Filmes

Japão vence duas vezes em Annecy, o maior festival de animação do mundo

A fantasia Lu Over The Wall é eleita o melhor longa
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Maior festival de animação do mundo, realizado anualmente na França, em junho, Annecy consagrou duplamente a produção de longas-metragens do Japão no encerramento de sua edição de 2017 no sábado: Lu Over the Wall, de Masaaki Yuasa, ficou com o troféu Cristal de melhor filme e In This Corner of The World, de Sunao Katabushi, conquistou o Prêmio Especial do Júri.  O primeiro explora a relação entre um adolescente tímido com uma sereia. O segundo resgata traumas relativos à bomba atômica em Hiroshima, no fim da Segunda Guerra Mundial.

O melhor longa pelo voto popular foi um polonês: Loving Vincent, de Dorota Kobiela e Hugh Welchman. Comédia musical, a produção sueca Min Borda, de Niki Lindroth Von Bahr, ganhou o prêmio de melhor curta-metragem pelo júri de Annecy. O eleito do público entre os curtas foi Pepe Le Morse, de Lucrece Andreae, da França.

Neste ano em que completa seu centenário de criação, a animação brasileira esteve em Annecy representada por Brasil um par de curtas: O Poeta das Coisas Horríveis, de Guy Charnaux, e Vênus – Filó, a Fadinha Lésbica, de Sávio Leite, que foi uma das sensações nacionais do Festival de Berlim, em fevereiro. 

Terminado Annecy, chega o Anima Mundi. Vem aí a edição dos 25 anos do mais lotado, prestigiado e inflamado festival de animação da América Latina: vai de 18 a 23 de julho em salas do Centro do Rio e de 26 a 30 de julho em São Paulo. E do que há de mais quente no cardápio deste ano, a fervura máxima tem CEP hispano-americano. Ave rara no que diz respeito a longas-metragens animados, a Venezuela tem um exemplar do formato, com 76 minutos de tintas políticas e abordagem infantojuvenil: Pequeños Heroes, que entrou no cardápio de Annecy. A direção é de Juan Pablo Buscarini (um dos produtores do sucesso de bilheteria Um Conto Chinês), que narra as peripécias de três crianças que auxiliam o libertador Simon Bolívar em sua luta. Também fala espanhol El Hombre Más Chiquito Del Mundo, de Juan Pablo Zaramella, o mais cultuado dos animadores argentinos. Zaramella entra no pacote de filmes da maratona animada brasileira ainda com Ónion.


Do Uruguai, o Anima Mundi traz o badalado curta Irma, de Alejo Schettini e Germán Tejeira. Do México chega Poliangular, de Alexandra Castellanos. Ainda sobre latinos, o Brasil entra em campo com filmes esperados como Sob o Véu da Vida Oceânica, de Quico Meirelles; Mundo de Wander, de Lisandro Santos; Drop in the Bucket, de Rodrigo Gava; e Brinquedo Novo, de Rogério Boechat. 

Minha nossa, esse video me deixou tonta, parece que veio da mente de um usuario de LSD, prevejo altas dores de cabeça, mas estou muito anciosa pra ver o filme, animações japonesas são muito boas.

boa brisa bicho!

Bom, não menti! Vi no IMDB que as duas animações não têm nenhum profissional em comum e o Ponyo é uma criação 100% do Miyazaki....

Fui em Annecy em Abril deste ano, lugar lindo demais, não sabia que tinha este festival, mas vi algumas lojas de animes, HQs, games etc, mais que o normal por assim dizer, agora esta explicado.

Ihh ala falou na lata hsuahs

Cópia de Ponyo.

Aí no Oscar indicam Meu Malvado Favorito 3

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