Big Mouth
Séries e TV - Animation, Comedy
Big Mouth (2017)
(Big Mouth)
  • País: EUA
  • Classificação: 16 anos
  • Estreia: 1 de Setembro de 2017
  • Duração: indisponível

Big Mouth | Crítica

Série fala sobre dilemas da puberdade e desperta a quinta série dentro de cada um

Big Mouth é provavelmente o retrato mais engraçado e, ao mesmo tempo, aterrorizante que se pode ter da puberdade. Todos os medos, vergonhas, dúvidas e besteiras que se passam nesse período aparecem de uma forma ou de outra na animação, fazendo o espectador reviver essa época “simples”, quando de repente tudo muda ao seu redor.

Ter 12, 13 anos não é fácil. Você começa a deixar suas brincadeiras de crianças de lado, ao mesmo tempo que não é um adolescente ainda. É aquela fase do meio termo, onde ninguém sabe como te tratar direito e isso fica claro a cada momento da série, especialmente no primeiro episódio onde Nick (Nick Kroll/Rafael Schubert em português) acidentalmente acaba vendo o pênis de seu melhor amigo, Andrew (John Mulaney/Cafi Ballousier) – o que o deixa extremamente assustado, pois ele está maior e repleto de pelos (ao contrário do seu).

Perdido, ele não sabe lidar com a situação e acaba pedindo um conselho de seus pais, que logo assumem que ele é gay e fazem questão de frisar que não há nada de errado com isso.  Inconformado em não conseguir ajuda de ninguém, ele fica tão fixado na ideia que acaba vendo pintos em TODO lugar – com destaque para a excelente cena da partida de basquete.

Ao mesmo tempo, Andrew é “enfeitiçado” pelo Monstro de Hormônios e só consegue pensar em se masturbar em qualquer lugar, a todo momento. Ele sofre com isso e com suas ereções constantes pois, para ele, qualquer coisa é um estímulo. Ambos passam por problemas bem reais da idade e não fazem ideia de como lidar com isso.

A temática é reforçada pelas piadas, que parecem terem sido feitas para o seu lado 12 anos que um dia riu na sala pois a professora falou “vagina”. Todas são sexuais e, ao mesmo tempo, completamente bestas (no melhor sentido da palavra). Elas fazem lembrar dessa época e como era fácil rir de coisas bobas ao mesmo tempo que você tinha medo de tudo que estava acontecendo - algo que a série explora muito bem.

A animação conta com episódios sobre timidez, descobertas em relação ao outro sexo, dúvidas sobre a homossexualidade e também sobre os dilemas femininos. No segundo capítulo, os criadores mostram que o desenho não é focado somente em Nick e Andrew e apresenta uma terceira protagonista em Jessi (Jessi Klein/Luisa Palomanes) e suas dificuldades em se tornar uma mulher.

A influência de Jennifer Flackett, que criou a série ao lado de Kroll, Goldberg e Mark Levin, fica clara nesses momentos envolvendo Jessi. A garota também passa pelos mesmos problemas dos garotos, precisando lidar com a sua própria Monstra do Hormônio, suas alterações de humor e a primeira menstruação – que conta com um número musical onde um absorvente canta Everybody Bleeds no melhor estilo Michael Stipes, vocalista do REM.

Essas canções aparecem na maioria dos episódios e são parte fundamental do seriado. Os criadores tentaram buscar pessoas que conseguissem reproduzir os “artistas convidados” e o destaque fica para Brendan McCreary, que no terceiro episódio canta uma música como se fosse Freddie Mercury e imita os maneirismos vocais e o tom do clássico cantor do Queen.

A versão dublada optou por não traduzir as músicas – uma decisão inteligente por conta dessas participações. Mas é importante destacar que a dublagem nacional é tão engraçada quanto a americana e as piadas foram traduzidas da melhor maneira possível, mantendo o espírito original.

Big Mouth definitivamente vai despertar a quinta série que existe dentro de você. Seja por conta das piadas, dos dilemas ou dos pequenos dramas de ser jovem. A animação é um prato cheio para vergonha alheia e faz rir e relembrar de uma época onde coisas simples pareciam muito, mas muito mais complicadas. 

Nota do crítico (Ótimo) críticas de Séries e TV
 

Não entendi, por que Rússia?

Po. Vc passou a 5 série na Russia??

Eu acho na verdade tá acontecendo agora.

"dúvidas sobre a homossexualidade e também sobre os dilemas femininos" Se tem gayzismo e feminismo, os justiceiros sociais do omelete já dão nota alta não importa o resto

Vc iria se identificar com algumas situações e rir muito!

Eita que demorou pakas para sair essa crítica hein? Adorei a série! Inteligente, criativa, crítica, escrachada, divertida! Recheada de referências e participações especiais, boas músicas (Changes com Charles Bradley S2!!!). Cheia de humor bizarro onde nos faz rir dos muitos momentos constrangedores da puberdade e lembrar das primeiras paixões! Reviver aquelas experiências que pensávamos ser o fim das nossas vidas mas "só que não"! Os monstros hormonais são hilários! Na verdade tem bons e loucos personagens! Realmente é reviver um pouco a 5ª série, com todas as dificuldades e descobertas! Maratonei! Pena que aqui geralmente só aparecem haters ou frustrados! Aclamada pela crítica e renovada para 2ª temporada #Yes!

Claramente, meus parabéns por tirar essa conclusão do ar! Porque? Julga a definição e maturidade e idade dos outros só por conta de uma animação mediana. Só para esclarecer sua justificativa sem sentido, não! Não sou um garotinho de 15 anos, não estou no colegial.

Lealmente muito luim. Só selve pla milenial cholão.

Vcs devem ter acabado de entrar no colegial então...

Foi escrita por ele!!!

Ele deve ter acabado de fazer 18 aninhos... Parabéns adultao

Que 5º série é essa? hahaha

Série bem fraquinha e sem graça

Rapaz, quanto a Netflix tá pagando pra vocês darem 4 ovos pra isso? cacilda, que desenho ruim.

Achei chata PRA POH@! Além de que graficamente achei horrível

Na sua quinta série os mulekes já ganhavam chupada na rola? Olokoo kkkkkk Na minha tavam ainda formando times pro fute do recreio.

Algumas falam, até cantam e dançam. Fazem um show completo.

piroca falante? mds piroca n fala

Sei lá, amei minha 5 serie, mas não consegui gostar desse desenho, achei bem fraca.

Uma melda esse desenho pala adolescente, muito luim com lola falantes, me poupe né, palei no plimeilo episodio

A última coisa que quero nessa vida é relembrar a quinta série. Ô época ruinzinha da minha vida. Eu era magrelo, feio, mais tímido e nerd do que sou hoje, era BV enquanto meus amigos já ganhavam chupada na rola e ficavam com o dedo sujo de bucet4. Eu não sabia jogar bola, era excluída e as únicas pessoas que me aceitavam no seu meio eram a galerinha do teatro (os gayzin) da sala, que naquela época também eram excluídos. Definitivamente não quero me lembrar da quinta série.

Série pra criança é Pernalonga, essa série é apenas pra quem já foi púbere. E a classificação é 16 anos no Brasil por alguns motivos gritantes. E 18 na Austrália, Rússia, Coréia do Sul e Singapura. E 17 nos Estados Unidos. E 16 na Alemanha também. E 15 no Reino Unido. Apenas nos Países Baixos é 12 anos a indicação.

Demorou pra sair em. Serei franco, dentre as diversas animações que assisto todo santo ano essa com certeza foi uma das mais fracas que acompanhei, principalmente vinda da Netflix, esperava outro sucesso como o ótimo Bojack mas infelizmente está muito distante de ser. Mesmo que a série tenha momentos/mensagens interessantes sobre a adolescência e a puberdade, não acho o suficiente para apreciar a série, além dos personagens não me cativarem. Talvez sirva para determinadas pessoas que adoram um besteirol exagerado descompromissado. Uma nota um tanto quanto exagerada, até porque não lembro de nenhuma OST marcante (tirando a de Opening que é boa), animação bem abaixo da média (em termos de fotografia, fluídez, design) nenhum aspecto interessante ou chamativo da direção (Pô vejam a direção espetacular das cenas da S5 de Samurai Jack desde design, animação até mesmo semiótica). É uma série que cairá no limbo pra mim, tive o desprazer de ver completo, tenta trabalhar muitos conceitos interessantes mas pra mim a química e o desenvolvimento disso não funciona, a produção é precária.

É a melhor definição possível e é um dos motivos que não gostei também.

Apesar de ter uns 4 meses de atraso,finalmente uma crítica do Omelete,e bem positiva por sinal. A série abrange com um humor bem peculiar,o momento duvidoso e embaraçado que é a puberdade.De qualquer modo, espere todas as situações sem noção, momentos de vergonha alheia e a comédia ácida, típica de Andrew Goldberg,roteirista de American Dad e Uma família da Pesada,agora, livre para levar adiante sua própria série, Goldberg nos apresenta ao fantasma de Duke Ellington e ao Monstro do Hormônio, Maurice. Diversas referências tanto ao mundo real quanto a elementos apresentados,mas quem é bom,vai sacar logo.Enfim, Big Mouth é uma verdadeira caça ao tesouro tanto no quesito de referências quanto em nos apresentar uma história divertida e, por mais que com seu humor bizarro e constrangedor, ainda assim consiga passar uma mensagem que crescer não é apenas hormonal,é aprender rir do processo e de si mesmo.

Série pra criança, não estou interessado em assistir não. Apesar da boa crítica.

Esta crítica saiu mais lenta que o Rubens Barrichello.

Pirocas extraordinárias

"Big Mouth definitivamente vai despertar a quinta série que existe dentro de você" Nunca gostei da quinta série, muito menos das piadinhas. Deve ser por isso que não consegui assistir a série inteira.

ficou ofendido com as pirocas falantes?

4 ovos? Essa série é horrorosa.

Assisti essa série em 2 dias e só agora saiu a crítica? Kkkk

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