Domingo, o último dia da Comic-Con 2010 é também o mais tranquilo. Com a Sala H fechada, há poucas atrações de peso acontecendo, então é possível circular pela feira, procurar apresentações menores e encontrar tempo para conversar com artistas. Foi exatamente o que fizemos hoje.
Érico Borgo
Depois de uma passada pelo painel de Smallville, pude andar atrás de novidades no Centro de Convenções e fazer algumas coisas que eu não havia encontrado tempo para fazer, como jogar Killzone 3 em 3-D (aguarde a análise).
Com menos compromissos, também pudemos registrar mais situações no Centro de Convenções e planejar pequenas matérias em vídeo, como a que fizemos com os quadrinistas brasileiros Rafael Albuquerque (Mondo Urbano), Fábio Moon e a colorista Cris Peter (ambos de Casanova) sobre o mercado de trabalho nos EUA e suas portas de entrada. Aliás, eu não conhecia Rafael e Cris e eles foram extremamente simpáticos.
Também encontramos nosso parceiro e correspondente Steve Weintraub para gravar um encerramento em vídeo para a feira. Depois, hora de fazer algumas compras (temos novas tranqueiras para a mesa da OmeleTV) e começar a trabalheira de editar entrevistas, artigos e matérias em vídeo. Vamos levar semanas para publicar tudo o que captamos em intensos 4 dias de feira. Fique de olho no Omelete para muitas surpresas!
Pra encerrar nossa passagem por San Diego, nada como uma sessão de cinema perto do hotel. A hora avançada e as 2h30 de A Origem (Inception), o novo filme de Christopher Nolan, porém, quase fizeram babar o sujeito que continua este diário abaixo. Eu aguentei bravamente - os "baaaaaaaaums" da trilha sonora me mantiveram acordado.
Marcelo Forlani
Enquanto o Érico ficou jogando video-game e fazendo compras, aproveitei a calmaria do domingo para acompanhar dois paineis sobre a digitalização dos quadrinhos. O primeiro, logo às 10h, era sobre a pirataria que afeta também o mercado estadunidense, principalmente para as editoras que publicam mangá. O outro, à tarde, falou sobre a era dos quadrinhos digitais, falando sobre a presença cada vez mais constante da nona arte em aparelhos eletrônicos, como os iPhones, iPads e PSPs. Fui a um terceiro painel, sobre capistas de quadrinhos, na esperança de conversar um pouco com o Ivan Reis, mas ele não apareceu. Sem problema, foi ótimo ver Neal Adams e Mark Evanier juntos.
Entre um painel e outro, também fui me encontrar com o Steve, que estava ansioso (como sempre) para me entregar uma encomenda e gravar em vídeo uma mensagem especial aos omelenautas. E ainda sobrou tempo para fazer novas amizades com @rafaalbuquerque e @crispeter, além de conversar com @fabiomoon. E ainda ganhei uma edição autografada da Mondo Urbano, que sai em outubro pela Devir. Coisa fina!
Quando as portas do Centro de Convenções se fecharam, às 17h, saímos para o último (ou primeiro?) almoço com direito a salada da última semana. Nada como uma cantina para comer e beber bem.
Um brinde: saúde a todos e até o ano que vem, San Diego!
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