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Crítica: Nosso Lar

Empenho técnico, retrocesso narrativo

Érico Borgo
02 de Setembro de 2010

Nosso Lar

Nosso Lar

Brasil , 2010 - 102 min.
Drama

Direção:
Wagner de Assis

Roteiro:
Wagner de Assis

Elenco:
Renato Prieto, Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno, Othon Bastos, Ana Rosa, Paulo Goulart

Regular
Nosso lar
Nosso lar
Nosso lar
Nosso lar

É sempre complicado analisar filmes baseados em textos religiosos. Já é difícil criticar obras cinematográficas que têm fãs, então imagine as que têm devotos. Quando os defeitos de um longa-metragem como produto são apontados, corre-se o risco de parecer - erroneamente - preconceituoso, desrespeitoso com a fé alheia. Nosso Lar (2010), portanto, é dos mais complexos. Afinal, tem defeitos de monte, mas é baseado em obra fundamental do espiritismo brasileiro, o primeiro volume da série A Vida no Mundo Espiritual, escrita em 1944 pelo médium Chico Xavier (1910-2002).

Entre os integrantes do movimento espírita acredita-se que o texto tenha sido "psicografado", ou ditado, pelo espírito André Luiz, que é justamente o personagem principal do longa-metragem. Na história, o protagonista é um médico que, depois de uma vida de excessos, morre e desperta em outra dimensão, uma espécie de purgatório, o Umbral. Depois de arrepender-se das falhas de sua existência anterior, André é recolhido e levado à colônia Nosso Lar, onde começa seu aprendizado sobre a realidade da vida humana e o funcionamento do universo espiritual - lições essas que ele passa a relatar em cartas enquanto procura mudar seus valores morais.

O didatismo do texto literário, que esmiuça cada detalhe dessa nova realidade, é mantido pelo diretor Wagner de Assis (A Cartomante) em sua versão audiovisual. O resultado, ainda que deva encantar quem já conhece a obra original, é redundante e cansativo para quem se interessa por Nosso Lar apenas como cinema. Por exemplo, enquanto André (Renato Prieto) arrasta-se pelo Umbral, com seu olhar de desespero encarando as hostes sem rumo que lamentam seus destinos, a narração em off teima em relatar aquilo que nossos próprios olhos já estão vendo. A solução só piora ainda mais quando personagens professorais (Lísias, Clarêncio, Governador Anacleto...) surgem em cena para, essencialmente, explicar. E explicam tudo, o tempo todo.

A dramaticidade, portanto, é mero pano de fundo para um filme de reafirmação e disseminação da doutrina espírita. Assim, entende-se desde o primeiro frame o apoio da Federação Espírita Brasileira à produção. O que fica difícil compreender é como um filme de uma doutrina tão positiva (a "Lei de Ação e Reação" é algo com que qualquer um pode se identificar) atropele a fé alheia em nome do espetáculo. Não me importei em momento algum com as diversas cenas que insistem em como os céticos estão errados sobre o pós-vida (é papel óbvio do filme tentar me convencer do contrário), mas a chegada ao Nosso Lar das vítimas do Holocausto, estrelas de Davi costuradas no peito e peot no cabelo, é difícil de assistir. Ainda que tente ser respeitosa e solene, a sequência ignora diferenças fundamentais nos conceitos de vida eterna das duas religiões e me pareceu equivocada e invasiva. Não importa o quanto você tenha certeza de suas crenças - elas são suas e não do outro.

Empenho técnico

Com orçamento estimado em 20 milhões de reais, alocado graças ao potencial de público (estima-se que 2,5 milhões de brasileiros sejam adeptos do Espiritismo), Nosso Lar é a mais cara produção cinematográfica da história do Brasil. Diferente do campeão anterior, Lula - O Filho do Brasil (por volta de 15 milhões), porém, neste o valor do investimento pode ser efetivamente apreciado na tela.

Parte dessa verba ficou com o desafio técnico de criar a colônia espiritual - que me lembrou uma mistura de Brasília com Krypton, desenhada a partir de ilustrações mediúnicas - desenvolvida pela canadense Intelligent Creatures. A empresa é conhecida por animar a máscara de Rorschach em Watchmen e criar cenários para A Fonte da Vida e Anjos da Noite: A Rebelião, entre outros projetos. Os takes aéreos da cidade são muito bem realizados, assim como outras sequências que exigem o uso maciço de efeitos especiais. Tudo muito convincente (os interiores, nem tanto). A produção não economizou também na trilha incidental: chamou Philip Glass, um talento (ainda que irregular) de Hollywood. Infelizmente, sua composição para o filme, intrusiva e óbvia, não está entre seus melhores trabalhos. A fotografia, que imprime à obra os tons de capas de publicações religiosas, também contou com talento importado, o suíço Ueli Steiger (10.000 a.C.).

Com tamanho esmero técnico, não fossem os excesso didáticos (de roteiro e elenco) e o tom de sermão, Nosso Lar seria bem mais importante para a cinematografia nacional do que resultou. De qualquer maneira, é filme que prova que, se houver vontade, o Brasil pode sair do eixo comédia romântica, favela e drama, em direção a outros gêneros ainda pouco explorados por aqui. A intenção é animadora.

Saiba onde Nosso Lar está passando


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Comentários (303)

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sem avatar Lucio (04/08/2011 00:14:18)   3 0
Postura "invasiva". Encontrei a palavra perfeita para descrever o tipo de abordagem que a literatura espírita (e, consequentemente, este filme) utiliza.

Não vou iniciar um debate religioso aqui, apenas concordo que o excesso de conteúdo didático no filme chega a ser exaustivo pela força que faz para tentar parecer convincente diante de olhos céticos. A história relatada na obra é, sem dúvidas, bonita, apenas poderia ser explorada com mais sutileza. Hollywood conseguiu fazer o mesmo com em dezenas de filmes sobre reencarnação, e obteve êxito (não necessariamente o ápice) em boa parte deles.


Dr. Gori Dr. Gori (09/09/2011 01:48:13)   3 1
Caramba, vi esse file hoje! Acho que o Érico borgo pegou ate leve. O filme e mesmo absurdamente didático, chatíssimo isso. Os efeitos digitais que ele elogia são muito artificiais, toscos mesmo. Algumas atuações parecem saídas do zorra total (o rapaz no hospital que falava sem parar). A trama(?) principal e mal resolvida. Nada se salva. O fato de ser a produção mais cara do Brasil ate agora só torna a coisa ainda mais vergonhosa. Se eu fosse espirita ficaria ofendido pelo fato de um filme tão ruim tentar representar minhas crenças. Que fique claro que isso reflete minha opinião sobre o filme e não sobre a doutrina.


Carlos Carlos (22/01/2011 17:21:42)   481 2
Concordo plenamente com você. Eu não poderia ter dito melhor. O que falta a maioria das pessoas é voar um pouco mais alto. Tirar os pés do chão. Desenraizar. Quando o espiritismo mostra judeus sendo recebidos em Nosso Lar, junto com outras pessoas de várias etnias, raças e talvez credos e crenças dá justamente uma prova de NÃO PRECONCEITO e aceitação total de todos aqueles que são considerados filhos do mesmo pai e portanto irmãos. O que não se entendeu é que naquela cena o espiritismo mostra que ao contrário de muitas religiões e filosofias de vida (que tem o planeta como centro do universo), acredita que somos todos iguais, e se existe um céu, seja qual for o nome dado a ele, é para todos sem exceção. O espiritismo não vira as costas pra quem quer que seja por ele acreditar em algo diferente. Assim deveria ser em todas as crenças que dizem estar promovendo o religare... Muitos nomes e muitas pátrias. Um único Deus e uma única realidade. Dê o nome que você quiser a este Deus ou a esta realidade. A tua escolha mais importante não é essa. Isso é pequeno diante da verdadeira mensagem, do verdadeiro exemplo e do que você realmente tem que aprender pra evoluir.

Um abraço a todos



Joao Joao (10/11/2010 18:09:00)   4 0
Fala, Paulo. Agora concordo com você, principalmente nas críticas dos jogos!!!

Mas dá licença que eu vou "tomar duas ampolas do diurético antes de subir pro morro!!!"

Grande cevadis!!!



Paulo Paulo (09/11/2010 14:10:09)   24 0
Poxa João Mussum... me pegou pra Dedé, hein! hehehe

Desculpe atacar o Didi... mas ainda estou light. Nem falei mal da Xuxa! Pelo menos, AINDA não.

Mas, sério, não sei ainda se gosto dos textos do Borgo. Com alguns eu concordo, com outros, nem tanto, com outros menos ainda... Mas o fato é que concordar com a fala não é o mesmo que defender o cara enquanto crítico. A questão é que, independente da qualidade do texto, das referências e do ponto de vista do cara, você tem que considerar a crítica do filme como tal, não como um ataque indireto às suas crenças.

da mesma forma, tbm não gosto das críticas de games que estão o tempo todo comparando as tramas entre jogos e filmes como quesito de qualidade, e isso o Borgo faz direto. A linguagem é outra, a relação do público é outra... enfim, isso é assunto pra teses.

E quanto a Heroes, é exatamente isso que eu quis dizer. Viagem no tempo é controversa... houve um mega-debate sobre isso num post sobre De Volta Para o Futuro. Mutações idem. Agora, criticar um material porque não é a verdade absoluta é bobeira sem tamanho.

Bom... tbm gosto de Trapalhões... pena que eles morreram junto com o Zacarias. Depois disso, foi só frescuris... rs



Moisés Moisés (08/11/2010 22:22:00)   1 1
Gostei. Fora um excesso aqui e ali, coisa que imagino que qualquer religião fosse ou pudesse cometer, é um filme muito bom para os padrões brasileiros.



Joao Joao (02/11/2010 16:05:30)   4 0
Quanto mais eu leio mais eu acho, né Paulo?

"Achar isso é a mesma coisa que dizer que o cara que não gosta de "Heroes" é porque não acredita no poder da viagem no tempo, ou na verdadeira evolução humana, já defendida pelo grande Darwin e talz."

Bom, de acordo com os conceitos atuais da Física, o tempo não existe. Então, viajar no tempo, nem se fale!

Mutações exageradas como a do Heroes seriam alvo forte da seleção natural, ao nível genético, difícil de existirem (ou você já encontrou com o Sylar ou a Claire em uma esquina????). Dá-lhe princípio da incerteza para favorecer uma flutação quântica que gere uma combinação tão absurda do código genético.

E também não gosto de Heroes não!!!!

Eu gosto é de Trapalhões!!!!




Joao Joao (02/11/2010 15:31:47)   4 0
Peraí... Tem mais uma!!!! Essa foi "das boas!!!"

"Não estou tentando defender crítico, ou atacar alguém"

Isto é tipo: " Estou na sauna gay mas não sou gay?"!!!!

kkkkkkkkkkkkkk

Ainda tô injuriado com o Didi...




Joao Joao (02/11/2010 15:21:58)   4 0
Paulo, agora você baixou de vez o nível. Falou mal do Didi e da equipe dele!!! Isto não se faz!!! O consagrado cearense e respeitado embaixador da UNICEF !!! Brincadeira!!! Vou chamar o Arnaldo Jabor para ler isso aqui e dar uma opinião de crítico de verdade!!!

Cacildes!!!!



Paulo Paulo (01/11/2010 11:41:48)   24 -1
Agora, voltando a falar do filme... que é ruim, é! De bom, se aproveitam apenas alguns bons efeitos de construção de cenários externos, a representação do Umbral e alguns movimentos de câmera. Os cenários internos parecem criados pela equipe do programa do Didi, de tão fracos e mal-acabados, os personagens não servem para outra coisa que não discorrer sobre a doutrina, não há ponto de tensão ou ponto de virada... ainda que um filme não precise necessariamente seguir o que s econvencionou chamar de "jornada do herói", ele parece se propor a mostrar exatamente o processo de mudança do personagem... mas isso parece ocorrer numa estrutura de filme institucional... sabe aqueles de propaganda de empresas ou univesidades para vender o produto? Pois é... é exatamente o que o filme é: uma peça publicitária de longa-metragem. Isso independe do "produto" que vende.



Paulo Paulo (01/11/2010 11:26:06)   24 -1
Vamos lá, Raphael... vou responder um comentário seu com outro do próprio texto:

"Portanto, se este crítico afirma que isto é preconceito, afirma que a Doutrina Espírita é preconceituosa, o que não é. Apenas demonstra o que ocorre no plano espiritual de fato.", por Raphael.

"Ainda que tente ser respeitosa e solene, a sequência ignora diferenças fundamentais nos conceitos de vida eterna das duas religiões e me pareceu equivocada e invasiva. Não importa o quanto você tenha certeza de suas crenças - elas são suas e não do outro.", por Borgo.

Não estou tentando defender crítico, ou atacar alguém, ou nada disso. Só estou apontando minha opinião de que a crítica é enquanto obra audiovisual e não panfleto religioso. E enquanto cinema, é ruim de fato. Não é porque retrata o livro mais ou menos fielmente que é bom ou ruim, até porque essa comparação é bastante superficial. São duas obras diferentes. Aliás, o conceito de ficcção e documental para vc tbm se confunde aqui. Para vc, o filme é uma representação real da verdade, quando na verdade, qualquer obra audiovisual, escrita ou de qualquer natureza sempre mostram apenas um ponto de vista sobre qualquer coisa. O olhar, o ponto de vista, o destaque, a montagem, o enquadramento... tudo isso está carregado da ideologia daquele que fez a escolha. Não é ruim, mas é leviano tentar entender um filme como a representação propria e absoluta da verdade.

Ninguémestá questionando, portanto, a credibilidade de Chico Xavier ou quem quer que seja. Questionar um filme católico e suas estratégias de convencimento não é questionar a igreja, o Papa ou Jesus. É exatamente por isso que essa crítica começa com a frase:

"É sempre complicado analisar filmes baseados em textos religiosos. Já é difícil criticar obras cinematográficas que têm fãs, então imagine as que têm devotos."

Agora, quanto a cobertura do filme e seu lançamento, concordo contigo. Ainda que as notícias pré-filme não sejam um problema de quem noticia, mas sim da estratégia de marketing da produção, o fenônemo de público, arrecadação e repercussão ficou mesmo a desejar.

Bom... é isso, eu acho.



sem avatar Raphael (31/10/2010 13:50:02)   3 1
Paulo, o que é ridículo é alguém não entender o comentário de outra pessoa e desmerecê-lo. Veja bem, vou explicar bem direitinho para que alcance ao seu entendimento. O olhar preconceituoso que tem a crítica foi dirigido ao filme, não a doutrina espírita por si só. O que acontece é que o filme foi um retrato digno do livro, que é uma obra psicografada, por ninguém menos que Chico Xavier. Quanto a integridade de Chico não há dúvidas, mesmo entre aqueles que dizem não crer em nada. O problema é que a crítica de nosso amigo é quanto ao fato de os judeus irem para uma colônia espiritual, coisa que está no livro, não apenas no filme. Portanto, se este crítico afirma que isto é preconceito, afirma que a Doutrina Espírita é preconceituosa, o que não é. Apenas demonstra o que ocorre no plano espiritual de fato. Quem discordar, escreva diferente, mas não diga que é preconceituosa a visão. Um judeu poderia muito bem descrever a sua visão da vida após a vida e nela incluir o exemplo de um espírita que morreu, mostrando como foi sua trajetória após a morte. Seria a sua visão e nada incomodaria aos espíritas esse fato. Assim como o filme não incomodou aos judeus, incomodou apenas a este crítico. O engraçado é que, além de ter sido uma cena bem rápida, aonde eram vistas as estrelas de David, que soaram mais como homenagem que qualquer outra coisa, o filme mostra os judeus sendo encaminhados para um lugar maravilhoso, mostrando justamente o merecimento deles, não tendo visão nenhuma de preconceito. Seria preconceito se mostrasse os judeus sendo encaminhados ao Umbral por serem judeus.
O que na verdade me incomodou com o Omelete, site que acompanho desde sua formação, foi a precária cobertura que deram ao sucesso de público dos filmes espíritas nos cinemas, o que demonstra o interesse da populãção pelo tema. Encontrei notícias relacionadas à bilheteria do filme em basicamente todos os concorrentes do omelete, e no omelete simplesmente não há. Isto ocorre tanto no caso do filme "Nosso Lar", quanto no caso do filme "Chico Xavier". A partir da união destes fatos (a forma como está escrita a crítica e a cobertura dada pelo omelete a fatos relacionado aos filme e a filmes de mesma temática) é possível concluir sim uma maneira preconceituosa de avaliar filmes com esta temática, o que mostra também o preconceito em relação a Doutrina, já que este filmes apresentam conteúdo especificamente Doutrinário, especialmente o Nosso Lar.
Nem mesmo uma entrevista com elenco e direção se deram ao trabalho de fazer, coisa que fizerma com tantos filmes internacionais, e mesmo com o tropa de elite 2.



Paulo Paulo (27/10/2010 23:29:52)   24 -1
É curioso, talvez até engraçado, como toda e qualquer crítica negativa ao filme é rebatida com argumentos... da doutrina espírita! Toda e qualquer questão levantada sobre o filme, sua construção de linguagem, seu roteiro e sua visão da obra em que se baseou são respondidos com argumentos... da doutrina!

É como o Borgo falou no início da crítica. Qualquer que seja a análise que não diga que o filme retratou a verdade absoluta do que é realmente real (para quem segue a própria doutrina) é algo desrespeitoso ou algo assim.

Pessoal... entendam! Se a fala de alguém foi algo como "o filme mostra uma visão preconceituosa", a fala é sobre o filme enquanto obra cinematográfica, não sobre a doutrina na qual o roteiro é baseado. Ninguém está analisando o espiritismo e suas características.

Olha o exemplo:
"A crítica não parece ser preconceituosa, ela é preconceituosa de fato, claramente escrita por um ateu que não vê com um olhar imparcial o assunto que está criticando, mas o vê com a visão limitada que sua crença materilaista - sim, é uma crença - o permite."

A pessoa sequer entendeu sobre o que é a crítica! Não é o assunto "espiritismo" que está em pauta! O crítica é sobre um filme, chamado "Nosso Lar".

Achar isso é a mesma coisa que dizer que o cara que não gosta de "Heroes" é porque não acredita no poder da viagem no tempo, ou na verdadeira evolução humana, já defendida pelo grande Darwin e talz.

Parece ridículo, né? Pois é mesmo!



sem avatar Alexandre (18/10/2010 16:12:54)   1 1
Caros Amigos,

Sou espírita e tenho que dizer que gostei muito do filme e achei importantíssimo o que ele representa para a nossa pátria do evangelho.
Fiz o cadastro somente para escrever esta opinião.

Li aqui algumas críticas e concordo." O diálogo é exageradamente teatral e artificial, enquanto propaganda e didatismo para uma iniciação na doutrina parece funcionar bem, mas apenas para os iniciados. Enquanto obra cinematográfica, realmente uma realização bem intencionada."

Independentemente das críticas, temos que resgatar a essência desta obra, que eu li, e achei que muito mais lições poderiam ter sido passadas.

Acho uma dádiva divina podermos ter uma idéia visual agora de como é a cidade espiritual de Nosso Lar. Meus amigos, esta cidade existe. A descrição dela foi psicografada por ninguém menos do que Chico Xavier. Ele já provou a comunicação mediúnica com espíritos quando um texto psicografado por ele serviu de prova absolvendo uma pessoa inocente em Juri no Brasil. Isto é verídico, podem pesquisar.

Este filme tem a intenção de abrir os olhos das pessoas para as verdades espirituais, independentemente de crença religiosa. Nos presentear com imagens maravilhosas da vida além-túmulo em nosso lar, e para nos amedrontrar com as imagens do Umbral, caso não sigamos nossa consciência. Tem a função de mostrar todas as recompensas que teremos caso sigamos o bem e a retidão, sem nos deixarmos levar pelas tentações e pelos excessos.

Espero que esta opinião tenha sido útil para alguém e em especial para as pessoas que ainda não crêem na espiritualidade.




sem avatar Raphael (15/10/2010 13:41:20)   3 1
Uma pena o Omelete, que sempre foi um site respeitável em relação a cobertura dos fatos cinematográficos, se prestar a um papel lastimável desses, simplesmente ignorando a repercussão dos filmes espíritas na atualidade. Esta péssima crítica, que não apresenta argumentos válidos, afirma: "Quando os defeitos de um longa-metragem como produto são apontados, corre-se o risco de parecer - erroneamente - preconceituoso, desrespeitoso com a fé alheia." A crítica não parece ser preconceituosa, ela é preconceituosa de fato, claramente escrita por um ateu que não vê com um olhar imparcial o assunto que está criticando, mas o vê com a visão limitada que sua crença materilaista - sim, é uma crença - o permite. De qualquer forma, independente desta péssima crítica, houveram outras coisas que me deixaram decepcionado no que tange a qualidade do trabalho do omelete, que até então era muito bom, mas hoje vejo que é tremendamente limitado e direcionado por uma ou outra opinião. Tanto os filmes Nosso Lar quanto Chico Xavier, mesmo que não apreciados pelo omelete, foram fenômenos de bilheteria no Brasil e foram notícia em TODOS os concorrentes do omelete, enquanto o omelete se restringiu a uma crítica e uma ou outra nota. Não fizeram um especial, não entrevistaram elenco e nem ao menos noticiaram o fenômeno de bilheteria dos filmes, coisa que fizeram agora com tropa de elite 2. Isso sim é um exemplo de preconceito, e diria mais, falta de profissionalismo e falta de qualidade.
Que pisada de bola!



sem avatar Marcos (15/10/2010 12:31:41)   0 0
Amigos
Vocês como conhecedores da 7arte, tem todo direito de criticar o filme como produção, mas afirmar que o espiritismo é uma religião, e que possui intenções preconceituosas não.
Pelo simples fato de não conhecer e compreender os estudos relacionados a esta doutrina, que se estende a mais de 100 anos e partiu de um ateu.

Fiquem em paz....



sem avatar CARLOS ANTÔNIO (02/10/2010 14:40:17)   1 1


* Fico muito feliz pela quantidade de
pessoas que estão assistindo o filme,
infelizmente temos muitas críticas
tolas, mas só de tê-las significa que o
filme está sendo um SUCESSO.

* Absurdos como
"filme invasivo a outras religiões", ou
"espiritismo critica o homossexualismo",
faço questão de rebater como
espírita que sou.

1) Em nenhum momento IMPUSEMOS nossas
crenças. Assiste o filme quem quer,
e analisa como quiser ;

2) Quando são exibidas pessoas
de várias religiões e crenças,
inclusive judeus ortodoxos indo
para o NOSSO LAR, compreende-se
logicamente (ao contrário da crítica)
que INDEPENDE da RELIGIÃO para irmos
diretamente (sem passarmos por uma
ZONA UMBRALINA) para uma colônia
ESPIRITUAL, e <<NÃO>> que
estamos DESRESPEITANDO esta OU
aquela religião. MUITO PELO CONTRÁRIO,
terão PESSOAS DESCRENTES que só fazem
e desejam o bem, que CREMOS que irão
para um lugar EXCELENTE ao DESENCARNAR,
assim como ESTUDIOSOS CULTOS ,
pessoas de NOME aqui na terra,
que passarão anos ou DÉCADAS
pelas faltas aqui cometidas em
nosso planeta azul ;

3) O Espiritismo NUNCA criticou o
HOMOSSEXUALISMO. Ele simplesmente diz :

3.1 # No momento que você NÃO ESTÁ
fazendo mal para VOCÊ MESMO ou
para SEU PRÓXIMO está ESTAGNADO na EVOLUÇÃO.

3.2 # ESTÁ Fazendo o BEM para o PRÓXIMO ,
então está EVOLUINDO MORALMENTE

3.3 # ESTÁ estudando,
então está EVOLUINDO INTELECTUALMENTE

Quando você É homossexual, está FAZENDO
o MAL para alguém ? Não sou HOMOSSEXUAL,
mas CREIO QUE NÃO.
Então NÃO há problema algum.

O PROBLEMA ESTÁ EM ser VICIOSO em
SEXO ou outros delitos morais ou materiais, como
FALAR da VIDA ALHEIA,
DESEJAR o MAL para outras pessoas,
FUMAR, BEBER, usar drogas LÍCITAS ou ILÍCITAS.

RESUMINDO,
CONHEÇAM a DOUTRINA ESPÍRITA
antes de CRITICAR.

LEIAM no MÍNIMO o LIVRO DOS ESPÍRITOS
e o
EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO,
para terem PELO MENOS uma BASE
do que estão dizendo.

ABRAÇOS A TODOS
e
FIQUEM COM DEUS !!!




Pedro Pedro (01/10/2010 01:04:40)   0 0
Assisti ao filme mas não achei bom, não. Achei médium.



Ivan Ivan (30/09/2010 17:23:44)   1 0
acho que se tiver uma continuação será menos didática... agora não da pra esperar menos sermões >.<



sem avatar solange dantas (29/09/2010 09:26:52)   0 0
dá uma olhadinha aqui tb!!!!!!

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/797149-onda-espirita-no-cinema-nacional-tera-filme-de-ovnis.shtml

fuuuuuuuuuui

"... aqueles que não querem abrie os olhos, não conseguira nunca enxergar o Horizonte sem fim....."



sem avatar solange dantas (28/09/2010 17:10:12)   0 0
HAHAHAHHA, Um filme que foi sucesso de bilheteria e gerou polemica me fez lembrar do nosso magnifico Glauber Rocha que fazia os filmes e ninguem dava credito, hj ele é referencia nas Faculdades de Cinema....o mesmo acontece com NOSSO LAR, milhares a favor e umas minorias torcem o NAriz, foi fraco? digo que pecou sim em algumas partes como no Umbral, os atores nao se expressaram verdadeiramente, mas pelo menos boa parte foi perfeito, e pena que foi de tao pouca duração, mas sempre tem a primeira vez e quem sabe na segunda sairá melhor!!!!!!!
mas mesmo assim amei o filme!!!! :)



Paulo Paulo (24/09/2010 17:59:10)   24 0
De fato, é bastante complicado o comentário a um filme ou qualquer elemento que evoque questões e valores religiosos.

Enquanto filme, Nosso Lar é fraco, cheio de moralismos capitalistas, didatismos e ações preconceituosas. O roteiro se arrasta para tentar dar conta de explicar tudo o que se propõe, não há clímax, anti-climax ou nenhum dos elementos que a narrativa cinematográfica desenvolveu em um século. O diálogo é exageradamente teatral e artificial e o tom é bastante institucional.

Tecnicamente, é muito bem efeito, fugindo a essa regra alguns efeitos de luz, geralmente envolvendo figuras humanas. Mas visualmente é realmente muito bonito e muito bem construido, ainda que a espacialidade é meio confusa. Não sei o quanto isso deveria significar, mas o lugar onde se atendiam os doentes, catacumbas opressoras e carregadas, eram bastante diferentes esteticamente do resto, onde o vidro e o tom mais frio eram bem aproveitados pela luz para dar uma sensação de elevação.

Enfim, um filme que, enquanto propaganda e didatismo para uma iniciação na doutrina parece funcionar bem, mas apenas para os iniciados. Enquanto obra cinematográfica, realmente uma realização bem intencionada, mas equivocada do início ao fim.

Com o sucesso de público, será que há a chance de se trabalhar com outras obras desta série? Talvez com uma necessidade menor de explicar tudo, pode-se pensar em se desenvolver a narrativa de fato.



sem avatar marcia (24/09/2010 01:06:14)   0 0
Um dos 10 piores filmes que já vi. Elenco fraquíssimo e direção inexistente. Não diria sonolento, posto que irrita profundamente.



Frank Frank (23/09/2010 11:20:10)   -14 0
QUERIDÍSSIMA Solange,

Não entendi muito bem o que você quis dizer com “abordando a realidade”.

No caso do “Nosso Lar” uma cidade sobrenatural imaginativa supostamente psicografada por Xavier “ditada” por um suposto espirito. Sem falar de Umbral, evoluções do espirito e etc. Então temos que diferenciar o que é Realidade factual, terrena, tangível da “realidade espírita”, fantasiosa, supersticiosa, especulativa, baseada em um além-mundo invisível. Você quer dizer que o filme “Chico Xavier” não se trata da “realidade espirita”, assim como Bezerra de Menezes? Que varias retratações feitas por novelas sobre espíritos que ajudam seus familiares ou os prejudicam, evolução ou punição do espirito, reencarnação, também não condizem com a “realidade espírita”? Não sou espirita, ficou claro, por isso pergunto.

Assim como não foi primeiro não será o último filme a explorar esse tema.



sem avatar solange dantas (22/09/2010 14:20:04)   0 0
QUERIDO Frank .....

com certeza 1 filme espirita abordando a Realidade, sinto me informar, mas com certeza é uma passo para a abertura de vários filmes espiritas!!!!!!

só pelo fato de representar um filme brasileiro lá fora, já é um vencedor!

e que venha mais filmes para elevar nossa Alma!



Frank Frank (18/09/2010 14:00:51)   -14 0
Já é histórico que nem todo eleito tem exatamente uma maior votação por pessoas que entendem sequer sua proposta, ou sequer a ouviram. Não estou falando apenas de filmes.
Imagine uma votação pela internet. Qual o critério? Espiritas fazem campanha pelo filme pedem votos aos amigos e esses pedem a outros amigos, conhecidos, etc, sem necessariamente terem assistido ao filme, acabam votando de qualquer forma.

Assim como os filmes “favela”, também não só existe apenas um filme “espirita”, relembrado quanto esse tema já foi usado em novelas, inclusive foi o principal tema de “A Viagem”. De certa forma, o cinema brasileiro, os maiores sucessos pelo menos, ainda estão limitados a esses temas, e claro, as comedias românticas, essas sim, exploradas a exaustão.

Como disse o Borgo, o filme “Nosso Lar” vai passar é vergonha lá fora. Fazer o que.



Joao Joao (18/09/2010 11:13:04)   4 0
Reginaldo:

Com todas as boas intenções possíveis (mas creio ser mal compreendido) te indico visitar o link abaixo em vista de ter dito que não há menção sobre homossexualidade nas discussões do espiritismo.

http://www.feblivraria.com.br/Livros/Religiao/Vida-e-sexo.html?acao=DT&prod_id=59872&dep=1190&secao=4508&pedido=16671289&codbar=9788573285604

Já adiantando, não há, pela visão espírita, condenamento sobre a homossexualidade.



sem avatar Reginaldo (18/09/2010 10:41:13)   -2 0
Achar que uma crítica como essa foi desrespeitosa ou preconceituosa é manter olhos fechados.
Quanto aos espíritas, não é desrespeitando, eu sempre vejo a religião se basear numa realidade outra, nunca a ordem prática é tratada objetivamente, portanto entendam que a crítica foi feita ao filme, bem como ao aspecto exageradamente propagandista NO FILME; o propagandismo não foi atribuido necessariamente à religião espírita. O que se pode atribuir à religião espírita é mesmo a forma com que tratar de assuntos práticos sempre jogando-os a uma realidade não prática, inclusive incorrendo a artifícios muito aparentemente intelictuais, mas vê-se que não é intencional, parece até meio esquivo.
Mesmo que vc entre no contexto espírita, nunca obterá uma resposta "sim", "não"; mas "basicamente..."; nunca saberá por exemplo, dentro da tal cadeia de evolução espiritual, se algumas coisas são evolutivas ou involutivas, ou mesmo independentes, a homossexualidade por exemplo.
Forte Abraço



sem avatar Reginaldo (18/09/2010 00:21:35)   -2 0
Achei a crítica respeitosa ao tema religioso, de extrema deferência mesmo. Ainda não vi, mas posso adivinhar como é o filme. Não sou um experimentado nem tampouco estudioso em cinema, mas estou o suficientemente vacinado pra entender que toda essa manifestação de adeptos ao filme é a manifestação de uma MAIORIA de pessoas que, de uma só de uma só vez, quer deixar temporariamente de ver tv para então ir ao cinema e ainda querer parecer imune a um estímulo apelativo típico de produções Globo, com a adicional adesividade religiosa.
Encher salas de cinema assim e ainda achar que uma crítica como essa, que buscou o equilíbrio em não desrespeitar em momento algum preceitos do Espiritismo ao mesmo tempo que aponta defeitos de um filme (e isso, porque não falou de clichês típicos de cinema global, seja com ou sem supervisão espírita, os clichês típicos de produções Globo), é no mínimo coisa de MAIORIA mesmo.
Ainda que compreensível, é sempre assustador ver como é débil.
Desculpem o desabafo.



sem avatar solange dantas (16/09/2010 16:11:59)   0 0
unaushaus piririiiiiiiiiii e heitora

bom me confudi meeeeeeesmo com outro critico do site que disse que o lula sim merecia o oscar....MAS isso nao muda minha opinião sobre o filme, pq to cansada de ver sempre a mesma ladainha de FAVELA X TRAFICANTE X historinhas bobas
Filmes como NOSSO LAR, Besouro (ótimo Roteiro)Central Do Brasil, Tropa de Elite ( ótimas jogadas de camera) e Veronica , são filmes interessantes, tem ENREDO, pra um filme ser bom nao basta ter efeitos especiais e sim uma boa construção....

Ha mas me desculpe se não li direito mas só do fato de criticar um filme que realmente mereça ser indicado ao Oscar, é pq é bom,,,,, se quiser vao a pagina do ministerio da cultura e vejam os numeros , ou será que sou a unica que acha isso?

beijiiiiimmmmmm



sem avatar heitor (16/09/2010 14:07:07)   24 0
Solange
Tudo bem que algumas criticas sao infundadas e meio mal escritas, mas, o Érico é um cara que entende de cinema. Realmente quando ele diz que um filme é ruim, ele tem razao, isso nao ocorre sempre, mas ocorre.
Agora, se voce quer se tornar critica de cinema, tem que saber interpretar melhor os textos que le. Eu faço cinema tambem e, nao adianta vc dizer que faz o curso e sera uma pessoa a quem todos respeitam as opinioes pois existem muitas pessoas que fazem o tal curso e nao tem base cinematografica alguma.
Cinema brasileiro de verdade é o da decada de 60,70 e alguns do inicio da decada de 80. Glauber, Sganzerla, Anselmo Duarte e Nelson Pereira dos Santos.
Agora, vc falar que Nosso Lar é uma revoluçao do cinema brasileiro, me desculpe, isso é pretensao. É como se vc quisesse falar que o ano é 1977 e somos o cinema americano. Nao, o Brasil é um pais onde o cinema nao é uma arte para muitos e talvez por isso, esteja em certo ponto, atrasada em relaçao aos outros paises. Leitura é fundamental. Leia Borges EM/E/SOBRE CINEMA, aposto como o Érico já leu. Todo bom critico de cinema ja leu.



sem avatar piriiiiii (15/09/2010 23:14:47)   0 0
SOLANGE DANTAS
concorco que realmente as críticas aqui são bem fraquinhas...e eu nem estudo cinema (é só pela comparação com outras críticas mesmo), mas tô até agora procurando onde foi que ele escreveu que o filme do lula é ótimo...
leia de novo, com calma e prestando atenção às vírgulas...acho melhor vc aprender a interpretar textos antes de querer escrevê-los hein....kkkkkkkkkkk



sem avatar solange dantas (15/09/2010 16:51:43)   0 0
Senhor borgoo

assim que eu terminar minha facul(cinema) serei tb critica ......
mas cá pra nós , caaaaaaaara tu é muito ruim de critica, dizer que o filme lula é ótimo??????? uahsuahushausha

sem palavras!

bom sobre nosso lar, um filme espetacular, ótimo e que venha outros!!! agora o Brasil tá encaminhando para o cinema verdadeiro! /0\



sem avatar Vinicius (14/09/2010 20:33:17)   0 0
Edinor: http://www.priberam.pt/dlpo/Default.aspx

Procure a palavrinha mágica que você diz não existir.

[]'s

PS: Desculpem pelo comentário fora de contexto. Tentei enviar uma mensagem privada para o Edinor, mas não encontrei meios para tal.



Frank Frank (14/09/2010 12:28:50)   -14 0
Exato, não havia esse espaço para comentários aqui, mas se houvessem é bem mais que provável que a discussão também estivesse tornado para o cunho religioso. E se baseando no que a Paixão de Cristo por Mel G. resultou em discussões polemicas, noticiários de pessoas falecidas nas salas ao assistirem o filme, em fóruns em sites de cinema ou puramente religiosos, isso em proporções mundiais, que aqui no Omelete, se daria o mesmo, e bem mais que o “Nosso Lar”. E assim como essa critica mais racional e não emotiva, não religiosa, a Paixão de Cristo por Mel G. foi relatada, por criticos puramente de cinema, como uma demonstração sádica de um homem inocente sendo massacrado até a morte. Porém com boas atuações e efeitos extremamente convincentes, além da linguagem Aramaica dando maior imersão ao telespectador e a ótima direção de arte a fotografia. Mas a grande diferença era que esse homem inocente era Jesus, então a defesa do filme pelos católicos tomou outra proporção óbvia.
Alguma semelhança com “Nosso Lar” e os espiritas?



Vismael Vismael (14/09/2010 00:41:06)   59 0
João:
"Só fico imaginando o que foi discutido aqui quando lançaram a "Paixão de Cristo" do Mel Gibson!!!!"

Não tinha comentários na época, ou seja, vc é novo por aqui, mas já se acha no direito de reclamar do site só pq não gostou de algo q leu.



sem avatar Paulo (13/09/2010 14:27:12)   0 0
OK;

Nao sou nenhum cientista ou estudioso do assunto, mas nao lembro de ter visto no ensino medio nenhum fenomeno cientifico cuja explicaçao invocasse o elemento 'espirito';

e 'plasma' é algo que tem mais haver com gaseficaçao de algo solido..e que envolve elevadas temperaturas..fusao..ionizaçao e circunstancias cientificamente positividas (observaveis, reproduziveis, consenso cientifico..etc)..ou..na biologia..aquela coisa que fica na membrana plasmatica e tal..sais, agua..e outros elementos..

e HUGO, o tal maglev..ja era um conceito bem desenvolvido ja em 1920 ....e aposto que quando o primeiro aviao decolou...alguem deve ter pensado o obvio..um dia carros vao voar; nao é nada extraordinario..ou sequer original alguem ter escrito sobre maglevs em 1944..ou se usado da ideia para antecipar o inevitavel..(um dia teriamos um trem magnetico);

bom..a atemporalidade é algo que eu chutei..o tempo é relativo...podemos estar acontecendo em uma pequena fraçao de tempo em relaçao a outro observador..

o espaço no 'horizonte de eventos' (do tamanho da cabeça de um alfinete)(?) de um buraco negro pode ter mais materia do que varios planetas terra..



sem avatar Ari (13/09/2010 13:44:19)   0 0
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
Todos nós sabemos intuitivamente o que é força. De uma forma simplificada (que não é a mais correta por já ter sido ultrapassada por conceitos mais modernos), a Física nos mostra que as substâncias são compostas por átomos que possuem elétrons que giram em volta de um núcleo central formado por prótons e neutrons. Mostra ainda que na natureza existem quatro tipos de força: a eletromagnética, que está presente nos fenômenos elétricos e magnéticos, a gravitacional, responsável pelo peso das coisas, a forte, responsável pela união dos prótons no núcleo atômico e a fraca, presente nos fenômenos de emissão de elétrons pelo núcleo atômico. Bem, para cada força a Física associa um campo que é um conceito abstrato criado para explicar como essas forças atuam à distância. O conceito de éter em repouso, em voga no século passado, foi substituído pelo de campo que não teria uma estrutura mas que possui sempre uma partícula associada. Mas isto já seria mais complicado de explicar neste livro porque a Física trabalha com conceitos muitos precisos que precisam ser aprendidos com detalhe antes de serem usados. É como o aprendizado de uma linguagem onde cada palavra deve ser memorizada com seu significado. A Física estuda apenas aquilo que pode ser reproduzido, estabelecendo e quantificando as leis que governam essas quatro forças. Portanto a Física não estuda a mente, o Amor Divino e os fenômenos espíritas.
O Espiritismo estuda os fenômenos espíritas, e as leis morais, procurando esclarecer de onde viemos e para onde vamos após a morte do corpo físico. Seus fenômenos não são reprodutíveis à vontade em laboratório porque envolvem a participação dos Espíritos, que somos nós mesmos após a morte e sede de nossa inteligência e personalidade enquanto encarnados. Pelo contrário, a presença de descrentes e zombeteiros durante as manifestações dos Espíritos tende a afastá-los, dificultando ou impedindo a realização dos fenômenos. Para os espíritas o homem na Terra é constituído de corpo e Alma sendo a Alma definida como o Espírito quando encarnado. A Alma ou o Espírito são constituídos do 'Espírito propriamente dito' e do Perispírito. Neste livro para evitar que quando falarmos de Espírito os não espíritas fiquem sem saber se estamos falando do Espírito ou do núcleo do Espírito, chamaremos esse núcleo de alma (vide referência 6 no Cap1, - Do Holograma) e quando o Espírito estiver no corpo, o chamaremos de 'Espírito encarnado'. Portanto, daqui por diante, o Espírito é formado de perispírito e alma. Mas, de que são formados o perispírito e a alma?
De acordo com "O Livro dos Espíritos", o perispírito é um envoltório fluídico semi-material e a alma uma centelha divina; na "Gênese", Cap.XIV, podemos ver que os fluidos ainda são considerados matéria:
"A qualificação de fluidos espirituais não é rigorosamente exata, uma vez que, em definitivo, é sempre da matéria mais ou menos quintessenciada. Não há de realmente espiritual senão a alma ou princípio inteligente. São assim designados por comparação, e em razão, sobretudo, de sua afinidade com os espíritos. Pode-se dizer que são a matéria do mundo espiritual: é por isso que são chamados de fluidos espirituais".
Em alguns livros recentes1,2 nos é dito que o perispírito é formado de antimatéria. Por outro lado, no programa Pinga Fogo da TV Tupi de São Paulo em 28 de julho de 1971, o Espírito Emannuel3, incorporado em nosso querido Chico, em resposta a um telespectador sobre a existência de vida em Marte, agora que as sondas americanas mostraram não haver vida naquele planeta, explica aos repórteres:
"Sabemos que o espaço não está vazio. Mas precisamos esperar o progresso científico na descoberta mais ampla e na definição mais precisa daquilo que chamamos antimatéria. Então, devemos aguardar que a ciência possa interpretar para nós a vida em outras dimensões." Fica na Paz...




José Rogério José Rogério (13/09/2010 12:48:58)   0 0
Bem, segue link para votação do Ministério da Cultura para o filme a ser indicado para o Oscar 2011. Meu voto ? Nosso Lar é claro !

http://www.cultura.gov.br/site/2010/09/08/enquete-oscar/



sem avatar Ingo (12/09/2010 23:14:35)   0 0
Pessoal, convenhamos, o filme é bem fraquinho. Deixemos a questão religiosa de lado, diferentemente do nosso amigo Érico Borgo. Eu daria um ovo a mais, mas somente pelos efeitos especiais e trilha sonora, diga-se de passagem meio repetitiva. Só pra resumir, o filme não me comoveu de jeito nenhum... Talvez minha crítica tenha sido afetada pelo meu ceticismo.



sem avatar Rafael (12/09/2010 16:11:16)   0 0
Por onde começar?

O que impressiona é que o ser humano é dotado de tamanha inteligência(que só tende a se elevar cada vez mais), por algum motivo, ainda prefere utiliza-la mais para o mal ao invés do bem, ou ainda nem para um nem para outro...

Por que ver coisas onde não existem? Por que não aceitar uma ideia onde todas as pessoas são iguais? Sejam por suas raças, crenças, cores, etc, etc.

Infelizmente, a grande maioria das pessoas ainda têm preconceitos e/ou pré-conceitos a respeito dos assuntos supra mencionados.

Aconteceu, no filme, por exemplo, com os judeus e o homem negro carregando a maca.

Não sei a proporção exata, mas penso que sejam os católicos em maior número no Brasil, seguido por protestantes e por fim, espíritas. Há também pessoas que escolheram não acreditar em crença alguma.

Mas afinal, o que gerou e vem gerando toda essa "discussão"?

Bom, o filme em comento, por ser espírita, foge das regras do catolicismo ditadas pelo Papa e também do protestantismo, pois não interpreta os textos bíblicos ipsis litteris.

Talvez seja esse um dos motivos de tantas divergências e preocupações em se analisar mais a doutrina espírita que o próprio filme.

E isso por quê?

No caput do texto, mencionei que o ser humano é provido de inteligência, mas ainda assim prefere utiliza-la pro mal ao invés do bem e ver coisas onde não existem.

A doutrina Espírita não faz qualquer distinção entre os seres humanos, pois a dureza mata os bons sentimentos.

O filme, certamente, foi analisado pela FEB (Federação Espírita Brasileira)e decidiram que seria melhor fazê-lo desse jeito, mas ao que parece não foi bem visto aos olhos de todos.

Se nem o maior Sábio entre todos os sábios conseguiu agradar a todos, quem são eles para tentar passar uma ideia e fazer o mesmo?

O que veio na minha cabeça é que o principal motivo é o orgulho.

Pessoas que se dizem tão inteligentes e crêem saber mais que outros, pensam estar sempre certos.

Essas mesmas pessoas cismam em querer encontrar defeitos, erros, coisas, que, aos seus olhos são contraditórias... ainda que seus fundamentos sejam os mais absurdos! E tudo isso por quê? Porque pensam ser mais inteligentes que outros e têm que encontrar algum defeito pra satisfazerem seus egos e se mostrarem superiores.

O orgulho é a catarata que obscurece suas vistas; de que serve apresentar a luz a um cego?



sem avatar Hugo (12/09/2010 11:57:13)   0 0
Caio (11/09/2010 21:12:24)

Respeito o seu ponto de vista, mas te pergunto: que teóricos vc já leu que abalizam vc dizer que a ciencia nada provou do Espiritismo?Voce já se debruçou sobre o tema ou só leu notas de rodapé?

Quer saber exatamente do que estou falando, moço?Vá ler William Crookes(ele mesmo, o que descobriu o tálio), C.Lombroso, A. Aksakof,F.Myers, Charles Richet(Nobel em fisiologia).Claro, leia também o que escreveu Kardec, em especial ao que toca a parte experimental do Espiritismo, tudo à luz da metodologia científica.

Quanto ao entrelaçamento quântico, sim, reafirmo que o mesmo está sendo usado no estudo da comunicação mediúnica e, lógico, na existencia do espírito.

Depois que vc estudar qq um destes teóricos, aí sim, voce terá mais base para afirmar que "a ciencia não provou nada ainda."A ciencia trabalha com fatos e evidencias?Sim, tanto que Kardec disse: "Contra fatos não há argumentos".

A lista de teóricos que sugeri tem de psicólogos a químicos e de quase anônimos a ganhador de Nobel.Se isto não é ciencia, amigo, então não sei o que é.

Vc é da área da biologia?Talvez fique surpreso em saber que Kardec falou da evolução das espécies antes de Darwin.Isto está no Livro dos Espíritos.Não, não estou querendo tirar de Darwin o mérito inalienável por sua brilhante e incontestável teoria.Só desejo mostrar que ciencia e religião podem andar juntas.Não falo da fé cega, mas da raciocinada.

Claro que existem teóricos que dizem que não é fantasia o que diz o Espiritismo.Mas, como eu disse,há os que estudaram e apresentaram resultados conclusivos.Há controvérsias em muitas áreas da ciencia.Eu já citei aqui o caso dos buracos brancos?Existem ou não?Há os que afirmam que sim, como o Michio Kaku.Por outro lado, para Richard Dawkins e Stephen Hawking questões de fé são coisas para mentes débeis.Com o que eu, obviamente, discordo.

"O papel da ciência não é negar a Deus, e sim glorificá-lo.A ciencia só vem a destruir as ideias erradas que se tem a cerca da Divindade."A.K




sem avatar Caio (11/09/2010 21:12:24)   3 0
Hugo, a ciencia já comprovou muito do que preconiza o Espiritismo? Que história é essa? Faço biologia e trabalho com ciência, e uma coisa te digo, e já estudei isso, a ciência trabalha com evidências, e somente isso. Ciência e religião não se misturam, religiões se baseiam em dogmas e fundamentalismo, coisas completamente opostas ao pensamento científico.

E vc disse q o entrelaçamento quantico está sendo usado para explicar q o espírito sobrevive à morte? Nunca! A ciência nem considera o conceito de espírito!
A não ser q vc esteja falando de metafísica, pois metafísica estuda fenomenos paranormais, e por isso mesmo é um ramo completamente a parte da ciência, metafísica não é ciência!!

Procure saber o que realmente é ciência antes de colocá-la como argumento nas suas discussões. Nada contra suas crenças, mas tenha em mente q religião é somente uma questão de fé, não de fatos!!!




Joao Joao (11/09/2010 20:36:51)   4 0
Diante da crítica do Érico Borgo, acho que só vou ler críticas de filmes blockbusters aqui no Omelete. Parece que seriedade aqui só ocorre com filmes "sérios" como Batman e Transformers. Honestamente, quando vi o filme assustei com a parcialidade da crítica que buscou destruir a obra. Não entendi vários pontos do texto, como o "atropelo da fé alheia" citado pelo crítico já que na sala do governador havia um símbolo para cada religião. Outra coisa que não entendi foi o olhar semiológico do crítico ao apontar os judeus marcados com suas estrelas de Davi. Que eu saiba estas estrelas eram marcadas neles pelos nazistas. A intenção de dizer que isto era uma forma de dizer:" Ahá, judeus, sua visão de pós vida está errada!" é muito parcial. Entendo que no filme isto foi uma discussão do genocídio. Além do mais, se quiséssemos ser mais "semiológicos" ainda, o filme acabaria fazendo uma propaganda do judaismo, já que a planta de nosso lar tem o formato da estrela de Davi. No mais, me perdoem o sarcasmo, mas eu tive que ser um pouco nilista e troller ao mesmo tempo depois de me assustar com a falta de seriedade deste site ao promover a discussão de um filme. Só fico imaginando o que foi discutido aqui quando lançaram a "Paixão de Cristo" do Mel Gibson!!!!



sem avatar Hugo (11/09/2010 16:44:47)   0 0
Paulo (11/09/2010 14:34:00)

Apenas concluindo, a ciencia já comprovou muito do que preconiza o Espiritismo; uma outra parte é tida hoje como plausível e não impossível e isto inclui o que é retratado no livro e no filme "Nosso Lar".Falo de ciencia e não de achismo.Aqui não é o local para esta discussão saudável, só estou respondendo aos seus questionamentos.

"Se um dia a ciencia provar que o Espiritismo está em erro, deixem a Doutrina e fiquem com o que diz a ciência." Allan Kardec



sem avatar Hugo (11/09/2010 16:31:26)   0 0
Paulo (11/09/2010 14:34:00)

A matéria não é apenas um teste, como vc entendeu, até pq o que é descrito não é um mundo imaterial, mas um que é composto por matéria quintessenciada.Inicialmente se imaginava que eram tres os estados físicos da matéria.A estes tres soma-se agora o plasma.Qtos mais ignoramos?E vc está centrando sua réplica num equívoco: a matéria não é irrelevante, já que é um dos pontos onde se apóia tudo o que existe.

O que preserva a sua identidade no que vc chama de outra dimensão é sua inalienável capacidade de pensar, o seu raciocínio.É isto o que o distingue e o identifica onde quer que seja.

O espírito não é uma excrementação do cérebro como a urina é dos rins.Assim, o espírito sobrevive à morte do corpo físico, dos neurônios tal qual a luz que segue adiante mesmo após o apagar da estrela.O entrelaçamento quantico está sendo usado para explicar isto.

Com relação às necessidades dos desencarnados, elas variam.Não são todos que sentem fome ou impulsos sexuais como vc citou."Nosso Lar" é apenas uma colônia dentre milhares e abriga essencialmente espíritos em processo de depuração, ou seja, aqueles que ainda estão ligados às necessidades materiais.

Quanto ao fato de "aqui" ser uma cópia imperfeita de "lá", vc olvida que é um conceito antiquíssimo, defendido por Platão, por exemplo.O nosso mundo, segundo ele, é uma cópia do "eternamente verdadeiro, eternamente puro e eternamente belo".

Outro equívoco de sua parte: vc disse "atemporal".Não é atemporal, tanto que há relação inquestionável entre a cronologia da história "terrestre" e o que ocorre em "Nosso Lar".Tanto que eles acompanharam os efeitos da 2 guerra.

E vc parece muito preocupado com o "espaço para tanta gente desencarnada".Não tente medir o espaço pela métrica que temos.Os horizontes são mais vastos.Buracos de minhoca, dobras no tempo, universos paralelos...



sem avatar Paulo (11/09/2010 15:57:37)   0 0
OK, deixa eu ver se entendi:

- na pratica, morrer nao significa nada; ou imediata transferencia para outra dimensao atemporal..abstrata;

- pessoas 'morrem', vao para uma colonia..e esporadicamente (por alguma razao) conseguem comunicar aos vivos o que se passa ali..ou o que se passará no mundo dos vivos;

- pessoas morrem, mas continuam existindo virtualmente em uma forma de vida analoga (?) a baseada em materia;

- no mundo dos mortos as pessoas continuam vivendo segundo as mesmas regras do mundo dos vivos inclusive no que toca aos valores construidos e afeiçoes criadas com esse mundo...mas com um proposito transcendental (?) em relaçao ao outro mundo; morrer é ser promovido a algum outro nivel;

- no mundo dos mortos..os seres ainda dependem de tecnologias para fazerem determinadas coisas, apesar de isso parecer um pouco controverso na medida que a existencia virtual (independente da materia tal como conhecemos) simplesmente transporia qualquer circunstancia concreta a seja la qual fosse o fim..ja que as limitaçoes que conhecemos sao todas calcadas em premissas inerentemente 'materiais'..ok, as vezes teoricas tambem; se a pessoa desencarnou, ela nao precisa mais se preocupar em lavar o corpo, vestir roupas, ou seguir as leis da fisica..nem teria as mesmas ambiçoes de quando estavam vivas..como fazer sexo, comer uma macarronada, tomar bebidas alcoolicas..etc;

- se todas as pessoas do nosso planeta morrerem em algum cataclisma global tal como uma guerra atomica..a colonia nao teria condiçoes de abrigar os desencarnados (rs); nem seria possivel iniciar um ciclo vital novamente (os desencarnados voltarem em forma de organismos simples) em razao da radioatividade; isso provocaria um colapso no sistema? seriamos mandados a outros planetas?



sem avatar Paulo (11/09/2010 14:34:00)   0 0
Hugo...ok, de certa forma até concordo...
mas parece um pouco nao-natural(inusitado?):

o aprimoramento dos seres vivos implicar na continuidade em planos onde a existencia material é irrelevante..ou se nao..serve apenas como que um ponto de referencia moral(?)..

um ser vivo morrer..mas as informaçoes (biologicas, individuais, etc) que distinguiam ele de outros seres continuarem existindo em outra dimensao, inclusive expressando a consciencia (no caso de seres humanos) que ele tinha da propria existencia, com propositos da mesma essencia (replicaçao, continuidade, adaptaçao, etc)..ou seja..baseada em parametros materiais..

A explicaçao talvez fosse que uma vez que os erros e todas as circunstancias negativas (nos variados aspectos.. moral, social, biologico, economico, etc), que acarretaram algum prejuizo ou reves nessa existencia, fossem superados.. essas informaçoes seriam repassadas ao 'mundo material' para que os demais seres (leia-se inferiores aos do plano seguinte) pudessem trabalhar por uma melhor existencia..e alcançar um outro nivel existencial(tanto individualmente quanto coletivamente)..até a completa independencia da materia...uma forma de vida baseada apenas em ..sei la..impulsos eletricos e fotons..

mas supor que os mecanismos de seleçao funcionam em multiplas dimensoes é algo nao respaldado por conhecimento nenhum; é so imaginaçao ou papo furado talvez..

Como a consciencia sobrevive ao fim dos neuronios? e porque as pessoas se preocupariam em sofisticar a vida quando no final das contas segundo a perspectiva religiosa a materia seria apenas um 'teste'? onde isso levaria? qual seria o ideal?

por ai vai..



sem avatar Hugo (11/09/2010 13:32:08)   0 0
Paulo (11/09/2010 13:16:36)

Até a bem pouco tempo atrás, segundo o Michio Kaku, qq físico que ousasse defender a idéia dos ou dos buracos negros correria o risco de ser chamado de pseudo cientista.Hj ridículo seria se posicionar contra.E os buracos brancos?Existem?São plausíveis?Segundo a Teoria Geral da Relatividade de Einstein,sim.Há quem diga que não.Lembrando que o livro é de 1943 e já falava e descrevia com detalhes trens magnéticos, por exemplo, coisa que já faz parte de nossa realidade.O livro explica que a energia do trem vinha do ambiente.Este mes cientistas brasileiros provaram ser possível extrair eletricidade do...ar.Sim, do ar que respiramos.Dá pra fazer pensar, não?



sem avatar Paulo (11/09/2010 13:16:36)   0 0
Deve ser encarado como um filme de ficçao psedo-cientifica..no maximo;

Quem ai lembra do Um Visto Para o Ceu pode até achar que se trata de uma comedia tambem;

E...é inevitavel perceber que a coisa toda nao faz sentido...todos os dias milhares de pessoas morrem...se uma pequena fraçao dessa gente for para uma 'colonia' se redimir segundo valores biblicos/monoteista, etc, ela teria que ser no minimo do tamanho de outro planeta com dimensoes proximas a da terra e baseada nos mesmos parametros de existencia (quimicos, biologicos, fisicos, etc) para que fosse possivel dizer que se trata de um lugar para REPENSAR a propria existencia (se é que isso faz sentido para a vida de maneira geral..uma vez que a morte poe termo a existencia individual..bla bla bla)...tudo o que viu o senhor andre luis seria uma projeçao sei la de onde (talvez um simulacro computacional, ou de uma civilizaçao tecnologicamente superior vinda do planeta Sei La..)..simbolica..uma representaçao de um sistema 'divino'(?)...

RESUMINDO: Star Wars a brasileira..



Luiz Antonio Luiz Antonio (11/09/2010 12:31:54)   4 0
Manuel,
Endosso o que escreveu....




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