Gaga: Five Foot Two
Filmes - Documentário
Gaga: Five Foot Two (2017)
(Gaga: Five Foot Two)
  • País: EUA
  • Classificação: Não definido
  • Estreia: 22 de Setembro de 2017
  • Duração: indisponível

Gaga: Five Foot Two | Crítica

Documentário traz a cantora despida de exageros

A carreira de Lady Gaga já foi analisada de todos os ângulos. Sua imagem, por vezes icônica e polêmica, já foi revirada do avesso por fanáticos e seguidores. Sua figura é, indiscutivelmente, uma das maiores representações da música do século XXI.

Desde seu surgimento bombástico em 2008 com o hit “Just Dance”, Gaga foi colocada em um pedestal e tomada por semi-deusa, colocada na terra não apenas para representar o novo pop como também para ser uma voz das minorias, que consideram, por exemplo, “Born This Way”, um dos hinos da diversidade da nova geração. Desde então, a cantora se reinventou, e lançou, em 2016, o álbum Joanne, revelando uma imagem mais simples e experimentação com outros estilos.

Com o cancelamento recente de suas turnês e a revelação de sua doença, fibromialgia, Gaga se expôs, talvez pela primeira vez, como uma figura frágil. O seu novo documentário, Gaga: Five Foot Two, explora exatamente isto. Trazendo registros íntimos de sua vida pessoal e profissional, o filme acompanha a gravação de Joanne durante o ano de 2015 até o seu histórico show no intervalo do Super Bowl, em Fevereiro de 2017.

O documentário, como obra cinematográfica, não é um destaque. Algumas cenas podem deixar o espectador comum, que não é um fã da cantora, entediado. A escolha de alguns momentos registrados também é duvidosa, como as filmagens do American Horror Story, que não adicionam muito à trama. Mas a qualidade do documentário está em sua capacidade de descascar aos poucos a personalidade de Gaga e retratar a luta de uma figura icônica em se desprender das expectativas alheias e revelar uma identidade genuína.

Stefani Germanotta, a Gaga, alterna humores e estados de espírito durante todo o documentário. No início, enquanto ainda gravava Joanne ao lado do produtor Mark Ronson, se mostra feliz e livre das correntes de sua própria imagem. Por vezes, no início do filme, vemos Gaga se auto afirmando como uma nova mulher, que não tem mais medos ou “as inseguranças de antes”. As declarações, no entanto, vêm em contradição a muito do que vemos no documentário, como se o filme fosse desconstruído Gaga em camadas, que aos poucos revelam a pessoa que realmente é.

A cantora descreve o lendário produtor Mark Ronson, que acompanhou toda a gravação de Joanne, como um dos únicos homens em quem realmente confia. A relevância crescente da questão do gênero atual, aliás, é entendida como um dos motivos pelos quais ela se sente mais confiante hoje. Ela compara Ronson aos outros homens com quem já trabalhou, descrevendo que ele é o único que não a faz se sentir menor: “Você trabalha com muitos produtores que eventualmente te dizem ‘você não é nada sem mim’. Oito em cada dez vezes eu fui colocada nesta categoria’”.

Five Foot Two acompanha Gaga em viagens e shows, e retrata a cantora lidando com sua recém-revelada doença. Vemos sua imagem fragilizada, deitada, aos prantos, e recebendo diversos tratamentos. Em um dos momentos mais tocantes do filme, pouco antes do show no aniversário de 90 anos de Tony Bennett, Gaga reflete: “Fico pensando em pessoas que passam por isso e não tem o dinheiro para receber o tratamento que eu recebo. Se eu não tivesse condições, eu não sei o que eu faria”.

Mas a batalha principal de Gaga não é a fibromialgia. Quando finaliza a gravação e produção do álbum, a cantora cai no choro ao ver seu produtor sair da sala. Ela se sente sozinha. A partir deste momento até o fim do filme, a artista sofre com a escolha entre querer mostrar ao mundo sua pessoa verdadeira e atender as expectativas de sua legião de fãs. Pouco antes do início da gravação do clipe “Perfect Illusion”, quando estreou a imagem despida de extravagâncias, Gaga se encontra em conflito: “Será que as pessoas vão ficar desapontadas com a falta de perucas?”. Em outro momento emocionante do documentário, a artista é acompanhada enquanto sai do estúdio para cumprimentar seus fãs. Com diversos flashbacks, o filme mostra imagens da Gaga do passado, com figurinos bizarros, perucas e muita maquiagem, recebendo seus adoradores. A comparação é o momento mais significante do documentário, que evidencia a nova imagem e hesitação em aparecer despida de adereços.

Joanne foi lançado e descrito por Gaga como o seu álbum mais pessoal. Buscando divulgar o trabalho com uma verdadeira declaração de si mesma, a cantora revela que esta é quem sempre foi: “O mundo não estava pronto porque eu não estava pronta para ser eu mesma”. Ela enfatiza: “Hoje eu não preciso de perucas para me afirmar”.

Contradizendo tudo que defendeu até então, ao fim do documentário Gaga descreve o show no Super Bowl como o ponto mais alto que um músico pode chegar. O filme termina com o espetáculo no intervalo da NFL e Gaga absolutamente segura de si, com um show de luzes, voos, dançarinos e um espetáculo grandioso. Tudo que a cantora havia dito que não era mais seu foco. Do modo que o documentário registra, o show no Super Bowl pode ser entendido como a despedida final da Gaga que conhecemos desde 2008. Apropriadamente, a apresentação foi um resumo de sua carreira até então, e ela sabe fazer um show como ninguém. Se continuar no caminho que diz estar durante todas as confidências que fez à câmera, é de se esperar que o momento tenha sido o fechamento de uma era, não apenas para Gaga, mas para a música em si. Mas isto, só o futuro dirá.

A ideia geral de Gaga: Five Foot Two é mostrar que Gaga existe além das aparências. Seu título, em referência a pequena estatura da artista (que tem menos de 1,60m de altura), é a essência do que o documentário pretende evidenciar: a altura não é nada para uma artista que pode, literalmente, sobrevoar um estádio e ultrapassar limites. Sua verdadeira batalha, porém, é para se tornar uma artista mais genuína, e ela definitivamente comprou essa briga. Até lá, enquanto ela vence suas inseguranças, outras versões de Gaga ainda devem aparecer pelo caminho. 

Nota do crítico (Bom) críticas de Filmes
 

Acredito que a questão do final não é que ela tenha se contradito, não é que ela tenha dito que os grandes espetáculos já não eram seu foco. Na verdade creio que ela goste desse reconhecimento, de lotar arenas, mas ela gosta que as pessoas lotem os seus shows pela arte que ela produz, seja ela qual for. Como o sucesso dela decaiu a partir de Born This Way e chegou praticamente ao fundo do poço em ArtPop, ela ficou meio que "traumatizada" com quão cruel o showbizz pode ser quando você não faz o que "está na moda", quando você vai contra o que esperam que você faça. Como se ela tivesse acreditado realmente que se tornou uma artista ruim por não ter atendido às expectativas alheias. E daí ela fugiu, mudou o foco, foi investir na carreira de atriz, fez o trabalho fora do Pop com Tony Bennett, arrasou na apresentação do Oscar e na canção 'Till It Happens To You... Isso tudo fez com que ela se fortalecesse novamente como artista, se reencontrasse e reestabelecesse sua autoconfiança. Tanto que ela disse, antes do início da era Joanne, antes do show do SuperBowl, algo como "estou pronta para ser uma superstar de novo".

Esse ano foi muito corrido para ela que quer ser exaltada de novo e deve ser pressionada para isso também, a equipe sempre vai querer lucros. Isso deve ter afetado a gravação do clipe por questão de agenda, The Cure era uma forma de aproveitar a nostalgia pop grudenta que o Super Bowl proporcional, sabemos que o Joanne sozinho não tinha ajudado na imagem dela. Eu acho que essa pressa intensificou seus problemas de saúde porque ela não conseguiu se preparar para a maratona de shows, ela está fora do peso (não falo de forma fútil até porque não está afetando seu visual). Esse fato pode significar que não teve tanto preparo suficiente para a era. Aí aproveitaram isso para fazer buzz para o documentário visto que a fibromialgia só veio a público semanas antes do lançamento, coincidindo com os cancelamentos de show. Ela vive perdida desde a transição da era Monster para o Born This Way, chegando ao extremo na era ARTPOP (e olha que eu acho o CD coeso e o conceito legal). Ela não sabe qual lado gerará aceitação/satisfação e quando é criticada fica guardando rancor, não se diverte mais. Por isso eu acho péssimo esse vitimismo, ela tinha que voltar a apenas fazer que gosta (seja farofa ou jazz) sem esse peso e essa prepotência nas costas. Acho que isso além de tornar seu trabalho forçado, a prejudica como pessoa.

"só" fez Na Cama com Madonna, o pioneiro doc pop, polêmico e animado e não essa choradeira sem fim da Lady Piedade

antes 59 sã do que 30 toda torta kkkkk

kkkkk 'múmia' q nunca esteve numa cadeira de rodas kkkk Lady ALEIJADA cadeirão esperando ela de volta kkkk

Eu não sei as reais intenções por trás de The Cure. Realmente não entendi o propósito dela com o lançamento desse single promocional. Mas, ao mesmo tempo, ela nem se animou em divilgar muito. Nem lançou clipe... Talvez ela fique na eterna dúvida entre lançar algo comercial ou algo mais autêntico. Daí acaba se perdendo nas idéias, né? Enfim...

Madonna sempre deixou claras suas homenagens a outras artistas, como a Gaga fazia com relação à Madonna no começo da carreira. Mas em BTW algo bugou no ego e ela não assumiu a homenagem e se tornou cada vez mais pedante, por isso consideram plágio. Segundo o Rotten Tomatoes, Sharknado é um filme excelente, acha mesmo que notas definem qualidade? O Rebel Heart foi aclamado e não estou usando isso para dizer que o Artpop é ruim, por exemplo. Criar escolas e hospitais na África sem fins lucrativos é algo que preste também. Você está fugindo dos meus argumentos por negar as falhas da Gaga, mas fã de verdade sabe ver prós e contras ou vira alienado. Quando a Madonna falha eu admito.

Outra crítica: https://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2017/09/27/gaga-five-foot-two-2017/

Madonna copiou tanto a Marilyn Monroe , Gaga é melhor que Madonna , resta aceitar , a antes de vir falar bosta , não adianta fazer textão aqui , não vale como ' CRITICA ' , Metacritic e Rotten Tomatoes estão adorando rs , Não fica com dor de cotovelo , quem sabe Madonna faça algo que preste rs

TA NERVOSO PQ A DIVA N FEZ UM DOCUMENTARIO DESSA ALTURA NÉ? MUMMIAFÃ??

O que não muda o fato de que ela força a barra e vive desesperada por aprovação, algo ruim da sua vida pessoal (ou como ela a pinta) que muitas vezes refletiu na carreira.

mas o documentário não fala da artista Lady Gaga e sim da Stefani Germanotta a pessoa que é a Lady Gaga quando está nos palcos fazendo shows, gravando discos ou clipes

Nem me conhece e já me considera pacas. Obrigado. haha

A Mariah também foi premiada como artista do milênio nos anos 90. O engraçado é que ela só tinha 10 anos de carreira. O milênio merece respeito!

Frank, eu nem te conheço, mas já estou apaixonado. Aceite o meu amor. <3

Dramática do pop. rs

Ata. Born This Way é tão cópia que a Madonna usou em um mashup sem dar os créditos e ninguém da parte da Gaga ou da gravadora dela teve coragem de retrucar, porque será? Se ela tivesse dito na época que era homenagem, tudo bem, mas ela fugiu da semelhança entre as músicas, mentiu sobre um e-mail da Madonna e ainda disse que a era inspirada na Whitney. Plágio é apresentar como seu algo que vem de outra pessoa, foi o que ela fez! Jeppe Laursen (autor da música): "As partes que são similares (!!!!!) foi ela quem escreveu. [...] A primeira vez que ela me mandou, eu pude perceber, mas a decisão é dela, não minha. Ela estava muito animada com a música, então eu estava lá para ajudá-la." Ele notou que tinha a mesma estrutura e a Gaga também sabia e não quis mudar, nem assumir a inspiração." Sem falar nas outras vezes em que ela seguiu a cartilha da Madonna, tirando o comecinho da carreira porque na época ela ainda era humilde de admitir suas inspirações mainstream sem querer soar cult ou inovadora, sendo apenas despretensiosa e divertida. Agora ela é uma artista pedante que quer a todo custo ser vista e aceita, sempre se levando a sério demais. Espero que um dia ela volte a equilibrar o ego e a ser uma personalidade inspiradora de verdade e não apenas forçada. http://wp.clicrbs.com.br/atlpop/files/2013/10/Gaga-X-Madonna.jpg

Lado forçado e vitimista doido por aprovação e lotado de contradições.

Documentário maravilhoso, conseguiu pegar o lado humano da gaga ♥

ela nunca copiou a madonna

"Isso não é uma crítica, é babação de ovo de uma fã." falou isso e em seguida agiu igual qualquer haterzinho melhore amore

Sim, eu acho que fui com uma expectativa x e o projeto era sobre desmistificar a artista e apresentar a pessoa, a alma por trás disso tudo. Neste sentido foi realmente bem revelador e atingiu seu objetivo. Mas ainda não sei quem é a Gaga, a artista. Esta ainda está se descobrindo o que é uma pena

Ela copiou Express Yourself, sim, um produtor confirmou anos depois que havia alertado ela da similaridade das músicas no momento da gravação! Aí como ela prometeu que Born This Way seria algo mega inovador, as pessoas começaram a cobrar autenticidade da música que era, na verdade, uma versão do hit de décadas atrás. E a Gaga ao invés de assumir e dizer que foi uma homenagem (como ela diz que foi no documentário para se fazer de santa), desviou o assunto. A Madonna deu o troco falando que achou redutivo quando perguntada posteriormente e fez um mashup das duas músicas, provando que são iguais, e nem precisou dar os créditos à Gaga no registro disso porque era evidente. Se não fosse plágio, a equipe da Gaga poderia ter entrado na justiça e ganhado. ;] Pisões? Ela se mostrou obcecada pela Madonna e extremamente hipócrita ao cobrar dela uma papo cara-a-cara sendo que já xingou meio mundo através da internet. E pera, ela falou cara-a-cara com a Madonna como tanto queria? Nem tentou, usou o nome dela na frente de uma câmera em um documentário, fez a mesma coisa! Não tem moral nenhuma e vem bancar a vítima. Em outro trecho Madonna é citada só porque a Gaga tinha os dentes separados na adolescência, what? Ela é humana e falha, o problema é endeusar a própria falha para se colocar sempre como a vítima de algo que ela mesma procurou: fama a qualquer custo. Zzz

Isso não é uma crítica, é babação de ovo de uma fã. Em bem menos linhas eu faço a crítica desse documentário: É um chororô só de um ex-estrela pop ressentida, amargurada, que busca na dor física a culpa por ser fracasso profissional. Como se as pessoas rejeitassem-na desde ArtPop por causa da dor e não pq faz música ruim mesmo. Péssimo documentário, uma choradeira só, 1h40min se queixando da vida e de dor nas costas. Se puder, evite! Lady Gaga não está mais atrás de respeito e admiração, está atrás de pena, pobre Lady Piedade

Que critica maravilhosa.

Documentário bem editado, bem filmado e que soube capitar momentos maravilhosos e mostrar a todos o que eles já deveriam saber. A "Lady Gaga" é uma personagem e por trás dela existe uma mulher muito jovem, genial, insegura, porém de bom coração. Salve Salve Senhorita Germanotta. o/

vc fala como se ela não fosse humana pra sofrer como uma pessoa normal, esse doc mostra toda a humanidade dela, f*da-se a Britney 2007. adorei os pisões que a Gaga deu na Madinno, ela não copiou ngm

ela está com uma doença que a impediu, quem é fã mesmo entendeu a situação. ela é a artista do milênio pelo conjunto da obra, Joanne é só mais uma confirmação

e vc é fã de quem? aposto que de uma banda de rock qualquer e tá se achando toda

Primeiro, o milênio não tem nem 18 anos ainda. Segundo, não.

Ata, aí ela larga a promo do Joanne porque não colou e lança uma farofa para hitar, aproveitando o buzz positivo do Superbowl, e você diz que ela não quer seguir modismos comerciais. Eu acho ela talentosa, de bom coração, mas se perde demais nas ideias que passa.

Vejo humanidade nela, talento e tudo mais, mas ela força muito, nossa! Sempre se coloca como a mais sofredora do Pop e com isso tenta se destacar como uma sobrevivente, superior, artista mais artista que as outras. A parte sobre a Madonna foi ridícula. Ela plagiou e fugiu do assunto na época, aí a Madonna deu o troco no ano seguinte e fim. Mas a Gaga fica remoendo até agora sobre o assunto e de forma muito hipócrita diz que a Madonna deveria ter dito "reductive" na cara dela, só que a própria também está comentando isso frente a uma câmera (para fazer buzz para seu documentário) e não na cara de quem realmente importa. Que coisa, não? Sem falar nas inúmeras alfinetadas que ela já deu em outros artistas atrás de uma página no Twitter. Em 2014 deu a entender que a Katy a imitava, cheia de ironia na rede social depois de falar contra guerra de fanbases. Por favor... Ela se faz de vítima da fama que ela mesma criou. Se é tão sofrido, larga o barco, vira indie, sei lá. Ela continua aí porque gosta de atenção, ela se vestiu de carne e botou uma lagosta na cabeça porque queria atenção e agora fica se lamentando como se seu talento não fosse reconhecido e como se a imprensa acabasse com ela a todo momento. Imagina se ela passasse pelo que a Britney passou em 2007? Força mais que está pouco. LOL

Amei o documentário, achei bem cru, mudou a visão que eu tinha da Lady Gaga, ela parece ser uma pessoa bem humorada, divertida, apesar das dores e de parecer ser bem emotiva, parece ser uma pessoa de energias positivas, que quer agregar, independente de onde e com quem esteja, muito mais humilde do que eu imaginava.

Tá bom moço. Vai lá chorar na fila do rock in Rio vai. Esses "lirou monster" fica babando ovo dela ,chega a ser vergonhoso. Tudo bem que ela tá fazendo o que quer agora,compondo as músicas com sua história mais pessoal...mas tem muito artista que está fazendo o mesmo. Artista do milênio? Misericórdia. Você quer essa perfect illusion? KKKKKKKKKKK

Ihh o fandom tá atacado Xinga muito no Twitter!

Documentário maravilhoso.

Anotado a sua fuça, more.

Gostei muito do documentário. A resenha está boa, bem impessoal. Só não concordo com a parte que diz que ela se contradiz ao fazer uma super produção para a NFL. No próprio documentário ela diz que o passado dela não vai se repetir, mas é inevitável levá-lo pra vida. Em outra cena, ela diz que não pretende usar roupas espetaculosas e fazer algo chocante no intervalo do super bowl pra cumprir o protocolo. Ela prezou por uma apresentação com elementos que fazem parte da sua carreira arranjados de uma maneira que tem a ver com seu eu atual, sem exageros. Ressalto ainda que os fãs das primeiras eras da Gaga ficaram um pouco decepcionados com a falta de adornos e visuais/cenas inusitadas. Eu, particularmente, gostei muito. Sendo assim, vejo que ela não se contradiz, ela continua sendo uma popstar, transformando suas ideias alternativas em algo pop, ainda que em suas novas músicas haja diferentes estilos/influências musicais que fujam do pop atual. Ela só não exagera mais e tenta não seguir modismos comerciais que não tenham a ver com ela.

Melhor parte foi quando ela bateu com o carro no carro do outro cara lá kkkkkkk

1000x

Adorei o documentário, muito emocionante aliás... E quem diria que por trás de toda aquela fantasia, existe um ser humano, cheio de problemas, como qualquer um... Aliás, Lady Gaga é só mais um exemplo do tal "preço da fama", uma pessoa engolida pela Indústria Musical...

Ou não

Mas se pensarmos bem esse documentário não tem muita referência musical, e creio eu que esse era o objetivo do diretor.

Melhor que BVS.

As cenas do documentário foram filmadas por 8 meses, da finalização do álbum Joanne e seu lançamento até o Super Bowl em fevereiro de 2017. Mas não chega a ser um erro grosseiro.

"artista do milênio" hahahahah pois é,cara.Esses fãs dessas pseudo-divas pop viajam d+.

estamos no agora, e agora ela é

Foi o que eu falei ali. Ela mesmo diz no documentário que não gostava de ser daquele jeito.

No final das contas, ela foi muito esperta. Usou todas aquelas roupas extravagantes para chamar a atenção. E consegui, muito. Muitas vezes até ofuscava a arte dela, que também é de muita qualidade. Agora que ela já se consolidou, não precisa mais disso. Pode mostrar a ~~verdadeira artista~~ que ela é

Que datas? Não vi erro nenhum!

Eu acho que existe opiniões. E ninguém tem elas iguais. Fim. E o milênio ainda não acabou viu? Melhor morder sua lingua. Muita coisa pode acontecer ainda.

A Gaga é a artista do milênio e qualquer um que acompanhe pop sabe disso.

só li até o terceiro parágrafo e parei, as datas estão erradas

Ata. Anotado,more!

amei o documentário

Gaga é uma semi-deusa, artista da década que só cresce, resta aceitar

Documentário muito bom. Edição ótima e bem equilibrado entre momentos emocionantes e positivos.

Sinceramente, eu adoro documentários musicais mas fiquei um pouco decepcionado. Não achei nada icônico

"Outras versões de Gaga ainda devem aparecer pelo caminho" Exato, a Gaga aproveitou muito bem o vácuo deixado pela Madonna, e daqui há dez ou vinte anos, quem aproveitar sua decadência no mundo da música pop, levantando a bandeira CERTA(evidentemente), será a próxima Diva!

" Gaga foi colocada em um pedestal e tomada por semi-deusa" Forcei.mp3 Não sei qual o desapontamento pela transformação dela (ou destranformacao? KKKk(.. a gaga era um personagem, encheu o rabo de dinheiro, agora poder ser ela mesma (depois de usar uma melancia no pescoço pra ter atenção)

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