Deuses Americanos
Séries e TV - Fantasy, Mystery
Deuses Americanos (2016)
(American Gods )
  • País: EUA
  • Classificação: livre
  • Estreia: None
  • Duração: indisponível

Deuses Americanos - 1ª Temporada | Crítica

Primeiro ano supera expectativas ao entregar narrativa inteligente e visual primoroso

Quando a HBO, e posteriormente o canal Starz, anunciou a adaptação televisiva de Deuses Americanos, um dos maiores sucessos literários de Neil Gaiman, muita expectativa foi alimentada sobre o novo projeto - aumentando após o anúncio de que Bryan Fuller e Michael Green, além do próprio Gaiman, encabeçariam o time de produtores executivos. Com um episódio de estreia fantástico, o trio mostrou ao que veio e entregou oito capítulos primorosos da trama sobre o ex-presidiário Shadow Moon (Ricky Whittle) e sua descoberta de um mundo fantástico onde divindades e criaturas mitológicas caminham entre mortais.

[Cuidado com spoilers!]

O ponto certeiro do roteiro é criar uma atmosfera de surrealismo em tudo, menos em Shadow. O personagem é o ponto de identificação entre o público e uma história que faz mais perguntas do que entrega respostas. O ex-presidiário está o tempo todo perdido e incrédulo com as coisas fantásticas que se desenrolam naturalmente a sua volta. Shadow questiona a própria sanidade várias vezes, como seria natural, em sua jornada pessoal ainda não tão bem explicada que passa por aceitar o poder do sobrenatural. A excentricidade dos deuses antigos (Peter Stormare como Czernobog, Orlando Jones como Anansi, Chris Obi como Anubis) e a loucura estridente dos novos (Crispin Glover como Mr. World, Bruce Langley como Technical Boy, Gillian Anderson como Media) faz com que Shadow seja uma espécie de Alice no País das Maravilhas, onde de tempos em tempos acaba esbarrando em situações surreais onde só ele - e o espectador - é capaz de reagir a não normalidade do que se apresenta.

Deuses Americanos acertou também ao ser visceral tanto visualmente quanto em relação às temáticas abordadas na trama. Entre os baldes e mais baldes de sangue atirados por todos os lados, a série trouxe um discurso afiado sobre racismo estrutural já no segundo episódio pela voz do excelente Orlando Jones, mostrou a história ao redor da cena de sexo gay simultaneamente erótica e delicada entre um muçulmano e um jinn, interpretados por Omid Abtahi e Mousa Kraish, e colocou em xeque a cultura armamentista norte-americana ao utilizar o tema como pano de fundo de todo o sexto capítulo. A série não teve medo de colocar o dedo em assuntos delicados e em feridas - literalmente inclusive, no caso de Laura Moon - incômodas na sociedade contemporânea, seguindo nessa missão até seu último momento. No episódio de encerramento, a série põe a cereja no topo do bolo ao revelar a história de Bilquis (Yetide Badaki) como uma grande e poderosa metáfora sobre machismo e misoginia. 

Ian McShane, melhor atuação dentro do elenco, não poderia ter sido uma escolha melhor para o papel de Wednesday, ou Odin, como revelado no episódio final. O ator teve um desempenho excepcional ao ser uma voz de serenidade capaz de conferir lógica à sequência de acontecimentos surreais que pontuaram a trama do início ao fim. McShane foi capaz de entregar ao público uma divindade ao mesmo tempo cativante e assustadora, alguém que de uma hora para a outra pode se revelar tanto o vilão quanto o mocinho. Outro membro do elenco que se destacou na trama foi Emily Browning. A atriz liderou, ao lado do também ótimo Pablo Schreiber como Mad Sweeney, a trama paralela como Laura Moon. Um dos maiores acertos da adaptação televisiva foi ampliar a trama da personagem no livro, dando espaço para entender a complexidade da esposa morta através de sua própria ótica.

O princípio da série não é algo inédito na ficção: a lógica de que deuses existem enquanto se acredita neles. O tema em Deuses Americanos é uma forma de falar na necessidade humana de crença e de devoção, mostrando que as necessidades básicas mudam de acordo com o avanço dos tempos. As inúmeras versões de Jesus Cristo (sendo o principal deles interpretado por Jeremy Davies) do episódio final mostram que, na série, a necessidade faz o deus.

Deuses Americanos encerra seu primeiro ano sem perder o fôlego ou se tornar minimamente previsível. A temporada inicial mostra Wednesday em sua jornada para reunir o máximo possível de deuses antigos que entrem em sua luta contra os novos. No meio do caminho, a coisa vai ganhando complexidade com a descoberta de que a coisa não é tão dicotômica assim: alguns dos deuses antigos se adaptaram para sobreviver nos tempos modernos e ganham, de certo modo, uma roupagem moderna. Em sua última incursão da temporada, Wednesday e Shadow vão atrás de Ostara (Kristin Chenoweth), divindade pagã relacionada às celebrações durante o equinócio de primavera que se tornou associada à Pascoa no mundo moderno. O episódio entrega a identidade de Wednesday\Odin e deixa o gancho poderoso do encontro de Laura Moon com o velho deus para o próximo ano.

Não é a toa que a série foi renovada para a segunda temporada logo após sua estreia: Deuses Americanos acerta na premissa e na execução. Para o segundo ano, a produção precisará tomar cuidado com alguns excessos gráficos já característicos de Bryan Fuller - é muito fácil ver artifícios visuais de séries como Hannibal, Pushing Daisies e Dead Like Me melhor lapidados em sua nova empreitada - e com o equilíbrio entre quais informações são entregues para o espectador e quais ficam guardadas na manga, para que o mistério não se converta na mais pura confusão. Mantendo o nível do primeiro ano, a série tem todas as ferramentas para se estabelecer como um grande sucesso, arrematando cada vez mais fãs - ou, na linguagem condizente com a série, fiéis.

Nota do crítico (Excelente) críticas de Séries e TV
 

Não gostei do ator que faz o Shadow, achei meio canastrão... mas o Wednesday arrasou, pra compensar! Quanto à serie em sí, tem um visual muito legal, mas peca pelo excesso de sangue de forma gratuita. No livro não tem nada daquilo... enfim... nem ótimo, nem péssimo...

Nada contra quem gosta Talvez por conhecer os livros, sei lá Mas eu achei uma bosta de série kkkk Desculpa kkk

Melhor episódio foi o 2, sem dúvidas. Nenhum outro, talvez, bem talvez, o da Laura, chegou perto. E foi só.

Série muito foda, essa season finale foi de destruir

Achei que a crítica não tratou da essência da série... querendo manter sua análise apenas em pontos mais "polêmicos". Tivemos um episódio incrível com a introdução de Czernobog, mas isso não se computa... por exemplo. Na live, não pareceu que o crítico conseguia estabelecer uma linha de entendimento da história, a não ser o evidente, ou empolgação sobre os atuais temas-mania do Omelete. A história é bem mais do que isso. É uma metáfora incrível sobre autoconhecimento, confiança, perda e recuperação da vontade de viver.. é uma história que mais do que crença por si só, estabelece nos deuses a ideia de crença pessoal. Não é "levantamento em si de temas polêmicos" mas a construção de personagens que destes atos são relacionados... Armas = VULCANO (hefestos)... Sexo = BILKIS, a Rainha de Sabá, ela devorava qualquer um que sentisse desejo sexual, e os fomentava mais ainda... Não vi "machismo" ou "misogenia" no arco dela, afinal ELA era a devoradora de homens (...e mulheres), mas sim vi "puritanismo", extremismo religioso... Histórias = Anansi... O caso do Jinn, não foi pq ele era marginalizado e tal... mas pela sua própria premissa, afinal, o que o crítico não prestou a atenção... o Jinn deu uma nova vida ao vendedor (só prestar atenção a roupa que o Jinn usa ao falar com o Wednesday)... e tomou a antiga para ele, assim como deve ter feito com o motorista original do taxi! Sua situação não é pq ele é um pária da sociedade, mas pq poucos levam sua crença no que antes o fortalecia, achando que Gênios são os que "concedem desejos" ... Tem muito mais nas entrelinhas da série do que foi visto por aqui...

pois e..ate pq o livro nao e grande..para 13 teriam q enrolar demais..acho q a serie terá mais 2 temporadas de 8 e ja ta otimo

Encheram muita linguiça mesmo! Acho péssimo uma temporada de uma série levantar diversos questionamentos no início e terminar sem responder metade! Acho que tem que haver início meio e fim! Em diversas outras séries percebe-se inicio meio e fim na história ainda deixando interesse do público em assistir a segunda temporada! Fizeram uma temporada muito superficial e uma história que ficou muito incompleta com o claro propósito de deixar o público para a segunda temporada! Não vale a pena...

Não, 8 ta ótimo, com 8 já teve 1 filler, pense com 13.

Ótima 1 temporada e texto afiadíssimo!

achei tudo bregão.......a chegada de Anansi foi bem boa, porém.

Não sei se vai vingar....espero que não cancelem sem mais nem menos. Realmente fiquei tentando entender as cenas da Bliquis consumindo as pesssoas e sua relação com o resto dos acontecimentos pois só assisti 3 epidódios. Também achei o protagonista fraco como ator...quem sabe mais pra frente melhore.

Achei a série boa mas longe de ser isso tudo que está na crítica. Os temas dela são um feito do Neil Gaiman e não do Bryan Fuller, portanto não vou dar crédito a série por simplesmente abordar os temas do livro. A série claramente enrolou muito, até porque o livro não é tão grande assim. Algumas vezes a expansão que ela fez funcionou (o episódio explicando a história da Laura é muito bom), outras vezes parecia puro filler (um episódio inteiro que nem avançar a história da série avançou, pra contar a história do Mad Sweeney onde ele nem foi o protagonista? Sério mesmo? Além disso pra quê ir mostrando a Bliquis consumindo as pessoas em dois episódios e explicar a história dela no último? As primeiras cenas dela ficam inúteis e deslocadas, que nem aconteceu com o Santo dos Assassinos na primeira temporada de Preacher). Outra coisa que não gostei foi Shadow Moon, uma mistura de personagem desinteressante e sem personalidade, que não faz diferença nenhuma na série, com uma atuação bem ruinzinha do Ricky Whittle que está completamente inexpressivo e perto do Ian McShane fica parecendo um amador. Não culpo ele totalmente, até porquê seu personagem é um Tofu humano, mas ainda assim ele podia ter o mínimo de carisma pra ser passável, mas nem isso. Essa temporada foi boa, mas longe de ser excelente, ainda mais pra um cara que eu sei que consegue fazer algo bem melhor como o Bryan Fuller, vamo ver se na segunda temporada vai ter menos encheção de linguiça.

Não é apoio nenhum a nada.

Meus amigos não são tão burros assim, mas eles se queixaram q ficaram boiando em muitas partes. Eu ainda não vi. mas corro de corra nonsense. Pra mim série boa é serie simples e ainda viciante, vide brba. Da pra entender de boas?

Foi uma belíssima primeira temporada, boas mudanças, boas inserções e novidades. Produção com excelente "acabamento" e efeitos. Esposa Morta não agrega muito, porque esse negócio de zumbi já está decadente. Shadow muito bisonho, vai virar gente só na segunda temporada, mas Ian McShane durante toda a série é o Odin que você respeita.

Ah, ta. Valeu

Vulgo Mr. robot, 2º temporada, 3 ovos.

Hoje não Baitmen.

Fizeram uma aposta alta pra uma primeira temporada que só preparou terreno pro que de fato há de vir. Não que isso seja ruim mas podiam ter fracassado miseravelmente, não haver uma 2a. temporada e todo mundo ficar "a ver navios" (ou ter que correr pro livro). Mas vindo da STARZ é praticamente padrão deles.

No Catolicismo, favor não confundir.

Troll bait: failed. Next!

Troll bait falhando novamente... volte na próxima crítica, quem sabe.

Ela era uma deusa que tinha seus domínios onde hoje e a atuação do Estado Islâmico, ela e uma deusa que sempre vai contra o patriarcado, contra os homens que querem colocar a mulher em uma posição de submissão. Creio que o final dela e algo dubio, não da pra saber se ela vai se aliar a Odin ou ir contra ele, apesar de achar que ela vai ser a favor dele porque parece que ela não gostou muito da imposição do TecBoy.

Excelente serie ,mas não é facil de ver,pois as perguntas vêm mais rapidamente do que as respostas !!! Estou lendo o livro e a personificação dos Novos e Velhos Deuses para a tela está muito interessante, Gillian Anderson está lindissima como A Midia e Emily Browining(de quem sou fan confesso) está fantastica como A Esposa Morta !!! Nos papeis masculinos gostei muito de Pablo Schreiber como Mad Swenney e Ian MacShane como Odin !!! Legal que tenha mais uma temporada !!!

A Bilquis/ é uma deusa do norte da África, também é associada a Rainha de Sabá (a bíblica) que conhece o rei Salomão. É retratada na bíblia e no alcorão como excelente diplomata, e os textos jogam a suspeita de que ela seria meia humana, meio demônio. Ela teve um filho com o rei salomão. No começo do último episódio ela está em Teerã em 1979 durante a revolução islâmica e foge para os Eua. Na América vai perdendo poder - é uma crítica a década de 1980 e o conservadorismo nos Eua e a primeira onda do backlash contra o feminismo - há quem interprete que ela trabalhava como prostituta nas ruas para continuar viva. E, na atualidade, captaria seus fiéis via um aplicativo de serviços sexuais.

Era uma deusa e uma rainha na antiguidade com dezenas de servos para serem seus sacrifícios em grandes festas de prazer, na atualidade ela fugiu de seu país quando os grupos terroristas tomaram conta e foi para os EUA, onde foi perdendo força até ser uma mendiga, depois foi contatada pelos Novos Deuses que a renovaram dando seguidores e amantes vindos das redes sociais fazendo dela uma agente deles.

Série fantástica. O sentimento de "estar perdido sem entender nada" é proposital, até para nos assemelharmos ao papel do Shadow, que é um cara que realmente está perdido sem entender nada no meio disso tudo. O season finale foi MUITO bom, serviu muito bem para deixar ansioso para a próxima temporada, que espero que tenha mais que apenas 8 episódios. Uma série fantástica assim merece, NO MÍNIMO, 13 episódios.

Alguém poderia me explicar a história da Bilquis? Terminei o episódio boiando com ela kkkkk

Adorei a série! Fantástica do começo ao fim. Personagens maravilhosos e atuações excelentes. Difícil escolher um favorito... gosto muito da Mídia, Mad Sweeney, Czernoborg, Bilquis, Tech boy, Nancy e Wednesday. Espero que na próxima temporada eles desenvolvam mais os outros Deuses que apareceram pouco nessa primeira temporada.

Neil Gaiman nunca é demais. (e pessoal do Omelete, arrumem as informações da série lá no topo. Estreia tá: "none", Duração: "indisponível", classificação: "livre" hasuhsuh)

Sempre existiu, a diferença é que aqui nunca chegava.

Netflix Killer!

Muito chata, do inicio ao fim. Essa narrativa lenta com dialogos longos e nonsense não funcionou nem um pouco. Algumas cenas muito boas, belas e bem feitas, alguns deuses interessantes, mas no geral é chata, muito chata.

desculpa aí mas tu leu o livro? Simplesmente mudaram completamente o Shadow, nos livros ele é muito diferente. é inteligente, é calado, nunca fica dando piti q nem na série. A única coisa ruim da série é o shadow, q eh uma das melhores coisas do livro.

Ótima crítica, parabéns. Vai ter crítica de The Handmaid´s Tale no Omelete?

Se for isso percebe-se...

A revelão do Odin aconteceria no quarto episódio segundo os diretores, mas eles voltaram atrás e jogaram para o final. Eles disseram que por isso algumas falas do Shadow está meio desconexas e tals.

No livro é assim também

É porque as temporadas de GoT têm pontos altos e baixos e, às vezes, os erros e defeitos acabam sobrepujando seus acertos e suas qualidades. Nota: não assisti Deuses Americanos, mas já li os livros d'As Crônicas de Gelo e Fogo.

qual?

Velho, q mina chata do caramba... pior personagem disparado!

Seria épico hahahahahahahahaha

Então tem q te o Edir Macedo kkkkk

Mas Jesus é adorado como Deus em muitas vertentes do cristianismo, logo, na lógica da série, é um Deus

Não entendo a galera criticando a série por ser gore/ trash de mais, o diferencial da série é isso, e funciona perfeitamente.. Mas gosto é gosto.

putz é mesmo!

westworld, american gods, game of thrones, stranger things, band of brothers, breaking bad, narcos... nunca imaginaria a 15 anos atras assistir series com a mesma qualidade de filmes ou até melhores !!! que venham mais !!!

A melhor coisa da série: Mad Sweeney A pior coisa da série: Laura Moon Mano, como o Shadow ainda olha pra ela? A vagaba traiu ele com o melhor amigo, isso é pior que cometer um genocídio. A série foi muito boa, tho, Odin se declarando Odin foi sensacional e a Páscoa mostrando o poder dos velhos deuses foi muito sensa também. Melhor estreia do ano até o momento.

A grande verdade é que o personagem é um banana... é um cachorrinho, como a sua mulher o chama. O personagem não é interessante, isso influência.

Ouro! Ourooo!

Claro q não, Deus é Deus, Jesus é Jesus, cada um no seu quadrado.

O que me incomoda e o Shadow (Ricky Whittle) o ator não tem expressão, diálogos confusos as vezes parece que o ator gravou as cenas em um estúdio separado... sozinho ele não sustenta a serie. Pra quem esta companhando The Handmaid's Tale vendo o SHOW de interpretação de Elisabeth Moss e David Thewlis em Fargo 3T ... Ricky Whittle beira o amadorismo.

Deuses são reais se acredita neles

Esse tema "deuses" lembra muito ele. E agora que tu falou q é bem Snyder, eu vou assistir AGORA MESMO. Obrigado

Deuses são reais se você acredita neles

Na serie eles comentam que quando um deus mata alguém nenhuma divindade pode intervir como aconteceu no caso da Laura Moon. Imagino que como foi um deus que matou o Vulcano ele foi pro saco de vez, sem continue... Game Over no chefão!

E nem podemos esquecer a fotografia que é excelente!!!

eu acho que a serie vai corrigir isso, se realmente continuar acreditando pode materializar um deus, a maldição do Grimnir provavelmente vai fazer as balas Vulcan falharem, fazendo com qu eo povo deixe de usar e venerar ele, saca?

série que merecia os 5 ovos não deram

CARA SÓ PARA QUEM LEU A OBRA, OU É MUITO NERD MESMO QUE GOSTOU DA SERIE, MUITO CONFUSA SEM AÇÃO, ELA NÃO É MUITO ATRATIVA PARA O PUBLICO LEIGO,

Se eu entendi bem, então, Deuses Americanos, apesar de ser criada originalmente por um ocultista, Neil Gaiman, é um apoio adicional ao ateísmo?

Deus é o pai, o filho e o espírito santo. Portanto, Jesus é Deus

Gostei da série, mas realmente não é para todos os gostos. O público começa a ficar saturado com essas séries que misturam Cine Privé com Pulp Fiction. Depois de ver essa série, fiquei interessado em ver uma versão de Sandman para TV. Antes eu pensava em Tim Burton ou M. N. Shyamallan, mas eles adoram interferir na história à sua maneira, o que pode não ser tão bom para aqueles que assistem. Talvez o cara que tá fazendo Fargo e Legion seja a melhor escolha, apesar de estarem envolvidos com esses projetos no momento.

Thor se matou com um tiro na Cabeça, Loki estava na cadeia o tempo todo Shadow..e o livro é ótimo diga se por passagem

Achei fraquinha como o livro...

Ia ser uma festa de Yahweh.

Não conseguiu entender o comentário? Rapaz, me surpreende você ter conseguido assistir a série.

Não podemos esquecer da trilha sonora que também é um show a parte.

Não consigo levar a sério produções trashs.

ainda não assisti o último episódio, mas 5 ovos é muito exagero, uma boa fotografia não segura a temporada... tem pelo menos uns 2 episódios filler

Levou OITO episodios (de oito) pra acontecer alguma coisa! Não tô dizendo que tem q ter ação desenfreada., não quero o "Velozes e Furiosos de Deuses", mas a série é uma enorme barriga. O visual é espetacular, os atores, com exceção do péssimo Shadow Moon, são ótimos, mas a série é meio chatonilda.

Tem uma hipótese no livro: um deus pode morrer e renascer numa nova versão. Vulcano provavelmente renasceu ou renascerá com uma outra cara, já que os seus fiéis veneram uma nova perspectiva da ideia de vulcano. Vamos comentar, o Gaiman já usou esse recurso em Sandman, mas cabe bem na história de Deuses americanos também. Em resumo: a forma física de um deus pode morrer a qualquer hora, morte definitiva, só quando a ideia daquele deus não for mais conhecida entre os humanos.

Rapaz, sobre a classificação ser LIVRE tá muito errado, deve ser 16, ou 18, pq tem nudez, violência, palavrão, fora esse equivoco, a série é muito foda mesmo.

Eu adorei esse série e achei o penúltimo episódio que tem como enfoque o Mad Sweeney o melhor de todos!!!

É uma suruba de Deus pra lá e pra cá. Por um momento achei que o shadow fosse o Thor. Na hora do raio pensei q ia cair um "mijaonir" ali. Nunca li o livro nem procurei saber sobre.

Estar ficando criterioso só significa que vc está valorizando mais seu tempo com o que realmente lhe interessa. Essa série de fato não é pra todos.

Me refiro a "rainhas" como no xadrez, sendo elas as peças chave no confronto por assim dizer.

A narrativa e os diálogos são muito bons...não dá pra enjoar de nada...embora eu não acredite nesses deuses aí, como serie de fantasia ficou interessante

achei chato. não é para todos.

Esse último ep deixou claro o quão complexa é essa questão da fé na existência dos deuses quando a Páscoa e seus diversos Jesus estão num emaranhado.

Acho que estou ficando chato e velho para estas coisas, ou simplesmente existe tanta coisa hoje para se ver e tão pouco tempo para fazê-lo que estou começando a desenvolver critérios demais para acompanhar algo. Os diálogos são muito bem construídos e atuação de Ian McShane é excelente, além de cenas lindas demais em termos de sequência e fotografia. No entanto, (em tempos de netflix) um enredo arrastado e pouco elucidativo pode ser uma faca de dois gumes, e assim, a curiosidade por uma segunda temporada pode dar lugar a preguiça.

Depois de ver essa série eu quero que eles façam umas séries da marvel Espíritos de vingança Blaide Lobisomem Cavaleiro da lua Homem coisa E depois uma minissérie com todos eles formando OS FILHOS DA MEIA NOITE Não sei porque ,mas eu quero. 😄

Eles disseram que Wednesday precisava de uma rainha porque já tinha o seu garoto. Os neo deuses tem Mr. Wold/Mídia/NetBoy, e os old gods agora tem Wednesday/Ostara/Shadow, falta saber onde se encaixam a esposa cadáver, o duende, o Aladim e seu Gênio, e a deusa da pepeka gulosa acredito que tem como missão matar o Shadow com sua arma mortal.

Muito zack snayder ????

Bom pra você ver como esse livro continua atual agora: com o Bitcoin a criptomoeda digital eu não sei se é o Mr. World que está invadindo o reino do Internet Boy ou se é o garoto invadindo o reino do Mr. World. Hehehe.

mas pensei que media fosse a rainha dos new gods

*Jeová deus cristão /judeu /muçulmano

Mas não como Vulcan, o que ele realmente , provavelmente seus fiéis talvez perca imortalidade e possa morrer.

Acredito que ele é MUITO mais poderoso que a Media , porém ele é um deus jovem , então ele não bate de frente com nenhum deles , no caso Media e Mr. World.

Não é bem um furo , é algo que não tinha relevância no livro , como existe versões do mesmo deus em outras partes do mundo , creio que essa adoração vá pra algum lugar.

Eu sei tudo? Atá KKKKK Mas acredito que seja isso tudo que você falou... Por enquanto.

Você que sabe tudo, diz ai o Mr. World é mesmo o que o dinheiro, o mercado, o capitalismo, a globalização? Tudo isso junto. Ein, ein?

o leprechau é um bicho lá, até fala no ultimo episódio q ele não é um deus. Faltou Deus Deus

Kkkkk.

Cara curti muito sua analise , quando Nancy termina a história da rainha Bilquis , Wednesday diz que precisa da sua rainha , nesse caso a Ostara. Ficou uma rainha de cada lado , e tem tudo pra ser épico.

Viram, não é só o Leprechau que fez um acordo com a Mídia, os troll's também são reais.

então a série é bem adaptada, adaptaram até o furo kkkkk

ele mesmo disse que era adorado

Quando o livro foi lançado a Internet ainda não era o que é, hoje eu acho que o Internet boy seria maior que a midia mas maior que o Mr. World não mesmo.

Só faltou aparecer Deus Deus mesmo, Jesus não é um deus é só um cara ai que fez uns bangue, nada ver ter ele na série, e ainda colocaram a Eliana na série.

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