Dois Irmãos
Séries e TV - Drama
Dois Irmãos (2017)
(Dois Irmãos)
  • País: Brasil
  • Classificação: Não definido
  • Estreia: 9 de Janeiro de 2017
  • Duração: indisponível

Dois Irmãos | Crítica

Mais uma batalha entre imagem e palavra no mundo transbordante de Luiz Fernando Carvalho

Todos nós, consumidores assíduos e dedicados de cultura pop e arte, já nos perguntamos sobre o valor de cada uma das adaptações que lidam com nossos títulos favoritos. O que é melhor? O livro ou o filme? Atualmente, a literatura tem servido de material de origem não só para filmes, mas também para séries de TV. Na televisão aberta, também serviu para a criação de minisséries. A pergunta, contudo, permanece a mesma e toda vez que um roteiro é feito com a inspiração de um livro, começam as edições e sacrifícios que provocarão a ira dos mais preciosistas. 

Não é o caso das adaptações promovidas pelo diretor Luiz Fernando Carvalho. Não que outros diretores não pensem nas atmosferas de suas adaptações, mas Carvalho tem uma forma especial de privilegiar sensações. Na maioria das adaptações que chegam ao mercado, tudo diz respeito ao que vai entrar ou não do material original. Poucos são os diretores que se dedicam realmente a tentar fazer o espectador se sentir como um leitor. A razão para isso é muito simples, já que a leitura se debruça sobre detalhes e imersões intelectuais que são dificilmente passíveis de tradução imagética.

Colocada em perspectiva, a passagem de Dois Irmãos pela Rede Globo reforça a ideia de que Carvalho continua sendo capaz de “trair” a experiência literária ao flertar com o desafio às suas finalidades. O apuro técnico e o constante reforço dramático fotográfico de sua obra conseguem criar uma identidade visual que quase nos impõe uma resposta emocional. Não é só acompanhar uma história baseada em um livro, mas ficar a mercê de um conjunto de recursos que chega ao ponto de usar uma voz em off para nos informar o que pensa um personagem (um privilégio que, em tese, é natural da literatura). A sensação é que Dois Irmãos se transcreve para a tela com toda a devoção do mundo, mas pecando justamente pelo excesso.

Dois Caminhos

A história narra a trajetória de uma família de imigrantes libaneses que se vê atormentada pela rivalidade entre os gêmeos Omar Yaqub (Cauã Reymond, na fase final). Essa sinopse é extremamente simples, mas explode na literatura ao se passar a partir dos anos 30, numa Manaus ensolarada e com um monte de períodos históricos que envolvem essa premissa. O amor cego e inflamado da mãe Zana (Eliane Giardini, na fase final) por um dos meninos se configura como o catalisador de uma história de ódio que choca pela intensidade e intriga pela construção fragmentada, cheia de idas e voltas no tempo.

Essa espécie de retomada do projeto de adaptações literárias chamado Quadrante, proporcionou ao diretor firmar uma “trilogia informal” de adaptações que começaram com A Pedra do Reino e com CapituDois Irmãos, contudo, chegou ao ar poucos meses depois da exibição de Velho Chico - novela também dirigida por Carvalho - e que compartilhava alguns signos conceituais e estéticos típicos de seu trabalho: sagas familiares, regionais, rurais, viscerais e solenes. A fotografia quente, sudorífera, que já havia sido usada em Velho Chico (com ênfase na granulação) reapareceu em Dois Irmãos numa versão mais cristalina, provocando um perigoso senso de recorrência. Além disso, as interpretações ultra dramáticas , regadas de muita contemplação, choro e gritos, ganharam na minissérie o suporte de uma trilha sonora grandiloquente.

O quadro geral é afetado, sequenciando cenas intensas uma depois da outra, sem dar muita chance do espectador respirar. A longa história da família passa por muitos pontos de confronto, mas a exagerada valorização imagética de absolutamente qualquer frame, faz com que o roteiro fique devendo alguns apogeus climáticos. O elenco contudo, entende completamente a proposta do diretor e o resultado é uma distribuição invejável de qualidade. Cauã e sua imagem cansada ainda demonstram fôlego e até a inesperada presença de Bárbara Evans no elenco funcionou a favor da produção.

Mais uma vez, entretanto, a decisão de não só adaptar a literatura como também usá-la em sua forma narrativa verbalizada, tornou-se ambígua. A ferramenta da narrativa em terceira pessoa não causa tanto distanciamento no livro, mas em muitos momentos as nuances dos gêmeos são descritas nas narrações da minissérie e as impressões naturais de um espectador que não se guia por uma voz onisciente, se distanciam. A sensação de estar vendo uma ficção mesmo, aumenta. Pode parecer estranho, mas um dos objetivos da teledramaturgia é ser ficção na razão e “verdade” na emoção.

É justamente a naturalidade provida da trivialidade que atrapalha a experiência de Dois Irmãos. Há momentos simplesmente incríveis - como a sequência da morte de Halim (Antônio Fagundes)que funcionam por todas as razões positivas e negativas desse texto, conferindo ao trabalho de Carvalho uma presença provocativa que de forma alguma pode ser descrita como indiferente ou irrelevante. Sua mão pesada faz televisão para os olhos, mas seu talento em tornar flutuantes as sensações de uma leitura é irrepreensível.

Dramaturgicamente há uma ausência de fluidez notória (presente em várias de suas obras), como se só fosse possível contar boas histórias privilegiando os contornos. É claro que talvez não seja o caso de “amadurecer” o estilo do diretor, mas de aceitar que ele é uma força visual que reafirma personalidade. E personalidade está no topo daquela lista de inevitabilidades: alguns se relacionam com ela e outros não.

Nota do crítico (Bom) críticas de Séries e TV
 

Não reclamo da narração no livro, e sim na série.

O "problema" é que a narração é o elemento mais importante do livro. Sem a narração, não há livro "Dois irmãos", cujo enredo em si, é 'fraco" mesmo.

Sinceramente, essa obra não deveria ter ido para as telas. Boas atuações, mas a história não funciona para a tv. Senti vontade de ler o livro, mas nenhuma em rever a minissérie. Independente da qualidade da atuação, direção e etc o sentimento não chegou. Mesmo tendo um drama você precisa se apegar aos personagens. Dava para odiar o Omar, mas como realmente se importar com o quê ele fazia, se ninguém na família inspirava empatia. Tv tem que emocionar.

quando o produto é bom nao importa em qual tv esteja

Crítica muito bem analisada. A melhor que vi até agora.

Resumindo, aquele velho "argumento". Não gostou? Faz melhor!

Pra mim, narração é sempre desnecessária e uma forma do autor/diretor tentar explicar algo que não consegue dizer de outra maneira. Em produções audiovisuais, a mim, a narração sempre quebra muito o ritmo do produto. Desisti de Narcos justamente por causa disso, tbm.

Tentei assistir essa série. Apesar da gritaria, me deu sono. Não gostei.

Acho que a atuação figurino fotografia etc foram muito bons, mas no final das contas não conseguiram amarrar de uma forma que ficasse divertida a série, talvez tenha prolongado demais mas no geral ficou uma série chata e repetitiva, tem algumas coisas do livro que me parecem que não adaptam bem para tv, mas fiquei interessado em ler o livro.

Se você lesse os outros comentários você veria que muitos concordam com a critica. Ultimamente você sempre vai ter sua análise mais se achar um ser superior mentalmente e considerar o resto do mundo inferior ao seu grande intelecto não diz muita coisa, se for criticar que seja construtivo, fale do porque não concorda. Inflar seu próprio ego não ajuda em nada.

finalmente abriu-se a mente do omelete pra tv aberta.

De novo xingando o outro. Soh sei q li um comentario de um cara q achou a serie besta e vc o respondeu o criticando, dizendo q n tinha argumentos etc. Vc poderia muito bem comentar algo do tipo: "pq achou a serie chata, poderia elaborar?". Mas n, ja vai sendo babaca. Novamente digo, atitude desnecessaria

Talvez ele queria fazer charme e deixar um ar de mistério haushaushu vai saber...

Começa bem, mas com o decorrer dos eps fica chata e repetitiva, tem excelentes atuações e fotografia muito bonita, mas achei que poderia ser mais curta com 5 episódios acho q dava pra fazer a narrativa soar de modo mais palpável

Achei estranho uma crítica que fala entre outras coisas do excesso de "literatura" da minisérie não mencionar em momento algum o autor da obra literária original na qual todo o trabalho se baseia: Milton Hatoum. Por sinal o mesmo livro (excelente, diga-se de passagem) foi adaptado recentemente pros quadrinhos pelos irmãos Ba. Também vale a conferida.

Meu Deus. O cidadão tem coragem de dar 3 ovos para Dois Irmãos. Um ser, que jamais conseguiria produzir nem sequer um episódio de Chaves, deveria se colocar em seu lugar e reverenciar a série por simplesmente ousar ser diferente em um meio repleto de clichês como a TV. Sinceramente, aos poucos venho percebendo que o Omelete é apenas um site de fãs de quadrinho. Peço gentilmente que não façam mais criticas sobre conteúdos que vocês não tenham capacidade intelectual de digerir.

Hahahahahahahahaha cuidado com as mulheres kinder!!!!

Vô nada, tô fora. Eu gosto é de mulher!!!!!!!!!!!!

É que usando os caracteres no minúsculo representa que o sona já está profundo. kkkkkkkkkkkkk

Já desisti das obras desse diretor, exceto "Os Maias" que para mim ainda é a melhor coisa feita até hoje na televisão. As outras obras dele têm um problema absurdo de som e linguagem falada, desde "Hoje é Dia de Maria" não compreendo nada o que dizem em suas séries.

Então, isso fica esquisito no livro, mas até hoje não entendi a reação dele com essa pergunta, só expus que não era bem claro em sua obra essa relação incestuosa e por curiosidade queria esclarecimentos, mas... só ele saberia dizer e se recusou a responder.

Interpretaçao de texto nao e o seu forte ne. Maldito acesso livre de internet pro povao. Kkkkkk ta comendo batata industrializada demais kkkkkk batatao kkkkkk

Mas vc eh um besta hein? O cara soh comenta q achou a serie uma perda de tempo, n xingou ngm. Pra q essa atitude? Bom senso por favor

Cansou de fazer ZZZZZZ maiusculo? Hahahaha e haaaaa

Esta parte a globo suavisou...

Hummmmmm e quem segue viadagem e o que. Vem nim mim kkkkkkkkk

Parecia ser incesto mesmo? E se essa era a intenção dele pq ele ficou pirou????

Achei muito boa a série e as atuações, o povo sempre quer algo mastigado e simplório, complica um pouco já é ruim... Contudo, seriado besta americano todo mundo ama...

E vc acha mesmo que esse programa merece mais de duas linhas de comentário? Acha??? Então toma: ZZZZZZZZZZZZZZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz zzzzzzzzzzzzzzzzzz E da próxima vez, para de viadagem nos comentários, vlw.

A cada cena e com a abertura "pomposa" de ópera, a série tenta fazer o público se "ajoelhar" pois está diante de uma "obra de arte". É tudo muito desnecessário e exagerado. Dois narradores que não fazem falta – afinal, enquanto o ambiente da trama tenta fazer o espectador se sentir mais inteligente, pois está observando algo "fora dos padrões", as narrações jogam-nos para baixo como crianças ignorantes que não são capazes de compreender o que está se passando; o que nem é justificado, já que o roteiro é absurdamente simplista. Uma fotografia deslumbrante, figurinos bem trabalhados e ambientação digna de seriado americano; nunca a direção de arte foi tão bem cinzelada em uma trama brasileira. Tudo isso unido as poderosas atuações de alguns dos atores, até trazem uma certa sofisticação que a emissora tanto tenta impôr ao público. Mas, não é só de técnica que vive uma boa trama. E, até nisso a emissora peca. Como pode estarmos vendo uma obra feita exclusivamente para a tv com corte cinematográfico? – Mais um movimento presunçoso da Globo em ludibriar o público, afinal isso transmite um ar de grande produção; quando na realidade não passa do mais puro amadorismo – sendo que, até grandes filmes quando são exibidos na televisão, se adaptam ao corte televisivo. E, no fim, o roteiro não engana... é tudo muito arrastado, tudo muito repetitivo e tudo muito simples. Quando o diretor e os roteiristas não encontram algo de útil para pôr em cena, tudo é direcionado para imagens bonitas, cenas contemplativas que não servem de nada além de ganhar tempo. Também pudera, adaptar um livro de pouco mais de duzentas páginas em uma série desse tamanho faria com que tudo se tornasse redundante demais. No fim, a série que aspirava ser um marco no quesito qualidade da Rede Globo, se torna a obra mais arrogante dos últimos anos.

A série até que foi interessante, mas em diversos momentos foi arrastada, o autor tentava muitas vezes empurrar uns momentos "arte" onde ficava um saco. As decisões que os personagens tomavam eram tolas demais na maioria das vezes também.

Fui numa palestra da faculdade sobre a obra logo quando o livro foi lançado e mesmo tendo detestado a história, li do começo ao fim. O autor fugia das perguntas da plateia, nunca respondendo o que foi perguntado, além de ter sido muito arrogante e com ar superior até para as pessoas que estavam na mesa. No livro há um fato que parecia ser incesto, mas nunca fica bem claro e o autor quase pirou quando questionei essa parte.

Ai que fofo.....logo logo vc consegue escrever mais de 3 linhas. So precisa melhorar tudinho seus argumentos. Ratinho fofinho do papito gut gut....

Perda de tempo. zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

Mas mesmo as minisséries da Globo parecem novelas. rsrsrsrsrs

Bons atores, péssima série, andamento confuso que parece levar a nada além de iminentes tragédias que não comovem pela maneira que são contadas e mostradas. A fotografia é apurada em certo ponto, mas noutro é cansativa, parece que a tela vai suar também. rs

Cauã Reymond boa atuaçao.

Bem.....pelo menos concordamos com uma coisa....melhor debater nossas visoes particulares sobre o resultado da minisserie com o olhar do Carvalho do que ver Crepusculo o final na tv aberta kkkkkkkk.

Eu já assisti todos esses trabalhos. Todas essas obras tem a teatralidade como uma característica primordial e, a maioria delas, parte do envelhecimento para criar uma atemporalidade fantástica. Você não consegue definir em que época exata se passam Meu Pedacinho de Chão (que também foi dirigida por ele) ou Hoje é Dia de Maria da mesma forma que aconteceu recentemente com Desventuras em Série, que veja só tem as mesmas características por fazer sentido para a trama. A teatralidade funciona como um recurso para colocar o espectador na posição de leitor da história e ele o utiliza até naquelas onde não adapta livro. Talvez o seu erro seja escolher trabalhos parecidos, mas não ser prepotente, visto que a linguagem tem sim um função nas suas obras. Além disso, a interpretação não parte apenas dele. O trabalho audiovisual é realizado em equipe e, provavelmente, o trabalho de transposição textual do roteirista seja muito mais importante para ditar esse tom literário do que o próprio Luiz Fernando. No caso de Dois Irmãos, a presença de um narrador que conhece os sentimentos dos personagens já deve ter partido do roteiro e a sua ausência teria dificultado a utilização de toda essa teatralidade pela direção. Emfim, você pode falar que a série é arrastada (um fato) e até criticar a direção, mas vale pensar nos papéis de cada um numa adaptação e nas funções de cada recurso estético dentro da linguagem pra não parecer desconexo quando escrever... PS: A tecnologia que favorece a fotografia nrm sempre é uma coisa boa, porque temos que considerar todo um contexto. Mesmo com todas as possibilidades, Tarantino preferiu dirigir Os Oito Odiados de uma forma antiquada justamente para emular os faroestes clássicos e entregou um trabalho impecável de fotografia...

Se vc ver todos os trabalhos do diretor perceberia que ele utiliza dos mesmos mecanismos fotograficos para todos os trabalhos esteticos.....com a pedra do reino.....capitu......velho chico.....os maias.......hoje e dia de maria......meu pedacinho de chao......entre outros. Esta interpretaçao e a dele usada da mesma forma para diferentes obras transpostas para autores diferentes.....ou seja, nao ha legitimidade de fidelidade com as respectivas obras. E como a propria materia e critica deste e de outros sites destacam. Portanto de fato o diretor peca na sua autoridade. Para finalizar nao e minha ideia o que me referi.....so foi revelada a essencia repetitiva do diretor. Procure ver tudo para nao ser desconexo e inseguro com relaçao a diferentes opinioes da sua. Quem conhece a obra Dois Irmaos sabe que a intençao do autor e mostrar a decadencia de Manaus junto com a historia de uma familia. Dançando com a historia do Brasil politico com a promessa de uma Manaus rica para uma esquecida e maltratada pelo tempo e chegada do progresso desenfreado.....criticando falta de planejamento do "pais do futuro". Da relaçao de dois irmaos e suas diferencias relaçoes com o entorno. Obras literarias sempre serao respeitadas e adoradas porque sao a unica plataforma que conserva um entendimento inquestionavel em que inumeras pessoas leem a mesma obra mas saem dela com visoes diferentes. Por isto somente fica a liberdade de transpor seu jeito particular sim de exibir o seu olhar sobre uma obra mas nao da forma como o diretor Carvalho faz, corrompendo tudo o que faz deixando as personagens refem de seu ego fotografico e histerico.

Conte um pouco fiquei curioso (2)

Mas a série tem um motivo para utilizar a fotografia envelhecida e teatral, então sua ideia acaba soando incoerente. Ele poderia fazer uma adaptação mais moderna sem dúvida nenhuma, mas aí as mudanças não poderiam ficar restritas a fotografia. A interpretação que ele fez do texto (e que o próprio livro ou a HQ adaptada pelo Bá possuem) aproveita esse aspecto estético que ele sabe como usar acertadamente...

Quando a Globo quer fazer uma coisa decente ela arrasa! Cauã surpreendeu na pele dos gêmeos. A minissérie teve uns exageros mas no geral eu achei mara!

Achei a mini série muito boa, não cheguei a ler o livro, mas gostei da história que foi apresentada, apesar do meio utilizado, mas no geral achei bem diferente com o tipo de séries que o canal apresenta. Todos os personagens achei muito bons, em especial ao Fagundes e a matriarca na família, e aquela moça que foi dada quando criança para ser empregada na casa, a índia se não me engano, só achei que a morte dela foi muito deixado de lado...mas no geral, foi muito boa!

Nao leia. Isto aqui nao e seu blog particular. Nem sua agenda da moranguinho. Kkkkkkk

Conte um pouco fiquei curioso.

Com a tecnologia que atualmente favorece a fotografia este diretor sempre prefere em todos seus trabalhos imprmir algo visualmente envelhecido e teatral. Sempre peca no mesmo erro. Foi uma boa minisserie massss poderia ser melhor se a prepotencia deste diretor fosse menor.

Vi alguns episódios e achei muito bem feita e adaptada, não entendo esse preconceito que algumas pessoas desse site tem contra TV aberta. Ora, o site é sobre cultura POP, se não gostam de um assunto específico, só pular. Mas não, sempre querem entrar e criticar algo que nem ao menos assistem... Vai entender.

Eu não consegui ver isso até o fim. Se fosse uns 5 episódios, acho que dava pra aguentar o estilo desse diretor, mas 10 episódios... não deu, não. E tudo num tom só, tudo over. Todos os maneirismos e excessos do diretor cansam.

Gente assistam a nossa crítica em vídeo. Nós do Cinema&Vídeo achamos a série bem ruim mesmo. Vejam https://www.youtube.com/watch?v=lTkTxrhdJu8

é que certas minisséries da Globo parece mais com novela curta

discordo! ele acabando fazendo personagens bem forçados

Não achei. O Cauã Reymond trabalha muito bem, cara. O problema é que aqui no Brasil não há muito espaço para os atores mostrarem todo o seu potencial, pois o auge é trabalhar numa grande emissora que te poda de todo jeito..

Não foi uma novela, foi uma mini série

Detesto o livro, detestei a história adaptada e principalmente detesto o autor, que tive o desprazer de conhecer em uma palestra.

essas minisséries da Globo ficam estragadas por esses atores mais famosos q exigem papel principal

Finalmente meu sonho de ver a sessão novelas do omelete fica mais próximo

Por favor Omelete, sem novelas por aqui

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