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A Hora Mais Escura | Crítica

O filme de ação da era das guerras à distância

Marcelo Hessel
14 de Fevereiro de 2013

A Hora Mais Escura

A Hora Mais Escura

Zero Dark Thirty
EUA , 2012 - 157 minutos
Ação

Direção:
Kathryn Bigelow

Roteiro:
Mark Boal

Elenco:
Jessica Chastain, Jason Clarke, Reda Kateb, Jennifer Ehle, Kyle Chandler, James Gandolfini, Joel Edgerton, Harold Perrineau, Nash Edgerton, Chris Pratt, Mark Strong, Mark Duplass, Edgar Ramirez, Fares Fares, Stephen Dillane

Excelente
a hora mais escura
a hora mais escura
a hora mais escura

Personagens como o desarmador de bombas de Guerra ao Terror parecem mortos-vivos no campo de batalha moderno porque são espectros de guerras passadas, presenciais. Desde que a primeira ofensiva dos EUA no Iraque foi transmitida na TV como fogos de artifício ao longo da madrugada, não se fazem mais guerras como antes - guerras que marcavam a história do mundo por sua fisicalidade.

Hoje os EUA discutem como usar drones teleguiados em combate, enquanto o país se comove com a morte de um dos seus últimos heróis de guerra, Chris Kyle, o "Sniper Americano". Na Primeira e na Segunda Guerra, atiradores de elite eram párias, odiados em todo exército por sua impessoalidade; hoje são ranqueados pela eficiência. A questão é: se a guerra deixa de ser uma forma desordenada de horror e passa a ser um calculado procedimento cirúrgico - se deixa de ser um trauma, enfim - como os homens aprenderão a evitá-la?

Esse é um dilema que paira sobre os dois filmes de "guerra moderna" de Kathryn Bigelow, tanto Guerra ao Terror quanto A Hora Mais Escura (Zero Dark Thirty). E como boa diretora de filmes movidos pela ação, Bigelow sabe que não precisa atacar o dilema textualmente; ele se manifestará nas decisões e nos atos de seus personagens. A Hora Mais Escura evita formar julgamentos sobre os meios que levaram à morte de Osama Bin Laden porque sua intenção é justamente desafiar seus personagens - tecnocratas ensinados a serem "espertos", como diz o personagem de James Gandolfini - a fazer essa avaliação por si mesmos.

E em que condições? Metade do extenso elenco de A Hora Mais Escura é formada por técnicos da CIA que parecem saídos dos laboratórios de CSI. A primeira arma que a protagonista Maya (Jessica Chastain) ganha é um PC numa sala empoeirada no Paquistão. Assim como o desarmador de bombas do outro filme, ela inicialmente também parece à deriva, mas Maya rapidamente prova ser uma profissional de elite: menos por seu talento de caçar talibãs e mais por seu decidido perfil corporativo. Para se igualar aos homens, usa palavrões; para anular a rivalidade, aproxima-se da outra única mulher de alto escalão na equipe.

De novo, assim como o desativador de bombas, que troca a família pelo Iraque, Maya não tem namorado, família, vida pessoal. A principal transformação física que a heroína atravessa no filme é a mudança do seu penteado, que fica domesticadamente liso, como uma boa burocrata, quando ela se vê presa na rotina de Washington. A cena em que Maya é emboscada pelos talibãs parece estranha, deslocada, porque nos acostumamos com a guerra mediada, de gabinete, e aquele tipo inesperado de situação, aquele encontro ao vivo, talvez soe até como um engano. Por extensão, mesmo as cenas de tortura são regidas por uma normalidade exagerada - com o torturador usando como argumento a mais básica das lógicas, "você mente, eu te machuco" - que as faz parecer representações de tortura, e não tortura de fato.

A interpretação de Jessica Chastain encontra um tom ideal ao longo do filme, oscilando entre a frieza e a desolação, para nos colocar nesse isolamento de Maya, que é também a situação de todo espectador das guerras tecnológicas televisionadas. Entre videotapes de interrogatórios e gravações de escutas telefônicas - entre caminhos de cabos e servidores de Internet, protagonistas que a câmera de Bigelow faz questão de ressaltar - nos vemos obrigados a confiar num único recorte da realidade, aquele que os fragmentos midiáticos nos dão.

Quando enfim chega a hora do documental, da fisicalidade de fato - a operação contra Bin Laden - Bigelow traz essa imagem bastante simbólica da "hora mais escura" ("zero dark thirty" é um termo usado pelas forças armadas dos EUA para se referir a uma hora não especificada da madrugada em que o céu ainda está todo escuro). No filme, isso acaba representando um vácuo, como se toda a obsessão midiática (a overdose de vídeos e fitas na busca por um relato fidedigno) se anulasse, e no escuro o mundo voltasse a ser uma experiência que só pode ser compreendida quando vivida.

Diante da oportunidade dessa experiência, os homens teriam de novo uma noção moral da guerra? No filme, ao perceber que matou Bin Laden, um dos oficiais congela diante dos demais. Fica sem reação, em boa medida, porque é um dos poucos personagens de A Hora Mais Escura a perceber de verdade que, naquele momento, está escrevendo a História - um fator que nunca entra nos cálculos de metas da tecnocracia.

A Hora Mais Escura | Trailer legendado

A Hora Mais Escura | Cinemas e horários

A Hora Mais Escura | Omelete entrevista Jessica Chastain



Comentários (130)

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sem avatar Márcia (05/03/2014 13:28:52)   0 0
Adorei o filme. Não é o meu gênero favorito, mas acho que transmitiu muito bem a ideia de como foi realizada a operação. Quando ouvi os primeiros cometários sobre o filme, fiquei sabendo sobre as sessões de tortura, algo que fez com que eu demorasse um pouco a assistir o filme, porém acho que as cenas não foram tão fortes. Aliás, aproveito para ressaltar que a tortura não era o tema em questão, algo que a diretora, com uma certa sensibilidade, soube abordar muito bem. Para quem ainda nã assistiu, vale a pena.



Jefferson José Jefferson José (31/05/2013 14:50:47)   1530 1
Lincoln e A Hora Mais Escura. Ambos são filmes americanos politizados, e como não poderia ser diferente ambos tiveram as costas quentes no Oscar. O primeiro vale pela performance do Daniel Day-Lewis. O segundo pela visão moderna dos filmes de guerra.

Ambos
3#5



sem avatar Rafael Forechi (10/04/2013 21:05:30)   13 0
Pra mim o que rola no filme de fato ocorreu, é claro que nem todos os detalhes foram divulgados, todo aquele lance da tortura que foi exposto para a midia mundialmente e alguns outros detalhes a diretora nao deixou de mostrar, e na minha opiniao, o atual presidente do estados unidos nao ia da esse mole de enganar o mundo inteiro dizendo que o Homem está morto podendo destruir toda a sua carreira politica. Podem falar que o filme é patriota e bla bla bla mas é um ótimo filme de açao que te prende do começo ao fim, porem na segunda vez que eu vi o filme começei a duvidar da atuaçao da atriz principal vencedora do Globo de ouro, uma injustiça com a Senhora do filme frances "AMOR".



Raul Raul (28/02/2013 07:08:49)   173 0
Referente ao filme ser patriótico demais, na minha mera opinião acabou sendo sim. Tomando como comparação o enredo preocupado em abordar a modernidade, no contexto guerra, a Bigelow utiliza de formas modernas para transmitir o espírito patriótico e o maniqueísmo escrachado, estereotipando claramente o bem e o mal, o bandido e o mocinho, Deus e o Capeta. A abordagem moderna, se dá por conta dela incluir fatos que todo mundo já sabe, como tortura, frieza da guerra tecnológica, porém com o aparente aspecto de novidade por ser pouco retratado em hollywood, fornecendo à ela aspecto de coragem em contar o que ninguém nunca viu em filmes, mas que por outro lado pode serve também para normalizar estes fatos através da exaustão, que já não eram segredos e agora está estampado nos filmes.

Creio que o patriotismo nos filmes já está descarado, sendo que a forma moderna de expô-lo, é desta forma bem escondida.

Só pra usar como referência, o Argo ao menos deixa bem claro quem começou tudo, logo no início, que foram eles mesmos, norte americanos. É como um piadista que começa se zuando para ganhar o aval de poder massacrar os ouvintes também. Quer dizer, também há requintes de patriotismo no Argo, mas os EUA não saíram como inocentes e justiceiros naquele filme não.



sem avatar Sérgio (23/02/2013 19:51:42)   4 0
Prezados,

sugiro a seguinte crítica sobre "A hora mais escura":

http://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2013/02/15/a-hora-mais-escura-2012/

Abraço



sem avatar Edmilson (23/02/2013 18:10:10)   7 0
Acho que o crítico não conhece bem uma guerra (moderna ou antiga). Traumas haverá mesmo que tenham sido causados por um tiro distante e, aparentemente, frio. Vide as bombas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki. Eu, infelizmente, já presenciei torturas, e elas são exatamente daquela forma meio infantil, vide as fotos que ocasionalmente vazam pela internet de militares fazendo poses burlescas diante dos torturados.

As personagens principais de "Guerra ao Terror" e de "A Hora Mais Escura" são muito diferentes e movidas por razões completamente diferentes. O resultado de comparação entre eles nunca vai dar um resultado próximo. A personagem de Jeremy Renner não tinha objetivos claros (parecia viciado em guerra) e tinha uma família em casa sendo abandonada (como qualquer viciado faz), enquanto a personagem de Jessica Chastain, não tinha uma família (aparentemente) e tinha um claro objetivo, que ela perseguiu com muito afinco.

O filme me soou como "prequel" da série estadunidense "Homeland". A personagem de Jessica não parece muito diferente da personagem de Claire Daines na série. Mas o filme mostra, bem claramente, a evolução da inteligência americana. Parece até a evolução da nossa polícia, que antes torturava e, agora, intercepta telefones. É um caminho mais demorado, mas o resultado é mais preciso e menos sujo. Mas nunca isento de traumas e sangue.


sem avatar Henrique (05/04/2013 23:17:20)   0 0
Concordo! No entanto, com relação a comparação com Homeland, Claire Daines é simplesmente fenomenal na série, e a personagem dela tem algumas características que se destacam ante a personagem da Jéssica. No decorrer de "A Hora mais escura" fiquei imaginando toda hora que preferia a Carrie à Maia no filme, mas ainda assim foi bem interessante.


sem avatar marty (22/02/2013 19:01:04)   -8 0
quem critica o filme é por puro preconceito,pois o filme é sim excelente,só vejo argumentos do tipo EUA isso,patriotismo mimimi ,bla bla bla...se fosse assim muitos filmes q vejo o povo vangloriar aqui(cujo nomes ñ vou citar)deveriam ser julgados,pois tbm são patriotas...



alessandro alessandro (20/02/2013 19:42:11)   5 0
Parem com essa chatice de criticar os americanos. O Brasil que é bom, né???
O filme é muito bom. Vale a pena.
Estou lendo um livro muito bom sobre os detalhes da operação, escrito por um dos caras que participaram dela: No Easy Day. Recomendo.



leinaD leinaD (19/02/2013 20:23:12)   -4 0
Acho que A Hora Mais Escura desperta múltiplas leituras. É possível acompanhar o filme tanto pelo olhar clínico de Bigelow quanto pelo lado do herói que quer vencer o vilão. E a morte deste “vilão” durante o desenvolvimento do projeto, o que remodelou o filme, de certa forma amenizou a crítica da diretora. Com um “fim”, um objetivo cumprido, a meta dos militares ganhou uma espécie de nobreza inesperada, uma certa justificativa que esvazia um pouco a ideia inicial de que o americano está sempre atirando num inimigo invisível.

Acho que leva o Oscar deste ano.



Alex Bauer Alex Bauer (18/02/2013 22:10:19)   83 1
Odeio essa diretora, ela só sabe babar o ovo do exército americano e exaltar o patriotismo cego dos americanos, que pensam que são os donos do mundo.

No ano em que Guerra ao Terror venceu o Oscar eu tratei logo de alugar o filme e criei a maior expectativa de que seria algo fantástico.... balela... uma tremenda porcaria que não leva a lugar nenhum.

Dúvida que esse novo seja bom, até mesmo porque é mais um filme pra agradar a academia.


alessandro alessandro (20/02/2013 19:46:24)   5 0
Alex, vc ta de brincadeira! não gostou de Point Break (caçadores de emoção p/ os brasileiros)???
Agradar a academia, mostrando tortura feita pelos americanos explicitamente??


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sem avatar Ze (18/02/2013 13:19:01)   -182 2
Este filme é uma grande dúvida, eu ainda não consegui decidir se Bigellow faz um filme nacionalista ao extremo, que apoia a tortura e a guerra ao terror, ou se faz uma obra-prima discutindo a construção de uma "verdade".

No começo do filme e no decorrer todo ela faz questão de conectar cada atraso na caça dos terroristas a um novo atentado, ou seja, quanto mais tempo durou a "caçada a bin laden" mais inocentes morreram.O filme é totalmente parcial: os terroristas são personagens sem complexidade psicológica e só servem pra apanhar, são vilões e por isso serem torturados para "entregarem" a verdade é o minimo que eles merecem na visão do filme.

A personagem principal é tão rala quanto os vilões, ela não é desenvolvida então voc não sabe se ela quer se vingar dos terroristas, se ela é patriota, se ela é uma workholic, etc....também ela não muda de expressão facil o filme inteiro.

Se voc for levar o filme só por isso ele é um lixo, chato, péssimo.

Mas, mas, mas...vem a última cena do filme...CHEIO DE SPOILERS daqui pra frente..

A última cena do filme é extramente interessante:
o Bin Laden tá la mortinho, jogado numa maca, chega um cara e pergunta pra Maya se ele aquele corpo é ou não o Bin Laden, e este cara fala com alguem no telefone,que tudo indica ser ou o presidente ou o chefe da CIA.

A Maya fala que é, e aqui tem um detalhe: ela nunca viu o Bin Laden, ninguém sabe como ele é desde 2001, como ela pode dar certeza?

E ai que eu acho, que a Bigellow APRONTA uma que pra mim pode entrar pra história não só do cinema, mas da arte.

Bigellow mostra numa simples cena que o toda a caça ao bin laden foi feita baseada em premissas e argumentos de autoridade, que somadas não podem ser desmentidas.

Vamos começar do inicio: alguém viu o Bin Laden falando que ia fazer o atentado?Não, mas o Bush disse que sim, e como questionar o que o presidente americano fala?

A certa altura do filme: um cara pergunta para Maya "como voc sabe que este cara que liga pra mae é terrorista?ELa diz: "se ele fosse um cara que falasse "eu vou fazer um atentado" por telefone, ele não seria contratado".
Ta, mas cade as provas?

Bigelow mostra que toda caça ao terrorista e a própria guerra ao terror é feita em cima de falas assim, que não admitem debate, ou você aceita ou não e do momento em que você toma uma com verdade, você passar a construir um castelo de cartas, fragil mas ao mesmo tempo gigantesco que por mais facíl de ser destruido que seja tem milhares de pessoas que o guardam e impedem que qualquer um se aproxime e o coloque abaixo.

Bigelow constroi o filme exatamente como construiram a mentira da guerra ao terror: ela pega imagens reais de atentados e conecta eles a falhas na caça aos terroristas, que são dramatizadas.Os euas fez isso o tempo todo, so que a parte de ficção eles também chamaram de verdade.



M. Galego M. Galego (18/02/2013 14:08:32)   158 0
Não assisti o filme, mas sua análise vai de encontro ao que eu pressupunha. Então, é uma maneira muito interessante de abordar o assunto. Com ou sem "spoilers", é um dos textos mais sensatos que li sobre a produção.

Erickson Erickson (20/02/2013 10:04:30)   2 0
Seu comentario foi excelente,se for apenas uma cacada é chatissimo e a maya mt fraca como protagonista.

Alan Alan (20/02/2013 15:28:19)   -1 -1
Assisti e concordo plenamente com sua crítica. Porém é um filme para poucos, onde a maioria vai taxa-lo como chato.

sem avatar Cristina (23/02/2013 20:24:53)   0 0
Quem está no telefone é o chefa da CIA, já que ele fala que está com a "garota 100%". Sobre Maya saber que é Bin Laden, bom, ela demonstra ter grandes conhecimentos sobre a operação e tudo mais quando a célula torturada tenta enganá-los com sobrenomes. Outra coisa que faz o filme não ser patriota é exatamente quando eles matam o suposto Bin Laden, a mulher grita um nome x e um soldado tenta tirar da menina o nome do sujeito que foi morto e ela em nenhum momento diz que era Bin Laden. Ou seja, o filme entre tantas coisas, ainda aponto para essa questão da incerteza, sobre como a confiança da garota 100% contaminou todos.


sem avatar joaquim (17/02/2013 11:06:02)   -19 2
se oexercito americano proibir que façam filmes babando o ovo dees de que vai viver essa diretora.


sem avatar marty (22/02/2013 18:53:55)   -8 0
se vc assistiu o filme,e vê noticias vai ver q o exercito e governo americano foram contra o filme...


Rômulo ,the Joker Rômulo ,the Joker (17/02/2013 09:40:28)   1445 0
Achei Guerra ao Terror uma merda ,desliguei a TV na metade do filme ,vou passar longe desse.



sem avatar Sérgio (16/02/2013 12:53:52)   4 0
Prezados,

sugiro a seguinte crítica sobre "A hora mais escura":

http://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2013/02/15/a-hora-mais-escura-2012/

Abraço



Massayuki Massayuki (16/02/2013 12:52:00)   184 1
Assisti o filme ontem e achei mais fraco do que Guerra ao Terror, porque não consegui me envolver com o drama da personagem de Jessica Chastain. E filmes baseados em fatos reais, por mais que romanceiem os acontecimentos, acabam não conseguindo seguir uma linha dramática na qual os personagens vão evoluindo.

Estou acostumado com Shakespeare, então é difícil ver filmes com personagens insossos. A atriz estava bem melhor num papel semelhante em The Debt (No Limite da Mentira, argh), no qual ela interpreta uma jovem agente do Mossad, a CIA israelense. Aquela personagem sim, vivia um drama pesado.

Mas essa é só a minha opinião, todo mundo pode discordar.



sem avatar Lourdes (16/02/2013 01:33:06)   4 1
Mas que crítica "genérica", hein.. Nao fala nada do filme em si: atuações, fotografia, roteiro, edição e etc... Resume-se a comentários sobre a guerra sem apresentar uma APRECIAÇAÕ CRÍTICA sobre o filme!



sem avatar everton (16/02/2013 00:49:14)   1 0
acho bonito e ao mesmo tempo errado mostrar o patriotismo que os filmes carregam, um exemplo é que o filme lincoln tem o seu patriotismo totalmente diferente dessa meleca de filme a hora mais escura. Apesar de contarem 100 porcento do que aconteceu na vida real entre ambos os filmes. Sabemos que lincoln foi um bom presidente e que o filme a hora mais escura guarda muitos segredos de um filme misterioso em que os americanos tem orgulho de mostrar que mataram o bin laden e que a vitoria sao deles, acho isso ridiculo pois se eles nao queressem a guerra, essa batalha teria acabado faz tempo



Ricardo Ricardo (15/02/2013 15:37:28)   8 0
Achei Guerra ao Terror um excelente filme! Um filme seco, áspero, com um personagem que esqueceu sua vida pessoal em prol de um objetivo frio, insano e calculista. Essa estória de propaganda em favor dos EUA eu deixei de lado. Analisei o aspecto da construção dos personagens, e isso, Bigelow, trouxe com maestria, e Renner, foi perfeito naquilo que propôs. A questão de toda a crítica ou filme trazer uma ideologia (esquerda ou direita) é a coisa mais antiga a analisar. Blá..Blá...Eu gosto de cinema, e analiso cinema, por ser cinema. Hérois em quadrinhos sempre foram tratados como propaganda ideológica em favor dos EUA, mas na brilhante graphic novel de Cavaleiros das Trevas, os vemos de formas diferentes, tal qual em Batman Ano Um e Watchmen. O Excelente "Além da Linha Vermelha", trouxe outra visão da guerra, como algo puramente surgida em conseguência do pecado humano por transgredir a natureza e a própria natureza ser naturalmente transgredida e selvagem, uma explicação para o ser humano querer ferir ou matar outro ser humano. Ainda pretendo ver "A Hora mais Escura". Acho que por trás de uma estória puramente de vingança dos EUA em relação ao seu maior algoz, está o puro cinema que nos instiga!


sem avatar Ze (15/02/2013 17:06:17)   -182 0
Ricardo, respeito sua crítica, que aliás é infinitamente melhor que a do omelete e inclusive concordo parcialmente com ela,se o ponto de vista for o cinema pelo cinema, uma atualização do arte pela arte.

Acho que guerra ao terror, apesar de não ter personagens bem construidos e o drama deles não ser bem explorado, é um ótimo filme de ação, um dos melhores já feitos.

Mas acho que olhar o filme nos seus significados é essencial e por isso sou obrigado a pensar nele como uma obra ideologica e que precisa ser vista desta forma.


Willie Willie (15/02/2013 13:52:05)   797 5
Mais uma propaganda militar americana realizada pela medíocre diretora Bigelow. É preciso ver além do óbvio, apesar das mensagens passadas ao público pela máquina estatal militar estarem cada vez mais óbvias. Alguns pontos interessantes:

"A questão é: se a guerra deixa de ser uma forma desordenada de horror e passa a ser um calculado procedimento cirúrgico" - é exatamente isso que a grande mídia americana tenta passar: que a guerra não é mais suja, é cool, não se tem mais vítimas civis, um "videogame", etc. Bem longe da verdade, os "danos colaterais" dessas "guerras cirúrgicas" são terríveis. Mais de 200 crianças mortas no Paquistão devido a ataque de drones. Esse documentário mostra bem essa realidade:

http://www.youtube.com/watch?v=6yMOzvmgVhc

A guerra nunca será "limpa", "bonita", "heróica", "eficiente", "lógica e calculada", "impessoal", ou um "video-game", como a grande mídia quer passar ao público. A guerra é uma aberração, uma monstruosidade em qualquer aspecto, seja ela "cirúrgica" ou não.

"com o torturador usando como argumento a mais básica das lógicas, "você mente, eu te machuco" - que as faz parecer representações de tortura, e não tortura de fato." - essa é a estratégia que os meios de comunicação usam para justificar um ato monstruoso. O tornando "lógico", "limpo", "eficiente".

Filmes como esse, e o medíocre Guerra ao Terror, passam mensagens perigosíssimas ao grande público. O hype por trás deles são nocivos. Não são "apenas filmes" ou "entretenimento" puro e simples.


sem avatar Ze (15/02/2013 14:59:32)   -182 0
Willie, belo comentário, se me permite relembro algumas coisas:

Essa historia de guerra cirurgica eh pra boi dormir: os Eua usam armamentos cada vez mais pesados e pra evitar confrontos diretos que causam muitas vitimas do seu lado, eles bombardeiam tudo e matam sem deixar a menor possibilidade de defesa ao "inimigo", e até em pequenos confrontos armas como rifles e fuzis foram trocados por lança misseis e lança granadas pra exterminar grupos pequenos.

O que os EUA fez no afeganistão e iraque foi um massacre não uma guerra.


sem avatar Ze (15/02/2013 11:31:10)   -182 3
Acho "lindo" o tentativa brutal que os criticos estão fazendo pra mostrar que o filme não faz apologia aos EUA, baseados principalmente no "pesado" nos dramas psicológicos que a protagonista sofre.

É uma falta de visão e inteligência da critica que não percebe a enganação da Bigelow, que utilizou o mesmo recurso na enganação anterior, quero dizer filme que é o Guerra ao Terror:

Ela traz personagens com "dramas psicológicos", mas os personagens não mudam, a trama não muda por causa dos dramas, veja essa personagem de A hora mais escura: o BIN LADEN NÃO MORRE? Morre, depois disso ela vira PACIFISTA e começa a fazer manifestações contra a guerra no iraque e dizer que o Bush merecia tratamento igual? Não!

E veja que ela guia o debate: ela muda o debate do "BIn laden é culpado ou não" para os "os meios para matar o bin laden, que é culpado, foram certos ou não", e o pessoal cai no 171 dela.




sem avatar Eduardo (15/02/2013 11:54:09)   -135 -2
Blá blá blá!!!

sem avatar Ze (15/02/2013 12:51:53)   -182 2
EDuardo, nada supera um argumento como o seu, por isso, como a imbecilidade é a rainha do nada parabéns e um glorioso BLA BLA BLA PRA VOC TAMBÉM!

Rubens Rubens (15/02/2013 13:16:21)   41 0
Ah pelo amor de Deus, vamos tratar isto apenas como um filme, uma arte. Fodam-se os EUA, foda-se o Bin Laden. O filme é excelente sim, eu concordei totalmente com a nota do omelete.

sem avatar Ze (15/02/2013 13:34:52)   -182 1
Ruben negar que arte sempre tem um conteudo ideologico eh como negar que a terra gira em torno do sol, mas tudo bem eh um direito seu...

E outro detalhe, ate a critica do omelete nao escapa de comentar ideologicamente o filme: os 3 primeiros paragrafos sao todos para dizer que a diretora busca um novo olhar sobre um "novo tipo de guerra" e quem faz ela e aponto isso como uma das maiores qualidades do filme.

Se voce julgar o filme unicamente pela narrativa e qualidade tecnica, tirando tudo que pode ser conotado ai sim você esta fazendo uma critica sem ideologia.


Willie Willie (15/02/2013 14:09:41)   797 2
Concordo plenamente contigo. Tudo bem, podemos analisar "como apenas um filme", se tecnicamente é bem realizado, etc. Mas também é preciso estar ciente da agenda por trás do filme. Senão vai ser como o Ruben falou: dane-se tudo, é apenas um filme, foda-se tudo. A propagando se faz eficiente assim: dane-se tudo, vamos engolir qualquer coisa e tá tudo certo. O grande público é tratado assim: com um grande foda-se.

sem avatar Miss Scarlett (15/02/2013 14:15:28)   409 0
Eu acho que a arte tem conteúdo ideológico sim, mas cabe a nós separar as coisas. Eu não deixo de apreciar E o vento levou, por exemplo, por mais que a abordagem política mostre coisas que não são verdadeiras. É saber reconhecer as intenções e separá-las, se o filme for bem feito, interessante e envolver o público, já é um enorme ganho. Não vi o filme, e não opinarei sobre ele, mas pretendo ver em breve.

sem avatar Thiago (15/02/2013 14:57:41)   122 0
Não vi nenhuma apologia aos EUA, muito pelo contrário, o filme tá sofrendo uma pesada crítica lá fora justamnente por mostrar os americanos usando tortura e demais técnicas ilegítimas na captura de Bin Laden. Acho q a diretora tentou fazer um documentário dramático o mais fiel possível sobre a captura do terrorista, e no meu entender fez isso brilhantemente. É um ótimo filme. Ver o filme como uma propaganda pró-americanos é uma forma estranhíssima de interpretar o filme.

sem avatar Eduardo (15/02/2013 16:25:20)   -135 -2
@Ze

Blá blá blá!!

PS.: Se quer falar de imbecilidade, olhe para vc mesmo e reflita quem está sendo o imbecil.

sem avatar Ze (15/02/2013 17:01:28)   -182 0
SOu eu eduardo que estou, afinal perdi meu tempo discutindo com vc

VOc nunca comenta nada com relevancia mas fala mal da opinião dos outros e se esconde atras desses argumentos complexos do "blah blah blah".



Detective Detective (15/02/2013 17:43:13)   143 1
Miss Scarlett, desvincular o conteúdo ideológico de uma obra é como arrancar a espinha de um peixe com ele ainda vivo. Você pode fazer da forma como melhor lhe convir individualmente, como opção individual, claro. Mas a obra será sempre um todo. O Guns N’ Roses, por exemplo, tem uma música que se chama “One In A Milion”. Numa passagem da música, aparece o seguinte: “Police and Niggers, that's right/Get out of my way”. Bom, eu posso me omitir em entender o conteúdo ideológico da música ou apreciá-la sem me importar com aquilo que está sendo dito. Mas trata-se de uma música racista. Então, acho que nunca verei Spike Lee cantarolando ela por aí. Ainda assim, não há empecilhos para que ninguém o faça.

sem avatar Eduardo (16/02/2013 00:30:56)   -135 -2
@Ze

Blá blá blá!!!

Cara, eu não vou discutir com vc, até porque, vc não está tentando mudar a sua opinião, vc quer mudar a dos outros, e isso sim é de uma estupidez sem tamanho. Pode achar a vontade que eu não tenho argumentos, quem sabe eu não tenha mesmo, ou quem sabe eu tenha?? A questão é que não quero gastar meu argumentos, já me satisfaço zoando com a cara de gente como vc e outros idiotas que acham que discutir aqui, muda alguma coisa.

sem avatar Miss Scarlett (18/02/2013 13:26:44)   409 0
Detetive, eu entendo, mas o que eu quero dizer é que não dá pra ficar dizendo que um filme é um lixo só porque ele é patriótico. Claro, se o filme for feito exclusivamente como propaganda da guerra e não apresentar nenhum outro aspecto que o justificasse, dificilmente me agradaria. Mas o que eu quero dizer é que se no geral for um bom filme, eu relevo o conteúdo patriótico, mas o filme não vai influenciar minha forma de pensar. Ainda não vi, pretendo ver na semana que vem, mas pelo que andei lendo, me parece que A hora mais escura mostra apenas os bastidores da guerra, sem mostrar lado certo ou errado. Se isso for verdade, ótimo, se não, paciência. Acho que temos que procurar entender o cnteúdo, mas não deixar que ele nos influencie negativamente. Abraço!


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Darkseid Darkseid (15/02/2013 09:35:40)   2442 2
"No filme, ao perceber que matou Bin Laden, um dos oficiais congela diante dos demais."

Eu tava doido pra ver esse filme tranquilamente, e o cara me vem com um Spoiler Monstro desses na crítica... Sacanagem...


sem avatar Marc Alexander (15/02/2013 10:15:45)   19 2
Como assim spoiler?!? Então você não sabia que algum soldado mataria (ou matou) Bin Laden?

sem avatar Fernando (15/02/2013 10:31:35)   35 5
Vou te contar um spoiler da bíblia. Jesus Cristo morre.

Darkseid Darkseid (15/02/2013 10:31:47)   2442 0
Foi uma piada.

Darkseid Darkseid (15/02/2013 10:36:55)   2442 2
...uma piada no mesmo nível dessa que o Fernando contou.


Juliano Juliano (15/02/2013 08:37:05)   252 2
Achei tão fraco quanto Guerra ao Terror, puro hype...


sem avatar Eduardo (15/02/2013 10:23:13)   -135 -1
Fraco porque não tem tiros e explosões? Realmente, isso vc não vai encontrar nos dois.

Rubens Rubens (15/02/2013 13:18:06)   41 0
Mas tem tiros e explosões. Eu contei umas cinco.

sem avatar Eduardo (15/02/2013 16:28:14)   -135 -1
@Rubens

Estava me referindo aos filmes de guerra onde tem várias cenas de tiroteio e explosões. Tanto Guerra Ao Terror, quanto A Hora Mais Escura, são filmes de personagens, a guerra é apenas o pano de fundo.

nilton nilton (26/02/2013 01:57:47)   -2145 0
como assim nao tem explosoes? ate agora as melhores explosoes do ano foram desse filme o som tava foda huhuahuhauhuahuhuahuhuahuhuahuahuhua


sem avatar Sérgio (15/02/2013 06:43:24)   4 0
Prezados,

sugiro a seguinte crítica sobre "A hora mais escura":

http://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2013/02/15/a-hora-mais-escura-2012/

Abraço



ARQUITETO ARQUITETO (15/02/2013 05:53:39)   84 3
Olha, há muito tempo que eu não vejo um título tão perfeito de um filme estrangeiro, já vi muitas bobagens ultimamente, mas desta vez eles acertaram a mão e isso é digno de elogios.


ARQUITETO ARQUITETO (21/02/2013 03:31:44)   84 1
Quando me deparei com o título, me veio logo à mente o juramento dos lanternas verdes.


Detective Detective (15/02/2013 02:08:51)   143 -1
Interessante, o primeiro filme que conseguiu mostrar algum aspecto positivo na ocupação do Iraque faturou o Oscar. Ainda que Guerra ao Terror seja a maior de todas as falácias, uma vez que ninguém no mundo, nem em Portugal (há há), vai a campo caçar mecanismos de detonação "à unha", a balela foi justificada; mais uma vez, por se tratar apenas uma obra cinematográfica. Agora, Bigelow, que parece estar se especializando no gênero das falácias, vem com mais essa bomba. Bom, se de fato, bin Laden foi morto em circunstâncias semelhantes às que foram descritas no filme (e nos jornais), provavelmente, nunca saberemos. Mas ver como a “máquina de guerra” norte-americana ainda encanta críticos e premiações (Oscar 2013?) é, para citar certo vulcaniano, fascinante. God Bless America (film)!


sem avatar Eduardo (15/02/2013 02:59:03)   -135 -1
Pronto, mais um com esse mimimi.

Detective Detective (15/02/2013 09:12:38)   143 0
Fascinating.

sem avatar Eduardo (15/02/2013 10:24:09)   -135 -3
Comentário mal avaliado pelos leitores. Clique para ler.

Detective Detective (15/02/2013 14:06:45)   143 2
"So, so you think you can tell
Heaven from Hell,
Blue sky's from pain.
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

And did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
And did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?"


sem avatar Ze (15/02/2013 17:09:02)   -182 0
Linda frase:
Heroes for ghosts

Triste mundo de hoje em dia....


Rafael Rafael (15/02/2013 01:34:29)   152 1
A galera tem birra com a Kathryn Bigelow pq ela venceu um oscar em cima de Avatar ou pq venceu o Quentin Tarantino e seus Bastardos?

Guerra ao Terror é um filme muito bom. Estudo de personagem com uma atuação muito boa do Jeremy Renner e alguns momentos marcantes, como a cena do supermercado. Sem contar a tensão no duelo de snipers.

Ok, não sei se era pra faturar oscar de melhor filme, mas não acho indigno como "Shakespeare Apaixonado" ou "Paciente Inglês". Menos birrinha, galera.



Xandão Xandão (15/02/2013 01:08:58)   133 4
Os EUA gostam de se vangloriar de seus feitos bem sucedidos que nunca aconteceram.

Por que não fazem um filme mostrando o treinamento que a CIA deu ao Bin Laden, no período em que os soviéticos invadiram o Afeganistão.

Realmente, o lado amargo da história, é melhor deixar enterrado mesmo...


sem avatar Eduardo (15/02/2013 01:36:28)   -135 -1
Me fala qual nação não prefere deixar o "lado amargo da história" enterrado??? Filho, é assim que funciona o mundo, mas isso não quer dizer que um dia esse tal "lado amargo" não seja filmado.

Luiz Antonio Luiz Antonio (15/02/2013 10:32:31)   129 0
Verdade, mesmo a gente não abordaria a covardia na guerra contra o Paraguai...

sem avatar Fernando (15/02/2013 11:26:28)   1 1
Mas fizeram. Chama-se Rambo 3. Onde o super soldado americana ensina aos Talibãs como lutar contra os soviéticos.


sem avatar Maycon (15/02/2013 00:11:36)   2 2
Depois de Resident Evil qualquer filme é 5 ovos agora...



sem avatar joel (14/02/2013 23:34:04)   31 0
Filmes como esse e o Guerra ao Terror, deveriam esperar pelo menos uns 30 anos pra ser filmado! Aí que fica interessante ver como a guerra mudou em três décadas!



sem avatar Icaro (14/02/2013 23:13:52)   6 0
Filme nada menos que excelente.

Um retrato de como nossas vidas de conforto e segurança são muitas vezes garantidas por alguém que está lá, fazendo o trabalho sujo.

Crime de lesa humanidade a não indicação de Bigelow ao Oscar de deireção.



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Denis Denis (14/02/2013 23:06:00)   1057 0
Achei bem tenso, ágil e bem empolgante, gostei dos personagens da Jessica Chastain, Mark Strong e Jason Clarke, é o meu terceiro favorito dos indicados atrás de Django e Argo.


Rubens Rubens (15/02/2013 13:21:40)   41 0
Pra mim esse só perde pro Django.


Pedro Pedro (14/02/2013 22:46:22)   30 1
Não gostei nem um pouco do Guerra ao Terror, na minha opinião foi americanizado demais e ainda não descobri porque as pessoas se apaixonaram por ele. Mas esse Zero Dark Thirty, apesar de me parecer um tanto confuso, tem despertado meu interesse. Vou conferir.


Rafael Rafael (15/02/2013 01:22:16)   152 -1
Guerra ao Terror americanizado? Com todo respeito, não concordo nem um pouco.


sem avatar Pedro Ivo (14/02/2013 22:38:05)   247 0
Até algum tempo eu estava com o pé bem atrás com esse filme, mas espero sinceramente ser surpreendido.
Esta não é a primeira crítica positiva que leio desse filme, mas ZD30 está longe de ser unânime, o que não importa muito.
Vou vê-lo, com certeza.



Ðartђ Ѵadęr™ Ðartђ Ѵadęr™ (14/02/2013 22:22:02)   2246 -4
Comentário mal avaliado pelos leitores. Clique para ler.


Beto Beto (14/02/2013 22:07:26)   7 3
Palavra preferida do Hessel em suas últimas críticas: "midiático/midiática"...
#vocaburalho



Raul Raul (14/02/2013 21:43:54)   1069 1
Dou 4 Ovos. O filme é ótimo, mas não perfeito. Vale destacar também a atuação de Jessica Chastain, que vem se mostrando uma excelente atriz.


sem avatar Francisco (14/02/2013 22:11:46)   309 1
@Raul,


Verdade, ela foi muito bem em Os Infratores, e para mim, mereceu o oscar de coadjuvante em The Help, estava perfeita, além de mto gata.


sem avatar Santos D. (14/02/2013 21:35:10)   1260 5
O governo americano protestou duramente contra A Hora Mais Escura, pelo fato do filme apresentar cenas que contradizem a versão oficial apresentada pelas autoridades dos EUA.
A partir disso é possivel deduzir que o filme não faz patriotada.A diretora mostrou ousadia e desafiou a versão do governo americano.
Agora preciso conferir o longa pra ver se realmente é bom.



Ronny Ronny (14/02/2013 21:24:40)   118 -5
Comentário mal avaliado pelos leitores. Clique para ler.

Wagner Wagner (14/02/2013 21:57:58)   56 6
Ah tadinho dele. Devia ser uma ótima pessoa porque era velhinho e estava desarmado =)

ARQUITETO ARQUITETO (15/02/2013 02:22:14)   84 3
Pq não levou pra casa?

Rubens Rubens (15/02/2013 13:24:33)   41 0
Na verdade foi ótima a operação.


Cicero Cicero (14/02/2013 21:13:57)   207 0
Bem, eu achei o filme uma merda. 2 horas de interrogatórios, conversa fiada e meia hora de uma operação militar que por ser "verdadeira" é estupidamente chata.

Não sei porque esta concorrendo ao Oscar. Deve ser por causa do patriotismo americano por ter matado seu maior "vilão"



AVGN AVGN (14/02/2013 20:59:47)   14 1
O filme mais supervalorizado do ano. E o Omelete acaba de prestar a sua contribuição nisso.



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Danilo Danilo (14/02/2013 20:49:59)   220 0
E a Bigelow parece não se cansar de mostrar 'mais do mesmo'... Obviamente irei assistir esse filme, mas sem expectativa e esperando um filme tão ruim quanto Guerra ao Terror.



sem avatar Francisco (14/02/2013 20:26:18)   309 1
Bigelow parece ter encontrado seu gênero de filme consagrador... Guerra!

Irei conferir, sem dúvida.



Darkseid Darkseid (14/02/2013 20:18:04)   2442 1
Agora eu fiquei mais curioso para conferir esse filme...


Darkseid Darkseid (15/02/2013 09:29:47)   2442 1
ahahahahahaha

Eu estava zoando, mesmo!!!

Darkseid Darkseid (22/02/2013 11:12:50)   2442 0
What???

O comentário do "Professor Digory Kirke", que eu respondi acima, foi excluído daqui???


sem avatar Kalyl (14/02/2013 19:47:21)   65 2
4/5
A frieza do filme é um ponto positivo. Mas acho que nesse caso seria essencial uma aproximação maior com os personagens, ainda mais em uma história que já se sabe o final.



Joseilton Joseilton (14/02/2013 19:46:34)   37 0
Crítica espetacular, Hessel!

Pra quem reclamava do Hessel, teve que baixar a cabeça pra essa crítica e pra do filme "Lincoln".



Comentarista Comentarista (14/02/2013 19:44:54)   500 3
Três ovos estariam de bom tamanho para o Guerra ao Terror 2.


Rubens Rubens (15/02/2013 13:27:02)   41 0
Nada a ver.


Edgar Edgar (14/02/2013 19:28:10)   11 2
Hessel deu 5 ovos? Eu que já esperava por esse filme, agora me empolguei ainda mais!



Leo Leo (14/02/2013 19:09:29)   2 1
5 ovos de Marcelo Hessel?!? Cedeu à pressão, ou o filme é bom mesmo?



Joker Flash Joker Flash (14/02/2013 18:54:27)   1127 0
Não ia ver o filme, mas depois da crítica me interessei

http://www.armagedomfilmes.biz/?p=80559

Online pra quem quiser ver ;) Só não me denunciem por pirataria, hein, é mancada HAHAHA



Ninja Ninja (14/02/2013 18:44:40)   3073 1
Uai, a protagonista é a Jessica Chastain?
Pensei que era o Joel Edgerton e alguns soldados que fizeram parte da operação.

Eu tenho muito medo desse filme sair que nem Guerra ao Terror, que saiu que nem um tiro de Sniper: Silencioso, mas com resultados estrondosos, como o favoritismo ao Oscar e uma exibição da supremacia americana em caçar e matar "O Homem Mais Procurado do Mundo".



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