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Olavo Couri

Olavo Couri

Muriaé, MG

Comentários

Watch Dogs | Crítica
Olavo (28/05/2014 13:56:12)

Nunca vi um jogo com tanto marketing e expectativa.
Sabia que não seria isso tudo.

Don't Starve | Veja o trailer de lançamento do DLC "Reign of Giants"
Olavo (07/05/2014 14:13:18)

Falando em jogos indie, ainda não vi nada no omelete falando sobre o Splitplay. Parece ser uma boa iniciativa dos desenvolvedores de jogos indies para nosso mercado de games.
Gostaria de saber o que o Omelete acha disso e se pretendem escrever algo sobre.

Valeu, abraço!

Oasis | Noel Gallagher diz que só voltaria à banda por 500 mil preservativos
Olavo (30/04/2014 11:20:35)

Meu Deus, vocês falam que gostam de MÚSICA mas só se vê panelinha!
"Ai eu gosto de Oasis e Blur é lixo!"
"Ai eu gosto de Xuxa e quem gosta de Angélica é burro."
"Ai a música é tudo mas se você prefere a Ivete em vez da Cláudia Leite, você é um imbecil!"
E ainda tentam classificar qual banda seria mais "madura"!
Acho que não são bem as bandas que estão precisando amadurecer não.

Oasis | Noel Gallagher diz que só voltaria à banda por 500 mil preservativos
Edu Porto (30/04/2014 11:50:36)

Sabe como é, né, Olavo. Nossos gostos são superiores e evidentemente tem que ser melhores do que os outros.

Afinal, música é tipo time de futebol. A minha têm que ganhar da sua. Mesmo que a função dela seja basicamente, entretenimento.

Zoeira.

Oasis | Noel Gallagher diz que só voltaria à banda por 500 mil preservativos
Marcio A. (30/04/2014 13:35:34)

Entretenimento é só uma das funções da música. Antes de mais nada, música é ARTE, daí ser uma das Nove Musas, de onde o próprio termo Música derivou. Ou seja: é educação da sensibilidade e do interior humano.

Agora, se você(s) acha(m) que fazer tábua rasa, ou seja, que NIVELAR por baixo toda a música dá no mesmo, então, OK, estamos entendidos. A partir de hoje, Bach e Beethoven têm o mesmo nível de Claudia Leitte e Ivete Sangalo. E Beatles e Xuxa são a mesma coisa. Percebem a aberração do que estão propondo?

A coisa é muito simples: não se deveria OFENDER quem pensa diferente, mas apenas explicar educamente, no caso de divergência. Agora, o carinha aí embaixo falou que Oasis é lixo. Então, que saiba defender sua opinião.

Eu digo que Blur é uma porcaria, assim como Muse e outras bandinhas no mesmo estilo, porque esses caras são profissionais em fazer sons pseudo-experimentais e pseudocults. Este é o motivo.

No mais, música não tem nada a ver com futebol ou com torcida. Só quem é muito tosco intelectualmente consegue traçar esse tipo de paralelo. Música é arte. Futebol é esporte. Apesar de que o futebol tem seus artistas, ou seja, esportistas que agradam a todos, sem exceção (exceto os idiotas que adoram ser do contra). Exemplos? Pelé e Maradona. Não é preciso ser santista ou argentino pra saber que ambos foram sensacionais em seu ofício.

Pensar, colegas, de vez em quando faz bem.

Oasis | Noel Gallagher diz que só voltaria à banda por 500 mil preservativos
Olavo (30/04/2014 16:32:28)

Obrigado amigo, espero um dia aprender a pensar como você.
E Blur não tem absolutamente nada a ver com Muse, por exemplo.
Se você conhecesse, saberia disso.
Ó grande pensador contemporâneo do Omelete.

Oasis | Noel Gallagher diz que só voltaria à banda por 500 mil preservativos
Edu Porto (30/04/2014 17:47:46)

Marcio A. Você têm seus pontos.

E vou te dizer mais ainda. Como músico amador e tocador ruim de banda de garagem, as bandas que você citou (Beatles, Iron, AC/DC, Nirvana, inclusive Oasis, etc) estão entre o que eu curto muito. E da formação clássica, não tenho nem o que falar sobre Bach, Beethoven, Mozart e afins. São currículo "auditivo" fundamental. E não curto Muse ou Blur. Pelo menos, não a maior parte do que produzem.

Agora, a replica per se. Note que o principio da conversa não é nem nunca foi nivelar essas coisas (O amigo Olavo comparou Xuxa com Angélica e Cláudia Leite com Ivete para ilustrar uma conversa). Portanto, não foi proposta nenhuma aberração.

E quando citei música como se fosse um time de futebol, creio que você compreendeu, foi como um sarcasmo, justamente porque são coisas diferentes, mas muitas vezes, parece que geram debates que se assemelham, no quesito disputa. Quem têm a preferência melhor. Quem chega na frente. Qual é o gosto mais aprimorado ou a bola da vez.

Mas uma coisa que sempre me deixou com a pulga atrás da orelha e essa coisa de se ofender o outro. Quando se chama quem gosta de X ou Y de burro ou inculto ou idiota. Porque o som pode ser mais bem trabalho e mais inspirador que o outro. Mas e quando uma pessoa simplesmente se agrada no ouvido com um Muse ou com uma Ivete? Podemos categorizá-la mesmo?

Quantas vezes já me peguei puto da cara por ter lido que uma banda que eu gosto é ruim, o que um show que curti foi uma droga. Mas fazer o que, nem sempre as pessoas tratam aquilo que gostamos de uma forma mais ideal. Só que estas bandas e grupos dão a cara tapa. Quando se lançam a fazer música, estão automaticamente se lançando a receber críticas. No fim isso é normal, embora não desejável.

Mas uma coisa que eu não faria é chamar o outro de burro ou inepto pelo seu ouvido ser diferente do meu.

E a arte. Bah, a arte. A arte é subjetiva. Existem coisas que são universais e têm a compreensão da maioria nesse sentido. Mas é sempre a mesma coisa para todo mundo?

Pegue o quadro "Dois Saltimbancos" do Pablo Picasso e compare com alguma pintura do Agasse. O primeiro parece ser bem mais simples, com traços até infantis e primário a uma primeira olhada. O segundo esbanja detalhismo e perfeccionismo. O primeiro é menos arte por isso? Aliás, sobre o qual você ouviu falar mais?

E se de repente um som pseudo-cult soa artístico e inspirador ao fulano? Mesmo que se explique toda a teoria de o porque aquele é um som descartável em termos históricos, ele ainda poderá soar bom a certos ouvidos.

Outra coisa, quando se citou que não gostar de um representante clássico do Rock, feito um Deep Purple, faz da pessoa burra. Das minhas andanças pelo nordeste, eu conheci senhores que são praticamente repositórios vivos de música de cordel ou gênios repentistas. E que chamam qualquer coisa do Rock como "barulho". Deveríamos chamar de burros ou aculturados? E deve haver músicos que entendem de Bach com a palma da mão e não gostam de uma guitarra mais pesada (claro, as duas coisas não precisam se excludentes). Poderíamos os chamar de burros?

Cara, eu sei que não deve ser o seu caso, porque entendo que você fez uma defesa apaixonada do estilo que gosta, buscando responder no mesmo tom que usaram, mas me obriguei a comentar daquele jeito, por estar meio traumatizado com pessoas que "olham de cima" quando o assunto é gosto e saiu meio no automático.

De qualquer forma, obrigado por me lembrar que pensar faz bem.

Até.









Oasis | Noel Gallagher diz que só voltaria à banda por 500 mil preservativos
Marcio A. (30/04/2014 21:28:15)

Olavo, realmente você é pouco inteligente. Blur e Muse têm, sim, algo em comum: são ruins ambos. Isso é o que une porcarias de estilos diferentes. No mais, com você me abstenho de seguir, em respeito ao Edu Porto, que fez considerações bacanas e preferiu seguir a via do debate-diálogo.

Edu Porto, obrigado pelas ponderações. Vamos lá, então:

1) Acredito que quem tem algum tipo de formação musical, mesmo que apenas de ouvido, sem teoria e prática de instrumentos, é capaz de separar o joio do trigo. E isso existe não apenas na música, como em todas as áreas. Não é possível, por exemplo, comparar uma dupla sertaneja fabricada, como as centenas que hoje temos, com um Pena Branca e Xavantinho. Não são farinha do mesmo saco. Os primeiros foram criados apenas para gerar modas e dinheiro. Não são apenas "música", mas criadores de modinhas, de eventos etc. Já Pena Branca e Xavantinho não. Fizeram parte de um movimento de música de raiz, porque realmente têm raiz em algo: no meio rural, na maneira como o roceiro vê a natureza e como as pessoas se relacionavam entre si nesse meio. Portanto, repito, não dá para fazer tábua rasa. Se a pessoa gosta, por exemplo, de Luan Santana, ela realmente gosta de um som de baixo nível, já criado com a intenção de vender.

No final dos anos 90 trabalhei em um estúdio de gravação em São Paulo de um casal muito famoso, responsável pelo lançamento de alguns nomes da música, e fiquei chocado como realmente eles criam 'artistas' (prefiro dizer Frankensteins). Um dos caras que eles tentaram lançar -e que acabou não dando certo-, era músico de estúdio e já tinha gravado com Beto Guedes e Chico Buarque. O cara tinha cancha. Mas era feio, meio maluco beleza, e mesmo aceitando fazer o jogo dos produtores, não emplacou. Porque gente produzida não é apenas para fazer música. Entende agora meu raciocínio?

2) Acho que criticar faz parte, é do jogo. Agora ofender apenas por não gostar é declaração de mediocridade. Não gosta? OK. Partiu para xingamento? Então explique porquê pelo menos. O cara xingou Oasis, mais provavelmente por não suportar os irmãos Gallagher do que pelo som deles. Noel é possivelmente o melhor compositor surgido desde os anos 90. Isso quem fala são especialistas, gente como Sir George Martin, por exemplo, que certamente você sabe quem é. Agora algumas pessoas não toleram o Oasis porque acham que eles apenas imitaram os Beatles e que suas bandas favoritas é qeu deveriam ter tido o mesmo sucesso (e não tiveram). Certamente você sabe que What's the story morning glory é o 4o disco mais vendido em toda historia do Reino Unido (so perdeu para Beatles, Michael Jackson e não lembro agora quem foi o outro...depois consulto). Ora, isso não foi acaso. Se a indústria fonográfica conseguisse fabricar sucessos sempre que quisesse, ela certamente o faria. Só que sucesso é uma soma de muitos fatores; publicidade é um deles. Mas talento e carisma, e ás vezes até uma baixariazinha também ajudam. Por isso não adianta xingar e achar que há uma injustiça cósmica: os caras realmente tinham (têm) talento. A mesma coisa o Guns. Podem chorar à vontade: Guns é Guns, a melhor banda de hard-heavy metal desde Led Zepellin (sim, o Guns é mais hard, ok, ok, ok). Metallica é outro papo.

Sobre Blur e Muse, os citei porque já cansei de ver carinha sem argumento algum dizendo que são melhores que A,B ou C porque fazem um som experimental. Cara, Hermeto Pascoal faz som experimental. Stanley Jordan fazia percussão tocando guitarra, só que depois de um disco acabou a novidade, porque era meramente técnica, entende a diferença? Tem jogador de futebol que faz 300 milhões de embaixadinhas, mas é grosso que dói na hora do jogo. Entende a comparação?

Num outro post, sobre uma música recente do Coldplay, falei qeu o grupo acabou, virou comercial e previsível, que não tem mais nada a ver com o dos dois CDs iniciais. Óbvio qeu fui atacado no plano pessoal. E detonei os caras MESMO em resposta. E aqui vem sua resposta: o que acontece é um lance psicológico. As pessoas se identificam tanto com alguns artistas (músicos ou o qeu for), que acham que se alguém não gosta deles, artistas, isso equivale a não gostar deles, fãs. Entende? Isso sim é que, mais do que imaturidade, é semente de fanatismo.

3) Sobre o qeu você disse a respeito de arte, discordo. Arte não é subjetiva. Subjetivo é o ponto de vista, a visão de quem a vê, do consumidor da arte. Arte tem qeu ser objetiva, isto é, tornar-se um objeto, para poder ser usufruída e interferir no campo de sensações do sujeito, no caso eu e você. Isso é fenomenologia básica (Merleau-ponty).

Agora é evidente que num Picasso, como você diz, sempre vão haver desníveis. Como em qualquer artista.

Sobre os repentistas, muito boa sua colocação. Veja, conheço algo de Repente (e coco e embolada). Já ouvi há muito tempo Geraldo Mouzinho e Cachimbinho, Castanha e Caju (tinha um disco deles antigo, de quando eles eram crianças quase), e muitas outras coisas que se ouve no NE (Xangai, Vital farias etc). Para muita gente, rock é barulho. E ás vezes é mesmo. Outras não. E nada impede que um repentista puro no melhor sentido, sem participar desse tipo de música urbano-eletrificada (o rock), também passe por instantes de preconceito. Como um roqueiro também pode ser preconceituoso se não souber desfrutar a beleza de um bom repente. A diferença está na abertura que se tem (ou não). Se você tem abertura de mente, de espírito e de sensibilidade, saberá desfrutar de todo tipo de música. E saberá também quando está diante de porcarias (como Luan Santana, Guilherme sei lá o que etc etc.). Agora, sem dúvida nenhuma ter cultura musical ajuda e muito. Como é que um cara vai entender as loucuras musicais de um Arrigo Barnabé, se nunca tiver ouvido falar de dodecafonismo ou Stockhausen?

No mais, obrigado por seu comentário. Você me ajudou a exercer algo bem melhor do que apenas xingar ou emitir juízos de valor: a capacidade de pensar e refletir.

Abraço!





Oasis | Noel Gallagher diz que só voltaria à banda por 500 mil preservativos
Edu Porto (01/05/2014 02:20:03)

E aí, Marcio, blz? Aí, o debate fica interessante. Se me permite, vou usar sua estrutura de tópicos.

1 - Pior que realmente é evidente o quanto a música atualmente é empacotada e fabricada. Só de ouvir os sons, ver os trejeitos, meio que salta aos olhos o quanto se têm de pasteurização em grupos, duplas ou solos. Assino em baixo, já tinha esse pensamento do que tu apresentou no seu raciocínio. Mas há de lembrarmos que a ideia da discussão nunca foi esse nivelamento a tábua rasa. E sim, que os indivíduos podem ter uma preferência mais comercial ou de massa, sem que seja necessário lhes taxar de burros. Assim penso, porque ao meu ver, esse é um amadurecimento natural do sujeito que não pode ser imposto, ele vai sendo adquirido. E de uma forma que nem sempre é a mesma que a nossa pessoal. Já discuti com muitos o porque de gostarem dessas bizarrices musicais que de vez em quando despertam por aí. Já ouvi que Lepo Lepo é bom para dançar, ou que Michel Teló é divertido de escutar. Claro que, na brincadeira, eu chingava essas escolhas na frente do interlocutor. Mas na real, qual o contra-argumento que eu poderia usar frente a "ah, eu acho legal pra dançar"?

2 - É uma chateação mesmo, a ofensa como argumentação única. Mas deve ser uma limitação de vontade de se expressar da pessoa ou coisa do gênero. O sujeito mira na banda e fala lá alguma bobeira tentando a sua forma, dizer que acha aquilo ou ruim, ou que não é do seu gênero preferido, ou ainda que mistura sua encrenca com o jeito chiliquento do Noel Gallagher com as músicas que o cara produz. Já acho um pouco diferente mirar no cara e lhe chamar de jumento ou burro, por exemplo. Como você falou do lance psicológico, da identificação ou aproximação da pessoa com o trabalho ou o artista, que tomam para o lado pessoal como se fosse com elas. Eu mesmo, já me peguei puto da cara porque alguém falou mal de uma banda que eu curtia. Mas depois fui relaxando, deixando meio que pra lá. Porque eu percebi que ficava ainda mais irritado quando alguém tentava me enfiar goela abaixo que banda X era boa para eu gostar. Eu podia reconhecer que tinham técnica, afinação e blá. Mas se eu não curtia, fazer o quê? Excetuando nos casos casi patológicos (tipo os fanatismos mesmo) essa coisa da identificação é uma tendência geral da humanidade (derivada evolutivamente da necessidade de se fazer parte do time vencedor), e não apenas de alguns indivíduos, que varia conforme o grau de percepção emocional (O Efeito Barnum não é exatamente sobre isso, mas nos dá uma ideia de como funciona). Quando falaram de Oasis lixo (que por sinal, já toquei algumas vezes Wonderwall em puteir...casas de má reputação de beira de estrada, uma lembrança que me veio agora) você fez algo parecido, não? Você, em sua identificação com a banda, reagiu. E sim, você tinha argumentos fortes e pontos factuais para mostrar seu ponto de vista. Mas usou de termos como "burro", "jumento", etc, para realçar a sua ideia de que o pensamento dele é inferior. Eu prefiro ouvir a qualquer hora do dia um Simon e Garfunkel a um Luan Santana (que prefiro não ouvir de todo...) mas isso me dá até onde o direito de dizer que sou mais culturado que o outro fulano (que pode ter um estofo musical totalmente diferente do meu)? Mesmo o ponto de vista de Sir George Martin, com seu gigantesco background na música, pode apresentar coisas com as quais não concordo. Vou respeitar, com certeza. Mas abraçar as ideias no ato e sem questionamentos?

3 - Achei legal sua discordância sobre a arte ser subjetiva. Sim, concordo que deve haver um produto (a obra de arte) para ser este então sorvido. Mas semânticas a parte (utilizei o termo "arte", mas pretendia falar da percepção dela), o ponto de vista (subjetivo) não é parte integrante do que se convenciona chamar arte? Vejamos um exemplo prático: O macaco Congo. Antes de ganhar notoriedade, suas obras foram exibidas em museu, submetidas a crítica, sem saber-se que seu autor era um símio (pertencente a Desmon Morris, zoólogo e artista). Especialistas viam naquelas obras "pinceladas selvagens", "traços energéticos" e uma "mente perturbada". Daí revelaram que era obra de um macaco. Depois disso ainda, tais obras ganharam notoriedade, chegando a ser leiloadas por preços maiores do que peças de Andy Warhol. Ficaram famosas. Movimentos aleatórios (e meio condicionados) de um macaco. Antes e depois da revelação, tiveram aqueles que atribuíram a isso, arte. A tela era objetiva mas e o conceito de arte atribuído a ela? Antropologias a parte, é improvável pensarmos que o animal estava pretendendo realizar o que se chama arte. Mas construiu-se essa aura em cima disso. Dufrenne, Pareyson e outros contestam que haja um conceito definidor de arte. E o próprio Merleau-Ponty que você lembrou, cita a Estrutura Simbólica, que abre a Multiplicidade de Perspectivas sobre um mesmo tema. Mas sabe do quê? Embora nesse ponto eu esteja dialogando contigo sobre a visão da arte, o exemplo do macaco acaba sendo um componente que reforça o seu ponto de vista no tópico um (sobre a fabricação de um artista...).
Referente ao Picasso. A obra citada não é necessariamente um desnível. Mas é abruptamente diferente de um ultra-realista. E ainda assim, uma obra de arte, apesar de parecer mais simples.

Cara, os repentistas. Eu não sei se os chamaria de preconceituosos, por detestarem Rock. Eles eram bem educados nesse sentido ("a gente não é tão moderno como você menino", falavam, aos risos, para justificar sua discordância). Mas dentro do seu universo, aquela sonoridade não lhes cabia. Como poderia eu dizer que era bom o que não achavam? As vezes é só isso mesmo. É só o não gostar.

Para encerrar, veja que doido. A maioria dos argumentos que usei contigo nasceram das minhas muitas argumentações justamente defendendo o rock de Guns, Nirvana, Foo Fighters, Led e afins. Especialmente contra indivíduos que, ao elevar a MPB, ojerizavam o rock "gringo". Mais ou menos numa conversa: "Esse rock é coisa de maconheiro, anarquista e barulho gringo. É inferior a MPB, ou Música de Conservatório, ou o que for. Essa sim, é para cultos" E lá ia eu tentar defender a multiplicidade dos pontos de vista. Imagina quando eu defendia o Funk! Quase era execrado (fique bem claro, o funk de James Brown, de Ivo Meireles, as pinceladas pelo estilo de Tim Maia e Jorge Ben). Daí, nasceu talvez a minha temerosidade frente ao ponto de vista unitário, ao a ideia de se é melhor ou pior que alguém por determinado gosto.

Enfim. Não defendo os Luans Santanas da vida com essa baboseira toda que escrevi. Longe disso. Apenas acredito, talvez, que seja pior a ideia de pedestais para o gosto artístico, do que o próprio gosto musical duvidoso.

Ainda discordo amigavelmente de suas palavras ali no comentário abaixo (não do conteúdo, mas do tom) mas que graça teria o mundo se todos fossem de plena concordância?

Cara, eu não esperava uma conversa dessas, cheia de citações e filosofias numa notícia intitulada "NG diz que só volta ao Oasis por meio bilhão de preservativos". Meio irônico, até.

Oasis | Noel Gallagher diz que só voltaria à banda por 500 mil preservativos
Marcio A. (01/05/2014 13:18:09)

Olá, Edu Porto. Bem melhor debater, trocar idéias e reflexões, do que meramente agredir.

Se bem que neste post aqui, o agressor fui eu, que reagi á ofensa do internauta mais abaixo ao Oasis. Já estava escaldado por algumas agressões anteriores de que havia sido vítima apenas por dar opinião, e desta vez fui eu o agressor e estúpido.

Mas, isso posto (ao som de Philip Glass e Moby hehehe), vamos lá:

-Sobre a arte, resumo: uma obra de arte, qualquer que seja, causará impressões e reações diferentes em diversos espectadores e/ou consumidores, pois cada um dispõe de seu repertório de sensibilidade, memórias e mesmo capacidade de absorção e entendimento. Se bem que, conforme um velho adágio, quanto mais arte (ou obra-prima) for, mais tocará as pessoas em mais aspectos, fazendo com que sua visão e/ou percepção se ampliem. Por isso eu disse que a subjetividade é da pessoa, antes que da obra de arte (embora ela tenha sido plasmada a partir da subjetividade do artista).

A obra de arte feita pelo macaco foi episódio, inclusive, de um filme B da antiga Hammer com Vincent Price, com a famosa 'mãozinha'. Price é um crítico de arte de renome e não gosta de um determinado pintor, a quem persegue com seus artigos. Um dia, alguém monta umm vernissage de um novo artista e o curador chama o crítico para opinar, que aproveita para fazer o contraponto com o artista odiado, e tece loas e mais loas à obra do artista. Aí o curador faz entrar o artista: É um macaco. O crítico fica publicamente desmoralizado e descobre que quem estava por trás da vernissage era o artista que odiava. Então, ele o persegue e decepa sua mão. O artista se suicida...mas aí, ah, aí a mãozinha decepada passa a perseguir o crítico até matá-lo (estrangulado).

Mas o fato é que, assim como os fractais -ou a mera queda de limanha de ferro sobre um ímã- que em princípio são inanimados, também um macaco poderia -por que não?- fazer algo que despertasse nossa sensibilidade, ou seja, uma obra de arte. Mesmo (o macaco) não sendo profissional do negócio hehehe. Não sei qual a porcentagem de possibilidade, mas que ela existe, existe, até porque do modernismo e do surrealismo para cá, com a implosão do mundo tridimensional, novas parâmetros de usufruto da obra de arte foram criados, e com isso as pessoas estão mais preparadas para desfrutar de diferentes tipos de imagens e sons (eu por exemplo adoro Malévitch, Paul Klee e Kandinsky).

Mas mesmo assim, mesmo com toda essa abertura dos próprios movimentos artísticos, é fundamental ter conhecimento e ter preparo para poder desfrutar e ter sua percepção tocada. E veja: esse preparo não apenas consiste em conhecer o metiê específico do artista, mas de repente ter a sensibilidade educada de alguma maneira. De repente a ferramenta de educação pode ser a meditação, que aprofunda a própria capacidade intuitiva (que é um conhecimento direto, sem passar pela mente). Ou pode ser contemplar a natureza ou gostar de solidão, mas no sentido de estar consigo e com o todo não-humano. Tudo contribui e soma.

Existem obras que tentam ocupar o espaço da arte, mas que não são arte, pois não objetivam a sensibilidade ou a percepção humana, mas apenas causar emoção e, com isso, ganhar dinheiro e admiração. A isso classicamente se chama Kitsch (mau gosto ou cafona), e em geral a maior parte dos sertanojos pode ser incluída aí. Veja: eu até acho que Michel Teló seja um puta de um cara legal, um cara qeu batalhou anos para ser sucesso, qeu é supergente boa etc etc. Só qeu seu sucesso não é em função da qualidade de sua música, mas das emoções que causa. Apenas isso. Ao mesmo tempo, acho que um Teló, ou um desses carinhas que a mídia cria ás pencas para sempre ter um novo pretenso sucesso no mercado, não são os culpados. O culpado mesmo é o consumidor, são as pessoas que estão cada vez mais vulgares e medíocres e propensas exclusivamente ao fácil. E ai de você se remar contra a maré. Será estigmatizado de cara, chamado de 'chato' e todo tipo de adjetivo infantilóide. Portanto, o monstro tem muitas interfaces e envolve a todos e corresponde aos efeitos da globalização, e hoje, mais do que tudo, da Internet. Cada vez menos as pessoas lêem; só tuitam ou vêem videos no youtube ou seguem algo ou alguém no facebook. Basta ser seguido para ser alguém, mesmo que não se tenha qualidade alguma.

Outro dia pesquisando na Internet uma escritora de que gosto muito (Alexandra David Neel, a primeira ocidental a entrar no Tibete no começo do século 20), descobri uma cinebiografia francesa dela e com legenda em português! Fiquei pasmo! E só umas 900 pessoas tinham acessado ou visto. Aí comentei com minha mulher: veja isso: um filme desses, sobre a vida de uma mulher dessas, foi visto por umas 900 pessoas. Já uma Valeska Popozuda foi vista por não sei quantos milhões.

Compreende agora meu ponto de vista?

Quando digo que não podemos fazer tabua rasa das coisas, me refiro também a essa perda de referência da qualidade das coisas e das pessoas. Me desculpe: mas se o cara gosta de (e consome) Teló ou L. Santana, a pessoa pode ser até muito bacana, mas está afzendo um desserviço a si mesma e aos outros. Se quer ouvir, ouça. Mas se perguntar minha opinião, eu direi: é lixo. E acrescentarei: o que você faria se abrissem a janela da sua casa da rua e começassem a jogar lixo para dentro dela?

Pois é o que fazemos ao descuidarmos de nossa ecologia mental.

Abs









Oasis | Noel Gallagher diz que só voltaria à banda por 500 mil preservativos
Marcio A. (01/05/2014 13:30:04)

Sobre os repentistas, acho que por mais 'puros' e ligados ás raizes que sejam, não estão livres de algum tipo de preconceito. E isso é até normal e compreensível, quando se sabe como funciona a indústria cultural roubando espaço de artistas locais, para colocar apenas o que é de seu interesse. Uma vez, há anos, entrevistando o maestro Julio Medaglia, ele me disse o seguinte: em Pernambuco hoje você não vê mais uma bandinha de pífanos (de caruaru e similares). Mas vê gente cantando rap, dançando break etc. Agora vai nos EUA e veja se tem alguma bandinha de pífanos lá. Não tem. E sabe por quê? Porque o satélite é de mão única e só veicula o que seus proprietários querem.

Sabe por que conseguimos ter um diálogo bacana? Porque o sistema de negativaçao do Omelete acabou e não tem mais bando nem quantidade de gente que possam calar qeum pensa diferente.

Oasis | Noel Gallagher diz que só voltaria à banda por 500 mil preservativos
Edu Porto (01/05/2014 16:06:49)

Ah, Marcio A. O bom é que nossos debates, vejo, se tornarem além da mera exposição de argumentos, simplesmente debates. Dois caras trocando ideias.

Então. Aconteceu com você o que chamamos no Acre de ficar com couro de Jacaré. As vezes somos tão agredidos ou contestatos, atacados por pedras, que nossa pele ferida fica parecida com a do réptil, e nossas reações tão gentis quanto, rs. Mas sei como é, normal mesmo. Escutando um Gustavo Santaolalla, prossigo:

- A sensibilidade humana pode ser despertada por inúmeras coisas. E muitas delas não têm mesmo um princípio na vontade lógica ou no pensamento racional. Afinal, quando se depara com uma paisagem magnífica, não se têm ali a admiração, o assombro, enfim, a sensibilidade despertada? Ou as estrelas, ou um cardume ao fundo de um oceano. Sei lá, mil coisas. Mesmo o mais bronco dos mateiros pode experimentar espasmos de alegria ou percepção aguçada ao se deparar com uma cadeia de colinas, uma cascata ou coisa assim. E o mais fino dos mecenas pode não sentir as mesmas coisas ao se deparar com obras que talvez ele encha de adjetivos e hipérboles em sua descrição. Têm essas coisas, tipo Teló, que vão só pela emoção ou sensação. Que acho que não são arte refinada, nem mesmo trabalhada. Mas o povo quer consumir emoções...entã tá. Vá lá. Mesma coisa com o excessivamente técnico, como você falou do Stanley Jordan.

Ao me deparar com a história do macaco, eu fico pensando. É possível ter se visto arte, ter se ocorrido um estado de deslumbramento com a obra, mesmo se sabendo que era o símio, o produtor? É, porque não? Mas também, é inteiramente possível (e foi muito provável) que muitas pessoas tenham a um primeiro momento, "comprado" a ideia de que o pintor daquilo era um intelectual. Depois de revelado, outras podem ter ficado fascinadas pelo condutismo (teoria defendida por Harris), pelos sentimentos primais ou qualquer outra coisas que justificasse seu gosto. Ou seja, como acontece muuuuuito na internet hoje em dia, é provável que muitos tenham simplesmente desejado pagarem de intelectuais. Sempre aconteceu essa coisa de o ser humano querer parecer mais destacado que o outro (hoje, sabemos, com a internet a coisa ficou bem mais ampla). Pessoas que se apropriam de um conhecimento teórico, desbaldam frases, e na real, tudo é meio superficial. Quantos não ficaram se derretendo pela obra do macaco só porque ouviam alguém elogiar? Lembra aquele conto A roupa nova do imperador, do Andersen. Todos que se achavam inteligentes viam o rei vestido com a peça mais fina e ninguém tinha coragem ou de admitir-se tolo, ou de apontar que os outros eram tolos, falando a verdade. Até que uma criança, ainda com sua ingenuidade e sem a maior parte das reservas sociais dos adultos, aponta a gritar: "O rei está nu".

É verdade que uma pessoa entrando em uma exposição, visitando-a, e buscando ativamente tentar entender uma obra, é ato que provavelmente vai a despertá-la as percepções. Eu já presenciei pessoas do campo que nunca viram arte clássica na vida, se deslumbrarem com quadros abstratos ou cubistas. E muita gente inteligente, urbana, "cult" dar de ombros totalmente a esses estilos. Mesmo a sensibilidade educada, aberta ao novo, não vai sempre reagir igual. Mesmo com toda meditação e transcedentalidade. Podemos achar que um Matisse é genial, e nosso vizinho preferir muito mais os muros pintados do Banksy. Não que ele precise (nem deve) desrespeitar o Matisse por isso (como muitos fazem hoje em dia, por causa daquela coisa do tomar partido), mas não acha que seja errado ele preterir um ao outro.

Putz, essa de o sujeito artista não ser o culpado que tu falou, cara eu usei quase as mesmas palavras dias atrás, quando um membro da minha banda de indie/rock/metal acreano (de fim de semana, porque eu tenho que ganhar a vida de outro jeito, rs) sentou a lenha no Justin Bieber, dizendo que ele tinha que ser banido do mundo e tals. Levantei o mesmo raciocínio. O muleque faz o trabalho dele, a multidão de adolescentes histéricas é que da poder a esse trabalho. Dá pra tacar o pau nele sem pensar que a base do sucesso são os outros. Até dá, como catarse, huahuau.

Poxa, Marcio, que sacanagem com o Kitsch, rs. Porque até esse estilo que pode ter mais de uma iterpretação embora remeta a cutlura de massas, eu creio que não combina com sertanejos universitários e cantores fabricados. E eu vejo na minha ignorância, que esse músicos são tão pasteurizados e de certa forma, desprovidos de cor que até do Kitsch eles desviam. Porque o gosto ruim ainda é diferente do insosso.

Cara, que bom que tu citou a Hammer. Sou muito fã da produtora. Tanto quanto sou e cresci vendo filmes Trash, e coisas da Troma. O Trash historicamente, como você sabe, foi o termo dado ao filme ruim ou barato, especialmente de terror/horror. Mas eu vejo neles tanta personalidade, tanta cor, que é difícil encontrar em várias produções mais abonadas, mais nem acabadas, mas produtos tão mais vazios.

Essa coisa da Internet é muito doida mesmo. E outro termômetro da influência do "Rei Midias" sobre nós. Quando foi que o amigão Michel Teló ficou tão afamado? Quando um certo Cristiano Ronaldo, após um gol, dançou uma de suas coreografias. O mundo viu e de repente todo mundo estava dançando e ouvindo aquilo, em mais de uma língua. Lembra da história do macaco? Poderíamos quase dizer que o C. Ronaldo era um crítico mal informado...

Não nego que os repentistas não estão livres de preoconceito. Aliás, acho que justamente por sua tão forte ligação com a raíz, o pré-conceito sobre outra coisa, sem a conhece-la bem, lhes é forte na questão musical. Não em todos, claro. Mas pelo menos a reação desses senhores é bem mais amena, tranquila e jovial do que muitos que conheci, providos de divisórias acadêmicas, transbordando a aura "cult", cujo nariz empinado e prepotência se fazem sentir de longe. E vou te dizer que os repentistas, os cantores de cordel, os pífanos e os ganzás, os pandeiros e os triângulos, ritmados pelos barulhos secos dos tamancos de pau, são coisas que vi mesmo nos cantões, nas beiradas, nos lugarejos escondidos em meio as veredas inspiradoras do Guimarães Rosa, tomadas de buritis, carandás, pindaíbas e paratudos. Ou seja realmente longe dos centros ou periferias urbanas assolados, se me permite o empréstimo de sua expressão, pelas ondas desse satélite de mão única.

Eu compreendo seu ponto de vista. Já nas primeiras linhas da nossa discussão. E o aceito em você. Porque nesse ponto, eu tomo com muita força ao que Voltaire dá significado quando brada "Posso não concordar com o que você fala, mas defenderei até a morte o direito de você fazê-lo". Porque vou discordar veementemente de quem tábula Oasis de lixo, e também de quem marca Luan Santana como primor qualitativo. Eu entendo sua posição ao chamar isso ou aquilo de ruim, apenas não faria igual, porque sei lá que significado isso possa ter ao outro.

Salve, e um bom feriado!
Abraços.

The Big Bang Theory é renovada para mais três temporadas
Wallace (12/03/2014 23:01:16)

Poderia ser mais específico?

The Big Bang Theory é renovada para mais três temporadas
Nathan Paiva (13/03/2014 09:38:29)

EU JÁ SABIA!

Sempre soube que voce era um arrombado.
KKKKKKKKKKKKKK

http://www.pop.com.br/mundopop/celebridades/Grandalhao-de-Game-of-Thrones-assume-ser-gay-1060715.html

The Big Bang Theory é renovada para mais três temporadas
Olavo (18/03/2014 11:57:20)

Já deu no saco.
E essa moda nerd força a barra.
Como o seriado.

Fallout 4 | Surgem novos rumores sobre o game
Olavo (23/11/2013 16:22:17)

War.
War never changes.

GTA V chega ao Brasil dois dias depois do lançamento nos EUA
Rodrigo (18/07/2013 17:39:47)

é só eu ou mais alguem não gosta de GTA??? veja bem.. não to dizendo que o jogo é ruim.. mas eu não consigo gostar.. olhando alguém jogar até acho legal mas eu não consigo jogar por mais de 10 minutos!!! não me prende a atenção e me enjoa rápido..

GTA V chega ao Brasil dois dias depois do lançamento nos EUA
Changrilá (18/07/2013 22:09:47)

Cara, se deve ter algum problema então.

GTA V chega ao Brasil dois dias depois do lançamento nos EUA
taito (19/07/2013 12:38:44)

quando se gosta, gosta.
tbm quando nao gosta, detesta...
raridade ver alguem que só gosta um pouco...



GTA V chega ao Brasil dois dias depois do lançamento nos EUA
Rodrigo (19/07/2013 16:21:57)

o pior é que acho um jogo legal.. mas qdo sento pra jogar me cansa!!!

pra ter uma ideia como é questão de gosto mesmo.. aconteceu o mesmo com os jogos do Batman.. via meu irmão jogando eu curtia mas na hora de jogar..

achava massante demorei qse 6 meses pra zerar de tão pouco que eu jogava

agora Uncharted que é bem mais cadenciado num ritmo mais lento eu curti!!

acho que concordo com o Changrilá.. acho que tenho problema huahauhauah

Atualmente to jogando The Last of Us e to gostando.. mas tbm não to achando essa perfeição toda que to mundo ta falando.. de 0 a 10 eu daria 8,5 quase um 9

GTA V chega ao Brasil dois dias depois do lançamento nos EUA
Olavo (22/07/2013 15:39:03)

Rodrigo, eu tenho amigos que pensam exatamente como você em relação ao GTA.
Eu não consigo entender como "não se gosta" de um jogo desses mas tem sim, muita gente que, como você, não consegue achar nada demais em GTA.

GTA V chega ao Brasil dois dias depois do lançamento nos EUA
taito (19/07/2013 12:42:11)

Jogo GTA desde o primeiro, quando a câmera era de cima e só tinha pra PC.
o 2 não joguei porque meu PC não rodava...
o 3 zerei duas vezes! porque era moleque e tinha tempo!!!!
o 3 - vice city zerei umas 3 vezes além de ficar andando pela cidade ouvindo musicas... até hj ainda dou umas voltas por lá... o melhor de todos...

San andreas zerei 1 vez e as vezes volto lá pra curtir o cenário....

O IV parei na metade :(
Tive que optar entre ele, skyrim e minha namorada...
fiquei com o skyrim e minha namorada...
hauhauhauhua!

preciso zerar o skyrim antes de setembro pra jogar esse, embora como jogo no PC, bem provável que só saia depois....

vida de adulto com responsabilidade as vezes é uma merda...
hauhuahuahua

GTA V chega ao Brasil dois dias depois do lançamento nos EUA
Olavo (22/07/2013 15:36:24)

Rapaz eu teria ficado com o GTA 4 invés de Skyrim. Acho que você vai gostar.

Deadpool | Game ganha trailer de lançamento - assista
Olavo (28/06/2013 15:29:07)

O jogo é muito bom. Curto, porém legal de jogar. Divertido. Deadpool é tão imbecil quanto Deadpool consegue ser, ou seja, tá tudo fiel.

Videocast: OmeleTV #212 | Videogame é arte e uma Omelista Hitchcock
Christian (02/03/2013 15:28:55)

Game não é arte. É entretenimento. Isso é elementar, meu caro Watson.

E o que é que há de errado nisso, alguém pode me dizer?

Os games empregam artistas no sentido de capacidade técnica de gerar imagens e um esboço de narrativa que sirva à continuidade de etapas de desafios.

Há influência dos jogos na vida, claro, como há influência na vida de toda e qualquer coisa que exista no mundo. Influência de coisas que não são arte, em sua maior parte: conversas influenciam a vida e não são arte; especulação financeira influencia na vida e não é arte. Etc.

E o MoMa não é autoridade pra nada, é um museu: museus compram obras boas e ruins. Compram representatividade. Alguém já se deu ao trabalho de ver uma ala de paisagens a óleo do século XVIII? A maior parte daquilo só é arte porque está num museu pra ser conservado historicamente.

E Shakespeare não era noveleiro, Flávia. Isso é só uma moda recente de comparar engenhosos dramaturgos antigos aos amanuenses ignorantaços e sem-noção da Globo.

Shakespeare estava no topo das coisas mais sutis e complicadas que há em arte: inclui em suas peças e poemas filosofia difícil, discussões políticas capitais, questões morais que desafiavam a época (como em Otelo, ou o Mercador de Veneza), linguagem poética muito elaborada e uma representação completa da vida como modo de interpretar a própria vida.

Há bibliotecas inteiras tentando dar conta de Shakespeare faz 5 séculos e ele sempre rende ainda mais, como toda arte.

E a Capela Sistina não é, Érico, só uma parede pintada a mando de um papa. Dê uma olhada em algum volume que diga o que Michelangelo pôs lá como significado e interpretação da vida e você vai pensar duas vezes. Qualquer um de nós levaria a vida inteira só para entender a geometria mística que a Capela tem, sem contar a mitologia, a história, as interpretações da Bíblia.

Os jogos fingem te dar participação, mas é programado para esse efeito. E o intuito nunca foi representar a vida no jogo. O jogo tem o intuito de entreter e fazer o jogador cumprir determinadas etapas pré-concebidas.

Um jogo não te faz entender nada melhor ou mais refinadamente do que antes. Não é arte uma coisa que é bonita de se ver, apenas, arte é algo muito mais complexo.

A arte tem propósito completamente diferente.

E a própria discussão é absurda: é como se, para os jogos terem alguma dignidade, tivessem de ser arte. É como o Marcel Duchamp disse uma vez, questionando a própria arte: não é possível que uma obra não seja de arte?

No fundo, resume-se a isso: os jogadores interessados em que a coisa seja vista como arte não querem admitir que o hábito do jogo seja nada menos do que algo muito nobre e iluminador.

Por que, se for menos que uma arte, o que significaria que nós, jogadores, somos?

Jogadores? Sou pela dignidade dos jogos, como do entretenimento, sem querer puxar a sardinha da arte, que é outra coisa completamente diferente.

Só diz que é a mesma coisa quem não sabe o que é arte, ou não sabe o que é game.

Videocast: OmeleTV #212 | Videogame é arte e uma Omelista Hitchcock
Gustavo (02/03/2013 17:16:22)

Olá @Christian, gostei bastante do seu comentário, ajuda a refletir a questão.

Você começa dizendo que games não são arte, e segue afirmando que games não podem ser classificados numa mesma categoria das obras de Shakespeare e Michelangelo.

E no final, me parece que o que você coloca é que jogar games não é arte, ou seja, a experiência do jogador se resume a entretenimento, não é uma experiência artística. Dar um nome a um avatar, perder "vidas", evoluir o personagem, resolver problemas, enfim, nada disso se relacionaria à arte. Que game é entretenimento, eu concordo, mas no seu 3º parágrafo você comenta que games empregam artistas, e assim chegamos no ponto que eu gostaria de discutir; afinal, o produto final do trabalho em conjunto de vários artistas não é arte?

Para esclarecer, o jogo em si, como uma história, uma ficção que dá vida a personagens e fundamenta uma mitologia não pode ser considerado arte? Há um roteiro ali, há técnicas de fotografia, simulação de movimentos, estudo de cores, jogos de luz e sombras, etc. E a pessoa que faz isso se resume a um técnico? E se a mesma pessoa fizesse o mesmo trabalho para a indústria do cinema?

O mote que acho interessante nisso tudo é: podemos considerar programadores artistas? O que seria essa pretensa "arte digital"? Por exemplo, existe uma grande discussão se podemos ou não aceitar uma demonstração matemática feita por um computador, mesmo que os resultados práticos sejam viáveis. E digo isso porque penso que os computadores e tudo relacionado a eles ainda são bastante novos quando comparados com escultura, pintura, literatura e música. Logo, é claro que o primeiro será considerado um estranho quando colocado no mesmo balaio dos últimos.

Aliás, será que o cinema não passou pelos mesmos questionamentos quando foi criado?

Porque um filme inteiramente criado por animação pode ser considerado arte e um game não? A diferença não estaria no contato passivo, no caso do expectador, e ativo, no caso do gamer?

O que me parece ser o grande problema é definir o que é arte, o que não é, e porque. Vendo a discussão do vídeo e dos comentários me imaginei dentro de um diálogo de Platão, onde todo mundo dá exemplos de obras de arte e quando é desafiado a dar uma definição geral, acaba encontrando uma que pode abarcar qualquer coisa (e que não soa satisfatória).

Enfim, estou em cima do muro e ainda por cima confuso. hehehe
E prefiro antes um bom debate a dar uma resposta pronta.

Veja, por exemplo a resposta do colega @Tiago de Lima Castro mais abaixo.

Inté.

Videocast: OmeleTV #212 | Videogame é arte e uma Omelista Hitchcock
Jefferson José (02/03/2013 17:37:25)


@Christian, essa é a questão de definição de arte, é subjetivo, onde uns vê outros não. Quando os quadrinhos e cinema foram inventados não eram reconhecidos como arte, mas com o decorrer dos anos foram interpretados que eram. No caso dos games, muitos já estão olhando como arte e com o passar dos anos, com o aperfeiçoamento das técnicas sua aceitação será unânime, alguns apreciem outros não.

Videocast: OmeleTV #212 | Videogame é arte e uma Omelista Hitchcock
Olavo (02/03/2013 17:45:46)

Respeito sua opinião senhor mas de acordo com sua definição, cinema também não é arte já que é entretenimento. É uma questão da sua definição de arte e do seu gosto pessoal. E eu como jogador não dou a mínima se games são considerados "menos que uma arte" só porque eu jogo. Só discordo de seus argumentos. De acordo com sua definição, talvez apenas uma meia dúzia de obras ou artistas é que seriam consideradas verdadeiramente obras de arte. "Arte ruim" (aquela que você não gosta ou não considera) existe aos montes poraí e assim é classificado (como Arte), quer concordemos ou não. Então você pode sim saber o que é arte. Pra você. E do mesmo jeito que o MoMa não é autoridade pra considerar o que é arte, você também não é.

Videocast: OmeleTV #212 | Videogame é arte e uma Omelista Hitchcock
Fabricio (02/03/2013 20:24:53)

Eu não diria que video games são arte, diria que PODEM ser arte.

Acho que definir o que é arte ou o que não é, desnecessário. Pois considero algo estritamente pessoal.

Entendo a arte como uma manifestação com intuito de comunicar, passar alguma mensagem que não seja na forma de uma frase comum. Desse modo, estimulando aquele que "absorve" a arte, trazendo sensações que uma simples mensagem escrita não traria. Portanto, a arte é algo que depende tanto do artista como do apreciador da arte, que pode interpretá-la, apreciá-la de maneiras distintas.

Por conta disso, um filme, ou uma música, podem também não ser considerados arte, se aquele que está apreciando não se estimula ou então estimula-se de maneira muito distinta daquela que o artista pretendia.

Não concordo quando você diz que arte é muito mais complexa. Além disso, jogos não podem ser complexos? Jogos não podem te "fazer entender nada melhor ou refinadamente do que antes"? A arte pode ser muito simples e ainda assim ótima de se apreciar.

Não sou "gamer", mas sei que existem jogos que vão muito além do puro entretenimento e trazem a mesma fascinação audiovisual de um filme, com a diferença que você interage com ele, você é ativo ao invés de passivo.

Por isso ressalto, acho que games podem sim ser arte. Basta que aquele que joga consiga se comunicar com o game de forma sensorial.

Videocast: OmeleTV #212 | Videogame é arte e uma Omelista Hitchcock
Fabricio (02/03/2013 23:40:47)

Cristian, entendi seu ponto, mas ainda mantenho minha opinião de que video games podem ser um forma de expressão artística.

Os video games ainda não são vistos como arte e não são apreciados como tal. De fato, uma pessoa não liga seu console para jogar e apreciar uma obra de arte e sim para se entreter, passar o tempo, se divertir numa outra realidade. Muito por isso que os games não são complexos artisticamente falando, como você diz. Do contrário as produtoras levariam um prejuizo atrás do outro. Por isso acho louvável a atitude do MoMA, pois coloca uma nova visão sobre os video games, levando-os para um outro público que busca outro tipo de apreciação.

Quando as ferramentas para se fazer um jogo se tornarem mais acessíveis (mais baratas), e não acho que estamos muito longe disso, teremos algumas criações mais pessoais além daquelas feitas "pra vender".
Vejo muitos games de hoje se aproximando muito do que é um filme, com a única diferença de que você controla um personagem dentro daquela história. Quando você diz que um jogo possui um caminho de tarefas prefixados, em um filme é exatamente a mesma coisa só que você não executa nenhuma tarefa, tudo é mostrado fixamente na tela.

Acho que não se deve ser taxativo em dizer que video games não são arte e pronto. Existem aqueles que podem ser considerados e outros não. Os video games assim como toda manifestação audiovisual, podem ser arte sim. Basta que alguém com capacidade para isso resolva faze-lo com este propósito.

Videocast: OmeleTV #212 | Videogame é arte e uma Omelista Hitchcock
Fabricio (03/03/2013 11:32:56)

Christian,
Pelo visto temos definições distintas do que é arte, por isso prefiro encerrar a discussão já que não levará a lugar algum.

Pra mim arte é qualquer manifestação estética que visa a representação de alguma emoção, sentimento, cultura, etc. O estofado de um sofá também é arte. Por que um video game não seria? Por que um conjunto de tarefas prefixadas por um programador não pode ser apreciada visualmente ao mesmo tempo?

Enfim, gostaria de saber a sua definição de arte para entender melhor o seu ponto de vista a respeito.

Videocast: OmeleTV #212 | Videogame é arte e uma Omelista Hitchcock
Jefferson José (03/03/2013 12:22:51)


Chris...
Esse tema é tão complexo que não conseguimos nem definir o sentido exato de arte. O que determina tal obra uma arte? Se um determinado grupo de pessoas vê tal obra como arte ela se torna arte, sempre foi assim e sempre será. A questão é a seguinte, pessoas que consideram o cinema arte existem e pessoas que não consideram o cinema arte também existem. Suponhamos que um ser supremo decretasse que a partir de hoje game é arte, os dois tipos de pessoas continuarão a existir, pessoas como nós que reconhecem o valor artístico dos games e pessoas como você que não vê arte nos games. Tudo na arte é uma questão de interação do expectador com a obra, se eu jogo ou observo um game e extraio sensações, expressões e informações pra mim foi uma experiência artística, independente de quem fez, de quanto custa ou pra que serve. Pessoalmente não curto muito pinturas abstratas, mas reconheço que são arte e algumas são ótimas. Tudo é uma questão subjetiva, o ruim é quando isso é imposto em uma obra ruim ou que você não a vê como arte.

Eu por exemplo, acho a HQ Watchmen muito mais artística do que todas as pinturas dos mestres da renascença, mas reconheço o valor artístico delas.

Videocast: OmeleTV #212 | Videogame é arte e uma Omelista Hitchcock
Gustavo (03/03/2013 17:21:34)

@Christian , valeu mesmo pela resposta!
Eu realmente ainda não tenho uma opinião formada sobre o assunto, logo, todos os bons argumentos que eu puder recolher estão valendo.

Inté.

Videocast: OmeleTV #212 | Videogame é arte e uma Omelista Hitchcock
Jefferson José (04/03/2013 12:28:50)


Consequentemente os games não contem informações dos artistas e de culturas? Se ainda vivemos o presente como saberemos o valor dos games daqui à décadas?

A questão é essa, você vê arte em pinturas e outros nos games, pra essas pessoas os termos técnicos que 'definem' uma arte são irrelevantes, elas não estão generalizando que os games são artes, mas pra elas são experiências artísticas.

Devíamos levar essas dúvidas pro Alan Moore. eh eh

Stone Temple Pilots | Scott Weiland é expulso da banda [ATUALIZADO]
Gustavo (27/02/2013 23:54:47)

Uma pena, o último album dos caras é o melhor... foi uma banda que evoluiu muito.

Adoro os caras e não pude ir no show, escuto desde o lançamento do Core.

A banda sem ele NÃO EXISTE, seria a mesma coisa que esta abominação que é o Alice In Chains sem o Layne. Imaginem um Nirvana sem o Kurt?

Quem sabe eles se acertam...

Stone Temple Pilots | Scott Weiland é expulso da banda [ATUALIZADO]
Yuri (28/02/2013 02:38:53)

Só não concordo que o ultimo seja o melhor. Não dá pra passar por cima do Purple.

Stone Temple Pilots | Scott Weiland é expulso da banda [ATUALIZADO]
Olavo (28/02/2013 11:32:49)

O último album é muito bom sim mas também não achei o melhor.
Esse cara é foda né... não costuma colaborar mesmo não.

Stone Temple Pilots | Scott Weiland é expulso da banda [ATUALIZADO]
Willie (28/02/2013 12:17:40)

Concordo! O cara é trouble maker, mas é a identidade do STP.

Quanto ao que você disse do AiC, discordo. Acho "abominação" muito forte pra definir a banda. Ouviu o último material deles? Tá perfeitmanete digno do AiC. E ao contrário do STP, o AiC sempre teve o Cantrell como principal compositor e ele sempre dividiu os vocais com o Layne. Jerry Cantrell é uma base sólida pro AiC continuar bem na fita [sem mencionar que Will Duvall canta pra caraleo], o que não acontece no STP.

Toren é o primeiro game brasileiro aprovado na Lei Rouanet - assista ao trailer
Leandro Cesar (24/02/2013 19:27:59)

Essa Lei Rouanet é total absurdo!!!... Pegando dinheiro do povo p investir em coisas q não são fundamentais aos brasileiros?
Temos outras prioridades, antes de ajudar alguém a desenvolver um jogo! Precisamos d saúde pública d qualidade, pq tem milhares d brasileiros q morrem todos os anos nos corredores dos hospitais. Precisamos d escolas com qualidade e professores com reconhecimento! E a segurança pública q está largada as traças?!
Quer desenvolver um lindo jogo como esse? Existem outras maneiras d conseguir o q quer. Peça ajuda a empresas privadas, bancos ou poste seu projeto no Kickstarter p arrecadar fundos, MAS NÃO PEGUE O DINHEIRO PÚBLICO!!!...

Toren é o primeiro game brasileiro aprovado na Lei Rouanet - assista ao trailer
CGF (24/02/2013 19:54:48)

Antes de mais nada, eu concordo com a sua indignação, porém você precisa se informar antes de criticar.

Leia sobre a lei antes de falar e tente pensar de uma maneira mais construtiva. Sabemos que há muitos problemas que precisam ser resolvidos, mas isso não serve como desculpa para deixarmos de fazer outros investimentos, mesmo que não estejam alinhados diretamente com esse problema.

Toren é o primeiro game brasileiro aprovado na Lei Rouanet - assista ao trailer
Juliozales (24/02/2013 20:11:45)

Cara, em parte eu até concordo contigo, pois a lei Rouanet, assim como outras leis, cujo objetivo é financiar projetos, pode ser usada de maneiras indevidas, ou favoráveis a quem tem vamos dizer, indicação... não podemos ignorar o fato de vivermos num país muito corrupto. Vale lembrar o caso do financiamento da carreira do neto do Emerson Fittipaldi, que independente de estar dentro das leis, estão fincanciando pessoas que simplesmente não precisam dessa ajuda, seria como pagar faculdade particular pra classe alta. Mas provalvemente há quem não concorde com o que eu disse, o que não me surpreenderia, mas... na minha opnião, indiscutivelmente é a necessidade do Brasil de se firmar como refêrencia na área tecnologica... oras bolas, se o mercado de games movimenta verdadeiras fortunas...então sim... é importante ajudar com dinheiro público!!
Na minha humilde opnião, um país sem forte investimento em tecnologia (estudos, pesquisas e projetos), é um país condenado ao fracasso.

Toren é o primeiro game brasileiro aprovado na Lei Rouanet - assista ao trailer
Denis (24/02/2013 20:47:05)

Cultura não é importante?

Esse tipo de pensamento me dá muito medo...

Toren é o primeiro game brasileiro aprovado na Lei Rouanet - assista ao trailer
Olavo (25/02/2013 15:19:24)

Ô Cavalo de maminha, a Lei Rouanet não tem nada a ver com seu humor ou problemas de saúde pública e quem provavelmente "pega dinheiro do povo" é o último imbecil eleito com seu voto. Falando nisso, você devia reclamar é em Brasília e não num comentário de notícia de entretenimento no omelete.

Constantine | Confira o preview da nova série DC
Olavo (19/02/2013 11:16:39)

Acredita-se que o próximo passo seja uma participação de Constantine na Turma da Mônica.
Interessante...

Quentin Tarantino quer fazer minissérie para a HBO
Olavo (28/11/2012 20:26:39)

Poxa, ele bem que podia pegar Preacher pra adaptar hein...

Quentin Tarantino quer fazer minissérie para a HBO
Fernando (28/11/2012 21:20:28)

Mas que idéia hein? Duvido que ele topasse, mas que seria muuuuito bom seria...

Quentin Tarantino quer fazer minissérie para a HBO
Olavo (05/12/2012 16:40:38)

Não custa sonhar né...

The Walking Dead | Crítica
Olavo (05/12/2012 16:13:34)

Ae povo, eu acho que não tem nada a ver comparar esse jogo com qualquer Resident Evil só porque ambos têm zumbis.
São jogos completamente diferentes.
Esse jogo me lembrou aqueles "adventure" games dá época do lançamento dos kits multimídias para pcs, bem nesse estilo point and click (Full Throttle, The Dig, Monkey Island, Sam & Max, Broken Sword, etc). Porém esse Walking Dead me pareceu um tipo de evolução (ou reinvenção) desse gênero de games, com mais ação e decisões rápidas e consequências das escolhas. Muito bem bolado. Gostei muito e aguardo a segunda temporada com uma Clementine ninja como protagonista.

The Walking Dead | Crítica
Paulo Cesar (14/12/2012 21:49:03)

Você tocou em pontos excepcionais. Lembro-me que passava dias tentando solucionar os enigmas de The Dig e Monkey Island, especialmente o 2 e o 3, extremamente difíceis. Os Adventures precisam ser reinventados e The Walking Dead está no caminho. Pena que os puzzles são fáceis demais mas esse não é o objetivo do jogo.
Um abraço.

The Walking Dead | Crítica
caio (07/01/2013 14:12:22)

concordo ta mais em nostalgia dos anos 90 de (Full Throttle, The Dig, Monkey Island, Sam & Max, Broken Sword, etc) sem a tecnologia de rain.

denovo flávia grazi posta depois de todo mundo premiar o jogo. affê !

além disso desnecessário alguns personagem ter morrido sem explicação, preguiça dos roteristas? mania de forçar funilamento de personagens é osso de engolir. claire morrendo foda

Videocast: OmeleTV #200 | The Walking Dead, VHS e Medal of Honor
Olavo (19/11/2012 12:25:36)

Parabéns a todos os colaboradores do Omelete e continuem crescendo. Estou com vocês desde 2000 (eu jurava que acompanhava há mais tempo...), época em que mal se usava o termo "nerd" aqui pro Brasil e também em que não existia um site brasileiro de notícias voltado para os temas que tanto gostamos.
Até hoje vocês salvam a minha pátria. Até hoje têm conhecimento, opinião, personalidade e bom humor.
Mais uma vez, PARABÉNS!

Nova mutante brasileira estreia em Wolverine & the X-Men
Olavo (16/11/2012 13:35:54)

Um tubarão de seios?
Ae, na boa, ainda sou mais o Blanka.

OmeleTV #171 | Vingadores 2, loja Geek.etc.br e a polêmica sobre o nerd valentão
Olavo (10/08/2012 16:01:37)

Realmente a anonimidade e a internet fez nascer uma nova raça de supostos nerds fabricados e ortodoxos até porque, tudo que se gostava com relação a quadrinhos, filmes e músicas há uns 10 ou 15 anos atrás e era visto como "estranho", hoje é cool. Porém é bom lembrar que imbecis existem aos montes em todo e qualquer tipo de grupo social. Gostaria de pedir também que, se possível, não mudem os comentários pelo site pois não tenho facebook. Obrigado.

Noel Gallagher | Ouça as inéditas "God Help Us All" e "It Makes Me Wanna Cry"
Luis Paulo (29/06/2012 20:12:01)

Tô vendo cada vez mais longe o retorno do Oasis....Mas valeu por tudo Noel.

Noel Gallagher | Ouça as inéditas "God Help Us All" e "It Makes Me Wanna Cry"
Daniel (29/06/2012 23:35:09)

ainda bem porque eu tô adorando ouvir as composições do Noel tocadas por uma banda com instrumentistas decentes e sem o vocal irritante do Liam.

Devil May Cry | Assista à fase do jogo disponível na E3 2012 [ATUALIZADO]
Olavo (08/06/2012 11:22:43)

Aquele garoto é o Dante?
Ah, pelo amor de Deus...
Num pode ser outro carinha não?
O Pedro? O Joaquim?
Aquele lá tem que ser o Dante mesmo?
"Mais jovem com cabelo curto e escuro" = Dante Bieber.

Arctic Monkeys | "Nunca mais faremos um álbum como nosso primeiro", diz baterista
Fabio Julio (12/05/2012 15:22:06)

Eu escutei tanta coisa na midia a respeito dessa banda, escutei varios conhecidos sobre essa banda... ai fui escutar! Que bela porcaria isso... um dos shows mais chatos do Lolla Brasil!

Arctic Monkeys | "Nunca mais faremos um álbum como nosso primeiro", diz baterista
Olavo (13/05/2012 12:03:14)

Cuidado hein, Fábio! Os "indies" vão te jogar uma macumba online.

Arctic Monkeys | "Nunca mais faremos um álbum como nosso primeiro", diz baterista
Fabio Julio (14/05/2012 15:05:23)

Ihh Olavo, ja to acostumado a escutar ofensas de Indies! O que eles não entendem é que as bandas que eles amam tanto, só existem por conta das bandas que os Indies odeiam! hahaha

Metallica | "Metaleiros se levam a sério demais algumas vezes", diz baterista
Jota (13/05/2012 11:15:30)

Na minha opinião, muitos fãs que criticam o metallica, por se vender,são extremamente egoístas. Esqueçem de um fator principal: os artistas também são pessoas.

Então, o que quero dizeré que, do mesmo modo que você pode querer mudar de casa, de emprego, de namorada, de sexo e do mesmo modo que você pode mudar de gostos com o passar dos tempos,eles também podem.

E, desculpe-me, mas se você é a mesma pessoa que você era na adolescencia, ou a 20 anos atrás, saiba que isso é muito deprimente. Estagnar, parar no tempo, não são coisas boas.

Além do mais, eles também gostam de dinheiro. E do mesmo modo que você pode mudar de emprego para ganhar mais ou subir num cargo mas mudando o que você faz, eles também tem todo o direito de mudar a música para ganhar mais dinheiro.

E, como podemos ter certeza de que eles se venderam? E quem disse que isso é ruim? Eles podem ter quebrado o coração de vários fãs, mas ganharam muito mais. E, mais que isso, eles se manteram relevantes. Bandas como Slayer podem ter se mantido fiéis ao movimento, mas fora da cena do metal (e até aí, é questionável) sua relevância é pouca hoje. Você pode até preferir o Slayer, mas quando você abre a Rolling Stone, quando anunciam o line up do Rock in Rio, quando fazem uma resenha do disco na Folha de São Paulo não é do Slayer que estão falando. É do Metallica.

O Metallica fez uma escolha, e todos os artistas fazem ela. E aí que vemos a diferença entre eles. Enquanto algumas bandas, como o Deep Purple estão ai, tocando o mesmo som que fez sucesso nos anos 70, outros, como o Paul McCartney estão lançando novos trabalhos, tocando os novos trabalhos e sendo aceitos pelos novos trabalhos.

E então, voltando ao Sir Paul, imaginemos que até hoje ele estivesse fazendo um som a lá Beatles. Seria deprimente. É a mesma coisa com o Metallica. Eles querem ser mais. Quem não gosta disso, talvez tenha que rever seus conceitos.

Metallica | "Metaleiros se levam a sério demais algumas vezes", diz baterista
Olavo (13/05/2012 11:56:43)

Concordo com você, cara. Só acho que o Sir Paul continua sim fazendo um som a lá Beatles e acho que é o atrativo princial dos shows dele assim como boa parte das músicas que ele toca no show são dos Beatles.

Metallica | "Metaleiros se levam a sério demais algumas vezes", diz baterista
Freddy (13/05/2012 12:07:52)

"Na minha opinião, muitos fãs que criticam o metallica, por se vender,são extremamente egoístas. Esqueçem de um fator principal: os artistas também são pessoas."

Calma amigo, egoistas não, apenas temos uma visão diferente da sua, só isso. Sim são pessoas, se eles querem se satisfazer ótimo, é um direito que cabe a eles. Mas desde já eles devem esta preparados para tudo , pois toda ação corresponde a uma reação.

"Então, o que quero dizeré que, do mesmo modo que você pode querer mudar de casa, de emprego, de namorada, de sexo e do mesmo modo que você pode mudar de gostos com o passar dos tempos,eles também podem."

Claro que podem, mas como eu disse, se eles queriam fazer isso, não ficassem demonstrando uma coisa que não são. Eles(Metallica) deveriam ter sido autênticos desde o início, respeitando as outras bandas e não ficar pagando de fodão.

"E, desculpe-me, mas se você é a mesma pessoa que você era na adolescencia, ou a 20 anos atrás, saiba que isso é muito deprimente. Estagnar, parar no tempo, não são coisas boas."

E me desculpe amigo, mas essa sua opinião na boa é totalmente fora de questão, o fato de eu criticar a banda não quer dizer que eu me estagnei. Quer dizer que dizer o que eu penso é estagnar? Não, apenas não acho certo você ficar chamando a atenção criticando os outros, depois mudar o seu som e achar ruim quando é criticado. Que é o que o metallica esta fazendo agora, criticou os outros no passado. E agora que tá levando paulada, tá reclamando.

"E, como podemos ter certeza de que eles se venderam? E quem disse que isso é ruim? Eles podem ter quebrado o coração de vários fãs, mas ganharam muito mais. E, mais que isso, eles se manteram relevantes."

Basta ouvir o som de antigamente para o de agora. Antes, eles eram mais espontâneos e agressivos, não faziam as coisas para agradar ninguém. Agora, perderam toda a agressividade. A voz de hetfield ficou polida, os solos de hammet são mais comportados e Ulrich moderou sua batida. A única coisa da banda atualmente é o Trujillo, que sofre o que o newested sofreu, pois vão ficar limando ele na banda. Isso não é se vender para quem fazia som porrada? Ganharam mais fãs sim, e dai? para se conquistar um certo grupo de pessoas, você precisa simplesmente mudar o seu jeito de ser? se você faz isso, no mínimo você não tem personalidade

"Bandas como Slayer podem ter se mantido fiéis ao movimento, mas fora da cena do metal (e até aí, é questionável) sua relevância é pouca hoje."

Claro que sim, pois metal não é pra ficar agradando a todo mundo não. Tem que incomodar mesmo, porque uma coisa que se prega no metal é sua autenticidade. Coisa que o metallica abriu mão há muito tempo, para conquistar fãs novos.

"Você pode até preferir o Slayer, mas quando você abre a Rolling Stone, quando anunciam o line up do Rock in Rio, quando fazem uma resenha do disco na Folha de São Paulo não é do Slayer que estão falando. É do Metallica."

Ah verdade a revista rolling stone, uma revista que entende mesmo de rock. Não é a toa que coloca em sua capa artista do rock como Romário, JÔ Soares, Chico Buarque, Lady Gaga e Wagner Moura,né? E o rock in Rio um festival de puro como que tem em seu elenco gente como: Elton John, B-52's e Claudia Leite,né? É isso ae cara gostei da sua referência para dar embasamento ao seu argumento.


"O Metallica fez uma escolha, e todos os artistas fazem ela. E aí que vemos a diferença entre eles. Enquanto algumas bandas, como o Deep Purple estão ai, tocando o mesmo som que fez sucessonos anos 70, outros, como o Paul McCartney estão lançando novos trabalhos, tocando os novos trabalhos e sendo aceitos pelos novos trabalhos."

Sim, e como todo artista, deve aceitar as consequências de suas escolhas. Quanto ao Deep Purple eles não querem fazer mais nada de novo, mas isso não tira a relevância da banda. Agora paul mccartney continua fazendo discos novos, mas não abriu mão do seu som de origem. Ele coloca elementos novos para dar uma cara nova ao som, mas sem mudar a raíz. O que mudou, é o que agora é só ele.


"E então, voltando ao Sir Paul, imaginemos que até hoje ele estivesse fazendo um som a lá Beatles. Seria deprimente. É a mesma coisa com o Metallica. Eles querem ser mais. Quem não gosta disso, talvez tenha que rever seus conceitos."

Para o Paul seria ridículo, pois ai ele viveria a imagem dos beatles, o que não é uma coisa boa. Pois ai estariam acusando-o de usar os beatles. Agora metallica é totalmente diferente cara. A banda começou de um jeito e deixou que as pessoas mexessem em seu som, resultado, mudou tudo. Para conquistar novos fãs. E hoje viu que fez merda, não é toa que agora esta tentando resgatar o que perdeu, os seus antigos fãs, por conta de sua tal escolha. Se você gosta do metallica, é um direito seu. Assim como é um direito meu não gostar. E vendo os seus argumentos, acho que não sou eu que precisa rever os conceitos.


Metallica | "Metaleiros se levam a sério demais algumas vezes", diz baterista
Diogo (13/05/2012 15:56:47)

@Fabio, perfeito comentário! não tem nem o que tirar, nem por. Muito sensato! pessoas deviam analisar mais as coisas dessa forma, ao invés de se acharem donos de certas bandas e xingar qualquer mudança sem parar para entender que no final de contas tudo se trata de ARTE e a arte é mutável.

E tem essa galera que gosta de falar meu do vocal do hetfield, da pegada do lars, ou da falta de agressividade da banda como um todo... veja que os caras tão velhos, com cabeça mudada, com outras atitudes, não vai ser a mesma coisa igual a 20 anos atrás. Várias coisas mudam, não voltam e os fãs cabeçudos do metallica não conseguem ver isso. Acho justo o lars acabar brincando no final das contas.

No caso do st. anger, tem que entender que muitas pessoas gostam, eu mesmo acho divertido, diferente da fase antiga, mas ainda sim, tem seu valor, e não é porque eu gosto que sou menos fã dos álbuns antigos ou de metal como um todo. Agora se não curte, vai ouvir Ride the Light, Master of Puppets, ou até mesmo Black álbum, eles tão lá, intactos. Ainda sim nervoso? Tem trocentas bandas boas de thrash cru, antigas e até mesmo novas parar serem descobertas.

O pessoal tem que ser menos xarope e aproveitar melhor o universo rico que o rock and roll criou durante essas décadas.

Metallica | "Metaleiros se levam a sério demais algumas vezes", diz baterista
Jota (13/05/2012 20:28:05)

@Olavo, eu concordo. O exemplo foi ruim mesmo. Mas eu estava cansado de escrever e não me esforçei muito.

@Freddy, alguns de seus argumentos eu respeito, porque é a sua opinião. Mas a sua resposta sobre o direito deles de mudar, eu não consigo entender.

Eles tinham um pensamento quando novos. Então, eles mudaram. E aí eles não deveriam ter divulgado esse primeiro pensamento antevendo uma mudança? Não sei se já aconteceu isso com você, mas se não, só imagine. Você mudou uma opinião e ai, algumas pessoas ficam te enchendo o saco, depois de muito tempo, porque você mudou. E aí, você reclama disso. É errado você fazer isso?

PS: é só um exemplo.

Metallica | "Metaleiros se levam a sério demais algumas vezes", diz baterista
Jota (13/05/2012 20:42:47)

@Freddy, sobre a Rolling Stone e o RIR, bem, eles são produtos.

A RS é uma publicação sobre cultura pop. Não é só sobre música, e muito menos sobre rock. E é assim que ela se mantêm.

O RIR, nunca foi só de rock. E o nome dele tem mais haver com sua época do que com as atrações. Mas isso não tira a relevância dele. E o Metallica estar lá só mostra que eles se mantem relevantes para aparecerem no Festival e darem público. Do mesmo modo que o Elton John e a Claudia Leite são.

E o que eu quis dizer é que nos dois o Metallica ganhou destaque. Porque querendo ou não, ele ainda se manteve como algo relevante.

Alem disso, se eles são vendidos, isso não tira credibilidade deles. Porque eles são um produto. E o Slayer é um produto. O Radiohead é um produto. Marx, rock alternativo, Alan Moore, todos produtos. E não da pra fugir isso. Essa é a dinamica do capitalismo e do nosso mundo.

Metallica | "Metaleiros se levam a sério demais algumas vezes", diz baterista
Jota (13/05/2012 20:53:39)

@Diogo ,sim, isso. Ouçam os albuns antigos eles estão ai. Pelo menos o Metallica não resolveu ser o George Lucas da música.

Então, uma coisa que seu comentário me lembrou, são pessoas que não sabem separar a arte do artista. Por exemplo, fãs de Guns and Roses que não gostam de Nirvana por causa das briguinhas entre os artistas. Ou os fãs de Cure que não gostam do Morrisey pelo mesmo motivo. E elas se proibem de gostar da arte por que tem problemas com as pessoas. Mas a arte pode ser apreciada, indepedente de a pessoa ter a opção sexual, politica, religiosa, ideologica da sua.

Num exemplo exagerado, eu não vou parar de ouvir Velvet Underground porque a Maureen Tucker (a baterista) faz parte do Tea Party.

Então, de qualquer modo, obrigado por me ajudar a complementar o pensamento.

Metallica | "Metaleiros se levam a sério demais algumas vezes", diz baterista
Freddy (13/05/2012 22:52:15)

"Eles tinham um pensamento quando novos.Então, eles mudaram. E aí eles não deveriam ter divulgado esse primeiro pensamento antevendo uma mudança? Não sei se já aconteceu isso com você, mas se não, só imagine. Você mudou uma opinião e ai, algumas pessoas ficam te enchendo o saco, depois de muito tempo, porque você mudou. E aí, você reclama disso. É errado você fazer isso?"

A questão não é eles mudarem, e sim, eles ficarem reclamando do fãs. Eles sabiam muito bem que fãs de metal são exigentes, assim como também sabiam qual seria a opinião deles quanto ao rumo que eles adotaram. E ele viram que fizeram merda, senão não estariam preocupados em resgatar os antigos fãs e muito menos com suas opiniões. Eles podem fazer o que quiser, mas mesmo eles não gostaram do rumo que escolheram. Resultado é isso que esta acontecendo com a banda atualmente.

"E o que eu quis dizer é que nos dois o Metallica ganhou destaque. Porque querendo ou não, ele ainda se manteve como algo relevante."

Sim, se manteve algo relevante porque vende. Assim como qualquer artista com uma grande estrutura por trás, neste dois casos RS e RIR. Não é a música que chama atenção e sim, como você disse o público. E como o público engole qualquer coisa, bom não é difícil entender porque artista como lady gaga e claudia leite estão no meio desses dois meios de puro marketing.

"Alem disso, se eles são vendidos, isso não tira credibilidade deles. Porque eles são um produto. E o Slayer é um produto. O Radiohead é um produto. Marx, rock alternativo, Alan Moore, todos produtos. E não da pra fugir isso. Essa é a dinamica do capitalismo e do nosso mundo."

Existe a diferença entre o produto e o produto vendável. A banda e uma pessoa só se torna um produto vendável, quando os músicos e a pessoa não tem pé firme e determinação para fazer o som e o que querem. E deixam que os outros lhe digam o que fazer. Você falou do slayer, certo? a banda continua fazendo o mesmo som desde o início de carreira e nunca deixou que ninguem mexesse em seu som. Alan Moore? você esta se referindo ao escritor, certo? você viu como ele mantem pé firme contra a DC. Ele podia ganhar muito mais dinheiro, mas ele se recusa a deixar que usem o nome dele para a promoção da editora. Eles são um produto sim porque vendem sua música e suas histórias, a diferença é que ambos mantêm sua integridade. Capitalismo é do nosso mundo sim, concordo, pois todo mundo tem que ganhar o seu. Só também devem estar cientes de que nem sempre tudo vem de bom agrado. E as consequências podem ser graves.

Metallica | "Metaleiros se levam a sério demais algumas vezes", diz baterista
Freddy (13/05/2012 23:24:17)

Diogo

"E tem essa galera que gosta de falar meu do vocal do hetfield, da pegada do lars, ou da falta de agressividade da banda como um todo... veja que os caras tão velhos, com cabeça mudada, com outras atitudes, não vai ser a mesma coisa igual a 20 anos atrás. Várias coisas mudam, não voltam e os fãs cabeçudos do metallica não conseguem ver isso. Acho justo o lars acabar brincando no final das contas."

Tem essa galera não, fui eu que falei. Sim os caras do metallica estão velhos e com outra cabeça, assim como o Slayer, Exodus e Korzus. A diferença é que estas três últimas bandas, não arregaram do peso como metalica fez, não é? então velhiçe e mudanças de cabeça não são desculpas, o fato é que se o metallica quis mudar ótimo, mas se a banda tivesse feito isso por vontade própria, talvez Lars não se preocupasse tanto com os tais fãs agressivos. Ele esta brincando? nada, ele esta é chateado mesmo, pois esta tomando paulada. Ainda mais depois do lançamento do tal LULU. Onde recebeu muitas críticas negativas. Ai eu tenho que defender a banda, pois os fãs neste caso estão sendo burros. Pois Lulu não tem nada a ver com a banda, é apenas um projeto paralelo. Sendo assim, é natural que soasse diferente. Ai entra o que você disse sobre os fãs cabeça dura, se fossem realmente fãs, apoiariam a banda mesmo neste projeto.


"No caso do st. anger, tem que entender que muitas pessoas gostam, eu mesmo acho divertido, diferente da fase antiga, mas ainda sim, tem seu valor, e não é porque eu gosto que sou menos fã dos álbuns antigos ou de metal como um todo. Agora se não curte, vai ouvir Ride the Light, Master of Puppets, ou até mesmo Black álbum, eles tão lá, intactos. Ainda sim nervoso? Tem trocentas bandas boas de thrash cru, antigas e até mesmo novas parar serem descobertas."

Concordo, não curto a fase atual do metallica, e eu escuto os discos antigos. O fato é que o pessoal não gostou da minha opinião e começou a me criticar e só estou me defendendo. E isso você pode ver nas publicações daqui, fui chamado até de egoista. Por que? porque eu dei minha opinião e o pessoal não gostou? isso eu não acho certo.


"O pessoal tem que ser menos xarope e aproveitar melhor o universo rico que o rock and roll criou durante essas décadas."

Não é questão de ser xarope e sim de respeitar a opinião, você curte metallica beleza. O fato de eu não gostar, não quer dizer que você esta certo ou eu estou certo. Apenas temos opiniões diferentes. E tudo isso foi causado por uma opinião que eu dei, que não foi respeitada.

Arctic Monkeys | "Nunca mais faremos um álbum como nosso primeiro", diz baterista
Olavo (12/05/2012 12:34:51)

Já estão é se achando muito...

Max Payne 3 ganha trailer de lançamento
luk (10/05/2012 22:51:46)

Reparei que o game pega/lembra muita coisa do roteiro do filme CHAMAS DA VINGANÇA do Denzel Washington.O filme foi ótimo o jogo espero que seja também.

Max Payne 3 ganha trailer de lançamento
Olavo (11/05/2012 16:08:23)

Eu também lembrei desse filme do Denzel. Acho que vai ser legal. Esses nerds choram demais.

Max Payne 3 ganha trailer de lançamento
Alex Bauer (11/05/2012 00:01:27)

O Movimento LGBTuvwxyz já entrou com uma ação contra a Rockstar Games pelo uso da frase: "Acerta esse viado!!!".
Segundo a representante do movimento, Paula Tejano, o termo é pejorativo e incita a intolerância e violência contra os homossexuais.... KKKKKKKKKKKKKK

Max Payne 3 ganha trailer de lançamento
Olavo (11/05/2012 16:07:13)

Rapaz, num dá idéia...

Tenacious D | Banda divulga clipe de "The Roadie"
Olavo (09/05/2012 19:13:28)

THE FUCKING D IS BACK, BABY!

Guns N' Roses | Duff McKagan responde a Axl Rose sobre o Hall da Fama do Rock
Matheus (13/04/2012 13:50:23)

Um absurdo Grand Funk Railroad não estar no Hall da Fama do Rock N' Roll, uma das bandas mais importantes da história do Rock.

Axl Rose publica carta sobre inclusão no Hall da Fama do Rock and Roll [ATUALIZADO]
Marcos (11/04/2012 22:09:25)

Uma palavra para Axl: babaca. Não respeita os fãs nem o rock'n'roll. Chama a banda dele atual de Guns'n'Roses, isso é desrespeito. o Sting não se chama The Police, Paul McCartney não se chama The Beatles. Li uma declaração do Duff McKagan excelente hoje. Deviam publicar como resposta a essa besteira do Mr. Ego Axl.Não há maior honra no mundo do Rock do que ser premiado no Hall.

Axl Rose publica carta sobre inclusão no Hall da Fama do Rock and Roll [ATUALIZADO]
Marcelo (11/04/2012 23:29:32)

Falou tudo, cara! Curti muito a comparação com as outras bandas. Pode crer!

Só descordo de que a premiação do Rock´n´Roll Hall of Fame seja a maior honra do Rock. Ela deveria ser, mas há muito tempo está meio desvirtuada. Ela deveria premiar os artistas que levaram o Rock a um novo patamar. E hoje existem algumas heresias por lá. O Deep Purple e Jethro Tull, por exemplo, não são indicados (o Deep Purple, por exemplo, tem comprovadamente o Riff de guitarra mais famoso e executado da história e é considerado um dos 3 pilares do Hard Rock devido à influência que exerceu sobre muitas bandas do estilo, só para começar). Mas ABBA e Madonna são indicados. Com todo o respeito a quem é fã e a toda a revolução de comportamento que a Madonna representa - e representou - para muita gente. Mas na época dela, tinha mais gente fazendo a mesma coisa, como a Cindy Lauper, por exemplo. Na verdade, tudo depende de como você vende seu peixe.

Não sei bem como funciona, mas li uma vez que o ZZ-Top só conseguiu indicação porque o Keith Richards interferiu.

Axl Rose publica carta sobre inclusão no Hall da Fama do Rock and Roll [ATUALIZADO]
Marcos (12/04/2012 10:08:54)

Pô Marcelo, fui ignorante em falar então que é uma honra ser premiado no Hall, não sabia que virou um Grammy, ao premiar artistas pop e outras tranqueiras e deixar lendas do rock de fora. É porque conheço a primeira premiação do Hall, com Chuck Berry e Little Richards, que são fodões, e depois vi no youtube a premiação dos Beatles e Rolling Stones (não quero mais nada né) hehe. Agora Madonna de cu é rola. Cindy Lauper então, piorou.

Axl Rose publica carta sobre inclusão no Hall da Fama do Rock and Roll [ATUALIZADO]
Olavo (12/04/2012 15:51:24)

É exatamente isso ae, Marcos!
Tô contigo e não abro!

Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
Celso (15/03/2012 22:49:17)

Sei lá, parece existir uma beatificação em torno de Alan Moore, até parece que ele é o Messias e Watchmen o seu evangelho. Fizeram coisa muito pior com Jack Kirby e não tem tantas pessoas dispostas e fanáticas a defendê-lo. A sua participação na criação de todo um universo foi fundamental, e lamentavelmente ele não recebeu a devida recompensa financeira que merecia.
Admiro muito mais a postura de David Sim, o criador de Cerebus, que pretende deixar sua criação em domínio público. Ele não se incomoda que outros escrevam sobre Cerebus. Se outras pessoas acham que podem escrever melhor sobre Cerebus, ele simplesmente deixa que tentem.
Ora, se Before Watchmen for o desastre que Alan Moore está antecipando, ele não tem nada a temer pois vai parecer mais genial para seus admiradores. A não ser que o envolvimento de talentos criativos como Darwyn Cooke e Brian Azzarello esteja deixando o inglês barbudo com medo.

Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
Cândido (15/03/2012 23:40:13)

É que na époc do Kirby não tinha internet !

Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
danielpaz (15/03/2012 23:51:16)

Celso: olhe o histórico do debate... a "beatificação" é de umas poucas pessoas... no andar da carruagem, eu e Andre B (e os poucos que concordam conosco) já fomos chamados de xiitas e de usar baixo calão, quando tem sido o contrário... veja o histórico do fórum: contra fatos não há argumentos.

E... bem... fale por você quanto ao Kirby. Eu acredito que ele foi sacaneado por décadas.

E... Darwyn Cooke como um grande roteirista? Ele é um designer brilhante... mas, roteirista? O que lembro dele foi DC - A Última Fronteira, que é uma revista gostosa de ler, mas... pelamordedeus... não chega aos pés dos caras da "invasão britânica"...

Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
Lico Blade (16/03/2012 01:45:28)

Daniel Paz,

Seguinte: abaixo tem o meu perfil no facebook

http://www.facebook.com/profile.php?id=100000718401677

É só mandar uma solicitação dea mizade pra mim, então eu te adiciono e passo o seu link pro pessoal te adicionar lá no grupo Omelenautas.

Ou então vc passsa o seu link do facebook e eu passo pra eles, vc quem sabe.

Abraço!

Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
Alguém (16/03/2012 02:06:49)

SE TIVER CORAGEM DE VERDADE (QUE EU DUVIDO) ACESSA AO GRUPO, LA TODO MUNDO TEM ALTO NIVEL, ALAN MOORE É PARA PESSOAS QUE PENSAM EM SE DIVERTIR COMO OS BAIANOS, QUE VIVEM NA ALEGRIA E NA FELICIDADE.

Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
Celso (16/03/2012 10:07:08)

Oi danielpaz

Você tá levando muito pro lado pessoal quando o que escrevi não foi dirigido a você. Relaxa, cara.
Com relação a Darwyn Cooke, acho ele ótimo. Sua forma de contar uma história é aparentemente simples, mas é como um amigo falou sobre o golaço do Neymar contra o Inter, só um craque pra fazer algo difícil parecer fácil.

Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
Cândido (16/03/2012 10:23:28)

É o que tá faltando por aqui.
O pessoal relaxar...

Negativaram até a minha piada da internet... vê se pode ... ?

Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
danielpaz (16/03/2012 10:33:47)

Oi, Celso.

Então: relaxe, man... eu não levo nada para o lado pessoal, aqui no Omelete.

Mas, colocar Darwyn Cooke do mesmo lado de Azzarello, é brincadeira... este último é um excelente contador de história. Cooke não vejo isso tudo... Cite-me histórias realmente boas dele; só conheço a Última Fronteira (ou que lembro dele como autor) e, repito, achei gostosa, mas nada demais... Histórias bacaninhas (que são dignas) existem aos montes. Mas argumentista com estofo, não.

Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
Olavo (16/03/2012 12:59:39)

Eu gosto do trabalho do Darwyn Cooke. Gostei muito de Parker e do Spirit também. Aquele estilo retrô/quadradão de desenho dele é muito legal.

Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
Celso (16/03/2012 19:29:47)

Concordo com o Olavo, o Spirit e principalmente as adaptações de Parker de Richard Stark, são ótimas obras de Darwyn Cooke. Talvez o problema de Cooke seja que ele não seja tão prolífico e não tenha um grande conjunto de obras, mas ele é um dos melhores profissionais da atualidade.

Assassin's Creed vira filme de Bollywood
Olavo (05/03/2012 12:36:05)

Muito legal. Não entendo como podem levar Hollywood a sério mas Bollywood não.
Não faz sentido pra mim.

Assassin's Creed vira filme de Bollywood
Marcos Vinicius (05/03/2012 02:29:09)

Não sabia que o Altair tinha um descendente indiano. Será que ele é o subject 18? Será que ele será o protagonista de AC depois que a saga do Desmond terminar? ^^

Vejo que há um divisão de opiniões sobre esses vídeos. É bem comum em países como a Índia essa "regravação" de sucessos de outros países com uma generosa dose de livre-interpretação (diabos, até os EUA tem feito isso direto ultimamente, regravando sucessos de outros países como foi com REC, Deixe Ela Entrar e Os Homens Que Não Amavam as Mulheres). Esses vídeos pouco tem haver com Assassin's Creed em termos de narrativa. O protagonista usa uma roupa similar a do Altair (e não a do Ezio, como muitas pessoas estão comentando) e luta principalmente com armas brancas, mas a história se passa na India contemporânea. Não há menções aos Assassinos ou Templários, invés disso ele parece lutar contra empresários corruptos e escravagistas (que até que dá para imaginar como Templários, se você forçar um pouco ^^).

Mas, se você se concentrar na parte visual, verá que eles souberam respeitar o material de origem. A trilha sonora, quando não toca algum pop indiano dançante é bem fiel aos temas usados no AC 1. Há também o efeito recorrente da águia, e muitos dos movimentos do personagem principal replicam movimentos típicos de Altair e Ezio no jogo. Mesmo no primeiro vídeo, o mais fraquinho na minha opinião, é possível ver o pulo no cavalo e a visão de águia do ambiente, parecendo terem sido tirados diretamente do jogo.

Duvido que Hollywood saberia ser tão respeitosa assim com o material de origem. Há alguns poucos casos, como Tomb Raider, Mortal Kombat e Prince of Persia (não estou dizendo que são bons filmes... mas que souberam ser fiéis em grande parte, isso é inegável), mas na maioria das vezes ninguém parecia entender e respeitar o material que tinha em mãos. E dada a complexidade da trama de AC, esse respeito precisaria ser realmente levado a sério.

Aliás... alguém viu os videos do AC: Lineage, aqueles que serviam de prequel para AC 2? Eu achei aquilo muito bem feito também.

Assassin's Creed vira filme de Bollywood
Olavo (05/03/2012 12:17:34)

Só acrescentando em um ponto: Os EUA SEMPRE fizeram refilmagens de sucessos de outros países. Não só ultimamente.

Resident Evil 6 | Capcom diz não se inspirar em games anteriores
Lion (08/02/2012 14:54:38)

Survival horror RES não é faz tempo!!!
Dead Space tomou seu lugar nesse estilo de jogo, agora se eles quiserem voltar a sua origem seria muito legal.
Eu até curto jogar o 4 e 5, mas não é o RES de antigamente, que dava cagaço, te fazia economizar bala e afins.
Que venha outro, vou jogar de qualquer jeito...

Resident Evil 6 | Capcom diz não se inspirar em games anteriores
Olavo (09/02/2012 11:19:57)

Boa Lion.
To contigo e não abro.
Só não conheço esse Dead Space. Vou procurar.

Resident Evil 6 | Capcom diz não se inspirar em games anteriores
claudio (10/02/2012 18:12:00)

ALELUUUIA!

alguém que pensa como eu.

cara DEAD SPACE realmente roubo o titulo de survival horror de RE.

mas sabe o segredo de dar cagaço? eramos crianças e tudo dava medo, apesar de ser contraditório o que estou falando, pois me caguei varias vezes jogando DEAD SPACE...

mas enfim, vamos esperar... mas eu não sei não... acho que esse jogo vai ser o melhor de todos os RE.. eu acho... é bom que seja, já que o mundo vai acabar mesmo... hauhauahuah

Resident Evil 6 pode ser anunciado amanhã
Raziel (18/01/2012 20:11:33)

Seria um retrocesso, se eles voltassem com os zumbis mongos, o protagonista desse jogo bem que poderia ser o bom e velho Barry Burton.

Resident Evil 6 pode ser anunciado amanhã
Demétrius (18/01/2012 21:32:44)

Disse tudo...

Resident Evil 6 pode ser anunciado amanhã
Olavo (19/01/2012 12:44:29)

Quem era criança ou adolescente quando lançaram RE 1 sabe muito bem a porcaria que o jogo virou no 4 e 5.
Alguém tem que explicar isso pra essa mulecada.
Não aguento "mais um jogo de tiro".
Resident Evil não é isso.
Na minha época eles matavam ZUMBIS. E lentos ou não, com pouca munição ou muita, o jogo sempre foi extremamente desafiador.

Resident Evil 6 pode ser anunciado amanhã
Hernani (19/01/2012 18:36:55)

Não acho que o 4 e 5 foram jogos ruins também, e acompanho a franquia de games desde o primeiro, mas a maioria dos fãs não gostaram do rumo que "RESIDENT EVIL" tomou, por isso, acho que vai voltar as "origens" como estão dizendo.

Empresa de Red Dead Redemption trabalha em novo game de mundo aberto
Nilto (18/01/2012 09:01:39)

esse jogo é muito bom, muito lindo, mas me deu muita preguiça, esse lance de atravessar o Oeste pra fazer missão acaba com a minha felicidade.

Empresa de Red Dead Redemption trabalha em novo game de mundo aberto
Rafael (18/01/2012 13:32:18)

Isso que é um cavalo feito de polígonos e pixels que fica correndo pra lá e pra cá.

Oscar da preguiça procê! :D

Empresa de Red Dead Redemption trabalha em novo game de mundo aberto
Nilto (18/01/2012 15:27:34)

mass effect ce cruza a galáxia sem demorar tanto

Empresa de Red Dead Redemption trabalha em novo game de mundo aberto
Marlos (18/01/2012 15:43:06)

Hahaha que preguiçoso!

Brincadeiras a parte, acho que uma das partes mais bacanas de Red Dead é a exploração do mapa, os cenários são diversificadissimos, tanto a fauna quanto a flora, também é muito legal ir atrás de cavalos selvagens para domá-los, e caçar também é bem legal.

Chegou a jogar o jogo Nilito? Se não, eu recomendo fortemente, além disso, o multiplayer é bastante divertido também.

Empresa de Red Dead Redemption trabalha em novo game de mundo aberto
Nilto (19/01/2012 08:20:24)

joguei, joguei bem umas 5 horas de jogo, não foi muito eu sei, só não joguei mais por conta do que eu falei, acho chato esse lance de ter que andar demais, sei que é característica dos jogos da rockstar e tals, mas não faz o meu estilo, gosto de dinamismo, gosto de fazer muita coisa em pouco tempo.
Sou da geração "jogadinha" e fliperama, do tipo que pagava a hora pra jogar.

Empresa de Red Dead Redemption trabalha em novo game de mundo aberto
Olavo (19/01/2012 11:58:19)

Ao marcar o seu destino no mapa e acampar, aparece a opção "travel to" que te leva direto para qualquer lugar que queira ir no mapa sem ter que ficar andando.
Não vejo como isso acaba com sua felicidade.
Geração do "fliperama que paga por tempo pra jogar".
Ai ai...

Alan Moore discute ciência e religião e divulga mensagem de Feliz Ano Novo
Karla (02/01/2012 15:24:53)

Disparates, sandices, inverdades, lugares comuns... Minha nossa! Parece que Watchamen foi uma faísca de luz na mente escura deste homem. De resto, só a mesma ignorância que corrompe a mente destes formadores de opinião, metidos a bizarros, hipsters, new ages, etc...

Idade das Trevas? Vai ler Regine Pernoud.
Marxismo é religião? Não podemos dizer que religião (que significa religar) apenas tem seu significado etmológico. As palavras ganham significados pelo contexto em que são utilizadas, principalmente quando carregam uma herança de anos. Marxismo não é religião pelo simples fato de ser essencialmente materialista. Se bem que muitas pessoas pra dizer que o marxismo é bom precisa ter muita fé em seus dogmas (porque a maioria das teorias tem dogmas, ou postulados), dogmas estes que são destruídos por um esforço racional mediano. Por favor, quem é racional aqui?

Religião e Deus nem sempre se oporam à Razão. Faz um favor ao seu cérebro? Procure ler Santo Tomás de Aquino. Aí a gente começa a pensar com uma metafísica minimamente razoável... E aí a gente vai perceber que a maior parte do que estas personalidades falam são verdadeiros disparates.

**e ainda citaram Dawkins aqui!! Gente, pelo menos sejam ateus respeitáveis (tipo, Hume, Kant, Bertrand Russel ainda respeitaram a racionalidade), mas não caiam nessa linha de neo-ateus do tipo Dawkins e Hitchens. Já ouviram falar de Willian Craig? Pois é, Dawkins fugiu de um debate com este senhor.

Para considerações sobre marxismo, aconselho Olavo de Carvalho.

Agora é só esperar milhares de pessoas descutirem este comentário. Pode rasgar as vestes, sociedade. =*

Alan Moore discute ciência e religião e divulga mensagem de Feliz Ano Novo
Regis (02/01/2012 15:57:28)

Boa resposta Karla, inteligente e bem articulada. Allan Moore pode ter sido um bom quadrinista mas isso não o torna autoridade em qualquer outro assunto.

PS. Kant ateu? Achei que ele era protestante.

Alan Moore discute ciência e religião e divulga mensagem de Feliz Ano Novo
Satantango (02/01/2012 16:17:14)

Santo Glycon, que ladainha modorrenta.

Puts, Olavo de Carvalho? o aliado do Bolsonaro na pregação da perseguição aos homossexuais? Santa credibilidade, batman kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Alan Moore discute ciência e religião e divulga mensagem de Feliz Ano Novo
Lauro (02/01/2012 16:32:12)

Karla,

Moore estava era sendo irônico em diversas questões e não falando abertamente ou diretamente sobre espiritualidade, religião etc.

E as colocações dele em relação ao uso da palavra "religião" são muito pertinentes, principalmente considerando que diversas pessoas usam, por exemplo, os conceitos marxistas como uma espécie de "credo", de "lei" passível até mesmo de citações, quase como se estivessem recitando textos bíblicos "veneráveis". É a tal criação de dogmas que Moore se refere, e não apenas em usar o termo de forma leviana, o que faz todo o sentido.

E apesar de tantas ondas revisionistas, a Idade Média não foi necessariamente o melhor período da humanidade para se discutir idéias novas. Considerando o histórico "esotérico" do próprio Alan Moore, não estranharia que se ele tivesse vivido nesse período não seria considerado um herege e condenado à fogueira. Então acho que podemos dar um desconto às suas afirmações sobre o período... Podem não estar precisas, mas tampouco estão incorretas.

E não é porque não concordamos com uma opinião é que iremos desqualificá-la. Karla, você pode não gostar dos tais "neo ateus", mas cai na "facilidade" em recomendar a figura carimbada dos cristãos que é São Tomás de Aquino.

Particularmente posso não concordar com muitos pontos de Dawkins em relação à religião, mas é incontestável que seus argumentos são ótimos e seu conhecimento em áreas como a biologia são inatacáveis. Pelo menos algum respeito ele merece em suas opiniões.

E na situação de William Craig, Dawkins não "fugiu de um debate", mas se recusou a ir a um "convite" extremamente suspeito de William Craig. Dawkins ainda deu justificativas, não saiu fugindo do local. Ele tem a liberdade de negar um convite, ou sempre teria que aceitar que qualquer debatedor espalhafatoso o chamasse para apontar as mesmas coisas.

Se fosse assim, Dawkins teria a liberdade de fazer uma lista de todos os bispos e cardeais "fujões" que teriam "amarelado" a debater suas idéias.

Mas o mais interessante é que deveríamos debater as idéias colocadas e não desqualificá-las de imediato. Se não concorda, aponte as falhas na argumentação do autor. Ele tem direito às suas opiniões sejam elas quais forem. E não ofendeu ninguém fazendo isso...

Alan Moore discute ciência e religião e divulga mensagem de Feliz Ano Novo
Olavo (02/01/2012 16:47:25)

Eu ainda prefiro "a mesma ignorância que corrompe a mente destes formadores de opinião, metidos a bizarros, hipsters, new ages, etc..." do que a sua.
Um beijo da sociedade.

Alan Moore discute ciência e religião e divulga mensagem de Feliz Ano Novo
The Pilgrim (02/01/2012 17:47:48)

Tenho que comentar, não resisto: "Santo Tomás de Aquino" e "descutirem este comentário", caramba!!! Antes de estudar religião, sociologia ou filosofia, deveríamos estudar português!

Alan Moore discute ciência e religião e divulga mensagem de Feliz Ano Novo
Hades (03/01/2012 00:51:46)

Seu comentário está ótimo, embora tenha me deixado curioso em saber qual o motivo e trabalho em ter vindo aqui criticar um "asno" como Alan Moore, afinal ele está apenas divulgando sua mera "Doxa", pois ele não tem autoridade nenhuma para tratar de temas como ciência e religião, vez que ele é um mísero quadrinista e desconhece os conteúdos com profundidade dos respectivos temas.

Entretanto, minha unica objeção ao seu comentário, é vc propor a leitura de um filósofo menor(ignorado nos cursos de filosofia) que é o caso de Olavo de Carvalho para compreender o marxismo, mesmo que seja de forma introdutória.

Ora, para entender o marxismo é obrigatório a leitura do Manifesto, e em seguida mergulhar de cabeça na obra O Capital( que poucos conseguem entender), e que eu diria mais dificil que a propria fenomenologia de Hegel.

Por fim, é isso... Nada mais que isso... Levar Alan Moore à sério? hahaha... Vc é ótima, fez por compaixão...Chega vou embora...

X-Men não são humanos, dizem os advogados da Marvel
Tiago (02/01/2012 15:16:33)

Só queria saber se essa foto que ilustra a matéria é um action figure do wolverine e onde encontro?

abraço

X-Men não são humanos, dizem os advogados da Marvel
Olavo (02/01/2012 16:30:50)

Não. É o bozo.

Resident Evil: Operation Raccoon City | Veja vídeo do modo multiplayer “Heroes”
Charlie (17/12/2011 19:08:39)

Caros Omelenautas, sei que talvez irei ser cruscificado, mas a Capcom tem que lembrar um pouco dos fans das antigas. Sou um grande fan de RE e joguei (quase) todos os jogos principais (RE, RE2, RE3: Nemesis e RE4). Na minha opinião, a Capcom poderia alegrar muitos fans realizando um REMAKE de RE2 e RE3: Nemesis, igual fizeram com o primeiro.

Sei lá, mas acho que os fans iriam pirar mais o "cabeção" com remakes dos clássicos do que fazer Operation Raccoon
City, e relançar RE4 e Code Veronica HD. Tem também o Revelations, mas como ainda não sei muito sobre o enredo, nem irei incluir na lista.

Concordo com muitas pessoas que falam que RE perdeu sua marca em relação ao Survival Horror.

Sabem galera, sinto falta daquele friozinho na espinha quando jogava RE a noite e tomava vários sustos com cães saltando pelas janelas, unhas de lickers batendo nas paredes, monstros te perseguindo e falando S.T.A.R.S. ...

Esperamos que Resident Evil volte as suas origens em RE6.

Abraços.

Paulo Cassila.

Resident Evil: Operation Raccoon City | Veja vídeo do modo multiplayer “Heroes”
Lukaz (18/12/2011 11:03:54)

RE ta virando Counter Strike de zumbi =D

Resident Evil: Operation Raccoon City | Veja vídeo do modo multiplayer “Heroes”
Olavo (19/12/2011 12:17:33)

Concordo com você, Paulo e acrescento que a jogabilidade é uma merda para o jogo de tiro que RE se prestou a virar. Desde o 4. O boneco se move como um robô e isso é ridículo. Ok se querem mudar o estilo do jogo mas fica difícil criar um jogo de tiro em terceira pessoa e manter a jogabilidade de um survival horror antigo.
RE vem piorando a cada nova versão.
Gráfico não quer dizer nada nesse caso.

Joysticks profissionais Mad Catz no Brasil
Olavo (12/07/2010 02:49:19)

Só faltou vir com um cinzeiro no meio. Aí sim ia me lembrar os bons tempos de um butecão podrera com fliper.

Divulgados os preços dos ingressos do SWU
Olavo (10/07/2010 14:18:58)

Pixies é foda. Não é atoa que Cobain era um José Ruela.

Veja os tênis da Nike inspirados em Street Fighter
Olavo (05/07/2010 18:24:28)

Havaianas do Blanka. Barra todos.

Filho de Bob Marley cria super-herói maconheiro para a Image Comics
Olavo (05/07/2010 18:13:37)

Vou fumar essa revista.

Monstro do Pântano pode voltar a fazer parte do Universo DC
Olavo (04/06/2010 14:37:35)

Hahahahaha!!!
Boa Kemoth.

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