Até o Último Homem
Filmes - Biografia, Drama histórico
Até o Último Homem (2016)
(Hacksaw Ridge)
  • País: EUA, Austrália
  • Classificação: 16 anos
  • Estreia: 26 de Janeiro de 2017
  • Duração: 149 min.

Até o Último Homem | Crítica

Mel Gibson faz filme de guerra edificante sem minimizar o impacto da violência

Com as seis indicações da Academia ao seu Até o Último Homem (Hacksaw Ridge, 2016), incluindo a de melhor filme, Mel Gibson volta ao Oscar duas décadas depois de levá-lo por Coração Valente, e não deixa de ser uma coincidência que essa redenção dos seus pecados (as manchetes de alcoolismo, intolerância, acusações de violência doméstica) diante de seus pares aconteça por um filme envelopado em temas de castigo e purgação.

O longa é baseado na história real de Desmond Doss (Andrew Garfield), jovem adventista que, convencido a se alistar durante a Segunda Guerra Mundial, travou uma batalha pessoal com o Exército dos EUA porque queria servir como médico e se recusava a pegar em armas. Boa parte do filme se passa como uma história de treinamento, antes do clímax na Batalha de Okinawa, estrutura emprestada de clássicos do gênero como Nascido para Matar, mas do começo ao fim o que testemunhamos está mais para estudo de personagem do que painel sobre a guerra, na longa via-crúcis de Doss em busca de paz de espírito.

Do ponto de vista do discurso, Gibson faz aqui uma defesa de suas crenças que é muito similar à de A Paixão de Cristo: o isolamento do indivíduo moralmente correto, o sacrifício pessoal como uma opção mas acima de tudo como uma condição incontornável para a redenção, a obsessão com o registro graficamente ostensivo da capacidade que o homem tem de produzir a morte. Se no épico bíblico de Gibson essa combinação gerava um relato fundamentalista que beirava o sadismo, porém, em Até o Último Homem o diretor parece encontrar o veículo ideal para transformar seus dogmas numa narrativa edificante e de fato libertadora.

Gibson nunca foi de meias-palavras, ainda mais quando filma a violência - como seus filmes mais radicais, como Apocalypto, podem muito bem atestar. Aqui ele enche as cenas de guerra (filmadas com pouco CGI e espantoso despudor nos planos de explosão, tiros, membros mutilados, corpos incendiados) de um imaginário digno do Velho Testamento, da fumaça diluviana que cobre o cume Hacksaw à onda bíblica de fogo que consome galerias subterrâneas. O diferencial de Até o Último Homem é que Gibson nunca abandona o registro desafetado e documental de sua História Real, ao mesmo tempo em que recorre a essas licenças poéticas raivosas de obliteração.

A Andrew Garfield, que concorre ao Oscar por sua competência mas especialmente por sua entrega física e emocional ao papel, resta a figura cristã que, daí sim, Mel Gibson filma com assumida veneração: onipresente é a luz que banha Doss desde o começo, pelo vitral da igrejinha que a mãe frequentava, até a elevação aos céus (com direito a braços abertos num quase sinal de cruz) ao final do calvário. Esteticamente, Até o Último Homem é um filme de iluminação plena, como se não estivéssemos sob as sombras e as incertezas do século 21 e sim num melodrama de Technicolor dos anos 1950. Ainda assim, Gibson nunca perde de vista que toda escolha tem seu custo, por mais justa que seja, nem que o mal muitas vezes pode soar a nós como uma coisa violentamente natural.

Nota do crítico (Ótimo) críticas de Filmes
 

pois leia a biografia dele e veja se não tem lenga lenga na historia dele (na verdade ele passou por muitas coisas ainda mais dramáticas que tiveram que ser tiradas do resultado final pro filme não ficar muito longo) e sim ele chutou mesmo uma granada pra longe dos seus companheiros e a explosão o machucou e esse foi o motivo dele ter deixado o campo de batalha, é só pesquisar e você vai ver que a vida dele é muito mais incrível do que foi mostrado no filme (como o fato dele ter dado o lugar na maca dele pra outro soldado ferido ir embora na frente dele enquanto ele estava machucado, ele foi um verdadeiro herói!)

Ô Elder. O problema desse filme não é o "o que", mas sim o "como". A história do Desmond Doss é muito legal - mas não acredito muito que a vida real dele tenha sido tão cheia lenga-lenga. E também duvido muito que ele tenha dado um voleio igual ao do Bebeto pra tentar jogar aquela granada pra longe. O filme tem muita coisa ruim, meu amigo. "você queria que eles mudassem a historia pra fugir de possiveis, 'clichês'?". Meu amigo, certamente, eles mudaram muita coisa, ninguém traduz uma história real ipsis literis para um filme no cinema. Inclusive se tivessem inventado menos bobagem talvez tivesse ficado um drama mais decente e parecido com a vida mesmo.

cara esses cliches são pra msotrar a historia como de fato ela foi e de uma maneira que o publico pudesse entender, e ficaram muito bons, cliches se bem utilizados (como nesse filme) podem dar certo, e a trilha sonora é pesada justamente pra passar o horror que o Doss passou na luta e o horror que é a guerra

meu amigo esse dramalhão é o drama que de fato ele enfrentou e o drama dele foi real, ele lutou muito pra poder chegar onde chegou e a vida dele de fato foi um drama, se você não vê isso então não viu de fato o filme, e os tais cliches estão presentes na histoira real, ou você queria que eles mudassem a historia pra fugir de possiveis, "clichês"?

a historia é real, não tem como fugir dos clichês se eles realmente aconteceram, e a historia real é incrível, e os efeitos práticos são incríveis também, e creio que você está confundindo o estilo de atuação do garfield com atuação ruim, ele tinha que fazer o publico se apegar ao Doss por isso o interpretou como uma especie de Forest Gump, mas isso ajudou muito, vendo as fitas de como era o Doss realmente você vê que o Andrew praticamente encarnou ele nas cenas, a atuação dele foi muito boa, mas talvez por não ter visto o material de origem você tenha achado que era ruim

meu amigo estes clichês ocorreram pelo simples fato de que tudo foi baseado na biografia e nas descrições do que ocorreu, a historia real em si foi um grande clichê de filme de superação e por isso foi transformado em filme, ele não podia fugir da realidade para mostrar algo que não ocorreu de fato só pra fugir dos "clichês"

caraca disse tudo mano, Doss fez muito mais com a religião em prática do que esse cara do comentário vai fazer na vida curta e medíocre dele!

E é assim que o mundo se torna cada dia pior, por causa de pessoas como você que são ignorantes, e não conseguem entender o fato de que um homem arriscou sua vida para salvar mais de 70 homens, enquanto o resto ficou esperando o fim e apenas lamentando as mortes, assim como você que não deve servir para nada. A e outra coisa, não podemos ignorar algo histórico e real que já aconteceu, mas sim devemos ignorar pessoas como você que são ignorantes, e que não possui nenhum argumento ou comentário construtivo.

Sim, e ignorar a história real.

Sorte ou não, o fato é que o biografado era mesmo religioso, como é mostrado ao final do filme. Não teria como se fazer uma biografia sem mencionar esse detalhe.

Eu gostei da atuação do Vince Vaughn, algo que até então nunca tinha acontecido. Não via graça nele, mas nesse filme está muito bem. E o começo tinha de ser arrastado mesmo, pois precisava mostrar toda a dificuldade que o biografado teve para convencer a deixar ele ir para a guerra sem pegar em armas.

Embora eu tenha achado Moonlight um bom filme, Até o Último Homem é um filme superior em todos os quesitos e merecia mesmo ficar com o Oscar. Aliás, seis indicações apenas foi muito pouco. Sobre o Vince Vaughn, tive que dar o braço a torcer e reconhecer que ele é um ótimo ator. Pra mim, ele roubou a cena cada vez que aparecia.

Exatamente, Henrique!

Cara esse é o comentário que mais concordei até agora. Assisti recentemente o filme. Sou fã eterno das produções com o tema Segunda Guerra Mundial, mas achei o filme uma grande salada de clichês. Achei a atuação do Garfield extremamente caricata e Vince Vaughn muito forçado também. Na minha opinião as cenas de guerra até são legais, mas me incomodou muito a retratação do campo de batalha. Tive a impressão de que o front com os japoneses era muito próximo do penhasco, pela péssima representação no filme. Fiquei me perguntando "porquê diabos os japoneses não cortam aquela corda toda se não tem nem mesmo um pelotão guardando a praia?" Acredito que obviamente o local deva ter sido muito maior. Sem falar que os efeitos especiais de baixo orçamento em determinados momentos te tiram a seriedade que o filme tenta passar. Dou 3 ovos também e acho a nota no IMDB injustamente altíssima.

Que filme INCRÍVEL ! Merecia MUITO mais o Oscar do que aquela pouca vergonha política que foi Moonlight. Não tem cabimento, não tem lógica nenhuma Moonlight merecer mais o Oscar do que Hacksaw, a não ser é claro que voce leve em consideração a polêmica OscarSoWhite e no que a Academia teve que fazer para "abafar" tudo isso. Não vi La La Land, mas também tenho certeza que Mel Gibson possui muito mais competência técnica do que o diretor que ganhou. Enfim, o filme é magnifico, espetacular ! Andrew Garfield está excelente no papel, muito bom mesmo. Todo o elenco de apoio também está muito bem (pra quem estranhou Vince Vaughn fazendo um papel dramático, vejam a segunda temporada de True Detective, ele está muito bem). Não tem como falar mal desse filme, numa boa ! A emoção que eu senti a cada soldado que Doss levava nos braços (embalado pela ótima sincronia da câmera e a trilha sonora), é indescritível. Excelente !!!!

Por favor digo eu, essa é apenas minha opinião, aprenda a viver com as diferenças, como assim sair por aí matando, ele estava na guerra, e essa batalha foi uma das mais difíceis da história , o que aconteceu com ele foi questão de sorte mesmo,será que ele estivesse com uma arma não salvaria mais vidas ? Já que ele quis seguir a doutrina da Igreja dele porque não pegou uma bíblia já que não queria uma arma e saiu pregando para os japoneses,sim continuo achando que a religião é um câncer.

Aff por acaso você sabe que é baseado em fatos reais? E que esse homem recebeu a mais alta condecoração salvou mais de 75 vidas ? Por favor né, o cara é um herói, quem dera que a religião fizesse isso com todos , ou o certo é sair por aí matando os outros e pensando só em si?

O certo então seria ele pegar numa arma e matar como todos os outros?? Cada coisa que eu leio.

O filme foi baseado em uma história real, ou seja, tudo ali ocorreu, então como vc queria q o Mel Gibson fugisse dos "clichês", se a história do filme realmente aconteceu?...

Mano, isso tudo foi baseado em uma história real, então por mais anti realista q tenha sido aquela cena, acho que ela realmente aconteceu

Esse crítico e muito louco. Cada filmado q ele tava lenha e nesse filme canastrão típico Hollywood até a cepa manjado ele dá 4 ovos. Vai entender... Kkk

Tipo, ganhar a mais alta condecoração americana?

Neste caso específico é impossível separar a fé do personagem do que ele fez. O cara fez o que fez justamente por ser fervoroso, não no sentido de ser 'protegido por Deus', mas na motivação de não matar, de ajudar o próximo, de dar a própria vida pelo bem. Não era uma tese humanitária. Era entrega por fé mesmo. Obs.: A história real dele foi ainda muito mais interessante.

Não tenho nada contra o Vince Vaughn, mas ele definitivamente foi mal escalado nesse filme. Papel nada a ver com ele. Sobre o filme, realmente a primeira parte é um pouco arrastada, mas isso não tira o mérito da história e das belíssimas atuações tanto de Andrew Garfield como de Hugo Weaving! Tecnicamente nem vou falar pois é difícil bater Mel Gibson no quesito cenas de guerra. O cara continua afiadíssimo no que sabe fazer de melhor. Eu achei um filmaço! Comecei achando Doss um mala por se alistar e não querer combater (como todos os colegas de batalhão) e terminei reconhecendo-o como o grande herói que foi. Uma bela história muito bem contada.

...faz o que, a transforma num herói? O cara foi um exemplo de sacrifício e busca do bem do outro, não entendi sua crítica.

Filme mediano , só me fez confirmar o que o fanatismo religioso faz com a pessoa ...

Ruim é teu gosto kkkkk, curioso pra saber q filme vc considera bom

Mediano kkkk, q filme senhores, q filme....

Teu cu

Crítica sobre o filme: https://cinematographecinemafilmes.wordpress.com/2017/01/25/ate-o-ultimo-homem-2016/

Gostei muito desse filme, mas não vi esses outros que você citou.

Entendo. Mesmo assim para nós aqui, os filmes serão do mesmo ano. A concorrência é apenas em questão de opinião. Não vejo problema algum no cunho religioso do filme do Gibson. Acredito que o Nolan irá brindar uma bela película do gênero. Vou esperar . Esse irei ver no cinema.

No Brasil foi 2017, mas para os gringos o 'último homem' foi em 2016. Mas são filmes bem diferentes na proposta. O filme do Gibson tem profundo cunho religioso. O Nolan será um 'guerra' tradicional. O que pode ter diferente no filme do Nolan é que quase todos os seus filmes tem um personagem fanático para resolver alguma questão muito pessoal. Dunquerque foi a teimosia e desespero em extremo.

MAGIC MIKE XXL NEVER FORGET

eles nao tem coragem nem de dizer se gostaram ou nao...

Só pq ganhou Oscar eu sou obrigado a gostar?! O filme é ruim mesmo. Basta lembrar das cenas do Vince Vaughn tentando pressionar o Garfield (parecia q eles iam soltar uma risada a qualquer momento); a cena dos soldados jogando as bombas com as mãos; a cena do Garfield puxando Vince pelo pano em alta velocidade, enqto este vai matando os soldados... para né. Garfield tentou interpretar um cristão, mas parece q o cara tem retardo mental.... Quem merecia Oscar é o Hugo Weaving, mesmo com pouco tempo de tela!

Essa cena do pano é bizarra.... e aquela dos soldados jogando as bombas com as mãos?!

Dos filmes das WW's dessa década esse é o melhor.

A trilha sonora eu acho legalzinha, cara. Rupert G-W é talentoso até, mas o irmão dele é mais.. mas é legalzinha

amigão, vá ser critico de novela pq vc provavelmente entende mais do que filmes

Amigão, vc SÓ PODE ter assistido ao filme errado! Vc está falando de um filme que GANHOU OSCAR de melhor edição! Como pode ser chamado de péssimo?! Vá ser crítico de novela pq provavelmente vc entende melhor!

Putz, que filme foda. Assisti totalmente sem hype e arrepiei em várias cenas. Andrew Garfield pagando a dívida de interpretar um super herói que não interpretou há 5 anos.

Não entendo o que ele escreve.

Hessel, eu devo ser muito burro.. Pq eu não entendi nada da sua crítica a não ser os 4 ovos..!!!!!

Houveram algumas lacunas, mas creio que houveram por cortes necessários para o filme caber no tempo...

Gostei muito do filme por questões de identificação, sou adventista, sou militar (Corpo de Bombeiros de São Paulo) e já servi o exército de meu país, portanto vi no jovem Doss e em seus dramas e problemas muito do que já senti e ainda sinto na pele até hoje, belíssimo filme....

Não entendi.

Copy/paste?

Faltou algo que provasse a fé incondicional do personagem. Hahahaha!

Gostei do filme, mas achei que faltou algo que provasse a fé incondicional do personagem e uma provação real que ele realmente acreditava naquilo. A primeira metade do filme acho um pouco chatinha por ser a parte mais clichê do filme (sem entender até agora como a garota se apaixonou pelo Andrew Garfield, ele só sorriu feiamente pra ela e pronto, já tá apaixonada). A parte da guerra é muito massa, super bem construída, mas aquela cena dele puxando o pano com o sargento atirando, fugiu totalmente do realismo do filme, nada a ver.

Kkkkkkkk palmas para vc Kristian, pensei a mesma coisa qdo vi o comentário do campeão aí de cima kkkkk.. Capitão e seus lasers, boa boa.... kkkkk

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Achei o filme mediano. A história é interessante, a fotografia é ótima, a direção de arte é competente, mas o filme peca pelo excesso de clichês no roteiro e pelas saídas emocionais fáceis, padrão. Não é um filme ousado, não é um filme criativo: segue à risca a cartilha do drama de superação (o clássico personagem que sofre pelas suas convicções mas que no final dá a volta por cima e mostra todo o seu potencial heroico àqueles que duvidaram dele). O proselitismo cristão do Mel Gibson nunca foi um problema, mas nesse filme isso ofusca a humanidade de Doss. Sério, não consegui ver um ser humano ali, só um Super Homem, irreal, perfeito demais, sem qualquer característica que o aproxime dos seus semelhantes. Eu daria um 3/5.

Assisti esse fds e concordo com algumas reclamações do excesso de clichês, tanto de filmes de guerra, quanto de filmes do próprio Mel Gibson. Mesmo assim acho um bom filme e recomendo, mas não acho que seja filme para ganhar Oscar, 4/5 tá de bom tamanho. É um caso que a história do personagem é maior que o filme, se você lesse ou alguém te contasse a história de Desmond Doss vc ficaria igualmente impressionado.

que comentário pqp kkkkkkkkkkkk

Sou fã de filme de guerra, mas esse é péssimo... extremamente clichê. A historia é ruim, Garfield é ruim, os efeitos sao ruins... por vezes parece filme de comédia... Uma pena pq gosto do Mel Gibson e do Hugo Weaving. Dica: qualquer filme/serie q tiver o Vince Vaughn é furada!!

credo, que mal gosto. Só um detalhe, todo filme de guerra é um drama. Toda guerra é um drama. Vá assistir capitão america e suas armas a laser então.

Achei o filme especialmente lindo, cru e brutal, como toda guerra. Sem luzes, sem musica bonita, sem super herois, apenas homens de carne e osso, morrendo como baratas, e um homem em especial, dando o seu melhor na profissão da minha vida, médico. Uma pena algumas pessoas aqui focarem unicamente no fato do detalhe de seu relacionamento amoroso ser brega, e esquecer toda a realidade envolvida. 4,5/5 , na minha opinião.

O filme é tecnicamente belo. Com uma bela utilização da fotografia entre o amarelado na primeira parte e o cinzento sujo na segunda parte. Também pode se dizer que é bem dirigido por Gibson que sabe usar bem a câmera para trazer realidade ao confronto como poucos. Contudo, ainda que Andrew esteja maravilhosamente bem, a primeira parte do filme, ainda que importante para situar o personagem na sua fé, é demasiadamente longa e explora superficialmente as relações do personagem com os demais (tirando o pai). Mas, isto não faz do filme um exemplar regular. Trata-se de um bom para ótimo longa. Enfim, penso que a grande sacada deste drama de guerra é mostrar a guerra sob uma perspectiva nunca antes vista na história do cinema... a história de salvar vidas... Só uma abordagem baseada na fé em um criador para permitir esse deslocamento num drama de guerra.

Filme tosco que dói. Não se sabe se é um drama em um filme de guerra ou um filme de guerra em um drama. Essa indecisão deixou qualquer das opções mal feita. Escorre clichê por todos os lados. Não chega nem aos pés de filmes que retratam a II Guerra, de fato. Ah, e a atuação do grande Vince Vaughn, hein? Parecia que tava fazendo um quadro pro SNL. Os indicados ao Oscar já foram melhores. Nota: 4/10, mas só porque a história real é bonita, embora tenha sido muito mal adaptada.

Ok, vc disse isso antes. Rs....

Você tá chorando por antecipação e eu sou da geração mimimi ok

Você tá aí chorando por antecipação e eu sou da geração mimimi? Chola mais que tá pouco

Olá. A "disputa" no caso, seria de melhor filme de guerra de 2017. Isso na opinião de nós amantes do gênero.

Cara creio que Dunkirk estréia em julho deste ano. Se mudou posso estar errado. Outro que será um filmaço. No aguardo.

Disputar o que com o Nolan? Dunquerque só concorre em 2018. Mas é um filmaço.

Antes. Nao entendi o motivo que este film teve estréia aqui só ontem ( pelo menos na Cinépolis). Única sessão, 19:00 sala Cinema de Arte. Sobre o filme. É gratificante assitir um digno filme sobre um dos temas que mais gosto. Será um bela disputa de melhor, juntamente com o filme do Nolan. Todo o plano de fundo da 2° grande guerra, mostra o impacto que a entrada dos EUA causou na sociedade. E não foi diferente com o Doss. Garfield faz um bom papel entregando um personagem de costumes simples e de certo modo, perturbado pela dinâmica familiar, ( tive a estranheza e percebi alguns comentários sobre a idade do ator e do personagem), Garfield, fisicamente já não "esconde" a idade que tem, porém de forma alguma, essa questão tira o mérito do bom trabalho do ator. O treinamento e todo o dilema que passou quando "desafiou" as estruturas do exército, prepara muito bem o que estaria por vir. Finalmente entramos no front e o que se ver, é uma belíssima leitura do horror no campo de batalha, aqui temos tudo de melhor que um filme do gênero pode nos proporcionar. A cenas seguem até encontrarmos a redenção sob a luz do sol de nosso protagonista. Por fim, o tom documental deixou no ar um sentimento de ouro e simples dever cumprido, seja você mesmo e deixe sua contribuição para o mundo. Vale cada centavo.

Não tem "viagem do tempo à base de superpoder" no filme. Eles são seres da quarta dimensão que interagem conosco (que somos da 3ª dimensão). Eu recomendo que você veja o vídeo do Carl Sagan pra entender. https://www.youtube.com/watch?v=7JsgSmY95es

"Vince Vaungh não é John Terry" :D :D muito boa! hahaha Achei vergonha alheia a cena imitando "nascido para matar", o banho de ducha com close a la Baywatch e também o fato dele usar os poderes de homem aranha para sair chutando granadas por aí kkk... "Você não está mais no Kansas, Dorothy!" Chorei :D

O começo da história não tem nada de muito relevante, a história com a família dele achei meio corrida e mal desenvolvida, o romance dele idem, a "batalha" do Doss pra não carregar uma arma é resolvida em quê? 10 minutos? Tentou ser Nascido pra Matar, mas Vince Vaungh não é John Terry. No começo da batalha final também fica muito tempo parecido com O Resgate do Soldado Ryan. O filme fica bom realmente quando demonstra seu diferencial: Doss salvando os soldados de maneira inventiva e corajosa. A cena dele falando "mais um" é muito boa e emocionante. Uma pena que o começo não é tão bom quanto o fim.

é perfeito esse filme.

Há muito tempo eu não assistia a um filme tão bom... Gibson é um mestre da direção... Um dos melhores filmes que já assisti.

Filme brutal,cru,emocionante, Desmond Doss um verdadeiro heroi, santo pai q filme intenso.

Emocionante, impactante e surpreendente! AMEI!!! Vai para minha coleção de filmes especiais!!! Desmond Doss, que exemplo...uma inspiração!!!! Andrew Garfield, que bela atuação, subiu muito em meu conceito! O restante do elenco dispensa comentários.

Pesquisem sobre Audie Murphy. vão se assustar ainda mais com a semelhança com o cap américa

como filme, tem muitas falhas. especialmente o 1 e 2 ato. Realmente achei brega as primeiras partes. Simples e amoroso não deveria ser confundido com brega. Mas o terceiro ato e a história ser baseada em fatos reais (os reais foram ainda mais interessantes e gloriosos) é o que tem feito a galera gostar.

Mel Gibson falou que teve amenizar alguns fatos para o filme não ficar absurdo demais , com medo de parecer fantasioso.

Não meu filho, filme de guerra não precisa ser +18, precisa ser pra 10 anos de idade que nem este do Nolan. Vista o bay band como ator no filme, pq será? Geração mimimi e leite com perâ de qual você deve fazer parte. PS: sim, estou chorando de rir por antecipação.

Trilha sonora bisonha, realmente!

Um desfile de breguice. Gosto bastante dos outros filmes dirigidos pelo Mel Gibson: Coração Valente, Apokalipto e Paixão de Cristo. Mas esse Hacksaw Ridge é um filme grosseiro, cheio de dramalhão mexicano inútil, proselitismo religioso e clichês... clichês, clichês, clichês a perder de vista. Algumas coisas que salvam: o fato de conhecer uma história real nova, no caso os atos de heroísmo do Desmond Doss; na segunda parte há cenas de guerra interessantes; atuação do Hugo Weaving. Nada de especial com Andrew Garfield nesse filme, a não ser que ele usa uns poderes de Homem Aranha, ali também. Vocês vão ver. :D Enfim, está vários degraus abaixo de qualquer filme de guerra realmente antológico: apocalipse now, resgate do soldado ryan, nascido para matar etc.. etc.. etc..

O filme de Nolan nem saiu e você já tá chorando Não precisa ser +18 pra ser um bom filme de guerra

Não, nóia. Foi o meu irmão, pois sou analfabeto.

Que filme, entrou para o hall dos meus preferidos.. Excelente filme.. Atuações incríveis e Mel Gibson um mestre na direção.

Mel Gibson volta por cima na direção de Até o Último Homem: http://bit.ly/2kkxhYX

ele fez a avaliação dele mesmo. gosto é relativo ;)

Filmaço! Mesmo achando que não tem "bola" pra ganhar oscar de melhor filme, colocaria entre um dos meus favoritos. Talvez mereça até mais como Diretor, porque dirigir as cenas de batalha como Mel Gibson fez, não é pra qualquer 1.....e o Hugo Weaving no mínimo merecia uma indicação de Ator Coadjuvante

hum...mais ou menos...aquela coisa do cara bom e o cara mal...as melhores duplas são essas...vide jovem nerd e azaghal...

Muito parecido mesmo!! E também o Smitty e o Doss lembram aqueles dois heróis, Rapina e Columba, que apareceram certa vez na animação da Liga da Justiça sem limites.

Bem que o pessoal do Omelete poderia fazer um vídeo sobre o filme...tipo o cara é o Capitão América da vida real! Sem contar que o Smitty e o Doss lembram aqueles dois heróis, Rapina e Columba, que apareceram certa vez na animação da Liga da Justiça sem limites.

Com certeza! Eu também fiquei impressionado pela sua bravura!

como 'filme' tem falhas mesmo. daria uma nota 3,5 de 5. Mas a história do cara é tão legal e fantástica que a nota aumenta! :-)

tentei por mais cursiosidades, mas o filtro do Omelete não deixa. Não sei porque! A história real é ainda mais interessante!

Incrível como o Mel Gibson consegui conduzir essa história sem ser piegas ou brega , em 20 minutos de filme vc já esta torcendo pelo Doss , e ele usa a violência para assustar , e quero ver como Nolan vai fazer com o Dunkirk , espero que seja bom também.

Rotten - 86 IMDB - 8,4 Metacritic - 71 Ta vendo crítica de quem?

Vale conferir o livro, apesar de ter gostado muito do filme

caracaaaaa...que filme *oda...é o filme do capitão america 1 se ele tivesse sido muito melhor...

Na verdade não é o primeiro papel dramático do Vince Vaughn, ele fez a segunda temporada de True Detective

Filmaço, tecnicamente perfeito, história real e emocionante, o retorno de Mel Gibson a frente de uma grande produção. Além do mais Andrew Garfield muito bem como Doss e o que mais me surpreendeu o Vince Vaughn em um papel diferente de tudo que já fez até então. Palmas para o Gibson por arquitetar tudo isso. Confiram excelente essa produção.

Eu achei um filme ruim. Cheio de cliches ja presente em milhoes de outros filme. A trilha sonora pesada, quase sai acucar e a camera lenta é de inovacao nunca vista antes... Só olhei essa critica por tinha sido a melhor q avaliou o filme e talvez tivesse alguma coisa q nao tivesse visto, mas a critica tb nao diz nada alem do convencional

Adorei o filme!

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