A Grande Aposta
Filmes - Drama
A Grande Aposta (2014)
(The Big Short)
  • País: EUA
  • Classificação: Não definido
  • Estreia: 14 de Janeiro de 2016
  • Duração: indisponível

A Grande Aposta | Crítica

Adam McKay aborda a crise financeira sob a lógica do absurdo

Da mesma forma que uma mentira repetida diversas vezes pode se tornar uma verdade, um absurdo deixa de ser um absurdo quando se incorpora à norma. A Grande Aposta (The Big Short, 2014), o filme sobre a falência imobiliária americana que deu ao diretor de comédias Adam McKay um lugar no Oscar, tenta entender pela lógica do absurdo como algo tão escandaloso pode ter ganho as proporções que permitiram a crise financeira global de 2007 e 2008.

O filme adapta o livro de Michael Lewis The Big Short: Inside the Doomsday Machine - publicado no Brasil como A Jogada do Século - e conta histórias cruzadas de investidores e especuladores financeiros que previram o estouro da bolha e resolveram apostar contra o que, desde sempre, era um dos investimentos mais seguros do mercado: os títulos de dívida imobiliária nos EUA. Conhecido por filmes estrelados por Will Ferrell como O Âncora e Ricky Bobby - A Toda Velocidade, parte do que McKay chama de "trilogia do homem americano medíocre", o diretor basicamente pega um material típico de drama cheio de lamentos (tantos sonhos desfeitos na crise que desalojou milhares de pessoas) e o transforma numa de suas comédias irônicas (que tipo de crueldade, disfarçada de estupidez, é capaz de desfazer tantos sonhos?).

Atrás de uma resposta, McKay investe na repetição. Seus protagonistas - vividos por Ryan Gosling, Steve Carell, Christian Bale, Brad Pitt e mais meia-dúzia de tipos incrédulos diante do que presenciam - personificam reações diferentes aos absurdos do mercado. Gosling faz o malandro, com suas metáforas, Carell vive o desesperado em negação, Pitt é meio niilista, meio conspirólatra, e Bale carrega no lado depressivo de ter sido o primeiro a diagnosticar uma doença que ele é incapaz de tratar. Antes de ser uma história com começo, meio e fim (porque afinal nos ciclos de destruição do mercado nunca há um fim de fato), A Grande Aposta é um exercício de de ação e reação, e de perplexidade.

Se o filme parece didático demais na forma como personagens expõem entre si (e celebridades expõem ao espectador, em constantes quebras da quarta parede que sublinham que A Grande Aposta de fato é uma comédia, para não deixar dúvidas) as premissas e os fatores da crise do subprime, é porque a repetição é essencial para entendermos como um absurso pode ser eventualmente aceito como norma. Por outro lado, ainda que McKay saiba muito bem o tipo de comédia que está realizando, A Grande Aposta é um filme meio limitado, porque o absurdo se encerra em si mesmo. Lamentamos a crise, porque ela sem dúvida é avassaladora e está fadada a se repetir, mas dificilmente levaremos conosco para além da sala de cinema esses personagens que tão bem exerceram sua função de se deixar transtornar por nós.

É um tratamento muito diferente, por exemplo, daquela de O Lobo de Wall Street, que também tem um narrador que nos interpreta a crise, que é capaz de enxergar o que outros não veem e de explicar para nós como ela funciona, como tirar proveito dela. Martin Scorsese, porém, como bom ilusionista (e em A Grande Aposta em nenhum momento somos levados a suspeitar dos nossos narradores), sabe que o ponto de vista do seu narrador não é confiável, e por fim torna isso o tema do seu filme. Já McKay, justamente por fazer da exposição e da repetição os elementos centrais da sua operação, está mais próximo não só do documentário mas principalmente de uma obra paradidática (se os livros na escola trabalhassem com ironia). O que nos resta é sentar diante de A Grande Aposta e, quem sabe, aprender alguma coisa.

Nota do crítico (Ótimo) críticas de Filmes
 

O filme é SENSACIONAL ! Prato feito para engenheiros econômicos em formação, que diverte e ao mesmo tempo explica, mesmo que resumidamente, o que aconteceu em 2007. Digo, depois que tudo passou e você vê aquelas explicações mais irônicas que o filme dá, você simplesmente não consegue entender como os americanos confiaram num sistema que era absurdamente fracassável ! Enfim, as atuações são ótimas, o roteiro é EXCELENTE (mereceu o Oscar que levou), e está pau a pau com Spotlight (que levou Oscar de melhor filme). Óbvio, o ritmo acelerado, os termos difíceis e as manobras econômicas que são apresentadas podem confundir muito a mente do expectador (confesso que mesmo tendo adorado o filme, não entendi 100% do que foi mostrado, simplesmente porque são muitos termos vistos pela primeira vez que acabam se misturando), mas o filme ainda assim vale a pena !

Se tivesse ficado um pouco mais que 20 minutos teria visto que o filme faz pausas para explicações, quebrando a quarta parede, com direito à Margot Robbie (na banheira) e Selena Gomez fazendo analogias que qualquer leigo consegue entender.

Ainda apostando nos 4,70?

Filme honesto, a maneira como busca retratar as várias pessoas afetadas pela crise (E até mesmo aquelas que conseguiram sair "por cima", como era o foco dos personagens centrais) é bastante prática e sem grandes enrolações ou dramas desnecessários. Até consegue criar certa empatia pelos protagonistas, mais notadamente o interpretado por Christian Bale e depois o de Steve Carrell. O que se pode extrair desse filme é uma lição bastante útil, sob uma ótica de uma realidade que não é tão distante quanto parece. Não é um filme prolixo nem inócuo, é um filme bem "amarrado". Por fim, nos consola e ao mesmo tempo nos assombra saber que é uma história real, e que não é a última. Para quem busca entender mais sobre a crise americana - e o modo como o próprio governo americano ganhou dinheiro com ela - Assista ao documentário Inside Job. Concordo com os 4 ovos.

Eu entendo usa opinião. Mas aqui vai uma dica: Eu procuro entender o mais superficialmente sobre a história de um filme quando ele é "cascudo". Isso ajuda na hora da apreciação. E ajuda em saber oque vem pela frente. É igual a entrar num restaurante qualquer e depois reclamar que você não tinha visto que era um restaurante de comida japonesa. Não faz muito sentido.

Só um comentário, sem ofensas. Você não detestou o filme, você não viu o filme. Assista o documentário Inside Job, ele é mais difícil de digerir, mas em compensação lhe trará tanta informação que você sera capaz de debater com o professor na aula de economia, depois de assisti-lo, a grande aposta será uma irônica e trágica comedia.

Agostinho, se vc gosta de dinheiro passe a gostar deste assunto

Agostinho, se vc gosta de dinheiro passe a gostar deste assunto. Não seja mais um brasileiro que fica alienado e indiferente aos assuntos econômicos!!! Abraços,

...agora tbm não é porque detestei esse filme que significa só gosto de lixo, pelo contrário, talvez se eu entendesse melhor esse nicho, eu gostaria do filme, então culpo mais a mim por não gostar

...aí eu peço desculpas pela minha ignorância nesse assunto, mas não consegui assistir 20 minutos do filme....acho errado limitar uma determinada obra cinematográfica à apenas quem entende de determinado assunto...muito diferente de Lobo de Wall Street, que tinha essa "pegada corporativa" mas de muito mais fácil entendimento....

Gosto muito das críticas do Hessel, sempre muito claras e perspicazes, ansioso por esse filme.

Entender a crise através de uma comédia de 2 horas é impossível. Recomendo que assistam "Inside Job", comumentário que trata detalhadamente do mecanismo da crise. Depois assistam a grande aposta de novo e terão uma visão muito mais interessante do filme, inclusive artisticamente.

Eu assisti junto com uma publicitaria que adorou o filme, mesmo não pegando alguns detalhes. O pior de tudo é que a ambientação do tema ficou boa (A simplificação que deram para explicar o cdo sintetico foi elogiada em tudo quanto é lugar) Mas o povo realmente não se interessa por economia.

Eu tenho um raso conhecimento em mercado de capitais e talvez isso tenha ajudado a gostar um pouco do filme. POrém todas as pessoas que eu conheço, que não são familiarizadas com o assunto, proclamaram em uníssono o ódio pelo filme. Acredito que as tentativas de ambientar o publico com o assunto foram insuficientes.

Hessel parcial, a ideia do filme não meramente informativa, mas crítica. As abordagens em Lobo de Wall Street e Grande Aposta são diferentes por se tratarem de lados diferentes de acontecimentos interligados. Muitos péssimos filmes foram elogiados pelo Hessel ele gosta de bater em ótimos filmes porque isso dá pra ele a falsa sensação de inteligência.

Melhor dizendo, compre dólares agora! Até o fim de 2016 vc já perdeu o lucro.

Eu gostei, talvez por não ter assistido O Lobo de Wall Street. Mas vou fazer uma crítica à crítica. O filme tem o absurdo como fim porque sim, está próxmo de um documentário. Não existe poder nesse planeta capaz de parar a ganâncias dessas pessoas (que reflete a nossa própria). O diretor não quis um final feliz porque ele não existe, daqui pra frente só piora. Na vida real. Os CDO´s já começaram a ser vendidos novamente, hoje vc compra pela internet facim facim. Por que o filme deveria ter um final "feliz"? Fica a dica pra quem quer aprender com o filme alguma coisa, até o fim de 2016, o dólar chega a 4,70. Melhor que titulos do governo do brasil! Gosta de dinheiro? Compre dólares até o fim de 2016 (:

Precisava ter sugado tanto do Lobo de Wall Street? Esse filme é quase um boquete no Scorsese, mas nem de longe é bom como o Wall Street. No fim das contas, taca o Brad Pitt em um papel qualquer e bota a cara dele no poster pra ver se leva alguém pro cinema.

Adorei o filme. Achei fantástico e as inserções de celebridades foram ótimas. Trazem um assunto de difícil absorção em algo mais fácil para o público geral. Só tive a impressão que o Hessel não curtiu muito, mas deu 4 ovos mesmo assim. Será que teve receio de "apanhar" como em A Origem?? rsrs

Queria curtir mil vezes. Tive que voltar 3 vezes e eu sou gay.

Bom filme! Tem bastante terminologias e siglas, o que o torna um pouco complicado de entender para um novato sobre o assunto 'mercado financeiro', mas vale muito a pena assisti-lo, entender o que ocorreu naquele que foi o maior colapso do século 21. Este é um filme pra quem gosta ou simpatiza com o assunto. Um bom filme também pra quem gosta de entender de assuntos políticos e econômicos (pra quem gosta de filmes "correria", com tiros, explosões e sexo selvagem, não recomendo). A Grande Aposta é um filme pra quem tem um Q.I descente. Minha nota: 8.7.

O filme é bem legal mas é muito constante, a gente fica fica esperando pequenos ápices ao longo da história, principalmente pq a gente já sabe como termina, talvez por isso muita gente achou cansativo ( duas pessoas dormiram ao meu lado no cinema <o>)

Em compensação, você se mata de rir com os filmes do Adam Sandler e A-DO-ROU "Até que a Sorte nos Separe 3", não é?

Esse filme é um pequeno milagre. E é o filme mais engraçado do ano. Roteiro espetacular (vai ganhar o Oscar), com soluções inteligentes, as vezes brilhantes e, até genais. Cada cena expositiva tem elementos que indicam metafórica ou literalmente o cômico/trágico da situação, quase sempre de forma diegética. Pode ser a escolha da trilha, com músicas como Crazy e Sweet Child O Mine. Podem ser adereços como os óculos da agente da Standar's and Poors. Ou ainda diálogos ditos em cenários surreais, como a agente do FCC, tomando banho de sol em Las Vegas, explicando que não fiscalizava nada e queria, na verdade, trabalhar para um banco, ao mesmo tempo em que vê um banqueiro do outro lado da piscina, aponta e diz "goldman". E é a metáfora perfeita pra quem estudou um pouco da crise de 2008. As vezes rimos de uma situação, para, na cena seguinte, ser lembrado do que esse armagedom financeiro trouxe de desgraça em 2008. E tem a melhor trilha sonora da história para quando o filme faz a transição para Las Vegas. As atuações são excelentes, especialmente de Steve Carrel e Cristian Bale. Jamais imaginaria que tamanho prodígio partiria de McKay, que nunca demonstrou esse talento. Sair da sombra de Will Ferrel fez MUITO bem pra ele. Só fica atrás de Mad Max para melhor filme do ano. Ps. Quem quiser saber mais sobre a crise de 2008, têm os filmes Too Big To Fail, e Margin Call.

Coxinha detected.

O filme é uma especie de lobo de wallstreet sem a excentricidade do scorsese/di caprio. O didatismo é necessário, principalmente quando o filme começa a ficar mais denso, não tem como fugir. A solução que o diretor da para isso é das melhores contando o tom que o filme tem. Só acho que faltou um pouco de peito do diretor/roteiro em ao menos citar o papel das interferências do governo americano como o afrouxamento das regras de credito ou mesmo o mecanismo de reservas fracionarias. Destaque para a senhorinha da S&P com a pupila dilatada e óculos escuros (genial) e para o steve carrel roubando a cena.

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Prezados, sugiro também o seguinte texto sobre o filme: https://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2016/01/17/a-grande-aposta-2015/ Abraço

O mundo estava esperando a sua critica...vão até tirar a indicação ao Oscar depois da sua critica. Parabéns...sqn

Achei o filme super chato, extremamente massante, cansativo!! Fico me perguntando o que leva a Academia a escolher esse filme para concorrer ao Oscar na categoria de melhor filme!! Inacreditável!! Com 10 minutos eu já queria sair da sala, mas tentei dar uma chance a mim mesma de mudar de ideia ao longo da projeção - decepção, pq não mudei a opinião sobre o filme - ele de fato é detestável!! Direção de Adam McKay muito arrastada chegando ao insuportável... enfim, não me lembro quando foi a última vez que empreguei tão mal meu dinheiro em um ingresso!! O Lobo de Wall Street é infinitamente superior em tudo, incluindo o ator principal que deu um show - Leonardo DiCaprio e no dinamismo da narrativa!! Afinal, sendo a Direção de Martin Scorsese, não tem p/ ninguém!!

Grande demais para quebrar, Trabalho Interno, Margin Call - o dia antes do fim e, agora, A grande aposta são ótimos filmes sobre a crise de 2008.

Gostei do filme! Entre suas qualidades, parece que há uma tentativa de aliviar com humor a tensão resultante da dificuldade em entender os (difíceis) conceitos envolvidos. Uma qualidade que podemos ver no cinema norte-americano é a presença de uma crítica contundente à corrupção dos principais da nação, dos mais ricos e poderosos. Aliás, Michael Moore deixou saudades! Também gostei da crítica do Hessel, inteligente e perspicaz.

Acho que a nota serve para dizer "se o filme é bom e se vale a pena assistir"

Eu disse pra trilha sonora, mas cai bem na direção também. Eu acho que o Adam quis dar uma inovada, fazer umas coisas diferentes entre elas o uso da quarta parede, mas eu não consegui gostar. Achei que foi mais do mesmo, muitos filmes já fizeram isso e desse mesmo jeito, não foi nada de inovador. Mas talvez o problema tenha sido eu mesmo, não consegui curtir o filme.

Como assim a quebra de quarta parede não funciona? Uma das coisas mais maneiras do filme, além da trilha sonora.

Acho o filme ótimo! A questão de ser didático é compreensível, já que aborda um tema pouco conhecido para maioria da população, mas de grande relevância. Mesmo assim, subprime, Collateralized debt obligation (CDO) e credit default swaps (CDS), não são termos comuns. Você tentar explicar que os bancos financiavam empréstimos para quem não tinha condições de pagar, criavam títulos lastreados em hipotecas e depois revendia. Além de desenvolverem um mercado de CDO (é apostar que vai dar certo o mercado de subprime) e CDS (é apostar que não vai dar certo o mercado de subprime). O mais interessante é ver que os CDOs e CDSs, valiam o mesmo que os títulos hipotecários, nada! O lobo de wall street é uma um grande filme. A grande aposta é uma triste história real. Marcelo Hessel você é muito bom. Entendo que para um economista como eu, A grande aposta seja mais interessante. Por fim, vocês do omelete são ótimos!

É muita pretensão achar que o Brasil tem alguma relevância pro mundo.

É por isso que existe versão dublada.

Eu não tenho problema com filmes ou séries chatas, quando são interessantes. Mas A Grande Aposta não me interessou em nenhum momento, e de tão chato que estava, eu pensei em sair do cinema no meio, mas aguentei até o final. As quebras de quarta parede quase nunca funcionam e a direção do Adam McKay é extremamente cansativa. A única coisa boa do filme é a trilha sonora que fecha bem com Led Zeppelin, mas eu achei muitas vezes muito mal colocada. Parece que eles queriam fazer isso mesmo, para parecer uma coisa não muito profissional, mas não deu muito certo.

Entendi. Realmente alguns textos dele são mais rebuscados. Mas não acho que este entrou nessa lista. Mas respeito sua opinião.

Não cara, na boa, não achei o texto difícil. Só fiz uma crítica sobre a crítica do Hessel. Na minha opinião, não apenas nesse filme, mas em tantos outros (incluindo aí Magic Mike e Fantastic Four), ele ta se desfocando do publico-alvo do Omelete com esses comentários. Independente de eu discordar ou não com as críticas dele, eu discordo da maneira que ele tem transmitido a mensagem. E pelo q eu to lendo nos comentários acima, parece que muitos concordam comigo

parei em ''Marcelo hessel'.

Relaxa, amigo. Não precisa ser maldoso em seu comentário. A questão é que o texto não está difícil, não quis me gabar por achar fácil e nem te criticar por ter achado difícil(se é que achou).

KKKK

Hessel? Jamais lerei.

Com respeito as explicações super didáticas, só digo uma coisa: Quem conseguir prestar atenção na legenda enquanto assiste a explicação da crise financeira feita pela Margot Robbie dentro de uma banheira ganha um panetone trufado. Já vou avisando que eu não consegui de primeira e tive que voltar o player do torent

ok, foi apenas uma opinião niilista q eu dei, vamos deixar "q o absurdo se encerre por si mesmo"! (na boa, quis fazer um trocadilho, mas essa frase é tão rebuscada q chega a ser niilista)

Margin Call é bem mais interessante.

Cara, sério?! Por conta de uma criticazinha de nada vc teme pelo futuro da humanidade??? Imagina se eu tivesse falado algo realmente importante... bom saber o quão importante é minha opinião pro futuro da humanidade, já a sua... caguei

Cara, larga de ser malandro, fecha o notebook e lê um livro de vez em quando. Se esse texto acima te parece complicado, temo pelo futuro da humanidade.

Sei lá, dessa vez a crítica tá bastante fácil, não tem porque reclamar tanto dele dessa vez. Mais fácil que isso só se em vez da resenha tivesse um grande emoticon com um polegar pra cima em vez do texto.

A crise imobiliária nos EUA é simplesmente um dos maiores roubos da história da humanidade. Gostei de saber que a abordagem do filme difere de outros filmes sobre o assunto, e acho que, o didatismo nesse tema é um pouco inevitável. Ansioso pelo longa.

tenho certeza q sim... se a carapuça serve...

Achei bem desenvolvido e bem fácil de entender...

Facilita Hessel!!! Seu público-alvo não são críticos de arte rebuscada, e sim nerds que querem basicamente saber se o filme é bom e se vale a pena assistir! A pessoa (chata) que quer saber sobre niilismo, nuances filsóficas e ironia abstrata da cabeça do autor vai entrar em site especializado

Para quem se interessar pelo tema, sugiro ver "Margin Call" junto e fazer uma dobradinha.

"A Grande Aposta é um filme meio limitado, porque o absurdo se encerra em si mesmo". Aguardando a discussão certa para usar essa frase ;-) Minha curiosidade é se quando estão realizando uma obra os diretores, roteiristas e produtores pensam em tantas nuances e dilemas como as que os críticos sempre nos trazem. E se pensam, como se sentem quando no final o que vale é o corte do estúdio.

Haters gonna hate, como sempre, mas Hessel é mito.

Pôxa, Hessel.... dessa eu gostei.

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