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Eu Queria Ter a sua Vida | Omelete Entrevista Olivia Wilde

Atriz de House conta que aceitou papel para deixar personagem mais selvagem

05 de Outubro de 2011

A comédia de troca de corpos Eu Queria Ter a Sua Vida (The Change Up) estreia esta semana nos cinemas brasileiros. Na época que o filme foi lançado lá nos Estados Unidos, o Omelete foi convidado pela Universal Pictures para conversar com os atores. Depois de mostrar a entrevista com os protagonistas Ryan Reynolds e Jason Bateman, apresentamos hoje Olivia Wilde, a Treze da série House. No bate-papo, a atriz comenta que entrou para o projeto depois que so diretor deu carta branca e a incentivou a deixar sua personagem mais "selvagem".

Como você está?

Muito bem, obrigada.

Quando eu ouvi falar pela primeira vez de Eu Queria Ter a Sua Vida eu pensei: "Quem quer ver outra comédia sobre troca de corpos?" Já existem tantas... Mas aí eu começei a assistir e pensei: "Nossa, isso é muito engraçado!". É uma comédia para maiores de 18 anos, então... Isso foi uma preocupação para você? De fazer algo único e diferente...

Sim. Eu só quero fazer filmes únicos e interessantes, que vão um pouco além do que as pessoas se sentem confortáveis. E esse filme é um pouco chocante, e eu gosto de fazer parte de coisas chocantes. Mas eu adoro que eles pegaram o conceito de troca de corpos e levaram para um nível completamente diferente. O que é bom nisso é que você usa uma coisa que as pessoas já conhecem para que elas aceitem a lógica, entendam a mitologia da troca de corpos. Eles pensam: "Eles trocam de corpos, já entendi. E agora?".  E a partir daí você pode fazer uma comédia de situação hilária, para maiores de 18 anos e insana. Sabe, é a mesma coisa. As pessoas já viram filmes sobre despedidas de solteiro. Como Se Beber Não Case. Eu já tinha visto um filme sobre isso. Mas eles pegam e vão forçando até você não acreditar, você pensa: "Nunca vi algo tão maluco!". E aí você passa o filme todo pensando: "Não! Eles fizeram mesmo".  E é isso que temos no nosso filme. São os mesmos roteiristas, eles são muito bons em ultrapassar limites, e eu gosto disso.

Tem muitas coisas erradas acontecendo nesse filme. Você tem alguma favorita?

Eu gosto do "light porno". O "lorno".

O "lorno".

Quero dizer, eu não estou naquela cena, mas acho genial.  Eu acho que o Ryan Reynolds detona naquela cena. E foi uma daquelas cenas que a gente assistiu várias vezes no set. E a gente chorava de tanto rir, não conseguíamos acreditar. Acho que aquela cena será lembrada por muito tempo.

Eu me identifiquei com uma frase, uma sentença do filme que diz:  "Não fomos colocados nesse mundo para trabalhar, ter filhos e morrer".

Sim! Amém!

Como você se sente quanto a isso?

Essa na verdade foi uma das coisas que escrevemos enquanto pensávamos na personagem de Sabrina. Eu estava pensando no que ela poderia dizer como um manifesto de liberdade, quando ela estava fazendo o striptease. Eu disse: "Ok, ela vai seduzir ele, mas no seu jeito Sabrina".  Então pensamos no que poderíamos fazer. Na verdade foi o Ryan que disse: "Ela pode estar citando Gloria Steinem ou outra feminista, e ela usa isso. E não precisa ser muito intelectual, mas tem que ter paixão".  Pensamos nessa e em seu estilo de vida, como ela vive, e daí veio essa fala. Com certeza é como eu vivo a minha vida, e espero que as pessoas se relacionem com isso e se identifiquem com a Sabrina naquele momento.

Me parece que foi um filme muito divertido de se trabalhar.  Você sentiu que teve espaço para criar o seu personagem?

Sim! E não é sempre assim, sabe? Foi incrível, eles colaboraram muito desde o princípio. Antes de eu decidir fazer o filme eu conversei com Dobkin, o diretor, pelo telefone e eu já estava preparada para sair de outro filme para fazer esse. Eu disse: "Se eu fizer isso, posso tornar a Sabrina mais selvagem, deixá-la mais esperta e mais estranha?".  E ele disse: "Sim. Escreva suas ideias. Podemos deixá-la do jeito que você quiser".  E é muito legal ter um diretor tão disposto a ser flexível, sabe? Nós nos reunimos e todos deram a sua opinião sobre a Sabrina. Então, ela é uma criação de todos nós e estou muito orgulhosa disso.

Legal, obrigado.

Obrigada.

Eu Queria Ter a sua Vida (The Change-Up) é uma comédia de troca de corpos com Ryan Reynolds e Jason Bateman.

A história criada por Jon Lucas e Scott Moore, dupla que também escreveu Se Beber, Não Case, mostra um responsável pai de família (Bateman) que troca de corpo com seu melhor amigo, o preguiçoso e imaturo personagem de Reynolds, depois de uma bebedeira. Agora os dois precisam correr contra o tempo para reverter a situação antes que destruam as vidas um do outro.

A direção ficou com David Dobkin (Penetras bons de bico).

Eu Queria Ter a sua Vida estreia nesta sexta, 7 de outubro no Brasil.

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