
Além disso, os filmes anteriores fizeram algumas modernizações nos personagens, necessárias aos novos tempos e para a identificação imediata por parte do público mais jovem e não tão acostumados com as HQs, como o visual dos vilões e a própria estrutura do personagem principal, que não tinha os famosos lançadores de teia, por exemplo. As teias orgânicas advêm de histórias mais recentes do personagem.
O tio Ben, personagem fundamental para a construção do Homem-Aranha, neste filme é vivido por Martin Sheen e traz uma boa dose de cuidado e atenção à família, ao mesmo tempo em que é severo com Peter quando se faz necessário. Confesso que a cena de sua morte, uma das mais marcantes na história dos quadrinhos, me emocionou. Apenas senti falta de uma das melhores frases ditas por ele ao sobrinho e que seria a motivação do herói por toda a sua vida. Não se trata de repetir a tal frase por si só. Todos precisam conhecer a maior lição dada por Bem Parker: “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades.”
O já mencionado milionário Norman Osborn, que em nenhum momento tem seu rosto revelado, é talvez o nome mais citado ao longo de todo o filme. Sabe-se que ele busca por uma cura para uma doença terminal e que os pais de Peter tiveram um importante envolvimento com ele no passado, o que resultou na morte dos dois. O alter-ego do Duende Verde pode ser a chave para muitos e futuros acontecimentos, ou seja, mais filmes da franquia.
Esta nova história é decorrente da vertente que os filmes da Marvel têm tomado nos últimos anos, que é contar histórias mais modernizadas dos personagens, seguindo a linha Ultimate, lançada no começo dos anos 2000, e que traz alguns dos mais importantes personagens e eventos da “Casa das Ideias” para os nossos dias. O primeiro grande arco cinematográfico da Marvel Studios, que culminou em “Os Vingadores” segue essa linha e alcançou bastante sucesso e aceitação.
A trama não apresenta grandes novidades para quem já conhece o personagem dos quadrinhos, sobretudo, em relação à sua origem como super-herói escalador de paredes. A diferença está na forma como é contada, novamente citando a modernização e o passado dos pais de Peter relacionado aos eventos de seu futuro. Esta “história jamais contada” não é tão desconhecida assim, já que no universo Ultimate, o pai de Peter trabalhava na Oscorp e de certa forma é responsável pela criação de alguns vilões conhecidos.
Os filmes de Sam Raimi iam pelo caminho clássico do personagem, com seu emprego no Clarim Diário, sua vida na escola, seus relacionamentos pessoais, enfim, tratavam a trama sob uma perspectiva de quem leu os quadrinhos originais do Homem-Aranha, como o próprio Sam Raimi, fã incondicional do personagem. Os fãs novos gostaram do que viram, mas acredito que os fãs mais velhos como eu, gostaram ainda mais, pois estavam esperando muito tempo para ver um dos maiores heróis dos quadrinhos no cinema.
A meu ver, as maiores novidades do filme estão nas cenas de ação, sobretudo, em relação aos movimentos e poses do Homem-Aranha, desta vez mais esguio que nos filmes anteriores e mais próximo tanto da sua versão Ultimate, como da fase em que Todd McFarlaine desenhou o personagem nos anos 90, quando usava e abusava de movimentações e posicionamentos “fora do normal” em suas aventuras. Há grandes confrontos com o vilão Lagarto nessa fase.
A ação é convincente e não decepciona, apenas não empolga tanto como em “Homem-Aranha 2” justamente por não apresentar um elemento novo que envolva o espectador. Talvez a versão em 3D valorize mais as cenas de ação, mas como assisti a versão em 2D, talvez algum detalhe a mais tenha passado desapercebido.
Um ponto muito positivo no filme são os diálogos entre Gwen Stacy e Peter Parker, até certo ponto inocentes. Quando eles marcam o primeiro encontro, por exemplo, é puro “(500) dias com ela”, o primeiro filme do diretor. Este é um ponto interessante no filme, trazendo um alívio para os dramas do personagem principal e as cenas de ação. E não há como não se apaixonar por Emma Stone de botas e minissaia. É a própria Gwen dos quadrinhos. Mas a moça não é só beleza. Ela convence muito bem no papel.
No geral, “O espetacular Homem-Aranha” é um bom filme de aventura e uma boa adaptação de quadrinhos para o cinema. Não vejo como um filme original, mas também não é “mais do mesmo”. É a possibilidade para que a Sony e a Marvel construam uma nova franquia, apresentando possibilidades que não foram mostradas nos filmes anteriores. Como nas histórias em quadrinhos, trata-se de uma nova saga a ser apresentada, com elementos pouco ou nada explorados anteriormente, e que garantirão mais fãs para o personagem. Não vejo este filme como um erro, nem como o maior dos acertos de Hollywood. Vejo “O espetacular Homem-Aranha” como um bom gibi em tela grande, uma grande diversão, enfim, aquilo que o Homem-Aranha tem que ser.
E mais: a cena com a participação de Stan Lee é uma das melhores de todos os filmes em que o mestre participa. Deixe sempre seus fones de ouvido desligados quando estiver em uma biblioteca, afinal, nunca se sabe quem está passando pelas estantes.

O Espetacular Homem-Aranha - Comentários COM SPOILERS
Igor (04/07/2012 10:42:16)

Concordo com essa linha do Hessel, de que a Gwen deve morrer no próximo filme para que a Mary Jane apareça mais tarde. Acho que o final do terceiro filme deveria fazer homenagem à clássica primeira aparição da MJ de John Romita.

O Espetacular Homem-Aranha | Veja os comerciais do filme [ATUALIZADO]
Igor (02/07/2012 13:38:38)

O cartaz do Lagarto lembra muito o do filme "Godzilla" de 1998.

Coleção de Blu-rays da primeira fase da Marvel do cinema ganha trailer [ATUALIZADO]
Igor (28/06/2012 11:01:32)

A Marvel está precisando de recursos para seus próximos filmes? Din din!

Beauty and the Beast | Veja Kristin Kreuk no trailer estendido da versão policial de A Bela e a Fera
Igor (28/06/2012 10:56:36)

A única referência à "fera" original é mesmo o nome Vincent. Não lembra em nada o personagem interpretado por Ron Perlman. E o sobrenome Kosloq é o mesmo do criador da série.

O Espetacular Homem-Aranha | Da Frigideira
Igor (26/06/2012 13:59:02)

Quando me refiro a impacto do lançamento, quero dizer a mídia em cima do filme, que a meu ver, não está dando muito espaço para este lançamento, ao contrário dos outros filmes. Parece que a Sony teve pressa demais em produzir um novo filme, a fim de competir com outros estúdios e personagens, como Batman (Warner) e Vingadores (Marvel/Paramount).

O Espetacular Homem-Aranha | Da Frigideira
Clark Kent Lane (26/06/2012 15:37:05)

É por aí. Me lembro das filas quilométricas no cinema quando estreou Homem Aranha 2(em 4 salas, dentre 12), e de Homem Aranha 3(em 4 salas, dentre 12), cara... a fila dava volta na escada rolante próxima da bilheteria do cinema. E hoje em dia, com a era digital e todo o assesso a informações BEM antecipadamente sobre o mundo do cinema, muito mais gente fica sabendo sobre reboots de franquias que gostam/gostaram.

Fica a gosto conferir.

O Espetacular Homem-Aranha | Marc Webb diz que não sabe se volta para a sequência [ATUALIZADO]
Igor (26/06/2012 11:59:05)

Como o filme ainda não foi lançado, acredito que seja uma pergunta prematura para o diretor. Mas se depois de algumas semanas ele mantiver a ideia de não continuar, significa um mau sinal, afinal, esses filmes geralmente precisam manter a mesma equipe para garantir o nível de qualidade.

O Espetacular Homem-Aranha | Da Frigideira
Igor (26/06/2012 09:08:09)

Desde que foi anunciado o reboot, foi uma temeridade produzí-lo tão próximo da trilogia original. Nem está tendo o mesmo impacto de lançamento que o primeiro filme de 2001.

O Espetacular Homem-Aranha | Da Frigideira
Clark Kent Lane (26/06/2012 12:08:39)

Vingadores, Batman TDK, Avatar, Homem-Aranha(Sam Raimi), esses mais recentes da última década lembro de ver filas descendo as escadas próximas da bilheteria do cinema(apesar de ter 12 salas) de tão bem aceitos pelo grande público. Vejamos esse...

O Espetacular Homem-Aranha | Da Frigideira
REFRI (26/06/2012 13:34:34)

Mas o filme nem estriou !! é logico que não impacto, o aranha aqui no brasil faz muito sucesso.

O Espetacular Homem-Aranha | Da Frigideira
Igor (26/06/2012 09:06:34)

A crítica do Borgo não é muito animadora, mas confio no que ele escreve, afinal, já assistiu ao filme e sabe do que está falando. Uma pena se o filme não corresponder às expectativas dos fãs. Mas mais ruim será se a franquia for condenada por causa de um filme que mais valoriza os efeitos especiais e peca no roteiro. Vamos ver o que os números e os fãs dirão quando estrear. Espero gostar do filme, acredito que vou gostar por ser fã do personagem. O problema é sair do cinema com a sensação de que não fizeram direito.

Videocast: OmeleTV #179 | Nascidos para matar nos games, nas HQs e nos cinemas
Igor (23/06/2012 19:42:18)

O uniforme da garota do game diz San Romero Knights, uma referência a George Romero, rei dos filmes de zumbis.

A Maldição de Chucky | O Brinquedo Assassino está de volta
Igor (23/06/2012 19:39:23)

Uma pena ser lançado direto em vídeo. Os primeiros filmes eram bons e a ideia rendeu um terror de qualidade no fim dos anos 80 e começo dos 90. É triste ver personagens marcantes serem destruídos assim.

Videocast: OmeleTV #179 | Nascidos para matar nos games, nas HQs e nos cinemas
Igor (23/06/2012 10:37:58)

A volta do triunvirato de ferro do Omelete marca este novo programa, cheio de novidades. Por isso mesmo, aqui vão meus comentários:
1) Érico Borgo mais uma vez lança um projeto: sua história poderia gerar um novo filme de terror sobre um cara que sofre na mão da própria mão.
2) Hessel está se revelando um andróide. Controle remoto na mão e fio saindo pelo sovaco. O que mais vão inventar?
3) "A essência do medo" parece título de saga sobre o Lanterna Verde.
4) A filha do cabeça vermelha deu uma de Nicolas Cage em "A outra face" e ficou sem cara.
5) O momento maior do programa foi a volta da Carina Toledo. Melhor que True Blood, melhor que tudo.
6) O comentário sobre True Blood gerou uma das imagens mais icônicas do Omelete nos últimos tempos: o rosto da Aline Diniz agora está em toda parte!
7) Não tem jeito. Pra comentar games tem que ser a Flávia Gazi, mano. Ela manda muito bem. Sabe do que está falando e usa uma linguagem descontraída e divertida.
8) A Flávia vai ser processada pelo Sindicato dos Professores. Se o aluno não gosta do professor, corta "as cabeça" no meio!
9) Mais uma aula do professor Hessel, informativa e divertida. Legal que de vez em quando, ele mistura alemão com francês. E de vez em quando perde o sotaque totalmente.
11) Gostei da explicação sobre "exploiteixão" da poltrona!
12) A Carina voltou, mas quem se destacou no programa foi a Flávia mesmo.
13) "Nascido para matar" mostra um filme referência sobre o tema da Guerra do Vietnã, pela visão única de Stanley Kubrick.
14) Mais uma sugestão do Borgo: um programa vespertino do Omelete. Sobre o que seria? Os assassinatos em Dexter?
15) Assistam no Youtube o vídeo da "pindureta" dos Trapalhões e saibam quem são os engenheiros para o Didi.
16)O Omeletv é um programa inovador e sempre à frente do seu tempo. Os caras mostraram o conus na tela.
17) Érico o Magnífico não é tão poderoso como diz. Tem medo de gaúchas. Fazer o que? Certas experiências traumatizam mesmo. Seria a "mina do banheiro"?
18) Queremos ver a mina gaúcha gostosa.
Parabéns por mais um programa divertido. E como diz o sábio "a mão que faz a bomba, faz o samba."

Bozo vai ganhar nova versão pelo SBT
Igor (20/06/2012 20:55:37)

Se o programa voltar mesmo, deveria ser feito com um dos palhaços originais, Arlindo Barreto ou Luís Ricardo.

Débi & Loide 2 | Jim Carrey deixa o elenco da continuação [ATUALIZADO]
Igor (20/06/2012 10:43:30)

A continuação não ficaria legal sem a dupla principal de atores. Tentaram um prequel e não chegou aos pés do original.

Banco Imobiliário ganha uma versão especial de O Poderoso Chefão
Igor (14/06/2012 19:43:58)

Deve ser demais quando o adversário estiver lhe devendo muita grana e você disser a ele: "Vou lhe fazer uma oferta que não pode recusar."

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