Ghost Recon Wildlands
Games - Ação, Tiro, Mundo Aberto
Ghost Recon Wildlands
  • País: França
  • Censura: Não definido
  • Lançamento:
  • Publicadora: Ubisoft
  • Desenvolvedora: Ubisoft Paris
  • Plataformas: Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One

Ghost Recon Wildlands | Crítica

Tiroteio e infiltração em mundo aberto politicamente questionável

Em Ghost Recon Wildlands, novo jogo da franquia de infiltração e espionagem inspirada na obra de Tom Clancy, temos a chance de experimentar esse universo sob as regras do subgênero do "Mundo Aberto Ubisoft". A empresa francesa, afinal, refina sua concepção de game sandbox a cada título, aperfeiçoando a jogabilidade dentro desses espaços, ao mesmo tempo em que exige aqui uma relação quase contemplativa dos níveis e desafios.

Jogos de mundo aberto costumam valorizar as diferentes formas de abordagem possível a um desafio. Do "entre atirando" ao "invada furtivamente" há diversão para todos os gostos. Mas no realismo de Ghost Recon Wildlands, porém, o planejamento é quase obrigatório. Mesmo os encontros mais casuais - uma patrulha de estrada, por exemplo - podem resultar no fim da missão. Morre-se muito fácil no game, o que exige uma dose adicional de cuidado e estratégia, daí a abordagem contemplativa à ação.



Você passará horas rastejando em Ghost Recon Wildlands. E o mesmo número delas pilotando seu drone para marcar alvos e observar o cotidiano da base inimiga ou povoado adiante. A inteligência artificial dos oponentes é muito boa e raramente os oponentes mantêm-se em uma rota óbvia e pré-determinada de patrulha. Pude observar, para o meu espanto, um operador de metralhadora montada, sabe-se lá o motivo, abandonar seu posto em uma torre reforçada, subir em um jipe e ir embora para o outro extremo da base. O que seria um desafio grande foi resolvido pela mão invisível do desígnio do próprio personagem. Celebrei.

Sorte é algo raro no game, porém. Muito mais comum, especialmente conforme a missão avança, é ser surpreendido e ter que lutar com dezenas de inimigos e seus reforços por um objetivo que adicionará uma pequena fração de sucesso na resolução da trama do jogo.

A história do game é polêmica, aliás. Nele, uma facção paramilitar, a Santa Blanca, torna-se o primeiro estado narcoterrorista do mundo, cooperando através da corrupção e poder com o governo em ruínas. O país em questão é uma Bolívia empobrecida e à mercê dessa milícia. Entra em cena um quarteto estadunidense de soldados de elite, com a missão de desbaratar a organização inteira, do soldado mais raso aos tenentes, generais e o grande pilar central da Santa Blanca, o líder chamado El Sueño, personagem que parece um refugo da série Far Cry. Para tanto, os quatro soldados devem colaborar com rebeldes locais.



Troque as drogas por petróleo e fanatismo religioso, a América do Sul pelo Oriente Médio e Pac Katari, o líder dos rebeldes, por Osama Bin Laden e você poderia ter Ghost Recon: Talebã Edition. Volte algumas décadas e poderia ser Cuba Edition, e por aí vai. É um tanto desintonizada com a sensibilidade atual a ideia de mais uma vez colocar o jogador no papel de um salvador externo Made in USA e usar como ambientação uma nação real, mas é inegável que é o jogo é extremamente divertido. Que me perdoem os bolivianos.

O cenário real, afinal, agrega muito à exploração estofada por conteúdo, algo que a Ubi sabe fazer muito bem. Em seus melhores jogos, a empresa propõe uma percepção bastante particular dos círculos de poder e do entorno. Aqui essa dinâmica fica no nível dos Assassin's Creed em termos de criação narrativa e volume de material a ser assistido ou lido sobre os personagens e situações.

O mapa acompanha essa carga maciça de conteúdo, com uma campanha enorme repleta de bases e missões. A estrutura de desestabilização do poder, uma forma de mascarar as já clássicas "Ubi Towers", consegue criar uma bem-vinda sensação de investigação constante, em busca de El Sueño, chefão escondido em algum lugar da Bolívia.



A escala do game, no entanto, não vem sem problemas. Os veículos são um tanto ridículos - dá pra descer montanhas acelerando um Chevette, voar como um míssil montado em motos ignorando obstáculos e usar qualquer carrinho em perseguições a caminhões-tanque. Para um jogo que preza pelo realismo, os veículos são bastante desleixados. O ambiente também não é influenciado pela presença do jogador (atravessam-se quase todos os tipos de vegetação como se não estivessem ali) e as interações com os NPCs são patéticas. Eles praticamente não reagem, mesmo quando são arrancados de seus carros em nome da liberdade oferecida. Se são mortos sem querer, tudo o que o jogador terá é um pito de um de seus colegas. "Cuidado aí!". Só não dá pra exagerar... mas um daninho colateral é de boa.

Há muita repetição de diálogo e nas rádios dos carros (em inglês e não espanhol) também. O investimento na história foi alto, mas o jogo em si entrega péssima ambientação cultural.

A princípio parece que o mesmo pode ser dito das missões. As secundárias são mesmo bastante parecidas, mas a narrativa principal traz variedade na forma da mencionada investigação - com encontros legais ao final. E o desafio aumenta gradativamente, o que mantém o game interessante e divertido horas e horas, independente de seus defeitos e sensibilidade torta.

Ghost Recon Wildlands está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC. O jogo foi testado em um PlayStation 4. Clique no nome da plataforma para conferir o preço do jogo em sua versão digital.

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Nota do crítico (Ótimo) críticas de Games
 

Vocês poderiam fazer um game play do Erico Borgo e mais 3. Seria irado. Matando lobos gigantes fez um que ficou muito bom.

se tivesse se informado antes de comprar saberia que o jogo foi 100% desenvolvido para multiplayer!!

R6?Jogo sem história? To fora. Comprei e devolvi 10min depois. Um jogo desse sem uma campanha não dá não.

Eu duvido que o Borgo tenha jogado pra valer, caso contrario nao ia ter escrito tanta bobagem sobre a historia e o gameplay do jogo. Falar de videogame sem jogar e um fato bem comum.

Os personagens bolivianos e mexicanos falam um portugues misturando palavras e expressões espanholas. Parece estranho, mas e muito agradavel aos ouvidosl Trabalho de localização primoroso.

O jogo funciona muito melhor no single player ja que existem varias missoes que ficam bem complicadas se partir pro confronto direto, ou ate dao game over se o time for flagrado pelo inimigo. Eu to jogando a mais de 40 horas no Xbox One e presenciei pouquíssimos bugs, o jogo ta muito bem otimizado.

Eu estou louco para comprar esse jogo para o meu Xbox One S quando eu comprar o console.

Concordo , acho Watch Dogs 2 um jogão.

Buglands, um jogo que placas highend sofrem para rodar.

Bom saber..

Mas depois corrigem, sempre corrigem, o que importa se o jogo é bom ou não, falaram tanto do Assassins Creed Unity, que comprei o jogo 4 meses depois do lançamento, em um bundle do xone e não peguei um problema sequer, criticaram tanto ele pelos bugs que foram corrigidos que não o viram pelo o que é, um bom jogo com uma história bacana e uma arte espetacular, a cidade é belissíma, viva. Acredito que o consumidor tem que tbm ter um pouco de bom senso e forçar uma mudança com o bolso, pessoas com ansiedade crônica que querem surfar na onda do hype pagam 200, 250, 300 em um jogo, por isso que continuam cobrando esse absurdo, sendo que 2,3 semanas depois o mesmo jogo ja esta com o preço justo que deveria ter sido cobrado desde o inicio, ontem comprei o horizon por 140 e o halo wars 2 por 125, preços justos para lançamentos.

Aqui não acontece de cair as partidas no R6, o que estraga é só a molecada jogando... tanto que quando jogo só em grupo de amigos.... gostei da história do WD2 achei fantástica e te prende, Wildslands esta animal o que realmente estrada da Ubi é os inúmeros bugs que vem sendo corrigidos com atualizações

Problemas de Performance, Problemas no multiplayer no lançamento além de achei achei ele uma mais do mesmo.........

R6 é um jogaço, até seu jogo cair no meio da partida, a party de jogadores ser desmanchadas a quase sempre, Glicths que demoram meses para ser corrigidos, como disse as vezes p jogo bom mas as partes que é da ubisoft estragam muito a experiencia

Certamente esse cara não sabe o que esta falando .... respeito seus gostos mas você é precipitado dms no que fala... R6, WD2, Wildslands jogaços !!!

Mas um jogo com boa história cheio de bugs, travamentos não adianta.. insormações técnicas são importantes.. Cada vez mais é necessário justificar pagar mais de 200 reais em um game..Já que todo lançamento vem com valores altos, estas informações são interessantes para o consumidor decidir comprar entre um ou outro..

Não gostou de Watch dogs 2??

Show amigo, obrigado!!!

Fui enganado com R6 Siege, The Division e Whatchdogs 2. Desculpe já fui idiota de mais. E, alguns casos os jogos tem uma engine boa, jogabilidade boa, mas sempre que a uPlay entra em cena, e/ou quando a Ubi precisa dar suporte (com atualizações, correções e etc) .....tornam a experiencia a pior possível. Além do que a ubisoft gasta fortunas para falarem bem dos jogos dela.... Assim é dificil acreditar em criticas contra ubisoft.

Eu acho que não faltou, gostei da critica justamente por isso. Uma critica nada mais é que a opnião de alguem sobre algo, não um relatório técnico. Não quero saber se o jogo roda a 1080, 480 ou 4k, no ultra ou no minimo, quero apenas saber se tem uma boa historia, se diverte e os principais pontos de interesse, o que o caracteriza, não graphic porn, que permeia o pessoal dessa geração.

A proposta do jogo é basicamente Multiplayer cooperativo, para mim isso ficou muito claro desde o inicio, seguindo os predecessores Division e Rainbow, quase um mix dos dois com algo a mais e umas pitadas(bastante até) do GTA, é o tipo de jogo que o single player é para momentos que voce não quer jogar com jogadores aleatorios(até porque tem muito "babaca" nesse jogos) e seus amigos costumeiros de jogo não estão on-line. O jogo tem sim seus defeitos, bugs até demais da conta, mas isso deve ser corrigido em alguma atualização, porém, o jogo é interessante e vale a pena jogar. Falta o Borgo fazer uma live como faz com alguns filmes, seria no minimo divertido.

Bugsoft caprichou nas pitadas de bug nesse jogo.

Faltou falar sobre performance e otimização do Game, Érico.

Pois é, mas não se pode comparar jogo mundo aberto com mapa fechado. Enfim, Ghost Recon, vc jogando com amigos no coop é muito bom.

tmb achei, é uma junção de tudo que a Ubisoft ja fez.

Eu acho que falta parâmetros pra se analisar jogos, esse jogo é repetição sem fim da mesma coisa, como todos os jogos da ubi, pior ainda tem o sem noção e chatos sistema de "evolução " dos personagem, mas pra que isso se no jogo já se é um super soldado carimbado e com patrocínio do governo , os personagens já deveriam ter acesso a todas habilidades e armamentos no jogo, fora um ou outro momento da história boa o resto e previsível, e o gameplay e a tal variação é umas 3 formas diferentes , a mesma coisa ocorre e the division, ter que comprar armas em the divisional mata o realismo, se querem um motivo pra colocar as sempre batida árvores de habilidades, pelo criem um motivo e uma forma coerente,

pelo menos nas betas achei o gráfico do For Honor bem melhor que esse dai, não que ele esteja ruim.

pra jogar com os amigos parece bem divertido, mas pra isso eu já tenho o Rainbow Six, vou deixar passar esse, apesar do game ser diferente as experiências de jogo são bem parecidas.

Muito bom e divertido se vc jogar coop com seus amigos. No single player se torna chato. Os gráficos estão muito bons tbm.

Totalmente localizado, tanto áudio quanto legendas em português.

eu joguei esse jogo e na boa dava 2 ovos, fisica bugada missões chatas pra krl historia chata e tudo é repetitivo

Ainda bem que a Ubi não seguiu o caminho chato e idiota do politicamente correto e fez uma boa história com elementos reais.

Ghost Recon: Genericlands. Talvez quando estiver mais barato eu dê uma chance.

Alguém sabe se é em português?

a ideia do the division é boa eles so não tiveram ainda uma boa ideia pra melhorar!!! kkkkkk

The Division melhorado.

Vai ver as produtoras pagam pela nota e não pelo texto.

Eu tinha muito interesse quando foi anunciado, mas depois da beta achei apenas ok. Quando sair uma promoção boa, quem sabe..

Com tantos defeitos apontados no final do texto, deveria ser no máximo bom não?

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