São Paulo, SP
Wolverine - Imortal | Veja um pôster nacional exclusivo
Henrique (04/04/2013 17:39:57)
Bem, os caras que trabalham com a arte dos posters e banners parecem saber como deveria ser este filme, já o diretor e o editor dos trailers não...
Beijo entre Wolverine e Hércules alternativos é notícia gay da semana
Henrique (28/02/2013 17:03:37)
Ah, e no novo filme do Wolverine o par romântico não será com a Mariko Yashida, mas sim com o Samurai de Prata... :)
Beijo entre Wolverine e Hércules alternativos é notícia gay da semana
Henrique (28/02/2013 16:59:51)
Universo alternativo, pouco interesse por parte dos leitores, série cancelada...
De qualquer maneira: Vão catar coquinhos criadores de tal série...
Django, por exemplo, não transformou o Homem Aranha em um negro, ele criou um herói negro sensacional...
Da mesma forma é possível criar personagens gays muito bons, interessantes, cativantes e vendáveis.
"Gayzificar" e "enegrescer" personagens consagrados é apelação: um desrespeito e uma atitude, ironicamente, preconceituosa e racista.
E não sei o que é pior, o Wolverine (alternativo) assumir a homossexualidade, ou o texto pobre e piegas relatando o ocorrido: "Nós fomos os maiores heróis de nossos mundos. E no dia em que matamos o pior monstro que ameaçou o Domínio do Canadá... Nós revelamos nosso amor"... ARGH...
A Viagem - Cloud Atlas | Crítica
Henrique (14/01/2013 09:53:19)
Interessante notar que em um primeiro momento podemos interpretar que a obra ilustra evoluções e regressões de encarnação para encarnação... Porém, acredito que quanto à linha evolutiva há apenas uma estagnação ou ascendência em diferentes ângulos, de forma que são as condições do meio que determinam aquele mesmo estágio evolucionário se tornar mal, menos mal, bom, melhor, etc... :)
As Aventuras de Pi | Crítica
Henrique (13/01/2013 22:47:44)
Finalmente uma interação entre live action e digital que se elevou ao patamar de Avatar e, de brinde, uma bela e deliciosa história, contada com paciência e didatismo, como um bom conto da "hora de ir pra cama".
A concepção é belíssima e muito bem executada, os atores muito bem elencados e carismáticos, o roteiro fechadinho. A câmera balança perfeitamente, com as ondas do mar, e com a linha narrativa.
O melhor filme de Ang Lee até então. Praticamente não tem o que tirar nem pôr nesta obra... Ok, sendo muito "cri cri": não gostei muito do ator que faz as vezes do espectador (o ouvinte da história), e tiraria algumas das falas explicativas, deixando o espectador arrematar por si próprio algumas das mensagens, aliás, belas e importantes mensagens.
Com toda certeza integrará minha iniciante coleção de blu-rays 3D.
A Viagem - Cloud Atlas | Crítica
Henrique (13/01/2013 20:13:20)
CLOUD ATLAS (A Viagem) é extraordinariamente genial.
Os Wachowski retomaram a boa forma do primeiro Matrix com uma obra original, de roteiro primoroso e edição espetacular.
Todas as histórias são intrigantes e possuem personagens de múltiplas dimensões, profundos e bem trabalhados. É uma delícia acompanhar a interpretação dos atores pelos diferentes personagens, especialmente Tom Hanks.
A obra é extremamente bem sucedida ao tratar múltiplos temas, importantes e relativamente complexos, de forma simultânea, em tempos-espaços distintos.
Desde jovem coaduno com a filosofia e o "modus operandi" da existência, por assim dizer, defendidos pelo filme... Então ver esta minha crença traduzida de forma magistral nas telas é um verdadeiro presente.
Detona Ralph | Crítica
Henrique (13/01/2013 20:11:08)
Há muito tempo que não me divertia tanto no cinema. Vibrei como uma criança.
Detona Ralph deve ser medido através do "FUN FACTOR": 10 de 10... :)
Detona Ralph | Crítica
Guilherme (14/01/2013 12:20:18)
Concordo! Há muito não ficava tão eletrizado com um filme! Fiquei boa parte do filme sentado na ponta da poltrona. :D
Homem-Aranha | "Mudança bombástica" na vida do herói vaza na web [atualizado]
Henrique (17/12/2012 16:35:12)
E o Oscar para escritores de quadrinhos com "cinco anos de idade" vai para Dan Slott (que de fato deve ter parentesco com o Sloth dos Goonies)...
O Hobbit - Uma Jornada Inesperada | Crítica
Rômulo ,the Joker (16/12/2012 02:55:02)
O filme é fantástico ,tão bom quanto os da trilogia do anel ,a adaptação de Peter Jackson foi perfeita ,eu mal senti o tempo passar ,quanto a tecnogia 48 FPS ,parece algo bem promissor ,mas ainda tem que ser desenvolvida melhor ,eu pelo menos demorei bastante para não ver as coisas em ritmo acelerado ,varias cenas (com destaque para as paisagens mostradas de cima) ficam maravilhosas e super-realistas com a tecnologia ,mas outras (principalmente as com mais claridade) ficam quase inassistiveis ,quando eles foram persseguidos pelos orcs pela primeira vez ,os personagens de CGI ficaram parecendo tão falsos que chegou a me incomodar ,espero que isso não aconteça na versão normal ,outras cenas como a dos anões cantando enquanto bagunçavam a casa do Bilbo ,a iluminação pareceu tão tosca que eu me senti vendo um especial de Natal de alguma série infantil de fantoches de baixo orçamento.
O Hobbit - Uma Jornada Inesperada | Crítica
Erica (16/12/2012 12:32:47)
Achei o filme bom sim, mas pra mim, ficou muito abaixo dos outros três filmes. Mas nem acho que seja culpa do Peter Jackson, afinal, O Hobbit veio antes de O Senhor dos Anéis, e consequentemente, é um livro de menor escala.
O Hobbit - Uma Jornada Inesperada | Crítica
Henrique (17/12/2012 16:22:07)
O começo de "O Hobbit" poderia se chamar "Lord of the Rings Holiday Special"...
Fiquei com a impressão de que Peter Jackson está sofrendo do "Mal de Lucas" ao revisitar sua "saga obra prima", perdendo-se em uma pretensão megalomaníaca (ainda que em menor intensidade do que George).
O filme é arrastadíssimo... Chato mesmo. Em determinados momentos achei que estava assistindo mais uma versão live action de "A Branca de Neve e os sete (treze) anões".
Sem contar que o carisma de Gimli (em o Senhor dos Anéis) supera em muito o desta penca de anões, mesmo de seu pai, Glóin.
E os 48 quadros por segundo em alta resolução? Minha primeira impressão foi a de estar assistindo a novela "Rei Davi" na Record: tudo o que é real fica real demais e o que não é fica artificial demais, distanciando dois elementos que deveriam se unir em um amálgama em prol da magia do cinema... E não me entenda mal, os efeitos são caprichados, com detalhes incríveis, mas "Playstation 3" não "conversa" com o "teatro do bardo"...
Senti este filme começar apenas quando os personagens deixam Valfenda (lá pela metade do longa), e Gandalf se junta a Galadriel, Saruman e Elrond para uma conversa. Já a melhor cena, no sentido de transmissão de emoções similares as do livro, foi a de Bilbo com Gollum no interior da montanha, "brincando" de adivinhas.
Há ainda dois momentos que gostei bastante: quando Gandalf explica para Galadriel porque leva um Hobbit na "Companhia de Thorin Escudo de Carvalho", e também quando Bilbo explica o porquê de ter escolhido permanecer nesta Companhia. Ademais, mesmo o carisma de Gandalf não consegue salvar o gosto pela obra. Confesso que estou sem vontade alguma de assistir as continuações, e que estou pouco me lixando para o visual de Smaug. Vale mais a pena se divertir relendo o livro, que empolga muito mais...
O Hobbit - Uma Jornada Inesperada | Crítica
Henrique (17/12/2012 16:21:05)
Antes de mais nada, assisti do jeito que a obra deve ser assistida: em IMAX 3D a 48 fps, e esta é minha opinião:
O começo de "O Hobbit" poderia se chamar "Lord of the Rings Holiday Special"...
Fiquei com a impressão de que Peter Jackson está sofrendo do "Mal de Lucas" ao revisitar sua "saga obra prima", perdendo-se em uma pretensão megalomaníaca (ainda que em menor intensidade do que George).
O filme é arrastadíssimo... Chato mesmo. Em determinados momentos achei que estava assistindo mais uma versão live action de "A Branca de Neve e os sete (treze) anões".
Sem contar que o carisma de Gimli (em o Senhor dos Anéis) supera em muito o desta penca de anões, mesmo de seu pai, Glóin.
E os 48 quadros por segundo em alta resolução? Minha primeira impressão foi a de estar assistindo a novela "Rei Davi" na Record: tudo o que é real fica real demais e o que não é fica artificial demais, distanciando dois elementos que deveriam se unir em um amálgama em prol da magia do cinema... E não me entenda mal, os efeitos são caprichados, com detalhes incríveis, mas "Playstation 3" não "conversa" com o "teatro do bardo"...
Senti este filme começar apenas quando os personagens deixam Valfenda (lá pela metade do longa), e Gandalf se junta a Galadriel, Saruman e Elrond para uma conversa. Já a melhor cena, no sentido de transmissão de emoções similares as do livro, foi a de Bilbo com Gollum no interior da montanha, "brincando" de adivinhas.
Há ainda dois momentos que gostei bastante: quando Gandalf explica para Galadriel porque leva um Hobbit na "Companhia de Thorin Escudo de Carvalho", e também quando Bilbo explica o porquê de ter escolhido permanecer nesta Companhia. Ademais, mesmo o carisma de Gandalf não consegue salvar o gosto pela obra. Confesso que estou sem vontade alguma de assistir as continuações, e que estou pouco me lixando para o visual de Smaug. Vale mais a pena se divertir relendo o livro, que empolga muito mais...
O Hobbit - Uma Jornada Inesperada | Crítica
Andrei (17/12/2012 17:25:54)
Henrique, sua crítica tem coerência, o início realmente é forçado, parece aquelas aparas que Peter Jackson acabou colocando na versão estendida de "A Sociedade do Anel". Mas apesar de tudo, sou fã e estou empolgado para ver os próximos... Ver se PJ vai melhorar ao longo desta nova trilogia.
O Hobbit - Uma Jornada Inesperada | Crítica
Lucas (17/12/2012 17:47:11)
Boas palavras, realmente vc escreve bem Henrique, eu só não concordo com tudo.
Eu assisti como não se deve segundo sua critica.
Quadros normais, sem ser 3D, e pra mim, que sou fã de tolkien, li suas obras inclusive o Hobbit, gostei bastante, me agradou bastante só concordo com vc, que acheio o filme longo demais mesmo.
Talvez se você tivesse assistido no "modo errado", tivesse gostado mais.
Não estou retrucando sua critica de geito nenhum, alias, como ja disse, você escreve muito bem.
Parabens pela critica e assista a parte 2 normal, sem 3D , talvez vc goste mais.
Abraço
O Hobbit - Uma Jornada Inesperada | Crítica
Elvis (17/12/2012 17:53:18)
Critica coerente em alguns pontos, porém exagerada! A única parte dispensável do filme foi RADAGAST. De resto está perfeito...como ja coloquei anteriormente, o filme se "arrasta" no começo tanto qnto A Sociedade do Anel. Ou seja, algo necessário a introdução do contexto historico da trama (que é o forte de Tolkien). Não se deixem levar por criticas de HATERS (essa é a única palavra q eu encontro para definir alguem que classificou esse filme como ruim.) Aqui em minha cidade as salas estao lotando e as pessoas aplaudindo no final.
O Hobbit - Uma Jornada Inesperada | Crítica
Ricardo (17/12/2012 20:09:28)
Realmente, a parte q que o diretor revisita Sr. dos Anéis foi meio nada a ver. Meu primeiro pensamento foi "WTF? Erraram na edição e anexaram um pedaço da Sociedade do Anel nesse flime?"
O Hobbit - Uma Jornada Inesperada | Crítica
Liz (18/12/2012 21:08:55)
Discordo! Achei o início de muito bom gosto!
O objetivo era dar uma aprofundada no personagem, mostrando sua rotina para depois introduzir a ação do filme!
Afinal de contas é uma "Aventura inesperada".
O início do filme é perfeito, assim como o meio e o fim!
Foi tudo muito bem pensado e casado! Fazendo a relação entre cada personagem ir crescendo aos poucos!
Excelente abordagem e por isso devo discorda totalmente a respeito do seu ponto de vista com relação ao início do filme!
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Crítica
Henrique (03/08/2012 10:57:33)
"SANTA PORCARIA BATMAN!"...
Bem verdade que o roteiro parece ser bem intencionado e usa de diversas boas idéias oriundas dos quadrinhos, porém, joga MUITA coisa de uma só vez sem desenvolver adequadamente.
Não consegui me emocionar em momento algum... Não me transmitiu tensão, nem medo, nem alegria, nem nada... A única surpresa que tive foi não ter me surpreendido.
A despeito dos furos no segundo filme, pelo menos ele é extremamente bem sucedido em transmitir sensações... Neste aqui não se transmite nada além de imagens esteticamente interessantes...
Não há como negar que as concepções são boas e as cenas são muito bonitas, principalmente em IMAX, mas a obra não oferece mais do que isso... Não se sente a espinha quebrar, por assim dizer.
Um filme que tenta ser grandioso demais a todo o momento resulta em um filme pequeno... Principalmente quando entulhado de furos e forçações de barra. O quão previsível é o desenrolar da história também não ajuda a passarem as duas horas e quarenta e cinco minutos de filme... Sem contar o desenvolvimento incipiente de alguns personagens... Para mim é o Batman mais megalomaníaco e, ironicamente, tedioso de todos...
Ainda espero uma adaptação que seja fiel ao espírito do personagem, onde mesmo com um enredo muito mais simples, mas melhor trabalhado, seja possível sentir a essência do Homem Morcego.
"BAT-CRAP"... Ou "guano" melhor dizendo...
Ah, e a única explicação para as idas e vindas instantâneas entre a prisão de Bane e Gothan City, é que esta prisão não fica efetivamente no Caribe, mas sim em um bairro de Gotham denominado "Little Santa Prisca", perto de Little Italy e Chinatown...
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Crítica
Alexandre (03/08/2012 11:38:08)
Concordo plenamente, venderam muito Hype pra pouco filme
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Crítica
Anderson (03/08/2012 13:12:21)
Eu discordo sobre "adaptação fiel" ao personagem. Estes 70 anos Batman ja teve varias visões diferentes e cada uma na sua época, (e a mais aclamada, o cavaleiro das trevas de frank miller, não é o batman que a gente conhece regularmente) cada pessoa particularmente vai ter a sua versão preferida. Dos três diretores do filme, cada batman foi diferente do outro.
E idas e vindas não foram instantâneas, ja que teve um curso varias meses para poder se deslocar.
Ou sera que teria que mostrar ele pegando avião, pegando barco, trem onibus e etc para ir e voltar?
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Crítica
Bruno (03/08/2012 13:43:15)
@Anderson: "Ou sera que teria que mostrar ele pegando avião, pegando barco, trem onibus e etc para ir e voltar? "
hahahahah
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Crítica
Vinicius (03/08/2012 19:27:21)
Sua crítica faz muito mais sentido do que qualquer opinião exposta pelos donos do site. Parabéns, também tive as mesmas sensações, vi o pirata dos vingadores e fui ao cinema prestigiar, porém o mesmo não posso fazer como o novo homem aranha e este batman q de tão grandioso (no marketing) fico pequeno (como filme)
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Crítica
sávia (03/08/2012 20:00:14)
@Henrique eu tive que logar so pra concordar com você. A unica sensação que esse filme causou em mim foi frustração.
#fato
Prometheus | Crítica
Henrique (22/06/2012 10:34:28)
Prometheus... E não cumpriu.
Concepção artística, efeitos especiais, trilha e efeitos sonoros primorosos... Ademais o filme é vergonhoso a ponto de dar dor no estômago, um desrespeito sem tamanho, principalmente quando comparado ao primeiro Alien. Só posso desejar que Ridley Scott se afaste da continuação de Blade Runner o quanto antes, ou melhor, que se aposente de uma vez antes de "vomitar" sobre todas suas obras primas prévias.
Sabe, fui preparado para o criticado didatismo (o filme se explica demais)... Mas me surpreendi negativamente, pois o didatismo é o menor dos problemas...
A despeito do roteiro geral conter premissa interessante, inclusive abordando tese que muito me agrada, os diálogos e ações dos personagens parecem ter sido escritos por um garoto de 13 anos, e não dos mais brilhantes. Não só o método científico se afasta completamente dos diálogos e ações, mas também qualquer "bom senso". Beira quase o que seria "Os Três Patetas Exploram o Espaço" ou algo do tipo...
Seria capaz de pontuar facilmente mais de 60 pontos ridículos contidos no filme, a exemplo do que fiz com X-Men First Class, mas dessa vez não me darei o trabalho... Contento-me em alertar: Não perca seu tempo e dinheiro com Prometheus.
Os Vingadores - The Avengers | Crítica
Henrique (27/04/2012 21:34:55)
Fiquei emocionado em ver o Capitão América encarando Loki no mano a mano e sendo auxiliado pelo Homem de Ferro. A cena é "fodástica"! :)
Os Vingadores - The Avengers | Crítica
Henrique (27/04/2012 20:40:48)
A ação é muito competente. As sequências de movimentos são muito bacanas, um deleite. A única ação que me incomodou ocorre nas cenas em que os personagens saltam para pegar caronas em naves que nem sabiam que por ali passariam, algo parecido com que acontece com Anakin quando ele salta da nave e cai "um km" antes de pousar onde desejava. Mesmo para um jedi a cena é forçada, o que dizer de heróis que não podem "see things before they happen"... :)
Não espere do roteiro nada muito elaborado. Ele é simples e clássico em seu formato geral, apesar de todos os artefatos alienígenas e tecnológicos, que enfeitam uma estrutura bem simples, mas muito bem exibida.
Os Vingadores - The Avengers | Crítica
Henrique (27/04/2012 20:17:06)
Acabei de voltar da sessão! O filme é divertidíssimo! Tem várias cenas inspiradas no arcade game Avengers. Não é perfeito, mas é mais do que esperava, muito melhor que os filmes do Thor, Capitão América e Homem de Ferro 2, juntos. Voltei pra casa falando "THE AVENGERS" como na entrada do game! :)
Projeto X - Uma Festa Fora de Controle | Crítica
Henrique (14/04/2012 16:50:12)
Bons tempos os de “Garota Sinal Verde”... Se bem que ele é praticamente da mesma época de “A Última Festa de Solteiro”, um dos primeiros e piores filmes na carreira de Tom Hanks, já apresentando as sementes que no mundo moderno originariam algo como “Projeto X”, uma obra irresponsável no topo da classificação "brainless teenager movie", perfeito para adolescentes desmiolados e adultos que sofrem de “revival”, como o próprio "tiozão vizinho penetra", personagem do filme.
Este tipo de filmagem (“found footage” como em "A Bruxa de Blair" e "Cloverfield") remove a “película ficcional” que existe como filtro em filmes como “Hangover”, e tem muito mais potencial de incentivar “fogo na cortina” do que um episódio de Beavis and Butthead...
O filme possui a atmosfera de uma série americana, em estilo reality show, que a MTV exibiu por aqui tempos atrás, onde jovens burgueses viviam os conflitos da vida fútil em festas “VIP” e, ao contrário do que dizem por aí, tem sim moral... Mas do avesso, constituindo péssimo exemplo para os idiotas pré-dispostos que podem se encorajar a realizar coisas semelhantes, cultuando comportamentos e valores invertidos, infelizmente tão em voga nos dias atuais.
Durante a sessão no cinema fiquei preocupado com as risadas em certos momentos nada meritórios, mas nada que se compare à sensação de ouvir a plateia aplaudindo ao final do filme. Com o que, ou quem, este pessoal se identifica? Em determinado momento, uma garota ao meu lado ficou com nojo de um gordinho suado que aparece no filme, exatamente como uma das “bitches” se enojaria nesse tipo de história... O personagem “Costa” é uma versão “C” e sem carisma de Seth (Jonah Hill em Superbad) que, convenhamos já é “B”. Que diabos afinal está acontecendo?
Como esperar que uma audiência que aplaude tal filme, que aplaude a popularidade dos protagonistas e a “moral inversa”, tenha condições de mudar a sociedade para melhor?
Pelo contrário. São como zumbis que um dia vomitarão no vidro dos carros, com ou sem o Romero dentro.
Tal obra deveria suscitar revolta, preocupação, reflexão... Tudo menos risadas histéricas. Confesso que sorri em três partes do filme (perseguição por um traficante a la “Terminator 2”, adolescentes seguranças, e a fúria do anão saindo do forno) que juntas não compõem um único minuto. Ganharia mais (tempo e diversão) assistindo um vídeo no Youtube.
Apesar de não concordar, é fácil entender um tipo como Flash Thompson (das histórias do Homem Aranha) ser popular no Colégio ou Universidade, pois mesmo humilhando outros estudantes ele ainda é atlético e bonitão, e o pessoal tende a relevar mais estes atributos quando jovens do que outros mais, digamos, “saudáveis”. Mas não é fácil entender um mundo moderno onde até mesmo os motivos para popularidade se tornaram mais supérfluos, fúteis e ignóbeis... Desde quando prover uma festa que "destrói, perturba, fere e coloca em risco" é motivo suficiente para tornar populares três seres patéticos que normalmente são chutados por “Flash Thompsons” nos corredores? Este “new nerd” é a antítese do nerd estilo Peter Parker. É o nerd que talvez mereça ser chutado na bunda e enfiado latrina abaixo...
Quando o filme muda de “tom” ao final, tornando-se quase um “disaster movie”, minha vontade foi a de ver junto com a chegada dos policias uma unidade ED-209 para alvejar os transgressores...
Ainda acho que a “festa americana” do comédia MTV é bem mais saudável. Recomendo.
John Carter - Entre Dois Mundos | Crítica
Henrique (11/03/2012 14:57:24)
"John Carter - Entre Dois Mundos (Bem Comuns)"
Você vai sentir que já viu tudo isso em algum lugar... E que viu melhor!
Há cenas bem escritas e com bons e surpreendentes ângulos de câmera, mas "John Carter" resulta em um filme piegas, chato e vergonhoso. Um verdadeiro mix de novela mexicana com Tarzan, Conan, Avatar, Gladiador e Star Wars, apenas para citar as figuras simbólicas mais gritantes...
O povo de Helium e Zodanga se parece com os romanos de Asterix, ou vindos diretamente de uma comédia de Mel Brooks , ou seja, um bando de tontos bêbados mal vestidos. O pai da princesa e seus ajudantes são tão ridículos que aparentam estar em um filme pornô. Não será difícil adaptar John Carter para algo como "John Carter - Entre Duas Princesas de Marte"...
Novela mexicana: a cena de apresentação da princesa Dejah começa com um discurso ensaiado mega canastrão que, para alívio da audiência, tratava-se mesmo de um ensaio para quando seu pai chegasse. Pena que o alívio dura pouco, já que os diálogos e atuações posteriores chegam a ser piores do que o ensaio inicial da princesa... As relações entre os personagens são forçadas demais, enfiadas goela abaixo, formadas por frases de efeito mal encaixadas, apresentando mudanças de rumo justificadas pela mudança em si, e não pelo rumo... Diálogos péssimos não ajudam as atuações sofríveis (visível efeito atuação em tela verde sob má direção), mas que ainda assim são melhores do que na nova trilogia Star Wars, sob comando do "Imperador George Lucas".
Avatar: Neste filme você também verá troca de corpos, e o personagem principal se torna azul depois de se banhar em sangue de macaco branco...
Tarzan e Conan / Ka-zar: A história original "John Carter from Mars" é de Edgar Rice Burroughs, mesmo criador do Tarzan, que partilha similaridades com a época e modo de escrever ficção científica de Robert E. Howard (Conan). Além disso, o estilo bárbaro de "músculos com tanguinha" é o mesmo de Tarzan, Conan e Ka-Zar, porém, neste filme John Carter é visivelmente um "franguinho" (muito mirrado e baixinho), mesmo quando comparado com a princesa Dejah, esta sim com o porte próximo de uma amazona (ela daria um couro nele tranquilo - John convence mais como cowboy do que como "bárbaro"). O fato de John saltar tão alto, devido a densidade de seus ossos frente à gravidade de Marte, também reforça seu lado "franguinho", relacionando-o ao Longshot, o mutante do universo dos X-Men com ossos ocos (como o das aves) que também saltava muito alto, além de contar com a sorte, da qual este filme vai precisar muito para alavancar uma sequência...
Star Wars: Temos também a arena de Genosha, com direito a grilhões, aliens entupindo as arquibancadas, monstros ferozes e escapadas bizarras... E é claro, o sotaque alienígena insuportável tão caracterizado por Watto abunda em Marte... Mas não esqueçamos de como John angaria seu exército ao se exibir e comover a platéia como Maximus fez de maneira soberba em Gladiador...
É verdade que a idéia geral poderia ter sido bem aproveitada. Não culpemos E.R. Burroughs... Então considerando a grana gasta para tamanha má realização, podemos classificar este filme como mais um grande desperdício cinematográfico... De idéias e potenciais, mesmo que fizessem referência à obras já conhecidas. Não há problema com referências (até porque a criação original é anterior a muitas delas), mas sim por terem sido feitas com desleixo, dentro de uma fórmula "quadradinha" que resulta no clichê, na falta surpresas e capacidade de emocionar...
A realidade física do filme oscila tanto quanto os efeitos especiais, hora com realismo razoável, hora com textura, iluminação e velocidade gerando ações artificiais demais, assim como as interações entre live action e CGI (efeito Jar Jar Binks e Clonetrooper com cabeça oscilante), que convencem mais do que na nova trilogia Star Wars, mas ainda não convencem como bonecos (vide batalhas em Hellboy II). Aproveito para lançar a campanha: "Eu acredito em muppets, não em CGI".
Há cortes bruscos da ação para o "momento ideal", mais conveniente ao roteirista para que a trama ande, como acontece com o "cubo mágico" nas mãos de Shia Labeouf ao parar Megatron: do salto atrapalhado e dificultoso de John para os pés da princesa / do calor da batalha para um casamento...
Os marcianos se impressionam com os saltos de John, mas possuem um cachorro que corre a mais de 100 km/h que é literalmente chutado pra escanteio... Aliás, a fisionomia de tal cachorro é tão díspar de suas habilidades quanto John Carter. Veja bem, é facilmente "comprável" que a física de Marte permita saltos meteóricos aos terráqueos, mas não que se tornem praticamente invulneráveis, super fortes e com "healing factor"... Não faz sentido ele saltar por ser leve e ao mesmo tempo ter o soco de uma bate estaca, capaz de com um único golpe matar um alien gigante (e muito mais pesado, já que a densidade óssea dele não o permite saltar). Os marcianos na gravidade da Terra deveriam então ficar imóveis, mas os aliens ocultos continuam tão leves, livres e soltos quanto em Marte...
Da trama geral, a parte que mais gostei se refere aos aliens ocultos conduzindo civilizações à ruínas, manipulando os "tontos do poder", como acredito que deve realmente ocorrer aqui na Terra... Inclusive os tontos nos estúdios de Hollywood... Não dá pra acreditar que o diretor é o mesmo de "Wall-E" e "Procurando Nemo", Andrew Stanton, a não ser se considerarmos a hipótese dos aliens ocultos... :)
John Carter - Entre Dois Mundos | Crítica
Wendell (11/03/2012 22:52:01)
putz esse odeia a nova trilogia do Star Wars,que isso cara hahuah
John Carter - Entre Dois Mundos | Crítica
Alex (12/03/2012 00:33:57)
Realmente, enquanto vc assiste ao filme, fica impossível não lembrar de Star Wars, Gladiador, Avatar...Dèja vu total.
John Carter - Entre Dois Mundos | Crítica
Vismael (12/03/2012 02:15:06)
Cara, é impressionante a má vontade do povo. Vc reclama q Carter possa saltar e ser forte por causa da densidade e gravidade e bla bla bla.
Superman chegou na terre e por causa do sol ele voa, é invulnerável, joga raio pelos olhos, enxerga através de paredes, tem super velocidade, super força, super audição, super sopro...
... e ninguém fica questionando a porcaria da densidade óssea dele!
John Carter - Entre Dois Mundos | Crítica
Henrique (12/03/2012 09:45:39)
Olá Vismael,
Deixo claro que não houve má vontade alguma no meu caso.
Apenas acho que o personagem e suas habilidades se tornariam mais críveis e capazes de emocionar se houvesse uma explicação, ainda que fantasiosa.
No entanto, a explicação que o roteiro dá é, inclusive, contrastante com o que vemos em cena, transparecendo falta de capricho no texto.
Um abraço!
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
Henrique (02/02/2012 15:28:28)
Que narração infeliz... Reforça meu ímpeto de não assistir os três primeiros filmes de novo no cinema... Já basta ter sido enganado por Lucas três vezes... :)
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
Fogs (03/02/2012 16:56:29)
O terceiro é o único que eu assistiria, aquela batalha sobre Coruscant no começo é muito boa.
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
These aren't the droids (02/02/2012 13:57:13)
Nossa, como essa trilogia "nova" é ruim...
O George Lucas perdeu uma chance de ouro de ter feito filmes ainda melhores do que os "clássicos" e fez essa xaropada aí.
História fraca, direção sem energia, atores sem carisma... pra mim, na trilogia só se salvam o Ewan McGregor como Obi Wan e o Darth Maul com seu sabre duplo, o resto é ridiculo.
Tenho vários momentos de vergonha alheia guardados na memória: Jar Jar Binks, "Anakin, vc está partindo meu coração", midchorians, Yoda bolinha de ping pong, r2d2 voando, o romance de anakin e padme em meio a pulgas gigantes... tosco, tosco, tosco.
O que me dá raiva é que tinha tanta coisa legal pra ser explorada! GL podia ter falado mais sobre as origens dos jedis e sith, sobre os mercenários, sobre o Palpatine... Sempre achei que a trilogia devia ter começado com o Anakin da idade do Luke no 1ºfilme e que a transformação em sith fosse no fim do 2º, tendo todo um filme mostrando ele caçando jedis e ajudando a formação do império. Claro que a luta com o Obi Wan e sua transformação em Vader de fato, deveriam mesmo ser no fim do 3º.
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
Daniela (02/02/2012 14:57:09)
Cara, eu não concordo com você, mas concordo menos ainda com quem negativa os outros que têm opinião diferente. Por isso, eu positivei você, pois algum recalcado te negativou, apesar de você ter exposto a sua opinião (equivocada, diga-se de passagem) de modo respeitoso.
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
Henrique (02/02/2012 15:19:11)
Assino embaixo.
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
Marcos (02/02/2012 15:27:09)
É sempre bom ler criticas de renomados diretores do cinema mundial aqui no omelete...
¬¬'
Puff...
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
TLA (02/02/2012 15:54:56)
O foco da história é de uma profecia q previa um salvador = Anakin , e esta personagem é e foi sem duvida a mais polemica, pois ele foi Darth Vader, mas ai suscitavam as dúvidas, quem foi ele? como ele ficou assim?, como ele é pai daqueles dois (Luke e leia) ? Lucas quis responder isso nesses 3 filmes I, II e III. Mas vc deu uma boa idéia..e que podem ainda fazer. basta querer.
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
Madame (02/02/2012 16:15:49)
concordo em quase td q vc explanou...
só um detalhe importante; Christopher Lee magistral com presença poderosa como Conde Dooku e o verdadeiro vilão manipulador de toda a série: o maquiavélico e pervertido Imperador Palpetine, brilhanetemente interpretado pelo mestre Ian McDiarmid!!!!!!!!!!!!
só esses dois personagens me fazem voltar aos cinemas...
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
These aren't the droids (02/02/2012 17:57:01)
"Cara, eu não concordo com você, mas concordo menos ainda com quem negativa os outros que têm opinião diferente"
É isso aí, @Daniela! Dar um negativo ou xingar pq não concorda com uma opinião é muita besteira! =)
@Madame vc tem razão, Lee e McDiarmid estão ótimos! Mas seus personagens foram pouco explorados, especialmente o conde dookan, uma pena.
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
Wendell (02/02/2012 21:00:15)
Bom a nova trilogia pode não ser melhor que a clássica mas está num nível bem próximo se não igual,o episódio III por exemplo chega ser melhor que o VI,fora que a nova trilogia tem várias cenas memoráveis.
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
Victor (03/02/2012 16:44:04)
These aren't the droids, concordo plenamente com tudo que você disse.
E Daniela, realmente, negativar alguém que expôs sua opinião de forma clara e sem ofender ninguém só porque você discorda dela é de uma imaturidade sem tamanho. Mas, infelizmente, isso é algo que ocorre muito aqui no Omelete, muito provavelmente porque pode ser feito de forma anônima...
Star Wars: A Ameaça Fantasma 3D ganha trailer para crianças
Fogs (03/02/2012 16:53:54)
Pelo que eu entendo o negativo ou positivo serve justamente para mostrar concordância ou discordância.
O que não pode é denunciar, que serve para quando as pessoas fazem spam ou usam termos ofensivos, pejorativos, etc etc etc.
As Aventuras de Tintim | Crítica
Henrique (28/01/2012 12:33:56)
Tintim é bacana e bonito demais... Tive que parar de me vislumbrar em cada cena para poder entrar no filme.
Tecnicamente soberbo, com cenas bem escritas, ângulos de câmera muito bem escolhidos, bom uso de reflexos e iluminação, e mantendo o espírito da criação de Hergé, este filme seria perfeito se não fosse a cena de ação de perseguição "maximotion", a qual deveria ser estimulante, mas pra mim foi como sonífero... O tipo de cena que extravasa, como se o poder da computação gráfica fosse usado em demasia, além da dose recomendada, em um ataque egotista do tipo "veja o que conseguimos fazer"...
"Grande poderes CGI trazem grandes responsabilidades" e, quando combinados com a necessidade hollywoodiana para clímax e finais grandiosos, são extremamente perigosos...
Mesmo com a cena "maximotion", e um final que poderia ser muito mais simples e melhor, menos "battle clash" (sem braços mecânicos se chocando tantas vezes), o filme ainda é esplêndido. Para mim é o quarto Indiana Jones... Aliás, a trilha sonora lembra em muito a de Indiana, não seu tema principal, mas a das cenas de perseguição e luta. Não há dúvida de que merece ser assistido em IMAX.
Missão: Impossível 4 - Protocolo Fantasma | Crítica
Henrique (05/01/2012 11:06:09)
"Missão Impossível 4: Protocolo Fantasma" tem cenas de ação extremamente competentes, com destaque à cena no prédio mais alto do mundo, em Dubai, que é de dar frio na barriga.
Considero Missão Impossível a franquia mais bem sucedida do gênero "espionagem-ação", principalmente quando comparada com "as porcarias Bourne", os últimos James Bond, e o filme de 24 Horas.
Cruise continua carismático e o roteiro não ofende a inteligência do espectador, sendo muito bem sincronizado, em especial na cena em que os personagens se passam por outras pessoas em um encontro duplo simultâneo, em andares diferentes do prédio de Dubai.
Claro que para este tipo de filme certa descrença e irrelevância são requisitos necessários para diversão. Bons sinais que me levaram a assisti-lo nos cinemas: a direção de Brad Bird (de "Os Incríveis") e a produção de J. J. Abrams (diretor do último "Star Trek" e do fantástico "Super 8").
Missão: Impossível 4 - Protocolo Fantasma | Crítica
Léon Dimitri (09/01/2012 13:06:35)
Agora estouy com mais vontade ainda de assistir esse filme.
Os Muppets | Crítica
Henrique (03/12/2011 15:33:50)
O novo filme dos Muppets é bem bacana, com ótimas tiradas e excelente astral, mas preciso dizer que senti falta do rato Rizzo (ele está fabuloso em "Os Muppets na Ilha do Tesouro").
Além disso, os bonecos eram ainda mais "vivos" na época de Jim Henson. Faltou trabalhar mais os outros Muppets, em especial o Gonzo, que depois de apresentado, praticamente não protagoniza mais cena alguma. Também senti falta de mais cenas com o Rowlf.
O uso da metalinguagem é bom e engraçado, mas utilizado em demasia, "tirando" o espectador do filme vezes demais e comprometendo um pouco a incrível capacidade de emocionar dos bonecos.
Há muitas participações especiais, como Dave Grohl, Zack Galifianakis, o Sheldon de "Big Bang Theory", o Jim Haupert de "The Office", entre muitas outras... Vale o ingresso! :)
Os Muppets | Crítica
Will (16/12/2011 14:15:03)
Mas o Rizzo estava lá... vc ñ viu? Ele aparece mais na cena q eles todos estão limpando o teatro!
Os Muppets | Crítica
Henrique (27/12/2011 12:30:32)
Mas é justamente isso Will, ele só aparece rapidamente e não participa efetivamente do filme.
Terror na Água 3D | Crítica
Henrique (24/11/2011 12:46:52)
Assisti "Terror na Água 3D" ontem, com os ingressos promocionais presenteados pelo Omelete e, apesar da trama não ser de todo má, e a direção ser razoavelmente boa, o filme é péssimo, mesmo dentro de seu gênero.
Acho de muito mal gosto o cinegrafista focar bundas e peitos logo após cenas de trucidação por tubarões, ou mesmo durante as cenas. Não gosto da associação violência-tesão para qual estes filmes apelam, ou tentam apelar.
O elenco até que convence, com as interpretações que você espera para este tipo de filme, mas os "tubarões CGI" são inverossímeis demais, aparecendo e desparecendo convenientemente e fazendo movimentos que nem mesmo os tubarões super aprimorados geneticamente, de um filme horrível com Samuel L. Jackson, conseguiam fazer...
Outra coisa que me aborrece é a moda de sadismo em filmes de suspense e horror, "a la Jogos Mortais" (que até hoje felizmente não assisti nenhuma cena além de trailers).
Não que eu esperasse deste filme, mas ainda estou pra ver o filme com tubarões que bata o suspense e a emoção do primeiro "Jaws" de Steven Spielberg...:)
Nova DC Comics é sucesso de vendas
Henrique (13/09/2011 09:31:41)
Este é o efeito "número 1", que a DC multiplicou por 52...
Esperar que haja qualidade neste mar de "quadrinhos mercadológicos" é pura ingenuidade, ou sinal de aceitação das obras de qualidade inferior, como já vem ocorrendo em todas as mídias, e se intensificando...
Cada vez mais as pessoas enaltecem porcarias e definem novos padrões inferiores...
Nova DC Comics é sucesso de vendas
marcelo (13/09/2011 09:40:14)
então me responde uma coisa genio
quantos dos novos titulos vc ja leu para manifestar o seu alto padrão superior?
Nova DC Comics é sucesso de vendas
Henrique (13/09/2011 09:50:08)
Quando tiver 5 minutos livres eu leio todos, já que pelos previews pude notar que é mais do tipo de quadrinhos que busca impactar com imagens e tem dois ou três balões de texto (ruim) por página...
Nova DC Comics é sucesso de vendas
Henrique (13/09/2011 09:53:23)
Recomendo as mini-séries "Identidade Secreta", "As Quatro Estações" e "O Mundo de Krypton", só pra começar a ler coisas boas do Superman...
Nova DC Comics é sucesso de vendas
danielpaz (13/09/2011 10:07:18)
Henrique: eu concordo com Marcelo. É uma ladainha que venho entoando: HÁ MUITA COISA BOA NOS QUADRINHOS DOS ÚLTIMOS 15 ANOS. Para MUITOS personagens, simplesmente as suas MELHORES FASES em décadas (tipo: Homem de Ferro, Punho de Ferro, Capitão América, etc...).
Então, please... sem o papinho de "qualidade inferior".
O que é consenso é o esvaziamento da mídia, mas não pela falta de qualidade, mas pela multiplicação de formas baratas, e mesmo gratuitas, de lazer.
Nova DC Comics é sucesso de vendas
Hector (13/09/2011 10:23:05)
"O que é consenso é o esvaziamento da mídia, mas não pela falta de qualidade, mas pela multiplicação de formas baratas, e mesmo gratuitas, de lazer."
Concordo com sua observação danielpaz... apesar dos pesares tem muita gente talentosa produzinhdo quadrinhos hoje em dia.
Outra observação que gostaria de fazer é que na verdade tem muito mais pessoas criticando do que própriamente lendo as HQ's.
Nova DC Comics é sucesso de vendas
Lauro (13/09/2011 12:49:29)
Concordo com Hector e com danielpaz,
É bem isso: "Apesar dos pesares", temos sim boas histórias e revistas.
Fases ótimas como as últimas do Capitão América, Thor, Quarteto Fantástico/Fundação Futuro, Homem de Ferro, Batman, Lanterna Verde...
Não há necessidade de saudosismo exagerado. Não é sempre que se criam "obras primas" nas HQs.
Temos é que "peneirar" o que é de qualidade e saber separar o que é inovador e criativo do lugar comum.
Jurassic Park - Parque dos Dinossauros | Conheça os detalhes do Blu-ray e assista a um trailer
Henrique (30/08/2011 19:15:53)
Spielberg: "Nós todos aprendemos tanto sobre como fazer este tipo de filme que nunca havíamos feitos antes..."
E pelo jeito desaprenderam rapidamente: note a diferença entre os dinossauros do primeiro e segundo filme em relação ao terceiro... Nunca mais, ou poucas vezes, fizeram filmes com efeitos em computação alicerçados em bonecos e maquetes, optam pelo mais fácil e deixam desenvolverem tudo em um computador, com resultados "sem vida"... O maior aprendizado do primeiro Jurassic foi a transição do stop motion para a computação gráfica, unindo o melhor de dois mundos profissionais, de dois tipos de artes e talentos... E depois "aprenderam" que era mais barato fazer tudo em computação e que o público engolia igual, vorazmente...
Jogos de Guerra | Remake do filme com Matthew Broderick contrata roteirista
Henrique (23/08/2011 12:58:47)
Nossa, que coincidência, acabei de assistir em VHS "Jogos de Guerra", outro filme de minha infância (estou com saudosismo oitentista).
É muito bacana: "O ÚNICO MODO DE VENCER O JOGO É NÃO JOGAR" - Se uma inteligência artificial chega a esta conclusão, e os realizadores do filme também, porque diabos estamos requentando a guerra fria? E agora com a ameaça de ogivas no espaço?
Um remake pode abordar a Guerra Fria oculta, ou ainda, o projeto Guerra nas Estrelas. Tomara que respeitem a ótima mensagem do original.
Premonição 5 | Clipe homicida parodia Saved by the Bell
Henrique (04/08/2011 23:18:21)
Esta paródia chega a ser doentia. Passo longe de "Premonição 5" e de seus antecessores...
Adorava "Saved by the Bell" e tenho alguns episódios gravados em VHS. A música da abertura é bem legal e o Skeeter era engraçado.
Superman - O Homem de Aço | Veja a primeira imagem oficial do filme
Henrique (04/08/2011 13:26:54)
A caracterização está boa, mas se este cenário em computação gráfica for sinal da "textura" do filme, já vi que nunca mais vou acreditar que um homem pode voar...
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Henrique (26/07/2011 23:17:13)
Para os que me desafiaram a explicar meu descontentamento com o filme:
Desconstruindo “X-Men First Class”
Porque para achar este filme bom, só estando na “primeira série” mesmo!
Há inúmeras diferenças entre os X-Men deste filme e os dos quadrinhos, mas pessoalmente não ligo para “liberdades autorais” em prol de uma boa história adaptada, que pode ser complementar à original, mantendo sua essência. No entanto, tomar estas liberdades e mesmo assim apresentar uma história fraca e cheia de falhas é algo que me revolta.
Ao sair do cinema me senti indignado, não só pelo filme ser uma porcaria, mas principalmente pela quantidade de críticas entusiastas e positivas que recebeu. A empolgação seria compreensível no caso de crianças e adolescentes, mas não no caso da mídia dita especializada... Há algo de muito errado com a humanidade, ou com os mutantes...
Em uma análise detalhada do filme exponho meus argumentos para defender a tese de que este é não somente o pior filme dos X-Men, mas também um dos piores filmes de super-heróis já feitos... E que quando os entusiastas o revirem com olhos mais maduros, poderão sentir vergonha de sua opinião prévia.
Vamos para análise, tentando respeitar a ordem cronológica das cenas:
01 – Charles Xavier e Raven (Mística) se conhecem logo no início do filme, ainda crianças, quando o pequeno Charles a flagra roubando comida na forma de sua mãe. Além da aparição de Raven ser gratuita (uma ladra faminta que aparece do nada e sozinha na casa) e uma coincidência das grandes (mutantes devem ter algum tipo de magnetismo, além daquele de Magneto), nos quadrinhos ambos vieram a se conhecer já adultos e há detalhes ou regras interessantes quanto à forma de manifestação dos poderes, que dão tempero à fantasia, tornando-a mais verossímil, como o fato de Mística poder se transmutar, mas obrigatoriamente mantendo a mesma massa corpórea. Então uma criança de trinta quilos não poderia obter a forma de uma senhora com 60 quilos, por exemplo...
02 – O pequeno Erik Lensherr (Magneto), ao observar sua mãe ser assassinada por Sebastian Shaw, tem um ataque de fúria que deveria ser extremo e, no entanto, é apenas extremamente mal dirigido, em ambos os sentidos. Ao invés de direcionar sua raiva ao assassino, ele primeiro amassa um sininho de mesa, depois detona um gaveteiro de arquivos, em seguida amassa os capacetes dos soldados que nada fizeram além de trazer a mãe dele pra sala, enquanto que a arma de metal que tirou a vida de sua mãe permanece intacta e pior, o “Sr. Nazista Shaw” ri e se delicia com a manifestação do poder de Erik sem sofrer nenhum ataque, nem um esbarrão com algo de metal, ou sua armação dos óculos entortar... Nada, simplesmente nada. Enquanto ele ri as peças de metal da “sala de tortura açougueira” dançam em puro exibicionismo que não convence, que não se encaixa com a dor, amargura e revolta de um garoto que acabou de assistir sua mãe ser morta. E se não bastasse Erik não direcionar nada de sua fúria ao assassino de sua mãe, ele se deixa abraçar por Shaw e sai caminhando ouvindo seus conselhos... Shaw deve ter aconselhado ele a trabalhar em versões live action da Disney, onde ele poderia fazer todo o mobiliário de metal dançar em “A Bela e a Fera”...
03 - De 1944, onde Erik aparenta estar por volta dos dez anos de idade, o filme pula para 1961, com Erik aparentando mais de trinta anos (o ator tem 33), deitado em uma cama, brincando com a moeda nazista do joguinho sádico de Shaw, e olhando para um painel munido de fotos e informações, onde se pressupõe que ele esteve trabalhando por muitos anos em uma vingança, a qual não se sabe por que não foi executada muito antes do momento atual...
04 – Xavier se importar esteticamente com a aparência real de Raven (Mística) vai na contramão de sua personalidade formada nos quadrinhos e contra a própria reação inicial dele quando criança, no momento em que a flagra furtando comida. Uma coisa é se importar em mantê-la escondida para protegê-la, outra é não “gostar de azul”. O conflito com a aparência de Mística nasce do nada, sem nenhum gatilho ou faísca, característica essa comum ao longo do filme: conflitos e motivos convenientemente tirados e colocados na cartola ao bel prazer dos roteiristas... Porque Xavier se importaria com isso exatamente neste momento, depois de mais de uma década de convivência? E não seria muito mais provável que viesse a ocorrer antes, talvez na adolescência, quando os hormônios estão em ebulição? Afinal, ambos agora já estão com cerca de 25 anos de idade (Xavier está se formando na Faculdade).
05 – Se Magneto tem tanto ódio por ter perdido sua mãe e sofrido no campo de concentração, e busca por vingança... Porque não matou o banqueiro nazista depois de extrair a informação dele? Porque o deixou vivo? E isso depois de uma década para conseguir a pista do banqueiro... Bem, quer dizer que Erik não ficou sentido com os milhares de judeus mortos em campos de concentração? Quer dizer que ele busca apenas uma vingança egoísta contra quem matou unicamente sua mãe? Quer dizer que arrancar o dente dele satisfaz o lema “olho por olho, dente por dente”?
06 – A gravação de entrada em Las Vegas de 1961 parece “real footage” e contrasta demais com a textura do filme. Porque não ajustar a textura? E veja que não estou falando do Kennedy falando em uma TV preta e branca, e sim de uma cena que deveria ser a chegada de Moira à Vegas...
07 – Os efeitos em computação gráfica são péssimos. Devem ter chamado a equipe responsável pela garra do Wolverine em frente ao espelho no “Origins”. O efeito de transformação da Rainha Branca em diamante, por exemplo, é pior do que o T-1000, fantástico para época (1991). Mas não basta os efeitos serem porcos... A concepção dos poderes, ou seja, como são quando utilizados, está realmente ridícula e inverossímil, com direito à rebolada plasmática. Uma coisa é ver e tocar, sentir o peso das asas do Anjo em X-men 3, outra é ver asas brotando do nada, das costas lisinhas de Angel...
08 – Azazel se teleporta de Vegas para o Pentágono, percorrendo em poucos segundos uma distância de quase quatro mil quilômetros. Uma distância completamente absurda, irreal e forçada, mesmo considerando-se o poder fantasioso dentro do universo de regras dos X-men. Para efeito de comparação, Noturno pode se teleportar não mais do que três quilômetros de distância normalmente, e isso o depaupera (forçaram a barra em X-men 2 ao mostrar Noturno se teleportando no mapa enquanto Xavier o localizava, e nos quadrinhos, quando ele se teletransporta de Vegas para São Francisco - pelo menos ficou na Costa Oeste!). Uma das regras bacanas para Noturno era ele não poder se teleportar para onde conhecia ou via, pois poderia se materializar em algo sólido, ferindo-se ou morrendo tragicamente. Tanto os quadrinhos quanto os roteiros modernos parecem não se preocupar com este tipo de “realismo” que dá tempero à fantasia. Pelo jeito os roteiristas quiseram bater o recorde com Azazel nas “Olimpíadas de Teletransporte”...
09 – Ninguém estranhou o Coronel chegar à reunião do Pentágono, para qual sua presença não estava prevista e, ainda por cima, com trajes elegantes de festa, sentado em meio aos fardados. O mais interessante a notar é o quão vital foi sua participação na reunião, já que ele apenas concorda com a decisão que o General já estava tomando, de colocar os mísseis na Turquia... Ou seja, mais uma viagem desnecessária da “Azazel Tour”...
10 – Depois de ter conseguido uma informação incrível com o banqueiro nazista (o nome de uma cidade na Argentina!), Magneto aparece já entrando em um bar qualquer, onde coincidentemente havia dois nazistas. Parece que Erik não se encantou muito com sua sorte conveniente e decidiu matar os dois nazistas e o bartender sem, no entanto, ter arrancado deles quaisquer informações! Tudo o que ele vê na parede do bar é uma foto com Shaw no meio de duas outras pessoas, escrito embaixo “Caspartina” e “Miami”. Com base em uma foto de um quadrinho que ninguém sabe há quanto tempo está lá pendurado, o cérebro avançado de Erik permitiu que ele desta cena já saltasse para um ataque a um barco em movimento chamado Caspartina, na costa de Miami...
11 – Xavier se mostra super preocupado com a possibilidade de Mística se revelar quando ela brinca com a heterocromia por ciúmes, e depois, sem mais nem menos, decide-se revelar para o Governo...
12 – Xavier usa seu poder como se fosse um Jedi utilizando a persuasão da força (“Jedi mind trick”), mas de forma leviana, sem charme. Até no poder sem computação gráfica conseguiram errar...
13 – Desrespeitando as regras de “Where in the world is Carmen Sandiego?”, Magneto acha o barco de Shaw em Miami graças ao quadrinho na parede… E quando o aborda, Emma Frost, além da telepatia e da transformação em diamante, também exibe super-reflexos, pois pega no ar uma faca lançada por Erik para matar Shaw (convenhamos, Magneto pode mover metais ao bel prazer, e mesmo assim traça uma trajetória retilínea para matar Shaw? Porque não fez a faca “piruetar” pelo ar? Porque não a lançou de fora do barco, mutilando os dois em um ataque surpresa?). Até o Neo teria tido dificuldades em agarrar a faca lançada, e muito mais se fosse devidamente lançada pelo mestre do magnetismo... Mas não bastam os super-reflexos, ela também é capaz de dar um golpe que lança Magneto voando para fora do barco... Acho que Emma pode mover carne humana com telecinésia, assim como Magnus move os metais... Mas neste caso não foi telecinésia, foi um baita golpe com “superforça” duro de engolir...
14 – Mas não só Magneto achou Shaw em seu barquinho facilmente como todo o governo, com Xavier e Moira, também acharam, e na mesma hora! A lição é: nunca se esconda em Miami! E depois que Magneto cai na água ele resolve tirar um cochilo, pois só depois de minutos é que emerge e decide brincar com as correntes...
15 – O governo dos EUA, nesta época, era bem pouco cauteloso, pois mal encontra Charles, Raven e principalmente Magneto, e decide dar uma base para eles, onde há uma porrada de coisas secretas: equipamentos e até dossiês em arquivos, como o de Shaw, que Magneto rouba.
16 – E se não bastasse a coincidência gratuita no encontro de Mística e Xavier, na base já havia outro mutante... Hank McCoy... De repente mutantes parecem estar em todo lugar! Nos quadrinhos Hank é grandão (não só seus pés que são grandes) e possui agilidade simiesca, próxima a de um gorila. Em “First Class” Hank tem pés não só grandes, mas deformados, assemelhando-se a mãos grandes e peludas. Nos quadrinhos ele não tinha vergonha de como era, apenas reclamava dos sapatos apertados quando saía com Bobby Drake (Homem de Gelo) para encontrar Zelda, e ele se dava bem com as mulheres mostrando seu pé (se é que você entende...).
17 – A explicação para o capacete de Shaw é: “os russos fizeram isso pra mim” (leia-se: os roteiristas tiraram da bunda). Provavelmente foi o “Whiplash” de “Homem de Ferro 2”, o russo inventor mais menosprezado pelo mundo...
18 – O submarino “high tech” de Shaw tem tudo (energia elétrica, TV, som, telefone, sala de espelhos para plutônio, etc.), mas não tem geladeira (como será que conservam os alimentos?), o que o força a pedir para sua empregada de luxo, a Rainha Branca, para sair lá fora e coletar gelo em um iceberg, compondo uma das cenas “jamesbondianas” mais ridículas do catálogo... Mas esperem que há mais referências à cenas toscas de James Bond no filme... Quanto à comida de bordo do submarino, Azazel deve fazer “compras” nos supermercados de todo mundo...
19 – O conflito de Hank é desejar se sentir normal, o que contraria sua personalidade nos quadrinhos, e ele está em busca de uma “cura”. Quando conhece Raven, vê em seu poder a oportunidade para formulá-la. Agora convenhamos, que idéia fraca a Mística reclamando de se esconder, sendo que ela pode assumir qualquer forma. As pessoas normais é que reclamam por não poder fazer o que ela faz! Quanto à cura de Hank, apesar de ainda não existir, ele já sabe que ela é mágica, pois não afeta a habilidade mutante, só a aparência! Outra “idéia de jerico”... Veja só que no caso de Raven, a cura não passaria de um placebo, pois o poder dela é justamente mudar a aparência! Ela poderia continuar se transformando como sempre fez, inclusive em sua forma normal antiga. Agora me responda, se os pés de Hank tivessem aparência normal, ele continuaria se pendurando de cabeça para baixo? Continuaria correndo mais do que os nigerianos (calculei a velocidade dele na cena com Xavier)?
20 – Convenientemente, na base da CIA, apesar de não saberem que existiam mutantes, e muito menos telepatas, Hank já havia construído um transmissor capaz de ampliar as ondas cerebrais e intensificar poderes telepáticos, para localizar outros mutantes... Ou seja, o “Handy Hank” criou o “Cerebro”, que nos filmes prévios era de autoria de Erik e Charles... A máquina é da CIA, mas as decisões de como utilizá-la são de Charles, que em pouco tempo se tornou o maioral da base secreta... E convenhamos: que diferença faria se as decisões não fossem dele? Só Charles é que poderia utilizá-lo... Ele mesmo brinca dizendo para o diretor da base para usar o Cerebro sozinho se não aceitar... Ou seja, mais um conflito inútil e desnecessário, alicerçado no nada... E ainda por cima, todo mutante que ele encontrou e convocou foi parar na base da CIA... Belo conflito... Pelo menos Xavier não convocou criancinhas, como Ororo e Scott Summers, escolhendo só os adolescentes e jovens para arriscar a vida... E pelo jeito ser mutante é o equivalente ao “passe livre da prisão” nos jogos de tabuleiro, pois Alex Summers sai da prisão no maior bem bom, sem explicações...
21 – A participação de Wolverine é curta, mas ele diz o que os realizadores deste filme merecem ouvir...
22 – Apesar de Emma não poder sentir Charles, pois ele está muito longe e com alcance amplificado pela engenhoca de Hank, ela magicamente (ou seria mais um poder? A super-intuição feminina?) descobre que estão recrutando, interrompendo Shaw durante sua sessão de bronzeamento na “sala de espelhos plutonizada” para informá-lo.
23 – A cena dos jovens mutantes na sala de entretenimento da CIA é patética. A escolha de condinomes surge gratuitamente, e “Mística” aparece da preferência pessoal de Raven (este surgimento é tão forçado que os roteiristas se viram obrigados a encaixar uma brincadeira com Banshee para amenizar...). Nesta cena vemos a péssima concepção dos poderes. O rebolado plasmático de Destrutor é um show (de axé) a parte. A cuspida de Angel é um poder extremamente mal escolhido para adaptar (como o teleporte de quatro mil quilômetros), ainda mais do modo como fizeram: na cena de batalha final, ela chega a cuspir uma rajada de bolas de fogo, afinal, “as metralhadoras cospem”... E voltando a sala de mutantes baderneiros: as asas de Angel surgem e desaparecem magicamente, não é algo físico que desencarna de sua tatuagem, por exemplo, e sim mais um CGI sem vergonha...
24 – Depois de assistir um show de irresponsabilidades mutantes, o plano genial é enviar a “molecada mutante” sem treino para impedir a Terceira Guerra Mundial...
25 – Chegando à Rússia, Moira e os demais agem como se fosse inesperado ter de cruzar uma guarita militar antes de entrar pela estrada que leva à “Casa de Campo do Escritório Militar da União Soviética” ou “Retiro das Forças Militares Russas”... “Isso não estava no plano”... Bem, se esta guarita não estava no plano, imagino o que mais eles não planejaram... Engraçado notar que os russos da guarita não estranharam um caminhão sem carga (“mind trick” de Xavier) entrando na base, não pediram identificação do motorista (agente aleatório da CIA que fala russo) e de Moira, e não avisaram no Retiro que havia um caminhão chegando, já que ninguém estranhou quando eles pararam no meio do caminho e ficaram praticando a observação ecológica de russos com binóculos... Aliás, para que diabos eles entraram lá afinal? Foram até lá por causa do Shaw? E só por não terem o visto brincando no jardim da frente decidem abortar a missão? O que o pretendiam fazer se ele estivesse lá, já que Moira diz a Erik que ele está louco por querer que a CIA invada a casa de um oficial russo, e que isso podia incentivar a terceira guerra... Putz...
26 – Emma Frost é estrangulada na forma de diamante por partes metálicas da cama e, quando retorna à forma normal, seu pescoço não está nem vermelhinho... Sem contar que o metal líquido do T-1000 de, pasmem, vinte anos atrás, se movia com mais naturalidade e capricho do que não só os metais, mas também todos os atores de First Class...
27 – Se reclamavam do plano de Magneto no primeiro X-Men, onde ele queria diminuir as diferenças transformando todos em mutantes com uma máquina impulsionada por seus poderes magnéticos, o que dizer do plano de Shaw? Praticamente o mesmo plano, mas sem a engenhosidade de uma máquina. O que ele quer é causar uma guerra nuclear, favorecendo a formação de mutantes e se tornando presidente. Um plano hiper clichê, que não só simplifica e denigre a correlação entre energia nuclear e mutantes, mas também deprecia a excelente frase de efeito: “filhos do átomo”. Se ele inventasse o celular talvez tivesse mais sucesso em sua empreitada... E se só queria explodir bombas atômicas por aí, porque Azazel não se teleportou de botão vermelho para botão vermelho?
28 – O modo como Angel muda de lado é patético, muito pior trabalhado do que a criticada mudança de lado de Pyro no segundo filme dos X-Men. E na falta de um Dentes de Sabre capanga mané, temos dois capangas estéticos que entram calados e saem mudos... Azazel e Maré Selvagem.
29 – Matar Darwin logo de cara só mostra duas coisas: que a tradição do “negro morre primeiro” (explicada no longa do South Park) permanece e que os roteiristas são muito preguiçosos, afinal, seu poder de adaptação tem enorme potencial criativo, permitindo imaginarmos inúmeras situações interessantes. No entanto resolveram limitar Darwin a guelras exibicionistas dentro de um aquário e a uma armadura ridícula, que faz dar saudade do figurino do Coisa, no primeira longa do Quarteto (antes ainda de Tim Story). Se Darwin tem o pode de adaptação, o mesmo não se pode dizer dos realizadores, que não conseguem adaptar X-Men para as telas...
30 – Em tese Shaw absorve um tipo de energia e depois libera este mesmo tipo de energia quando oportuno, mas neste filme não. Shaw absorve energia e a reprocessa, liberando do jeitinho que o roteirista quer. As rajadas plasmáticas de Destrutor são apresentadas como incendiárias, ao invés de se comportarem como as rajadas de seu irmão Ciclope, e quando absorvidas por Shaw, tornam-se um raio desintegrador. No entanto, alguém da equipe de CGI quis caprichar e fez o raio liberado por Shaw ser morfologicamente idêntico às rajadas de Alex, apesar de não ser incendiário e nem plasmático, e sim um verdadeiro botão de “delete”. Dentro da base da CIA, Shaw com um pisão no chão consegue liberar sua energia na forma de explosões em sequência circular... Que puxa...
31 – Xavier e Erik decidem treinar depois que Darwin morre junto com todos os agentes da base... Um treino bem “interessante”, pois antes eu achava que a sala de perigo é que era perigosa:
- Xavier acaba desistindo, mas por um momento considera atirar na cabeça de Erik com uma pistola, a poucos centímetros de distância, para que Erik teste seu poder...
- Destrutor se questiona quanto à segurança de disparar seu poder dentro de um abrigo nuclear, sendo que antes disparou em uma estátua ao ar livre e na direção de Angel e Darwin... Os anéis de fogo formados após sua rajada não fazem sentido algum, nem em relação à forma de manifestação do seu poder, nem em relação ao ambiente do bunker, que pegou fogo de forma eqüidistante, em um mero capricho estético-cenográfico.
- Eles têm uma teoria de que Banshee pode voar, então o arremessam do quinto andar da mansão...
- A cena da corrida entre o Hank e Xavier revela que Hank deve ser parente distante de Pietro Maximoff (mutante velocista, filho de Magneto nos quadrinhos). Ele está emparelhado com Charles, dá a volta na mansão, e aparece ao lado de Charles novamente em nada menos do que 13 segundos. Fiz uma estimativa conservadora da distância percorrida e cheguei a uma velocidade média em torno de 50 Km/h.
- Apesar de Alex ter errado todos os alvos prévios, Charles e Hank arriscam a vida para que ele se sinta confiante e motivado para acertar o alvo central... Até Alex pergunta “se isso é sério”... E este é o truque mais utilizado neste filme: transmitir o que seria a reação incrédula do espectador (caracterizando um filme ridículo) para os personagens (atenuando o roteiro porco e mascarando o ridículo), como em outro exemplo: “Isso é sério? Vocês querem mandar moleques não treinados para uma guerra na Rússia?”
- Mesmo Banshee não tendo conseguido voar, jogam ele de uma antena de radar gigante onde, caso ele não voasse, era morte na certa (o treino intensivo de Xavier e Erik se resume a colocar a vida de alguém em risco de verdade). O vôo de Banshee é tão mal feito que parece piada. O Super Herói Americano sem manual voava melhor, com efeitos mais impressionantes.
- Durante o treino Erik exibe dificuldade em mover uma grande antena parabólica (radar) que está distante, e só com a ajuda do professor “Xaveco” (nesse filme ele faz juz ao apelido, já que tenta xavecar garotas com a mesma cantada furada) despertando sua lembrança mais alegre é que consegue. No entanto, logo depois desta cena entra o tomo final do filme, onde só faltou Magneto mover a frota inteira de barcos, denotando uma desproporção muito grande em relação à manifestação do seu poder. Tudo bem fazer Magneto mega poderoso, isso é legal, mas não é legal não desenvolver um personagem...
32 – Angel substitui a capturada Emma Frost até nos drinks com Shaw dentro do Submarino. De repente Angel se tornou a nova “madame maligna” do filme...
33 – Quando Hank oferece “a cura” para Raven, novamente ele enfoca que o soro não afetará os poderes e habilidades, somente a aparência... Hank vai continuar a 50 km/h com pés normais e Mística, bem, Mística vai continuar igualzinha...
34 – Quando Hank injeta a cura em seu próprio pé, começa a se transformar em um tapete azul felpudo (azul, claro! Genial. A Mística é azul, a cura veio do sangue dela, então o Fera é Azul e o Noturno é azul). A cena busca fazer homenagem ao Dr. Jekyll / Mr. Hyde, mas acaba sendo mais tosca do que a aparição do Dr. Hyde no péssimo “Van Helsing”. O Fera, que havia sido muito bem caracterizado e concebido em X-Men 3 (e olha que já aqui ganha do Wolverine o apelido de “bola de pelos"), em First Class se parece com “a Fera” de uma peça infantil de baixo orçamento que adapta “A Bela e a Fera”... Um verdadeiro lobinho humanóide azul oriundo dos filmes de Scooby Doo... Imagino do que Wolverine chamaria este Fera...
35 – Raven vai direto do seu conflito com Hank para cama de Erik! E nem a brincadeira com Rebecca Romijn (a Mística dos filmes prévios) salva a cena.
36 – Charles, ao ver Raven nua, se incomoda não por ela estar em sua forma natural, mas por ela estar sem roupas, apesar da cena intencionar reforçar a impressão de que Xavier é contra Raven se aceitar da maneira que é naturalmente, o que contraria sua personalidade nos quadrinhos e o próprio personagem raso criado no filme. Mais tarde ele ainda chama a forma normal de Mística de “problema de estética”.
37 – Um apelido melhor que “Fera” seria “Handy Hank”. Cheque abaixo a lista de invenções e proezas do Dr. Henry McCoy, só neste filme:
- Inventou e construiu o “Cerebro”, antes de saber que existiam mutantes telepatas.
- Projetou o avião Blackbird (Pássaro Negro), pra ficar parado e sem dono em um hangar, como um passarinho solitário na gaiola, esperando o dia da insurgência mutante.
- Projetou e fabricou o aparelho que conduz a rajada de Destrutor.
- Inventou uma cura com base no sangue de Mística que, apesar de não ter dado certo, pode ser vendida como “tônico capilar”, ou “potencializador de mutação”...
- Sabe pilotar o avião Blackbird.
- Fez as “asinhas” de Banshee.
- Criou e fabricou os uniformes dos X-men.
38 – Xavier implica ironicamente que o uniforme protege contra balas e a força da gravidade no jato supersônico... Bem, sabemos no final que ele estava certo somente sobre um dos tipos de proteção...
39 – De repente, da mansão de Charles corta para todos os X-men uniformizados em um hangar que abriga o Blackbird... O governo realmente adora estes mutantes, pois os deixa pintarem e bordarem mesmo depois da chacina na base da CIA para qual ninguém prestou esclarecimentos, pois nenhuma investigação se sucedeu... Ninguém nem perguntou quem eram ou o que iam fazer quando resolveram pegar o Pássaro Negro para dar uma voltinha.
40 – O Fera finalmente aparece transformado (nesta hora geralmente uma grande parte do público nos cinemas ri, não sei por que), e diz que a cura não funcionou, mas a Mística insiste que funcionou, pois era isso que ele deveria ser... Bem, então porque ela e os outros não tomam a “cura” e descobrem o que deveriam ser?
41 – Na cena final, o grande dilema é não deixar o navio russo invadir o espaço americano, no entanto, o Blackbird invade ambos os espaços e os exércitos não fazem nada...
42 – Azazel se teleporta para um navio russo, mata toda a tripulação (geralmente são centenas de marinheiros, podendo chegar a mais de 700 em um cruzador nuclear) sem que ninguém consiga avisar os navios ao lado e, ao invés de erguer uma bandeira americana, disparar um míssil em qualquer navio ao lado, explodir o próprio navio, ou qualquer outra ação que levaria a uma guerra (ele podia até mesmo ter invadido o navio vestido de Capitão América), ele apenas fica navegando em direção à fronteira oceânica, praticamente cantando “Eu sou o marinheiro Popeye”... Além disso, nenhum russo achou estranho perderem o controle do navio. Precisou o navio ir sozinho até o limiar para começarem a notá-lo...
43 - Mais fácil ainda seria Shaw ter torpedeado os navios com seu submarino, que navegava em profundidade tranquilamente, atravessando os territórios, e não sendo detectado por nenhum sonar (que na época, em 1961, não só já existia, como era corriqueiramente utilizado em navios de batalha). Nenhum dos lados, nem o americano nem o russo, previu que poderiam usar submarinos neste impasse (e olha que os russos têm histórico com submarinos), por isso não os procuravam... E Shaw, ao invés de destruir navios dos dois lados, decide colocar em prática um plano vilanesco que beira fazer chá com Batman e Robin esperando o bule gigante ferver...
44 – Quando Xavier possui telepaticamente um oficial russo para impedir que o navio cruze a linha, tudo que o “Oficial-Xavier” faz é apertar um botão vermelho e disparar um míssil, que já estava convenientemente mirado no próprio navio russo... Ninguém precisou calcular e traçar nova rota antes de disparar, afinal, é um antigo costume russo brincar de “roleta russa”, então eles deixam as armas mirados nos próprios navios... E o roteirista poderia pelo menos ter feito Magneto guiar o projétil, explicando a alteração na rota, mas nem para isso se esforçaram...
45 – Shaw só descobre que os X-Men estão na área depois que o navio explode, porque o Blackbird desfilando no céu não era suficiente (além de geladeira, falta radar ao submarino de Shaw).
46 – Já que todos os exércitos esqueceram os sonares, o Blackbird voa em alta velocidade por cima da iminente batalha e Bashee cai na água para detectar Shaw. Logo de primeira o sortudo Banshee mira na direção do submarino e usa seu poder como um sonar (só não sabia que ele também conseguia interpretar ecos submarinos, afinal, não só sentiu a onda sonora voltando, como conseguiu diferenciar este tipo de ricochete de uma rocha ou de uma baleia...). Era mais fácil e factível Xavier ter possuído alguns peixes, ou quem sabe o próprio Príncipe Namor...
47 – “Automaticamente” Xavier transmite a localização do submarino de Shaw, de Banshee para o Fera, que leva o avião para perto, e Magneto por sua vez traz o brinquedinho pra fora d’água (com uma dificuldade que não bate com a dança magnética de mísseis que veremos depois). O submarino estava próximo de uma praia (onde cai logo após), e quando Maré Selvagem sai do submarino flutuante pela escotilha a cena é tão porca que me remeteu diretamente ao “Dentes de Aço” lutando com “James Bond” de Roger Moore em cima do bondinho do Pão de Açúcar... Entendi o que o diretor dizia nas entrevistas sobre o “estilo James Bond”...
48 – O Blackbird cai, se quebra, explode, se espatifa, e ninguém sai ferido... Pulam pra fora prontos pra ação. Vai ver que era isso que Xavier quis dizer sobre os uniformes, que protegiam contra a gravidade mesmo, e não contra a “g-force” do jato em movimento...
49 – Enquanto o submarino voava por aí e depois tombava, Shaw não largou os bastões nucleares...
50 – Xavier ordena que Mística fique guardando os destroços da aeronave, pois ele realmente tinha apego com o aviãozinho. Moira começa a falar aleatoriamente no rádio, informando que Shaw está tentando disparar algum tipo de bomba... Acho que era com Deus que ela tentava falar... Afinal, se ela queria denunciar para o governo a presença de Shaw e sua vontade de começar uma guerra, por que não o fez antes? E se esperava que não acreditassem, porque achou estranho não relevarem agora?
51 – Angel surge cuspindo bolas de fogo em Alex e o “afogado” Banshee emerge do nada para lutar com ela e cumprir a cota de batalhas aéreas do filme. Se colocar o Homem de Gelo contra Pyro era clichê (gelo contra fogo), então colocar dois alados pra brigar não sei o que é. A briga no ar não poderia ser pior, com direito a rajadas de bola de fogo saindo da boca de Angel (ela cospe sete a oito bolas no melhor estilo metralhadora).
52 – Magneto entra na sala de espelhos de Shaw e Xavier perde o contato telepático... Se a sala é contra telepatia, então porque Shaw usa o elmo made in Russia? E como é que com elmo e espelhos Xavier antes dá a entender que sabe a localização de Shaw? E já que espelhos atuam contra telepatia, será que veremos elmos espelhados em “Mutantes Velozes e Furiosos”?
53 – Banshee chega gritando para salvar Alex e todos os guardas tampam os ouvidos, menos Alex, que graças a nunca ter usado cotonetes, nada sente e pula para que Banshee o agarre (e que agarrão chocho...). Basta Angel furar a asa de Banshee com o “babaloo atômico” pra ele se estabacar no chão com Alex.
54 – Os espelhos na sala impedindo a “leitura” de Xavier me lembraram da cena de “Conan – O Destruidor”, onde para afetar o monstro do feiticeiro, Conan tem que acertar os espelhos...
55 – Azazel é sempre rápido e letal, menos quando se trata de finalizar o Hank. Por algum motivo ele apenas decidiu mirar seu rabinho no olho do Fera e ficar esperando algo acontecer... Deve ter se apaixonado, como é comum acontecer nestas lutas de rala e rola do estilo Vale Tudo...
56 – Magneto diz concordar com Shaw e o mata apenas porque ele matou sua mãe, e não porque ele matou inúmeros inocentes, incluindo o Darwin e provavelmente uma porrada de judeus durante a Segunda Guerra... E este diálogo transforma o personagem complexo, cinza e amargurado dos quadrinhos em um simples cara egoísta...
57 – Os russos e americanos concordam em se unir para eliminar a ameaça mutante que até pouco tempo ninguém sabia que existia... Como se matar os gatos pingados na praia fosse resolver o “problema”...
58 – Quando Magneto sai do submarino erguendo o cadáver de Shaw no ar, como se fosse um mártir crucificado, Maré Selvagem e Azazel estavam de “mãos dadas, passeando na praia, catando conchinhas”, e não no meio de uma batalha ou desacordados...
59 – Se antes Magneto não conseguia mover uma antena de radar ou tinha dificuldades com um submarino, agora, depois que matou Shaw, consegue parar mais de vinte mísseis em movimento, e não é só isso, redirecioná-los e lançá-los de volta... Acho que o roteirista se confundiu, se empolgou e achou que Magneto absorveu poderes mágicos de Shaw... Talvez tenham sido as barras radioativas, que como a cura de Hank, deram um upgrade em Erik...
60 – Provando que era mais egoísta do que supúnhamos, Magneto só queria matar Shaw e declarar guerra contra a humanidade ele mesmo, desde o começo. Então como que Xavier não notou isto na mente de Erik antes? E se não estava na mente dele, como que Erik mudou de opinião tão bruscamente, sem motivações novas?
61 – Quando Magneto perde o controle dos mísseis no ar por ter sido empurrado por Charles, alguns mísseis explodem sozinhos... Acredito que se a simples mudança de trajetória os explodissem, então quando Magneto primeiramente os parou todos explodiriam. Para provocar a explosão, em tese seriam necessários impactos ou colisões mais fortes, ou uma compressão dos metais por Erik, o que não foi o caso.
62 – Quando os X-Men tentam correr em auxílio de Charles, todos são lançados longe por Erik (malditos botões de metal), menos Mística, pois ele já anteviu a vontade dela em se juntar a ele e matar todos os humanos... Afinal, são poucos os que não querem matar todos os humanos com mísseis... É claro que Mística já tomou esta fácil decisão e também quer.
63 – Moira, ao ter Magneto de costas em sua mira, ao invés de atirar em qualquer parte do corpo desprotegida, escolhe fazer o mais difícil e atira no elmo metálico dele (ela é uma agente treinada e sabe o que estava fazendo), com o impacto da bala chamando atenção de Magnus, que se vira e, acredite se quiser, rebate as balas disparadas posteriormente por Moira com a palma da mão... Isso mesmo que você leu: ele não as desvia com poderes magnéticos, e sim as rebate com sua invulnerável palma da mão... O que reforça a tese do roteirista ter criado um “Super Magneto” depois que injetou as barras de “ooze” na veia... Bem, é com a mão que Erik ricocheteia uma bala para espinha dorsal de Xavier (e é aqui que notamos que os uniformes não eram a prova de bala coisa nenhuma). Bacana a idéia de correlacionar Erik com a paralisia de Charles (nos quadrinhos não foi assim), mas porque de forma tão patética?
64 – Diante do ferido Charles, os mísseis são abandonados por Erik e começam a explodir sozinhos no ar, inexplicavelmente. E, mesmo depois de Erik ter ferido Xavier, Mística não hesita em se juntar a ele, pois, pasmem, o próprio Xavier recomenda... Que meio-irmão amigão este Xavier: “Vá, é o que você quer, se junte ao lunático assassino, sua vida será muito melhor...”
65 – Todos os “evil mutants” dão as mãozinhas (Azazel, Angel, Maré Selvagem, Magneto e Mística) e Azazel os teleporta para os camarins... Na verdade deve ter levado eles para trás de uma moita da praia e perguntado: “E aí nova gerência, para onde agora?” E Magneto falou: Para Rússia, onde vou conseguir o resto do meu uniforme, agora escarlate, em homenagem à Praça Vermelha...
66 – Como que o Xavier paralítico, Fera, Moira e Destrutor saíram daquela praia cercada por inúmeros navios militares, sem um teleportador e sem veículo algum, isso é outra história... Ou eles realmente querem que acreditemos que os humanos nos barcos finalmente entenderem o que aconteceu e agora desistiram de se unir para acabar com os mutantes?
67 – Antes desta eca acabar, Magneto ainda aparece com um elmo rosa “tunado” (Bryan Singer hands) para salvar a Rainha Branca, afinal, ele precisa de mulheres para tomar drinks com ele, que ouçam seus planos mirabolantes e sua risada maquiavélica...
Conclusão:
Para explicar o número de criticas e opiniões positivas, desconfio que este filme seja parte de um experimento para medir o efeito “Maria vai com as outras” em escala mundial... Além de possuir um roteiro fraco vagabundo, os efeitos são péssimos, a maquiagem é ridícula e o pior, o filme é do tipo "emotionles”, não sendo bem sucedido em transmitir emoções... Quer dizer que basta criar um contexto de Guerra Fria, usar cenas reais de discursos presidenciais e o filme é encarado como bem trabalhado? “Watchmen” sim trabalhou esta idéia, nos quadrinhos e no cinema, com maestria. Aqui vemos um porqueira de filme com uma embalagem temática séria... E quase ninguém percebe? O mind trick de Xavier deve ser mais poderoso do que imaginava.
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Silvio André (28/07/2011 00:45:25)
Parabéns pela crítica!+1 pra você
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Danilo (30/07/2011 15:24:49)
puta merda cara, vai caçar o que fazer.
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Carlos (31/07/2011 01:40:35)
meu deus cara, fico triste com seu alto nível de nerdisse!!! vi o filme e achei bacana, e tenho uma vida estáve. um bom emprego, uma namorada que me ama e eu amo ela, um futuro promissor. me impressiona saber que existem pessoas fanáticas como vc por esses lances, que nossa olha só tudo que vc escreveu cara! vai se danar! acorde para a vida e viva o hoje... pois esse mundinho de heróis á tudo fantasia e logicamente houve adaptações e alterações com relação às estórias originais. sei lá, acho q vc deveria ir embora pro seu planeta seu ET aiehauiehaie!!!!
X-Men - Primeira Classe | Crítica
rodrigo (02/08/2011 18:25:21)
Nossa cara vc é meu ídolo, tudo de ruim que tem nesse lixo de filme, não foi só eu que vi!!!!
Assino tudo em baixo!!!
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Danilo (14/08/2011 20:18:38)
Para o Carlos aí de cima:
Meu, o que diabos seu "emprego estável", sua namorada e seu "futuro promissor" tem a ver com o filme, com a crítica ou com a opinião do Henrique???? Empregos estáves podems se transformar em demissão numa crise financeira, namoradas pordem te transformar em um corno e seu futuro promisso pode acabar amanhã em um assalto ou em um acidente de trânsito. Você não é melhor do que ninguém nesse mundo cara. Você não é melhor do que o Henrique, não é melhor do que o cara que escreveu a crítica e nem é melhor do que o cara que dirigiu ou do que qualquer um aqui. Apenas mais um mané preconceituoso e mesquinho querendo ser melhor que os outros.
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Snake (17/08/2011 09:10:31)
Parabéns Henrique,você achou 67 defeitos no filme, e o seu que é só um,o da deficiência mental você não encontrou.
Você manja tanto que o diretor tinha que ser você.
Vai encontrar o que fazer,seu problemático!
Pelo jeito você deve ser esses nerds cheio de espinha na cara e virgem,pra escrever tamanha babaquice...acorda pra vida cara!
X-Men - Primeira Classe | Crítica
André MLT (19/08/2011 18:37:24)
Ridículo. TODO FILME TEM TROCENTAS FALHAS. É roteiro. É continuidade. Mas francamente... vc não tem vida social né? Ficar caçando 67 "falhas" para desconstruir um filme em um site na internet... é pretensão demais. Vc deve estar querendo tomar o lugar de algum crítico no site.
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Guns'n (24/08/2011 23:03:54)
nossa chorei de rir com os comentario aki, principalmente com a critica aki, quer dizer nem uma critica é grande assim e mto menos mete o pau o filme todo, é realmente ele não gostou do filme mas escrever 67 coisas é demais a vai procurar o que fazer kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Juliano (26/08/2011 09:39:51)
Tipico leitor de sites como MdM,judão e Jovem Nerd,sem vida social e provavelmente cheio de espinhas.
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Matthaeus (08/09/2011 15:38:50)
não precisava de escrever quase um livro com 67 críticas, você gastou muito do seu tempo com isso
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Erick (17/10/2011 01:15:51)
cara, respira fundo e pasme, é só um filme.
Não precisava de 67 tópicos e sim um "Não Gostei", ou nem comentar
mas o que vale é a intenção!
EU vi e gostei
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Dark (18/10/2011 16:43:52)
cara você ainda é virgem? pode falar... de boa?
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Dark (18/10/2011 16:46:19)
Sheldon Cooper existe e se chama Henrrique e mora no Brasil!
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Morpheus (14/11/2011 18:01:22)
E eu perdi mó tempo lendo isso aqui... mas eu estou no escritório, sem muito o que fazer mesmo... hehe
Mas tem algumas incoerências no seu texto, que você não entendeu muito bem vendo o filme. Por exemplo, como o Erik acha os coronéis do nazismo. Afinal, o filme não precisava mostrar ele pesquisando, apenas dar a entender que pesquisou... Isso tudo é direção.
Bem, o importante é que o filme realmente agrada, e muito ! É um filme de super-herói maneiro, e portanto conta como grande filme!
Sobre a Emma ter descoberto que o Charles estava recrutando, ora: Ela sentiu o Charles Xavier em sua mente (afinal, ele estava usando o Cérebro), mas ao procurá-lo, viu que ele não estava por perto, por isso se preocupou. E daí, percebeu que ele querendo localizar Mutantes e recrutá-lo.
E outras coisitas mais que vc não percebeu e está erroneamente criticando. MAS, como você, não quero ficar perdendo tempo escrevendo tudo aqui...
Abraço!
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Blunt (18/11/2011 23:14:46)
Nunca tive que manter apertado o botão PageDown (PgDn) do teclado por tanto tempo pra poder responder o seguinte: VAI FAZER ALGUMA COISA QUE PRESTE! PORQUE VOCÊ NÃO CRITICA DESSA FORMA OS POLÍTICOS CORRUPTOS, AO MENOS ESTARÁ TENTANDO AJUDAR A REALIDADE DO SEU PAÍS. SE É QUE VC SABE O QUE É REALIDADE!
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Ismael (20/05/2012 20:50:41)
Voce so pode tah de brincadeira.
vc procuro 67 erros no filme só pq te convém,cara na moral aja disposição,eu por exemplo não consigo,eu espero de um filme uma coisa diferente do que esta em minha mente.
Tipo a franquia do Batman do Nolan,achei diferente e é isso que eu quero ver,eu não quero pagar pra ir no cinema pra ver a mesma historia que eu vi no HQ só que em filme.foi por isso que eu gostei desse filme.
Os Vingadores | Pôster do filme e o novo uniforme do Capitão América [ATUALIZADO]
Henrique (22/07/2011 18:34:13)
O visual está BEM Ultimate. Gostei destes dois últimos posters da Viúva e do Gavião.
2084 | Mistura de Exterminador do Futuro com 1984 a caminho das livrarias e dos cinemas
Carlos (19/07/2011 07:07:21)
Alguma relação com Ayreon?
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ayreon
2084 | Mistura de Exterminador do Futuro com 1984 a caminho das livrarias e dos cinemas
Ramsés (19/07/2011 07:54:17)
1984 é um livro onde a população é controlada pelo Estado (uma crítica aos regimes totalitaristas da época pós guerra, foi escrito proximo aos anos 40, não lembro direito a data), tem filme por sinal com o nome e feito na mesma data 1984, é um livro MUITO bom, pra quem gosta do genêro é claro, o filme é muito legal tb, mas é uma história tensa e beeeeeeeem parada, vai do gosto mesmo...
Nesse livro que surge a idéia do GRANDE IRMÃO (Big Brother) mas lá não era uma casa com um bando de vagabundos fazendo porra nenhuma, mas toda cidade meio que "escravizada" pelo bem comum. Vale a pena ler, ou pelo menos ver o filme, para ver o quanto George Orwell (o escritor) acertou da nossa sociedade mais atual.
2084 | Mistura de Exterminador do Futuro com 1984 a caminho das livrarias e dos cinemas
Remdiel (19/07/2011 10:00:53)
orwell errou totalmente.
Porquê ele era muito otimista:
http://www.recombinantrecords.net/docs/2009-05-Amusing-Ourselves-to-Death.html
2084 | Mistura de Exterminador do Futuro com 1984 a caminho das livrarias e dos cinemas
Henrique (19/07/2011 12:28:04)
Obrigado pelo link Remdiel. Excelente. Concordo com o autor dos quadrinhos. Já li quase todos os livros de Huxley e Orwell e, apesar de gostar das obras de Eric, Huxley é muito superior.
Aldous Huxley foi o homem de maior intelecto (inclusive em abrangência) que já conheci (infelizmente só através das obras, biografias, e dos poucos vídeos).
Carros 2 | Crítica
Henrique (13/07/2011 14:37:28)
O maior trunfo de "Carros 2" foi ter me despertado as sensações de brincar com carrinhos na infância, quando pedia para minha avó construir rampas com livros e outros objetos, em uma época ainda desprovida das parafernálias "Hot Wheels".
O filme não passa de uma brincadeira divertida com carrinhos, onde vale imaginar de tudo, visto que "carros agentes secretos" podem possuir os mais incríveis aparatos, capazes de tirar os heróis de enrascadas típicas do seriado com o Batman de Adam West ou dos filmes de James Bond.
O roteiro é o mais fraco da Pixar até o momento e, apesar de cenas engraçadas com "Tom Mate" (a dublagem dele torna suas falas ainda melhores), do visual lindíssimo e da boa sonoplastia, fica a sensação de que a mãe chamou pro almoço e a brincadeira teve de ser resolvida da forma mais fácil e rápida possível...
Sem contar a perda do enfoque ambientalista em prol da “boa e velha gasolina”.
O longa padece do mesmo mal do curta de Toy Story que o precede: não se importa com detalhes que tornam as situações e resoluções mais críveis, pelo contrário, acelera de uma gag para outra, divertindo, mas não convencendo, envolvendo e emocionando.
Não sei se isto é efeito de um "refluxo Disney-Pixar"... Esperemos que a Pixar volte ao padrão anterior e que este se sobreponha ao modelo moderno Disney.
Abraços!
Blade Runner | Estúdio revela por que desistiu do game
Henrique (04/07/2011 10:33:44)
Já existem dois games para PC de Blade Runner, um de 1985 e o outro de 1997 (este eu tenho em casa), da Westwood Studios, que aborda uma história paralela a de Deckard, em uma aventura do tipo "aponte e clique".
Foi anunciado na época como o primeiro game a utilizar modelos 3D reais. E ele tem doze finais diferentes, dependendo das ações do jogador. Ganhou o prêmio "Best Adventure Game" de 1997, do "PC Gamer awards".
Gostei do jogo, mas minha versão infelizmente só tem áudio em espanhol, o que prejudicou um pouco a experiência!
Abraço!
Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua | Crítica
Henrique (30/06/2011 09:50:34)
Bom texto Borgo. Parabéns.
Prometheus | Vaza a suposta sinopse do prelúdio de Alien [ATUALIZADO]
Henrique (30/06/2011 09:41:41)
Excelente sinopse. :)
Sucker Punch | Assista ao número musical excluído do filme [ATUALIZADO]
Henrique (29/06/2011 10:35:28)
Sucker Punch still sucks...
Capitão América: O Primeiro Vingador | Veja o boneco pela Hot Toys
Henrique (23/06/2011 13:14:35)
Sim, é verdade Aklash, mas há histórias mais modernas do Capitão em que ele inclusive rejeita o uso de armas de fogo. E acho que poderiam ter seguido o exemplo, afinal, Steve Rogers é um super soldado, uma arma viva.
Capitão América: O Primeiro Vingador | Veja o boneco pela Hot Toys
Henrique (22/06/2011 14:32:33)
Fizeram um excelente trabalho, porém, chamou-me atenção as armas de fogo na mão e cintura do Capitão.
Esperava que o super soldado não precisasse se apoiar em revólveres ou metralhadoras no filme.
Ingenuidade minha achar que os norte americanos loucos por armas não aproveitariam a oportunidade para as vincular à um herói, ou pretenso herói.
O roteirista deve ter tido problemas em imaginar cenas só com o escudo e a agilidade de Steve Rogers, então precisou de mais "muletas" para as cenas de ação...
Superman - O Retorno | Veja a cena deletada do retorno a Krypton [ATUALIZADO]
Henrique (13/06/2011 20:31:23)
Conceber cena mais ridícula do que essa é um desafio...
Kung Fu Panda 2 | Crítica
Henrique (12/06/2011 21:48:28)
Com um roteiro tão bom quanto o do primeiro, tecnicamente superior, visualmente espetacular, e com poder lacrimejante, Kung Fu Panda 2 é bom divertimento na certa... E o bebê Po é um barato!
O Panda segue bem como sucessor da franquia Shrek, e bato palmas para a habilidade dos criadores em contar uma história de forma tão concisa e dinâmica, com técnicas de animação maravilhosas.
Transformers 3 | Shia LaBeouf diz que terceiro filme será seu último [ATUALIZADO]
Henrique (10/06/2011 17:13:22)
O primeiro foi meu último, não só dos Transformers, mas também do Michael Bay... :)
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Henrique (06/06/2011 16:06:37)
Prezado John,
Acho "First Class" melhor filme que "Stardust". Gosto de "Kick Ass", inclusive gostei muito da postura corajosa do Vaughn ao bancar boa parte do filme e arriscar seu próprio patrimônio...
Minha analogia se dá em relação à capacidade do filme em trasmitir emoções. No caso de Stardust, além de falhar nisso, há o agravante das atuações e de um roteiro mal adaptado.
No caso de First Class, as atuações estão longe de serem brilhantes como muitos vem aclamando, mas são melhores que em Stardust, assim como o roteiro, que é mais coeso em First Class, mas ainda assim, bem bobinho e com pequenos furos, suficientes para me irritar.
Também senti não um, mas vários dedos de Bryan Singer, o que pra mim não significou melhora na qualidade. O que Bryan fez nos dois primeiros X-Men é superior a este de agora. E nos bastidores de Superman Returns dá de perceber o quão afetado é Singer, que tem um pouco do gene do Joel Schumacher na hora de brincar com super heróis...
E Sandman, agradeço os comentários bem escritos. Fico contente que não tenha sido só impressão minha, de minha esposa, de meu irmão, e de sete outros colegas na sessão!
Não fui assistir com nenhum preconceito. Confesso que quando liberaram o material de divulgação, achei que seria uma bomba, como muitos acharam, mas depois, com os trailers novos e principalmente com os reviews e primeiras impressões, minha expectativa foi de "dez à mil por hora", e acabei tendo que brecar no filme, pois fiquei o tempo todo esperando começar o grande filme que todos viram...
Dentre os poucos pontos positivos do filme, gostei da seleção de elenco e de terem relacionado Magneto com o acidente de Xavier (a única parte realmente "clever-script" na minha opinião, que me emocionou durante a sessão - não tanto quanto emocionaria se o filme tivesse sido melhor conduzido).
Abraço!
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Henrique (06/06/2011 10:03:35)
Isso mesmo Sandman. Filme "emotionless". Empolga e emociona muito menos que Thor, e que os outros três filmes dos X-Men, além da primeira metade de Wolverine. Vale um estudo de caso tentar entender porque as pessoas estão "babando tantos ovos" para um filme medíocre, de péssimos efeitos, roteiro singelo e com furos, maquiagem ridícula... E nada disso seria um problema se ele pelo menos fosse bem sucedido em emocionar (a primeira cena do pequeno Magneto, sua mãe e a moeda mostrou o quesito emotionless - um garotinho tendo uma ataque de fúria que não transmite emoção alguma... Aliás, típico da direção em Stardust...
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Henrique (04/06/2011 00:51:02)
Acabei de assistir e devo dizer que "X-Men First Class" é uma droga. Decepcionante, tão ou mais broxante que "Superman Returns". E o que mais me deixa indignado não é o filme ser uma porcaria, e sim a quantidade de críticas entusiastas e positivas que o filme recebeu. Há algo de muito errado com a humanidade, ou com os mutantes...
X-Men - Primeira Classe | Crítica
Henrique (04/06/2011 00:49:34)
Vou ainda publicar uma análise detalhada desconstruindo este filme. Meu comentário foi só um "anger release".
Batman Live | Assista ao primeiro teaser da montagem teatral
Henrique (21/05/2011 23:50:19)
Não dá pra entender porque diabos se inspiraram tanto no horrível "Batman & Robin" de Joel Schumacher...