Crítica: As Melhores Coisas do Mundo

Adolescentes da classe média ganham voz no cinema

Marcelo Forlani
15 de Abril de 2010

As Melhores Coisas do Mundo

As Melhores Coisas do Mundo

As Melhores Coisas do Mundo
Brasil , 2010 - 107 min.
Drama

Direção:
Laís Bodanzky

Roteiro:
Luís Bolognesi

Elenco:
Francisco Miguez, Gabriela Rocha, Denise Fraga, Paulo Vilhena, Caio Blat, José Carlos Machado, Gustavo Machado, Fiuk,

Ótimo
As Melhores Coisas do Mundo
As Melhores Coisas do Mundo
As Melhores Coisas do Mundo

Uma das grandes críticas sobre os filmes brasileiros é a temática, que sempre recai sobre o árido nordeste ou a miséria e violência que vêm das periferias. Neste ponto, a cineasta Laís Bodanzky (O Bicho de Sete Cabeças, Chega de Saudade) já se destaca. As Melhores Coisas do Mundo (2010), seu terceiro longa-metragem, foge mais uma vez do "Brasil para exportação" ao falar dos adolescentes da classe média. E não se engane: apesar do cenário principal ser um colégio paulistano e as ruas da cidade aparecerem bastante também, a trama podia se passar em qualquer lugar, do Rio de Janeiro a Nova York ou Tóquio, com poucas modificações, pois fala de pessoas e não situações.

O personagem principal é Mano (Francisco Miguez), um adolescente de 15 anos que está enfrentando todos os problemas que vêm com a idade - a cobrança dos amigos para perder a virgindade, a busca por um lugar na sociedade, a paixão não correspondida, etc. - e ainda o bônus que é ver seus pais (Denise Fraga e Zé Carlos Machado) se separarem. Seus melhores amigos são Carol (Gabriela Rocha) e Deco (Gabriel Ilanes). E seu confidente, o professor de violão Marcelo (Paulo Vilhena).

Os cineastas, todos já bem mais velhos que os personagens que estavam criando, sabiam do enorme risco que estavam correndo ao tentar recriar nas telas o selvagem meio-ambiente das fofocas, inseguranças e traições, e da forma como a mídia atual, com SMS e YouTube, viraliza instantaneamente as informações, tornando o cyberbullying um dos maiores problemas da atualidade. Verdades, mais do que nunca, são relativas e segredos têm o prazo de validade cada vez mais curto.

Por isso o roteirista Luiz Bolognesi, não parou sua pesquisa apenas na série de livros Mano, de Gilberto Dimenstein e Heloísa Prieto. O script foi refinado com a ajuda de adolescentes, que em conversas com a equipe ajudaram a mapear essa geração e deram ao trabalho situações e diálogos que fazem parte do seu dia-a-dia, trazendo toda a realidade que a trama pede. O resto ficou por conta dos atores - quase todos sem experiências anteriores -, que trabalharam em cima do que estava escrito, mas com margem para pequenas improvisações.

Mas não dá para reduzir toda uma geração a blogs, o estilinho Gossip Girl, SMS e fotos pelo celular. A informação digital, que é cada vez mais descartável, ainda não conseguiu matar de vez o gosto de escrever na agenda, manter um diário com papel e caneta. É o caso de Carol, que compartilha apenas com o seu moleskine o que está pensando, sem precisar publicar na Internet cada interrogação que surge. É o caso também da canção Something, dos Beatles, que contrapõe a volatilidade dos hits de hoje, que evaporam mais rapidamente do que o download de um torrent.

Em uma das cenas do filme, a reunião na escola, uma das mães levanta a mão para falar que "O mundo mudou muito nestes últimos cinco, dez anos", e imagino que ninguém tenha coragem de discordar dessa afirmação. A boa notícia é que As Melhores Coisas do Mundo vem para ajudar a responder algumas das dúvidas dos pais, esclarecer outras para os adolescentes e, principalmente, mostrar que o cinema brasileiro não se resume a fome e miséria.



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Comentários (58)

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sem avatar Marilya Mariany (30/12/2013 02:57:23)   0 0
O filme mostra a classe média alta meio falida, meio de esquerda e meio intelectual. Apesar de ser um filme que retrata a classe media alta, ele consegue mostrar a vida dos adolescentes na era da tecnologia e informação, facebook, whatsApp, twitter e youtube.
O filme também se saiu bem com a personagem Carol, que ganha cena durante todo o filme, em minha opinião. A garota usa um caderno para anotar suas dúvidas e indagações, o que contrapõe a tecnologia, que hoje é usado como uma muleta tanto por jovens como por adultos, para desabafos e fofocas. Carol, também, em diversos momentos diz que não gosta da “sensação” de não saber o que vai ser depois que beija alguém. Ela indaga, talvez sem perceber, sobre as relações passageiras, mecânicas e pouco afetivas da sociedade atual, em que tudo tem um prazo para terminar, relações sem sentido e que não são construídas no dia a dia, em que “Tudo o que sólido, desmancha no ar”.



Guilherme Guilherme (12/02/2011 01:55:11)   2 0
Um alento ver um filme sobre adolescentes que bebem, fumam e fazem merda! Enfim um filme que não é hipócrita, bem diferente daquela novelinha Malhação.



sem avatar willian (31/10/2010 06:26:01)   2 0
Sem comentários. Maravilhoso; faz a gente pensar na vida e refletir sobre o quão mesquinha a sociedade de hj se tornou. A cena dos ovos jogados na parede vai marcar pra mim sempre que assistir esse filme novamente.


sem avatar Leandro (13/01/2014 09:44:19)   0 0
Só assisti agora, infelizmente e na cena dos ovos eu me emocionei muito. Sou pai de 3 filhos e a alegria de ter um filho companheiro que está sempre ao seu lado não tem preço. Foi como se o Mano dissesse: ''Ok mãe, estou nessa com você''. Incrível!!!


Dalton Dalton (12/10/2010 07:24:35)   326 0
o filme passa uma mensagem maior que o roteiro coisa que me chamou a atençao e um filme para se perguntar se vc esta fazendo as escolhas certas em tudo . parem de falar que esse filme e malhaçao pq nao he , malhaçao e coisa de retardado que v qualquer coisa de modinha ! + esse filme e um que reflete os nossos pensamentos e atitudes !



Fabio Fabio (26/09/2010 15:53:10)   1 0
Todo filme sem final, sem explicações, sem desfecho, o Omelete recheia de ovos.



Evy Evy (23/05/2010 15:01:30)   13 1
Tá de brincadeira que ganhou 4 ovos né?
Não acredito....



sem avatar Mikhael (13/05/2010 21:43:05)   -42 0
Esse filme promete...promete ser uma grande B05T@!



sem avatar Iza (28/04/2010 17:03:14)   0 0
' Bem para a informação dessa pessoa ,cujo, o nome é algo criticamente engraçado(kkkk) opniões subjetivas nao são discutidas,ainda sou sim uma adolescente, e cmo toda adolescente normal tenho minhas opniões e criticas e também nao sofri nenhuma desilução ou infelicidade.Caso nao tenha lido todo, parabenizo sim os FILMES BRASILEIROS,
que por sinal adoro; agora certa coisas forçadas nao dão certo NÉ?!
Da mesma forma que eu sou uma dentre varias que nao gostaram do filme , VOCÊ KERIDINHA(KKKK) é também uma dentre outras(os) que gostaram;
BEIJO/MELIGA :))))



sem avatar Desireé (24/04/2010 01:27:24)   0 0
Acabei de sair do cinema.
Não tenho dúvidas que o trabalho que a autora fez ao lado dos jovens não foi pequeno. O filme transmite com extrema perfeição os questionamentos e problemas que um adolescente tem em suas vidas. Quem aí embaixo fez comentários do tipo: "NÃO TEM NADA A VER COM OS JOVENS ATUAIS", ou "O JOVEM NÃO PENSA SÓ EM SEXO", é porque já passou dessa época há muuuuuito tempo e não é mais capaz de se recordar, ou então porque teve momentos tão infelizes na vida durante a adolescencia, que prefiriu apagar essa fase da memória.

Estou muito orgulhosa com o cinema brasileiro, e a produção em questão não deixou nada a desejar em termos de elenco, fotografia, trilha, ou roteiro. Para quem está querendo assistir a um Scorsese, woody allen, Hitchcok,ou Almodovar (ADORO SUAS OBRAS, QUE FIQUE MUITO CLARO), eu indico que não procure isso no CINEMA BRASILEIRO, mas sim no cinema americano, de elenco e conteúdo HOLLYWOODIANO.

É necessário compreender que a essência brasileira é outra. Os assuntos abordados nos filmes, serão(graças a Deus)brasileiros, sobre algumas "realidades" do país e seu povo, dentro do cenário brasileiro (graças a Deus 2), com elenco brasileiro!!!!!!!

Não se decepcionem com isso, mas sim PRESTIGIEM. Não digo que uma obra brasileira, só por ser brasileira é que deve ser prestigiada e elogiada, porém é necessário saber valorizar a arte produzida em nosso país.




Felipe Felipe (30/08/2011 22:13:29)   21 0
Sou estudante de cinema e concordo absolutamente com você. Os brasileiros já vão ao cinema com um pré-conceito dos filmes brasileiros, quando na verdade tem que no mínimo tentar conhecer o próprio cinema. Porque querendo ou não o cinema brasileiro é nosso e temos que tentar entender isso.



sem avatar Iza (22/04/2010 19:15:08)   0 0
Olha assisti o filme e sinceramente achei uma coisa com começo mais sem meio e nem fim,cara, uma coisa sem sentido nada a ver com o "TEMA DO FILME" achei que deveria ser uma coisa mais bem eleborada,
se o nome do filme era o oposto do que o filme queria propor, tambem nao conseguiram,com sinceridade.
Em relação parabenizo Fiuk por sua otima atuação, foi uma das melhores,no falo isso por ele ser Bonito, pois nao acho, nem por cantar bem,pois nao é isso tudo, mais sua atuação,olha , parabéns mesmo. Olha fiquei muito envergonhada pois eu indiquei esse filme ao meu na,rado , primo e namorada dele, olha pelo Trailer parcia ser algo muito bom, mas depois do filme nem comentaram de tao ruim que acharam , e falaram logo nao só eles como todas as meninas, pois aqui em Fortaleza na estreia só assistiram meninas e tudo para ver o Fiuk. Então , voltando, por ser um filme brasileiro tem aquele preconceito de ser muito ousado ter muito palavrão, mais sou uma grande admiradora de filmes brasileiros, adoro todas os filmes que relatam bem o cotidiano de muitos brasileiros.
Proximo filme por favor sejam mais elaborados, nao é colocando jovens falando "véio","caralho" que vão conseguir chamar a atenção dos jovens.
Espero que vocês vejam essa como uma critica construtiva.
Obrigado pela atenção! isso é um breve comentario de alguem que assistiu de Estréia e ouviu muitas pessoas falarem " ASSISTAM TUDO MENOS ESSE FILME"



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Aloysio Aloysio (21/04/2010 23:29:30)   0 0
Gostei do filme, da universalidade da estória, do elenco, da fotografia, da proposta de temas atuais e pertinentes a idade dos personagens e o mundo ao seu redor. Primoroso mesmo o filme ! Trilha sonora linda e emoções sinceras na tela. Diálogos fodásticos eu diria ainda ! Já assisti duas vezes e vou assistir de novo !

Há apenas algo com o clímax que causou certo estranhamento, em mim e em vários espectadores que fiquei sondando (isso inclui a bela moça que me acompanhava na primeira vez que assisti). Havia algo perto e durante o final que dava aquele mal-estar esquisito.

Até por esse estranhamento assisti o filme hoje denovo, para observar e tentar detectar o que acontecia ao chegar ao epílogo da estória, epílogo que de certa forma dá uma encolhida na expectativa criada à cerca dos minutos finais da película...

Minha teoria é a de que, fazer o clímax apoiar-se na subtrama ("suicidio" de Pedro) e não na trama central (Mano), distanciou-nos da estória central (Mano), fazendo com que o epílogo, que volta para a história central, perca vigor, pois pelo distanciamento promovido, se enfraquece a consolidação da relação estabelecida entre Mano e Carol, banalizando-a. Além disso, na minha opinião, a última execução de Something (que é uma bela música. Sagrada até eu diria!), era desnecessária, trazendo mais problemas que soluções para o ritmo do final.

Torço por “As coisas melhores do mundo”. Fico preocupado com a disputa de bilheteria com “Chico Xavier” (que ainda não vi), pois o Daniel Filho é um monstro, o tema é forte e o GUGU fez propaganda ideológica pro Xavier por décadas, ou seja, bom de vendas.

No filme de Bodansky me vejo vivendo aquela vida da estória. Os personagens são críveis, causam empatia. Ah, a Denise Fraga vai ser minha amante no futuro, mas ela ainda não sabe. Não espalhem !!!

Assistam esse filme PELO AMOR DE DEUS ! E tenham em casa. Não é à toa que, nada mais, nada menos que Bráulio Mantovani tenha elogiado o filme. Depois de ver esse filme, que é um orgasmo filmado, eu postei no meu twitter “Quero casar com a Laís Bodansky...”. Te digo viu, ainda quero Laís !!! Cada vez mais fã dessa moça ! Grande filme !

Nota: O Fiuk até que vai bem. Não compromete no filme, mas fora dele... Imaginem vocês, a sessão que vi hoje foi às 14:15. Tinham “teens” assíduas espectadoras de “Malhação”, gritando e assobiando a cada vez que aparecia meio frame do cara! Argh !!

Aloysio Roberto Letra



sem avatar João (21/04/2010 19:20:49)   -14 0
Noooosssaaa, Marcio, você tava com dia calmo no trabalho??!! Você jura?? Sorte a minha e a dos leitores ávidos pelo seus paybacks de melodrama: “voltou aqui para ver minha resposta, com sangue nos olhos” HAHAHAHAH, cara, com certeza você deveria fazer uma parceria com o Walter Salles, que você tanto adora e admira. Iriam fazer ótimos (?) trabalhos juntos.

Eu não curto ofender ninguém , e escuto tudo o que queiram falar sobre mim, inclusive quando querem distorcer o que digo para tentar apoio dos cidadãos na arena e torcer para que coloquem o polegar para baixo contra a minha pessoa.

Acho que se você, tão especialista em cyberstoking, e checou todo meu profile, você deveria pagar um curso de interpretação de texto e entender que, ao colocar os bestas ( e detalhe que nunca usei a palavra burro, isso foi criatividade sua) , eu me referir inclusive a mim mesmo, como um leitor do próprio site e por me sentir enganado âs vezes. E se este mesmo site coloca coments em aberto deve estar ciente que comentários prós e contras aqui vão existir. Afinal, essa é a democracia, não é mesmo?

Mas fica claro que você não se conteve apenas ao que foi escrito aqui nestes tópicos, quis me avacalhar bisbilhotando o meu perfil e criar uma resposta daquelas que do tipo arrasei-com-o-cara...hahahaha.

Oh god, take me know! Que pena ,colega, para alguém que escreve idéias pró-democracia você no mínimo se mostrou um cara que cerceia o outro, apenas pelo fato de eu não ter sido a favor do Omelete .(ah, diga que você vai fazer isso com os outros que são do contra também, vai,:)

E mais uma vez, não distorça o que os outros escrevem, dude, pois isso sim é muito feio.
Quando eu apenas tinha escrito que “isso inclue você, porque quem escreve "hauiahuahaua" como risada deve ter idade de no máximo 18 anos” você vem com uma , logo em seguida:
” escrevi "naum" devo ser infantil, bobão e atrasado!!!

Sério, quem é o preconceituoso aqui?? Eu nunca disse que 18 anos = bobão, etc, etc. Fica claro que quem está achando que o povo na idade dos 18 anos é infantil e atrasado é você.

Ah , e para quem disse no primeiro post que não queria mais discutir comigo, e segundos depois, aparece escrevendo um segundo, você realmente é um exemplo de que pensa exatamente o que escreve.

E não se preocupe o que posso pensar de você ou se você “desgosta” de mim, ou não..bla bla, bla. Tô nem aí, aliás, você está reagindo aqui exatamente como eu esperava.
Bom feriado para você



Leonardo Leonardo (21/04/2010 01:57:39)   0 0
Gostei do filme, mas o título poderia ser outro. Em alguma cenas, que não são poucas, adolescentes fumando não só cigarro mas outras drogas não dá.
Outro ponto, é a ausencia de desabafo da mãe de MANO que é trocada por um homem, hoje vivemos tempos modernos mas faltou uma resposta moral da professora, tanto com os filhos quanto com a fofoqueira da escola.
PS: Senti o mesmo nojo que mano sentiu, quando vai ao banheiro na nova casa de seu pai, a sociedade não precisava assistir aquela cena.

Contudo um bom filme, e fica em aberto para uma continuação...



marcio marcio (20/04/2010 15:23:06)   0 0
Ah, só pra constar:

Estou com tempo (dia calmo no trabalho), cliquei no seu "nome" e vi todos os seus comentários no Omelete. E pra minha surpresa, percebi que no seu primeiro comentário você pergunta "só tem gente puxa-saco aqui?" e depois ironiza o "Martchelo".

No seu segundo comentário no site você diz para o Hessel ceder o lugar de critico para a Ana, pois ela escreve muito melhor e termina dizendo que "o conjunto de sua obra deixa muito a desejar". Coisa feia, cara isso não se faz...

Vamos pro terceiro, agora você aponta seu "sarcasmo" para os leitores do Omelete, chamando todos de BESTAS e BURROS!

O quarto e quinto comentários são os que estão abaixo. Que você, não me ataca, apenas usa de seu belo sarcasmo!




Pô, João... assim fica dificil, você tenta provar que não tem "ódio no coração", mas todos os seus comentários são criticando, ofendendo e humilhando os profissionais do site e leitores!

Enfim, não pense que desgosto de você, amigo... Continuo torcendo pra que você seja feliz (deve estar precisando)!

:D



marcio marcio (20/04/2010 15:11:10)   0 0
Pô João, os filmes dos Salles fazem sucesso sim... você não gosta?

Discordo do "cinema feito para exportação". Mas, como falei anteriormente, não quero discutir com você!

Ah, já passei dos 18 anos há tempos, mas uso essas risadas e as carinhas felizes... Espero que não seja algo que te incomode. :D

E "slogan da Dilma"? Não sei qual é, naum (opsss... escrevi "naum" devo ser infantil, bobão e atrasado) usei uma "frase de efeito" que é a base da democracia, está em qualquer livro de quinta série (tente se lembrar, não deve fazer tanto tempo assim)!

João, seja feliz! Tudo de bom para você!




Ps.: Fico feliz em saber que você voltou aqui para ver minha resposta, com sangue nos olhos para responder, discutir, criticar, ofender... e essas coisas que você curte!



sem avatar João (20/04/2010 14:24:05)   -14 0
Caro Márcio,

Acho que você precisa ler melhor as entrelinhas do que se é escrito aqui e em qualquer lugar. Primeiramente, é uma pena que você acha que sarcasmo pode ser confundido com "ódio no coração".:) Fazer o quê, né?

Bom, sobre o teu comentário de que meu discurso é daqueles que seu avô proferia no passado dos anos 60/70, você fez apenas fundamentar mais ainda a idéia que eu quis passar no meu texto ( e você, obviamente, não entendeu), que é o fato de eu estar chocado com pessoas mais jovens (isso inclue você, porque quem escreve "hauiahuahaua" como risada deve ter idade de no máximo 18 anos) fiquem defendendo estéticas (da fome ou não) ultrapassadas, criadas para vender filme para gringo.

Isso para mim é a verdadeira "piada" em 2010.
E isso também foi minha surpresa principal e que fez escrever meu comentário.

Quanto aos irmãos Salles, meu caro, como você acha que eles iriam se sustentar enquanto os filmes cabeçudos deles não faziam sucesso? Claro que eles tiveram a sorte de serem donos de banco e terem um pró-labore garantido no final de mês, mas isso não quer dizer que alguém rico, classe média ou pobre tem o talento para fazer um bom cinema "social" .
E como você parece ser um grande entendedor do cinema nacional deveria saber que a tal "estética da fome" ou o "cinema social de qualidade" que cria os famosos filmes densos (?!)aos quais você se refere é apenas utilizada para vender "o peixe" para UMA PARTE dos europeus, que curtem ver a esquisitice e tristeza alheia.
Eu também acho um absurdo se falar em "comunista" em 2010, mas quando se lê um comentário atacando "escola particular e Ipod" é o mínimo que se pode pensar. Oh, triste futuro.
E ,caro Márcio, eu nunca pensei em te atacar e acho que nem o fiz. Apenas marquei minha opinião, obviamente diferente da sua. Afinal, quem escreve o que quer, lê o que não quer .
E, encerrando com uma frase de efeito (bem no estilo da sua, slogan da campanha da Dilma)
"VIVE LA FRANCE!!!!"



sem avatar Bruno (20/04/2010 12:11:44)   0 0
'A informação digital, que é cada vez mais descartável, ainda não conseguiu matar de vez o gosto de escrever na agenda, manter um diário com papel e caneta'????????????????

Gente, menos.

#omeletefail

Além disso, um diário escrito em papel, com caneta, sangue, suor e sabe-se lá mais o quê - já que a questão, com esta declaração, é tudo precisar ser concreto e não virtual - também pode tremendamente descartável.

Credo, Marcelo, que visão mais determinista!



sem avatar Anderson (20/04/2010 11:51:41)   0 0
Filme sobre adolescentes nenhum merece toda essa atenção.

Ainda tô esperando filme nacional naquele estilo Scorsese de ser.



sem avatar Ulisses (20/04/2010 11:49:47)   30 0
Marcio, tu achar que "As Melhores Coisas do Mundo" é um filme raso para público de 14 anos (partindo do princípio preconceituoso que quem tem 14 anos não tem profundidade) é a prova que tu não assistiu ao filme.

Pode não ter gostado, achá-lo ruim (eu achei bom), mas não dá para taxá-lo de raso.



marcio marcio (19/04/2010 18:52:00)   0 0
João, por que esse ódio no coração, amigo??? hauahahua...

Você vem falar em "discurso ultrapassado", mas repetiu coisas que eu escutava do meu falecido avô, como "esquerdista não tomar banho" e "vão para Cuba"!

Sério, esse é o discurso dos caras da década de 60/70! Sem falar que esse papo de "COMUNISTA" em 2010 parece piada!

Cara, os irmãos Salles (João Moreira e Walter) são donos de Banco, sabia? Ainda assim fazem um cinema social, de qualidade... Aposto que eles tomam banho! hauhauha

Bah, eu poderia ficar um tempão explicando oq quero dizer com "estética brasileira"... mas você demonstrou ser cabeça dura e alienado ao ponto de não merecer qualquer tipo de debate!

Você curtiu a proposta do filme? Blza, seja feliz... deixa aí suas opiniões. Só não me ataca por pensar diferente de você.

A verdadeira democracia começa quando você luta pela liberdade do outro!



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sem avatar João (19/04/2010 16:36:13)   -14 0
Ai meu São Lúmiére, quanto tempo o cinema brasileiro terá que aguentar em ficar sob os olhos e a guarda desses reclamões, defensores da estética cinemanovista?
Para o leitor Márcio, acho que você merece abrir um pouco mais a cabeça e ver o que está sendo produzindo no mundo, colega:
1 -Cinema é evolução. Ficar batendo tecla em "estética da fome" de Glauber Rocha é típico dequeles cineastazinhos fustrados de esquerda que não vem um sabonete há mais de um mês. Bom, ao menos o sabonete você pode comprar no supermecado, hein... fica a dica.
2 - Globo filmes = Extensão de novelas da Globo. Se você estiver insatisfeito com os três horários diários que a emissora carioca destina aos folhetins, com certeza irá ser saciado indo ao cinema , vendo os filmes do Daniel Filho.
3- E quem disse que bons filmes, densos, inteligentes são os que possuem estética de favela e caatinga? Fale por você, colega. Pois só fizeram sucesso lá fora pois é isso que os gringos querem ver, pagam para ver e é o que eles acreditam que existe aqui. Eu sou totalmente contra em alimentar catarses xenófobas dos estrangeiros. Basta ver o exemplo do cinema argentino. Excelente qualidade com temas que tratam do universo de classe média.
4 - Quanto ao universo da juventude do filme,acredito ser apenas um recorte escolhido pela diretora e o roteirista. O povo tem que parar com esse discurso de esquerdista falido do partido comunista em achar que escola particular e iphone deveriam gerar uma vergonha alheia. Bom, ainda existe Cuba para você mudar de endereço, caso se chateie demais com nosso país capitalista.
4 - E tem mais, eu tô cheio de ver produções nacionais que só querem mostrar bala perdida ou calango procurando água pra beber. Evolua, companheiro e perceba que , ironicamente com suas palavras, a juventude e o Brasil não são apenas isso.



Leandro Leandro (19/04/2010 16:00:41)   10 0
Olha, é de fato um filme excelente.
Não venham dizer que tem algo haver com Malhação, ou qualquer porcaria dessas, seja nacional ou internacional.

As Melhores Coisas do Mundo é um filme muito bem escrito e produzido, ou seja, é um filme muito bem realizado. É também um filme adolescente feito para adolescente. É uma excelente pedida para se assistir com amigos, sério.

Quando fiquei sabendo que assistiríamos a esse filme, pirei! Disse MALHAÇÃO eu assisto em casa, OU NÃO! Rs.

Enfim, não é um filme infantil, garanto! Mas um filme que mostra os paradoxos grandes e pequenos da adolescência, então, assista!



sem avatar marcelo (19/04/2010 15:41:18)   131 0
malhação - o filme



sem avatar Jenifer (19/04/2010 11:40:15)   6 0
Gabriel, acho que você devia assistir o filme antes de falar qualquer coisa. Não é justo julgar sem ter visto.

Eu adorei o filme e acho que qualquer um que assistir vai se identificar. Não é um filme sobre os adolescentes futeis de hoje, mas sim dos que se salvam desse meio.

Gostei muito e dá orgulho de ser filme nacional.



sem avatar SERGIO (18/04/2010 20:01:24)   -1 0
Belo filme! Mais uma vez a diretora Laiz Bodanzky acerta na mosca. Os atores adolescentes estao muito bem. Prova mais uma vez que a preparacao do elenco esta perfeito. Recomendo! Vou mais longe. Por favor gente! Vao ao cinema e forme sua propria opiniao. Nao fiquem com critica ou comentarios de terceiros. Forme sua propria personalidade. E tenho dito!



marcio marcio (18/04/2010 15:27:24)   0 0
Cesar,
Interessante você comentar que "filmes adolescentes tem como tema principal o sexo, a relação com os pais, com os amigos e seus sonhos para o futuro"...

Eu também acho que esses são os temas próprios da idade. Porém, deixe eu citar dois filmes nacionais recentes, onde esses temas foram bem trabalhados: "LINHA DE PASSE" do genial Walter Sales e "A DERIVA" de Heitor Dhalia.

Esses dois filmes são verdadeiras obras do cinema, de grandes diretores, que tratam da adolescencia de maneira séria e inteligente.

Mas aí entramos numa encruzilhada:

Oq vocês chamam de filme adolescente? Filmes que tratam sobre os problema da juventude ou filmes produzidos para agradar o público nessa média de idade?

Porque LINHA DE PASSE e A DERIVA são filmes maravilhosos, mas produzidos para adultos. E esse "MELHORES COISAS DA VIDA" é um filme raso produzido para agradar a meninada de 14 anos!



Lucas Bartowski Lucas Bartowski (17/04/2010 20:30:03)   50 0
Pra mim, um estilo de filme bom para o cinema brasileiro seria o mesmo de um filme chamado "Crash - No Limite" ou algo assim, onde várias pessoas desconhecidas umas pelas outras, por desventuras do destino se unem para resolver alguma coisa.

Curto demais esse estilo de filme, onde uma coisa pode acarretar várias e várias outras, envolvendo outras pessoas e situações.



Lucas Bartowski Lucas Bartowski (17/04/2010 20:23:56)   50 0
O problema é que não tem como fazer uma versão nacional do Ferris Bueler's Day Off sem tratar de drogas, porque quando adolescentes loucos matam aula ou é pra fazer isso ou pra ficar em frente ao computador, o caso de pessoas sem vida social. Então, não acho o filme um tipo de Malhação (já que o pouco que vejo desta merda quando fico trocando de canal, vejo que eles se socializam fora da net) ou Gossip Girl (sim, mexe com blogs e SMS, mas como não ter isso hoje em dia? Se a pessoa não tem, ou porque não sabe fazer ou porque não quer. E mensagens, os adolescentes realmente usam) e talvez, ele seja até aceitável para mim, já que não peço super produções a cada lançamento de cinema.

Por certos comentários, posso até assistir o filme... Quando eu achar a versão pirata.



sem avatar Maurílio (17/04/2010 18:48:10)   0 0
Márcio,
quando o Forlani diz que : " uma das grandes críticas sobre os filmes brasileiros é a temática, que sempre recai sobre o árido nordeste ou a miséria e violência que vêm das periferias.", não sei se ele tá colocando a opinião dele como sendo adepto desta crítica, acho que ele apenas diz que a temática deste filme foge a isso.
Sobre sua opinião sobre a importância de se criar uma estética própria, eu concordo e apoio...mas não que nescessariamente fuja do que "rolywood" pode acrescentar de bom. - baseado nisso pego SUPERBAD, como sendo um exemplo bom, e qualquer um filme das irmãs Olsen como ruim.



marcio marcio (17/04/2010 12:13:50)   0 0
Que papo é esse de "...mostrar que o cinema brasileiro não se resume a fome e miséria"????

É lógico que o cinema brasileiro não se resume a isso! Na verdade os bons filmes, densos, inteligentes, que alcançaram sucesso fora do país é que tratam desses temas. Mas a grande maioria dos filmes produzidos aqui são de comédia romantica, filmes adolescentes etc.

Olhem as produções da GLOBO Filmes... comédias romanticas! Os filmes da Casa de Cinema de Porto Alegre são "comédias adolescentes" (Jorge Furtado), como vários outros exemplos que eu poderia citar!

O importante é criar uma estética própria, sem os padrões "róliudianos"; e em um país, onde mais da metade da população sobrevive com menos de um salário mínimo por mês, se entende porque a "STETYKA DA FOME" de Glauber Rocha ainda esteja em voga entre os "cineastas autorais"!

Esse FILMECO (posso chama-lo assim?), pode refletir o cotidiano dos jovens da capital paulista - com seus iPhone, escola particular, namoricos e preocupações juvenis - porém, NÃO representa a juventude brasileira!

Sobre os 4 ovos... qual a novidade? O Omelete não pode ser levado a sério em suas avaliações.



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Feliz, Feliz, (17/04/2010 11:53:25)   0 0
@Eduardo

Olha, Eduardo, eu não sei você, mas quando eu tinha 15 anos eu pensava sim só em sexo, e praticamente todos os meus colegas de classe também.
E aos 15, as garotas de nossa turma no colégio só queriam saber de dar pros caras mais velhos, que já tinham moto ou carro, enquanto nós moleques ficávamos fazendo justiça com as próprias mãos na madrugada de sábado, prestando homenagens à Emanuelle.
Com todo respeito, acho que o anormal é você, cara. Hehehe.



marcelo marcelo (16/04/2010 23:47:14)   4 0
se a "SAGA " dos vampiros é malhação com efeitos nem tanto especiais , um filme com peulo vilhena e o filho do fábio jr , é malhação se esses defeitos especiais , mais é realmente irritante ver que as veses nossos cineatas se limitam a fazer filmes ou na favela ou no sertão ....é foda mesmo .



sem avatar Maurílio (16/04/2010 21:23:14)   0 0
Acabei de ver o filme, e ao contrário dos que o julgaram de ser um filme Malhação, eu digo na minha opinião que não...

Bem, digamos que para se entender o agora se deve olhar o passado. Se observamos a crítica do Forlani quando diz que a narrativa dos filmes brasileiros, vira e mexe é criticado pela temática de "árido nordeste ou a miséria e violência que vêm das periferias", podemos abrir, então um adendo maior: até agora a produção nacional se viu refém de dois "gêneros seguros" dentro dos objetivo a se alcançar - o drama e a comédia rasteira. Se de um lado o gênero drama parece ser feito para servir de produto de exportação ( para premiações), de outro a comédia parece servir como uma extensão dos produtos televisivos. Peguemos exemplos de filmes como “Última Parada 174”(drama sobre a marginalidade) ou “Se Eu Fosse Você”( comédia nos moldes das séries globais) e veremos claramente o público destino. Mas o que se deve observar em exemplos como este "As melhores...", de antes do filme em si é que um outro tema está, nem que seja aos pouquinhos, sendo desenvolvido no Brasil: o filme de adolescente (assim como o também em cartaz, Chico Xavier vem fazendo, "solidificando" a narrativa do que seria filme religioso). De alguns anos para cá, alguns filmes lançados abordando o tema adolescencência - de forma direta ou indiretamente - , pareciam sempre que em determinado momento "perdiam o foco sobre o assunto", - como se aspectos fora o tema ofuscassem o mesmo - basta observar os 2 longas de Jorge Furtado( "Houve um vez..." e "Meu tio matou...") que diversas vezes deixam a adolescência de lado para firmar em reviravoltas, e possíveis "genialidades/criatividades" de seu roteiro, ou mesmo observar os filmes "épico de juventude"( "Podes Crer" e "1972") que, muitas vezes deixaram os conflitos dos personagens de lado para se dedicar ao retrato extremamente afetuoso de sua época( no primeiro com a insistente câmera documental captando imagens litorâneas e no segundo na produção do figurino-hippie). O que "As melhores coisas..." vem a acrescentar neste sentido é um olhar mais atento sobre os conflitos dessa época, e mesmo que daqui a algum tempo possa ser criticado por não ser atemporal - se fixar muito em verdades de seu tempo( gírias, tecnologias e tal)- mesmo assim, pode-se ver claramente que o roteiro tenta ser bem amplo com o seu universo tratado. Situações como "a melancolia de um pé na bunda" do personagem de Fiuk, a dificuldade na separação dos pais, o menino querendo tocar um instrumento musical para impressionar, são assuntos que dentro do universo adolescente de classe média são muito comuns, mas que até agora não pareceram render como motivo para um bom filme. Até agora.
Ao que amigo lennao disse sobre Superbad, bem, caso alguém vá ver este filme pensando em algo que concilie comédia com temas autorais(neste caso amizade) é melhor passar longe...apesar de ser um filme de adolescente, parece que na cabeça dos realizadores a "fossa" do indivíduo nesta faixa etária é muito maior do que um senso de diversão.



Daniel Daniel (16/04/2010 20:41:53)   178 0
Concordo em genero, grau e número com o Vitor Hugo.



sem avatar Larioscine (16/04/2010 16:18:19)   -2 0
Isso pra mim tá soando "MALHAÇÃO-O FILME", mesmo com a direção de Lais (cineasta razoável).

Eu nem me importo com as críticas de Forlani. Seu senso crítico é baixo e praticamente dá boas notas pra qualquer filme que assista.



Maíra Maíra (16/04/2010 15:15:48)   3 0
Assisti uma pré do filme por acaso, e como não tinha nenhuma expectativa especial, dois pontos me chamaram a atenção (de jeitos bons e ruins).
Um, que como o Forlani diz, não é mais um filme do sertão, da pobreza ou da violência. Não são os problemas sociais o foco, mas as relações sociais. E não são só os dramas adolescentes; a relação da família de classe média puxa a trama com a mesma força. Não deixa de ser intelectualóide, mas não deixa de ser adolescente.
Dois, que os atores globais estão ali com o propósito simples de vender o filme, mas não deixam de ser necessários. O Paulo Vilhena parece até sóbrio (e aparece bem pouco, se isso consola) como um personagem mais velho e mais "sábio", e o personagem do Fiuk é (talvez propositalmente) irritante e melodramático. As meninas ainda vão suspirar por ele, mas num certo ponto do filme tudo que você pensa é "alguém tira esse pentelho daí, por favor".

E muitos créditos por ser um filme jovem e pela visibilidade que ele pode alcançar nessa posição. Diversificar a produção também é importante - não só acertar a mão de primeira.



sem avatar Ulisses (16/04/2010 12:31:01)   30 0
Detroit Rock City bom????? Mas vocês são loucos.

Não é preciso muito pra ser melhor do que aquela atrocidade.



Vitor Hugo Vitor Hugo (16/04/2010 11:45:38)   4 0
quanto preconceito nesses comentarios hien? só pq é um retrada brasileira da adolescencia de classe média e pq tem o paulinho Vilhena vcs acham que o filme é uma MALHAÇÃO nos cinemas...

sério pessoas, os filmes desta cineasta são ótimos os dois que eu vi n tem pq esse ser ruim a este ponto.. primeiro vamos assistir para depois detonar né?

@vitor_hugox



Ed Ed (16/04/2010 07:31:15)   5 0
Cara, filme que tem o "ator" Paulo Vilhena não deve ser bom. Só o nome desse cara já mela a vara. Mais um filme "Ultimate" Malhação! Hahahahaha!



Fael Velloso Fael Velloso (16/04/2010 01:54:33)   0 0
Tomara que seja mais cerebral que MALHAÇÃO né?
Pela vibe da diretora,pode ser que seja um bom e novo clássico do gênero qe não existe muito em nosso cinema.
O último filme com temática adolescente estilo MALHAÇÃO que assisti foi "PODE CRER!"



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lennao lennao (16/04/2010 00:09:38)   136 0
Bons tempos de filmes como Ferris Bueler's Day Off e Detroit Rock City. [3]

porém, Superbad, que é novo e adolescente, eu curti bastante hehehe



Daniel Daniel (15/04/2010 23:49:57)   178 0
Vou ver porque é filme da Bodanzky, confio no taco da moça. E admito que se não tivesse o nome dela eu não veria e ainda diria que era malhação tentando fazer franquia no cinema.
P.S: Tem bastante tempo que não leio critica no omelete, mas acho as criticas do Forlani muito engraçadas de se ler, todas elas parecem ser tão sem personalidade própria quanto ele.



sem avatar Jack Júnior Júnior (15/04/2010 23:03:57)   -203 0
Era uma vez dois verões é um dos melhores filmes que já assisti. Se esse for tão bom quanto...



sem avatar Filipe (15/04/2010 22:57:07)   0 0
malhação para intelectoides. um filme banal... e como se a adolescência de todos fosse igual, os conflitos e dramas fossem os mesmos



Dogbert Dogbert (15/04/2010 22:46:33)   600 -1
Bons tempos de filmes como Ferris Bueler's Day Off e Detroit Rock City. [2]



Alina Alina (15/04/2010 21:46:09)   3 0
É melhor ir ver o filme do Pelé.



Lucas Lucas (15/04/2010 21:15:38)   46 0
"Pela sinopse não tem nenhum acontecimento no filme que desperte um drama mais intenso ou alguma trama que mereça atenção. Adolescentes são banais, e o filme deve ser banal também."

O que vc tem contra adolescentes heim?



Alexandre Alexandre (15/04/2010 19:21:56)   6 0
Vou prestigiar o filme na confiança. Até então eu nem tinha ouvido falar do filme. Tomara que seja tão bom quanto o filme do Chico Xavier.



Β•Я•Ц•Ŋ•Ø Β•Я•Ц•Ŋ•Ø (15/04/2010 19:18:22)   18 0
Vim pensando em me divertir com mais um fuzilamento de filme brazuca...qm diria.



George George (15/04/2010 19:09:03)   10 0
É Forlani tá em alta hein, oq uma boa ou uma má crítica faz a um filme né ... Talvez eu vá ver o filme , mas pra mim vai ter valido a pena se ele alerta de verdade sobre a volatilidade de boa parte da cyber cultura e dos relacionamentos descartáveis e extremamente superficiais que se criam nas redes sociais. Hoje oq vemos são pessoas com milhares (mesmo) de amigos de em orkuts, facebooks e twitters da vida , mas extremamente solitárias por não ter 1 só relacionamento de verdade, ou por não conseguir se relacionar de forma concreta ... já que perder a mair parte do tempo se "relacioanndo" na internet.

Agora, é exatamente esta afirmação de que "A boa notícia é que As Melhores Coisas do Mundo vem para ajudar a responder algumas das dúvidas dos pais, esclarecer outras para os adolescentes" é que fundamenta o fato de que os Pais hoje estão tão distante de seus filhos, e vice-e-versa, que um não entende o mundo do outro ... mas afinal não vivem no mesmo mundo? Oq aconteceu com a relação entre pais e filhos?? Acho que é sobre isso que falta coragem na mídia geral em tentar retratar e responder tal realidade ... ou será virtualidade ...




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