Orange is the New Black
Séries e TV - Drama, Comedy
Orange is the New Black (2013)
(Orange is the New Black)
  • País: EUA
  • Classificação: livre
  • Estreia: None
  • Duração: 55 min.

Orange is the New Black - 5ª Temporada | Crítica

Nova temporada não supera anterior, mas consagra série como uma das mais importantes em exibição atualmente

É indiscutível a maturidade que Orange is the New Black ganhou desde a estreia na Netflix até seu quarto ano, o melhor até então. Em sua última temporada, os executivos por trás da trama absorveram definitivamente todas as críticas sobre o excessivo protagonismo branco - as atrizes dos núcleos afro-americano e latino só se tornaram parte do elenco regular, respectivamente, no segundo e no terceiro ano da série - e entregaram uma trama bem amarrada sobre racismo e violência policial. A história retorna após um final de temporada arrebatador, encerrado no cliffhanger de uma rebelião estourada em função da morte de Poussey Washington (Samira Wiley).

Existia uma hesitação por parte de muitos espectadores em acreditar na possibilidade de um quinto ano ainda melhor que o quarto. A resposta para essa questão, infelizmente, é negativa - mas isso não é necessariamente algo de todo ruim. Ainda que a nova temporada não tenha o impacto do anterior, Jenji Kohan conseguiu manter o nível altíssimo e entregou uma remessa de episódios de qualidade - além do que, verdade seja dita, era uma missão muito mais complicada executar a quinta temporada do que foi com o quarta.

O ano anterior se desenvolve nos detalhes, cria tramas que parecem pequenas e que, antes do espectador perceber, ganham dimensões assustadoras. Já o quinto começa com a premissa de espremer cerca de 72h de enredo em 13 episódios, algo complicadíssimo do ponto de vista de manter a fluidez do roteiro. A série merece os méritos de se garantir ao apostar nesse desafio e ter, na maior parte do tempo, conseguido sustentar a trama sem que ela se tornasse arrastada - ainda que tenha falhado em momentos da primeira metade da temporada, como no dispensável  episódio "Litchfield’s Got Talent". Há a sensação de que alguns capítulos poderiam ter sido menores ou mesmo de que a remessa inteira poderia ser mais enxuta, mas, no fim das contas, o saldo é infinitamente mais positivo do que negativo.

Antes de tudo, sobre a quinta temporada, é preciso saber que Piper Chapman (Taylor Schilling) está no banco de reservas: quem carrega o protagonismo com maestria é Taystee Jefferson (Danielle Brooks). A jovem, que desde a morte de Vee Parker (Lorraine Toussaint) assumiu o papel central no núcleo afro-americano, foi o grande nome por trás de todos os episódios. Na primeira metade da temporada, carregada de humor, Brooks brilhou como a principal válvula dramática ao dar vida à detenta revoltada pela morte da amiga. Na segunda, a atriz voltou a dar um show no papel da principal articuladora da rebelião, psicologicamente esgotada e confusa quanto às próprias ambições nas negociações.

Aliás, todo o núcleo que orbita ao redor de Taystee ganhou destaque: as atrizes Adrienne C. Moore e Amanda Stephen, que vivem, respectivamente Black Cindy e Alison Abdullah, apresentaram um ótimo trabalho. Vicky Jeudy, que interpreta Janae Watson, protagoniza a melhor sequência de flashbacks da temporada, mostrando a origem de sua revolta com o sistema de privilégios raciais, e, é claro, Uzo Aduba continua impecável como Crazy Eyes, personagem apagada na primeira metade dos episódios, mas fundamental durante a segunda.

O vilão de fato só se revela de fato no final do oitavo episódio. Piscatella (Brad William Henke) entra em cena como o terceiro guarda na escala de sadismo em Litchfield - não vamos esquecer Humphrey (Michael Torpey), que ao menos tem o fim merecido ao longo da temporada, e Pornstache Mendez (Pablo Schreiber), que volta a dar as caras no novo ano. Antes de Piscatella tomar as rédeas do antagonismo, ele fica espalhado por personagens fracas, como a dupla de idiotas Leanne (Emma Myles) e Angie (Julie Lake), dispensáveis tanto como vilãs quanto como alívio cômico - esse último só é bem executado por “Flaritza”, dupla formada por Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero). Henke, por outro lado, faz um excelente trabalho revelando Piscatella como alguém mais problemático do que o espectador presumia.

Piper chega a assumir posições importantes em alguns momentos da trama, desde a organização de um memorial para Poussey até o grande conflito com Piscatella. Contudo, o principal destaque da personagem no quinto ano é fruto do seu relacionamento com Alex Vause (Laura Prepon). A química entre as duas atrizes se tornou ainda mais forte, a ponto de que é impossível não enxergar as duas como único casal possível, principalmente quando se coloca em comparação seus interesses românticos anteriores, como Stella Carlin (Ruby Rose) ou Larry Bloom (Jason Biggs), que faz uma aparição relâmpago nos novos episódios.

Vale pontuar também que, se na morte de Poussey os roteiristas fizeram uma ligação explícita com Eric Garner, homem negro assassinado em julho de 2014 por policiais de Nova York por uso excessivo de força, a quinta temporada volta a fazer alusão ao caso e a outros do mesmo pacote. A série toca na realidade quando Figueroa (Alysia Reiner)pede que Taystee confie no "sistema" e a presidiária argumenta em um discurso inspirado que esse mesmo sistema “atira em um homem negro porque ele grafitou um muro, ou tentou pegar a chave, ou vendeu cigarros soltos”, referências a mortes que começam em Michael Stewart, nos anos 1980, e terminam no já citado Eric Garner.

Ainda que Orange is the New Black não desapegue de uma pincelada cômica que já é marca da trama desde a primeira temporada, o drama se consolidou como sua principal carta na manga. O quinto ano da série não decepciona mesmo com os escorregões da primeira metade e fortalece os vínculos do espectador com personagens queridos. Se a representatividade da série e a visibilidade de narrativas femininas já não fossem motivos suficientes para garantir à Orange is the New Black um lugar entre as séries mais importantes em exibição no momento, Jenji Kohan faz questão de entregar uma história inteligente tocada por figuras carismáticas. A nova temporada conclui alguns arcos, como o dos vilões Piscatella e Humphrey, e deixa vários outros ainda em aberto, mas, principalmente, encerra com um novo cliffhanger poderoso capaz de deixar o espectador roendo as unhas para todas as possibilidades abertas para a sexta temporada.

Nota do crítico (Ótimo) críticas de Séries e TV
 

Na 5ª temporada o guarda que invade a prisão diz que está faltando 10 detentas que seriam as que estão na piscina, e as que fugiram pela grade? Não contam?!

Isso mesmo. São 10 na piscina, mais as duas foragidas seriam 12. Descontando a mulher da GC seriam 11 detentas faltando.

Exatamente minha experiência, sem mudar uma palavra do que você falou.

Sim, Toda crítica feita foi válida, a única coisa chata foi a enrolação e as cenas desnecessárias, muita parte bobinha que ficou maçante. Mas claro que o final deixou a gente com vontade de saber onde isso vai dar. Será que acabou o presídio? Cada uma vai pra um lugar mesmo? O que vai acontecer com as que ficaram? Chega logo 2018

Arrastaram muito, até assustei. Muita coisa desnecessária. Mas é preciso pensar, infelizmente, ou felizmente, que pegaram um presidio pequeno, super lotado, esquecido e, ainda por cima, feminino. Todas mulheres que sofreram abusos de uma sociedade machista e não sabem muito bem como lidar com isso. Se refletiu perfeitamente dentro das grades. Não souberam agir com o protagonismo conquistado.

Eles arrastaram um pouco e realmente teve cenas desnecessárias, depois retomaram a partir do 9/10 episódio. Aguardando a 6a temporada

Cara, detesto quando temporadas acabam com ganchos, ainda mais como o da 5ª.

Serio, acho q geral comeu coco pra achar essa temporada boa rsrsrs Comecei a assistir ano passado ja tinha as 4 primeiras temporadas ai assisti todas seguidas e foi um deleite mas não sei como conseguiram tirar toda minha admiração pela série em uma temporada só! Enrolada,tediosa e irritante em 85% do tempo, muitas vezes quis a invasao e morte de todos os personagens pra q isso acabasse logo e não tivesse meios para continuações rsrsrsrs Quem sabe eu tenha paciência para a próxima :p

Ótima temporada, mas não supera a quarta.

Sou super fã da série e adoreia 5ª temporada, mas discordo sobre a "sensacional" interpretação de Danielle Brooks (Taystee Jefferson), pelo contrário, acho extremamente caricata, repetitiva e cansativa. Não consigo ter a miníma empatia pela personagem desde a primeira temporada, diferentemente de Samira Wiley (Poussey Washington), uma atriz super carismática que sempre se destacou na série (Contudo, vale ressaltar que na série "The Handmaid’s Tale" Wiley tem tido um desempenho "fraco", pois sua atuação é idêntica a personagem de OITNB). Enfim, espero que na 6ª temporada o protagonismo seja distribuído entre as outras atrizes e que o tempo passe voando até lá.

Eu também pensei nisso na hora que vi, tinham 10, faltam a Dogget e a chinesa, compensa uma pela Von Burlow. Mas depois lembrei também que já levaram a Daya e não seria nada fora do normal esquecerem de tirar o nome dela da lista de prisioneiras.

Não supera a anterior? Meu, essa temporada foi uma das melhores, se não a melhor! Clima de tensão, humor presente e contido (sem nada ridículo fora de hora), discussões sociais relevantes... E começaram a explicar a história da Frieda, além de contarem mais sobre a Red, duas personagens super interessantes. Achei que a série foi pro caminho certo, sem mais.

Tremendo até agora com esse final! Agora é esperar mais um ano...

Verdade. a 4º e a 5º temporada levaram a série para outro patamar de qualidade.

Muito boa! Continue assistindo..pois o melhor ainda vai vir. A 4º e a 5 temporada são eletrizantes e emocionantes, com certeza as melhores. A 1º tem momentos maravilhosos, mas oscilou bastante assim como a 2º temporada. P.s: Se quiser, pode pular a 3º temporada kkkk. É notavelmente a pior temporada.

Já confirmaram a 6º e a 7º temporada de OITNB :)

Black Cindy reinou muito! Aquela cena no episódio 9 que ela vê Flaritza cantando no final do corredor (uma recriação do clássico 'O Iluminado'), foi espetacular. Estou até agora passando mal de rir com aquele momento. E sim, Selenis também é outra que merece destaque. Natasha e Kate sempre brilham, e nessa temporada não foi diferente. O embate da Red com Piscatella foi um dos pontos altos da série, e ajudou no clima de tensão durante toda a temporada. A season finale foi eletrizante! Só consegui respirar nos 5 segundos finais..Foi genial a ideia de fazer com que a 5º temporada se passasse em apenas 3 dias..Acredito que a 6º temporada também virá forte e com muito potencial, visto que provavelmente teremos uma temporada com uma dinâmica completamente diferente das outras. OITNB realmente atingiu outro patamar de qualidade e nível nesses dois últimos anos. Com certeza uma das melhores séries da atualidade.

Veja a primeira e depois pule pra 4ª em diante... rs A segunda e terceira temporada quase me fizeram deixar a série. Muito chatas! Mas brincadeiras à parte, assista mesmo assim, porque apesar de boring, é necessário para entender todo o desenrolar da trama. Claro que há um modismo teen em cima da série que é bem irritante, ainda mais pelo fato dela ser, digamos, politicamente correta. Na vida real atitudes do tipo não me convencem, mas na série é tudo colocado de forma atraente, menos realista, tornando o "irritante" curiosamente interessante.

amo essa serie putz melhor serie da ntflix

exatamente.

Black Cindy e Abdullah foram maravilhosas mesmo. Acho mto digno Danielle Brooks indicada ao Emmy de melhor atriz e tantas outras opções como atriz coadjuvante. A Selenis Leyva que faz a Gloria se superou. Kate Mulgrew(Red), Natasha Lyonne(Nicky), o elenco brilhou.

Verdade. Até pensei q tinham contado q faltava dez, pois a mulher da Gc ta la junto das presas. Mas falta ainda sim a mei.

Alguém percebeu que no final do ultimo ep. teve um erro? O guarda disse que estava faltando 10 detentas, sendo que não contaram com a Doggett e a Mei Chang que fugiram, as 10 detentas estão na piscina desativada, contando com a Frieda.

Selenis Leyva, a Gloria e a Danielle Brooks estão dignas de premiações. Grandes atrizes.

Eu nao curti essa 5 temp, achei enrolada e chata sl kkkk

se quiser pular a terceira não perde nada!!kkk

Não sei porque tanto ódio pela série. Por exemplo, games of thromes chegou no momento que não é mais fiel aos livros... O pessoal se preocupa com a idade do Batman, vilões mais velhos e tal... uma pergunta: o Batman é a origem de todos os vilões de Gotham? Eles tem passado, trauma... a cidade que os moldaram e escolheram um caminho como Bruce... as pessoas, às vezes, esquecem de curtir um pouco o universo da coisa... Sendo este fiel ou não aos quadrinhos. A relação entre o charada e o pinguin na série foi muito boa.. a forma como a série insinuou que Jervis tetch tinha uma relação incestuosa com a irmã foi interessante... Existem exageros, eu concordo. Mas existem acertos TB. Até a nova origem do coringa foi interessante... Por que ser tão xiita? As obras não precisam ser fechadas... As pessoas tem que curtir seus heróis favoritos e estarem abertas a novas perspectivas... Ser for algo bem feito e bem contato, ser torna legal de assistir. Eu acompanho a série desde a primeira temporada e vi como melhorou e muito.... Vejo o quanto os produtores se esforçam em consertar e se arriscar.. e criar um universo próprio. O problema é que tem gente quer tudo preto e no branco.. classifica um de fanboy e tal.. eu gosto de uma estória bem contada e que me diverte.. a forma como a charada evoluiu e até mesmo a Hera venenosa e sua relação com o pinguim nos últimos episódios mostraram uma química impressionante. Pense nisso... Antes de pichar algo... Toda obra é válida! O importante é o divertimento!

existe fanboy pra tudo hoje em dia , até pra séries lixosas como "Gotham"

quem bosteja é essa série lixosa "Gotham" isso sim

exato, pra quem não se importa com o universo do Batman sendo c a g a d o pode assistir

série lixão cara

Obrigado por me informar cara, sou muito mais sábio acerca desta série agora. Você é demais cara. Agora sério, quis dizer em má adaptação com o mal uso do universo Batman na série (personagens mal colocados, precipitados, 90% dos vilões já apareceram e o Batman ainda é criança, história clichê etc), enfim, por mais que você goste da série é impossível não admitir isso, a não ser que você seja um fanboy de Gotham (será que existe fanboy disso? kkk).

Depois da 4º temporada SENSACIONAL e épica com aquele cliffhanger devastador, a série conseguiu voltar com toda sua força. Sim, tarefa difícil manter o nível da excelente 4 temporada, mas OITNB conseguiu mais essa façanha. A tensão continua, dosando drama e comédia de formas surreais de tão boas, e com um elenco completamente entrosado e em sincronia, apesar de tão grande. Taystee realmente é a dona da temporada. Comanda os principais arcos, e participa ativamente do desenvolvimento de vários núcleos. Já tem um tempinho mesmo que Piper passou o bastão de protagonista da série..Danielle Brooks esteve espetacular e com certeza deve ganhar uma indicação ao emmy por essa 5º temporada. Black Cindy e Alison Abdullah também merecem menções honrosas! Piper e Alex continuam rendendo cenas maravilhosas, a quimíca é natural, e o casal Vauseman brilha principalmente nas cenas mas simples, sem ser necessário altas doses dramáticas. Outra dupla que também sempre se destaca é Flaritza, e que nessa temporada, continuam brilhando, mesmo que em cenas pequenas. Praticamente todos os episódios são recheados da velha e boa comédia ácida de OITNB, nas situações mais inusitadas e loucas possíveis. E que venha a 6º temporada!

Gostaria de lhe informar que não tem como uma adaptação ser mal adaptada. São obras diferentes, não tem compromisso entre si. Bostejando sem saber,

Não entendo como uma pessoa assite OITNB até o quinto ano e não quer que tenha comédia...

melhor temporada.... os Flashbacks foram maravilhosos, principalmente da Tasty, Frieda e Watson. Me emocionei todas as vezes que via a Soso e me diverti muito com Flaritza e Judy King... Agora só resta esperar pela 6ª temporada e rezar para que eles não façam o mesmo que fizeram com Sense 8.

Então eu to meio nessa mesmo, tem uns episódios bons nessa primeira temporada só que tem outros que são chatos, mas vou continuando por enquanto.

A série é legalzinha e como tem poucos episódios no ano da pra acompanhar de boa, mas se não assistir não vai perder muita coisa não.

O flashback que mais gostei foi da Frieda. Mto fofa. Gostei do show de talentos. Rsss.

Destaque também para a lindíssima Selenis Leyva (Gloria Mendoza). Estava incrível!

Os finales nunca decepcionam!! (Tirando o da 3ªtemporada!!)

as 3 primeiras temporadas oscilam um pouco entre momentos bons, ruins e execelentes. Diria q são temporadas entre medianas e boas. Mas a quarta e quinta temporada são muito boas, realmente fazem valer a pena ter assistido tudo até aki. Só ñ gosto muito dos flashbacks, são poucos q são bons e quebram um pouco o clima.

Foi Sensacional, Cansou um pouco em 2 ou mais episódios mas a série continua ótima, e não perde sua essência no decorrer das temporadas,a Uzo é PERFEITA, mas a menina que fez a Taystee também foi brilhante. Como sempre, terminando de uma maneira indesejada, teve alguns finais merecidos, outros tristes, mas necessários. Orange é o tipo de série que não precisa ser Excelente, mas tem tudo que uma boa série precisa. Desenvolve, evolui, fluem. Nota 9.0 pra Orange, e que venha o sexto ano para vermos em que isso tudo vai dar.

Cara, vai segurando as pontas, os primeiros episódios também achei meio parados. Mas quando a série embala, o ritmo não cai nem fodendo e tem ótimos plot twists.

Essa série é boa mesmo ou só é overrated? To vendo a season 1 e to quase largando... -_-

Não é uma série ruim, pra quem consegue assistir sem se importar com a má adaptação do Universo Batman.

Vê sim. Tem muita gente que crítica pq não vê. É bem construída.

Gotham terminou bem 3 a 4 eggs

Cê que pensa.

Cara, ninguém vê isso.

Pessoal do omelete, cadê a crítica do terceiro ano de Gotham?

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