The Surge
Games - Ação
The Surge
  • País: Alemanha
  • Censura: 16 anos
  • Lançamento:
  • Publicadora: Focus Home Interactive
  • Desenvolvedora: Deck13 Interactive
  • Plataformas: PlayStation 4, Xbox One, PC

The Surge | Crítica

Dark Souls saiu da Matrix

Explore. Lute. Avance. Morra.

Renasça. Aprenda. Melhore. Tente de volta.

Entrar em um game é estar disponível para os tipos mais diversos de diversões e frustrações. Alguns títulos se especializam em tornar esse caminho difícil para recompensar de diferentes formas, seja no sentimento de superação ou com equipamentos lendários para melhorar o personagem.

Jogar a série Dark Souls, por exemplo, é como parar na beira de um abismo negro e profundo com todas essas recompensas do outro lado. Mas o chão é escorregadio e um deslize te joga em cheio em um poço de pura discórdia, onde é possível descobrir quantos xingamentos e desculpas você conhece. A adrenalina de acertar em meio ao perigo é o que diverte os jogadores, e é esse o sentimento que continua 100% do tempo em The Surge.

Criado pelo mesmo estúdio de Lords of the Fallen, The Surge importa a série Souls para uma temática futurista. O mundo está sofrendo com problemas graves na atmosfera, e a empresa CREO é responsável por estabilizar a situação. No meio disso, você controla o tetraplégico Warren que, para andar novamente, se submete a uma operação duvidosa em troca dos seus serviços para a companhia.

É neste momento que a história esfria rapidamente. Você acorda no meio do nada, cercado de robôs e deve lutar pela sobrevivência. O seu destino é quase incerto, encontrando fitas e pessoas que contam qual a situação atual e sua missão nesse caos.

Diferente de Dark Souls, que não entrega nada e você descobre a trama por conta própria, The Surge lança questionamentos que são respondidos lentamente e com personagens sem muito aprofundamento, contrariando o início quente e cheio de intrigas.

A sequência, no entanto, se torna cada vez mais interessante para a ação. Você descobre a MedBay, uma espécie de cadeira cirúrgica que aumenta suas habilidades em troca de peças de metal. Ao lado, também vê formas de melhorar seus equipamentos e implantes, todos esses conquistados ao derrotar os inimigos.

 

O aspecto RPG não falha e traz muitas novidades e possibilidades ao jogador com isso. Implantes mudam atributos específicos do seu personagem, como a vida, o dano e as habilidades especiais ativáveis — como a cura que salvará sua vida em longas jornadas (olá, Estus Flask).

Apesar de conquistar essas melhorias com o tempo, elas permitem que você customize o seu personagem do jeito que você quer. Há itens e equipamentos diversos que permitem construir o seu estilo próprio de jogar, seja focado em armas de ataque rápido ou com lanças perfurantes lentas e poderosas.

O gameplay traz novidades estratégicas e pontuais para o combate. É possível mirar em locais específicos do oponente, aumentando o dano nos pontos fracos e facilitando a ativação das finalizações violentas de Warren. Outro bônus de dominar esse sistema é que ele aumenta a chance de conquistar itens e peças para forjar e melhorar seus equipamentos.

A exploração deve ser cuidadosa, visto que a inspiração em Dark Souls continua e os inimigos se escondem nos lugares que você menos espera. Mais do que isso: alguns são extremamente lentos enquanto outros são surpreendentemente rápidos. É preciso se adaptar constantemente e tomar cuidado para não perder tudo o que conquistou antes de deixar o checkpoint.

Há recompensas grandes pela exploração. Além dos itens espalhados pelo cenário que entregam melhorias, equipamentos e peças de metal, é possível descobrir atalhos que facilitam totalmente a sua trajetória. Uma das sensações mais agradáveis é abrir uma porta e ver que todo o jogo está conectado.

A dificuldade é flutuante, podendo incomodar o ritmo dos jogadores. Você segue tranquilamente por vários minutos até encontrar um chefe poderoso. Só que, ao contrário de tudo até agora, este desafio em especial leva dez tentativas até você entender quais são os pontos fracos do robô gigante que pula de um lado para o outro da arena.

Há outro aspecto frustrante nessas batalhas. A ação, que antes era mais lenta e sem mudanças drásticas de visão, se torna frenética e rápida. Mas, além de acompanhar todos os movimentos do inimigo, o jogador precisa frequentemente virar a câmera manualmente e reativar o sistema de mira.

Esse processo varia de acordo com o chefe, mas os poucos segundos sem ele de vista já são suficientes para tomar um ataque inesperado e perder muitos pontos de vida.

Em compensação, o design é muito bonito e planejado, trazendo inimigos com características únicas e detalhadas. Os itens e equipamentos, por sua vez, exploram sem medo o tom sci-fi apocalíptico do ambiente, que também está em ruínas. Afinal, The Surge reserva a criatividade das mecânicas de Dark Souls para se expandir com um universo mais rápido e com seu próprio fluxo de desafios.

Como um todo, o jogo incomoda em aspectos muito específicos, como no desenvolvimento dos personagens e no ritmo inicial de aprendizado. Por outro lado, há muito espaço para customização e exploração, permitindo recompensas agradáveis ao jogador que gosta de se dedicar a esses dois aspectos de um RPG de ação.

É como se você se sentasse frente a frente com Morpheus dentro do universo de Dark Souls. Ele oferece duas pílulas. Escolha a vermelha para sair da zona de conforto e enfrentar uma nova proposta em que as máquinas e os humanos estão constantemente em conflito. Este é The Surge. A azul, por outro lado, te mantém no universo Souls que você já tanto conhece e ama. A escolha é sua — mas, como você desconfia, a jornada não será nada fácil em nenhum dos casos.

The Surge está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC. O jogo foi testado em um PlayStation 4. Clique no nome das plataformas para conferir seu preço nas versões digitais.

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Nota do crítico (Ótimo) críticas de Games
 

Não curti muito as máquinas...porém os npcs cyborgues são bem interessantes de se lutar e a coleta de armas muito bacana. Gosto realmente interfere eu por exemplo,odeio Call of Duty futurista.

Também recomendo. Quem joga Dark Souls vai se identificar,mas ele é bem diferente em alguns aspectos...abs!

Joguei por uma hora e meia. Senhores,que grata surpresa! 2017 tá me surpreendendo,depois de sniper elite 4 chega o the Surge...Tem elementos de dark souls? Sim,mas como a análise consta tem o bastante para se diferenciar! Chips de upgrade variados que garantem funções importantíssimas ao personagem,armas com temática sci-fi muito bem feitas,sistema de níveis de personagens e de armas extremamente bem feito...tou viciado! Jogão e eu recomendo,ainda mais quem sofreu com Bloodborne,Dark Souls e Nioh como eu hahahaha

Jogo legal, mas tem vários problemas, sobretudo a câmera k-gada, poucas salas de save, muito back-track, e dificuldade muito elevada prum primeiro game play. Vale uma nota 6.0, a Deck 13 ainda nao conseguiu assimilar totalmente a essência da série Souls

Carai... não sabia que o Rox tava no Omelete kkkkkkk

Eu gostei bastante de Lors of the Fallen. Não é excepcional, mas acho que vale a pena pegar numa promoção.

Cara, sejamos realistas, só mudou a temática... Mas isso não deve tirar o mérito do jogo, jogo DS, sou fã da saga. Só não vou jogar The Surge por causa da temática Sci-fi que não curto muito. Mas eu vi uns trechos do gameplay achei bem legal, mas este negócio de "matar" maquinas não é pra mim. No mais, ótima jogatina aos que pretendem comprar e jogar.

Galera o jogo é bom sim. Somente leigo fica com essa comparação com Dark Souls, sendo que The Surge tem outra proposta, apesar de tambem haver semelhanças.Recomendo muito, otimo jogo!

Você jogou rsrsrsrsrsrs ?

jogo repetitivo cenario sem criatividade diferente da serie souls q é um obra de arte,eles tinha um genero sci-fi q da liberdade de criar armas legais e coisa mais criativas mas eles se mantiveram no padrao armas sem criatividade,boss chatos e horriveis.O combate é legal contra humanoides mas contra robos sao um pé no saco,alem do jgo pedir uma jogabilidade mais precisa q o jgo n tem

Eu tbm não curti muito pelos vídeos q eu vi. E é da mesma produtora do Lords of Fallens, q joguei quando saiu na plus e bem fraquinho.

Cara , esse jogo é uma piada, não é porque tem semelhança com DS, que é obrigatório ser um jogo bom, que na verdade, alguns jogos estão sugando tudo que DS tem , só pra ter apelo dos jogadores. O que não deu muito certo nesse jogo rsrsrsrsrsrsrs.

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