Crítica: A Paixão de Cristo

A Paixão de Cristo

Marcelo Hessel
18 de Março de 2004

A Paixão de Cristo

A Paixão de Cristo

The Passion of the Christ
EUA , 2004 - 127
Drama

Direção:
Mel Gibson

Roteiro:
Mel Gibson, Benedict Fitzgerald

Elenco:
James Caviezel, Monica Bellucci, Claudia Gerini, Maia Morgenstern, Hristo Jivkov, Mattia Sbragia, Sergio Rubini, Toni Bertorelli, Rosalinda Celentano e Francesco De Vito.

Ruim
A Paixão de Cristo
A Paixão de Cristo
A Paixão de Cristo

Líder de uma comunidade é perseguido e parte ao sacrifício em nome de suas idéias. Com o martírio e a redenção, vê então crescer o número de arrependidos e seguidores de seus valores morais. A premissa diz respeito, claro, às doze horas finais de Jesus, o calvário revisto em A Paixão de Cristo (The Passion of The Christ, 2004), de Mel Gibson. Mas ela não é um privilégio bíblico.

Só na antologia do próprio ator e diretor, por exemplo, são encontrados pelo menos dois filmes baseados no mesmo princípio do herói martirizado: em Mad Max 2 - A caçada continua (Mad Max 2: The road warrior, 1981) ele vive um ex-policial que coloca a própria pele em risco ao liderar pessoas inocentes contra o abuso de motoqueiros bárbaros; em Coração valente (Braveheart, 1995), literalmente, troca a vida pela liberdade dos escoceses que comandou contra a dominação inglesa no século XIII.

O que tudo isso quer dizer? Que trata-se de um tema universal, vastamente trabalhado na literatura e no cinema. Assim, não parece absurdo propor uma resenha de A Paixão de Cristo (The Passion of The Christ, 2004)  sem recorrer às comparações sistemáticas com passagens das Escrituras. Esqueça também a reação das bilheterias, o barulho dos religiosos, a polêmica do pai Hutton Gibson e a influência do Espírito Santo sobre o diretor. Analisar o filme como uma obra fechada e independente do contexto histórico ajuda a evitar algumas dessas armadilhas de interpretação. E ajuda também a identificar algumas de suas fragilidades formais.

Cinquenta minutos

Primeiramente, Gibson confunde senso comum com negligência de informação: o que é de domínio público e o que o roteiro deve nos fornecer para não soar superficial. Fica difícil, por exemplo, para quem não conhece a Virgem Maria, a prostituta Madalena e o evangelista João, saber se Maia Morgenstern, Monica Bellucci e Hristo Jivkov têm alguma importância na trama além da mera figuração. No caso do último, que entra mudo e sai calado, descobrir quem ele interpreta é inviável.

Não é um pormenor. Em qualquer história de mártires, é preciso que entendamos a influência do homem sobre os seus seguidores para que também nos envolvamos emocionalmente com a sua causa. Para isso existem os coadjuvantes, afinal! E por mais que o Cristo vivido por James Caviezel se esforce, a função edificante de A Paixão começa a perder força aí, quando o trabalho dos personagens secundários não vai além do choro interminável.

Pior. Do lado dos malvados, o desempenho é igualmente inconvincente. Se Gibson foi taxado de anti-semita, isso se deve à caricatura extrema que envolve o retrato dos judeus. Nunca fica claro o motivo de tanto ódio por parte dos sacerdotes fariseus, em especial Caifás (Mattia Sbragia), e alguns segundos bastam para demonstrar a maneira enviesada com que a corte de Herodes é caracterizada. Esse maniqueísmo que Gibson insiste em promover impossibilita o realismo que ele diz assumir. Não basta todo mundo falar aramaico. Ainda faltam as necessárias explicações e sobram os clichês.

Evidencia-se, a essa altura, outro grande problema da película: a gratuidade. Sim, a violência é exagerada, explícita, ostensiva por longos cinquenta minutos. É preciso ter estômago forte. Mas vísceras expostas não seriam um problema, se a câmera não focalizasse carrascos lambendo os beiços e esbaforidos de satisfação. Com essas opções duvidosas, A Paixão chega, assim, a flertar também com o sadismo. Coisas que tornam a sessão um suplício para quem não simpatiza, de cara, com a via-crúcis de J.C.

Daria para prosseguir, dizer que Gibson minimiza as lições de amizade, perdão e esperança presentes na Bíblia e prioriza a questão do flagelo. Daria, a partir daí, para levantar uma comparação com os tempos fundamentalistas atuais, quando a religião - qualquer religião - parece ter perdido seu caráter humanista e preservado somente a idéia de devoção cega e sacrifício suicida. Mas este texto se propôs a uma análise formalista. Já é o bastante.



Comentários (37)

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sem avatar Jorge (28/04/2014 14:26:04)   0 0
A questão não é ser ou não religioso, a questão é, a proposta do diretor era retratar as ultimas horas de Cristo, e o que acontece nessas ultimas horas?
Ele é julgado, martirizado, torturado, castigado, difamado e por fim crucificado.
Quem conhece o mínimo de bíblia e de Cristo sabe que foi isso, logo, é isso que o filme retrata.
Por que o único personagem relevante é Jesus?
Pois na bíblia e no cristianismo, o centro da fé é o sacrifício de Cristo como homem, se ele enaltecesse qualquer outro personagem, ele estaria mentindo sobre importâncias que não houveram. O cristianismo surgiu do fato de reconhecer o sacrifício de Cristo e imita-lo como o bom exemplo de humano que Ele foi. E é isso que o filme retrata. Na minha opinião é um ótimo filme.
PS: Na Minha Opinião.



sem avatar Buster (30/03/2014 16:29:33)   189 1
Esse filme é baseado nas visões e meditações de uma freira alemã do século 18, chamada Anna Catarina Emmerich. Essa freira tinha uma certa "habilidade" peculiar de visualizar nos mínimos detalhes como Jesus deve ter morrido... ela era capaz de enxergar a morte de Jesus de um modo muito mais real do que os outros. E isso para ela era muito perturbador.
Um outro padre historiador fez um livro e registrou todas as informações e visões da freira antes que ela morresse.
O Mel Gibson, fez o filme baseado nesse livro das visões e meditações da freira.
É um ótimo filme... que merece sim, 5 ovinhos.
Já o Hessel parece ser um anti-Jesus... portanto seu parecer crítico não vale. No mínimo, não nos inspira nenhum crédito... pois ele parece ter uma aversão a Jesus.



Mel Gibson. Mel Gibson. (02/03/2014 20:53:42)   129 0
Esse Hessel é um coitado...



sem avatar Edemundo (21/12/2013 01:16:05)   8 0
Hessel sai comparando o filme outro filme antes de se lembrar que A Paixão de Cristo é uma adaptação para as telonas de uma das histórias mais antigas da humanidade, vindo assim muito antes de filmes como Mad Max e Coração Valente. A história de Jesus inspira não só esses filmes citados por Hessel, como outras milhões de coisas presentes na cultura pop de hoje em dia.



sem avatar William (26/09/2013 21:50:14)   8 1
Hessel, o maior pseudo-intelectual das redondezas, é mesmo o pior crítico do site. Se apegou a aspectos supostamente negativos e não deu o mérito que merecia (atuação, fotografia, etc).

Tudo isso porque não passa de um ateuzinho toddynho e péssimo profissional, que deixa que suas visões sobreponham a realidade.

http://www.youtube.com/watch?v=tde-AlVGqsA



sem avatar eric (20/08/2013 03:33:50)   0 2
A maquiagem do filme é perfeita..
A fotografia é deslumbrante.. O som do filme é mt bom.. A direção é ótima.. cade a critica positiva pra isso?? Cade o profissionalismo? Sr Marcelo Hessel, parece q teve um ataque de pelanca.. só pq o ótimo filme conta uma historia (sim, historia com h) q vc nao acredita?? isso é trabalho cara, nao é pra vc dá uma de adolescente com raiva do mundo nao.. que mancada, cara.



Mel Gibson. Mel Gibson. (11/06/2013 18:09:06)   129 3
Quer dizer que tu avalia uma merda de um filme mal feito,como o que aconteceu com "Motoqueiro Fantasma 2" como bom,e avalia um filme tanto histórico quanto dramático como "A Paixão de Cristo" de ruim?,Muito bonito pra sua profissão...



Gabriel Gabriel (01/06/2013 20:49:24)   28 2
Comprei a edição definitiva em DVD no dia 23 de maio, e assim que terminei de assisti, houve uma mudança do meu conceito sobre o filme. Jim Caviezel sentiu frio e sede, a cruz, de uns 60kg, caiu em cima da cabeça do cara. O papel foi barra pessada, mas ele conseguiu! Parabéns pro Caviezel, e ele não cresceu tanto profissionalmente depois deste maravilhoso papel... Só achei isso estranho.



Professor Professor (29/03/2013 22:59:13)   24 2
É tanto tapa na cara que eu até desisti de comentar alguma coisa. Fiquei com pena do criticante.
Mas, só para não dizer que não dei miha opinião: crítica fraca, autor desinformado, texto cheio de bobagens.



Gabriel Gabriel (21/02/2013 00:56:15)   28 2
Mas a atuação de Caviezel foi incrível! Foi linda. Acho que só pela atuação dele, era 4 ovos!



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Ivan Ivan (13/11/2012 23:42:49)   -416 -2
As pessoas tem medo de dizer que o filme não êh bom, por que tem fé.



sem avatar Cristian (27/09/2012 18:27:47)   2 2
Acho que pra alguns comentários que você fez a respeito da história e religião exigiriam alguém com mais conhecimento de causa ou experiência de vida no assunto. Claramente se vê que você não conhece nada sobre isso Hessel. Independente do filme ser ruim ou bom, você deveria ter se limitado a falar da película, que é o que você entende. O tema Paixão de Cristo tem como foco principal o flagelo sim, para termos um vislumbre do sofrimento que ele passou na sua morte, algo inimaginável para os padrões humanos. Como o diabo diz a Jesus no começo: "nenhuma pessoa pode suportar o peso dos pecados de todos eles, ninguém pode". E as religiões nunca tiveram nem deveriam ter caráter humanista, pois isso é exatamente o contrário do que elas pregam. Uma religião humanista colocaria o homem no centro e o divino seria excluído. Pelo menos não é assim no cristianismo.



Rachel Rachel (16/08/2012 14:36:56)   36 5
Hessel, Hessel... Vou te dizer uma coisa: Este filme APENAS não é pra qualquer um. ele DEMANDA SIM um conhecimento prévio da história de Jesus - O Cristo.

Ainda bem que diferente do que você pensa, Gibson não perdeu tempo explicando assuntos que não deveriam ser explicados, como: quem é João Batista? Por que Maria não está em evidência o suficente? Qual a relação de Jesus com Madalena?

Essas informações não mereciam/não receberam destaque.

APENAS, NÃO É PRA QUALQUER UM.



LordMarcio LordMarcio (25/07/2012 17:58:20)   87 4
Galera, ninguém é perfeito!
Tanto o Hessel quanto o Borgo eles assumem muito seus gostos quando vão criticar um produção. =(

Eu acho uma vergonha alguém saber de tanta CULTURA INÚTIL e não conhecer a história do maior homem que passou na Terra e que dividiu a história! Isso que é uma piada! Tudo bem, ninguém é obrigado a saber, mas se ficar perdido nesse assunto é incompetência da pessoa.

O grande Hessel falar "confunde senso comum com negligência de informação" é um sacanagem sem tamanho uma vez que ele vê filmes bem mais complexos e não reclama disso!

O Gibson quis mostrar o sofrimento de Cristo, ele fala isso desde a primeira sinopse. Os outros personagens são meros coadjuvantes nesta hora.

Essa do Hessel falar de filme violenta é assinar carteira de "maria vai com as outras", nem ao menos ele pesquisou por aí como era sofrimento de um prisioneiro que ia ser flagelado!

DIGO E REPITO: o sofrimento era bem maior do que retratado no filme. Se duvida, vá pesquisar filho.


Ivan Ivan (13/11/2012 23:31:21)   -416 -5
Comentário mal avaliado pelos leitores. Clique para ler.


Wendell Wendell (28/04/2012 12:38:32)   457 3
RUIM?????????????????????????? Achei que iria levar 5 ovos PQP.



Luan Luan (22/12/2011 18:13:07)   -8 -4
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Mel Gibson. Mel Gibson. (02/03/2014 20:43:58)   129 0
Sei,e depois comia a tua bunda também né seu trouxa?


Wanderson Wanderson (12/11/2011 23:39:21)   13 3
Critica de quem não entende nada de cinema!! Pra variar!! É evidente que o filme foi avaliado segundo os conceitos pessoais dele! Enfim, essa critica prova que que esse cara não entende nada!!



Wanderson Wanderson (12/11/2011 23:25:38)   13 2
Critica de quem não entende nada de cinema!! Pra variar!!



LordMarcio LordMarcio (09/09/2011 17:21:41)   87 4
Percebemos nessa crítica uma pessoa totalmente desinformada!!!
Triste ver isso.

A problema com alguns personagens secundários tudo bem (mas nem tem problema tanto assim, pois na história de Jesus sabemos que os seus amigos SOMEM na hora que o bicho pega)
Maria tem destaque (e que lindo detalhe de Maria);
Madalena (que não se sabe ao certo se era prostituta Hessel desinformado) não participa em nada mesmo - tal qual tá no longa.
João equivocadamente, está seguindo Jesus no calvário, porém a Bíblia só diz que o "Discípulo que Ele mais amava" (e isso não quer dizer quem seja) acompanha Jesus. Então sem problemas.

***As lições de amor e amizade estão lá. Acho que vc achou chato o filme Hessel e não prestou atenção.

Os sacerdotes que não se explica direito os motivos de raiva com Jesus sim eu concordo com você. No entanto, percebo que ele tenta explicar porque (aí vai se você é bom de história da época que acontecia os fatos. Todavia, tem filme que nem precisamos saber da história da época, basta embarcar no que os caras tão fazendo!).

Agora, A PIOR PARTE DA SUA CRÍTICA. QUE SE FOSSE VOCÊ RETIRARIA A PARTE DELA DO AR, é a parte da flagelação de Jesus.
Bicho, vai tomar banho!!
Você tá muito por fora do que acontecia na época dos romanos.
Cara, Gibson, foi iluminado quando fez esse filme, porque mostrou metade do sofrimento de Jesus pra uns idiotas (como vc crítico sem informação) que ainda acredita que Jesus (e outros criminosos da época) apanharam só 4 porradinhas e ia morrer!!
Tá louco, pro seu governo. A parte que Jesus foi chicoteado, o criminoso ficava nú (amarrado pelas mãos juntas com uma corda que vinha do teto.. ele não poderia se abaixar). Então, os soldados (sem pena assim como no filme) batiam até se cansarem. Muitas vezes, o condenado era sentenciado a morre de flageração. ISSO NÃO É DADO CATÓLICO. É FATO HISTÓRICO!! É SÓ PESQUISAR!
Nesta parte o filme mostra como era de verdade pras pessoas saírem da ignorância... Achei que pegou leve ainda. Basta ler as torturas da época pra perceber isso!

Uma parte ruim que o Gibson exagerou e vc nem comentou (não se sabe ao certo na história) foi de Jesus ser o único a apanhar enquanto continuava sua via crúsis! Acho que ficou exagerado, não precisava ser tão repetitivo.

Porém, crítico (olhe lá se vc merece esse título)... Cadê as qualidades das técnicas do filme?
Cadê o elogio ao som?
A fotografia?
Maquiagem?

Dizer que é ruim é uma sacanagem de sua parte!!!!

vai se informar antes de criticar! Por favor. Pra não passar vergonha!!



Gabriel Gabriel (19/08/2011 03:00:42)   32 3
Ta de sacanagem com essa critica né?
1 ovo? pqp, parei.



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sem avatar Cristiano (01/08/2011 01:17:02)   -3 3
1 ovo? Esse filme merece 5 ovos facil facil, todo drama que envolve o filme, não precisa dizer quem é quem. A pessoa que tem um pouquinho de noção sabe, só para os Ateus que ñ conhecem a biblia e a historia de Jesus, ai fica dificil entender mesmo. Ridicula sua critica.



sem avatar Christian Ordoque (06/06/2011 00:59:34)   5 3
Paixão de Cristo. Nas primeiras vezes me impressionei pela violência, agora revi e me impressionei pela qualidade. Muito bom filme, em especial os flashbacks. A fotografia também é muito bonita, coerente e os efeitos na medida certa. Sobre a violência, cada época tem o Jesus que merece ou compreende. Nota 8.



DDanilo DDanilo (31/05/2011 02:31:46)   -135 3
Gostei muito do filme


1 ovo é sacanagem...



Joel Schumacher Joel Schumacher (20/03/2011 22:54:43)   444 3
Agora eu sei pq o Hessel é fraco e com mania de grandeza.(2)



sem avatar Josy (17/02/2011 11:53:34)   7 3
Uma critica parcial, que toma lado. Um critico deve ver a obra como obra. Uma pena que a critica ao excelente filme de Mel Gibson tenha sido feita por uma pessoa que impoe seus gostos acima do bem comum.

Uma das piores criticas que já vi nesse site.



sem avatar Matheus (11/02/2011 21:08:14)   1 1
Alexandre :
"Só porque falou mal de um FILME que fala mal de um conto de fadas?

Eu tenho um sonho....de que este pais seja realmente laico um dia."

Esse é o tipo de pessoa que não da para se levar a serio,afinal se o cara se dá o trabalho de desrespeitar abertamente a crença dos outros de forma completamente agressiva em um site de entretenimento,imágina o que ele faz com tudo na vida dele.
Independente do que você acredita,tenha respeito amigo.



Alexandre Alexandre (04/02/2011 10:02:31)   -1 -1
Quanta hipocrisia, a religião é tão medíocre que faz as pessoas concretizarem idéias sobre as pessoas:

"foi apartir desse dia que eu nao levei mais o Hessel a sério"

"A partir de hoje, não levo o Hessel a sério."

Só porque falou mal de um FILME que fala mal de um conto de fadas?

Eu tenho um sonho....de que este pais seja realmente laico um dia.

Hessel parabéns.



Guilherme Guilherme (16/12/2011 21:46:37)   5 1
Como a porra do pais vai mudar de qualquer forma com gente como voce, que falta com respeito a crença alheia?

sem avatar William (26/09/2013 21:52:05)   8 0
http://www.youtube.com/watch?v=tde-AlVGqsA


Rodolfo Rodolfo (01/02/2011 13:35:39)   7 2
O filme é excelente.
A crítica foi muito fraca.
Independentemente de ser um filme do Mel Gibson, a obra é muito boa... Cenas gravadas com muita qualidade e principalmente, mesmo sendo uma história que todos conhecem, prende a atenção até o fim.
Merecia 04 ou 05 ovos.



Steping Steping (24/01/2011 14:38:25)   2136 2
Agora eu sei pq o Hessel é fraco e com mania de grandeza.

O Filme é simplismente espetacular



Calebe Calebe (16/01/2011 19:20:01)   388 2
Cacilda...
A partir de hoje, não levo o Hessel a sério. Que porcaria de crítica foi essa? A pior até agora. Saiba, senhor Hessel que o filme foi feito para quem conhece a Bíblia. Experimente ler pelo menos um livrinhos dos 4 Evangelhos que você vai entender o filme inteiro e mudar a quantidade de ovos. Que texto ridículo! Está claro que você não julgou como crítico à procura da verdade. Você julgou segundo SEUS conceitos!



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Leonardo Leonardo (28/12/2010 00:35:52)   74 1
Me lembro quando li essa critica, foi apartir desse dia que eu nao levei mais o Hessel a sério. :p



Misael Misael (11/05/2010 11:01:38)   -3 -3
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