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Before Watchmen | Entrevista com Dan DiDio e Jim Lee

Publishers da DC dão novidades sobre o projeto, falam de Alan Moore e dos autores revoltados com a editora

Steve Weintraub
23 de Abril de 2012

Antes de Watchmen
Antes de Watchmen
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Antes de Watchmen
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Antes de Watchmen
Antes de Watchmen
Antes de Watchmen

[ATUALIZADO, 24/4] Veja novas artes conceituais e páginas da HQ na galeria Before Watchmen.

É inegável a ironia em Watchmen - a grande crítica dos super-heróis dos quadrinhos feita por Alan Moore, que teve início como releitura dos personagens da Charlton Comics (Capitão Átomo, Besouro Azul, Questão etc.) - estar sendo reapropriada por outros quadrinistas (para desgosto de Moore) na sequência Before Watchmen. As sete minisséries do projeto enfocam os principais personagens da original - Rorschach, Comediante, Coruja, Ozymandias, Dr. Manhattan e Espectral - em histórias anteriores à obra-prima de Moore e Dave Gibbons.

No Los Angeles Festival of Books, os co-publishers da DC Entertainment Dan DiDio e Jim Lee estiveram presentes para discutir o prelúdio tão aguardado quanto controverso. O painel e a discussão que se seguiu abordaram um fogo cruzado de tópicos, desde a relação da DC com seus criativos até a situação financeira da indústria de quadrinhos (em outras palavras, por que um prelúdio de Watchmen faria bem) e por que diabos fazer um prelúdio do quadrinho talvez mais amado de todos os tempos.

O espectro de Alan Moore pairou sobre o evento - com uma série de perguntas afiadas quanto às desavenças de Moore com a DC e a falta de envolvimento (ou, para ser sincero, desprezo total) deste por Watchmen: o Filme e agora seus derivados em quadrinhos. Veja a seguir a discussão (levemente acalorada) com DiDio e Lee.

Tem pessoas na equipe da DC que disseram para vocês não fazerem isso [um prelúdio de Watchmen]. Essa discussão interna ajudou vocês?

DiDio: Começou a acontecer esse papo, os rumores de que íamos mesmo fazer o projeto. Quando começou a circular mais, tinha gente que entrava no meu escritório perguntando: "Ei, é verdade?" [E eu respondia:] "Não posso dizer, mas se fosse, você veria algum problema?" Eu estava interessado nessa conversa, que problemas eles veriam. Ou seja, nós tivemos de tudo. Uma das coisas que eu falei para várias pessoas é que, no beisebol, ninguém deixa os melhores jogadores no banco de reseva. Você tem que vir com tudo que tiver. O que as pessoas mais conhecem, o que as pessoas querem ver. Eu acredito que é do interesse da empresa dar sequência a Watchmen.

Lee: Durante o período de marketing do filme Watchmen, nós vendemos mais ou menos um milhão de exemplares. E na época nós sabíamos que todo mundo que era colecionador de quadrinhos de verdade já tinha seu exemplar, ou seja, a maior parte dessa tiragem nova foi para novos leitores. E estamos sempre em busca de expansão nos nossos negócios... Achamos que seria uma grande oportunidade de alcançar novos leitores e ver se podemos convertê-los em leitores de longo prazo. Você tem que usar o que tem de melhor e dar um gostinho daquilo que eles já conhecem. Todos os autores nestas HQs querem fazer algo equivalente ou superar o que se fez na original. Não acho que alguém esteja pensando "Ah, se eu fizer só cinquenta porcento do original, já está ótimo." Esses caras são artistas de verdade.

DiDio: E, para ser bem sincero, não teríamos seguido com isto se não achássemos que temos os melhores talentos à disposição. Aliás, essa é uma das coisas que nos atrasou. Os autores não queriam participar, a não ser que tivessem uma história marcante a contar. Darwyn Cooke foi uma das primeiras pessoas que chamamos e ele se negou por que não sabia o que fazer. Aí, um ano depois, ele entrou em contato e já tinha ideia de como fazer uma história que funcionasse. Aí começamos com tudo.

Ontem foi anunciado que Chris Roberson não está mais trabalhando no arco da série Fairest (entenda a desavença de Roberson aqui). Jim Lee: como autor, como você lida com o que o Roberson disse sobre o posicionamento da DC quanto aos direitos dos autores?

Lee: Eu não conheço Chris e certamente teria ajudado se eu pudesse conversar com ele, ou se ele tivesse vindo conversar comigo. Eu não sabia que ele pensava assim, então foi uma surpresa. Como autor, me parece estranho declarar publicamente que tenho problemas com a empresa que está me pagando para fazer um serviço e que vai cair fora assim que acabar tal serviço. Me parece mais inteligente terminar de fazer o serviço antes de reclamar. Imaginem que, da nossa perspectiva, para a nossa moral interna, o que é para uma empresa contratar alguém tão abertamente contra nossos princípios e continuar pagando essa pessoa. Não faz sentido.

DiDio: Até onde sei, ele fez uma declaração bastante aberta de que não queria mais trabalhar com a DC e nós honramos o que ele disse.

Como autor, como você lida com a discordância de Moore com este projeto e com o filme?

Lee: O interessante é que, voltando ao exemplo de Chris, ele fez referência a um artigo do site Comics Alliance, que fala de como Alan Moore foi tratado injustamente. Aquilo é para ser jornalismo, e só cita entrevistas que Alan deu. As pessoas só prestam atenção quando existe essa polarização, quando tende para um lado. Nós não tiramos nada de Alan. Ele assinou um acordo e ainda ele diz: "Eu não li o contrato". Não posso forçá-lo a ler contratos. Ou seja, tem muita coisa que as pessoas não sabem e Alan falou explicitamente. Tem muitos atenuantes e coisas que merecem análise. Não é tão óbvio e aparente como alguns querem ver... Não estamos usando os personagens sem pagar ao Alan. De tudo que fizemos com Watchmen, das HQs até o filme, mandamos dinheiro para ele. A quantia que lhe era devida, conforme o contrato. Honramos esta parte do acordo. É claro que podemos discutir isso, mas quando se diz que só existe um lado certo, eu não concordo.

Como vocês chegaram ao formato de Before Watchmen? Às minisséries, à publicação semanal...

DiDio: Eu adoro os lançamento semanais. Nós lançamos quadrinhos semanalmente e eu amo essa ideia de ter coisas novas toda semana. Que todo semana você pode ter uma expectativa de que tal série vai estar lá e que com sorte outras séries vão chamar sua atenção lá.

Lee: Os lojistas amam.

DiDio: Amam mesmo. Queremos ver mais gente nas lojas, então o lançamento semanal para ser um caminho... Essa é a primeira parte do quebra-cabeça. Eu trabalhei com Grant Morrison em Sete Soldados da Vitória, que foi um processo muito interessante, pois Grant criou um estilo narrativo com sete minisséries diferentes que se cruzavam e se ligavam, mas que saíam separadamente. Pegamos a base do que Grant fez lá e trouxemos para o projeto com Watchmen. Já que é um prelúdio, temos o desafio de mostrar os personagens antes de eles se conhecerem - então como dar essa sensação de equipe e ainda deixar eles serem indivíduos? Percebemos que Minutemen, Comediante e Ozymandias demandavam narrativas mais longas. Elas cobrem um período mais extenso. Minutemen [enfoca] a formação da equipe, Comediante vai da época dos Minutemen até sua morte. Ozymandias tem a ver com a trama, que trata de uma história mais extensa. Mas as outras são só pequenos retratos de quem eram estes personagens. Por isso ficaram com quatro capítulos, enquanto as outras têm seis. E aí falamos de como lançar. E, sendo bem sinceros, temos alguns talentos que não são dos maas velozes, então tivemos que dar tempo ao tempo. Mas da forma como está o cronograma, vai ficar entre cinco e sete semanas para cada edição, assim os artistas têm mais tempo e esperamos manter a arte consistente ao longo da série.

O original tem raízes profundas na questão de usar violência extrema para causar a paz - o que era reflexo da Guerra Fria e dos anos 80. Nas novas histórias, não foi difícil se ater àquele período e àqueles temas, tornando-os relevantes diante dos problemas contemporâneos?

DiDio: Na verdade as histórias se passam antes daquilo. E são mais baseadas nos personagens do que no mundo ao redor deles. Estamos explorando os indivíduos, como eles cresceram e se transformaram ao longo dos anos, como eles começaram heróis com foco e ideais e como eles mudaram suas opiniões quanto a o que deviam ser... Há histórias fantásticas ali sobre quem eles são. Mas é tudo com base nos personagens, pois não queríamos chegar a esta questão de construir um mundo. Queríamos o foco nos indivíduos. Por isso que a história de Espectral é um rito de passagem, a do Comediante é de como ele entrou no governo e de como tornou-se quem é. Entra bastante na psique e na personalidade dos personagens, e o objetivo era manter a consistência para ser lida como uma coisa só. Você pode ler os prelúdios e o original e achar que são o mesmo mundo, com outra visão. Para deixar bem diferente, nos preocupamos em variar os estilos de arte... Cada artista tem seu estilo. O que é bom, pois cada minissérie funciona à parte, ao invés de seguir um único estilo que seria rígido demais para as histórias que estamos contando.

Quando se tem tantos artistas e autores e histórias num único projeto, como lidar com a coerência da história?

DiDio: É difícil dizer, pois estou acostumado a ver vários personagens como um todo, embora trabalhem separadamente. Vejo Superman ao lado de Batman ao lado do Lanterna Verde ao lado do Aquaman... e todos atuam no mesmo mundo, embora em espaços totalmente diversos. E é assim que eu vejo Watchmen. Eles todos estão ligados à mesma coisa. Fazem parte do mesmo mundo. Eles são algo à parte.

Lee: É um tríptico - três obras de arte feitas para serem vistas separadamente, mas que podem ser unidas em uma só. Tivemos conversas no início sobre como essas histórias podiam se interligar, mas decidimos que era importante focar mais no tom do que na história em si.

Before Watchmen começa a sair em julho nos EUA. A série é formada por Comediante de J.G. Jones; os Minutemen de Darwyn Cooke; o Coruja de Andy e Joe Kubert; o Rorschach de Lee Bermejo; Espectral por Amanda Conner; Ozymandias por Jae Lee; Curse of the Crimson Corsair por John Higgins; e Dr. Manhattan por Adam Hughes.

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Comentários (57)

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Mark Mark (28/05/2012 20:23:49)   8 0
Após a entrada da Warner Bros na direção da DC Comics, a nova ordem é definitivamente "Lucrar!Lucrar!Lucrar!". Do ponto de vista humano não culpo mais os artistas envolvidos, afinal todos precisam pagar suas contas. E diante dessa verdade absoluta onde haveria espaço para "bom senso", "respeito a obra alheia" e "escrúpulos"? Pobre de nós que teremos de ouvir daqui a alguns menses sobre a produção do Longa "Before Watchmen" e ouvir um monte de neguinho divulgando nos meios de comunicação que o filme é bom, e independente de ser bom ou não sempre haverá quem também dê resenhas positivas em nome do emprego. Agora é esperar pra ver!



vinicius vinicius (01/05/2012 19:57:31)   17 0
eu ia comprar a do rorschach do coruja e do comediante



Marcus Kent Marcus Kent (24/04/2012 18:07:50)   3475 1
Eu to dizendo que vao fazer o Before Watchmen O Filme com os mesmos atores,e nao me surpreendera se for com Nolan na direcao!

Galera uma dica para quem e leitor de gibi,o mais cultuado pesquisador de quadrinhos do Brasil, Álvaro de Moya, lança livro que comemora os 60 anos da 1ª Exposição Mundial de Quadrinhos, realizada em São Paulo.

Acaba de chegar ao mercado o livro “A Reinvenção dos Quadrinhos”, do jornalista, escritor, produtor, ilustrador e diretor de cinema e televisão Álvaro de Moya, lançado pela Criativo Editora.

O livro tem 96 páginas, lombada quadrada, formato: 21 x 23 cm e traz na apresentação, declarações de Jerry Robinson, do Cartoonists & Writers Syndicate, e do mestre dos quadrinhos Will Eisner, além de biografias compendiadas dos organizadores e dos artistas que tiveram seus trabalhos expostos; a repercussão da exposição na mídia impressa, reproduções das artes originais de Hogarth, H. Foster, A. Raymond e outros, além de documentos, cartas, cartazes, fotos, depoimentos, história e muitas informações acerca da 1ª Exposição Mundial de Quadrinhos e sua representação numa época em que os quadrinhos ainda eram marginalizados e perseguidos.

A Reinvenção dos Quadrinhos é uma compilação de memórias de Álvaro de Moya que remontam àquela exposição e ao ambiente cultural da capital paulista, com suas livrarias, cinemas e pontos de encontro. Há também o depoimento de personalidades que participaram da exposição, auxiliando na sua realização ou como simples visitantes, dando as suas impressões. Tudo com reprodução de farta memorabilia: fotos, cartas, cartazes, documentos, as artes dos mestres que foram expostas naquela exposição e toda a repercussão na mídia na forma de recortes de revistas e jornais. Em resumo, é um livro-documento de um marco da Arte e das Histórias em Quadrinhos.

Esta custando a bagatela de R$ 40 reais!

Eu ja comprei a minha e vale a pena!

Abs!


sem avatar pedro (06/05/2012 17:52:25)   -7 0
Nolan afirmo que só realizara um novo filme de Watchmen. se o Moore escrever mais uma historia e ela ficar boa. Ele pelo jeito pensa de maneira decente.


Harriet Bay (sou mamãe do meu Mike Bayzinho) Harriet Bay (sou mamãe ... (24/04/2012 16:36:56)   40 1
Alan Moore vendeu os direitos e não gostou? Só tenho uma coisa a dizer pra ele:
"Miedas cagadas não voltam ao ku"



Lauro Lauro (24/04/2012 12:55:57)   3272 1
Nessas horas, agradeço (infelizmente) nunca terem feito um filme de Sandman...

Se não, a Warner/DC iria ficar com os olhos esbugalhados e cheio de cifrões, e então veríamos "pérolas" como "Before Sandman"... ;))

Por enquanto Neil Gaiman está "salvo", mas se a moda pega, se preparem...


Marcus Kent Marcus Kent (24/04/2012 18:01:46)   3475 1
E,mais ja teve Stardust e nao foi culpa da Warner e sim da Paramount!


JR JR (24/04/2012 12:51:33)   12 1
chorem ... gritem ... reclamem ...

mesmo com moore odiando !!!!!!

mas eu vou ler todas ....

ñ perco isso por nada !!!



Christian Christian (24/04/2012 11:01:29)   -115 1
"É de interesse da empresa"

"Os lojistas amam".

Falou tudo: $$$$$$$$$

E acham que tudo o que o Alan Moore poderia querer é um punhado de trocados em troca de poderem lançar esse rapinagem em papel pintado.

É claro que não têm como entender Moore ou Watchmen.

Ainda bem que eu já tinha sacado quem era esse Jim Lee logo que ele começou a publicar os garranchos dele.



Hector Hector (24/04/2012 10:49:08)   756 0
Fã as vezes fala demais e acha que sabe de tudo, (me incluo ai)... mas realmente tenho a impressão de que a atual direção da DC (Nelson-Didio-Lee-Johns-Harras) parece meio perdida nas suas decisões.

Tirando alguns títulos, os "Novos 52" não é nada do que se propôs a ser... eu esperava que eles tomassem direções inovadoras, que contratassem sangue novo para escrever suas histórias, e os caras me vem com esse negócio de dar três títulos a um sujeito ultrapassado como Liefeld e ressuscitar gente como Lobdell e Mack?

Sobre Before Watchmen, por respeito aos criadores envolvidos acho válido ter uma noção mínima do que pretendem antes de descer o pau... mas devo dizer que se a intenção da "nova" direção é inovar e atrair novos leitores, por que não criar material original e de qualidade ao invés de explorar aquilo que foi feito no passado?



IgorLiraVox IgorLiraVox (24/04/2012 10:37:10)   1333 1
"no beisebol, ninguém deixa os melhores jogadores no banco de reserva".....

Disse tudo......


"Nós não tiramos nada de Alan. Ele assinou um acordo e ainda ele diz: "Eu não li o contrato". Não posso forçá-lo a ler contratos".....

Explicou tudo.....

Não adianta chorar.....

Se fosse tão coeso naquilo que pensa o Sr. Moore não estaria fazendo revistas de outros personagens que ele não criou como é o caso da Liga Extraordinária ou daquela revista pseudo porno da Branca de neve etc......`

Os desenhos estão foda.....

Tem tudo pra ser bom.......





Seriously? Seriously? (24/04/2012 10:19:43)   -22 0
Na verdade, pela questão contratual, no Brasil, dava pro Moore ferrar a DC.

Aqui, se existir cláusula abusiva num contrato de adesão (como parece ter sido o caso) e se isso for demonstrado, o contrato é nulo. Não importa se o cara assinou ou não.


sem avatar Elcio (04/05/2012 08:55:50)   0 0
Por isso que o Brasil é uma merda e os EUA a potência que são. Lá os contratos são respeitados.


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Marco Antonio Marco Antonio (24/04/2012 08:56:37)   4 -1
Adoro Watchmen.Moore é uma lenda viva.Ele conseguiu construir diversas histórias complexas que fazem os personagens serem únicos.Cada um com a sua loucura.Para mim, os personagens mais emblemáticos são o Ozymandias e o Rorschach.Estou apostando muito nessas HQs.Arte impecável,só resta saber se a história também será...



Bruno Bruno (24/04/2012 08:41:30)   132 2
Só pelas artes, eu acho que já dá pra considerar como um bom começo. Os autores até podem não ser do mesmo nível que Alan Moore, mas são sim muito bons autores, e além disso, Zack Snyder conseguiu fazer um filme (muito bom) da HQ, algo que o senhor Moore era contra - e segundo dizem, ele assistiu e até gostou, embora não torne isso público -, então o que impede uma nova geração de escritores talentosos de fazer algo no mínimo bom? Fosse essa a diretriz na indústria de quadrinhos, não iria existir All Star Superman, Batman o Cavaleiro das Trevas ou Demolidor de Frank Miller.



sem avatar Venerável Victor (24/04/2012 01:20:23)   57 1
As equipes criativas são excelentes. A arte de cada revista está perfeita para cada personagem, e sendo um prequel, não mudará a obra prima, como não querer ler?
http://osantuario.com/2012/04/24/capuz-vermelho-e-os-fora-da-lei-8-wolverine-e-os-x-men-9-e-o-dia-dos-fodoes-que-tem-revista-e-um-grupo-para-chamar-de-seu/



sem avatar Marcos Vinicius (24/04/2012 00:45:12)   338 0
Eu gosto muito desse reviewer. Apesar dele falar sobre a indústria dos jogos eletrônicos, o assunto dessa semana encaixa-se perfeitamente também para a questão de Before Watchmen. Se você entende inglês, e quiser assistir, aqui está o link.

http://www.blisteredthumbs.net/2012/04/hog63/



sem avatar Santos D. (23/04/2012 23:01:18)   960 2
De todos os personagens acho que o Comediante é o que tem mais potencial pra render boas histórias se forem por exemplo mostrar todos os trabalhos sujos que ele realizou secretamente para o governo americano.

Eu creio que os Minutemen(a primeira geração de super-herois) também podem render muitas histórias legais nas mãos corretas.



sem avatar Tácito (23/04/2012 22:19:17)   24 1
Algumas das artes, principalmente as das capas, merecem ser ampliadas para virarem pôster! Estão sensacionais, ganhando a qualidade que a obra merece!

Certamente vou ler... Se nao ficar bom, paciência, nada que fizerem vai mudar a qualidade das originais! Fato!

E o Moore tem que trabalhar mais e choramingar menos... A obra nao e mais dele, já vendeu! Já era!



Plastic Man Plastic Man (23/04/2012 20:59:48)   309 3
Sem querer entrar no âmbito dos direitos, da banalização da obra autoral ou similares: a arte está inegavelmente magnífica.



curisco curisco (23/04/2012 20:29:40)   530 0
Há obras que são 'de autor'.

Snoopy, Calvin e Watchmen são exemplos.

Outras são mais de 'indústria', como heróis em geral, Turma da Mônica, etc...

Não me incomodo que nas obras de indústria toda semana troque quem a fez.

mas em obras de autor... aí não consigo.

Não conseguiria ler um material que não fosse do autor. Um caso foi o sexto volume do "mochileiro das galáxias". Como não foi o Douglas Adams, não me interessa. Pode até ser bom. Mas sei lá, parece que não é a idéia do autor.

Se vão lançar watchmen com outros criadores, desejo boa sorte. O fato é que o Moore rosna mas ele vendeu os direitos. Mas eu não compraria por saber que não é dele.


André B André B (23/04/2012 21:22:37)   853 0
Também não me interessei pelo sexto volume do Guia do Mochileiro pelo mesmo motivo. Pode até ser uma homenagem e tals... mas fica aquele cheiro de oportunismo.

E também não quero ler Calvin ou Snoop que não seja do Watterson e do Schulz, respectivamente, pelos mesmos motivos.

Já cansei de falar de BF. A arte está linda, devemos ter algumas histórias interessantes, mas só o fato de que Didio e Lee tem que ficar se explicando já deixa um cheiro estranho na sala.

Que saiam logo essas revistas. Mas eu gostaria de ver uma fração desse esforço em algo novo e não recauchutado.

Cândido Cândido (26/04/2012 16:19:17)   414 1
Didio e Lee não estão meramente 'se explicando'. Estão comentando.

Algo impossível de não se fazer dada a quantidade de falas que essas obras (que nem foram lançadas ainda) geraram - e continuam gerando - e só olhar por aqui mesmo, no omelete.


Guarda Belo Guarda Belo (23/04/2012 19:47:32)   -3 -1
Não está sendo visto nada de novo nesse projeto, muito pelo contrario, estão espremendo pra ver se sai mais dinheiro e sem se preocupar com o fato de estarem banalizando uma de suas melhores obras. O que falta nesssa gente é criatividade e humildade!



Zé (23/04/2012 19:23:05)   1806 1
Para aqueles que acham que o sr. Dan Didio é santo, duas palavras: Dwayne McDuffie.



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Plastic Man Plastic Man (23/04/2012 18:47:32)   309 4
Putz, só AGORA percebi que na capa do Rorschach é possível ver a silhueta dele entre as manchas da máscara... Ponto para o Lee Bermejo.


André André (23/04/2012 20:10:37)   1301 0
Eu não tinha visto, valeu!


sem avatar aloisio (23/04/2012 18:36:02)   -18 -2
finalmente uma pessoa sensata mandou bem the professor ,os leitores do site multiverso dc estão querendo minha cabeça na lança por causa de meus comentarios acerca dessa continuação do watchmen e pelas declarações do chris roberson ,nota-se que o que mais o dan didio e o jim lee aborda são as questões comerciais do projeto ,nota-se tambem que eles não ataca o aln moore abertamente como ele faz isto é um indicativo que estão na defensiva ,watchmen apesar de vender muito bem e estar no topo de qualidade deste nicho nunca foi uma obra de facil digestão para o consumidor de super heroi ,mesmo assim comercialmente é muito atrativo por vender muito ,a logica desta industria é que tudo pode ser uma franquia e até agora as tentativas da dc foram por agua abaixo o filme naufragou nas bilheterias ,o motion comics tambem não foi grande coisa ,com before a dc espera tornar watchmen mais palatavel para a grande massa ,depois tome enxurrada de produtos ,continuações ,animações,bonequinhos e quem sabe outro filme destas continuações ,alan moore é uma figura inteligente ele sabe que é essa a intenção ,mas é engraçado pois era de se esperar o apoio da maioria dos leitores ,mas a dc vem fazendo uma precisa campanha contra isso , e parece que esta dando certo ,pois só vejo gente reclamando da postura do alan moore em relação a isso ,repito mais uma vez watchmen não é a maior obra dos quadrinhos ,ele é a melhor obra de quadrinhos de super heroi ,uma proposta vibrante que até então indicava novos caminhos para a narrativa de super heroi mas que não vingou ,pois é claro que a obra era um tapa na cara da propria industria ,como pode um garboso super heroi ser estuprador ,fetichista ,psicopata ,genocida ,fraco ,degenerado ,mentiroso ,isso é um absurdo meus herois não são assim ,eles lutam pela verdade e justiça e jamais tem pensamentos impuros ,o senhor alan nos mostrou que não é bem assim ,watchmen é uma obra eterna que sempre vai estar no interesse das pessoas ,suas continuações ao que parece só vai atestar a falta de maturidade e o esgotamento criativo de uma industria que alan e mais alguns caras palidas tentaram dar respeito .



sem avatar Manoel Joacir (23/04/2012 17:49:29)   0 0
Particularmente, me recuso a acreditar que o Alan Moore, não tenha lido o contrato, uma mente tão fascinante quanto a dele cair numa velha artimanha capitalista sem ser devidamente assessorado juridicamente, é no mínimo ingênuo (e cá entre nós, acreditam que o Alan é uma pessoa ingênua?). O fato é que com toda reclamação, ele conseguiu se manter sob as luzes da mídia, e isso é sempre um bom meio de divulgar o seu legado artístico. Nada vai mudar que o Watchmen por si, já é uma obra sem a menor necessidade de complementação. O problema é que ele foi tão boa que sempre pensamos que poderia ter se estendido mais, como quando uma criança que come algo que ela adora.


sem avatar Vivian (23/04/2012 19:52:41)   1 0
Ele pode não ser ingênuo, mas com aquela cara de riponga hermitão, pode ter achado que ler contrato era coisa de "capitalista".

Lauro Lauro (24/04/2012 09:12:32)   3272 -1
O contrato em relação a Watchmen foi assinado décadas atrás. Alan Moore era diferente, as "regras" para contratos de artistas eram diferentes. Não é a toa que vários anos depois a Image surgiu para dar mais "liberdade" aos artistas, que ficavam com os direitos de personagens e tinham mais controle sobre suas obras.

Alan Moore estava se fixando em sua carreira nos EUA, e confiou na DC na época.

sem avatar Manoel Joacir (28/05/2012 19:46:52)   0 0
Pode até ser que ele tenha feito pouco caso do contrato, mas se o fez, porque reclamar de algo que você fez pouco caso? Eu já fiz pouco caso de muitos contratos e já fui por vezes lesado, mas a questão é? Bem feito, quem mandou não ler o contrato? Serve como aprendizagem, mas continuo não acreditando que foi apenas ingenuidade ou mero descaso. Acho que no final é apenas um jeito de ele manter-se na mídia, principalmente porque ninguém sai perdendo com isso, todos ganham publicidade, pois o que é crítico sempre gera curiosidade.

sem avatar Manoel Joacir (28/05/2012 19:54:54)   0 0
Lauro, o fato tempo pode até influenciar o contrato, mas nego a crer que neste caso tenha modificado, pois o contrato deve ser claro para ser válido. Se o contrato atualmente é diferente do que há décadas atrás não resta dúvida, mas o que é válido é o contrato feito entre a DC e o Alan Moore, é neste momento que uma assessoria jurídica vale à pena, e nego-me a crer que ele tenha sido ingênuo, mas acredito que na tentativa de ser firmar na carreira, ele cedeu aos caprichos da DC, logo, no geral ele também alavancou. Acredito que ele poderia gastar melhor o tempo dele criando histórias tão boas quanto Watchmen.


Plastic Man Plastic Man (23/04/2012 17:39:51)   309 3
Infelizmente é uma grande jogada comercial mesmo, reforçado pelo trecho em que mencionam a venda das edições durante a época de lançamento da adaptação cinematográfica.
Eu, como fã, gostaria que o projeto desse certo, que fosse bem escrito e que fosse digno à maior Graphic Novel de todos os tempos - ainda que Alan Moore não me considere seu verdadeiro fã por isso.
Mas, se tudo isso está acontecendo, a culpa é dele. Calma, eu explico: ele criou um Universo incrível, uma HQ de qualidade literária, e nós gostaríamos de ler qualquer coisa vinculada à obra, na esperança de que seja tão boa quanto à original.



Raziel Raziel (23/04/2012 17:28:53)   -33 3
Ô loco!Sobrou até um puxão de orelha do Jim Lee, para os outros desenhistas envolvidos no projeto, ele pode.
Se o Alan Moore conhecesse aquela antiga frase brasileira``Escreveu não leu, o pau comeu.´´,ele não estaria reclamando hoje.Apesar de eu respeitar muito ele como autor competente que é,ache que pisou na bola,nesse caso,engraçado,quando é para receber a grana dos royalties relacionados ás obras oriundas de Watchmen,ele não reclama.



Raziel Raziel (23/04/2012 17:08:33)   -33 -4
Comentário mal avaliado pelos leitores. Clique para ler.

sem avatar Bruno (23/04/2012 19:07:16)   2 -1
vc diz isso pq é fã de super-heróis,no meu caso eu os odeio,acho q coisa mas clichê e comercial q existe,são feitos pra alienar os outros...Watchmen foge desse conceito ridículo dos eternos super-heróis...ele nasce,cresce e morre....morre de vez...rsrs

Pereira Pereira (24/04/2012 16:57:17)   41 -1
Bruno, eu também tenho ressalvas quanto a essa coisa de os supers nunca envelhecerem ou morrerem, mas o gênero é mais do que isso que você falou e é importante para os quadrinhos... Histórias clássicas com super-heróis importantes como Superman - Paz na Terra, por exemplo, são mais do que ferramentas alienadoras.

Raziel Raziel (25/04/2012 01:05:57)   -33 2
Sobre o fato dos heróis não envelhecerem, vale lembrar,que eles são veículos para contar histórias, assim como os vampiros,lobisomens e até o James Bond,que também não envelhecem com o tempo,seria muito ruim se os super-heróis envelhecessem,a não ser,em histórias que exijam que os personagem estejam velhos,como:``Batman: O Cavaleiro das Trevas´´,“Old Man Logan” ,``Hulk - Futuro Imperfeito´´e``X-Men - Dias de Um Futuro Esquecido´´,por exemplo.


Nelson Nelson (23/04/2012 16:09:22)   176 -2
DiDio e Lee não convenceram ninguém até agora e nem irão, esse papinho que vale a pena e existe a precisão da existência de Before Watchmen ainda soa como jogada barata. Só que bem, vamos ver isso quando o materal estiver em mãos, e o que salva a DC de altas "cagadas" são os bons escritores que possuem, vide o reboot.


Nelson Nelson (23/04/2012 19:10:45)   176 -1
Falo de convencer a importância da existência deste material. Não posso ter uma opinião convicta sobre algo sem poder avaliá-lo antes, na minha opinião. Aliás, em tempos de internet, não preciso necessariamante comprar um material duvidoso como esse para poder conferí-lo.


Harriet Bay (sou mamãe do meu Mike Bayzinho) Harriet Bay (sou mamãe ... (23/04/2012 15:57:14)   40 0
Só sei que vou comprar. : P

E tmb gostaria de um "Depois de Wacthmen" com novos personagens e uma história ligada ao nosso mundo (Bin Laden, Terrorismo, Crise Economica, Coreia do Norte, China).

HATERS GONNA HATE



Hector Hector (23/04/2012 15:48:45)   756 0
É sempre bom questionar... mas sempre tenho a impressão de que nenhum dos lados parece contar a história toda.

Tenho uma tendência a permanecer ao lado do indíviduo quando o embate é contra uma grande corporação, mas é sempre bom lembrar que o Moore é humano... um humano brilhante, mas ainda assim humano (e não estou querendo defender a DC nessa questão... é só uma observação).



Pereira Pereira (23/04/2012 15:00:23)   41 0
Ainda tô lendo a notícia, mas é importante frisar que Watchmen está muito associada a imagem do Moore. Mesmo discordando da postura radical dele, ainda acho que a DC está mexendo num vespeiro. Tanto que sempre que promove esse material novo tem que falar no bruxo.



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Lauro Lauro (23/04/2012 14:50:57)   3272 0
Resumindo: é tudo, infelizmente, questão de dinheiro.

A fala quando Lee diz sobre as vendas dos encadernados durante a hype que o filme de Watchmen causou deixam isso bem claro.

O ruim, para Alan Moore, é que ele não considerou todas as implicações posteriores quando assinou contrato com a DC vários anos atrás. Como muitos nesse mercado, ele assinou algo que se mostrou desvantajoso. Duvido que hoje ele repita esse tipo de erro.

Mas na época ele precisava desse contrato para sua carreira, e a DC nunca foi santa, então...



Gene Gene (23/04/2012 13:01:42)   695 2
Before Watchmen não deveria ser feito do ponto de vista literário, mas do ponto comercial é óbvio que renderia muito bem.

Alan Moore reclamou, mas como já foi dito em outras matérias, ele assinou contrato, os dividendos foram pagos. Se ele repassou esse dinheiro a outros, em sinal de protesto, aí já é problema dele. A Dc passou a perna nele quanto a contratos? Pode até ter passado, afinal, é normal (não que seja certo) que certas empresas o façam. Mas se Moore se sentiu lesado, por que não entrar na justiça? Por que não mostrar que, juridicamente, a Dc está errada? Só falar não adianta. Mesmo que ele não queira dinheiro, por que não entrar na justiça apenas pra fazer a editora se desculpar publicamente? Juridicamente, é possível.

Adoro as obras do cara, mas a verdade é que, analisando com calma, a gente percebe que ele está falando demais e mostrando de menos, no caso.

Longe de mim defender a Dc (que até uns anos atrás tinha políticas bem ruins quanto a formas de pagar roteiristas e desenhistas), mas percebo dois lados errados: Uma editora que fez um contrato com algumas sacanagens e um roteirista que não leu o contrato por inteiro.

Daí fica difícil dar razão pra qualquer lado.


Seriously? Seriously? (23/04/2012 13:35:31)   -22 4
Oi Gene,

Cara, tenho que discordar de você em alguns aspectos.

1) A questão não é se Moore leu ou não o contrato, a questão é que este contrato era injusto e é isso que ele (Moore) quer que outros artistas e fãs vejam. Ele quer mostrar como a DC é uma predadora preocupada com lucros e não com o bem estar de seus artistas (contratos) ou leitores (boas obras).

2) Alan Moore não entra com ação judicial porque ele não busca mais dinheiro ou uma simples decisão jurídica. Ele busca fazer as pessoas pensarem nas questões que ele está levantando.
Ao contrário da maioria dos autores por aí, ele não está só pensando nele mesmo. Se ele entrar com uma ação judicial ele vai ganhar, a DC vai pagar e ninguém mais vai falar nisso... e aí a DC vai continuar fazendo isso com outros autores.
Estamos falando do cara que criou o "V". Seus intuitos são mais profundos do que mais dinheiro ou desculpas públicas por parte da editora.

3) Com relação a Watchmen, a questão é simples: a história está completa. Ela existiu devido a um clima político numa determinada época, passou sua mensagem e pronto. Citando Tolkien quando seu editor mandou que ele fizesse uma continuação para O Senhor dos Anéis: "Não há mais o que contar". Os autores atuais que botem a cabeça pra funcionar e criem uma obra original, quem sabe um Watchmen dos nossos tempos, seria mto melhor.

Abrax

Gene Gene (23/04/2012 15:38:12)   695 0
The Professor

Sobre os dois últimos pontos, vc está correto, mas sobre o primeiro, vou ter de discordar.

Acho que a questão é realmente mais profunda do que Moore não ter lido o contrato. A Dc é uma empresa como outra qualquer. A imensa maioria das empresas são sacanas mesmo. No contrato sempre tem algo que, pela falta de leitura, não vemos. Por isso a mea culpa do Moore. Ele está certo em dizer que a Dc está é sacana com os funcionários, mas qual não é? A única diferença entre nós e ele é que ele tem a imprensa pra dizer o que acha e será ouvido.

No mais, é isso.

Cândido Cândido (26/04/2012 16:34:12)   414 1
Como é, The Professor ?

"quando seu editor mandou que ele fizesse uma continuação para O Senhor dos Anéis: "Não há mais o que contar"."

Mas...

"quem sabe um Watchmen dos nossos tempos, seria mto melhor"

Então vc acha que sequência de LOTR não, mas sequência de Watchmen, sim...
???

Apesar de que o que estão fazendo é um PREQUEL de Watchmen. Assim como Senhor dos Anéis TEM PREQUELS !!!!!!

Sim... Watchmen "existiu devido a um clima político numa determinada época, passou sua mensagem e pronto"

Before Watchmen bem pode existir devido a um clima político numa outra determinada época, passar outra mensagem
e pronto!

sem avatar Manoel Joacir (28/05/2012 20:03:55)   0 0
The Professor,

O contrato faz lei entre as partes, não adianta reclamar depois pelo leite derramado, acho que se o Alan tivesse esperado um pouco mais ou tivesse lançado sua obra por uma editora independente, ele teria alcançado exito semelhante ao sucesso que teve via DC. A questão é, porque não o fez e porque agora reclama tanto? No fundo é apenas algo comercial e digo mais é dos dois lados, ele que vai continuar recebendo royaties e a DC que vai continuar vendendo a marca Watchmen. Todos saem ganhando entre DC e Alan Moore.



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