The End of the F**king World
Séries e TV - Comedy
The End of the F**king World (2018)
(The End of the F**king World)
  • País: Estados Unidos
  • Classificação: Não definido
  • Estreia: 5 de Janeiro de 2018
  • Duração: indisponível

The End of The F***ing World - 1ª temporada | Crítica

Passeando entre o exagero surreal e a realidade cortante, série de humor sombrio é grata surpresa da Netflix em 2018

Sem muito barulho, a primeira temporada The End of The F***ing World, produção britânica do Channel 4 - o mesmo das duas temporadas iniciais de Black Mirror -, estreou na Netflix em 5 de janeiro. Adaptação dos quadrinhos homônimos de Charles S. Forsman, a série de humor sombrio acompanha dois adolescentes extremamente disfuncionais por uma jornada pontuada por invasões a domicílio, roubos, assassinatos e tentativas de abuso sexual. Conforme a trama kafkiana avança, o espectador vai entendendo o background dos personagens e não apenas se afeiçoando a eles, mas torcendo para que eles consigam sair ilesos da avalanche caótica na qual estão há muito tempo - mesmo que um deles se defina como um psicopata e a outra seja alguém à primeira vista com transtorno de personalidade borderline.

Alex Lawther, que ganhou reconhecimento após interpretar o jovem Alan Turing em O Jogo da Imitação, vive James, um rapaz de 17 anos mergulhado em uma piscina de apatia e que acredita com convicção ser um psicopata - todas suas ações preliminares na trama são baseadas nessa crença. Ao seu lado está Jessica Barden no papel de Alyssa: a jovem acumula participações em filmes como The Lobster, Hanna e Lullaby, e, na série, vive uma adolescente com desejo irrefreável de fuga e compulsão de irritar todo mundo ao seu redor. James e Alyssa enxergam um no outro a conclusão de seus objetivos individuais: ela vê no rapaz a possibilidade de escapar da realidade na qual está presa e ele vê nela uma potencial primeira vítima fatal.

Há um aspecto curioso na construção dos personagens que regula a distância entre eles e o espectador na medida certa para garantir que haja tanto estranhamento quanto empatia. A personalidade de James e Alyssa é construída com base em dois ou três traços básicos, sob os quais se coloca uma lupa que torna a atuação em geral tão caricatural que obriga o espectador a enxergar os personagens de forma quase alegórica. Contudo, a linha entre o real e o surreal ao longo dos episódios é, propositalmente, muito tênue e, embora a atmosfera lynchiana paire o tempo todo, em alguns momentos os sofrimentos e dilemas encarados pelos protagonistas são tão sólidos que levam o espectador para o outro lado da tela sem dificuldade. Apesar de James e Alyssa passarem a maior parte da série sob a forma de personagens teatrais, há lapsos importantes em que eles se tornam tão reais quanto quem está assistindo.

É claro, há ainda uma questão indispensável em toda série protagonizada por adolescentes: a metamorfose. James e Alyssa são no oitavo e último episódio pessoas completamente diferentes do que eram no primeiro e isso é importante na hora de conferir valor à jornada dos dois. Ambos começam a trama temperados pela arrogância da adolescência, com certezas inabaláveis sobre suas próprias vidas - episódio a episódio elas vão sendo destruídas, geralmente através de experiências traumáticas. Essas experiências, por outro lado, não estão ali só como uma ponte, mas também para inserir novas problemáticas na vida já bastante conturbada da dupla protagonista. Até mesmo a conquista de determinados objetivos é envolta pela frustração e pela quebra de expectativas que fazem com que ambos amadureçam.

The End of The F***ing World é uma ótima surpresa da Netflix em 2018. A estética da série, ainda que não seja seu principal produto, é impecável, com leves pinceladas que deverão agradar fãs de nomes como David Lynch, Wes Anderson e Michel Gondry. Dramaturgicamente, a trama é bem executada: mesmo pontuada pela lógica do exagero, os argumentos iniciais são sólidos e o desenvolvimento da trama é bastante coerente. Os motivos pseudo-sombrios originais - a excentricidade de James e Alyssa - vão sendo sublimados por históricos familiares obscuros de verdade e experiências com potencial devastador. Conforme os protagonistas vão se tornando mais vulneráveis, e, paradoxalmente, mais fortes, mais o espectador é fisgado para a trama - com o gancho deixado na cena final, fica a expectativa para a segunda temporada.

Nota do crítico (Ótimo) críticas de Séries e TV
 

gastar um ep por razão só pra combinar com o titulo foi ridículo, tinha motivos ali q em 20min contava de boas( o motivo da placa lá, q até hj acho ridículo). tem motivos q são exageradamente prolongados pra durar eps inteiro...uma coisa é contar algo em 45m construtivamente outra é vc ficar enrolando um motivo simples por quase 1h p/ "cumprir tabela" e sobre o anime, sempre critiquei isso em animes tb (prolongamentos da historia), não é pq assisto q concorde com isso(tanto q os anime q eu mais prefiro assistir são os curtos.

O Rotten adorou , e com razão ...

Série excelente...Ponto!

Cara, não me leve a mal, mas não entendi isso de não ter profundidade psicológica. A história dos dois é completamente fodida no sentido familiar. O desenvolvimento dos sentimentos é bem claro pra mim e a transformação de cada personagem é nítida!

Muito bacana, tanto a série quanto a crítica desse sujeito.

Não comprei o romance, entendo você ter comprado, mas eu não me convenci em momento nenhum desses sentimentos, eles falam da boca pra fora(na verdade no pensamento, através da narração) seus sentimentos, mas não vejo isso se traduzindo nas ações, quando ela falou pelo pensamento que ela amava ele, eu senti frustrado, pois eu nunca senti nada entre os dois, um bom romance faz a gente sentir também, não foi o que aconteceu, pelo menos comigo, não achei convincente o desenvolvimento dos sentimentos ao longo da jornada. Entendo a função estética da narração, mas eu não gostei por achar clichê e por ver a série usando-a em inúmeros momentos para traduzir os conflitos e motivações dos personagens, quando eu não vi esses conflitos e motivações sendo desenvolvidos em ações, não diga, mostre, é uma regra clássica de roteiro que ao meu ver se aplica aqui. Concordamos em discorda, valeu pela discussão, não mudamos de ideia, mas sinto que o debate obrigou nós dois a analisar a série, para assim argumentarmos, e é sempre bom pensar sobre arte, gostando ou não dela.

A crítica feita para ser criticada pelos fodoes da linguagem e interpretação, Boa série, nao gostou nao assisti simples kkk

A serie gira em torno de 20 min, para mim chamou a atenção pelo humor negro, no minimo tu tava esperando um TWD, stranger things, ou marvel, que visa muito o lucro e acaba deixando muitos decepcionados com o passar das temporadas, essa na primeira temporada ja impôs ao que veio, criticas em cima da mesma, para uma eventual próxima kkkk vlw

Discordo. Não acho q o romance não convence. Quando o James conclui q ele não era o protetor dela, e sim ela o dele, por exemplo. Ou quando a Alyssa se declara na narração quando o James confronta o pai dela no último episódio. Vc não sentiu nada? Teve um longo caminho até ali, e as situações q os dois viveram juntos tornaram esse sentimento mútuo convincente. Todo o desenvolvimento dos personagens permitiu isso. Ou vc sentiu q a relação dos dois é a mesma do início do filme? Eu comprei totalmente a relação dos dois, sinceramente. E não dá pra falar em romance e exigir coerência. A narração eu não acho q tenta ser profunda, e ela não tem essa pretensão na maior parte do tempo. É mais um recurso estético, de contraposição dos dois. E pra mim funciona, porq eu terminei a série sem conseguir imaginar como ela seria sem narração. Ajuda muito a entender a personalidade dos dois, como a cabeça dos dois funciona. Os dois personagens são disfuncionais, e boa parte da empatia, pra mim, vem dessa ajuda q a narração deu em despir os personagens das aparências.

Se não entendeu a critica, esqueça a série. Quem já assistiu Veludo Azul vai entender.

Ótimo texto. Ótima série.

Alex Lawther ta de parabens, aquela ponta em black mirror, agora aqui... fodastico

Não é que eu esperava química do casal, a série propôs isso, ela constrói uma relação onde um se apaixona pelo outro, em um certo ponto o romance chega a ser construído como se fosse a razão de viver um do outro, como se eles não tivessem mais ninguém. Mas o casal não só se apaixona sem motivos coerentes como em momento nenhum sentimos o sentimento que um tem pelo outro, tornando o romance implausível e as atitudes dos personagens injustificadas, diminuindo assim o envolvimento da telespectador com a narrativa e com os próprios personagens. Não queria uma trama complexa, essa não é mesmo a intenção da série, mas eles desenvolvem uma trama, logo eles deveria no mínimo ser coerentes nos desenvolvimentos e fechamentos dos arcos que eles mesmo abrem, como das detetives. Ela não precisa ser profunda, mas ela tenta ser, a voz que traduz os pensamentos dos protagonistas e que se torna narração da série tem várias pretensões reflexivas, mas reflete o óbvio. além disso, minha reclamação não é com profundidade, mas sim com os personagens rasos, mal construídos, com ações sem motivações ou com motivações bobas. A série traz desconforto porque é estranha, isso poderia até ser legal, mas não dá para construir toda a série em cima de uma única qualidade, no caso a de estranheza, estranheza que não leva a série nas costas Quanto ao tão ruim que é bom, isso só prova que a série é ruim, e que você gostou porque você se divertiu com a ruindade dela, não porque ela é boa, mas sim porque ela ruim.

Bom não sei que química vc esperava de um casal, sendo um psicopata e a outra com bipolaridade suicida, a série não precisa ser profunda. não é e nunca foi a intenção estabelecer arcos redondos que apresentam uma trama complexa. É justamente essa falta de intencionalidade que torna a série tão envolvente, pq ela te trás desconforto. Vc ja viu a expressão, "Tão ruim que chega a ser bom?" pois então

Gostei bastante. É preciso bastante sensibilidade pra entender a série, o que poucos tem, talvez por isso a não chegue a realmente fazer tanto sucesso. O final é totalmente interpretativo. Basta dizer que ambos os personagens principais preenchem exatamente aquilo que lhes faltava no começo. Achei a crítica pontual dessa vez.

Adorei a serie, obrigada pela crítica.

"(eu não faço ideia de onde ele tirou Wes Anderson, por exemplo)" Você obviamente não assistiu aos filmes do Wes Anderson ou o está confundindo com o W.S. Anderson (marido da Milla Jovovich), só pode ser isso.

A série cumpriu o propósito de ser um completo pedaço de excremento de cavalo. Merece 5 ovos podres.

Gente vocês estão fazendo umas críticas que simplesmente não condizem com a linguagem do público. Sinceramente muito prolixo e pouco informativo. Saí sem saber se vale a pena ou não ver de tanto que vocês mergulharam numa crítica "cult"

Amei essa série. Qnd vi a capa, achei q era uma daquelas comédias românticas bobas. Mas no final acabou me surpreendendo. Depois dessa, nunca mais julgo o livro pela capa rsrs

Qualquer um que conheça a obra do Wes Anderson identifica a semelhança com a série nos poucos minutos do primeiro episódio. Assim que comecei a assistir com minha namorada, ela disse: "Olha que legal, enquadramentos simétricos!"

Pelo que li, a série é do Channel 4, não da Netflix. Ela só comprou os direitos de exibição, que nem fez com Star Trek: Discovery, Orphan Black, Raio Negro e outras séries.

será que ele morreu mesmo ???? acho que não! 100% no www.rottentomatoes.com

sim ... esse é o propósito , não é totalmente enrolado em romance, mais em drama e psicológico (80%), humor negro entre outros .... isso que querem passar .... série interpresante 👍

monty python, Doctor who, (Tem um filme frances que parece britanico chamado rrrrrr!)

Concordo, amei a série também.

Discorra mais sobre isso, entendo quando você diz que a menina era para ser irritante(continuo achando um defeito, já que irritante ou não a série deveria dar outros elementos que fizessem eu gostar dela, como acontece em Lady Bird), mas não vejo motivo para a falta de química e a desconexão da trama serem algo intencional.

Interessante.

Bem observado

Achei a série excelente. Cumpre a sua proposta de deixar o espectador irritado com os personagens e também preocupado com o rumo que eles estão levando. Rola até uma torcida para que dê tudo certo no final da série, que no último episódio deixar aquele ar de interpretação sobre o que acontece com James, típico britânico. 😉 Adorei!!

Dallas eu lembro dos meus pais assistirem..hahaha..vi um pouco quando reprisou no canal Viva..era bem novelão mesmo. e realmente era bom mas convenhamos que era e é dificil ter qualidade em todos os episodios...Aquivo X conseguiu essa façanha ate sua quarta temporada...e olha q eram 24 episodios por temp e praticamente todos os episodios foram otimos...mas a parti da quinta começou a cansar E outra, hoje em dia nunca tivemos tantas series...muita mais que ha 20 anos atras...imagina se todas tivessem 22 episodios? nao daria conta pra acompanhar e como vc ja disse...paciencia..haha. Sem falar nos custos para as emissoras e produtoras. Se perdeu em episodios mas se ganhou em numero maior de séries e em qualidade

Dallas , uma serie dos anos 80, teve temporadas com 31 episódios. Eram todos bons... pq seguia a fórmula de "novela". Assim como "Barrados no Baile" e "Melrose Place"... mas com esse formato novela era bacana. Hoje as séries não tem mais tanta história e o público mudou, para um público sem muita paciência. Hoje poucas séries seguem esse formato. As que eu lembro com 22 episódios são "Supernatural" e "Gotham".

Então a série conseguiu o q queria! Ela é irritante, o casal não tem química.... desconexo.. Bom era isso que a serie quer passar!

A série é fraquíssima, personagens antipáticos e mal desenvolvidos, ele é sem sal e ela é irritante, o casal não tem química, a trama é pouco interessante, a narração é redundante e desnecessária, os arcos não levam a lugar nenhum e a música só serve como uma muleta feita para enganar que é a série é boa. É igualzinho ao primeiro filme do Malick, Terra de Ninguém, e é tão ruim quanto.

Gostei bastante. Netflix nao deixa a gente respirar!

então você captou a ideia, parabéns :D

cara... fala que concorda....kkkk

Pois você deveria assistir 13 Reasons Why. Não vai se arrepender.

Mas a ideia é essa, cara.

Diego, sem me alongar: você está usando seu próprio preciosismo sobre o termo, algo absolutamente individual levando em conta não só a comunidade acadêmica como qualquer outro contexto, como medida absoluta pra definir a usabilidade dele. Qualquer comparação entre obras, autores e referência pode ser passível de subjetividade - cabe ao locutor traçar limites e ao receptor a capacidade de interpretação de texto. Na crítica, há a enumeração de uma sequência de fatos absurdamente perturbadores pelo desenrolar consecutivo e, em seguida, a caracterização da trama como kafkiana - logo, a perigosa generalização (visto que não há espaço para ela) que você faz questão de atentar diz mais sobre quem lê do que sobre quem escreve. Como o encadeamento de ideias do texto sugere, o termo não está sendo usado em relação ao modelo técnico narrativo ou à personificação ou não do absurdo, como você sugeriu. Ninguém se prende a essa rigidez universal quando se usa a palavra para explicar um ou dois aspectos - é como exigir que uma comparação como "um papel tão branco quanto a Casa Branca" não seja feita pelo fato da folha de papel não ser uma instituição política. Não há a menor imprecisão no uso de kafkiana no texto e você parece saber disso - essa sequência de comentários soam mais como uma tempestade em um copinho minúsculo de água. Abraço e me despeço desse debate!

A série é interessante. Mas não senti que existe essa conexão do espectador com personagens. Os dois são meio chatos/caricaturais. Além disso o romance entre as detetives ficou uma coisa meio desconexa na série...

Oi Rafael, obrigado por responder. Minha observação é quanto ao descuido do termo. Uma trama pontuada pela lógica do absurdo angustiante pode ser semelhante a kafkiano, mas quando você usa este termo de caráter bem mais circunscrito e complexo pode levantar relações nem tão aproximadas. Se você toma o termo pelas ficções longas e mais difundidas do praguense, O castelo, A metamorfose e O processo, o absurdo se dá pela arbitrariedade de estruturas abstratas e onipotentes sobre heróis solitários que de pronto se dão com estas situações. Exemplo disso é Joseph K. e seu processo inverossímil ou a K. nunca conseguir ter acesso ao castelo impedido pela burocracia. "A obra de Kafka é uma elipse cujos focos, bem afastados um do outro, são definidos de um lado pela tradição mística (que é antes de tudo a experiência da tradição), de outro pela experiência do habitante moderno da grande cidade. Quando digo experiência do homem moderno da grande cidade incluo nela diversas coisas. Falo por um lado do cidadão moderno que se sabe entregue a um aparelho burocrático impenetrável, cuja função é dirigida por instâncias que permanecem imprecisas aos próprios órgãos executores, quanto mais a quem é manipulado por elas". Se você toma pelos contos tem que se atentar que o absurdo de Kafka vem uma tradição narrativa em que exemplarmente o escritor tem a habilidade de "não intervir na sua narrativa, de não pretender a originalidade nenhuma" para acessar a uma comunidades de histórias que, como diria Borges, "para significar a divindade, um persa fala de um pássaro que, de algum modo, é todos os pássaros; Alanus de Insulis, de uma esfera cujo centro está em todas as partes e a circunferência em nenhuma; Ezequiel, de um anjo de quatro faces que, ao mesmo tempo, se dirige ao Oriente e ao Ocidente, ao Norte e ao Sul". Ou seja a noção de uma universalidade. TEOTFW não constrói arbitrariedades de instituições sem rosto para o absurdo. São as ações dos personagens fazem a trama andar ao passo de que as mesmas sofrem fatalmente suas consequências. TEOTFW não se constrói como uma narrativa tradicional, visto que os personagens tem suas identidades muito bem construídas seja pelo uso do voice over como nos flashbacks em consonância a narrativa moderna. Meu ponto é que você poderia ter tomado mais cuidado ao usar essas referências no seu texto, visto que a generalização tem seus perigos.

A série é britânica, ali no país consta como Estados Unidos.

que menina chataaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Olá novamente, Diego Perez. Olha que curioso: achei estranho que você tenha dito que não sabe de onde saiu a referência a Wes Anderson e me perguntei se, de fato, só eu enxerguei ela de forma tão óbvia. Fiz uma busca rápida no Google e outros críticos especializados de vários veículos também citaram Anderson ao falar da série - o El País, por exemplo, publicou um texto hoje citando o cineasta entre as referências da série. Talvez você deva ver - ou rever - alguns filmes de Anderson para entender a estética dele e dar uma pesquisada em como ela influencia séries como essa. Sobre Yorgos Lanthimos, como estamos falando de visual, acho que não se aplica tanto assim - nas obras do grego, as escolhas partem da proposta do desconforto, o que não vejo como primário na série. Obrigado pela preocupação sobre saber ou não usar referências, mas não se preocupe, viu? Abraço!

Vale a pena até o terceiro cap da quarta temporada, depois é uma m*rda Mas como eu via pela Netflix, eu olhava pela miniatura e pulava muitas partes desnecessárias, sempre faço isso inclusivekkkk

Oi, Diego Perez, tudo bem? Você já leu alguma coisa de Franz Kafka? Recomendo, são ótimos livros - recomendo que você comece por clássicos como A Metamorfose ou O Castelo, vai ser bom para entender o uso da palavra kafkiana. O termo é usado sempre que a trama é pontuada pela lógica do absurdo angustiante, da atmosfera de pesadelo que beira - ou atinge - o surreal. Não entendi sua dificuldade em entender o emprego do termo, mas fica aí o esclarecimento já que não compreendeu. Caso de fato tenha o mesmo problema em entender o termo lynchiano, avise que eu explico o significado também. Abraço!

Não disse isso e não quero parecer nada, só respondi o comentário do amigo em cima que acha que todos adolescentes são leigos e gostam de tudo com essa temática de representar o clichê do adolescente problemático que se precisa se provar.

não aguento esperar isso tudo..

The OC é enorme tô quase desistindo de assistir, a série é boa mas perdem muito tempo com coisas desnecessárias nos episódios. Como você disse, só Breaking Bad vale a pena mesmo nessas condições.

Acho que os atores principais foram muito felizes quanto em relação aos personagens, deve ter sido difícil. Mas de resto, essa série me levou ao tédio. Assisti os 3 primeiros episódios esperando algo legal e quando você pensa que vai acontecer algo legal e emocionante: decepção. Ambos personagens são sem sal e a série finge que eles tem uma profundidade psicológica que eles NÃO tem, além de ser o roteiro mais forçado que eu ja vi. Parece coisa pra atrair pré adolescente mesmo.

Mas também não está certo, a não ser que você olhe a grosso modo. O ponto é que o jovem está chutando referências (eu não faço ideia de onde ele tirou Wes Anderson, por exemplo) ao invés de dar uma olhada simples no Google. Se fosse o caso ele ia ver que a série é produzida pelo Channel 4. Canal que produziu as duas primeiras temporadas de Black Mirror, como citado, mas que se assemelha muito mais a Misfits, outra série teen com humor negro da emissora que inclusive produziu um curta de TEOTFW mesmo antes de lançar a série, que se ainda considerarmos a liberdade criativa na tv atual estão longe de assinaturas como Lynch. Se eu tivesse que chutar algo como o Rafael eu diria que a primeira parte do série se assemelha (não é inspirada ou referenciada) no próprio Yorgos Lanthimos de The Lobster e Dogtooth enquanto a segunda parte está mais encaminhada para o caminho que eles deixaram para a segunda temporada. Mas se você ler a HQ que é inicialmente baseada a série, todos os elementos de coming-of-age é outsiders já estão lá até porque a adaptação é bem fiel.

"Atmosfera lymchiana" não está errado.

Eu me apaixonei por essa dupla logo no primeiro ep, o único problema dessa serie é duração dos episódios, isso faz que gente assista tudo de uma vez só. Detalhe a trilha sonora é fantástica.

sim

Esse cara é tipo aquele amigo que não sabe nada do que ta falando e você só concorda com a cabeça pra não ficar desconfortável. Vi uma lista dele que tinha alguma relação com HQ, o cara so falou groselha.

Ja foi confirmado, o final está aberto! rs

Se fosse pra ser cult direito pelo menos. Não sei de onde que o cara tirou a conexão da série com Kafka.

o cara não cansado de ser chato nos videos vem nas criticas dar uma de "cultzão" também kkk'

"Conforme a trama kafkiana avança" "embora a atmosfera lynchiana paire o tempo todo" Amigo, você está se arriscando com adjetivos que não sabe usar.

Humor Sombrio😂😂😂. O politicamente correto é uma coisa tão estúpida!

muito boa a critica

A série se chama 13 razões... tem 13 episódio.... coincidência???? um ep por razão.... muito bem construida.... pra quem curte anime..... reclamar de série com 13 episódios chega a ser cômico!!!!

lembrei exatamente dele...... ashuashuahsuahushaush

Muito boa a série, e pelo fato de ser curta assisti em uma tacada só rsrs E a trilha sonora então melhora tudo.

Como não tem nada contra o gênero juvenil?, a série foca no PSICOLÓGICO perturbado de dois jovens que abandonam suas familias e saem pela estrada arrumando problemas por onde passam. Me diz o que tem de "bobolescente" nisso ???????. É bem óbvio que você não curte o gênero juvenil tanto que chama uma série que foca no psicológico de bobolescente.

Exato, vi nas férias Lost e The OC, foi horrivel a experiencia de eps tão longos e temporadas enormes. A unica que valeu a pena realmente com essas condições foi Breaking Bad

Assisti a série toda dia 08 e realmente muito boa,essa série é espetacular,tanto os atores mas também o roteiro e o mais interessante é que nada nela acontece em vão,tudo ali é importante.

Honestamente uma das melhores que eu já vi! a minha favorita é Stranger Things,esta é a segunda fav, Realmente muitooooo boa e vale muito a pena assistir.

Com certeza !

A temática é totalmente diferente. Não da nem pra comparar

as series atuais tem em média 10 episodios por temporada...se vc acha maçante imagina se vc fosse dos anos 80/90 e inicio dos 2000 quando as series tinham 22 episodios em média realmente era complicado fazer uma temporada com todos os episodios bons com uma media dessas de 22...eram bem poucos que conseguiam... o atual formato com 8/10 episodios e perfeito...claro q ha alguns com mais episodios e ainda sao otimos como o caso do twin peaks..mas e uma exceção hoje em dia

Foca em Breaking Bad, vc está vendo uma das melhores séries de todos os tempos, um clássico. Enjoy the moment!!

Esqueci que essa é a única série da Netflix

E esse ator teve a mesma atuação do ep que fez em BM hein? Embora em BM tenha sido mais casado atuação e roteiro

Não é muuuito boa, mas realmente foi um alivio acompanhar uma série com curtos episodios e uma curta temporada, não aguentava mais séries de 200 temporadas de 50 horas cada

A série tem uma trama memorável. O oitavo e último episódio finaliza de forma surpreendente. A série tem um conteúdo pesado, mas que te prende durante todos os oito curtos episódios. É pra maiores de 16, mas como um conteúdo bem pesado, não é muito bom para menores de 18. Lembra um pouco o episódio “crocodilo” de “Black mirror”, mas abordado de forma totalmente diferente. Tu vive uma relação de amor e ódio durante toda a trama. Eu super recomendo, mas não é uma série pra assistir com a família kkk.

AMEI a série James e Alyssa ótimos atores me ganharam tomaram que a segunda tempo seja realmente confirmada Ps: oque será que aconteceu com o James ?? Netflix vc quer me matar do coração

Você diz que é perceptível sem nem ter assistido? Fala sério...

Acho que pelo fato que sofri bully, e senti muito a dor dela, dei uma nota melhor, mas de toda forma, discutir o tema é legal. Como aquela dos adolescente e demônio da puberdade, pra adolescente é legal.

Acho que não.

Nada, tava pensando em assistir pelo tema, talvez quando terminar as que to vendo.

O rapaz morre nao morrre?

Não vi a série, mas pelos comentários aqui e em outros lugares, vejo a maioria das pessoas falando que é série de adolescente.

Gostei da série, é daquelas pra ver descompromissado. Os atores principais e a trilha sonora são incríveis!

A série não é da Netflix, é da Channel 4, Netflix apenas distribui E essa série definitivamente não é pra adolescente

Também não vejo problema algum, foi só uma constatação.

Legalzinho, mas é bem curta e tem final aberto. Pelo que vi, deve ter segunda temporada em 2019.

tb não entendi a continuação(na vdd entendo, GRANA) eu dei 7 pq gostei da atuação do personagens e a ideia da serie é boa(acho q fui até generoso)

Veja Dirk gently na netflix.

Eu do 5/10 isso porque somente os 3 últimos episodio e relevante, para que uma continuação.

A produção não é da Netflix. E sim do canal 4 da Inglaterra.

muito boa é força a barra, 13RW é uma serie mediana. tem seus defeitos como por exemplo o numero excessivo de ep,o certo seria no máximo 10 ep, a série cria um suspense excessivo q te faz ficar mais entediado do q apreensível. entre outros fatores, o tema q ela aborda é legal mas dava pra fazer melhor. NOTA: 7

Ok, desculpe, exagerei. Mas, 13 é muito bom.

esses dois são perturbados de verdade rs ta loco sô..

Humor britânico é bom demais. Tem mais alguma serie ou filme que recomenda desse tipo?

Curtindo muito a série, adoro esse tipo de humor, a trilha sonora é sensacional! Por mais séries desse tipo na TV!

Não me faço de cult, só vejo o que quero mesmo

Cara 13 Reasons Why é muito boa. Se faz de cult e perca muita coisa legal da vida.

Desde que saiam coisas boas não vejo problema nenhum.

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