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Sérgio Luís da Silva

Barra do Piraí, RJ

Comentários

Os 3 | Crítica
Sérgio Luís (11/11/2011 09:51:31)

Threesome (1994) versão brazuca.

DC Comics | Todas as novas séries da editora saem com tiragem esgotada
Shadowman (28/09/2011 14:57:48)

Só pra comparar como o mercado de quadrinhos anda mirrado.

O Spider Man Nº1 de Todd McFarlane vendeu 2,6 milhões em 1990.
A X-Force Nº1 de Rob Liefeld vendeu 3,9 milhões em 1991.
A X-Men Nº1 de Jim Lee vendeu 7,5 milhões também em 1991.
(achei isso na net)

Claro que a Dc deve comemorar esse resultado. Mas o mais importante é tentar melhorar as revistas, se livrar do que não está dando certo e, que São Kirby me ouça, consolidar esse novo universo antes de fazer uma daquelas mega sagas idiotas que interligam vários titulos. Tipo, deixa pra fazer isso daqui uns 15 ou 20 anos.

DC Comics | Todas as novas séries da editora saem com tiragem esgotada
PHANTOM (28/09/2011 15:35:26)

TENHO A X-FORCE N1 E A X-MEN N1 TAMBEM.

FICO SURPRESO QUE ATE HOJE NEM UMA OUTRA EDIÇAO DE HQ TENHA SUPERADO ESSA DOS X-MEN.

DC Comics | Todas as novas séries da editora saem com tiragem esgotada
Matheus (28/09/2011 15:57:03)

Simples, a era da literatura já passou. Por isso esses números são tão consideráveis.
Fico feliz, vida longa à DC!

DC Comics | Todas as novas séries da editora saem com tiragem esgotada
Lauro (28/09/2011 16:03:56)

Bom, naquela época, teve a tal "Bolha das HQs", o que ajudou muito as vendas, ou seja, compravam mais HQs do que vendiam, e guardavam as demais para inflacionar o preço no futuro...

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Márcio (28/09/2011 16:51:18)

Em 1950 o maracanã lotou com 200mil pessoas, hoje lota com 80 mil(ou seja são outros tempos)
Se na decada de 90 vendeu milhoes de exemplares tambem era outra epoca pra venda de quadrinhos, Mas em 2011 com a internet interferindo nas vendas acho os numeros de venda de exemplares é boa.

DC Comics | Todas as novas séries da editora saem com tiragem esgotada
Sérgio Luís (28/09/2011 17:34:42)

Pois é, teve a bolha especulativa no mercado de HQs e não tinha Internet (comercial) naquela época. De modo que a única maneira de ler uma HQ era *comprando* a revista. (Ou pegar emprestado de alguém que tinha *comprado*.)

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lucas (28/09/2011 17:56:22)

é mano mas na época o emrcado éra bem mais diferente a começar por locais q vendiam hqs se tinah mt mais antigamente!!!.. e diversos outros fatores entaum é pra a DC/WARNER comemorar mt mas tem de etr qualidade ss para ter folego pro mt tempo!

DC Comics | Todas as novas séries da editora saem com tiragem esgotada
Luis (28/09/2011 18:02:47)

Essas revistas venderam tanto assim pois investidores da bolsa de valores dos USA perceberam que não existia outro investimento que doprava ou até triplicava seu valor no periodo de 1 ano,com isso alguns sabendo que sairiam novamente revistas da Marvel com o numero 1 estampado na capa compraram minhares de revistas para guardar.
Alguns sozinhos compraram 300 mil exemplares, com isso essas revistas custam um merreca hoje.
Claro muitas lojas compraram muitos exemplares para estocar, uns 2 anos depois em qualque comicshop americana vc comprava um certo valor e levava um desses exemplares para casa de graça, ou eles erem distribuidos na ComicCon de graça tambem.
Ou vcs Acham que foi o talento do Rob Liefeld que fez a X-force vender 3,9 milhoes de exemplares?

DC Comics | Todas as novas séries da editora saem com tiragem esgotada
Marcelo (28/09/2011 19:18:01)

Parabéns pelo argumento sensato, Luis.

Shadowman, sempre marvete e equivocado.

DC Comics | Todas as novas séries da editora saem com tiragem esgotada
Hades (28/09/2011 22:25:39)

@Shadowman

hahahaa... Eu ia falar de marketing, lançamento de novos produtos, e mostrando que todo gráfico faz uma curva em forma de arco, etc...

Mas resolvi não postar nada, e esperar você fazer a devida réplica frente seus "oponentes" que lhe chamam de equivocado... (estarei em cima do muro vendo a briga)

DC Comics | Todas as novas séries da editora saem com tiragem esgotada
Shadowman (01/10/2011 12:01:31)

Nossa, atasadissimo para responder essa.

Vamos lá.

@Luis.

Além de você outros leitores citaram a ´´bolha especulativa`` da década de 90. Eu e qualquer um que acompanha o mercado de quadrinhos sabe que os numeros que citei foram gerados de forma artificial. Mesmo assim, se 70 por cento dessas vendas foram especulação, o que sobra ainda é mais do que se vende hoje.

@Marcelo.

O único equivocado aqui é você.
Eu não leio Marvel há muito tempo meu caro. Prefiro a linha Vertigo (ou seja, DC), onde não existem sagas enfadonhas e reboots suspeitos.
Sem falar que obviamente você não soube interpretar a parte final do meu comentário.
Se você é fã da DC e acha tudo que ela está fazendo lindo tudo bem, mas tem gente que ainda não tá tão confiante como você (inclusive alguns artistas e escritores envolvidos no reboot).

@Hades.

Já até imagino como seria o seu comentário. Mas como sempe digo a você, aqui é mais uma conversa entre pessoas que gostam de quadrinhos, o que não é seu caso.
Mas em termos comerciais, imagino que você mostraria a curva que um produto faz até se estabilizar,e que provávelmente as vendas da nova Dc irão se fixar num patamar inferior ao de seu lançamento, o que é um movimento natural do mercado.
Acertei????

X-Sanction | Cable vai enfrentar Vingadores em nova saga
Lico Blade (13/09/2011 21:51:24)

Uma das melhores idéias dos quadrinhos é o retorno da morte de um herói.

Ver um herói que vc gosta muito morrer, sacrificando-se para ajudar outras pessoas, é o ponto máximo de uma HQ. Vide os sucessos das mortes do Superman, Capitão América, Jean Grey, Jason Todd, Colossus, etc. Causam polêmica e todo mundo compra. Além de ser uma boa jogada de marketing, é sempre marcante: todo mundo se lembra dessas histórias, mesmo sendo ótimas ou ruins.

E tão marcante como a morte, a ressurreição também empolga, e valoriza ainda mais a fantasia que é ler uma HQ. eu não me sinto enganado,e quem acha isso (me desculpe) está confuso: a função principal de uma HQ é entreter, e se ela consegue me divertir lendo a morte de um personagem querido, valeu o $ gasto. E, se anos depois eu me divertir lendo o retorno de um herói... valeu o $ gasto.

Exemplo maior disso foi a elaborada história da morte do Capitão América, muito bem escrita e que durou meses, além de ser bem elogiada pela crítica e leitores.

Se eu quisesse ler somente sobre pessoas que morrem e não voltam mais, iria ler obituários de jornal.

Super Herói de verdade tem que morrer e reviver mesmo! rsrs Minha opinião!

X-Sanction | Cable vai enfrentar Vingadores em nova saga
Zorrex (13/09/2011 23:33:18)

Cara, vc acabou de falar uma verdade, concordo contigo e digo mais, existe uma necessidade absurda hoje de "heróis realistas" para que as pessoas se "identifiquem".
Sabe, eu comecei ler HQs a muitos anos atrás, na época em que não exista um Wolverine em cada esquina, e o herói fodão era o herói que arriscava a própria vida para preservar a vida, fosse de quem fosse, até mesmo de vilões, e o efeito era o contrário, eu não queria heróis parecidos comigo, afinal sou só um humano, eu queria parecer com os heróis, ser capaz de atos de bravura, não ter medo de enfrentar dificuldades e fazer o certo, heróis servem pra isso, pra inspirar, para transmitir um ideal, acho que isso vem se perdendo, veja bem, nada contra o justiceiro, wolverine, lobo ou guy gardner, pelo contrário, sou fã de todos eles, mas o sentido de ser herói é fazer algo que vai muito além dos atos de um homem comum, é superar qualquer adversidade, inclusive a morte.

X-Sanction | Cable vai enfrentar Vingadores em nova saga
Lico Blade (13/09/2011 23:47:45)

Bem observado, Zorrex. As pessoas exigem mesmo nos quadrinhos um realismo para com os heróis que trava as boas histórias. Um herói deve ser isso mesmo, uma pessoa corajosa que tenta superar até a morte.

X-Sanction | Cable vai enfrentar Vingadores em nova saga
Vinicius (14/09/2011 00:45:00)

Nossa, já falei isso por aqui uma vez, concordo plenamente com o que você disse, as pessoas são muito xiitas quando se trata de quadrinhos, querem parecer cults e começam a achar que tem coisas que são feitas só pra vender, alguém tem que dizer pra essas pessoas que tudo é e sempre foi feito para vender, seja a história boa ou ruim, isso é apenas consequência de quem está envolvido na elaboração da história...agora sabe o que eu acho?!

Sabe pq os fãs ficam pés da vida com as histórias atuais? Falta colocar gente mais jovem pra escrever histórias, pq esses caras das antigas já deram o que tinham que dar, galera mais nova que ta envolvida com isso, vai valorizar muito mais aquilo que os verdadeiros fãs querem ver nas histórias...sei lá, eu arriscaria!

X-Sanction | Cable vai enfrentar Vingadores em nova saga
Luciana Buonarrotti (14/09/2011 00:54:51)

Concordo contigo

Heróis de HQs se diferenciam dos seres de verdade porque morrem e renascem. Faz parte da mitologia

você citou Colossus

putz, achei o máximo quando li Astonishing X-Men: a Kitty Pryde o encontrou vivo depois de preso e torturado por meses. Só para depois ele próprio "perder" sua amada no espaço (já voltou tbem).
Muito legal...

X-Sanction | Cable vai enfrentar Vingadores em nova saga
Lico Blade (14/09/2011 01:24:09)

é mesmo, Luciana! A história entre Colossus e Kitty está bem bacana, com esses reencontros malucos rsrs

e nas últimas edições que li, quando o Magneto conseguiu trazê-la de volta, eles nem podiam se abraçar porque ela não conseguia deixar de ficar intangível. Que dó, que dó rs

E são essas emoções que ficam marcadas quando lemos uma boa HQ.

X-Sanction | Cable vai enfrentar Vingadores em nova saga
Lauro (14/09/2011 07:57:32)

Se o retorno for bem feito, com condições que integrem na história e de uma forma interessante (como no caso do Colossus) acho o "retorno" dos heróis necessário.

Isso é até mítico, quando vemos histórias de semi-deuses gregos que retornavam do submundo, não é novidade no imaginário e na questão de narração de histórias; o retorno da morte muitas vezes faz parte da jornada do herói!

O problema é quando isso é banalizado, colocado de forma aleatória, e o retorno é simplificado...

Por exemplo, a morte de Colossus quando aplicou em si mesmo o Vírus Legado, aparentemente foi criado sem muito impacto...

Mas felizmente seu retorno foi grandioso e bem explorado, com consequências que duraram muito tempo.

X-Sanction | Cable vai enfrentar Vingadores em nova saga
henrique (14/09/2011 08:10:30)

Finalmente vejo pessoas que entenderam isso.

Morte/ressurreição fazem parte da linguagem dos comics... e não adianta reclamar com o mimimi de que é a "falta de criatividade" das editoras de hoje, porque SEMPRE tivemos mortes e retornos.

Olha, quem me cobra "realismo", "morreu ficou morto" de universos em que um cara solta raio pelos olhos, um leva uma dose colossal de radiação e ao invés de morrer de câncer fica verde, outro que é picado por uma aranha e sobe pelas paredes não sabe o que quer.

X-Sanction | Cable vai enfrentar Vingadores em nova saga
Igor (14/09/2011 08:33:20)

Lico e galera que respondeu.

Eu concordo com vocês no sentido de que ressurreição é um elemento classico de quadrinhos, tanto quanto super poderes, e nao faz sentido ficar chorando toda vez que alguém volta. Especialmente quando estamos falando de um arco de histórias de mais de 5 décadas ...

Mas também acho que os escritores e editores tem que caminhar em uma linha muito tênue, para evitar a BANALIZAÇÃO que acaba anulando o impacto de qq morte-ressurreição ...

Acho que alguns personagens tem que morrer e ressucitar SIM. Mas alguns tem que morrer e ficar mortos. Para servir de exemplo. Pra nos mostrar que aquele personagem que gostamos e morreu TALVEZ fique morto pra sempre.

Existem certas mortes que ao meu ver são sagradas:

Gwen Stacy
Cap. George Stacy
Tio Ben
Kraven o caçador
Cap Marvel

São mortes que ajudam a tornar os personagens que amamos e sobreviveram o que eles são hoje ....

Por exemplo, o Colossus era um cara que teve uma morte condizente com o personagem, e por muito tempo achei que ele deveria ficar morto. Mas a volta dele foi do caralho

Por outro lado, a Psylocke morreu por nada e voltou sem muita explicação. Até agora nao entendi se foi o irmão dela que a ressucitou ou a irmandade das mutantes .... enfiaram exilados no meio, foi uma zona ....

Acho que tudo é uma questão de COMO a história será escrita ...

SPOILER ABAIXO :

O CARNAGE tinha tido uma das mortes mais definitivas do gibi...o cara foi PARTIDO AO MEIO pelo Sentinela. Mas eu li a historia do retorno dele e achei do CARALHO. Convenceu .... pronto

Talvez a HOPE esteja mesmo relacionada com a Jean Grey, e se for isso será uma das ressurreições mais fantásticas da história dos quadrinhos. Isso que a Jean ja morreu e voltou antes.

Enfim, tem que ressucitar. Mas tem que ter bom senso e escrever a história direito ....

X-Sanction | Cable vai enfrentar Vingadores em nova saga
Paulo (15/09/2011 14:46:31)

Na boa para mim esse negócio de super-herói ficar morrendo e logo em seguida ressuscitar uma chatice, isso tira totalmente o impacto da sua morte, pois não preciso lamentar a morte de um personagem legal quando sei que o mesmo logo em seguida irá ressuscitar. Se ainda fosse uma vez ou outra que isso ocorresse eu até relevaria, mas a todo instante avá...Quero ler uma Hq e se sentir a angústia de ver o meu personagem preferido em situação de alto risco, mas esse encanto se perde quando sei que em caso de morte uma hora ou outra ele vai voltar, isso faz com que a história perca totalmente a graça! Um exemplo foi aquele história da morte do Capitão América, eu achei aquilo tudo uma chatice, pois sabia que mais cedo ou mais tarde o Steven iria voltar e isso acabou acontecendo, não me senti atraído pela história.
Não é a toa que as histórias do Universo Ultimate me chamam mais a atenção, pois sei que ali na maioria dos casos o negócio é pra valer, o risco da morte é real, o preço de um ato mais precipitado ou mal calculado pode ser fatal.
Nada impede que a morte e o retorno de um personagem sejam legais, porém nada supera ver o seu personagem morrer durante um ato de bravura e saber que o seu legado perdurará por toda eternidade por causa daqueles que se inspiraram nos seus atos heróicos e trilharam o mesmo caminho de honestidade e honra.

X-Sanction | Cable vai enfrentar Vingadores em nova saga
Sérgio Luís (23/09/2011 10:31:55)

Alguns personagens, em suas "essências", trazem o potencial de retorno da morte. É o caso dos deuses (Thor, Hella), dos cósmicos (Warlock, Thanos), dos sintéticos (Visão, Tocha Humana original), dos místicos (Dr. Estranho, Magia), enfim, de qualquer um cujo próprio conceito que o inspirou implica a capacidade de transcender a morte.

A Jean Grey, que começou como mutante e depois virou cósmica, seu próprio codinome implica que ela deve sempre "renascer das cinzas". Faz parte da caracterização da personagem, de sua própria definição. Ela *tem* que morrer e *tem* que ressuscitar, senão ela não é a Fênix.

Mas outros personagens que não são fundamentados nessas premissas, que são caracterizados como humanos ordinários que em dado momento receberam poderes especiais, seja por experiências ou acidentes pseudo-científicos (Homem Aranha, Capitão América), ou por mutações genéticas (X-Men), para esses a morte deveria ser definitiva e irreversível.

Quarteto Fantástico completa 50 anos - e Marvel solta teasers de série [ATUALIZADO]
Sérgio Luís (09/08/2011 11:58:38)

É um marco importante, sem dúvida. Mas depois de 50 anos, a idéia original fica datada. Eram outros tempos, outro contexto cultural, outro público. É realmente problemático tentar manter a chama acesa por tanto tempo. Como manter a essência dos personagens sem ficar repetitivo? Como "amadurecer" os personagens sem descaracterizá-los? Como contextualizar as histórias em diferentes épocas sem fazer o tempo realmente passar para os personagens?

X-Men - Primeira Classe | Da Frigideira
Sérgio Luís (31/05/2011 15:35:56)

Gosto de crítica assim, que fala dos pontos fortes e fracos do filme sem estragar surpresas do enredo. O pessoal do Omelete vinha sendo muito "detalhista" nas suas críticas de uns tempos pra cá...

Crítica: A Suprema Felicidade
Sérgio Luís (05/11/2010 09:29:25)

Assisti o filme ontem, e achei "mais ou menos". A ambientação de época é excelente em termos estéticos (não sei se fidedigna, porque eu não era nascido na época). Mas a estrutura do filme, na forma de "fragmentos de memória", deixa o destino de vários personagens próximos do protagonista sem um adequado fechamento - o drama familiar dos pais, o destino do melhor amigo... O pior mesmo é o protagonista, que passa a maior parte da trama apenas assistindo o que acontece à sua volta, sem esboçar qualquer reação. Nas poucas cenas em que o Jayme Matarazzo realmente tem que atuar, não consegue passar emoção; até seu choro parece forçado. Não chega a ser um "Cigano Igor"; mas qualquer ator estreante de Malhação se sairia melhor no papel. Sua pobreza expressiva fica ainda mais evidente quando ele tem que contracenar com Marco Nanini. Este sim, dá um show! Sua atuação é o que faz valer o ingresso. Um personagem riquíssimo, encarnado num ator muito talentoso. Seria muito melhor se o filme se focasse na história de vida de seu personagem, ao invés da do neto.

Massacre vai voltar ao Universo Marvel em 2011
Sérgio Luís (29/10/2010 17:17:02)

Por que os editores da Marvel simplesmente não esquecem os anos 90?

Vídeo do Thor exibido na Comic-Con vaza na Internet
Sérgio Luís (30/07/2010 16:02:38)

Não seja ingênuo, Felippe! É óbvio que a Marvel e a Paramount sabiam que o negócio ia vazar - porque sempre vaza. Então, eles mostraram exatamente o que queriam mostrar, tudo o que queriam que os fãs soubessem. E esse negócio de tirar as cópias do vídeo dos sites é só jogo de cena (eles sabem que é como enxugar gelo), pra atiçar ainda mais a curiosidade dos fãs. Tudo isso é estratégia para criar um "hype" em torno do filme, e também para avaliar a receptividade que terá junto aos fãs e o público em geral.

Nova morte e nova x-série ao final da última saga dos X-Men
Sérgio Luís (25/07/2010 21:11:01)

Já vai tarde!

Esse personagem foi a pior coisa que a Louise Simonson e Rob Liefield legaram para o universo mutante. Um terrorista ciborgue (sim, ele aparecia numa cena de uma das primeiras histórias consertando manualmente seu braço mecânico) surge do nada e os bem treinados Novos Mutantes vão atrás dele como patinhos recém-chocados que seguem a primeira coisa que se move!

E transformar esse personagem OCO E VAZIO no filho perdido de Scott e Madelyne foi a pior contribuição que outro bando do roteiristas, desenhistas e editores da década de 90 que não deixaram saudade fizeram para o universo mutante.

Aliás, repetiram a fórmula mágica de mandar uma criança para o futuro com a tal de Hope. Por que as crianças nos quadrinhos não podem crescer normalmente, no "presente" mesmo?

Pena que na supersaga mutante de 2011 ou 2012, vão acabar trazendo ele de volta...

Crítica: Shrek Para Sempre
Sérgio Luís (12/07/2010 00:35:29)

Caro Felipe,

Eu tirei esses "Cinco Mandamentos" justamente da prática de ler críticas variadas de muitos filmes, de diferentes fontes (jornais, revistas, blogs, sites especializados, nacionais e estrangeiros), ao longo de mais de dez anos. (Antes mesmo de existir o Omelete...) Não se trata, pois, de ingenuidade minha, mas de convicções advindas da minha experiência, geralmente frustrante, como leitor críticas de filmes.

O fato de um crítico americano revelar mais que um crítico brasileiro não torna o fato menos grave. (Por que copiar os piores vícios dos críticos estrangeiros?) Para mim, NADA JUSTIFICA spoilers em críticas, seja de jornais americanos, seja de websites brasileiros. Para mim, uma boa crítica se concentra JUSTAMENTE em aspectos técnicos e discussões temáticas - que não são óbvios nos spoilers nem nas sinopses. E isso NÃO VARIA de filme para filme. Porque todo filme razoável tem sua dose de mistério, suspense e surpresa.

Para mim, é tão grave revelar detalhes do enredo de filmes como Shrek ou Toy Story quanto "O Sexto Sentido" e "Os Outros". A única diferença, neste aspecto, é que filmes como estes dois últimos têm um único "grande segredo" que concentra toda a explicação da trama, ao passo que filmes como os dois primeiros têm vários "segredinhos", que juntos compõem a graça da história. Então, você contar esses vários "segredinhos", como foi feito nesta crítica de Shrek, dá no mesmo que contar o "grande segredo" de O Sexto Sentido: estraga o prazer de quem ainda não assistiu.

Poxa, se o enredo do filme já não é muito elaborado, não é nenhum "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças", então, qualquer detalhezinho extra revelado numa crítica resulta em prejuízo para a apreciação do filme.

É uma questão de aritmética básica: se você ler três críticas diferentes sobre um mesmo filme, e cada uma delas revelar apenas dois spoilerzinhos (a maioria revela mais do que dois), no total serão seis spoilers que você terá tomado conhecimento. Isso num filme de enredo simples, como Shrek, equivale a praticamente saber tudo de importante que acontece na história de antemão, da abertura aos créditos finais! Que graça tem isso?

É por isso que nos últimos anos parei de ler todas as críticas de jornais, revistas, etc., *exceto as do Omelete*, que eu considerava as únicas seguras de se ler, pois os caras tinham o cuidado de não revelar spoilers. Infelizmente, eles perderam este cuidado de uns tempos para cá.

(Eu só conheço um sujeito que ADORA que lhe contem spoilers, PRINCIPALMENTE o final. Ele diz que isso desperta nele ainda mais vontade de assistir o filme. seria um caso de "cada doido com sua mania", se ele não achasse que todo mundo é uma ABERRAÇÃO feito ele! Fiquei muito puto quando ele me contou o final da primeira temporada de Heroes...)

Crítica: Shrek Para Sempre
Sérgio Luís (09/07/2010 11:40:57)

Críticos do Omelete, por favor, atentem para os Cinco Mandamentos de uma crítica razoável:

1- Não contem o final do filme.

2- Não contem o início do filme.

3- Não contem o meio do filme.

4- Não revelem nada sobre a trama que não esteja na sinopse oficial.

5- Não descrevam cena alguma que não esteja nos trailers oficiais.

Enfatizo que não cometer esses pecados evita que uma crítica seja ruim. Para que ela seja uma crítica boa, é necessário qualificar o desempenho dos atores, a caracterização dos personagens, a competência da direção, da montagem, os efeitos, o andamento da história, a amarração da trama, etc.

Coisas que os críticos do Omelete sempre fizeram muito bem. Mas que de nada servem se um dos cinco pecados capitais supracitados for cometido.





Crítica: Shrek Para Sempre
Sérgio Luís (09/07/2010 11:16:37)

Eu costumava gostar bastante das críticas do Omelete, mas ultimamente elas estão me decepcionando. Não se trata de concordar ou não com a avaliação positiva ou negativa que eles fazem. Os caras são nerds o bastante para fazer uma crítica bem fundamentada desse tipo de filme. O problema é que eles estão entregando muito da história dos filmes. O terceiro e o quarto parágrafos contam todo o enredo do filme Shrek, do início até o (previsível) final! O que fica de fora são só as peripécias, referências e piadinhas. É o tipo de crítica que tira quase todo prazer de assistir o filme. Com isso, os críticos do Omelete estão se igualando a todos os outros críticos malas sem alça que têm o prazer sádico de privar seus leitores de qualquer suspense ou surpresa - que, no caso de filmes-pipoca como este, já não são muita coisa.

Editor da Panini Comics explica mudanças e rebate críticas de leitores 
Sérgio Luís (28/04/2010 17:28:54)

Há uma certa incoerência quando o Helcio diz que "A grande maioria de nossos leitores prefere comprar seus gibis impressos, (...) não em HDs ou aparelhos com recurso de leitura digital.", e logo a seguir que "se alguém escaneia [uma revista], disponibiliza na internet e, (...) mais 50 pessoas baixam a revista, 50 exemplares deixam de ser vendidos." Ora, se a maioria dos leitores prefere comprar revistas impressas, não há porque recear que a pirataria possa reduzir drasticamente as vendas em bancas! A comparação com as videolocadoras não é cabível, porque um filme pirateado é visto da mesmíssima maneira que um filme alugado ou comprado (na tela de uma televisão ou de um computador), de modo que a experiência para o usuário é a mesma. Já ler uma história impressa é uma experiência bem diversa que lê-la numa tela de computador - o "cheirinho do papel" é apenas um dos diferenciais.