Como Se Tornar um Conquistador
Filmes - Comédia
Como Se Tornar um Conquistador (2016)
(How to Be a Latin Lover)
  • País: EUA
  • Classificação: 12 anos
  • Estreia: 27 de Julho de 2017
  • Duração: 90 min.

Como Se Tornar um Conquistador | Crítica

Filme aposta em comédia simples, mas consegue falar de temas mais profundos

Várias comédias chegam aos cinemas todas as semanas, e talvez Como Se Tornar um Conquistador fosse apenas mais uma nesse número, se não fosse por um detalhe: o longa fez bons números na bilheteria americana, ficando na frente de produções como O Círculo, que tem Emma Watson e Tom Hanks no elenco. Mas o que, afinal, essa comédia tem de especial?

Dirigido por Ken Marino (ator de séries como iZombie e diretor de Childrens Hospital), o filme conta a história de Maximo (Eugenio Derbez), um jovem que viu o pai se matar de tanto trabalhar e então resolveu seguir um caminho diferente: ser o bonitão que conquista senhoras ricas e é bancado por elas. No outro extremo temos Sara (Salma Hayek), irmã mais nova de Maximo que decidiu trabalhar para dar o melhor possível para seu filho Hugo (Raphael Alejandro).

A premissa é bem simples e grande parte do humor do filme também segue essa cartilha: cenas com quedas, brigas espalhafatosas e gases estão presentes em grande parte da produção. Porém, mesmo com toda essa simplicidade, Como Se Tornar um Conquistador consegue tratar de temas mais profundos.

Quando Maximo precisa de um lugar para ficar e acaba na casa da irmã, ele cria uma relação interessante com o sobrinho e, mesmo que com o objetivo de uma nova conquista, começa a transformar Hugo em uma pequena versão de si mesmo, para que o garoto conquiste uma coleguinha da escola. O paralelo feito aqui é de como os relacionamentos mudaram no período em que Maximo ficou “fora do mercado”: enquanto ele joga charme de uma forma sensual, quase agressiva, para conseguir o que quer, seu sobrinho descobre que isso não funciona mais, e que as garotas de hoje em dia buscam outro tipo de relação. É preciso citar também a boa atuação de Derbez, que mostra uma química incrível ao lado de Hayek. Quem tem irmãos vai perceber a naturalidade com que os dois brigam, tiram sarro um do outro e, no fim, se entendem.

Depois de tantas situações divertidas, que beiram o absurdo, o filme tem uma narração de Derbez que sintetiza sua mensagem final: relacionamentos são complicados. Seja de um garotinho que quer ser amigo da menina mais linda da escola; de uma mulher que descobre o amor com seu motorista que a acompanha desde sempre; ou de uma viúva que se permite um relacionamento depois de vários anos de luto. Mas todas essas complicações e desencontros valem a pena quando você consegue ser feliz ao lado de quem combina com você.

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Nota do crítico (Ótimo) críticas de Filmes
 

Muito legal o filme, dei altas gargalhadas.

Comparar comedia com drama... ta "serto".

4 pra esse filme, 3 pra Dunkirk. Desisto do Omelete.

Crítica nota 10...vale a pena ver o filme ,ingresso bem comprado

Crítica sensacional!!!

Vou ver.

Boa critica.

Por essa eu não esperava. Vou dar uma chance!

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