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S.O.S. Mulheres ao Mar | Crítica

Machismo e propaganda a bordo

Míriam Castro
19 de Março de 2014

S.O.S. Mulheres ao Mar

S.O.S. Mulheres ao Mar

Brasil , 2014
Comédia

Direção:
Cris D'Amato

Elenco:
Giovanna Antonelli, Reynaldo Gianecchini, Fabíula Nascimento, Marcello Airoldi, Thalita Carauta e Emanuelle Araújo.

Ruim
sos
sos2

Sem um homem ao lado, uma mulher não é nada. Pelo menos, é essa a mensagem geral passada por S.O.S - Mulheres ao Mar, novo filme de Cris D'Amato. Adriana (Giovanna Antonelli) abandona projetos pessoais durante 10 anos por um casamento; sua vida perde o sentido ao fim da união e a única possibilidade de ser feliz é começar um novo romance.

Quando descobre que o ex-marido, Eduardo (Marcello Airoldi), vai viajar em um cruzeiro, a protagonista decide ir junto. A missão é recuperar o amor de sua vida, separando-o da nova namorada, Beatriz (Emanuelle Araújo). Para isso, leva na viagem a irmã, Luiza (Fabíula Nascimento), e a empregada doméstica Dialinda (Thalita Carauta).

Por cerca de metade da estadia no cruzeiro, Adriana e as companheiras se prestam a um papel ridículo, escondendo o rosto como em uma missão secreta. Elas fazem pequenas sabotagens, do tipo arremessar a bagagem do casal ao mar para que Beatriz dê um escândalo. Enquanto isso, André (Reynaldo Gianecchini) está hospedado na cabine ao lado e observa a situação.

Adriana é tradutora de filmes pornográficos. Quando isso é mostrado no começo do longa, surge a esperança de algo diferente e inusitado, com uma protagonista independente e desinibida. Porém, essa profissão só vem à tona novamente quando ela se lembra de que Beatriz já atuou em filmes eróticos. Seu novo plano para separar o casal se torna espalhar cenas do filme pelo navio inteiro.

É inaceitável que isso seja feito da maneira usada em Mulheres ao Mar. Slut-shaming, a depreciação de uma mulher pelo sexo, é algo grave e nem um pouco engraçado. Carreiras são arruinadas e há casos de suicídios relacionados à divulgação de imagens íntimas. Usar isso como piada é irresponsável.

Mais inacreditável é o fato de André achar que essas atitudes fazem de Adriana uma pessoa admirável. Ele se apaixona por alguém que, em uma crise de obsessão e amor-próprio, faz de tudo para arruinar vidas. O romance soa artificial e raso, servindo apenas para mostrar que o casamento não é o fim da vida de uma mulher: ela sempre pode arranjar outro namorado. Talvez essa lição fosse adequada para um filme da década de 1950.

Outro aspecto irritante é a quantidade de propagandas da empresa de cruzeiros envolvida na produção do filme. É aceitável que alguns elementos do navio sejam mostrados, já que ele é cenário da trama. Mas nada justifica que os personagens passem minutos escolhendo roupas na loja a bordo e, depois, sacolas com o logo da empresa fiquem ao fundo das cenas. O público pagou para ver um filme, não um anúncio de televisão.

Roteiro à parte, Giovanna Antonelli está bem no papel de Adriana, mas o brilho do filme está nas cenas de Fabíula Nascimento e Thalita Carauta. As duas protagonizam os momentos mais cômicos, com boas atuações. Mesmo assim, esses bons momentos não conseguem se sobrepor ao tom geral e impedir o naufrágio.



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Comentários (62)

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sem avatar Boni (28/05/2014 18:42:54)   -20 0
Cada vez eu fico mais impressionado com a incompetência dos críticos do Omelete. Não se trata de defender o filme que é esperadamente uma comédia rasa (mas eficiente em alguns momentos, graças as atrizes, único comentário relevante da crítica). O que me impressiona é a total falta de entendimento de um roteiro tão simples. Em que momento aparece sendo validada a depreciação à profissão de atriz pornô? Ao contrário, ela é visivelmente ridicularizada pelo ex-marido, quando este diz que sempre soube da profissão da nova namorada e ainda compara o fracasso da ex-mulher que só consegue fazer tradução de filme pornô com o sucesso da namorada que assumidamente fazia isso, mas agora é uma atriz de sucesso. O que não foi entendido nesse diálogo tão óbvio em que a protagonista sai arrasada porque obviamente estava errada? Ou na cabeça simplória dos críticos desse site, um protagonista tem que ser bonzinho sempre e tudo que ele faz é para que o público se identifique e o aplauda?

E tem mais: em que mundo vive essa tal Mírian Castro? Até eu que não tenho absolutamente nada contra atores pornôs ficaria tentado a fofocar sobre essa atividade de um atual namorado de uma ex. Afinal, não ficamos estúpidos quando estamos com dor de cotovelo? Isso não tem nada a ver com machismo, já que eu acredito que a maioria das mulheres também não teria tanto orgulho assim de engrenar um romance de cruzeiro com um ator pornô. Xuxa Menegel é "acusada" de atriz pornô até hoje por um filme que simplesmente mostrava cenas sensuais com um adolescente, como se nunca tivessem abordado isso num filme. Se esse preconceito existe na vida real, sem nenhum envolvimento emocional, porque não poderiam acontecer o mesmo com uma mulher que se sente traída?

"Carreiras são arruinadas e há casos de suicídios relacionados à divulgação de imagens íntimas. Usar isso como piada é irresponsável." Meu Deus, que mulher chata! Faça-nos um favor: mude de profissão. Há outras onde o teu rigor será menos absurdo.



sem avatar Guiga (03/04/2014 14:37:52)   1 1
Discordo do título e da crítica principal. O filme em momento algum diz que a mulher precisa de um homem ao lado, pelo contrário. É justamente quando Adriana desiste de ir atrás de um homem que ela consegue ser completa sozinha e se realiza pessoal e profissionalmente. Todo o crescimento do personagem se deu justamente quando ela não tinha homem em quem se escorar.


Dito isso, infelizmente essa é a única defesa que posso fazer do filme. Depois de "Meu passado me condena" e "Minha mãe é um peça", fui ao cinema esperando mais uma comédia nacional de respeito, mas pela primeira vez na vida tive vontade de sair do cinema no meio do filme por completo desinteresse (só não fiz porque estava acompanhado).

O humor do filme é muito fraco, quase nível de Zorra Total. Só lembro de ter rido em dois momentos, ter achado graça em mais uns dois ou três.

Fora o humor fraco, o filme tenta se sustentar na ideia de que a pessoa deve simpatizar e torcer pela personagem de Giovanna Antonelli, o que pra mim foi impossível. Obcecada, vingativa, sem qualquer nível de autocrítica e sempre jogando para outros a responsabilidade pela própria tristeza, o personagem é tudo menos simpático. E o pior, o filme tenta fazer tudo isso parecer qualidade.
A cena do "slut-shaming" foi no mínimo de mal gosto considerando o contexto atual, mas mesmo desconsiderando isso ela só contribui para você não simpatizar com o personagem - um dos focos do filme, como eu já citei. Não é preciso ser feminazi pra ver que foi um comportamento ridículo e é incômodo ver que o roteiro tenta legitimá-lo e fazer qualquer tentativa de desforra da outra personagem parecer vilania injusta.

Enfim, do tempo na sala, a hora em que eu mais estive interessado em algo foi quando fiquei brincando com os canudos do refrigerante usando como hashis...


sem avatar Guiga (03/04/2014 14:42:39)   1 0
*mau gosto


Skyter, O Conquistador Skyter, O Conquistador (27/03/2014 14:42:11)   3147 -2
Tá, mas que tal julgar a porra do filme como uma crítica e não como feminazi?

O filme é medíocre e eu concordo, mas o jeito que você aborda isso não valeu a lida. Putz, até aqui esse ufanismo vaginal tá imperando.



sem avatar Beto (24/03/2014 22:19:57)   0 0
Luiz Carlos Merten, do Estadão, desmonta a crítica do Omelete: http://blogs.estadao.com.br/luiz-carlos-merten/o-cara-que-nao-tem-direito-de-nao-ser-gay/



Sigmund Sigmund (24/03/2014 19:24:37)   0 0
concordo plenamente com tudo que foi dito na critica, sem dúvida não consegui entender o que o filme tentava passar a quem estava assistindo, e além disso em poucos momentos consegui rir com o filme, acho que não vale nem um pouco a pena.



sem avatar Paulo Sergio (24/03/2014 09:24:43)   4 0
Quase que quase não fui assistir ao filme por causa dessa crítica, fui arrastado... hehehehe...
Que bom que me arrastaram, discordo totalmente dessa crítica, opinião totalmente oposta sobre o filme, que é super engraçado! Fazia tempo que não via o cinema todo rir tanto em um único filme!!



sem avatar Márcia (22/03/2014 19:32:28)   0 0
Achei ridícula a sua crítica.
Hoje fui assistir ao filme e AMEI!!!
Dei muita risada, o que interessa é isso.



sem avatar Beto (22/03/2014 17:07:45)   0 0
Eu disse pra minha namorada que li aqui que o filme era machista, mas ela me arrastou pro cinema. Mas tudo bem porque o filme é engraçado pra caralho. E eu não entendi porque a cena do pornô é machista. A personagem da Giovana Antoneli joga o filme pornô no navio pra se vingar da mulher que furou o olho dela, mas é ela que se fode. Toma um puta esporro do ex e ainda tem de escutar que ele vai casar com a outra. Pra mim o único problema do filme é que fica meio meloso depois que o navio chega na Itália.



Dumbstein Dumbstein (22/03/2014 00:25:15)   175 0
Geralmente curto as criticas da Miriam, mas achei essa daí muito feminazi.



sem avatar Ronaldo (21/03/2014 16:32:04)   1 0
De boa pelo comentario dessa Miriam ela achou o filme machista por que a mina se desespera atras do cara , mas a gente não precisa achar o filme ruim por causa disso , se essa Miriam é feminista não é motivo pra taxar um filme de ruim por que tem um modo de pensar diferente do seu.
Esse negocio de critica de filme é algo muito pessoal ,não dá pra se guiar


Luiz Eduardo Luiz Eduardo (21/03/2014 17:26:55)   -292 1
Releia a critica. A Miriam critica que o filme usa algo seríssimo e deveras machista como uma simples piada ou até, como já citei em outro comentário, uma coisa BOA, que funciona para a protagonista. Não se trata de 'modo de pensar', se trata que isso é uma coisa ESCROTA dentro de nossa sociedade e é usada como uma piadinha no filme, é como, em suas devidas proporções claro, se a protagonista usasse algo como o Holocausto para humilhar um judeu...


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sem avatar Tales (21/03/2014 02:38:45)   7 1
Globo filmes mantendo o padrão e seu papel na cultura brasileira.



sem avatar Marco A (20/03/2014 20:25:26)   744 0
Retirem o que eu disse, acabei de ler novamente o trecho e entendi melhor, a Miriam está certa.



sem avatar Marco A (20/03/2014 20:21:36)   744 0
Com certeza é um filme ruim, dá pra prever de longe, porém usar como uma das justificativas, a falta de amor próprio da protagonista, acho que não vale, pois, Julia Robert fez o mesmo, também sabotava Cameron Diaz pra roubá-la o noivo e foi um sucesso de crítica.
Longe de mim querem comparar os dois filmes, apenas quis ilustrar essa parte da crítica que não concordo.



sem avatar Bruce (20/03/2014 14:37:32)   144 2
Recentemente meu pai me perguntou porque razão não se podia fazer mais filmes iguais aos do Mazzaropi. Bem, se você for assistir os filmes dele, verá indícios de intolerância religiosa, apologia ao fascismo, preconceito racial, etc. Sério. Contudo, eu mesmo sou fã de seus filmes, embora não os considere perfeitos. Tudo que Mazzaropi usava pra fazer rir no passado, simplesmente perdeu a graça. Não há espaço para isso hoje. A Moral e a Ética progridem junto com a Humanidade. Não há graça nenhuma, hoje, na destruição do caráter e da honra de qualquer ser humano, independente do motivo, seja revanchismo ou pela zoeira. Que um filme aponte uma protagonista que faz uso dessa artimanha como algo justificável "em nome do Amor", é, sim, um problema. E que o par romântico não enxergue isso como um problema fica mais terrível ainda. Não é um simples problema feminista, como também um problema humano. É irresponsável que alguém veja esse tipo de atitude como algo "engraçado". Mas é aquela coisa: as pessoas têm medo de rir do opressor, daí riem do oprimido. E o mais engraçado ainda: rir de um oprimido oprimindo o outro.


sem avatar Tales (21/03/2014 12:01:53)   7 0
Boa.
Chega um ponto em que realmente não tem graça, mas quem acha graça acha que não riem pra forçar um "politicamente correto". E é bem isso, rir do oprimido é fácil, fazer piada de preto ou mulher é fácil, pra faze piada com racista precisa de mais.


Pedro Paulo Pedro Paulo (20/03/2014 13:16:44)   285 2
Fábio Porchat descobriu uma fórmula "genial" de ganhar dinheiro em "Meu Passado me Condena", comprar passagens de cruzeiro e uma câmera, encher as filmagens com a maior quantidade de piadas infames e sem-graça e voilá, um sucesso de bilheteria. Esse foi o primeiro a seguir sua fórmula de gastar pouco economizando na qualidade e ganhar muito em cima do público procurando algo enlatado desse tipo. Não me surpreende surgirem mais filmes desse tipo, especialmente um do Leandro Hassum, rei dessas comédias pasteurizadas.



sem avatar Willian (20/03/2014 12:28:18)   -14 0
Filme Nacional com elenco da Globo, não preciso nem assistir pra saber que é uma bosta.


sem avatar Geraldo (21/03/2014 17:48:19)   3 0
No caso das comédias, você tem toda razão.


Everton Everton (20/03/2014 07:59:33)   18 -3
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Amanda Amanda (20/03/2014 19:57:50)   4 4
analfabeto funcional


sem avatar Rafael (20/03/2014 06:22:46)   -4 -4
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sem avatar Tales (21/03/2014 02:21:40)   7 5
Ótimo argumento.
Esse tal de machismo não existe, é invenção dessas feministas ufanistas recalcadas. Igual essa história de vidas arruinadas por divulgação de vídeo íntimo, isso não existe, as mina até curte que todo mundo veja ela fazendo sexo e chame ela de vadia, quem não curte?


Anderson Anderson (20/03/2014 00:47:47)   449 2
Infelizmente existe um publico que vai no cinema ver estas porcarias. E vai muita gente. O "realizadores" investem mais, porque é dinheiro rápido e fácil - e vai ficar neste ciclo sempre. E todo mundo sai feliz: os "realizadores" porque ganharam dinheiro com pouco dinheiro, os donos das salas dos cinema, porque tem um filme curto que pode exibir 3 x por dia e da retorno, e pasmem! Até quem assistiu os filmes vai gostar.

So quem sai perdendo é a qualidade e o bom gosto.



sem avatar Filipe (20/03/2014 00:37:44)   81 -4
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Luiz Eduardo Luiz Eduardo (20/03/2014 18:19:42)   -292 4
Você pode me falar aonde no texto que cita que você vai ser torturado (porque, se eu não me engano, é isso que acontece em ditaduras) caso você ria de piadas machistas? Ficaria imensamente agradecido.

sem avatar Tales (21/03/2014 02:25:14)   7 3
huahuahuahuahuahuuhahua moralismo ditatorial..


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nilton nilton (19/03/2014 22:35:31)   -1504 1
vou copiar o que disse antes..

"Quem mata o cinema nacional aqui é voce! Seu viado! É você que essa bosta que financia [tapa no rosto do estudante] essa merda aqui!"



sem avatar Santos D. (19/03/2014 21:23:32)   1285 1
Lá vem a Globo Filmes com mais uma comédia pasteurizada.
Outro dia numa entrevista o José Padilha falou que o sucesso gigantesco dessas comédias globais está acabando com a diversificação no cinema nacional.
Ele ainda mencionou que até o circuito exibidor no Brasil só está dando espaço para filmes nacionais que seguem esse padrão.
Hoje em dia segundo o Padilha, seria muito dificil encontrar espaço para produzir e exibir um filme como o primeiro Tropa de Elite.


Anderson Anderson (20/03/2014 00:46:21)   449 0
É que uma coisa leva a outra. Infelizmente existe um publico que vai no cinema ver estas porcarias. E vai muita gente. O "realizadores" investem mais, porque é dinheiro rápido e fácil - e vai ficar neste ciclo sempre. E todo mundo sai feliz: os "realizadores" porque ganharam dinheiro com pouco dinheiro, os donos das salas dos cinema, porque tem um filme curto que pode exibir 3 x por dia e da retorno, e pasmem! Até quem assistiu os filmes vai gostar.

So quem sai perdendo é a qualidade e o bom gosto.


Alexandre Alexandre (19/03/2014 21:05:39)   55 -6
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Majin-Boo Majin-Boo (19/03/2014 19:01:34)   712 11

Esse filme com certeza deve ser uma bela duma bosta. Mas vocês tem que ver pelo lado bom: não tem aquela mala do Fabio Porchato. O "ator" mais chato e irritante da história do cinema.



sem avatar Santos D. (19/03/2014 21:19:31)   1285 7
Outras presenças constantes nas comédias da Globo Filmes são Marcelo Adnet e Leandro Hassum.Ambos muito chatos também.

sem avatar Freddie (20/03/2014 15:51:28)   3 2
até quem emfim encontrei alguém e mais 10 pessoas que não gostam desse cara,quando eu falo mal dele sou apedrejado.
Juro por Deus que não sei oq as pessoas veem de engraçado nesse Porchato!


Fabiano Fabiano (19/03/2014 18:39:54)   363 -5
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Luiz Eduardo Luiz Eduardo (19/03/2014 20:32:30)   -292 4
Bom mesmo é divulgar a foto da namoradinha pelada e depois acabar com a vida dela (em alguns casos, literalmente) né amigão, continue assim

sem avatar Filipe (20/03/2014 00:42:52)   81 -7
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Luiz Eduardo Luiz Eduardo (20/03/2014 18:16:46)   -292 4
"Nossa, muito engraçado essa cena em que a personagem é humilhada por ter feito sexo, adorei". O fato deles tratarem isso como uma coisa simplesmente normal (inclusive, aparentemente, mostrarem como uma coisa BOA, já que ela se dá bem no final) leva uma porcentagem considerável de pessoas a acharem aquilo simplesmente normal também. Contribui, e muito, para essa cultura em que a menina de 16 anos que tem a foto vazada pelo ex-namoradinho tem que mudar de cidade (conheço casos em que mudou DE PAÍS), ou até recorrer ao suicídio, como citado no próprio texto. Tem que ser muito babacão pra falar que "é só uma piada"

sem avatar Tales (21/03/2014 02:31:23)   7 2
Não compare uma comédia pasteurizada machista com Ted pelamordedeus, já perde toda a credibilidade..


sem avatar Marcos (19/03/2014 17:55:55)   695 0
Sério que alguém tinha alguma esperança de que esse filme seria algo mais que 'ruim'?



sem avatar Rafael (19/03/2014 17:40:46)   110 -9
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sem avatar Filipe (20/03/2014 00:39:23)   81 -5
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sem avatar Tales (21/03/2014 02:35:30)   7 2
Pra mim os 4 são muito bons.. O problema é que o Rafinha bastos e o Danilo Gentilli são muuuito babacas.. Xingar mulher de vagabunda e negro de macaco não é ser politicamente incorreto, é ser babaca mesmo.
Questionar o status quo é politicamente incorreto, pode-se dizer.. Como o Porchat fez nos vídeos zoando os PMs, ou como o Adnet também fez em diversas esquetes no Comédia MTV.


Jéssica Jéssica (19/03/2014 17:34:31)   340 5
A questão NÃO é que se trata de filme "brasileiro" mas se trata de filme RUIM como disse o Marco.
O Cinema Nacional precisa de bons roteiristas, talvez até mais do que bons diretores afinal o roteiro é a base PRINCIPAL!
Infelizmente o cinema nacional é formado de um panelinha que sempre tá conseguindo dinheiro pra filmar bostas colossais!
Vê se uma roteirista que nem eu, com tantas ideias e criatividade tem oportunidade. Não tenho nome famoso, então é isso...
Roteiristas e cineastas medíocres dominando o cenário só porque tem sobrenome famoso e dinheiro!


Jéssica Jéssica (19/03/2014 19:09:14)   340 4
Negativar SEM justificar é coisa de troll acéfalo!!

Stargazer Stargazer (19/03/2014 20:54:59)   72 3
Mas negativar, justificar, ser corrigido, mudar de opinião e não poder tirar o ponto negativo também é um saco. Esse sistema já deu o que tinha que dar.

P.S.: Concordo 100% com o que você comentou, embora não possa saber se você é tão talentosa quanto diz.

 Cristina Cristina (21/03/2014 23:56:31)   584 1
Jessica você é roteirista? Parabéns!!! O cinema no Brasil precisa de mais pessoas como você!


Pedro Pedro (19/03/2014 17:14:25)   -37 -4
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Alisson Alisson (19/03/2014 17:24:30)   342 1
http://omelete.uol.com.br/cinema/o-som-ao-redor-critica/#.Uyn81PldVRo

vlw, flw

sem avatar Pablo (19/03/2014 17:52:44)   36 0
Este é de 2014:

http://omelete.uol.com.br/festival-de-berlim/cinema/hoje-eu-quero-voltar-sozinho-critica/


Rodrigo Rodrigo (19/03/2014 17:04:11)   -1 -2
Omelete falando mal de filme brasileiro...Que novidade!


Jéssica Jéssica (19/03/2014 17:12:38)   340 5
Falando mal de forma justificada.
Vê se o Omelete falou mal de filmaços como: Tropa de Elite, O Palhaço e Dois Coelhos?

Marco Marco (19/03/2014 17:17:16)   4 5
Filme ruim é filme ruim, de qualquer lugar. E esse desde o trailler nota-se que será uma bomba destinada ao nicho de público que tá dando dinheiro aos produtores nacionais, o feel-good movie, especialmente dedicado ao publico feminino, como foram outras bombas como de pernas pro ar 1 e 2 e os seu eu fosse você.

Jéssica Jéssica (19/03/2014 17:31:30)   340 4
Infelizmente é verdade Marco.
Não generalizando, muitas mulheres infelizmente gostam de filminhos idiotas e pseudo-românticos como esse!
Mas, os homens também TEM parcela de culpa em filmes ruins SIM, afinal são a maioria do público que assiste comédias sem graça como O Concurso(que bosta!), Até que a sorte nos separe, E Aí Comeu?, etc.

Marco Marco (20/03/2014 01:43:51)   4 2
Jessica, longe de mim falar que é culpa só do público feminino, só disse que é um nicho que está em alta no Brasil, dá dinheiro. Qualquer filme de ação genérico é certamente pro nicho masculino. O público que paga pra assistir esses filmes é o público das novelas, que vai pro cinema pra passar o tempo, comer pipoca, namorar, falar durante o filme todo, conversar, atender o celular etc... Masculino ou feminino.


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