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Prometheus | Crítica

Vamos falar sobre sexo?

Marcelo Hessel
07 de Junho de 2012

Prometheus

Prometheus

EUA , 2012 - 124 minutos
Ficção científica / Horror

Direção:
Ridley Scott

Roteiro:
Jon Spaihts e Damon Lindelof

Elenco:
Noomi Rapace, Michael Fassbender, Charlize Theron, Idris Elba, Guy Pearce, Logan Marshall-Green, Sean Harris, Rafe Spall, Kate Dickie, Benedict Wong, Emun Elliott, Patrick Wilson

Bom
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Prometheus, o prelúdio de Alien - O Oitavo Passageiro que conta a história de uma expedição espacial a bordo da nave que dá nome ao filme, marca não só o retorno de Ridley Scott à franquia e ao gênero da ficção científica depois de 30 anos, como também responde a uma das mais perturbadoras questões que assolam a humanidade: afinal, quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?

Há outras perguntas, claro, como aquela feita pelo escritor Erich von Däniken no livro de 1968 Eram os Deuses Astronautas?, que Scott diz homenagear com o filme. Embora Prometheus aborde as supostas origens extraterrestres da raça humana, porém, é de maternidade, em particular, que trata todo Alien. E este prelúdio, assim como os demais longas da série, reorganiza de um modo menos sutil e mais calculado as metáforas feministas propostas em O Oitavo Passageiro.

Sem Ellen Ripley (que segundo o cânone nasceu na Lua terrestre em 2092, um ano antes da chegada da nave Prometheus à lua LV-223 nos confins do universo), temos agora como protagonistas a cientista Elizabeth Shaw (Noomi Rapace) e a executiva Meredith Vickers (Charlize Theron). A primeira acredita que a humanidade veio de alienígenas e quer conhecê-los, já Meredith busca resultados mais práticos na viagem que a empresa dela, a Weyland, financia com base nos estudos de Elizabeth.

Credulidade e racionalidade opõem as duas, mas como estamos no terreno de Alien há mais diferenças em jogo. Elizabeth diz ser estéril e se ressente de não poder ter filhos, enquanto Meredith se orgulha de seu sexo; quando o piloto negro e forte da Prometheus dá em cima da fria loira, ela só cede na hora em que o homem questiona se ela não seria, na verdade, uma robô. Como em todo Alien, a afirmação pessoal é acima de tudo uma demonstração do sexo - o que consequentemente leva à questão materna e ao velho nó do ovo e da galinha.

O retorno não só de Scott mas também do suiço H.R. Giger, o criador do design do alien original, como consultor em Prometheus rende uma nova leva de símbolos - das cobras fálicas ao "engenheiro" (nome dado ao criador da raça humana) retratado como um ultramacho, com seus músculos definidos - então os desafios às mulheres só aumentam. Estamos em um sci-fi de terror sobre violações e fecundações, afinal, e há uma cota de secreções viscosas a atingir. O 3D valoriza essa variedade de texturas quando as ressalta da tela - não só as gosmas mas também o vapor, o metálico, o terroso - e torna Prometheus mais táctil, mais imersivo.

De resto, convém não esperar nenhum milagre do cinema. Prometheus reproduz o primeiro Alien não só no subtexto, mas também na estrutura, que envolve novamente um contato prometéico com o desconhecido, que então gera um castigo do espaço a ser resolvido com muitos sacrifícios. Descontados os atalhos apressados da narrativa, os diálogos literais e os desencontros de continuidade (Prometheus não se encaixa perfeitamente com a situação em que encontramos o Space Jockey em Alien), o filme tem seus momentos.

A cena do "parto", especialmente, é linda, com a injeção de anestesia paralisando a câmera à altura dos olhos da pessoa deitada, que então assiste ao resultado do seu desafio aos deuses. Nesse sentido, Prometheus, embora tenha toda uma vocação para a megalomania, é muito coerente com outros Alien, que não são mais do que contos de cautela sobre o horror de ser mulher em um universo de homens.

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Comentários (1412)

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sem avatar André Filipe (14/02/2013 11:19:02)   322 0
cara,sinceramente...n tem como achar prometheus um bom filme,nem razoavel ele é.

não tem cenas legais de ação,vc n sente a tensão de ver um filme de ficção cientifica,os dialogos sao horriveis,algumas cenas são completamente inuteis,e em outras q te deixam com raiva(como a morte do cientista q ´´brincou´´ com um e.t como se fosse uma cobre).

resumindo:n do nem 1 ovo pra essa porcaria.



sem avatar Allyson (02/02/2013 02:50:56)   3 3
Às vezes me parece que o Hessel fica mais preocupado em demonstrar seus pensamentos filosóficos, do que fazer uma simples análise crítica do filme. Crítica fraca.



Elizabeth Kendrick Elizabeth Kendrick (19/01/2013 02:58:14)   43 2
Fazia muito tempo que eu não assitia um filme tão bom, tão inteligente e instigante! Merece 5 ovos no mínimo sem sombras de dúvidas! Acredito que a maioria das pessoas não entenderam nada do filme.


Elizabeth Kendrick Elizabeth Kendrick (19/01/2013 10:59:14)   43 2
E que crítica mais nada a ver! Inventando um mone de teorias ridículas! Dá vergonha de ler!


Thiago Thiago (20/12/2012 12:12:48)   264 0
Crítica fraca, vejam essa daqui:
http://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2012/06/23/prometheus-2012/



Thiago Thiago (20/12/2012 11:59:12)   264 1
Eu acho q o polvo q nasceu da Shaw é uma espécie q antecede o facehugger da série Alien.
#PRONTOFALEI



Malenna Malenna (12/12/2012 15:51:35)   818 3
daria 4 ovos.
o roteiro à primeira vista realmente parece muito furado, impossível assistir sem se pegar falando várias vezes "mas por que isso?", "de onde isso saiu?", "como ele sabe disso?" e a raiva que dá quando acaba o filme e continua tudo sem resposta é imensa. mas foi exatamente o que a colega Liz falou em um comentário por aqui: o roteiro foi feito para ter continuação e se você não colocar isso na cabeça, acha que o filme é perdido mesmo. E precisar ter mente aberta pra sair fazendo mil e uma teorias.. achei os efeitos visuais ótimos e umas cenas bem fortes pro meu estômago fraco. realmente me chateei com o tanto de pergunta sem resposta que fiquei, mas já me conformei com a continuação haha e com todo respeito, ainda acho as críticas do Hessel uma viagem muito louca.



sem avatar Anderson (10/12/2012 20:11:12)   4 2
Percebi que a cena inicial do filme realmente se trata de um sacrifício. O engenheiro não veste traje espacial e sim poucas roupas como num ritual de sacrifício.

Como ele não veste traje espacial dá a entender que ele não está na lua de Prometheus, porque lá o ar é nocivo demais. Talvez, ele esteja na Terra num período primitivo. Assim como os humanos, os engenheiros precisam de oxigênio. O ritual de sacrifício do engenheiro resume a frase de David, "às vezes para criar, é preciso destruir", ou seja, ele se sacrificou para gerar vida na Terra.



Liz Liz (07/12/2012 10:25:47)   350 3
Pra mim esse filme ainda vai virar um clássico da ficção científica! É completamente compreensível que tenha, a princípio, uma reprovação dos críticos e do público! Não é um filme feito par ser sucesso de bilheteria! Não é um filme para o grande público!
Blade Runner também foi muito reprovado a princípio!
Achei impecável, intrigante e inteligente!
Muita gente não entendeu nadinha! Foi ao cinema achando que se tratava de um filme de ação ou achando que ia ver um monte de aliens! Mas o nome do filme é Prometheus e não "Alien - o começo".
5 ovos para esse filme é muito pouco!



Wild Wild (03/12/2012 02:17:43)   147 -1
Eu até que gostei do filme,os efeitos visual são bacanas,as atuações estão boas.
Mas o filme peca no roteiro,fraco e incoerente,por exemplo:
Que lula era aquela que saiu da Elizabeth?O que aconteceu com aquele cara que aparentemente virou zumbi?Como o David sabia de outras naves no planeta? entre muitas outras.


Liz Liz (07/12/2012 10:16:51)   350 4
Provavelmente ao assistir o filme uma segunda vez você pode mudar essa sua impressão!
Já assisti 3 vezes e cada vez reparei em coisas que não tinha reparado antes!
Eu achei o roteiro perfeito! É construído para ter um próximo filme, já que ele deixa vários pontos em aberto (propositalmente)! E isso não torna o filme comercial! Mas é que ainda tem muita coisa pra falar mesmo!
O motivo do David já saber de tudo é óbvio até demais!
Aquela não era a primeira expedição! Aquela expedição era pra fazer contato com os engenheiros e não descobrir que eles existiam!
E não podemos esquecer que Prometheus é anterior ao Alien! Aquela "lula" é o resultado de uma primeira mistura de dna humano com o dna contido nas cápsulas!
O alien que conhecemos ainda não existe no universo Prometheus!
Só acho que as pessoas deviam tomar muito cuidado antes de sair falando que o Ridley Scott, criador do universo alien, não foi fiel a ele mesmo, ou que ele errou no roteiro de Prometheus!
Eu particularmente amei e estou muito ansiosa para o próximo filme!


Carlos Carlos (03/11/2012 03:09:28)   1944 -1
Antes de ver o filme, não tinha gostado da crítica do Hessel...
Mas, agora que vi, essa crítica faz todo sentido.
3 ovos são mais do que suficientes para Prometheus. Esperava muito mais do filme.



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sem avatar Alessandro (23/10/2012 15:06:19)   1 1
Pessoal, vi o filme ha 3 dias e ainda estou pensando nos inúmeros quesitos que ele põe. É um filme que, como poucos, faz as pessoas procurar respostas e isso é o seu intuito principal. Scenas imponentes, fotografia maravilhosa, alguns deslizes estupidos como a alusão sexual do capitão e o convite da loura, realmente achei inutil no filme,....mas afinal é muito bom porque vai nos fazer pensar até sair o sequel. isso acho que poucos filme conseguem fazer...não adianta procurar filme perfeito que não gera nenhuma duvida, interrogação ou reflexão.



Baxin Baxin (09/10/2012 19:03:31)   234 -1
Achei o filme um pouco chato,no começo eu tava empolgando,ai foi passando os minutos e cada minuto que passava dava mais vontade de desligar e ir dormi,mas valeu apena ver mais esse filme do Ridley Scott.



sem avatar William Douglas (06/10/2012 19:54:45)   1 1
É perceptível que a pessoa que fez essa crítica não entendeu a história do filme.Fica claro que não é o "planeta"(parece que é uma lua) "protagonista" de Alien, e que assim, não há nem um compromisso estipulado para com continuidade.Também é perceptível a intenção por parte desse crítico de reduzir o filme, ou generalizá-o erroneamente, à simples "metáforas feministas". Então o que será que ele achou das "cobras", será que são apenas adereços baratos para imitar os "facehuggers"? (tratando absurdo com absurdo!).


sem avatar William Douglas (06/10/2012 19:59:27)   1 0
*generalizá-lo

Liz Liz (07/12/2012 10:35:05)   350 2
Concordo que a crítica esta totalmente perdida! Muita gente não entendeu o filme! Mas se formos comparar Prometheus com o "Alien, o oitavo passageiro", que é o único da série que foi feito pelo Ridley Scott, veremos que esta tudo perfeito e coerente!
Até a metade do Alien não temos nenhuma cena de ação, porque se trata de um filme de ficção, recheados de diálogos longos!
E Prometheus não foi diferente! É isso que o torna um filme diferente dos demais!
Dou nota 1 para crítica e 10 pro filme!


Mr.Red Conner Mr.Red Conner (19/09/2012 15:17:19)   81 0
Um dos melhores filmes desse ano! perfect! acho q so o Batman e o Hobbit supera! nem os vingadores do qual sou fan doente, supera! esses negocios de deichar as pessoas confusas e pra se encaixar com o filme! vejam! eles foram atraz de respostas! e nem todas elas foram ditas! do mesmo jeito do filme essas coisa q ñ foram explicadas ja e pra o publico elabora suas respostas e quem sabe em um proximo filme ela sejam esclarecidas!


sem avatar domini leonardo (29/09/2012 14:11:06)   1 1
todos que criticam é pq não enxergam as muitas brechas que deixam pra continuação e inclusive encaixá-lo no "ALIEN o 8º Passageiro", por exemplo o fato deste alien ser diferente o que pode simplesmente ser questão de estética ou não.... o fato é que o androide fala que no planeta há muitas outras naves, e aquele Alien que sai do engenheiro é a rainha que pode colonizar o planeta, infectando outro engenheiro, que como no alien 3,o engenheiro pode despertar da "hibernação" devido a infecção e se dirigirem para a terra em sua nave, caindo no planeta do Alien o 8º passageiro após o Alien sair da sua barriga e mata-lo, pois a neve do primeiro Alien tbm se dirigia para a terra. Isto explicaria o engenheiro do Alien o 8º passageiro estar em outro planeta morto em posição diferente deste, a unica coisa ruim do filme são os persanagens fracos, Biologo e geologo idiotas, cientistas tirarem o capacete sem se precuparem com infecção???? é imbecil....personagens fracos numa história ótima....



sem avatar william (17/09/2012 23:24:10)   13 3
Deus do céu, que crítica fraca!



Felipe Felipe (13/09/2012 11:15:46)   60 2
Assisti o filme pela segunda vez, dessa vez com outro foco e devo confessar: esse filme é muito bom! Na primeira vez que assisti achava que os mistérios ficaram jogados, mas ao assistir o filme pela segunda vez tiro a conclusão que tudo foi muito bem usado no filme e, assim como o meu comentário anterior, é um excelente filme de ficção científica e um ótimo trabalho de Ridley Scott que nos trouxe um universo maravilhoso e uma teoria sobre a origem da vida que nos faz pensar.

São poucos os filmes que causam isso e Prometheus está entre os melhores filmes de 2012 na minha opinião.

Ansioso para o que Ridley está planejando na sequência!!



Jáilon Jáilon (11/09/2012 21:18:25)   55 0
É de longe o melhor filme que eu assisti esse ano.
Muita gente falou (muita mesmo) de "O codigo da Vinci", falando que saiu do cinema com muita dúvida sobre Jesus, sobre quem realmente somos e coisa e tal...
Na MINHA opinião, Prometheus foi O filme que me deixou mais em dúvida sobre tudo o que eu penso saber sobre nós mesmos do que qualquer um que eu já tinha visto.
Filme com história super bem dirigida, muito cabível e muito bem bolada.
Tem muita gente metendo o pau no filme com uma frase que já ficou até famosa de tanto ser dita, "Prometheus e não cumpriu"...
Com certeza o filme não é perfeito, mas dizer que o filme é ruim e até péssimo, só me faz acreditar que quem o diz, não entendeu PN.
Espero que o filme ganhe mais reconhecimento com o passar do tempo, como aconteceu com Brade Runner, pois o filme, o Ridley e a equipe envolvida realmente merecem.

OBRA PRIMA.


sem avatar antonio junior (23/10/2012 12:21:16)   -3 0
Eu achei um filmaço, só que agora tenho que rever o alien e de novo o phometeus



sem avatar Sérgio (09/08/2012 18:07:07)   25 0
Sugiro a leitura da seguinte crítica:

http://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2012/06/23/prometheus-2012/

Abraços



sem avatar Sérgio (30/07/2012 03:34:42)   25 0
Sugiro o texto sobre a série Alien antes de Prometheus:

http://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2012/06/05/serie-alien-1979-1986-1992-1997/

Abraços



Christopher Christopher (26/07/2012 15:51:41)   10 2
Não sou um fanático, mas eu gostei do filme. Boas atuações e um belo Combo Hollywoodiano.



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sem avatar FN (17/07/2012 01:51:44)   0 0
Epicamente Bíblico...
Estas linhas foram anteriormente traçadas a outros; aqui, sofrida algumas alterações, sem que se perda em relação ao que fora anteriormente dito...
Mas, vamos a algumas observações:
As primeiras imagens de partes do planeta, que não demonstram o caráter definido de uma natureza rica, não são para referenciar a ideia que existem pontos do planeta com aspectos de outro mundo, nem se sugere uma intenção de nos fazer ter um pensamento dúbio; mesmo quando avistamos o primeiro aparecimento do alienígena, pensarmos que supostamente estamos em outro mundo. Corrijo; houve uma reportagem com o próprio diretor, em que ele afirma é que devemos olhar aquele indivíduo como um jardineiro espacial (então pelos olhos do diretor é a ciência que dá a vida? Que aqueles indivíduos estão se dando de si para os diversos mundos possíveis de se habitarem? Então continuemos, pois mesmo que ali tenha sido outro planeta qualquer, as características para a vida devem ser a mesma, “seu DNA precede o nosso”... Então... O que se diz ali é que aqueles locais eram a representação do planeta a milhões, diga-se de novo, milhões de anos atrás; pois as paisagens representavam ali, supostamente, sendo a condição inicial do globo, propício a receber a vida; não querendo entrar em detalhes se estão tão correlativos aos especialistas quanto terem as características exatas se do cambriano, no paleozoico, sendo desnecessários detalhes da era ou período (pouco me importa se masturbiano-obsceno{tem porque essa expressão}); Inclusive o único aparecimento de vida verde nas tomadas em questão, não se comparam com o verde mais habitual que conhecemos, igual ao que se mostra naquele vale na Escócia onde se fazem explorações; isto “milhões de anos depois”... Então temos dali duas leituras, ou é o globo em condições adequadas ao surgimento da vida, ou é um outro planeta em condições como a terra. Se é outro planeta; já que sabemos lá afrente no filme que eles tem plano de nos destruir, por quê continuam espalhar a sua espécie, no lugar de colonizar esses locais? Porque não voltaram naquela lua e desfizeram seu plano maléfico? Hipóteses para mais afrente...

Sobre aquele ser que aparece no início do filme (engenheiro); uma pergunta se faz; o que é realmente importante na cena? Pois, definimos como sendo a sua atitude uma forma de sacrifício/ritual; e ela tem um algo intrigante; teorias sugerem que a vida surgiu do mar, e passa por todo um processo; não se duvida então da relação da teoria com a atitude daquele ser (pelos olhos do diretor); visto que o DNA que se desfaz e se reconfigura novamente, na água; apesar de se mostrar no filme a acelerada evolução da mais simples molécula dar início a cadeias mais complexas de organismos, é proposital a necessidade do entendimento. E se os especialistas justificarem que não casa com a teoria da evolução, das espécies tipo eucarionte/procarionte, a resposta esta na própria cena, e está naquele líquido ingerido. Mas, voltando ao que é intrigante; poi a partir do surgimento do primeiro engenheiro, sabe-se que ele realiza um ritual, (visto que mais adiante no filme se define que o DNA dele é o mesmo que o nosso; será que ele provavelmente se reproduz, se comporta, se pensa e, pensa, sonha, imagina, sofre, sente, como os humanos? ou não?! Mas uma coisa é certa, aquilo que ele utiliza, deva possuir uma alta capacidade de atuação tecnológica, pois desfazer um organismo e o reprogramá-lo em um outro ambiente, água; se reconstruindo???!!! Por que ele não cortou o dedinho e misturou seu DNA com esse produto e construiu-se a vida?...) mas, voltando ao ritual, pois afirmamos que aquilo é um ritual; pergunta-se, a Religião então é algo próprio do ser, é mais ontológico do que se pensa, inclusive de outras espécies inteligentes fora da terra, mesmo que com outra conotação? E já que eles são “humanos”, ou eles adoram alguma divindade, para usarem de práticas rituais, ou cultuam-se a si mesmos, mas é muito confuso se sacrificar, por adoração de si; se é feito isso, um sacrifício por que se adora, é feito se permanecendo bastante vivo. De qualquer forma ali está toda informação necessária para se desligar que a natureza do filme é ciência versus religião. Parece mais uma simbiose, e se repete. E sobre aqueles que dizem que errou grosseiramente a não enquadrar ao que pareceria ser a África como berço da vida... A África talvez tenha sido o berço da espécie humana... E se observarem direito, quando o Robô David observa o holograma no interior da nave ferradura, tanto no momento em que ele segura o orbe na mão, e quando se desfaz o holograma ficando apenas aquele do planeta a girar sobre o console, nesses dois momentos é o continente africano que está em foco... Visão política?! Propositada para que pensemos as dores da África, ou somente referência ao surgimento da vida. Os dois?!
Mas digamos que aquele sacrifício, apenas tem por conotação criar outra espécie, as várias espécies, pois sabe-se lá o que aquela gosma ingerida carrega; pergunta-se: perde-se então a ideia de espiritualização? É aquele ritual, existente para outra realidade após a morte? Ou é sua espécie o objeto de deificação? Pois aquele ser fez um ato consciente, com práticas referenciais de nosso entendimento do que é um rito. E fez isso assistido e apoiado por seus semelhantes, pois é fato que se eles quisessem o haveria impedido, onde se desfaz a ideia dele ser o prometeu, já que este fez as coisas as escondidas. Mas voltemos, ao engenheiro que se sacrifica, é uma tecnologia muito avançada essa que se desfaz em PÓ; pois é isto que lhe ocorre, e deste pó surge a vida... Teve algum interesse conotativo ou foi apenas uma questão de escolha, pois poderia o diretor imaginar a tecnologia que desfez o engenheiro, de uma forma que o liquefizesse; mas seria muito bizarro aquele que dá vida se derretendo... Então a questão pó, não é tão correlativa com a do pó da terra foi feito o homem... Pois o irmão de Prometeu, tal de ‘Epigmeu’ (EPIMETEU) criara o homem do barro; é uma ideia muito próxima com a do Gênese; mas muito necessário que não se pense que em tudo o AUTOR/DIRETOR desejaram conotar com a religião. Talvez...
Pulemos aos milhões de anos após, para a última (única) caverna encontrada. Aparece a moça, quebrando uma provável parede que se formou por uma justaposição periódica de elementos que se sedimentaram ao longo dos tempos; e através de um pequeno buraco feito, ela identifica algo, que por urgência se faz chamar, o que parecia ser o chefe da expedição... Vejamos como a coisa é falha, ao menos aparentemente. O cara estava em uma relativa distância, (além do fato de que aquele que sai para chamar parece fazer um percurso de uns cem metros, e o Charlie por mais que tivesse urgência tem outros 500 metros a vencer, e de forma íngreme), mas, quando chegou... [é muito acertado que a ideia muitas vezes em um filme se passam após um certo tempo, as vezes em forma simultânea, paralela, etc.] ...a passagem estava definitivamente aberta, e logo depois, para representar o que se procurava, a garota se posiciona em frente a dois holofotes apontando uma pintura... Aquela parede poderia ser apenas outra área de acesso, ou fora despedaçado apenas um pedaço possível de passar uma pessoa tranquilamente? Não, se possível ver novamente a cena, se observará os detalhes de que se usaram técnicas adequadas de escavação; mas aqueles holofotes! Que algum especialista em eletricidade dirá que só podem ser alimentado por gerador, pois devem ter uma gama de cobrança de amperagem muito alta. Digo, as naves dos caras queimam íon (DE LÍTIO?) como fonte de propulsão, bem distante ainda de uma tecnologia como as dos engenheiros, que parecem alterar a gravidade; o ano é de 2089, os caras não irão ter holofotes portáteis?! Os caras tem máquina de datação portátil, equipamento com potencialização elétrica que altera os neurotransmissores, para fazer que um organismo se falseie como vivo, e não é uma referência do Hellboy II, quando se revive a fada dos dentes. Os caras tem uma máquina que escaneia a área, mas que flutua como que agisse sobre a atmosfera (que bichinhos), uma mesa que apresenta uma mapa holográfico (mas O Homem de Ferro também tem); um equipamento que processa cirurgia sem operador, além de um SER mecanicamente programável de inteligência artificial fenomenal, fora a questão de um leitor de ondas cerebrais que identifica as possíveis imagens formadas no cérebro (essa foi além do grande Irmão “1984”, LER PENSAMENTOS), que não sei se é característica do robô ou do aparelho de hibernação, algo que reentrará em colocação novamente, não vai ter holofotes sem fio? E de OLED......
Levo isso como necessário de se expor pelo fato, que meu papel como espectador de cinema é ser um bolo, acredito, multi-fatiado, pois, cada pedaço de mim analisa: no enfoque da atualidade, politicamente, antropologicamente, a construção visual, a arte, o roteiro, imagem, som, e principalmente os detalhes, e a percepção de que sentido e, ou direção tá desejando o criador da obra, que eu siga... Nisto, a colocação é: Já comprei a ideia do meu interesse? Ou quero ver uma coisa onde não existe? Ou mesmo, quero derrubar antes de todo mundo, como quem descobre a lâmpada elétrica a prováveis falhas do diretor, ou desse lixo atual que é Hollywood(que muitos jugam assim); pois, assim definimos uma algo que na verdade, desconhecemos? Ou não me permitirei ser deslumbrado por uma ‘historéca’ sem profundidade???!!! Mas disto falaremos depois... Pois, se falará agora; é muito certo que esses diretores, produtores, roteiristas, possuem técnica e conhecimento das técnicas, em profundidade, e muito; se comparado com o indivíduo comum. Eles não percebem esses indivíduos camisas vermelhas que estão ali somente para morrer, são os que não trazem nada a trama, é a justificativa de alguns. Ora, quem bem entende de navegação, compreende que o estilo de ambientação ali é mais para uma tripulação de navio, que de uma aeronave. E é muito esquisito não ter pessoal extra para eventuais necessidades que possam ocorrer na lógica da navegação, e acredito que isso assim foi pensado, inclusive quando se ver macacões com estilo e cor diferente; alguns que dão a sensação de que se devam ser usados para quando de reparos no exterior da nave, quando em orbita.
Continuemos. Dizem que a questão de o filme remeter a 2001 Uma Odisseia no Espaço, por demonstrar uma repetição do sistema de hibernação... Os uniformes com certa semelhança, referências com a ambientação das primeiras imagens... Vejamos uma coisa, O filme mostra de início a sombra de um planeta que não apresenta a forma qual conhecemos da terra vista do espaço, parecido com o início de 2001 uma Odisseia... Àquela época não se tinha fotos desse planeta azul que conhecemos; mas nisto já fazemos duas observações, esta visão de um planeta é para referenciar um orbe qualquer, já que os engenheiros/jardineiros viajam pro aí, a multiplicar-se; ou foi um elogio proposital a obra de um colega? Maravilha a dualidade. Sobre a questão do sistema de hibernação, vejamos o seguinte. Sabemos o tempo em que a nave Prometheus levou da terra até aquela lua, e quantos quilômetros fora percorrido, em cima disso dá até para calcular a velocidade da mesma, inclusive pra saber que ela não foi a confins da galáxia nenhuma, que ela está ainda pela periferia do sistema solar; o que ainda deixa o abismo de se entender o quanto nossa tecnologia de exploração se encontra distante das dos engenheiros. Sendo, tem mais é que por para dormir...
Outra, mesmo que o autor diga que exista isso ou aquilo que relembre, e às vezes não é dito que remete a uma obra anterior; a referência é as vezes para que quem assista não se perca, saiba construir com um pouco daquele universo (um todo composto de partes) da obra que é apresentada, com uma ideologia centrada num contexto. Pois nem sempre isto, foi posto para ser referencial daquilo, mesmo que inclusive seja dito existir um DNA de ÁLIEN. Digo... Não dá pra não desligar que a lógica do filme é que ele passa décadas antes do Alien 8º passageiro. Que o sistema de propulsão, não pode se equipará com o de jornada nas estrelas (dobra), que inclusive se passa no século XXIII; que inclusive tem de se respeitar um pouco do universo do filme anterior, e o mais importante, sabemos que para certa distância não se pode fazê-la em um tempo hábil, e que inclusive fazer os indivíduos dormirem, é uma forma de guardar recursos, evitar toda uma enfadonha realidade que se deveria ser discutida, que é a relação comportamento, que é estar dois a três anos enclausurados, além de ser uma saída muito boa, para a ideia do bote de resgate... Mas voltemos aos contextos, pois estou me direcionando para o fato de discutir lógica da ’história’... E o interesse primeiro, é o que implícito, o diretor expos como sentido no filme.
Sigamos... Logo quando encontramos o robô passeando pela nave, sentimos que seu andar é diferenciado, que suas habilidades motoras em quicar, arremessar, girar bolinha no dedo (Globetrotters), e pedalar, são acrobáticas; depois da pontaria, já seria o bastante para se suspeitar, de que além de piloto de espaçonave era um artista de circo...
É um robô, será? Mas ele está lá numa mesa comendo, e porque diabo, sendo tão máquina vai comer, vai falar com um holograma estudando uma língua morta, se ele é uma máquina programável? Será, que é para não perder seu objetivo, propósito? Ou ainda, que quando ele se agacha e pega algo, não quer dizer aquela cena, uma ideia de que ele está acordado, para alguma eventual necessidade, já que detendo potenciais habilidades, seria um perfeito mecânico... E uma coisa intrigante é que o David, ele não é criança nenhuma, aprendendo, então se esqueça de que se quis referenciar o robô David com o ”WAAL- E”; ele, é um amigo de longa data do Weyland; ele já é um malandro, violenta a intimidade das pessoas; o observar do sonho da Shaw é apenas contexto, para o enfoque de pender para a “religião”. Pois ele é certo de fazer isso com todo mundo, e ele não tem respeito algum por lei que seja de robótica, inclusive o quesito não é e nunca foi as três leis, e sim o que se deriva dela, (REBELIÂO); ele, o David, é objeto de interesse particular de alguém, que inclusive, deve tê-lo programado para analisar a personalidade de cada um, inclusive da Vickers; talvez por isso o Pai, mediante a presença geral, quando reunidos, não a considera nada, e ainda evidencia um afeto particular por seu robô, o que deve ou deveria ter posto todos de orelha em pé... Mas digamos uma coisa, estão pensando que um mega ricaço, tem uma filha que é da diretoria, que em seus diálogos já se encontrara com outros anteriormente, não é conhecida como a filha desse ricaço?
Outra coisa sobre o David, é que aparentemente ele vai além de ser programável, o filme buscou sutilmente dar-lhe uma individualidade, ele já havia ultrapassado esse conceito de inteligência artificial, e estava chegando, claramente ao elemento caráter, personalidade, mas o filme não poderia entrar tão claramente para esse contexto, senão estaria criando um enfoque muito necessário de se explicar (enfoque de a maquina adquirir autonomia própria); aquele homem de lata na verdade já havia inclusive perdido seu coração... Sei que se vai expor que provavelmente em sua programação foi trabalhada razões logarítmicas de probabilidade, que ele deve estar pre configurado, para entender situações inclusive abstratas: “perdeu alguém com que se relaciona, meus pêsames senhora”; “o que foi que ele Disse? Perguntou a loira linda, E ele após a segunda colocação tem a cognição de dizer uma mentira, mas não a de se firmar, na mesma frase negando a informação por maior que seja a ameaça, essa programação é bem cognitiva, além de ser bem sarcástica: QUER UMA XÍCARA DE CHA?”... Fora a hora em que decide, desligar a Vickers, quem achou qual botão para desligar quem, achei irônico e ela mesma parece que achou; e onde está a mais clara certeza de que ele já rompeu a barreira da programação, que é quando, pergunta a Shaw porque tem os filhos a vontade de matar os pais, e ela diz que ela não; foi isso uma deixa para levar em consideração que ele quer fazer uma comparação entre a Vickers e a Shaw, ou ele levava o seu papai para a morte, pois isso ele desejava; de quando tem medo da Shaw ser pegue pelo engenheiro, e ainda faz uma chantagem de ser capaz de pilotar a nave para sair dali; fora o fato de quando questionado pelo Charlie, sobre a potencialidade de se estar aproximando da condição de se comparar a um homem, este responde que ESPERA QUE NÃO! Como se fosse um retrocesso a sua espécie máquina. Oh programação! E aquele diálogo com o Charlie, sobre a busca pelo criador, aquela foi uma carinha de frustração, ou de pura raiva por não ter sido considerado com um ser? Mas a resposta ironizando foi capciosa. Fora que dentro da cúpula ele não considera informar ninguém dos atos que toma, vai tomando atitudes, que talvez estejam na sua programação, mas muita coisa vai além do programável e tomam caráter de julgamento. E um julgamento bem covarde, pois ele sai lendo as indicações e desconsidera a equipe; ele deu um ok para Charlie tirar o capacete, mas não passou informação alguma sobre as possíveis indicações que encontrava no caminho; pior, no momento que todos se desesperam pela mudança no ambiente interno e pelo aviso da aproximação da tempestade, ele observa entre aqueles casulos um que não esteja transpirando, pulveriza um spray que parece ser um gás congelante e o leva escondido consigo. Essa programação não respeita robóstica nenhuma.
Outra coisinha ainda sobre a questão da reunião com o “Weyland”, é que assim que se inicia a programação do holograma, uma voz apresenta primeiro a empresa: “WEYLAND, CONSTRUINDO MUNDOS MELHORES”. Ela não fala planetas, que seria a configuração física, mas mundos, no plural, o que significa que já terraformou outros, tornando-os habitáveis, o que se mostra ser uma coisa comum de sua atividade, e que mais tarde ouvimos isto se configurando na aposta dos dois pilotos sobre “terraformação”. Além de que no fundo se ver uma espécie de cúpula sendo construída. E algo para entender o nome do filme como Prometheus: Muitas pessoas devem ter esperado uma correlação da história mitológica com uma ficção futurista, e penso ter sido muito proposital o Weyland ter falado sobre o porquê da nave se chamar daquele nome, (prometeu foi expulso pelos deuses do olimpo, e agora retornava, era tão somente ali o correlativo), então se esquece de qualquer correlação com o engenheiro que se sacrifica no início ou com outros.
Sobre a questão das pessoas na reunião, o capitão também não se encontrava no local, e aparentemente dois dos mercenários, o que faz entender que nem Weyland foi considerado e nem o David, como Tripulantes... Mas não é muito certa essa ideia, é preciso contar e identificar cada rosto...
Seguindo mais para frente, é o seguinte sobre quando eles vêm aquelas cúpulas, sobre a parte superior delas aparece uma imagem que lembra um rosto humano, como o de uma esfinge, ela foi mostrada logo após a nave pousar, quando eles fugiam da tempestade, num momento após a conversa do capitão com os dois perdidos (Melbourne e Fifield), e quando a nave ferradura estava dando fora, umas duas vezes apareceu o rosto. E apesar da galera chamar de pirâmide ela tem o formato de cúpula e está num processo de terra formação, provavelmente induzido pela tecnologia daquela raça.
E sobre o fato deles apresentarem as aparentes características de não cumprirem com procedimentos técnicos, mesmo que já suspeitando de encontrarem alguma provável referência a alguma forma de vida. Penso que a ideia que se pede é que se compre o entendimento de que são aventureiros experientes em suas funções lá na terra; mas ali, estão no pico da emoção, e não conhecem na verdade nada que prove uma possível existência de vida, tem de ponto de informação que talvez seres biologicamente, tiveram contato entre 40 e 20 mil anos atrás com as primeiras civilizações da terra, e que todas as demais aparências dali, levava a crer que foram extintos ou abandonaram o local. Inclusive, não mostrando registro da criação biológica, apenas do contato com uma espécie de porte físico elevado, ou de gigantes, e inteligência superior, que apesar da ideia da Shaw, que aquilo era um convite, era talvez apenas o ensinamento de onde eles vieram. E se ainda estivessem ali, porque não se apresentaram, não atacaram, já que era frequente o David passar mensagem em direção aquela LUA, e a nave informava pra ele que não havia resposta, ou mesmo não tiveram contato depois, com as civilizações da terra já em estágio de entendimento? Penso que foram precipitados, não na retirada dos capacetes, já haviam observado que o ar era puro, e ainda na analise que foi feita confirmaram ser mais puro que na terra, e como disse antes, tinham tantas tecnologias de análise e leitura, que só caberia bem no contexto do Charlie a colocação de não serem céticos. Agora, entrar naquela câmara, ainda mais, depois de verem os gigantes correndo (hologramas), mesmo que fizessem o julgamento de que ali deveria ser seguro, pois para lá fugiram, deveriam por uma câmera num carrinho para primeiro analisar o local. Mas talvez eu esteja querendo que eles se portem como militares... Entretanto existe uma outra coisa, nós observamos em nossa atualidade que a especialização profissional, ou seja, que domínio mais aprofundado em certa área é um quase certo caminho de sucesso, e que a maioria daqueles profissionais apresentam uma especialização foco, e diversas outras habilidades conjugadas. Só que isso não explica a ideia que fazemos de quem irá primeiro morrer, pois tem muita gente reclamando de clichê... Será que esses caras (roteirista/diretor) que passam anos envolvidos não sabem disso; na primeira vez que assisti tinha uma pessoa ao meu lado e já foi dizendo, que aquele cara abusado, com cigarro no bico, desconsiderando estar na reunião pois seu café era mais importante, seria o primeiro a morrer. Clichê é algo meio que não estraga as coisas, pois fazem parte da natureza da compreensão; penso ser necessário entender o porquê foram posto aqueles indivíduos com certos diálogos, o que é que se quer que pense daquilo. Acredito que aqueles profissionais sem disciplina, tem a característica de fazer lembrar o que se vê muito por aí, profissionais que estão aparentemente dentro de ocupações fundamentais mais sem as devidas competências para resultados satisfatórios.
Ainda sobre o interior da cúpula, o Charlie fala meio que emblemático, que isso não passa de mais um sarcófago, e ver aquela pedra verde, que não entendo o que seja; e a figura do Alien na parede, como se fosse um quadro de veneração, porque daquela figura com de um deus adorado? Ou seria uma alusão ao homem vitruviano (essa é de rir), mas uma coisa é clara, a definição física de como é o Alien já está ali, independente de Shaw ou engenheiro dar surgimento a criatura, e antes do Alien 8º passageiro, e apesar da datação do decapitado em aproximadamente 2000 anos, aquela figura na instalação pode ser muita mais antiga. E se aquela figura do ALIEN está naquela parede desde a construção daquela instalação, isso já beira uns quase 40 mil anos, já que se adorava na terra os gigantes dos céus.
Ainda, seria ali mais uma passagem, pois o holograma dos gigantes correndo e entrando naquele espaço, que depois se encontrava a cabeça do que fora decepado, e os casulos, deveria dar saída para outra parte, ou os que entraram aguardaram alguma forma de descontaminação para sair depois pela porta que entraram, ou foram atacados ali mesmo? Tudo bem, sabemos que não houve tempo de maior exploração, a tempestade fez todo mundo correr.
A questão de eles não se preocuparem com o geólogo e com o biólogo que resolveram voltar para a nave Prometheus, parece ser pelo fato que quando vieram em direção a cúpula, havia dois nos bancos da frente, motorista e carona, que eram mercenários, o Charlie e a Shaw, e os dois medrosos estavam na parte de trás do caminhão, e aqueles carro tipo Kart, pilotado cada um por um mercenário, um era o David e outro aquela piloto-médica, que fez a cirurgia da cabeça com a Shaw, e na hora de voltarem correndo, quem estava lá no caminhão desconsiderou quem ficou para trás, e quando a equipe vai chegando observam que o caminhão já saíra e se fazem em breve comentário que acreditam que os dois já devam ter se mandado; agora o fato deles terem se perdido é pelo fato que a tempestade alterou os sistemas de comunicação, e se observa isso que inclusive o Fifield não tem conhecimento que suas bolinhas estão identificando movimento ou sinal de vida, apenas a Nave for ter maior catalizador de espectro de sinal.
Mas o que estou fazendo, não quero discutir pormenores de como entender cada detalhe do filme, se houve falhas, porque fizeram isso ou aquilo; a leitura que fiz do enredo é o que se discute, e pra mim o que se enfatiza em questão é: RELIGIÃO, diga-se espiritualidade; pois vejamos onde acredito que a coisa começa a se encaixar. Quando eles encontram o corpo do engenheiro decapitado, ali é o ÁPICE, O CLÍMAX, descobriu-se o véu, (o Elias decapitado, que veio enunciar a vinda do messias), esta pode ter sido algo até intencional, mas é mais graça de minha parte que crê com OTIMISMO que possa ter sido intencional.
Continuemos; quando eles usam um equipamento de datação portátil, eles delimitam que o ocorrido foi a aproximadamente a dois mil anos; então, o decapitado tá enunciando o motivo, ou o quando? Então é ali o momento que resolveram os engenheiros, em por fim a raça humana? Na primeira leitura tive esta impressão; pois a questão não era destruir o homem pelo fato de terem se arrependido, de os terem criado, ou medo de que nos rebelemos, protegemos índios... Ou será, que talvez a 2000 anos atrás, eles estavam apenas se dirigindo para terra para fazer alguma espécie de teste com as cobaias humanas? Pois eles provavelmente desenvolveram aquela arma, e precisavam testar, mas é muito crível que o domínio de manipulação da espécie Alien seja mais certo do que mesmo a replicação de si mesmo, aliás um certo senso científico indica que, para quem detém tecnologia de criar uma substância que desintegra suas moléculas e dar início a toda uma cadeia de multiplicação de espécies, a construção e manipulação dos Aliens é aula de laboratório do pré-escolar dos engenheiros ; mas não seria mais simples abduzir algumas centenas de humanos e levarem, pra algum lugar, em que eles já terraformaram e soltar os bichos juntos. A ideia de cobaia seria uma ideia bem fundamentada em relação a criticar nosso comportamento com outras espécies; entretanto para que 5 cúpulas daquelas? Que cada uma representaria uma nave de ataque a cada continente. Então, o mais objetivo seria o extermínio. Mas o motivo? Porque aquela espécie, de inteligência tão avançada, que milhões de anos antes, em naves avançadíssimas deram origem a vida no planeta, ou que no presente poderiam ainda estar fazendo isso nos diversos sistemas possíveis de se receber a vida como a conhecemos; que tiveram um contato temporário com a raça humana no momento em que ela começara a ter os primeiros contextos de civilização, resolveram no aproximativo de tempo que coincide com o aparecimento do Cristo, exterminar toda uma raça? Certeza que não é ciúme por não serem eles os engenheiros a divindade da hora... E nem um remorso pelos atos do homem que em nome desse Cristo muito se destruiu, pois isso só passa ser muito evidente quase um milênio depois da vinda do Cristo, inclusive nos primeiros séculos são vítimas perseguidas.
Ainda: Simplesmente testar armas? Aquilo com certeza é uma técnica que eles devem dominar a muito tempo, pois as diferentes formas de casulos, e diferentes posições de empilhagem, mostra uma clara capacidade de operação; independente de que exista correlação de Alien em outros filmes, como inclusive no primeiro em que o casulo apresentava uma estrutura mais orgânica, apesar de que aquela nave daquela lua do primeiro filme; pode ser de outro momento e lugar. Mas deixaria o pai da criança (diretor)de perceber isso?
Continuando... Na criação, ainda acreditando que aquele sacrifício representa o inicia da vida na terra, representa uma ação que conota um ritual-sacrifício, milhões de anos antes; que o incidente dentro daquela base (militar?), ocorreu muito em paralelo com o fato de nessa época ser o início da era Cristã. Agora as perguntas mais correlatas; já que eles tiveram contato com diversas sociedades que não se conheciam, e deixaram o registro de um provável lugar de onde era sua origem, e já que aquele lugar é certo de não ser o planeta natal dos engenheiros, esse malandros naquela época de visita não pensavam em nos destruir, e lógico que tinham um conhecimento de sociologia muito avançado, em que momento resolveram fazer isso? Quais os motivos mais coerentes que entre os contatos com as civilizações antigas e a época do incidente naquela instalação os levaram a por fim na raça humana? Esse tipo de plano pode levar tempo, mas provável planejamento não foi decidido em décadas; mas que coincidência de motivo tem na raça humana para exatamente aquela época eles tomarem tal decisão? Pois desconhecemos historicidade evidente em nosso mundo, que coincida a datação da decapitação e o incidente com aqueles seres. Pois é proposital a referência do Natal, que representa o nascimento do cristo, pelo o capitão da Prometheus? Dois aparecimentos muito evidentes da cruz, dentro do sonho da Shaw; o close de câmera na cruz quando ela é despertada pelo David, deixaram-na primeiro nua para fazer a análise de contaminação (ali a conotação é outra), e não iriam tirar um cordão? O final com um diálogo referencial de que é o dia de Nosso Senhor. Além dos momentos evidentes que a conotação de ideia religiosa está em todos; o Charlie tem uma tatuagem no braço direito, que deva ser acredito um símbolo da profissão, igual aos marinheiros que desenham âncoras, mas a dele lembra uma cruz; quando ele está debruçado sobre a mesa de bilhar, tem ao seu lado direito um boneco lembrando um anjinho ou o menino Jesus; a Vickers quando trava o David perguntando sobre o que o Weyland o dissera, ameaça-o por Deus que saberá como desliga-lo; e quando a equipe vai de encontro ao engenheiro vivo, ela espantada com o que ver, fala Jesus Cristo. Quando o Melbourne e o Fyfield estão se ferrando dentro da cúpula mediante o ataque, eles exclamam, Deus, Cristo por vezes. Ou seja, é muito evidente que sejam apenas expressões corriqueiras, usuais da pessoa comum, que por qualquer motivo lembra o nome da divindade em que acredita, entretanto o roteirista deve ter sido ou sarcástico, querendo implicar, que sendo cientistas em sua maioria ateus, em momento aflitivos clamam, ou o interesse era mostrar que todos tinham uma crença sim, mas condensada a sua forma de ver. Até o piloto meio asiático, conclui que espera ser pago do outro lado.
Mas, digamos que viajei, que este não é o estilo do diretor. Eu mesmo nem sabia quem o cara era direito; mas vi que já assisti muitos de seus filmes anteriores, quando fiz uma pesquisa sobre o que ele havia produzido; então, passei a fazer um paralelo de que o cara é bom para produzir e criar, não que o cara faz filmes com essa conotação ou aquela; seria eu dizer algo contraditório, pois se o acho bom para criar, é porque é todo possível que ele faça algo fora do que eu esperava, que ele não se ponha par mim como alguém muito previsível. De minha parte seria muita arrogância acreditar que aquele cara que tem por mais de ano uma equipe, uma experiência, um domínio dos conceitos, das técnicas, não somente de tecnologia, mas de enredo, de construção semiótica, das cobranças culturais, etc. Não me surpreenda?...
Mas uma coisinha é o seguinte; há fatos que acredito que por mais que o cara tenha feito com o interesse de dizer aquilo, ele vai negar, não cogitará, vai dizer que atirou no que viu e acertou no que não viu, pois tem muita coisa em jogo, vejamos:
É muito engraçado que um presidente negro que foi julgado como mulçumano por seus concidadãos; que se apresenta como uma cara meio que distante daquele chefão caricato carrancudo, que briga com os barões do sistema desconsiderando certas regras, lutou pela saúde, e é bem consciente do que se deve fazer, mesmo que pareça ser um sacrifício político.
Parece ser...
Representado por um Capitão de uma Nave, que carrega grande símbolo cristão, é o cara de estilo mais malandreado, que não permite que a Vickers diga o que ele deva fazer, é quem carrega o doente, e depois se sacrifica salvando todos. MAS PELO AMOR DE DEUS, ENTENDAM BEM O QUE FIZ EM RELAÇÃO. Não me venham na loucura de julgar que quis dizer que o diretor, fez uma referência de o OBAMA ser o Jesus cristo, já que o negão do filme se sacrifica!!!
Estou apenas cogitando que é muito sutil fazer colocações semióticas, pois um filme oferece muito espaço em cada cena para se introduzir um conceito, uma ideia, um detalhe.
E aproveitando para tocar em pontos outros da questão semiótica, vejamos; a questão sexo, como vi por muitos dizer que era de tão somente isso que falava o filme. Lembro-me de uma critica onde se expõe que é comum do diretor fazer essa apelação, pois ele no filme Gladiador colocou monumentos em forma de falo ao redor do centro da arena do coliseu, será que num ambiente de morticínio, de uma potência que era Roma, não quis fazer uma crítica a outra potência que usa mísseis como objeto de adoração e força? Mas, é nítido a vulgarização do sexo em Prometheus, será que os dois momentos que se apresenta, não é somente para diferenciar que uma tem isso como um elemento participativo do caráter afetivo do personagem, ou seja a Shaw tem um no sexo a sublimação do amor, e a Vickers a relação do objeto, no intuito inclusive de diferenciar o caráter das duas, e ainda transferir que possa haver alguma relação com a Ripley do oitavo passageiro? Já que a Vickers já acorda, pagando flexão, que é um símbolo do radicalismo militar, do tipo, errou paga; enquanto a Shaw representa a figura sensível, pois seu despertar é sofrido. E a questão político-social, de que a mulher nesses tempos, é diferente da época da segunda onda feminina, do fim dos anos 70, implicada numa mulher que tinha garra, a Ripley, mas não tinha posto, era uma suboficial; chega ao seu ápice, na terceira onda feminina, com a dualidade da briga entre a mulher que tem posto a Vickers, a manda chuva, fria, calculista, bem mais próxima da Ripley; versus a mulher que mesmo tendo posição neste mundo, frustrada pelas não realizações da intimidade (ser mãe), carrega ainda o caráter feminino de doçura, não tem nada a haver com a Ripley (levando-se em consideração a Ripley do 1º Alien). Pois é, essa questão semiótica é tão bem dominada por essa equipe, que me parece que por aquele macacão de exploração, é algo bastante complicado; pois logo após o Charlie ser morto, e a Shaw ser dopada, e acordar assustada quando o David tenta lhe remover a cruz, me pergunto se foi ou não proposital aquela cena, já que dissera antes que é muito mais fácil ter retirado aquele amuleto antes. Então qual a simbologia real? É a seguinte, enquanto muitos ficam impactados com a cena que deva ter sido a mais épica do cinema, tem uma força ainda maior por trás dela, pois aquilo é um aborto, e todos observando isso, fizeram ênfase em retirar a característica da protagonista, de sendo uma pessoa muito crente, tomar uma atitude como aquela; e enquanto muitos viajam na conotação de ser aquele feto uma lula meio vaginosa; ela provavelmente remete na aparência mista de um lado uma vulva e de outro uma glande, para o não saber se o ser que é abortado é menino ou menina; e que levando toda a cena até o seu reaparecimento, aquele ser que cresce, que fora desprezado, teve um papel muito positivo ao salvar a sua vida. Mas é certo que os cabeças de bagre, diretor e roteirista, não pensaram nisto... Será?
Será que se constrói um roteiro, em certos casos, e vai pincelando aos poucos uma ou outra coisa com um contexto de um interesse específico? Analisando se cabe isso aqui ou ali, ou essas são coincidências gerais, que se atirou no que não Viu?
Ou mesmo, essas observações em que achei que o roteiro está como a maior ficção já bem montada de todos os tempos; entretanto com uma mensagem em que estando em tempos perigosos, é melhor se fazer como não intencional para não polemizar, e longe de ser subliminar, apenas implícita, pois mediante qualquer provável opinião que direcione a um conflito maior, se pode negar a existência de tal lógica, e explicar que o sentido é outro...
Alguém assumiria somente por orgulho, dizendo contra 60/70% da população mundial, que está dividida entre as mais diversas religiões (alguns entre estas bastante radicais), os outros 40/30%, são os cristãos (que também são outro tanto, deveras extremistas); que o salvador, o tal Cristo, é um salvador universal, ao menos da espécie humana, que queiram acreditar no que quiser, mas iria ocorrer uma aniquilação e a providência divina provavelmente por este Cristo impediu a tal? Pois, que houve uma interpretação que julgara que talvez os engenheiros quisesse destruir a terra, pois eles tinham enviado o messias e nós o crucificamos (se assim fosse esses engenheiros entendiam muito pouco aquele a quem eles enviaram), o que fez inclusive o diretor se manifestar para não irem para esse lado.
Principalmente... Mercadologicamente, dá para acreditar que sendo o filme montado implicitamente com esse contexto, explicado pra quem é o responsável financeiro, que seria melhor fazê-lo num sentido mais claro? Quem iria arriscar por nos lares e nações do mundo inteiro uma ficção religiosa, tão pesada se caso o diretor assumisse que o sentido é aquele que fiz entender, a confusão que isso poderia gerar... Se eu tivesse produzido esse filme, ainda com esse contexto, talvez muito certo só deixasse seu significado real, numa declaração póstuma.
Esse filme, bem que poderia ser entendido por todos, mas existe um percentual imenso mundo afora, que mais ouviu falar de Pelé, quê de Cristo; além da soma imensa dos que já ouviram, e nada entendem desse. E deixando o sentido implícito, fica mais fácil de mudar o foco caso ocorra alguma condição inaceitável...
Mas, somente outro filme, para se ter uma leitura cognitiva mais exata, ou não!!!
E para não perder a oportunidade inversa do trocadilho...
Esse Mais Cumpriu pra causa do cristianismo, que muitos que Prometheus...

BÍBLICO...


F.N.F.


John Mayers John Mayers (17/07/2012 17:44:58)   260 1
Eu tô rindo até agora com seu post.Mas não de zoação ou provocação.Por que eu adorei!Soberbo.
Mas , cara, só esse filme para gerar tantas postagens fascinantes e dignas de nota.
Disparado o melhor link do site inteiro e com as discussões mais vibrantes e bacanas do omelete esse ano.E talvez uma das mais bem colocadas de todo o contéudo do site.
O filme mereceu.

Teve de tudo aqui.Começou com uma das críticas mais polêmicas sobre o filme.Talvez a mais polêmica que eu ja li sobre ele.Discussões árduas.Teorias com diversos pontos de vista e com excelentes ganchos para uma futura continuação feitas pelos internautas.É necessario frisar a cobertura excelente sobre o filme feito pelo próprio site.Que desde o primeiro spoiler sobre o roteiro do filme , deixou os fãs ligados em cada passo da produção.E tudo começou aqui.Pelo menos para mim.
E que espero ainda ficar mais apimentado quando lançarem o Blu-ray/DVD e os nossos caros colegas, a tríade do omelete , estiverem com eles em mãos para colocar mais lenha na fogueira.

sem avatar FN (19/07/2012 09:35:25)   0 1
Não sei se estou a responder a você caroJohn, ou respondendo. Sou meio anta em internet.
Fico grato pelo interesse, verdade.
Pra mim o mais inteligente e sublime filme de Scott, por tirar mel da colmeia, sem despertar a abelha...
Caro John, que o filme merece comentário, discussão, diálogo é certo. Mas só escrevi esta resenha gigantesca por ficar muito magoado com o que somos como interpretes.
Assisti ao filme em Imax, aqui no Rio, beleza, espetáculo. E, tenho um amigo que escreve umas coisinhas aqui e acolá no Blog dele. Quando li a resenha dele, e lá estava a mesma direção da maioria, um filme ruim, uma prequela furada, um lixo e todo aquele blábláblá
Então criei um novo perfil de e-mail e passei uma visão sutil informando alguns pontos interessantes, em 20 linhas, beleza.
Passado um tempo só estou ouvindo malho no filme. Baixei um audiocast de uns caras que até acho eles legais, e Cacildes vi que não entendi nada do filme. Somente eu tinha essa leitura maluca.
Fui lá e assisti novamente, e a impressão era a mesma, só fortificava. Então mandei esse longo comentário para a caixa de crítica desses caras do audiocast, meio diferente, mas só um pouco, e nem sei se leram.
Mas aproveitei escrevi, outro e-mail, pra a caixa de um brother, que disse já saber todo enredo a partir do momento em que reconhece ali o Lawrence da Arábia. Daí mandei meu ponto de vista sobre aquela história de Lawrence. Passado uma semana e meia, encontro a galera para um gelo. Os dois a quem escrevi às caixas de e-mail pessoal, passei a noite ouvindo os dois indignado com esse cara se achando, que isso e aquilo, meus Brothers! Imagina?! Me diverti pacas... Mas nada falei que fui eu.
Mas coisa tomou outra proporção, eles devem ter repassado essa besteira par algum Xiita, que me escreveu dizendo que deveria respeitar a santíssima figura do cristo, e que eu não era um nada... Irritei-me, fui atrás do máximo de críticas possíveis de Prometheus, em língua portuguesa (Brasil somente), salvei 50 endereços em formatos PDF, e li a todas; nenhuma se quer mostrava entender o filme; mas todas sem exceção desconsiderava a obra. Alguns na maior incoerência dizia ser uma perca de dinheiro, um não vale ida ao cinema, é melhor aguardar netflix e por ai vai...
E não falo quer das críticas dos leitores, que sapecam de maledicência e até de ameaças se pegassem o Ridley Scott... Um homem de 70 anos... Viva ao estatuto do idoso. Continuando falo apenas das críticas de quem é o crítico de blog.
Não dá pra negar encontrei uns 6/7 textos sérios, em que não rola massacre, apenas o informal e aparente contexto do Filme. Cientistas em busca de respostas, por terem achado em cavernas...
A volta do Diretor Ridley ao gênero de ficção...
Uma relembrança ao trabalho anterior do diretor... E pronto. Esses não foram covardes por não darem suas visões particulares. Falaram o suficiente e necessário, e o sempre contexto positivo da produção técnica que sempre é de se esperar ser boa, pois um orçamento auto, proporciona a capacidade de oferecer espetáculo.
Se viesse levar em consideração as posições dos leitores, que ao menos uns 15% fica entre os que realmente assume que não entendeu isso, ou aquilo; uns 5% que confundem cenas e falas, e no máximo uns 10% que realmente diz gostei, um clássico, é ótimo e pronto, e define pontos fortes. A grande maioria malhou tão pesado, que suspeito de uns 80%. Mas é claro, rola uma conversa com algumas explicações e pronto, 40% passa a entender melhor, e com outros olhos pensam melhor sobre o filme.

Não me leve a mal brother, não quero ser metido, mas infelizmente tem de ser um comentário muito grande para um filme como esse, e infelizmente tardio.
Mas pode observar que se for lido com atenção, o filme que é uma historia de cientistas que encontrando suposto convite, convence empresa a bancar expedição, e de fato encontram uma espécie cujo DNA é o mesmo humano, mas que o precede, e provavelmente deva ter sido a espécie matriz da vida na terra (ponto).
Chegando ao local, a raça mais avançada está morta, identifica-se que ali de certo não ser a morada exata dessa espécie, mas uma instalação, cujos experimentos fugiram ao controle.
E... Ainda resta um sobrevivente (espace jockey), que mediante o despertar, tentará ainda dá cabo a sua missão, destruir a vida na terra. Mas mediante a trama, com tripulantes mortos, terror, suspense, muita ficção, é novamente embaraçada a tentativa de essa espécie levar seu plano a cabo.
A única sobrevivente percorre com um ser artificialmente inteligente, em sua saga rumo ao desconhecido, em buscar as respostas mais significativas da humanidade.
Pronto definido o filme, com o roteiro que foi usado tem um excelente contexto pra um filme de ficção, frenesi, conspiração, já que o velho omite sua presença, sacrifícios, reviravoltas, som vibrantes, lindas imagens, maravilha.

Esta vendo? Três parágrafos mostram a ideia do inicio ao fim, mas os detalhes é que sugerem outra coisa.

Um cara sendo um Espírita Kardecista não ortodoxo, vai entender conforme sua doutrina quando ele assiste ao filme do Lanterna Verde (2011), que aquela cena quando o personagem começa a receber o uniforme e acompanha o outro ser por uma viagem ao interior dos lar dos lanternas; que está ali; claro e bem definido o que o Livro dos Médiuns e outras obras da literatura espírita, falam de quando a alma reencarna em outros mundos, e tem o corpo fluídico alterado.
Mas ele não terá fundamento pra dizer que isso foi intencional do autor, do roteirista, do produtor, a não ser que tenha algum desses assumido a ideia. Que quis homenagear, ou que se inspirou na doutrina X ou Y.

Mas no diabo do Prometheus; mesmo um ateu, um cara lá do Japão, vai ligar os fatos que se não fosse o incidente que ocorreu, aquelas naves, já que existiam 5 cúpulas no local, teriam vindo para a terra a 2000 mil anos exterminar a humanidade.
Por quê? Nada indicava que eles poderiam prever futuro, eles podem supor. O que é, o que fazemos. Analisamos o padrão social e de comportamento e sugerimos que estão são as prováveis situações para qual tenderá a humanidade.
E é lógico que aqueles seres devem ser um sociedade gigantesca, muita mais complexa em seu contexto sociológico, psicológico, político e moral.
Mas de vez em quando escutamos uma pérola. Eu li uma de que o cara dizia que os Engenheiros devem ser umas meia dúzia, já que ele vira uma foto de uma imagem que fora descartada de aparecer no filme. Eles são humanos melhorados, fortes, altos. Talvez com um ciclo de vida maior que o nosso, alguns séculos, poucos milênios? Devem comer, sentir, cansar-se, sentir sono, etc. Poder ter um desenvolvimento telepático relativo, uma melhor visão, uma capacidade de dedução e memória mais elevada. Mas esse engenheiro nada mais é que um homem melhorado. Sobre serem pouquinhos, tá de piada, quem constrói pra eles, Papai Noel?
Mas voltando. Que diabos foi feito pela raça humana, que se ver que é necessário extermina-la? Podem ter tomado essa decisão (A DECISÃO) enquanto nos visitavam, a 30 ou 40 mil anos atrás, por terem feito algum exame, e descoberto, que ainda assim não saíra como eles esperavam.
E ter marcado data para exatamente 2000 anos atrás, nada pode negar isso.
Então, sendo crente, descrente, vai ligar que aquela data é a relação significativa.
Mas olha bem, no centro daquela cúpula tinha uma cabeça humana, a ponta superior da cúpula era uma face humana, quando esses engenheiros tiveram contato com as sociedades antigas ensinaram que os adorássemos.
Pois se encontraram vestígios de sociedades antigas, adorando um ser gigante, e sabemos que esses seres gigantes são Homines avançados; eles que orientaram esse culto e adoração das sociedades primitivas. Pois podiam muito bem não permitir essa forma de idealização. Pois se eles ensinaram a se comunicar aos homens, pois o diabo do robô sabe mediante a análise DESSAS línguas antigas, espalhada na terra, eles poderiam plantar uma outra ideia sobre o tratar.
Se aquelas primeiras imagens não são de fato a terra, no mínimo tem uma coisa bastante invocada, eles não tem apenas a capacidade tecnológica de principiar sua transmutação a geração de vida. Eles têm capacidade de transformar planetas ou luas em locais habitáveis.
E quando chaga o momento de dar início ao surgimento da vida, eles fazem um rito de passagem.
Então a lógica mais coerente é que ao observarem que somente no estágio primitivo o homem os adorou; que inclusive, parece que eles têm adoração a outro tipo de ser; que a humanidade recebe esse Cristo que é o caminho. Eles tomaram isso como afronta, sacrilégio, ou sei lá o que e optaram pelo fim.

Essa é a conotação mais clara. Mas tem gente que não gosta. E por não gostar de religião, tá entendendo uma coisa bastante diferente.

O diretor com certeza deve pensar que todas as sociedades inteligentes, tendem mais para o bem que para o mal. Que havendo inteligência em outros planetas é certo de existir um contexto religioso. Que mesmo sendo infinitamente avançada uma sociedade em comparado com a terra, é muito provável que esta sociedade tenha tido seu princípio primitivo, um desenvolvimento lento, gradual, e provável somente em um convívio harmonioso é possível chegar ao apogeu.
E aproveitando essa realidade de nosso tempo, de conflito religioso que está muito tenso e em discussão, e porque não passar a ideia, que é sempre assim.
Uma sociedade com suas crenças, não aceitando as crenças de outra sociedade quer é destruí-la.
Então, a questão da fé nesse Cristo, desencadeou a tentativa de extermínio da humanidade por parte desses engenheiros, mas alguma força da providência, fizera ser frustrado os planos dos engenheiros.

E isso não é uma leitura muito distante de se ter.
Se é aceitável é outros quinhentos.
Mas eu acho muito interessante porque nunca foi bem explorada, e é lógica que a coisa parece existir, mas não se quer tocar nesse assunto que é um vespeiro.
Mas agora bastante maduro, sabendo muito de meta linguagem e meta narrativa, o cara soube bem como expor sutilmente.
E penso que tenha sido por esse viés, pois já fiz esse comentário em outros lugares, de que esse Ridley, gostando ou não é muito capacitado. E vou dar um exemplo.
Esse cara sabe do que fala, sabe jogar com conceitos, tem uma visão invocada de certos nuances social, de comportamento. Mas quer ver uma coisa, ele usou de uma metalinguagem na questão do Lawrence. Ele mostra um pedaço do filme, correlacionado com o robô David, e daí todo mundo julga que um robô que está se espelhando num filme que provavelmente mais da metade de seus fãs desconhecem, não vai conseguir fechar hyperlink nenhum ai. Mas a meta narrativa Lawrence, deva ter referenciado ao Lawrence do Eu robô, com Will Smith. Pois vejamos, raras pessoas entenderam a nuance do Blade Runner, a questão do robô ter autonomia. E apenas dois filmes tem mais profundamente essa característica de ter o robô uma relação de vontade, de autonomia, de ter alma, que é o Inteligência Artificial, que é bastante sublime e o Eu, Robô, que é um filme muito filosoficamente profundo.

Mas tudo poder ser apenas viagem...



John Mayers John Mayers (19/07/2012 12:10:29)   260 1
"Engenheiros devem ser umas meia dúzia, já que ele vira uma foto de uma imagem que fora descartada de aparecer no filme. Eles são humanos melhorados, fortes, altos. Talvez com um ciclo de vida maior que o nosso, alguns séculos, poucos milênios? Devem comer, sentir, cansar-se, sentir sono, etc. Poder ter um desenvolvimento telepático relativo, uma melhor visão, uma capacidade de dedução e memória mais elevada. Mas esse engenheiro nada mais é que um homem melhorado. Sobre serem pouquinhos, tá de piada, quem constrói pra eles, Papai Noel?"

Cara eu faço parte lá dos foruns internacionais que ligam séries como Aliens e predadores..enfim.
E lá a gente chegou um veredito que possivelmente os humanos são uma aberração ou uma fase 2 do processo de evolução de uma criatura exterminadora de mundos.
Uma vez que fica provado que ali naquela lua era uma base militar "camuflada"; e o filme deixa a entender isso.
Não há nada que negue tal afirmação.Eles estao produzindo "máteria" em massa para destruir algo.E isso teria consequências não só indiretamente relacionado a raça humana.Mas tambem aos próprios Space jockeys/engenheiros.Nossos criadores tiveram divergências no processo.E isso foi possivel perceber.
Havia cadáveres ali de outros engenheiros.Em determinado momento da criação.Eles tiveram a ideía de usar a humanidade como fim dos meios.
A única dúvida em relação a isso é por que a raça humana.Por que não desenvolver tal criatura em outra forma de vida?
Como vimos no final do filme.O deacon/proto-alien é um xenomorfo totalmente diferente e fora do padrão do alien clássico.Com algumas poucas semelhanças.Por que surgiu atráves de uma padrão de inseminação diferente.

Na parede das caves da nave a gente percebe o inevitável.E o choque maior do filme a meu ver.Atráves obras esculpidas e pintadas,eles já tinham noção de como chegar "até ele" , o alien que conhecemos.Ele já era "adorado" e possivelmente já tinha sido concebido antes.

O Santuário revela outra coisa mais chocante ainda.Na pintura feita no teto , no "céu do templo".Vemos uma alusão a capela sistina de Michelangelo.No ato de Deus e a criação do universo.Ali estava representado um engenheiro e uma forma de vida desconhecida sendo "abençoada" pelo seu criador.
Um forma de vida totalmente fora do padrão humano.

Ou seja.A humanidade foi feita , concebida em alta escala.Chegamos a uma contagem bilenar de humanos.O suficiente para serem catados e usados como cobaias para exterminarem outros mundos.
Mundos esses que nos vimso nos mapas holograficos da nave do engenheiro.

David 8 ainda complementa para Elizabeth Shaw : "As vezes para criarmos , é necessário destruir primeiro"

Para mim tudo faz sentido vendo por essa ótica.

John Mayers John Mayers (19/07/2012 18:52:35)   260 1
Agora que eu vi que eu citei uma frase do seu texto e esqueci de fazer a co-relação.E tô contigo.
Isso que você leu por ai sobre o filme.Eu tambem vi aos montes em foruns , críticas e resenhas de internautas.E tem muita gente que critica sem entender ,ou quer dar a impressão que esta por dentro e não esta.
Se pelo menos procuram pesquisar para ter um termômetro do que que vai falar sobre o filme , mesmo que não curta , quando a gente for analisar vai perceber que é relevante o tom da crítica da pessoa em algumas partes.Por que possivel concordar com algo mesmo quando não esta a favor com o que você pensa.É meio complexo isso.Mas tem sentido.Duas pessoas pensando diferente sobre o mesmo assunto e cada uma com um ponto de vista.
E isso enriquece o assunto.Cria controvérsias.Mas melhora nivel da discussão.
Mas o que a gente vê , é muita gente criticando ,sem embalo no assunto.Um mínimo de know how é necessário para você começar a criticar um SCi-Fi desse nivel.

sem avatar FN (20/07/2012 04:10:14)   0 1
Saudações, meu camarada.

Chegamos a uma condição que é outro contexto:
Suprir com nossas observações, plausíveis realidades de mundo (no sentido comportamento), desta espécie; estamos conjecturando o que eles devem ser e o que devem ter ocorrido, estamos em nossas suposições, supondo a eles mesmos.

Você separou um trecho de texto que escrevi, e deu início ao seu em seguida.
É nítido que de certa forma ridicularizei o ponto de vista do trecho em que lera em outro momento.
Vejamos; alguém postou que viu uma foto em que aquela situação inicial do filme deveria ser com uns seis ou sete Engenheiros. Até ai tudo bem. Mas o cara deu a opinião de que eles deveriam ser uma população pequena.

O que penso é o seguinte, se o cara preferiu que aquele engenheiro que sorveu de uma substancia X, aparecesse sozinho, é sem fora de dúvida, que teve um motivo, ou vários:
Não quis apresentar uma multidão ao redor para registrar o impacto daquela ação neles.
Pensou em ser melhor estando aquele ser ali sozinho, num rito de passagem em que apenas o respectivo sofredor da ação, está preparado para outra nova realidade.
E, ou, também, pensou que se um cara tomando um solvente daqueles, estando qualquer outro ao lado, ficaria muito duvidoso se mesmo que superficialmente estes outros presentes, nada sofressem.
Então quando fiz a crítica é por ser fato que esse cara não pensou em profundidade sobre o que estava dizendo. Ou não fez as ligações mais necessárias para fundamentar sua opinião.

E sei plenamente que você entendeu, que estamos observando que isso sugeri uma abertura para uma multidão de coisas.
Alguns dirão: vão se preocupar com a política do País, é só um filme.
Todos sabemos que é só um filme, só achamos muito legal, admirar o que tem por dentro de toda a história. E sobre a política, ninguém sabe o que fazemos, no particular...

Mas vamos ao que interessa.

Olhemos duas possibilidades sobre o primeiro aparecimento do Engenheiro altruísta distribuidor de vida. Nem discutiremos se aquele ato é ritualístico ou não. Ele o é...

Mas aquele acontecimento é ou não na terra? Olhemos detalhadamente...
Se for a terra, é um ato que não pode ser deduzido de ter ocorrido entre 30 e 40 mil anos. O que já é um tempo evidentemente muito grande para que uma sociedade tecnologicamente avançada, seja mais desenvolvida do que já foi em razão desse tempo que falei.
Sendo ainda na terra, deve ter ocorrido na condição em que estando o globo apto a sustentar a vida mais complexa, e esse período deve ser de milhões de anos atrás.

Assim, chegamos a conclusão que essa construção biológica da vida dos seres já que foram feita por estes engenheiros deve casar ao máximo com o que sabemos cientificamente e já comprovado através do mundo fóssil.
A tecnologia deles é tão além de se compreender, e AVANÇADÍSSIMA, mas não é mágica é ciência, mesmo que tenha sido apresentado com aquele sacrifício no início da vida biológica animal; e naturalmente como é sabido que o aparecimento do homem entre as espécies vivas é um aparecimento tardio. As suas moléculas devem ter se desenvolvido a medida que saindo do estágio latente em que se encontrava, encontrou as disposições necessárias a evolução e chegou ao estágio em que se pode entender o que é o homem.
E isso é muito difícil de derrubar, pois fica o seguinte, o homem vem bem depois no estagio do surgimento biológico no planeta em relação a outros seres vivos. É fato que eles devem ter a responsabilidade de ter criado todas as espécies existentes, através daquele líquido ingerido. Pois se eles criaram apenas o homem, fica uma falha que não cala: qual é então, que outra espécie inteligente, ou eles mesmos usaram daquele mesmo líquido, ou de outro, e de outra forma, para dar surgimento das demais espécies? Ainda assim, isso deve casar com o tempo normal de conhecimento com o qual datamos aproximadamente os acontecimentos do planeta.

Não dá para pular para uma ideia do tipo, eles criaram primeiro as diferentes espécies de seres de uma forma diferenciada e depois criaram o homem, pois sempre acabará levando ao ciclo final de contagem de tempo em que compreendemos o surgimento dos primeiros pre-hominídeos, que consta dum 500 milhões de anos. Dá pra suspeitar se eles fizeram isso por volta desse tempo, o quão avançado em tudo deva ser esta raça?

Por que toda essa novela?... Será que foi a primeira vez que eles criaram, será que não exista algum outro planeta qualquer desta galáxia, ou de uma mais próxima que eles tenham antecipado nuns outros 500 milhões de anos a vida.
Mas porque dessa novela?...

O fato é que, criar espécies deve estar tão fácil para eles, quanto para nossa botânica alterar uma flor. E já já chego onde quero...

Mas digamos que aquilo não era a terra, era uma situação paralela que enquanto ocorria a copa de 2058, e a Elizabeth Shaw dava os primeiros passos e sujavas as primeiras fraldas, um engenheiro visitava um planeta qualquer dentre as condições igual a terra tenha estado em seu período inicial a receber a vida.

Então, de qualquer forma deva ter sido assim que eles criaram a vida na terra. E talvez em diversos outros Locais. Então. Será que mudaram de crença?
Na época em que fizeram aquilo na terra, não foi efetuado com um ar ritualístico?
Esta vendo o inferno das conjecturas?!


Ficaremos quase em círculos; mas acaba se chegando a uma conclusão. Possa quem criou aquela ideia ter desejado dizer que aquele ato foi na alfa centauro em 2060, da nossa era, durante uma olimpíada; que ainda chegaremos a conclusão de que eles fizeram da mesma forma conosco, e isso a milhões de anos.
Só resta saber se o contexto ritualístico foi igual, ou tivera outra forma ritual.
E mesmo que tenha sido diferente, sempre leva para uma conclusão: eles são por algum motivo como sociedade, ligados em algum caráter de crença.

Terminado esse arrodeio chegamos ao fato. Qual é sua crença? Qual o objeto e o motivo de culto? O que esses engenheiros adoram?
Percentual quase geral das diversas sociedades da terra tem por objeto de culto algo que tende para uma racionalidade. Pode até se suspeitar da moral das divindades críveis nas culturas diversas da terra, mas não da possibilidade de conhecimento. Pode até se crer cada um que seu deus se vingue, castigue, seja até mal, mas, não que seja burro.

Mas uma coisa caro John você salientou, parece que eles (engenheiros) adoram alguma coisa...

E, também notei todo esse contexto nesses engenheiros. Pois tive a mesma impressão quando via aquela figura que lembra foto do teto da Capela Sistina, que não sei precisar qual. Tive uma impressão de que ali misturou duas fotos, a do momento da criação em que Deus estende o dedo a Adão, e a do juízo final, mas isto, digo apenas da foto em que logo mais passa a sofrer alteração por causa da presença de todos no ambiente.

Sobre a que parece em relevo tendo a aparência do Alien, que brinquei remeter ao homem vitruviano, me deixou impactado.
Visto, este ser; ser seu objeto de adoração.
INCLUSIVE, a noção que se tem, é que tudo o que esses caras constroem tem esse aspecto de cinza, de metal polido, mas aquela gravura do Alien em uma posição altiva tá exposta em ouro.

Aí é que entra todo o porquê da estrutura inicial desse texto ser bastante grande também. Pois é o seguinte. Essa espécie (Engenheiro) que cria biologicamente outras espécies; sabe replicar a si mesma, sendo responsável por tantas espécies, encontrou o quê de tão especial na espécie Aliens. Pois se há algo especial está na técnica, naquele produto que transmuta um ser qualquer para replicações derivadas iguais ou aproximadas dos Aliens. Ou como naquele líquido que no início quebrou as cadeias complexas de DNA e começou a reconstruir-se na água.

Sempre vou usar o termo ALIEN com o contexto de referenciar aquele ser caçador que acostumamos ver no Alien 8º passageiro.

Continuando.
Mas nós percebemos que o ALIEN é um objeto de admiração.
Será que antes de começarem saber como replicar as si mesmo, o início das primeiras formas transmutacionais vieram com ALIENS, ou existe algo na história mitológica de seu povo que leve a ter o ALIEN como uma divindade?

Pois é o seguinte. Eu posso pintar a casa em que moro há 20 anos, e resolver por na sala um quadro que por algum motivo eu achei interessante. E isso possa ter ocorrido com aquela figura dourada do ALIEN.

Pois são as posições que resolvem a própria coisa.
Fica difícil de acreditar que certo dia, lá naquela base militar, os engenheiros resolveram fazer uma reforma e colocaram o quadro dourado do ALIEN. Ou quando era do período em que vinham estar com os humanos, que falarei depois disso a fim de derrubar outra teoria... Que quando vieram estar com os humanos por volta de uns 40 mil anos atrás puseram a foto reluzente daquele ALEIN Carmem Miranda por trás da cabeça?

Olhemos bem!!! Aquele retrato em relevo de ALIEN é tão antigo quanto aquela base, e aquela base é mais antiga que o período em que visitaram as sociedades primitivas. Deduzimos disto que a milhares de anos eles sabem operar com aquelas formas. Que é evidente que sabem todos os possíveis resultados de misturas biológicas derivantes da mistura do que se tem naqueles vasos, com todas as espécies possíveis de se calcular. E é nesse sentido que inclusive no primeiro texto contextualizo que eles empilham, postam, sustentam e tem formas de carregar aqueles jarros.


A questão não é discutir quem tá certo ou errado, é encontrar contextos que se sustentem, e assim vou falar sobre uma teoria que me incomoda. Vi muitas colocações justificando que as várias figuras espalhadas nas diversas cavernas e locais, mundo afora pela terra, seria fruto da memória genética.

Mas se isso é verdade. Que as figuras espalhadas entre as diversas sociedades, é fruto de memória genética. A pergunta principal é: Por que então o registro mínimo que se tem da existência daquele lugar é a imagem de um Ser que se agrada de ser adorado enquanto apontando a configuração de um sistema solar distante. Outra é que aquele sistema apontado como sendo a origem da espécie inteligente que auto se diviniza deva ser tão velho quanto do período em que surgira o primeiro Engenheiro se desfazendo e construindo a vida no planeta. E se a memória genética lhe deu lembranças tão específica de lembrar de uma base militar tão distante, por que não dera a imagem do orbe natural de onde deva vir esses engenheiros?

Então se derruba a tal memória genética e se assume que; milhões de anos depois do início da inseminação do planeta, eles vieram para educar e dar início a um princípio de direção (direção sociológica) para as primeiras sociedades.

Vejamos. Eles estiveram com as variadas sociedades antigas, quando do princípio do seu engatinhar. Com os sumérios, babilónios, maias, e outros, em momentos em que não tiveram contato entre si, que muitos eram separados em séculos, no sentido de quando uma sociedade floresce e toma outro rumo; floresce outra em algum lugar, com esse tempo já diferenciador, inclusive, mostra o registro encontrado pela Shaw e o Charlie uma precedência entre uma sociedade e outra, de mil anos.

Eles nos visitavam, orientavam até certo momento em que podemos andar por conta própria e se omitiam, provavelmente deixando que por conta própria desenvolvêssemos.

Então, se delongando sobre isso; se explica duas coisas.
A questão de que sabermos de onde eles eram é por que disseram sem medo, pois não temem nossa possibilidade de afeta-los. Adeus memória...
Outra, é que já que tiveram com as diversas sociedades primitivas, ensinando, dando-lhes os primeiros rudimentos da diferenciação moral das espécies, a COMUNICAÇÃO; é certo que a analise biológica da espécie humana deva ter sido bem analisada em muitos milênios antes do início das primeiras aulas de linguagem. O que pra eles descarta a ideia de aberração. Pois, ao fazer a analise de DNA, mostra a obra perfeita quão o seu artífice. Então, eles são tão bons no que fazem que não temem, que dê falha em sua criação.

Só restando que o que levou eles decidirem por exterminar a humanidade está num aspecto moral, de caráter, não biológico.

E sobre a ideia de que deveriam ser a fase 2 de uma arma de destruição em massa, se descarta pois, a arma de destruição é o ALIEN. Pois imagina que Foda, o David dá um tapa de lança perfume naquele vaso, levando escondido pra nave. Quando desenrosca a o vaso encontra uma espécie de conector em que está junto umas 4 ampolas. Resolve quebrar a tampa e ver um elemento que faz uma lenha com o Charlie. Que aquelas ampolas dentro dos vasos lá na redoma, após sofrida uma alteração de clima de ambiente, dissolvem o líquido externo que as envolve, e transforma um ser simplório que foram as minhocas em que o Charlie pisou, naquela primeira visita, numa cobra que além de ser uma natureza predadora, é super forte, que mesmo decapitada, se desenvolve estruturalmente numa velocidade relâmpago (reconstitui a cabeça), (por isso o aborto da Shaw, de uma lula pequena virou um mostro gigantesco); que o Fyfield, que deva quase ter morrido asfixiado, sofreu uma transformação diferenciada que lhe deu uma força muito elevada.

Parou pra pensar? Somente o líquido que sai dos vasos faz uma transformação louca, que o material que o David tirou daquela ampola leva a outro nível de transformação, que nem se quer sabemos qual seria, já que em um muito elevado tormento, o Charlie se percebeu sem saída e preferiu a morte.

Vai se ter a necessidade de usar o homem como uma segunda fase?
Vamos lá:
Contamina-se o homem.
Ele, em alguma forma começa a se transformar, nas múltiplas possibilidades; daí os engenheiros vem brincar de predador para caçar essa espécie transformada pra depois usá-la como arma para destruição de outros mundos? Se der mole, APENAS UM VASO DAQUELE, mata a humanidade. Enquanto se ficar esperando que o homem pós-transformado seja resgatado para servir de arma, é uma produção meio confusa, e de alto risco de manipulação. Eu desejaria congelar vasos. Eles precisariam de umas aulas de gestão industrial, para não cambarem num risco de falência da sua fábrica Tony Stark de armas.

Se a ironia está num nível de deboche, não a tenha por mal. Não é contra você caro John, quando vejo muito de seus Post, ajudando a galera a ir pra certo raciocínio, construindo um entendimento; a última coisa que espero é que sinta tratado com qualquer desrespeito. Mas também vi muita crítica lá de fora, Inglaterra, Alemanha, Escócia, e têm muitos tão cegos sobre a sutileza das ideias quanto a maior parte de nós, aqui no Brasil.

Sobre ser uma base o local naquela lua, é sem dúvida; o palpite do capitão é um reforço óbvio de demonstrar que eles fazem claramente as deduções acertadas. Que são os objetos dos vasos arma de autopoder de destruição, é fato, talvez a mais letal e poderosa que se possa pensar. A não ser aquela de Star Trek, que cria um buraco negro.

Concordo plenamente com você até aí.

Mas não consigo fazer o raciocínio que você diz ter feito a galera lá fora, pois se já sendo os vasos perfeito como elemento destruidor, como usar uma lógica para entender a humanidade como parte dois, de que seria uma arma melhorada?
Outra, eles estavam de saída, existiam 5 cúpulas, fica muito sutil que se tenha a ideia que seja uma para jogar os vasos em cada continente e exterminar, não melhorar uma arma com o resultado final que advir do ser humano; eles sabem o que advir de cada coisas que fazem.

Mas, algum erro de percurso, alguma espécie de falha de operação, acarretou num erro que levou a morte todos dentro daquela estação. Será que uma tempestade pouco mais forte que aquela do início do filme, gerou alguma interferência dentro daquela cúpula? Ou um abalo sísmico, deu início a uma cadeia de acontecimentos? Ou mero acidente de trabalho?

E sobre a questão de discórdia de ideias entre eles, pode até existir. Mas não existe essa caraterística ali; acredito que a galera tá fazendo um engano.
Lembra que no ALIEN 8º Passageiro, no momento que a Ripley encontra o capitão da Nostromo numa espécie de crisálida, e ele pede que o mate? E, lá no Alien vs Predador, vemos novamente essa mesma condição, e aquele cientista estende a mão, pega uma arma e evita de ser atacado pelo facehugger, mas desperta um monte de casulos? Pois é. Aquela pilha de corpos que o Melbourne e o Fyfield encontram é certo de ter sido aquilo também, pois se você lembrar bem, quando eles encontram o decapitado, aquele corpo já está oco; e quando o David entra na estrutura da ponte da nave dos engenheiros, mostra bem direitinho que aquilo é o traje deles, que é igual ao do decapitado, que é igual ao das figuras de hologramas que saem correndo, e é igual a monte de carcaças que são encontrada pelos dois medrosos.

Ou seja, em algum momento, algum facehugger deu vida a algum Alien no moldes que já conhecemos.
Ele (o ALIEN), as vezes no lugar de matar, faz é caçar, e bota envolvido naquela crisálida para que os próximos ovos, possam ter a chance de nascer.
Por isso, talvez, o Alien que sai da barriga do engenheiro lá no fim do filme, que faz sugerir ao Alien tipo Rainha, seja inclusive uma sugestão para entender que dois mil anos atrás algum facehugger, pegou um daqueles engenheiros, que deu origem a uma rainha, que saiu caçando aqueles outros engenheiros, que deva ter recebido outros facehugger e dado origem a outros Aliens. Que morreram naturalmente pela falta de continuar o ciclo.
Por que só assim se explica o porque de aquelas carcaças estarem juntas, com aquele aspecto de que os bichos saíram de dentro dos peitos dos engenheiros. Sem ter que nitidamente explicar como é que então foram os avos de Alien gerar facehugger e atacar os engenheiros, se ao entrar na antecâmara da cabeça tá tudo numa perfeita ordem.

E mesmo que se saiba que a bagunça possa ter começado em alguma outra das quatro cúpulas que não foram visitadas, sei que vai rolar a pergunta do tipo, mas nos não vemos os restos do Aliens, ou alguns deles ainda vivos. Se resolve facilmente com a lógica que nós sabemos: 2000 anos é tempo suficiente para osso virar pó...


Mas tem uma outra coisa muito necessária de se entender, é que um ser biológico pode gerar diferentes padrões assemelhados de sua espécie, vemos assim entre homens, um europeu clássico é bastante diferente de um índio brasileiro, que é muito diferente de um Japonês. E se levar esse contexto ao menos para raças de animais, imagina a diferença entre cachorros? Porque os Aliens não pode ser assim, só por causa da pretensa autoridade dos que gostam, e assim batizou, não se pode ser diferente?

Então o que penso é que só há uma saída desse imbróglio.

Em algum momento, por um aspecto moral qualquer resolveram eliminar a raça humana.

Não biológico, não de teste, não de desacordo entre eles, seja por que pode um dia a raça humana ser uma ameaça; pois assim, esses engenheiros devem ser muitos frágeis de cabeça; seja por achar que nossa espécie pode superá-los um dia, seja por que somos uma vergonha como sociedade.

E como é mais evidente analisar que só resta o aspecto moral, esse aspecto foi de uma análise em tempo bastante distante de muitos atos que se poderia justificar ser melhor acabar com essa espécie que não merece a vida.
Ainda, como entender uma raça, que faz esse ato de multiplicar sua espécie, e depois num ato muito infantil, se diz não gostei, eles são baixinhos e feios, vou mata-los?...


Como é notório que eles tem uma adoração diferente da nossa, acredito que por uma cegueira qualquer religiosa eles perceberam a dois mil anos, que não haveria volta, que os homens fizeram uma escolha espiritual definida em relação a crença que ganharia o mundo (mesmo sabendo que o cristianismo não é a religião geral do mundo) mesmo que 2000 mil anos depois.

Mas esses engenheiros devem fazer essa leitura do tipo, em tantos séculos eles vão ser assim, em tantos outros chegarão em tal condição, em 10 milênios após o início dessa crença, essa raça que nos renega, vai adorar algo que os engenheiros negam.

Então eliminemos esta espécie.

Dai a providencia divina, de uma forma singela frustra os planos deles e permanecemos bem.

Então, a Shaw vai querer saber o porque

Briga religiosa, somente. Esse foi o porquê eles escolheram destruir tudo.


Não agradável, mas sutil, como está sendo introduzida, e tem um aspecto filosófico muito poderoso por trás.



John Mayers John Mayers (20/07/2012 14:51:31)   260 1
Li tudo o que você disse.E compreendo.
Mas deixa eu colocar mais molho em cima disso e deixar claro uma parte que eu creio que eu não deixei tão claro ou você interpretou de outra forma.

Quando eu falei em fase 2 eu estava me referindo ao fato que os space jockeys , nossos criadores , estavam mudando de iniciativa.Evidente que a raça humana não foi concebida para ser o receptor da experiência.Mas a meu ver foi um plano B sim.E por isso a pergunta:Por que o desentendimento com a raça humana?

A nave de exploração foi até os confins do universo procurar respostas.Mas quem podia dar ;não os receberiam com aplausos - "Poxa vocês conseguiram!estão agora viajando até aqui."

E se você parar para pensar o certo era ter um pensamento mais ou menos assim.Por que não deve ser nem um pouco agradável vagar pela galaxia sozinho ,sem desafios e sem grandes encontros como esse.

É totalmente diferente do que ocorreu no filme "Contato" de Robert Zemeckis.A onde o alienigêna fala para a cientista: "Por enquanto é só!É o que precisam saber.É o primeiro passo."

E depois ela vai embora.
Antes de ir sua curiosidade é maior ainda e ela exclama a ultima pergunta , algo do tipo: "Existem outros?"

E a resposta é : sim.


Aqui nesse filme Ridley Scott deixa claro que não quer "amizade".Ele quer espantar a audiência com o fato é "melhor não sabermos o que nós somos".

Por isso tambem penso que os engenheiros
"daquela lua"...e não estou dizendo a "raça" em si.Mas "aqueles" ali..não são amigos.Eles são os inimigos!

Tambem não devemos levar ao pé da letra todos os fatos históricos da humanidade para convergi-los em uma ídeia.A ordem cronológica dos acontecimentos da Terra não deve interferir no principal.
Que é a jornada do confronto entre os humanos e os seus criadores.

Por que desde o inicio o diretor deixou bem claro que seria isso que ia acontecer.
Quando a sinopsse vazou, estava mais do que claro.
É inevitável.

sem avatar FN (21/07/2012 01:31:21)   0 1
Vejamos uma abordagem em que se entenda o seguinte:

Sabemos ser essa espécie (engenheiro) avançada ao extremo.
Nos Criaram.
Resolveram nos destruir. Isto a 2000 mil anos.
Mal acorda um cara que provavelmente sabia que usou seu módulo de hibernação para talvez permanecer vivo, até um momento que pudesse ser resgatado, ou pelo o fato de que o mal que assombrou e destruiu os planos naquela estação, poderia chegar a um fim.

Imagine: Estou entre passear pela estação entre as várias antecâmaras daquela cúpula, pois se você observou bem, quando apareceu aquele holograma daquela cúpula na mesa do camarim de cartas da nave Prometheus, havia no interior daquela cúpula umas 12 antecâmaras, que poderiam ser salas para as mais variadas possibilidades, estudo, descanso, pesquisa, era uma estação.
No corredor em que ficou piscando aquele bichinho do Fyfield qual o capitão falou dar noção de algo vivo, já mostrava que estava fora do raio de ação de todo o domo da cúpula e era digamos assim a garagem da estação, estando lá a nave cheia daqueles vasos pronta para saída, e com aquele engenheiro hibernando.
Provavelmente o que ocorreu:
Um acidente simplório de trabalho? Ou Uma sabotagem?
Independente do que ocorreu (veremos depois), julguemos “teorias”:
1º Aquele engenheiro provavelmente se pôs para dormir, esperando como disse, ou um resgate ou uma programação evidente futura que o despertasse, pois uma coisa é certa, todo ser biológico morre, e ele deveria saber muito bem que o ALIEN morre. E é provável que isso deva ter ocorrido; ele se pós para dormir, para assegurar sua existência, a nave trancada, o monstrengo não sabe ler, tô protegido, um dia concluo meu objetivo (destruir a vida na terra).
2º Mas poderia ser, que ele estivesse já em hibernação digamos uns dias antes da saída da nave, e só os que estavam acordado, fazendo os últimos preparativos, tiveram o azar de enfrentar os monstrengos (ALIENS). E todos morreram. Frustrou-se momentaneamente o plano daqueles engenheiros. Mas aquele dormindo, mesmo não sabendo do incidente, tem um único objetivo, destruir a raça.
Parece que uma das duas colocações possui uma maior potencialidade de verdade, ou de senso plausível.
Mas uma coisa é certa ali, as duas independentes de qual seja a real, pode até possuir um misto de uma e de outra, não altera o resultado final, que é destruir a espécie humana.
Com isso só temos uma pergunta? Porque motivo quer destruir?
Vamos propor:
1 - Pode ser que os que estavam naquela estação estavam em discórdia com seu povo, e que por alguma conclusão se rebelaram contra sua sociedade, pois como possuem avançada capacidade, inclusive cognitiva, devem ter percebido alguma plausibilidade matemática em que os humanos farão alguma coisa que repercute em um erro ter permitido eles terem sido criados. Então a morte com eles.
Dai o resto de sua sociedade que devem ser gerentes intergalácticos, administrando a distância os vários mundos quais eles espalham a vida, não acharam legal. E evidentemente chegaram a conclusão que toda raça inteligente merecem o direito de caminhar à própria sorte, e contra seus próprios pares, liberaram a arma química ALIEN impedindo que aqueles rebeldes destruíssem sua obra.

2 - Pode ser que a medida que os engenheiros estiveram em contato com os homens, dando-lhes orientações nos primeiros estágios PRIMEVO, adquiriram uma doença qualquer, que veio combinar de se manifestar durante um momento em que a humanidade estava já melhor constituída, ainda sem tecnologia, mas bem avante em relação aos primitivos. E a melhor saída para que aquela raça jamais pudesse oferecer risco a sociedade dos engenheiros fosse a de que deveriam ser eliminada.

3 - Pode ser que como é notório que eles adoram ALIEN, relembrando o que disse o ASH do 8º Passageiro, ser uma forma totalmente primitiva, pura e um organismo perfeito, desprovido de remorso ou qualquer valor moral. Eles tenham a mesma leitura, e realmente como você salientou do comentário do David, que para construir tem de destruir, eles agora estão indo ao ápice de seu plano, a tudo transformando em espécie ALIEN.
4 – Ou mesmo como em outras visões primitivas da raça humana, os gigantes que aqui vieram, e tiveram com as filhas dos homens...
Eles pressentiram que essa raça humana é um desastre de promiscuidade e só destruindo.
5 – Que na verdade, como eles são verdadeiramente avançados, previram que seria um choque evidentemente medonho usar um engenheiro qualquer como cobaias, eles se dão ao trabalho de procurar planetas que possam sugerir uma possiblidade de se terraformarem. E é isso que eles primeiro fazem.
Pois se sugeri que eles chegaram até aquela lua por identificarem uma possibilidade de ser um orbe que sustente a vida, e observe que aquela lua tem a gravidade aproximada a da terra, e que seu volume se não maior é aproximado, pois se ver na colocação expressiva da Ford dizendo que aquele monte tem uns 16 mil metros de altura, tornando o Everest um irmão caçula.
Então eles primeiro chegam com uma patrulha especializada, montam base, começam a terraformar, o que provavelmente primeiro fizeram na terra, mas é notório que esse processo se constituiu na terra, muito milênios antes de estarem naquela lua, e ainda muito tempo depois que as primeiras raças apareceram; e que inclusive nesse período temporal aquela base serve de ponto de apoio para os outros demais orbes em que espalham sua linhagem. Para depois resolverem fazer a experiência que bem desejassem, pois seria infinitamente imoral, como disse, fazer uma experiência com qualquer engenheiro?
E a experiência de agora seria exterminar sociedades variadas, que passamos muitos anos estudado e ensinando, enquanto inclusive elas não tivessem técnica alguma, para possivelmente se defenderem, ou criarem qualquer arma que evite o colapso de sua civilização.
E, ou, que fazendo isso contra cada continente, em diversas sociedades separadas, eles poderiam estudar todo aspecto possível de seu comportamento social enquanto ocorre a transmutação e destruição.

Eu posso fazer ainda mais umas 3, 4, colocações, assemelhadas, diferenciadas, outras completamente inversas às opiniões dadas.
Mas uma coisa que perturba, é que qualquer ser que esteja a 2 mil anos hibernando, seja por escapar primeiro dos ALIENS, seja por que não sabia o que houve, pois já dormia antes; e se este durante todo este tempo vinha sonhando ou não, se mesmo dormindo vinha a ter um estado de conhecimento de seu habitat externo, visto que se a cama de hibernação dos humanos tinha a possiblidade de ler o pensamento; que mesmo estando hibernando podia transmutar diálogo, pois se a maior parte da galera que acordou, despertava depois de um certo tempo, numa pior, e a caminha do Weyland, permitia ele bater papo com seu robozinho enquanto num estado cataléptico, pois o miserável pelo jeito nem uma fungada deu; e que esse robozinho (David) ainda salienta que as caminhas de hibernação dos engenheiros são surpreendentes.
É então certo de meu rancor só ter aumentado, por ver surpreendentemente que estou cercado por uma ralé?
O motivo do ódio vai muito além de experiência, ou por surpresa de uma visita. Ou um plano B, que por algum motivo acho que esses seres não servirão e irei então fazer a limpeza.
Pois sou acordado por esta raça, que por tudo tenho de destruir sem hesitaçãoç defeco para toda avaliação plausível de tempo, ou do que tenha essa raça a dizer, mesmo que faça tanto tempo; que, se existe ou não um exercito desses seres lá fora esperando. (será que ao tocar a face do David o meu Wi-fi telepático que a tudo ver, tão rápido quanto um raio e a tudo analisa, me deixou a par de tudo?).
Toco a flautinha que abre a carta náutica estelar, que demonstra o rumo de viagem, daquela lua até a terra, que, diga-se de passagem, aquela distância em termo apenas da via láctea, é percorrer menos de um passo no oceano. Pois vemos no começo do filme diz a quantidade de tripulantes, a distância, que por infelicidade não lembro se em milhas ou Km, que de qualquer forma são 370 bilhões seja de km, ou se for de milhas, o que torna ainda menos do dobro (740 Bi de Km) em termo de distância em comparação com um percurso dito digamos em distancia luz, só levando em consideração a via láctea comparando com percorrer o corpo humano, seria uma distância menor que a espessura de uma unha.
Então sabemos que o diretor situou a orbita dessa luazinha a uma distancia de umas 150 vezes a distância de plutão ao sol, para nem estar muito perto, e nem ficar muito disforme com o conhecimento geofísico sugestionativo conflitante da competência humana de criar algo que faça tal percurso, nem ficar tão confuso com seu primeiro ALIEN.

Mas continuando. Flautinha tocada, carta náutica estelar traçada, sei que a nave é uma potência, vou lá sem dó, sem pena, e sem dúvida ferrar com esses primitivos.
Tudo porque virei um dissidente entre meu grupo. Devo inclusive estar sem contato com eles a dois mil anos, ou por que estão extintos, ou porque foram eles que não aceitando minha posição, nos destruíram. Mas agora, dois mil anos depois, sendo eles que me detiveram; não estão mais observando sua cria?
Depois de 2000 mil anos de abandono, eu daria um beijão no David, e iria destruir a minha raça, mas isso antes iria tudo explicar e ensinar pra esses visitantes.
Porque de certo momento, tem que levar tudo da franquia ALIEN na consideração de que ela não passa de uma coisa menor, pode ser que até barganhamos nossa arma entre outras espécies.
Mas numa história particular qualquer de uma espécie derivada de meu DNA, que não deve ser a primeira, que bem primeiro deva ter me feito multiplicar pelo espaço a fora, de uma forma tradicional. Talvez uns quinhentos planetas depois que explorados, colonizados, chegamos numa tecnologia, que nos faz dar toda uma variante de vida, com um mutagênico especial, que deva ser desenvolvido cientificamente. Mas com relação a análise dos orbes que chegados próximos de receber vida faço um rito de passagem que torna o ato da criação um algo quase divino, em comparação a chegar num planeta distante, montar uma choupana e embuchar dona Maria engenheira, e multiplicar.
Mudar desta condição de se procriar (o DNA é o mesmo) a outra; levou milhares de anos para essa espécie desenvolver tal; e fica meio estranho que foi depois de certo tempo, que as suas engenheiras que não conseguem ficar prenhas, ou deu uma doença que matou só as mulheres deles, e para perpetuar a espécie, desenvolvendo aquela forma tão trabalhosa de perpetuar seres inteligentes, para no fim de tudo, que não sendo possível ser esse plano B que você fala, que até agora, pode ser mil coisas, como serem soldados para serem recrutados depois, serem alimento pois eles sobrevivem de crebros humanos, serem bichinhos para testes de necessidade variada, seria mais aceitável se dada a época que resolveram a limpeza, chegando ali a me acordarem; diria meu muito obrigado, vou voltar pra minha casa, vou matar vocês para não revelarem nada, mas vou pra casa que já faz um baita tempo, e o Ricardão...
Ou seja, todos os planos b existem, não é esse o elemento mais intrínseco, e sim o porque, você entende que uma raça chegaria a uma inteligência que é fato que vai uma dia chegar ao que somos hoje, passado uns 4 bilhões de anos, e seremos sempre 4 bi anos a frente, serão sempre nosso subordinados, pois essas são as regras da galáxia...
Ou alguma coisa aí na terra existiu nessa raça, que mereça ser apagado de toda forma.

Entende, não é o plano b que eles tramavam que deu errado, pois eles poderiam bem chegar aqui e dizer, somos nós os vossos criadores, e a isso vocês seguirão.
Ou toma essa vacina e resolvido o mal de vocês.
É mesmo esta história de você pegar uma criatura, que visto a natureza de seu sonho você lhe define o credo, que acorda vomitando, e ali não está a cruz, pois tu pensa todos os detalhes, e não iria por ela dormindo dois anos e meio, para que alguém depois dissesse, poxa dois anos e nenhuma escara da marca desse metal. Mas logo na primeira reunião, tu pões essa elementa aparecendo como a única pessoa coma área do pescoço desnudo e ali seu amuleto, e todos de cachecol, agasalho, ou o pescoço coberto pela própria roupa, mas nada que coincidisse em algum deles a sua fé. Tua bota nesse fim de reunião a indivídua, dizendo que fora nessa coisa que resolvera crer, e joga a câmera em seguida para o robô que fica a pensar, que talvez a única diferença dele e os humanos não seja alma, pois o miserável se acredita que tem alma, pois ele tem uma personalidade que o defina, mas ele não tem fé, é isso que a Shaw fala pra ele no fim do filme, o que nos diferencia homem máquina, é que temos fé. Que tu mostra cada um da nave, com uma natureza de crença, se não acentuada mais real. Que tu depois de ver aquela elementa cometendo um aborto, e tem a atitude bem nítida, que nós estamos retirando esse símbolo da sociedade, para não dar margem a nenhuma teoria. Que tu devolves a ela teu amuleto de crença quando é dele que ela precisa como suporte para continuar sua jornada, tu fazes influência que ela sugestione o calendário aos moldes da crença, fora as várias situações em que tu expões o natal, o símbolo do menino Jesus, ao lado daquele que consciente sabe que tem de se sacrificar, tu me botas um cara que sabe que tem o que fazer para o bem da humanidade, se sacrificando estando ao lado de dois indivíduos que sendo nítido, que sugerindo nas diferenças aparentes de que eles um sendo ocidental e outro asiático, morreram ao lado do madeiro daquele que se sacrificou por deixar a sua mensagem de boa nova ao homem, como que inferir que nas diferenças desses dois estavam os que acreditava e o que negava, mas com a sutileza de já que os dois estavam te seguindo, tu mostrasse que ambos entendiam teu papel. Porque se pensa ser a cena mais forçada para sugerir que naquele ato de sacrifício, tu usasses os três indivíduos como relembrar a morte de Cristo, pois precisava aquela história de um está no meio em pé e mandar todos largar as mãos abrindo os braços? E para continuar nas forçadas cenas, mesmo aquele ALIEN que brinquei ser o Home Vitruviano, Estava numa posição que de certa forma sugeri um ser na cruz, mas numa espécie de relação adorativa que inversamente desprezamos o valor espiritual, quando se ver essa coisa envolvida em ouro!? Por que a conotação ritualística do princípio da vida? Porque tu botas a Shaw que passou mal por diversas vezes, tem que cair de joelhos, na hora exata em que vão abrir a câmara de hibernação do engenheiro, e trazes a câmera de volta a ela, já mostrando-a de pé rapidinho? Seja pela surpresa, ou pelo renegar o seu criador, e depois inverte, e mesmo fazes com o engenheiro, que quando no primeiro contato consciente entre as raças, botasse esse de joelhos entre aqueles que inspirasse ter uma fé que pareces sugerir em todo filme? Foi tantas conotações explícitas e implícitas, e dispensando essa viagem de subliminar, que é muito estranho que o sugestionamento não seja implicar que o motivo da tentativa de extermínio tenha sido por questão de divergência de crença. Duma forma tão sutil, que mediante a problemática repercussiva se pode manobrar.

Daí vem o questionamento. Porque tu diretor, parecer ter dado em teu filme A cruzada, uma característica ao jovem Beilian, um ar de um Moisés, que matara e depois buscara a Redenção, sendo um príncipe bastardo, guiou o povo a liberdade. Mostrou a natureza malvada da crença que explora a satisfação daqueles que podem ganhar com isso, e a um Saladino, que se recente em ver também os seus massacrados por uma questão de uma briga que nada vale, mas se ele não estiver ali, será pior na mão dos fanáticos. Por que mostrou esse Saladino sendo tão respeitoso ao soerguer os símbolos dos cristãos que estava no chão.
Porque em teu Gladiador quando da primeira luta como gladiador em uma arena, tu pões o Maximus meio que desconfortável passando por animais sangrando sobre ele e ouvindo que o vermelho é a cor dos deuses, sendo esta a versão do diretor qual foi ao cinema, permitiu somente na estendida que nesta mesma cena, a sequência era ver um homem de pé lembrando o Cristo, com uma cruz feita de gravetos, e nas sequências leões, como a remeter das ações que eram feitas aos primeiros cristões, seria uma cena despropositada.
Acredito que este diretor tem muita sutileza para estes tipos de trabalho, e gosto até.

Mas pode ser uma leitura de otimista em suas vontades particulares...




John Mayers John Mayers (21/07/2012 12:56:19)   260 1
Só resta saber se o contexto ritualístico foi igual, ou tivera outra forma ritual.
E mesmo que tenha sido diferente, sempre leva para uma conclusão: eles são por algum motivo como sociedade, ligados em algum caráter de crença.

Eu acredito que eles possuem crenças F.N.F.Mas tambem receio que eles tenham medo da humanidade por aquilo que eles possam se tornar.Já que dentro de milhares ou centenas de anos; nós poderiamos ser igual a eles.Ou não.
Dai vemos o epísódio do Deacon que é uma espécie nova xenomorfa.E que ainda pode evoluir para outro estágio consideravelmente.
A cena do início alem de ser uma homenagem direta a 2001 uma odisséia no espaço.É tambem o real motivo para afirmar isso.Eles tem ritos próprios.
Dessa forma posso concordar com você a respeito do fator ideológico como a fonte de inspiração dos engenheiros para destruir a raça humana.

Mas há um porém.

Eu terei que discordar no que se dirige as ampolas e que já seriam a 'arma" propriamente dita.

A vejo apenas como um catalisador.Somente isso.

Por mais que tenhamos vistos Serpentes alienígenas e trilobitas super desenvolvidos.Não justifica a obra.

O contexto de criação sobre o que seria uma arma perfeita.Passa pela idéia de involúcro específico.
E o alien é uma arma.

Não há como separar essa concepção dentro da história e nem o roteiro que vazou que justifica o fato do alien ser uma Bio-Weapon.

O fato de eu dizer que os engenheiros usam a raça humana como fase final da experiencia em si.É mais uma forma de unir o útil com o agrádavel.A solução de dois problemas.Resolve-los da seguinte forma.Como você mesmo disse: os Aliens precisam , como qualquer ser vivo , se alimentar.
Não seria mais oportuno procurar entre as milhares de raça que eles conhecem , uma que eles não apreciam mais, de fato.E a exterminem , provocando o fim de uma era.E o surgimento de uma outra que sobreviveria apenas em um função da outra.
Por que é disso que "alien" fala.Apesar de ser "perfeita".Como Ash mencionou em o Alien o 8ºPassageiro, ela precisará de hospedeiros para todo o sempre.

A experiência de ter um criadoro de aliens no planeta deles seria catastrófica como vimos em Lv-223.
Mais uma boa justificativa para explicar por que de tão longe eles cultivam tal seres,por que é necessário para a própria sobrevivência da espécie.
Há outros fatores.Mas esse é um dos mais importantes.



Zema Noshtron Zema Noshtron (22/07/2012 10:27:47)   0 0
Muito bem fundamentado o seu post! A tentativa prescrutar a "mente" do criador da obra para descobrir o sentido do filme é muito interessante.
E, nesse aspecto, um exercício sobre a temática de "fé x ciência" posso incitar:
Atualmente as religiões cristãs têm nos seus textos sagrados pouca margem para interpretações sobre alienígenas. Mas nos texto apócrifo, por exemplo a recente descoberta do não reconhecido Evangelho de Judas (Ver tradução em http://pt.scribd.com/doc/3320311/EVANGELHO-APOCRIFO-DE-JUDAS) há uma referência feita por Jesus Cristo sobre a criação dos seres humanos ter sido feita por Semi-deuses imortais que depois viriam destruí-los! A materia física criada por essas entidades serviam como prisão para o "espírito" imortal que era obra de um Deus muito superior. Então, essas entidades seriam como "anjos caídos" e os responsáveis pelo homem material.
Será que Ridley Scott não teria bebido dessa fonte? Apenas especulação!



Darkseid Darkseid (15/07/2012 20:14:47)   0 0
O filme é muito bom. Há muito tempo não vemos um filme de ficção científica com os efeitos visuais e sonoros de Prometheus. Tem muita gente detonando o filme porque alguns fatos são discordantes com "Alien, oitavo passageiro",mas estão se esquecendo de que fica óbvio no filme que haverá uma continuação, por isso, ele não é um episódio imediatamente anterior ao primeiro filme da franquia. Vamos esperar as coisas se ligarem nas próximas sequências, que certamente vão aparecer aos poucos para deixar os fãs mais curiosos e debaterem fervorosamente mais e mais como estamos fazendo aqui.

Na minha opinião, acharia bem legal se a raça humana fosse criada pelos engenheiros apenas para servir de "criadouro" para suas armas biológicas( os Aliens). Mostraria a insignificância do ser humano nos mistérios da imensidão do universo e colocaria em xeque toda essa discussão filosofal "de onde viemos e para onde vamos".

Quem achou o filme muito mastigado, junte 100 amigos e pague um ingresso de 1 milhão de dólares para fazer um filme "pensante" desta qualidade ou então pague o prejuízo de Blade Runner.

Não entendo porque o Érico Borgo quase convulsionou, rasgando a seda dos "Vingadores"(que é um filme muito bom, diversão garantida,mas cheio de clichês como "unidos venceremos",prédios caindo à la Transformers e Independece Day,a lágrima do Stark salvando a humanidade) e detonou o Prometheus porque era massacrantemente fácil de digerir.

O Hessel,então, detonou porque o Space Jockey do oitavo passageiro tem cor diferente( Acho que fica óbvio no primeiro filme que ele está fossilizado). Só faltou dizer que o filme era incoerente porque a tecnologia da nave e da equipe, de vários anos anteriormente aos outros filmes, é mais avançada.

Finalmente,resumindo: O filme pode ter decepcionado pela expectativa que o marketing causou em alguns fãs, mas não merece ser rebaixado por causa de detalhes, que se estivessem presentes em filmes de outros diretores, seriam sucesso da mesma forma e passariam despercebidos.



André Luciano André Luciano (14/07/2012 15:34:11)   5 0
Filmaço e achei que prometeu o que cumpriu sim e muito mais, pois haverá outros filmes...assim espero...e no final, ninguém percebeu que aquele ALIEN é uma RAINHA ???



Rafael, o Rafael, o (12/07/2012 21:30:44)   9 -3
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Sabrina Sabrina (07/07/2012 21:08:31)   -2 -1
Olá!
Nunca assisti nenhum filme da franquia Aliens, porém assisti Prometheus e me interessei bastante, gostei do filme. No entanto, fiquei com algumas dúvidas e se alguém aqui pudesse me ajudar, agradeceria bastante!
Logo aviso que não li todos os comentários, portanto, se alguma dúvida já estiver respondida, sinto muito!
Então vamos às dúvidas:
1-) Por que o David infectou o cientista, namorado da Shaw (não me lembro o nome dele)?
2-) O ser que aparece no fim, é ou não é o Alien?
3-) Por que os Engenheiros queriam destruir o Planeta Terra?

É isso!
Obrigada =)


Comentarista Comentarista (08/07/2012 14:31:43)   466 -1
Sabrina, acho que já responderam isso nos 5346848 comentários, mas não custa fazer um resumão!

1) David é um androide "movido" pela curiosidade, além disso, ele queria agradar o "pai" Weyland, que mandou todo mundo àquele satélite por algum motivo. David queria saber o que ocorreria se alguém fosse infectado por aquele líquido, então a escolha do namorado da Shaw foi aleatória (ou porque ele tirava sarro da sua condição não-humana - talvez robôs sintam ódio!).

2) O ser do fim é 'UM' alien, mas não 'O Alien' do filme original. Te aconselho a olhar os outros filmes da franquia, na ordem correta (só não precisa ver o quarto, que é uma asneira, muito menos aqueles filmes Alien Vs. Predador).

3) Eles queriam destruir a humanidade porque somos um experimento que não deu certo. Assim, seria mais fácil fazer um "reboot" do que consertar o que já existe, como acontece no cinema!

sem avatar flavio (10/07/2012 16:51:45)   -220 -3
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Fogs Fogs (06/07/2012 18:32:01)   913 -1
Prometheus fugiu do cinema mastigado e auto explicativo de hoje em dia, em que o espectador só precisa engolir sem pensar e questionar. Mais ou menos como Inception, o primeiro Matrix, 2001 e alguns outros.

É perfeito? Não. Tem personagens fazendo coisas idiotas? Sim!

Vai marcar o cinema como um clássico? Vamos esperar 10 ou 15 anos pra descobrir.



Jorge Luís Jorge Luís (06/07/2012 12:52:10)   69 0
Mais do que por sua pretensão de responder definitivamente à questões que desde o início dos tempos afligem a humanidade, "Prometheus" é um bem vindo retorno temático e visual à grande ficção científica.

Um descanso para o universo auto-centrado dos heróis dos quadrinhos, a produção acerta duplamente, ao afligir com excelentes sequências de horror, e ao mesmo tempo, quando aborda - mesmo que superficialmente - questões íntimas da fé, do papel da ciência, e das consequências da curiosidade humana.



sem avatar Marco Antonio (05/07/2012 14:55:20)   3 0
Fellipe, o planeta do começo até pode não ser a Terra, mas eu acho que eles quiseram mostrar mesmo um começo da vida e não uma erradicação. As cenas do tal planeta no começo mostram um lugar só de rochas e água, não tem nem uma plantinha nem nada, isso, pra mim, deixa claro que o planeta não tem vida. Daí a continuação da cena tem toda uma conotação de surgimento de vida, com cores bonitas e som poético. Me parece uma intenção de mostrar algo bom.
Vide meu post abaixo sobre as minhas teorias sobre o que o filme mostra.

Breno, eu realmente não entendi proque eles queriam destruir a Terra, vide as perguntas que postei acima. Eu nem mesmo tenho certeza de que é isso que eles queriam fazer mesmo. Eles iam até a Terra com toneladas do mutagênico, mas se era pra destruir, eu não sei.


sem avatar BetoBizarro (05/07/2012 21:04:29)   -1 0
Assisti o filme e posso afirmar:
É o melhor filme do Ridley Scott desde Gladiador e diferente do que muita gente pensa, o 1º Alien era um filme de Terror com visual de filme de Ficção Cientifica enquanto este Prometheus realmente é um filme Sci-fi de primeira, muita gente se pergunta do inicio enigmatico, o filme é claro em sua proposta, o engenheiro espalha seu Dna na terra criando uma memória genética em seus descendentes assim todas as civilizações imaginam aquela constelação, mas é apenas uma lembrança, os astronautas não conviveram com suas criações, então quando a missão Prometheus encontra o laboratório deles, um dos engenheiros decide destruir a terrar apenas para apagar o seu rastro, assim explica a cena de um deles acordando e vendo sua criação os cercando,o que nos remete a uma questão: o que vc faria se visse sua experiencia genética te acordasse e invadisse seu refugio e te enchesse de perguntas vc chegaria conclusão que a experiencia foi um fracasso ou é perigosa para sua especie, neste caso a raça dos deuses-astronautas. É incrivel como o filme explica as motivações para chegar aos enigmas do primeiro Alien e amarra tudo deixando conceitos e perguntas (boas) para uma futura franquia desvinculada com a franquia Alien. Vc não precisa ver a Criatura com todos os opcionas da franquia, o espectador não é burro, Scott é honesto neste sentido não é necessário agradar os fãs da quadrilogia, pois mesmo Blade Runner não foi um sucesso de bilheteria no seu lançamento e este será o caminho de Prometheus, ele será estudado, analisado e depois cultuado como qualquer bom cult-movie.

Fogs Fogs (06/07/2012 18:30:47)   913 -1
Era a Terra no começo do filme sim. Mostrou como foi a criação e disseminação do gene humano É didático, mostra a destruição do engenheiro e a nova cadeia de dna e células surgindo. Sem mistério ali.

Por que queriam destruir a Terra e por que atacou David é sim um mistério. Não sabemos o porquê. E acho ótimo, senão não estaríamos aqui nos perguntando.


sem avatar Fellipe (05/07/2012 13:48:38)   0 0
Eu particularmente assisti o filme 2 vezes e pensei em uma teoria que é a seguinte...E se a cena inicial do Engenheiro tomando o liquido negro não fosse na Terra? Pode ser que fosse no Planeta em que a Prometheus aterrissa que antes de ser devastado se assemelhava bastante a terra, e a partir do momento em que o Engenheiro ingere o Liquido e cai na água começa a ser destruído.
O liquido poderia ser alguma experiencia ou tentativa de criar algo ou alguma coisa que deu errado.
Vendo que deu errado os Engenheiros que sobraram vão para a Terra para dar continuação a raça, dai se explicaria o fato de eles sempre visitarem a Terra e os sinas encontrados pela dupla de cientistas.
Agora porque eles vão querer destruir a Terra depois, se é que querem mesmo fica em aberto.



sem avatar Marco Antonio (05/07/2012 11:25:56)   3 0
Agora, questões que não querem calar:

Os Engenheiros deram origem à vida na Terra, o que ocorreu então a milhões de anos.

Então eles depois tiveram contato com a raça humana, certo? Tem que ter tido, senão como os humandos ficaram sabendo do tal arranjo estelar e como as línguas humanas tem relação com a língua dos Engenheiros, o que é reforçado pelo fato do David conseguir falar com eles ao estudar várias línguas humanas e compará-las com o que ele houve na gravação a que assiste na ponte da nave.

Então: como foi este contato com os humanos? Quando e de que forma ocorreu?

A troco de que os Engenheiros disponibilizaram a informação da localização da instalação em LV-223? Não parece um lugar onde eles queriam que os humanos fossem, pra que dar essa informação?

Qual era a intenção deles ao ir pra Terra com um carregamento enorme do líquido negro? Se era pra siplesmente destruir a Terra, não tinha um jeito mais simples de fazer isso? Transformar todos os humanos e outros seres do planeta em mutações variadas do Alien não me parece um modo coerente de destruir a vida na Terra. Claramente a intenção deveria ser outra. Qual?

Pra serve afinal o líquido negro? É uma arma? Pra que eles precisam dele?

E é claro as questões óbvias que o próprio filme esfrega na nossa cara já que são até verbalizadas nele: Por que eles criaram vida na Terra, acompanharam ela, deduzido do fato das informações que os humanos tem sobre os Engenheiros(localização de LV-223 e línguagem) e depois resolveram destruí-la?
O que fez eles mudarem de idéia.



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Breno Breno (04/07/2012 21:19:38)   464 0
Me sinto meio ignorante por perguntar isso, mas vejo que tem pessoas aí com duvidas parecidas.

Eu não entendi as primeiras cenas do filme. Eu cheguei a pensar que aquele Engenheiro teria sido deixado na terra por acidente, e para que não influenciasse em nada por aqui teria se suicidado tomando o que estava naquele frasco. Porém penso que essa teoria é besta, pois a sua nave estava sobrevoando o lugar que ele se encontrava como se o tivesse deixado alí naquela cachoeira para que fizesse alguma coisa. E se sua intenção era não influenciar no nosso planeta, sua atitude foi imprudente visando que quando os restos dele caíssem na água, a contaminariam de alguma forma. Alguém pode me explicar essa cena ?

E outra coisa... David fala que os Engenheiros pretendiam voltar até a terra para destruir a humanidade. Não consegui entender plenamente porque. E aquela nave lá era a Space Jockey do 8º passageiro ?

Agradeço a compreensão de quem me ajudar, hehe.


sem avatar Marco Antonio (05/07/2012 10:55:40)   3 3
Não li nem 5% dos comentários aqui, então me perdoem se o que eu escrever já tiver sido dito. Também alerto que os meu comentários tem spoilers.

Primeiro, respondendo ao Breno sobre a cena inicial, segundo o meu entendimento.
Esta cena é o que da base ao desenvolvimento de toda a tese dos dois cientistas. Ela mostraria como os Engenheiros deram início a vida na Terra, como diz a tese. Um dos engenheiros faz um "sacrifício" que com certeza tem alguma conotação ritualística, o que pode ser deduzido das imagens das cenas que foram cortadas e estão disponíveis no site do filme. A intenção deles é mesmo semear vida, e usam o próprio corpo para isso.

Eles utilizam aquele líquido negro, que pra mim é um poderoso mutagênico, como o encontrado nos vasos da planeta depois. Mas eu suspeito que não seja a mesma substância, explico adiante.

O mutagêncio dissolve o código genético do Engenheiro e depois este se "recombina" na água para dar início a vida simples que povoa a Terra.

As cenas iniciais dão a idéia clara que estão num planeta sem vida, nos seus primórdios, e deduzo que é a Terra justamente por causa da tese que os cientistas apresentam.

Segundo, minha teoria sobre o líquido mutagênico. Ele claramente é uma substância que induz a radicais mutações em organismos vivos, tanto que tranforma as lesminhas que aparecem no solo no ínicio naquelas cobras brancas em questão de horas. Faz o mesmo com o cientista namorado da Shaw e com o geólogo. Não deve ser exatamente o mesmo líquido que o Engenheiro do começo do filme toma, pois o primeiro age mais como um "solvente" quebrando um organismo em seus componentes mais básicos. Então funciona mais como um modificador de vida existente.

Agora pensemos em como o organismo Alien funciona. No quarto filmem ficamos sabendo que o facehuger deposita algo dentro do corpo do hospedeiro que modifica o seu código genético e força seu corpo a "produzir" um novo organismo Alien. Tanto que clonam Ripley com um embrião em seu peito justamente porque seu código genético foi modificado pra gerar esse embrião originalmente. E dependendo do hospedeiro o organismo gerado sai um pouco diferente, visto que no terceiro filme como é um cachorro o hospedeiro o Alien resultante é diferente de todos os vistos até então, prova de que ele adquire características dos genes do hospedeiro.

Então minha teoria é que o líquido mutagêncio negro nada mais é que algo que os Engenheiros desenvolveram a partir do organismo do Alien! Eles de alguma forma refinaram as propriedades mutagênicas que o organismo usa para gerar um embrião de Alien e assim criaram o líquido, talves como arma mesmo!

Na sala do cabeção, onde eles encontram os primeiros vasos, existe um mural na parede, com gravuras que claramente representam um aliem e até corpos humanóides sendo atacados por facehugers! Ou seja, o mural faria uma "homenagem" ao organismo de onde veio o líquido negro. Provalmente é lá que ele foi produzido ou numa sala próxima.

O líquido tem propriedades relativas ao organismo Alien, e as mutações que ele induz são claramente relacionadas a produção do embrião no organismo original, já que as cobrinhas brancas adquirem sangue ácido, como o Alien, e o cientista fica extremamente agressivo, o que é citado como uma característica do Alien no primeiro filme pelo cientista que é um robô!

Ou seja, o Alien original já existe no momento do filme, então o filme não é uma história de como ele veio a surgir. Um mural com imagens dele é prova disso. Os próprios Engenheiros mortos que estão numa pilha de corpos, segundo um comentário dos dois patetas, o geólogo e o biólogo, tinham perfurações no peito, "como se tivessem explodido". Provavelmente Aliens que estavam na instalação, para produção do líquido negro, fugiram e os atacaram.

A criatura que vemos no final do filme não é origem de nada que já vimo. Ela seria apenas um "subproduto" do mutagênico. Como ele entrou em contato com o cientista, provocou uma mutação nele, que ao transar com a Shaw produziu algo similar ao organismo original, um "facehuguer variante", que é o tal polvinho, que ao "engravidar" o Engenheiro gerou algo parecido ao Alien, mas apenas uma variação, parecida graças ao jeito como o líquido negro opera. Até mesmo as cobrinhas brancas lembra um facehuguer. O mutagêncio sempre segue na direção de algo parecido ao Alien!

Já a nave que vimos em Alien, o primeiro filme, não tem nada a ver com a que cai no final de Prometheus. Pra começo de conversa os planetas são diferente. A nave de Alien estava em LV-426 e o planeta de Prometheus é LV-223. Continuando, o lay-out interno é claramente diferente. Além das paredes da ponte serem diferente, a base da cadeira do "spacejockey" de Aliens não tem as câmaras de hipersono que estão presentes nesta nave.

Ou seja, é outra nave.
Em Aliens quando o spacejockey é examinado eles comentam que o corpo está fossilizado. Isto seria uma evidência de que ele está lá a muito mais tempo do que o período de Prometheus ou mesmo bem antes dos 2000 anos em que aconteceu o acidente na instalação em LV-223 que matou os Engenheiros de lá.

Os ovos de Alien dentro desta nave estão em um compartimento de carga, e protegidos por um campo de algum tipo
Minha teoria é que aquela nave era um transporte que estava carregando ovos para a instalação de LV-223, justamente para serem usados na produção do líquido negro, e um acidente a fez cair num planeta próximo Evento totalmente independente dos acontecimentos em Prometheus, ou pouco relacionado.

No final das contas o filme não tem nada da origem de Alien. Ele apenas mostra como os organismos eram usados pelos Engenheiros. Sua origem permanece um mistério, e o filme ainda levanta um monte de dúvidas sobre qual é o real propósito dos engenheiros, que nunca é revelado!

Breno Breno (05/07/2012 12:12:49)   464 0
Marco Antonio, sua explicação faz muito sentido. Acredito também que aquele líquido viria a ser um mutagênico, pois na cena do parto fica claro que o organismo dentro de Shaw foi modificado. Então, visando que já existiu um contato do Alien com os Engenheiros há muito tempo, teríamos nós surgido a partir de uma mistura dos dois acredito.

Em relação as naves, inclusive a que está lá em LV- 223, me convence a tese de que a nave que vemos no Oitavo Passageiro, estava indo para LV-223 e sofreu um acidente caindo num planeta por perto. Essa era uma duvida que eu tinha também.

Agora... Você entendeu o porque dos Engenheiros quererem voltar a terra para destruir a humanidade ? E o porque deles não terem feito isso antes ?


Tiago Tiago (04/07/2012 13:20:21)   26 1
No cinema ou em qualquer outra produção que use a dramatização existe uma coisa que se chama: "Forçar a Barra"...rs... Se as ações da narrativa não fluem normalmente, o público começa a perceber que tudo aquilo está acontecendo pq algo PRECISA acontecer logo depois, a "barra começa a forçar" e os fatos ficam expositivos. Seria presunção demais da minha parte tentar escrever o que Damon Lindelof estava pensando quando escreveu as páginas do Ato III, mas vou tentar. Olha a linha que ele dever ter seguido ignorando toda a trama.

Fato maior: Shaw precisa ser a única sobrevivente. Então...
-O engenheiro começa matando os personagens...
-O capitão acredita piamente no que Shaw está falando.
-Todos os tripulantes estão de acordo, pq são fiéis ao capital. Tripulante 1: Eu não!... Cala boca sou eu que to escrevendo isso aqui.
-Shaw tem que utilizar a nave alienígena para chegar no planeta dos engenheiros, então, eu destruo a Prometheus e todo mundo que tá lá dentro numa tacada só.
-A Vickers ñ pode cair junto com a nave...hummm, não sei, acho q ñ vai ficar legal, mato ela depois.
-Vickers precisa morrer, coloco ela correndo em linha reta de uma nave no formato de rosquinha. (morte idiota, era só correr p os lados, era melhor ter matado ela na Prometheus msm)
-O projeto de Alien precisa nascer, então, miraculosamente depois da nave ter uma parte explodida, cair e rolar, o Engenheiro está vivo e dará origem ao "projeto de alien".
-Shaw ñ pode voltar para terra pq o Ridley já teve uma idéia para o 2. Então tem que existir outra nave alienígena.
-Shaw ñ sabe a língua alienígena e nem pilotar uma nave, mas esse tem que ser o final. Isso! O David, ele vai junto.

Desde jeito vc começa a não enxergar o filme, mas o próprio roteirista escrevendo as páginas do roteiro. Resultado: A suspenção de descrença vai por água a baixo e vc sai do universo do filme, vc ñ acredita mais no que tá vendo. O filme todo desde seu início é preparado para o fim. É o fim que nos interessa... como isso vai acabar? E nesse roteiro o fim ñ foi preparado, e se o fim ñ foi, algo no meio está errado. Seria fácil resolver a questão da Shaw convencer o capitão: Era só ela ter momentos durante o filme que justificasse a credulidade do capitão nas palavras dela. Poderiam ser grandes amigos, desenvolvido uma relação? Sei lá, era só apresentar algo nesse sentido no filme. Pronto!..."Os fins não justificam os meios?", no cinema sim.

Outras observações:
-Pq Peter Weyland ficou escondido na Nave durante todo o filme. Caramba! ele era o dono da bagaça. Do que ele tinha medo?
O único motivo para isso que vejo é a preguiça, pouco tempo na produção ou falta de verba para refazer a maquiagem no personagem nos dias de gravação

-O que acrescentou para a trama a revelação de que Vickers era a filha de Peter? Oooooooh!...Ela é a filha de Peter. Sim i daí? Qual foi o objetivo desse suspense.


sem avatar Rafael (04/07/2012 13:50:36)   -1 0
No meu caso, são os furos que me "tiram" do filme. Quando eu vejo uma cena nonsense como algumas que eu descrevi em um comentário anterior, automaticamente tento lembrar de algum diálogo ou cena que justifique aquilo. Se não encontro, "perco a crença" no que estou vendo.

Mas eu acredito que essas inconsistencias sejam culpa do corte. Sendo Ridley Scott é certeza que vai ter uma mega versão do diretor.

Tiago Tiago (04/07/2012 14:11:42)   26 0
Rafael, eu tbm estou esperando pela versão do diretor. Ele vai arrumar casa, acredito.

John Mayers John Mayers (05/07/2012 11:32:13)   260 0
De boa Tiago você não tá comendo muita mosca , mas esta viajando em suas análises.
Você continua insistindo em partes do filme que não precisa de uma discussão profunda ou de explicações precisas.

Fator maior: Isso é um filme.

Se eu for xiita o suficiente.E fuçar como vc .E normalmente eu sou tambem.Vou encontrar falha em Casablanca , Predador , Ben-Hur,The Avengers e até em Star Wars.
E ratifico isso.Por que já achei.

Para aproveitar a deixa.De várias que você deixou , eu vou me focar nessa aqui:

Shaw não destroi a nave.Antes de tudo.A decisão final foi do capitão.Independentemente de ele "crer" nela ou não.Ele tomou a decisão final.Ela não dá uma ordem; e sim um relatório da situação.Janek assume a ponta e parte com tudo ; destruindo a Juggernaut e a Prometheus simultaneamente.A explicação para mim é simples.
Grandes lideres tomam decisões em um curto espaço de tempo.E decidem para o bem ou para mal.Isso acontece nas guerras por que não aconteceria em um filme?É uma questão de ponto de vista.

Para mim , falta só um pouco de maturidade para certos pontos de entendimento do filme.Você é um cara inteligente e sabe escrever.Mas esta focando nos pontos errados.
O filme tem outros problemas.E a maior parte concordo contigo.Foi na edição.Corte de uma cena para outra.Velocidade das ações de determinados personagens.
E isso que tirou a nota máxima do filme.
E nisso eu assino embaixo com vc.Principalmente na meia hora final da obra.


Sendo pernóstico que nem suas observações.Vou deduzir que Aliens do James Cameron é bisonho narrativamente.E na parte relacionada a "eliminar" personagens ninguem superou ele até aqui!!

Personagens morrem instantaneamente ainda sem estarem totalmente desenvolvidos na pelicula em abundância.
Em Aliens o Resgate a "imbecil" em determinado momento atira dentro da colonia mesmo sendo avisado a não fazê-lo.Recebendo ordem direta do seu tenente.Tudo isso por que toda a plataforma era interligada a um reator termonuclear.Mesmo assim ela não tirou o dedo por um instante!Poderia ter matado o grupo inteiro ali.

No "calor" do momento.Todos tomaram decisões "horríveis".Isso se explica por que ao enfrentar o desconhecido e sem a experiência necessária, até a solução vira o problema nesses momentos.
E estamos falando de marines.Soldados preparados.
Vimos ali o Hudson "surtando" tb e agindo de forma muito similar a um dos cientistas.Só que ele não foi tapado de se separar do grupo.
Para piorar.O grupo inteiro estava sendo monitorado pela Ripley, a sobrevivente DE TODOS OS FILMES.Essa sempre arranjou um jeito de voltar...

E com sua experiência daria um alento a tds.Não justificando as ações de alguns do pelotão.


Tô falando do "Resgate..o melhor dos filmes da Franquia!

Ele o melhor filme da franquia por que é um filme de guerra.A mais justa entre os xenomorfos e os humanos de tdos os filmes!E os fãs gostaram tanto disso.Que depois virou jogo e vendeu horrores e multiplicou a lenda em torno de si.

Agora reclamar de falta de coerencia porque a protagonista do filme não fala o idioma da raça alienigena e que por causa disso tinha que catar o robô.Também foi dose...

Foi muita falta de imaginação sua..


Eu não quero subestimar seu raciocinio...mas você não parou para pensar que os space jockeys sabem se comunicar na lingua dos humanos?
Isso é cinema cara!


Até em Star Trek os romulanos falam melhor a lingua da galaxia do que os nativos da Terra.
Por que os engenheiros não poderiam?

* Perdoe qualquer erro de digitação.Abço!xD


Tiago Tiago (06/07/2012 00:04:02)   26 1
Na boa, deixa pra lá. Dá pra ver que essa nossa discussão ñ vai levar a nada. Pela forma que vc escreve dá para perceber que vc ñ está usando um olhar crítico, deve ser um fã do universo do filme ou do diretor. Ñ importa quais questões sejam levantadas vc sempre vai ter explicações p as mesmas; e quando ñ tiver, vai dizer que temos q usar a imaginação para compreendê-las. Vlw!

John Mayers John Mayers (06/07/2012 01:18:29)   260 0
Sou fã do diretor.Mas tenho olhar crítico sim.Vou dizer até uma coisa que eu acho que não tem nada haver.Mas é mais para você entender como eu penso.
Dando um exemplo.

Frequento o foruns internacionais por que eu acho que lá o pessoal tem mais base sobre Ficção cientifica do que aqui.Não só em torno da mitologia do Alien ,mas por que lá esta umpublico especializado em Sci-Fi a mais tempo.É um culto maior.
E quando você é um adepto desse estilo de filme.Você tem que ir alem do que você houve em revistas , jornais "não especializados" no assunto.

Não é o caso do "omelete".Eles são pessoas antenadas nisso e sabem o que estão falando.
Mas mesmo entre os entendidos há controvérsias.Eles mesmos devem discutir entre eles antes de colocar a matéria no ar.E acho que até você me daria razão.
O pessoal que se aprofunda.É mais diversificado.Existe imparcialidade.E surge muito debate.Mas nos foruns tem pessoas como como você lá.Mas ,no geral , há sempre pessoas levantando novos questionamentos.E não reprisando o que os outro dizem.

Tenho que frisar isso.
Sou fã ,principalmente, de FC.

Pela forma que você "viu" o filme que não acho que pode falar o que vc pensa que sabe.Não na parte de Ficção.Que você manda legal.Mas na narrativa.
O filme tem dois furos no final.Mas nehum deles vc citou.Você ficou nas entrelinhas.Nos clichês ( que tdo filme tem) , nas personalidades dos personagens ( que a meu ver os protagonistas são important´ssimos para a história e dão a ela sentido e imersão) e no imbróglio entre o novo e o antigo.

Resumindo.
Já detonei filmes de vários diretores que eu gosto.
Por isso não posso aceitar essa sua afirmação tambem.
Poderia dar vários exemplos de força maior que contrariam isso.


Como a nova trilogia de SW.

Acho que fui um dos que mais desci lenha nos ultimos anos..Época em que fui até moderador de foruns nacionais ,nunca baixei a guarda.
Ainda penso a mesma coisa dos filmes que eu vi a mais de 10 anos no cinema.Minha percepção sobre os filmes foi correta e imparcial.E até seguida.

Voltando a origem da nossa discussão...

Não acho que o caso de Prometheus foi parecido.A história não foi manchada.Ela esta lá.Ainda para ser mais desenvolvida.

Comparado com outra maxi-saga.

É bem diferente do que o George Lucas fez no episódio 1 A ameaça fantasma, quando acabou com o mito dos filmes.
Não dava mais para aproveitar nada.
A alma do filme foi destruida.
O estrago foi tão forte que suas sequencias não conseguiriam dar prole a algo digno a série.

Foi o fim.Logo na primeira parte.
Nãoé o caso de Ridley Scott.

Eu diria que o gênio "acordou".Mas não não esta no auge ainda.Como um dragão adormecido.

Ele não fez um clássico.Mas fez algo mais redundante e aproveitável do que o outro mestre do gênero.Fez aquele que pode ser considerado ao lado de Minority Report e Contato.Os melhores filmes de ficção desde Matrix.Embora esse ultimo ainda esteja em um patamar acima.
Isso é indiscútivel!

Tio Scott ainda não chegou lá de primeira.Mas já fez um buraco na parede.
Falta derruba-la!
Ele tem mais dois filmes para isso.E tá no caminho.

Para terminar.Você dá uma lida , de novo, no que eu disse acima.
Eu te dei razão em alguns pontos.Mas vai dizer que não citei coisas importantes a serem revistas pela sua ótica gestapo?hehee

Eu tô aqui no forum para isso.Para alimentar assunto quando possivel.tendo tempo para digitar ideías.Longas.

Por enquanto eu vou poder fazer isso.Depois posso sumir de novo.

As férias acabam.xD

abração ai Tiago.

sem avatar flavio (06/07/2012 13:56:17)   -220 -1
concordo plenamente com vc. e vc jonh mayers pq continua comparando aliens o oitavo passageiro com outros aliens, nao tem nada a ver uma coisa com outra. os outros aliens são lixo lixo e lixo, e nao tem nada a ver com aliens o oitavo passageiro.

John Mayers John Mayers (06/07/2012 22:07:37)   260 -1
Oi Flávio.

Eu não fiz uma comparação de conexão de um filme para o outro.Não como muitos andam fazendo.Querendo linka situações ocorridas nos outros filmes com esse exemplar feito esse ano.Tentando mixar as duas histórias.

Tambem não citei o 8º passageiro em meu ultimo post , e sim o "Resgate".

Principalmente meu foco foi no ritmo/edição , atuação e efeitos entre os filmes.Mas não a história em si.
Se bem que concordo com você que em relação as personalidades de alguns personagens fiz referências pontuais entre eles.Mas acredito que foram corretas.

Fiz uma comparação entre duas sagas é verdade.Mais pela pressão histórica que envolve dois cineastas renomados .A época em que Ridley volta a um estilo de cinema que ajudou a definir.E a expectativa alcançada que ambos alcançaram.
E de formas distintas.

Hoje um deles se encontra em situação semelhante ao que aconteceu ,a uns anos atrás ,com George Lucas.Mas a vantagem que Ridley Scott sai ileso na sua volta ao universo que ele criou; no meu entender.

Para você compreender mais um pouco a onde eu quero chegar, você teria que ler meus posts antigos.Eu realmente digitei muita coisa e procurei não me repetir desde então.Baseando mais o conteúdo em cima da reflexão dos colegas.
Abraço ai.

John Mayers John Mayers (06/07/2012 22:16:40)   260 -1
*Corrigindo:

Hoje Ridley se encontra em situação semelhante ao que aconteceu ,a uns anos atrás ,com George Lucas.
xD


sem avatar Rafael (04/07/2012 08:52:51)   -1 -1
Assisti ao filme ontem e gostei. Mas fiquei incomodado com um problema que apareceu em diversos momentos no filme: Incoerência nos personagens. A listar:

- Quando o primeiro engenheiro é descoberto, o Millburn e Fifield ficam com medo e resolvem voltar para a nave. Primeiro problema: Por que nem Holloway e nem Shaw questionam isso, considerando que eles são os líderes da expedição (conforme apresentados pelo Weyland) e presumivelmente estão no comando daquele grupo? Além do mais eles estão prestes a entrar em contato com uma forma de vida alienígena (e aquela que é o objetivo da expedição), então como assim o biólogo (Millburn) resolve se mandar e tá tudo tranquilo?

- Na sequência, depois da tempestade a equipe toda retorna à nave e descobrimos que Millburm e Fifield ficaram, na verdade, dentro da pirâmide. Por que Holloway e Shaw não questionam isso? Em primeiro lugar, se trata de uma mentira contada a eles (eles não estavam com medo e nem queriam voltar à nave, e sim explorar outra parte da pirâmide) e em segundo lugar, que pesquisa paralela eles estão fazendo? Acho muito incoerente que Holloway e Shaw não questionem isso, nem entre si.

- Millburn entra em contato com a serpente alien. Esse é o pior momento do filme, toda o comportamento dele é o extremo oposto do que se espera de um biólogo em contato com uma espécie alienígena em um ambiente hostil. Se ao menos tivesse sido o Fifield a fazer isso... Mas sendo o Millburn entra para a galeria de incoerências.

- Shaw "grávida" sendo mantida presa por David e pelo menos outros dois membros da equipe, interessados no alien dentro dela. De repente ela foge, ninguém vai atrás dela, ninguém tenta impedir a cesariana e pior: O alien retirado do ventre dela fica esquecido dentro da nave até o final do filme. Ué, o interesse no alien passou?

São todos furos, e um pouco graves. Suponho que seja culpa dos cortes, e uma versão com 20 ou 40 minutos a mais deve incluir cenas que dissipem essas incoerências. De qualquer forma estamos falando do "corte oficial" aqui e é ele que vale. Não deixei de gostar do filme por causa disso, pelo contrário: Gostei pelo tema e história. Mas são defeitos que te tiram a atenção do filme, e isso conta pontos contra.



Anderson Anderson (03/07/2012 22:14:29)   545 2
A ORIGEM E PROMETHEUS, são as melhores ficções científicas deste século até agora....
PROMETHEUS é muito superior à qualquer outro filme SciFi recentemente lançado....
Lembrem que Alien(a maioria aqui nem viu), é muito mais parado e tem muito mais a alcunha de Horror do que somente Ficção.
O ROTEIRO é mt bem amarrado, tá faltando é gente com massa encefálica para interpretá-lo....
A mesa cirúrgica por exemplo, ninguém se ligou que ela foi projetada para a Fisiologia Masculina, porque ela serviria numa eventual emergência para o Peter Weyland(idoso fundador da Weylnd Corporation), já que ele estava com o pé na cova...
E muitos aqui disseram que ela não é médica e portanto não saberia operar a mesa cirúrgica...Com uma interface fácil daquela???
-Alguém precisa de Graduação em Informática para operar um Caixa Eletrônico????


sem avatar Leandro (06/07/2012 11:03:54)   0 0
Ela conhecia a máquina, chegou a falar que ela era cara e tal... e sinceramente, isso é um detalhe pouco importante no filme... se o diretor quisesse poderia deixar fazer a maquina operar por controle de voz, e ai? tá resolvido!


sem avatar Sérgio (03/07/2012 18:18:21)   25 0
Boa crítica do Omelete.

Sugiro também a leitura da seguinte crítica de Prometheus:

http://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2012/06/23/prometheus-2012/

Abraços
Sérgio



Analisando Friamente... Analisando Friamente... (02/07/2012 22:19:56)   3 1
É triste passar 2 anos na expectativa e sair do cinema ultradecepcionado.

Os mistérios do filme não me encomodaram.

E sim Ridley scott aceitar esse roteiro final, do safado do Damon Lindelof.

Até "Lunar" de Duncan Jones , com todo seu baixo orçamento, tem mais coerência do que essa super-babaquice mau escrita.

O filme não há um "crescendo" e a trama esburacada deve estar remoendo Arthur C clarke, aonde quer que o mesmo esteja.

Isabela Boscov saiu do cinema com vontade de esbofetear Ridley Scott.

Eu já daria um corretivo maior:

Rasgaria seu estômago e queria vê-lo meter morfina na veia, e suturar-se com grampos e sair saltitando todo alegre por aí.

FDP, puta-filme cocô.


John Mayers John Mayers (03/07/2012 03:04:33)   260 -1
Eu tenho um grande respeito pela crítica Isabela Boscov.Mas ela já falou bem de filmes que eu colocaria no limbo.
Mas eu a vejo como uma pessoa que entende de cinema.E que pelo menos expôs sua opinião.E muito bem escrita.

Mas por essa simples razão.Creio que cada um de nós tem que ter sua própria visão sobre o filme.

Eu tenho um amigo que gostou e eu esperava que odiasse.
Por que quando Ridley Scott "apontou" o dedo para a religião , eu imaginava que seria o fim para ele.E ele é do tipo que vai a missa e lê a biblia saca?

Mas ele adorou o filme.
Foi inesperado para mim isso.

Eu vejo a sua critica "fria" não por que você não entendeu o filme.Mas sim por que você quer assim!

No seu histórico não há nenhum momento em que você tenha entrado aqui e tenha trocado experiencia de uma visão para outra com os outros internautas do site.

Você é o que normalmente os colegas chamam de "haters".E não há motivo para isso.

Se "agarram" a crítica dos outros por que não conseguem construir as suas.

Arthur C.Clake não esta se remoendo , por que ele como qualquer outro autor de FC sabe que só o tempo vai dignificar sua obra.E no caso ,desse filme, ele ficaria lisongeado.Embora não seja sua obra sendo observada ;não há nada melhor do que ser lembrado como referência para um outro mestre do genêro.
abço.


L@!r L@!r (02/07/2012 08:04:27)   68 1
Assisti o filme e acho que 3 ovos merecidos. O filme deixa muitas pontas soltas e será necessário pelo menos mais um filme para amarrál-las, embora eu acredite que serão mais dois. Existem muitas situações que exigem do expectador uma dose maior de paciência e imaginação para serem verossívemis. A caracterização do Androide está um pouco datada e novamente exige uma atenção especial da audiência que, se não perceber a sutileza da situação, pode não embarcar na idéia de que, em tempos de Wi-fi e Bluetooth, um robô tenha que receber informações da nave da mesma forma que os humanos, embora (como dito com voz indignada por Érico Borgo) o filme explique isso.


John Mayers John Mayers (02/07/2012 13:13:22)   260 0
A grande maioria não entendeu nem o que foi explicado , quanto mais pedir mais "imaginação"...
Repetindo: O grande público não esta acostumado a ver SCi-Fi.
Se colocar esses mesmos que criticaram para ver algo filmes como: "Planeta dos Macacos" , "Contato" ou "Metropolis".
A gente só vai ouvir explicação m5rd4...como ocorreu aqui com certos comentários.Teve gente fazendo até comparação com AVP...
Tenso isso não? :-/

Anderson Anderson (03/07/2012 22:14:09)   545 0
A ORIGEM E PROMETHEUS, são as melhores ficções científicas deste século até agora....
PROMETHEUS é muito superior à qualquer outro filme SciFi recentemente lançado....
Lembrem que Alien(a maioria aqui nem viu), é muito mais parado e tem muito mais a alcunha de Horror do que somente Ficção.
O ROTEIRO é mt bem amarrado, tá faltando é gente com massa encefálica para interpretá-lo....
A mesa cirúrgica por exemplo, ninguém se ligou que ela foi projetada para a Fisiologia Masculina, porque ela serviria numa eventual emergência para o Peter Weyland(idoso fundador da Weylnd Corporation), já que ele estava com o pé na cova...
E muitos aqui disseram que ela não é médica e portanto não saberia operar a mesa cirúrgica...Com uma interface fácil daquela???
-Alguém precisa de Graduação em Informática para operar um Caixa Eletrônico????


Ritter Ritter (02/07/2012 03:31:54)   3 0
Bem, eu realmente gostei deste filme, e poderia citar vários aspectos que me fizeram gostar dele, acho que a premissa inicial é bastante interessante no meu ponto de vista, ligar a origem da espécie Humana a alienígenas no passado não é nada inédito, mas se você espera obter uma resposta conclusiva sobre a origem da vida, tire o cavalo da chuva, como eu tive de tirar o meu... porém o filme pode entreter e trazer uma boa dose de suspense e medo. Pessoalmente fiquei bastante conectado ao desenrolar do filme, mas pude perceber que neste longa, houve muitos furos, desde de incoerências narrativas até a mega falta de profissionalismo dos personagens, principalmente a estupidez e o amadorismo dos cientistas, mas sem spoiller. O filme não é muito didático e quem nunca acompanhou o Legado de Scott, provavelmente ficará com a sensação de ter perdido o mapa no meio de um selva escura. Os personagens são bastante superficiais, nem citarei algo sobre a interpretação dos atores, mas acho que esse filme poderia ter sido melhor aproveitado, levando em consideração o tema em que ele trata...
Se eu pudesse daria 3,5 ovos, não daria 4 ovos pq eu esperava mais de R. Scott, espero que ele faça o Prometheus 2 a fim de conectar todos os furos a um tema final, com uma explicação mais plausível.



sem avatar Guilherme (01/07/2012 23:44:38)   13 -1
Fico imaginando uma coisa. Ridley Scott e Damon Lindelof realmente criaram pra cabeça com aquele final. Eles poderiam muito bem ter resolvido os mistérios da série Alien e ao mesmo tempo ter uma franquia nova, como? Muito simples, começaria pela lua, mudaria para a mesma de Alien - o 8° passageiro e depois no final o engenheiro "gravido" voltaria para a nave e tentaria sair da lua, porém o proto-alien sairia da barriga dele e ele morreria.... pronto, teríamos o nosso famoso space-jockey. Assim finalizaria as duvidas sobre a franquia Alien e automaticamente uma nova franquia estaria começando já que a doutora Shaw e o David estavam indo para o planeta dos engenheiros e Ridley Scott não precisaria mais se preocupar em responder nada da serie Alien.

Então acredito que eles vão ter que inventar algo muitooooooo bom pra sair dessa agora.



sem avatar Fabiana (01/07/2012 12:21:22)   6 2
Eu não assisti alien... então talvez o que eu fale esteja incorreto, mas eu achei o filme muito INCOERENTE, algumas cenas você se pergunta depois: porque diabos aquilo aconteceu? Qual o sentido de ela ter ficado gravida (de um polvo)? Qual o sentido de o David não querer tirar o baby dela e depois ela foge e depois fica tudo bem?? Qual o sentido de o cara alienigena morrer e sair um Alien de dentro dele??? As ideias da mulher principal são muito retardadas, a teoria dela é baseada em NADA, eles vão pro espaço porque ela acredita que eles são os criadores, só porque ela quer, sem nenhum sentido. Enfim... não gostei.


John Mayers John Mayers (01/07/2012 15:15:10)   260 0
Fabiana vou tentar te explicar por partes.

Qual o sentido dela engravidar?Essa foi muito discutida aqui.Mas essa já é até fácil de responder.Pessoal cansou de explicar no forum.Se tiver tempo dê uma vasculhada nas respostas dos usuários.^^

Ou se preferir.A resposta esta no filme.Se você prestar bem atenção vai perceber por que.Mas tudo tem a ver com as ações do robô.O androíde David 8.Tudo que ele faz não é involuntário.

E não foi de um polvo que ela ficou gestante...rsrs...aquilo ali é um espermatozóide mutante brincalhão!heheee..

Falando sério agora

David não tirou o organismo por que ele tentava seguir ordens expressas da empresa(Weyland Corp)para manter a paciente em estado de hibernação ( c/ o feto alienígena) até a sua volta a Terra.Fato que não ocorreu.Já que a doutora se recusava a carregar a criatura na barriga.E fez a cirurgia forçada no medpod.

Como você deve ter percebido durante o filme.O liquido escuro que escorre das jarras encontradas em uma espécie de santuário em uma base (cave?!) no planeta LV-223 é tambem o motivo de várias mutações e das contaminações que ocorrem durante o filme.Cada cena que envolve contato com essa sopa; cria degenrações , mutações e até formas de vida.Dependendo dos caso.

sem avatar flavio (03/07/2012 09:49:26)   -220 -2
assista alien o oitavo passageiro, só , o reto é lixo.


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Marcelo Henrique Marcelo Henrique (01/07/2012 00:12:23)   -10 1
Porra já me dá é raiva quando venho ler o caraio de uma critica no Omelete e vejo que quem escreveu foi o Hessel.

Porra que cara mais idiota.

Odeio as criticas dele.


Filme otimo adorei.


Marcelo Henrique Marcelo Henrique (01/07/2012 00:42:52)   -10 1
Fora isso ele fica com uns papinhos de líquidos gosmentos, músculos definidos, sexo e feminismo, não é a primeira vez que leio uma critica que ele destaca essas coisas q homem nenhum percebe... hum... Sei não mais acho que esse gordinho queima a rosca.

Eita que descobri o baitola do grupo.


Comentarista Comentarista (29/06/2012 23:41:46)   466 1
(Ok, faz quase um mês mas estou avisando que há SPOILLERS)

Revi o filme nessa semana e, agora analisando com mais calma, algumas ideias ficaram bem claras (ou são coisas da minha cabeça!):

1) Quando o engenheiro se mata, logo no início, num lugar que não dá para afirmar que é a Terra, de fato mostra a origem da vida nesse planeta (o que não achei na primeira vez), isso porque, nos instantes que recedem e seguem a formação das letras do título do filme, aparecem células sendo criadas e se dividindo.

2) David infecta o namorado da Shaw cm o mesmo líquido que o engenheiro "suicida" toma (que estava em ampolas de vidro dentro das "garrafas térmicas" encontradas na sala do cabeção), mas como a quantidade é bem menor (uma gota), ou efeitos são mais demorados, mas os sinais físicos são os mesmos. Só não vemos a desisntegração porque ele é morto pela Vickers.

3) Os vermes presentes no satélite, ao entrarem em contato com o líquido prateado que vem da "decomposição" das tais "garrafas térmicas", sofrem uma mutação, se transformando nas serpentes que atacam o biólogo e o geólogo. O geólogo também entra em contato com o líquido prateado, e também sofre uma mutação, tendo suas características físicas e mentais alteradas, o que explica seu "estado zumbi".

4) Shaw conseque descobrir que os engenheiros querem eliminar a vida na Terra por um motivo: David sabe. Como David soube? Ao entrar na nave onde estava o engenheiro hibernando, David ativa a projeção, e nelas os engenheiros conversam entre si em sua língua natal - que David entende. Logo, quando ele leva Weyland e o resto para visitar o engenheiro sobrevivente, possivelmente já prevê sua reação, mas talvez esperasse fugir antes de ter sua cabeça arrancada.

5) O engenheiro reage da forma hostil porque ele iria até a Terra destruir os humanos. Logo, se os humanos conseguiram desenvolver uma tecnologia suficiente para ir atrás dele(s), representavam uma ameaça.

6) Por último, mas não menos importante, o Alien não surgiu do cruzamento entre o "facehugger" "parido" pela Shaw e o engenheiro. Uma escultura em alto relevo, em uma parede na câmara onde está o "cabeção", mostra claramente a imagem de um Alien, e representado como uma divindade.

Minha teoria é que a primeira forma de vida que os engenheiros criaram foi um tipo de Alien (que no filme é diferente por ser um xenomorfo), ou uma Alien-Mãe, que gerava descendentes por si só, e por tal motivo era tratada como divindade (vai saber). O caminho devia ser similar ao de Prometheus, mas ao invés de namorado-infectado que "engravida" Shaw que "pare" "facehugger" que "fecunda" engenheiro que "pare" Alien, seria engenheiro-infectado engravida engenheirA que pare facehugger que fecunda outro(a) engenheiro(a) de onde sai o Alien. Ufa... mas isso são só palpites furados.

A inconsistência mor do filme (na verdade a única) é entender como o piloto tira todas as conclusões só por meter fogo no geólogo "zumbi". Acho que o Ridley Scott perdeu a mão durante o último corte (de 20 e poucos minutos) e deixou algo passar, então tenho a esperança que a versão do diretor conserte isso.


John Mayers John Mayers (30/06/2012 01:25:47)   260 1
Comentarista ótimas observações.

Quanto ao Capt Janek deduzir o fato de que ali era uma base, eu não tenho certeza ,mas não acho que ele "advinhou".Ele começa a desconfiar a partir do momento que descobriu ,atráves das sondas, que ali não se tratava de cavernas apenas.E sim de uma nave escondida.

Mesmo considerando essa hipótese.Foi muito corrida essa explicação.Ele se "teleporta" para a cena , aparece do lado da cientista e explica o relatório.Faltou sutileza na explicação.Nada contra ele descobrir por si só tb.Foi tudo muito efêmero.Mas não vejo como furo.



Comentarista Comentarista (30/06/2012 02:09:41)   466 0
Valeu John.

Pelo que me lembro, a dedução da existência da nave pelo Janek ocorre após a cena na qual ele faz todas as revelações pra Shaw, pois quando ele descobre que há uma nave disfarçada, e a avisa, ela já está junto com David, Weyland e o resto dentro da nave (ou em algum túnel bem próximo a ela).

sem avatar Cristiano (30/06/2012 20:33:39)   1 0
6) Por último, mas não menos importante, o Alien não surgiu do cruzamento entre o "facehugger" "parido" pela Shaw e o engenheiro. Uma escultura em alto relevo, em uma parede na câmara onde está o "cabeção", mostra claramente a imagem de um Alien, e representado como uma divindade.

Tb acredito que o alien que surgiu da misturama engenheiros e humanos não seja o primeiro ou a origem do Alien. legal esta informação.

Outra coisa que pude notar é que estes engenheiro estavam a anos hibernando naquele planeta, portantando se manteram sem evoluir. A Shaw aparentemente se dirige ao planeta dos engenheiros, será eles que vão encontrar lá? Será que encontraram lá na verdade os Aliens dominando o planeta mostrando assim que com fogo não se brinca? Será que vamos ver alguns Predadores por lá brincando de caçar engenheiros, hehehe?

Próximos capítulos quem sabe.

sem avatar flavio (02/07/2012 12:46:00)   -220 -1
com certeza nao haverá predadores, não tem nada a ver com aliens o 8 passageiro.


sem avatar Jhonystrike (29/06/2012 20:37:51)   1 0
para início de uma saga achei legal agora quem é fã do oitavo passageiro e espera tudo aquilo que fica em oculto no oitavo passageiro num único filme realmente se decepciona.Eu espero que no próximo filme ou nos próximes filmes(não acharia ruim se prometheus se transforme em uma trilogia) venham as respostas, agora Redley terá que se superar nas próximas sequências e os roteiristas de Lost vão ter que fazer um roteiro que traga mais respostas e não deixe dúvidas no ar.


John Mayers John Mayers (29/06/2012 22:52:30)   260 -1
Johnny mas isso que esta errado.Não dá para fazer comparações.São filmes diferentes.Abordagens diferentes.Ritmo idem.
São apenas 8 operários em uma nave mineradora.A outra são 16 ,ou 17, em uma nave exploradora.

E dai vem aquela comparação que muitos fizeram e cria debate: "Ahh tem que mostrar como o outro age nessa situação"."Não esta claro isso no outro personagem!"."Não exploraram a personalidade do outro ali."...e etc...

Não rola .

Se você olhar bem para o "O resgaste" , o "8º Passageiro" e "Prometheus".Eles são bem diferentes entre si.Um é mais cadenciado.O outro é mais frenético.O outro da um loop de 360ºe acelera nos instantes finais e até parece meio descompassado por causa disso.
São bem heterogeneos a meu ver.

Nenhum filme.Nem o Aliens o Resgate conseguiu dar tanta enfâse na personalidade dos candangos da tripulação.
A não ser definir quem tem mais auto controle quando o bicho pega..
Embora eu reconheça que isso tambem é uma face de dois gumes.E há discussão.

Quanto ao roterista da série "lost" ; não deveria voltar.Tem que vim alguem de fora e com mais precisão aproveitar o que foi criado nessa primeira parte é dar progresso.O Damon Lindelof já deu pro gasto.
ELe é especialista para segurar a audiência e criar mistérios.Mas as respotas não é bem o ramo dele..quem foi fã do seriado sabe bem do que estamos falando.Que só foi bacana até a terceira temporada.

John Mayers John Mayers (29/06/2012 23:05:44)   260 0
hahaha..perai..gente cometi um deslize..Não tem 8º operário não...kkkk
Abço!^^

sem avatar flavio (03/07/2012 12:24:28)   -220 -2
seu trouxa o oitavo passageiro era o alien.


sem avatar Cristiano (29/06/2012 19:38:30)   1 0
Minha opinião quanto a um ponto que muitos colocaram de uma maneira totalmente diferente a que eu entendi.

Me custa acreditar que uma espécie alienigena inteligente não possua um meio de retirar seu próprio DNA para outras combinações e jogá-lo na terra sem precisar se matar para isso. Não acredito que o engenheiro tenha se matado para gerar vida na terra como andam dizendo, mas o contrário.
Por algum motivo ele ficou para tras e tomou aquela coisa preta para destruir todos os traços de seu DNA e assim não influir na vida da terra. Sua morte pareceu dolorosa por conta disso. Apesar do esforço, uma parte não foi destruida, ou seja, o homem surgiu de um acidente, de algo não planejado.

Segundo Ponto que não vejo comentarem.
Falam muito do filme "O oitavo passageiro" que é um dos filmes e considerado posterior em termos de cronologia ao filme Prometheus, porém temos lançamentos recente de dois filmes: Alien vs Predador 1 e 2, como fica a história considerando esta outra trama, de cronologia anterior ao Prometheus?



sem avatar flavio (29/06/2012 12:15:34)   -220 -3
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sem avatar Cristiano (29/06/2012 20:08:51)   1 0
O Zumbi que vc fala era um cientista que estava vivo e foi alterado geneticamente neste estado, logo, uma transformação imperfeita e esta alteração foi passada para a namorada cientista que gerou uma vida com este DNA alien, logo temos uma combinação genetica mais perfeita que gerou a tal LULA. Depois a lula pegou um Engenheiro e novamente ocorreu outra combinação Genetica. Dali surge o Alien mais próximo daquele conhecido nos filmes, mas não necessariamente pode ter cido ali o início de sua criação e espécie, podendo os engenheiros já terem feito tais esperimentos e visto o surgimento deste Alien antes. Eu prefiro acreiditar que seria assim, pois desta forma o filme Alien versus Predador se encaixaria nessa trama, visto que o Alien neste último filme mostra que já conhecia o planeta terra.



sem avatar Cristiano (29/06/2012 20:26:39)   1 0
Veja que na terra temos exemplo de parasitas, virus, insetos e várias formas de vida que sofrem mutação ou se utilizam de hospedeiros para seu desenvolvimento.
A inpiração vem destes certamente.
Cito um parasita que me lembra a faze em que o alien esta dentro do corpo humano por exemplo que é o Taenia solium e Taenia saginata.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ten%C3%ADase
Claro que temos inumeros casos semelhantes e um deles ou mais inspirou o modo como o Alien se reproduz.

sem avatar flavio (02/07/2012 12:48:42)   -220 -3
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sem avatar Gian (29/06/2012 06:46:37)   -9 0
ia esquecendo tem coisa mais ridícula que um extraterrestre superior (criador inclusive da raça humana!) ter que tocar uma flautinha pra ligar a geringonça de uma espaçonave ? hein me diga ,isso é prometeu ... prometeu demais e não cumpriu isso sim .



sem avatar Gian (29/06/2012 06:34:04)   -9 1
A idéia era boa mostrar "o antes" do alien ,como ele surgio e de quebra desvendar como surgio a raça humana e a vida na terra ,mas o que se vê é um ramake pobre e mal feito de alien (diga-se de passagem na época que foi lançado alien foi simplesmente fodástico !),não gostei literalmente copiou demais alien não se deu nem ao trabalho de mudar as cenas só mudou os cenários ,muito decepcionante e ainda com final aberto pra continuação ,se propôs a explicar a origem do alien e dos humanos ,mas no fim não explicou nada ,o filme focou só numa cruza confusa de dnas em um repeteco sem graça de filme.


sem avatar flavio (29/06/2012 12:09:29)   -220 -3
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sem avatar Kaworu (29/06/2012 16:21:41)   20 0
Quais pontos vc achou que o filme copiou de Alien o 8º passageiro? Podia dar algum exemplo? É que não me recordo de nenhum no momento... ;)


sem avatar Kaworu (28/06/2012 18:19:56)   20 -1
E lá vamos nós...

O filme foi tudo que esperava e mais um pouco. Como fazer um preludio que não é exatamente um prelúdio? Bom... Ridley Scott é f#%@! Trilha sonora sensacional, ambientes incriveis e imersivos(não vi em 3d pq tenho uma certa sensibilidade ao efeito... T.T) e aquela cena do começo... CARA FOI INCRIVEL!Me senti sortudo por poder assistir um dos MAIORES eventos do cinema de ficção cientifica e o nascimento do melhor vilão de todos os tempos! Foi Épico! Sem dúvida alguma!

***WARNING SPOLILER ALERT***WARNING SPOILER ALERT***

A cena do parto me fez quase ter um troço! que aflição! Um monte de gente na sala de cinema ficou desconfortavel, uma moça até tapou os olhos!!hahaha!!! Foi incrivel! E todos aqueles aliens-orgãos sexuais tem bem a marca do Giger... convenhamos, alguem ja viu os desenhos dele??? Da até para entender a critica do Hessel... depois de ver tudo aquilo... hehehe!!Brincadeiras à parte, foi bem legal.

A equipe da Prometheus foi meio bizarra... numa expedição de trilhões e aquilo foi o melhor que eles conseguirão? Bom...o pessoal da Weyland-yutani não acertou tb, veja os tipos de fuzileiros(apesar de muito competentes) que eles arranjaram em aliens. Td mundo foi muito inconsequente. Mas o David foi a estrela do filme, falando aquelas frases de impacto e td mais. Achei que a Vickers podia ter tido um papel maior, mas gostei do jeito que ficou. A Rapace ñ é a Ripley, e nem tenta ser(o que é ótimo), conseguindo assim, fazer uma ótima protagonista. não botava fé nela, me surpreendi.

Mas aquele final... me pegou de surpresa mesmo! Como o sr Scott disse, vc pode fazer varias teorias e falar sobre varias possibilidade e todas elas vão ser validas, ele fez as pessoas usarem algo que muitas não usam nos filmes mastigados de hoje em dia, a criatividade de criar seu próprio final.

Na minha opinião, o Alien Deacon(foi o R. Scott que o chamou assim) foi até a nave caida do space Jockey, evoluiu para uma forma diferente de rainha (eu sei, apesar de não serem os mesmos, a boca é bem parecida) e botou um monte de ovos. Dai, um dos outros SJ acorda, ve que uma das naves sumiu(a nave que partiu com a shaw) e desavisado, pega a nave cheia de ovos e parte em busca da shaw... mal sabe ele que a viagem vai durar pouco...

Eu pensei nisso depois de ver uma arte conceitual que mostrava o Alien Deacon saindo da capsula da vickers e olhando para a nave do SJ caida.

Contem sua teorias sobre o final!

Enfim, Prometheus cumpriu com tudo o que eu esperava, não pode ser comparado com alien 8º, pois são filmes completamentes diferentes, mas trouxe aquela sensação assustadora de que ninguém vai ouvir seus gritos se você estiver tão longe de casa...
obs.(acho que escrevi demais!;D)


sem avatar Kaworu (28/06/2012 18:38:16)   20 1
Achei a imagem que mencionei acima, segue link: http://www.prometheus-movie.com/media/concept013.jpg

sem avatar Kaworu (28/06/2012 18:43:54)   20 0
esqueci dessas imagens que estão no forum tb!
http://www.prometheus-movie.com/community/forums/topic/7536

John Mayers John Mayers (28/06/2012 22:34:54)   260 1
Você focou pontos interessantes K.
Que eu tinha deixado passar.Legal.


sem avatar GOMERTO (28/06/2012 06:15:45)   -179 -2
Tem pessoas que vao ao cinema pra comer pipoca, conversar, atender celular e depois nao entende nada de filmes com roteiro amarrados durante todo o filme , se perder cenas chaves e nao raciocinar e melhor ver branca de neve e o caçador,,,,,ai vem nos sites criticar os filmes , e pior nao assistiram """alien o 8 passageiro """"e postam asneiras dizendo que o filme alien o 8 foi cheio de açao, os filmes do diretor Ridley Schot que sempre cria filmes com suspenses se desenvolvendo ate o final,, Alien o 8 passageiro pra quem nao sabe e tambem um filme monotono dentro de uma nave ,alien o 8 nao tem nada de açao ate o meio do filme, o filme vai se criando ate o final quando ai sim aparece a açao do filme , porque e assim os filmes de SCOTT , e assim o diretor fez com prometheus,, ficou um filmaço assim como o 8 passageiro,,,,mas foi otimo somente para aqueles que tem racicinio.



sem avatar Adriano (28/06/2012 02:36:33)   -2 -2
Foi só eu que notei que o personagem do velho executivo é a cara do personagem Biff, da trilogia De Volta para o Futuro?

Sobre o filme, os fãs de ficção vão gostar, eu também gostei, mas tudo que disseram aqui sobre furo de roteiro e algumas partes desnecessárias e despretensiosas realmente eu confirmo. Mas aí tornaria o filme muito nerd, coisa que Ridley Scott não quer masi fazer, o negócio é dindim agora, garantido por este e suas sequencias.

Ah, 3D neste filme não é proveitoso, eu tirava e punha os óculos em algumas cenas, eles não aproveitaram naquilo que era mais interessante.




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