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Somos Tão Jovens | Crítica

Filme sobre a juventude de Renato Russo faz um retrato do artista enquanto... artista

Marcelo Hessel
02 de Maio de 2013

Somos Tão Jovens

Somos Tão Jovens

Brasil , 2013 - 104 minutos
Biografia / Drama

Direção:
Antonio Carlos da Fontoura

Roteiro:
Marcos Bernstein

Elenco:
Thiago Mendonça, Laila Zaid, Sandra Corveloni, Marcos Breda, Bianca Comparato, Olívia Torres

Regular
somos tão jovens
somos tão jovens
somos tão jovens

A expressão "cultura de almanaque" - tomar conhecimento de um assunto de forma casual, rápida, sem se aprofundar - já não faz muito sentido na era da Internet. Hoje tudo se aprende online em pílulas e listas, com a velocidade que os tempos exigem. Então dizer que Somos Tão Jovens é uma cinebiografia de almanaque pode parecer antiquado, mas a expressão define bem o filme do diretor Antonio Carlos da Fontoura sobre a juventude de Renato Russo.

Thiago Mendonça (o Luciano de 2 Filhos de Francisco) interpreta o músico no fim da adolescência, nos anos de formação do Aborto Elétrico, grupo que daria origem a duas das principais bandas de Brasília, Capital Inicial e Legião Urbana. O Renato Russo de Mendonça tem a energia de quem está descobrindo o punk rock, o sexo e a política, mas já tem também os trejeitos e as afetações do mito - porque, enquanto filme de almanaque, operando na superfície, Somos Tão Jovens precisa que seu biografado seja imediatamente reconhecível pelo espectador.

Mesmo antes do auge, Renato Russo tinha consciência de que era, acima de tudo, uma figura midiática, e o filme mimetiza isso sem moderação: de um lado a atuação de Mendonça se apoia nas excentricidades, do outro os diálogos do roteirista Marcos Bernstein carregam na predestinação: "Esse é o meu novo eu", "esse é o som do futuro", fica dizendo Renato no filme. É como se Somos Tão Jovens fosse um retrato do artista enquanto... artista. Aos coadjuvantes que orbitam Mendonça resta preencher o álbum de figuras (quando Marcelo Bonfá surge em cena, alguém diz, "olha, ele é o Marcelo Bonfá", só para constar).

A essa caracterização, que trata o personagem como ícone e, por isso, se exime de colocá-lo em crise, procurar entendê-lo, Fontoura adiciona a música - elemento indispensável para completar o exercício de nostalgia que é Somos Tão Jovens. Carlos Trilha, arranjador e produtor de discos solo de Renato Russo, colabora na trilha sonora - inclusive com versões instrumentais de sucessos da Legião - para manter os hits tanto em cena quanto na trilha incidental, e assim consumar, na lógica de almanaquismo, a vocação que Somos Tão Jovens tem para sing-along, para música-de-acampamento.

Então o que se cria, no fim, é uma sessão de pequenos fetiches que só contribui para alimentar a mítica. Ficamos sabendo no filme como surgiram canções como "Eduardo e Mônica", "Faroeste Caboclo" e "Ainda É Cedo", por exemplo, e é essa compilação de curiosidades que move o filme. (E o culto da personalidade é instantâneo, porque sempre tem alguém no filme para ver Renato tocando.) Quem espera uma investigação histórica - o que movia Renato Russo no fundo, além da óbvia disposição para a contestação da Ditadura? - vai ter que se contentar com o best of.

Somos Tão Jovens | Omelete entrevista Thiago Mendonça e Laila Zaid

Somos Tão Jovens | Cinemas e horários



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Comentários (152)

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sem avatar Marcio (11/04/2014 20:18:06)   -7 0
Nunca fui fã da Legião Urbana, mas reconheço a qualidade principalmente das letras elaboradas por Renato Russo. Neste filme somos apresentados a vida do cantor no começo de sua vida artística. A atuação do ator Thiago Mendonça realmente é o ponto alto do filme.
O filme se passa no fim dos anos 70 e início dos 80. A ditadura está presente. Nesse contexto somos apresentados ao nosso protagonista que vivia em Brasília em busca de um rumo em sua vida e que sonhava em ser um astro do rock. A partir daí é a história.
Ao analisarmos o filme temos como destaque absoluto o ator Thiago Mendonça que desenvolveu tão bem esse protagonista que conseguiu marcar gerações. É incrível como vemos o ator ser Renato Russo. A maneira como ele dança é idêntica à qual assistirmos durante o Legião Urbana. Até na hora que arriscar a cantar, o ator consegue atingir em tons graves uma voz semelhante a dele. É importante também ser imparcial e nessa parte acho que o roteiro acerta. Renato Russo não era nenhuma figura fácil de se lidar e isso é apresentado no filme, porém a nostalgia reina e junto com a composição realizada pelo ator conseguimos participar do começo da vida artística de um dos melhores letristas do Brasil.
Assim como há pontos de acerto no roteiro, acredito que há pontos pouco desenvolvidos. Por exemplo, (não sei por que) seus casos homossexuais não são tão avançados como é nos contado a história de amor dele com Ana Claudia (Laila Zaid). O roteiro também não consegue passar o clima em que Renato Russo viveu. Apesar de sempre dizer que está se passando na ditadura, tirando uma cena ou outra não conseguimos sentir realmente a temperatura da época. Em minha opinião a fotografia poderia ser mais anos 70/80, pois ajudaria mais a entrarmos naquela época. Como exemplo, cito o filme No que tem uma fotografia que é muito semelhante à época em que os protagonistas vivem.
Um filme que nos conquista principalmente por termos uma composição feita com tanta dedicação pelo ator e por sentirmos tanta falta da figura de Renato Russo que saiu de cena ainda cedo.

http://embriagadospelocinema.blogspot.com.br/2014/04/critica-somos-tao-jovens.html



sem avatar Murilo (28/11/2013 17:19:26)   0 0
DECEPCIONANTE! Esperava muito mais..

A parte que mais me arrepiou foi o Renato real cantando.



Pedro Jungbluth Pedro Jungbluth (03/10/2013 23:57:50)   332 1
Achei a crítica perfeita. Mas não culpo o filme pela falta de profundidade. Essa sempre foi minha impressão do Renato Russo, um adolescente cheio de vontades e ímpetos mas com pouco conteúdo. Não existe profundidade ali, as melhores músicas do Legião foram compostas por um adolescente e tocam os adolescentes.
Querer ver o Renato real é ilusório. Ele mesmo não se achou em vida.
O filme cumpriu seu papel de biografia. Foi muito bem interpretado. A Laila 'pra casar' Zaid é uma ótima presença na tela, assim como todos os atores, e o Thiago Mendonça segura bem um personagem difícil.
Eu só deixo minha crítica com a abertura do filme. Abertura de 3 minutos antes do filme são desnecessárias e só desanimam a platéia. É uma mania do cinema nacional que já devia ter sido extirpado faz tempo.



sem avatar Denis (03/06/2013 23:59:35)   -2 -1
Parece que fizeram o filme e na metade acabou o dinheiro!!! Defino-o com uma palavra apenas: - Podre.



Antonio Antonio (02/06/2013 11:41:50)   0 0
Qual a necessidade de colocarem esse romance? Pra que amenizar a história de um cara que era totalmente cheia de exageros (como fizeram também com Cazuza)? O filme só é legal mesmo quando jogam algumas referências sobre as músicas.



Vismael Vismael (26/05/2013 20:29:09)   181 0
Muito fraco.

O que foi a historinha de amor com a amiga? Não é q eu queira ver beijo gay, e sexo gratuito, mas naquele contexto TINHA q ter algo.

Na hora de mostrar o Renato com uma mulher, fizeram uma ceninha de amorzinho, com beijinho na boca, carinho, sol na janela e mimimi... e isso não era a vida do cara. Pegaram uma situação q não era recorrente na vida dele e deram 10 minutos de filme. Na hora de mostrar o relacionamento com outro homem o filme se limita a uma cena de 5 segundos, com mão nas costas de um cara pegando um ônibus????

Faltou coragem do diretor!!!! "Ah, mas o filme é sobre a música". Ótimo, cadê a ousadia do Punk? Cadê a ousadia do Rock? Alguém ia ficar chocado com pelo menos um beijo na boca? Se não ia mostrar isso, então não tinha pra quê fazer ceninha de amorzinho romântico com mulher.

Parece q o filme trata a questão homossexual do Renato com certa vergonha. Quando a mãe conversa com ele sobre a amiga e ele diz q prefere meninos, a mãe simplesmente se cala, levanta e sai. É como se o diretor estivesse dizendo "ok, se é assim, não vamos falar sobre isso, não vamos nem tocar no assunto".

E o clímax do filme, sem querer dar spoiler, é fraquíssimo, justamente pq é todo montado em cima dessa "amiga".

Quando acabou ouvi MUITA gente dizendo: "anh?????? cabô???? assim???? PQP..."


viktor viktor (25/06/2013 19:48:04)   8 1
pode ter tido romance demais no filme,mais lembre se renato não era homossexual era bissexual então o romance com a mulher e justifica,então antes de falar mau de algum filme biográfico conheça a historia da pessoa na vida real vlw


Gory Gory (19/05/2013 01:43:17)   235 0
O filme nada mais é a história de uma amizade colorida entre Ana Cláudia e Renato Russo, que pra mim é a espinha dorsal do filme.

Eu estava achando o filme bom , mas depois que descobri que a personagem Ana Cláudia nunca existiu, pra mim o filme baixou para regular.



Alerson Alerson (18/05/2013 17:22:34)   1340 0
Só tenho uma coisa a dizer.O filme tinha potencial pra algo MUITO melhor.



Rafaela Rafaela (15/05/2013 13:00:43)   16 0
O que pesou demais pra mim foram as atuações. Pareciam "imitações", meio que forçado. As interpretações não pareciam naturais..



sem avatar João Lucas (15/05/2013 00:50:00)   2 1
O filme não levanta bandeira sobre a sexualidade dele ou o uso de drogas, leva todos esse assuntos de forma natural como na verdade é, e eles estão lá implícitos no contexto do filme. E isso na verdade é um ponto positivo do filme o de não usar as drogas e a sexualidade como arma pra vender o que acontece em 90% dos filmes brasileiros.



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Marco Marco (14/05/2013 14:34:18)   0 0
O filme é de longe o que todos os legionários fãs esperaram ansiosamente, porém não é ruim, confesso que achei algumas atuações fracas demais, principalmente o ator que fez o Dinho Ouro Preto, o Herbert Vianna e o Marcelo Bonfá, o Dado descartei já que o coitado mal aparece no filme e tem pouca participação. Eles mostraram o Renato Russo e o inicio da Legião de um ponto de vista mais "clean", em suma era um filme pra ser visto em família imagino eu. Cadê a parte das agulhas? O depressivo que se cortava? E o futuro aidético? Exploraram somente o lado bom de Renato Russo.


Marco Marco (17/05/2013 15:24:03)   0 0
.


sem avatar alisson (13/05/2013 22:57:45)   62 0
O filme ñ é todo ruim, só é muito superficial em relação ao renato ( homossexualidade e drogas), falto mais do renato, parece q estamos acompanhando um cara qualquer, sem expectativas.
Ao meu entender ainda é cedo ele fez em base da cocaína q o "dominava".
Algumas musicas ficaram faltando (hoje a noite não tem luar, meninos e meninas, os bons morrem jovens.) dificil por todas, mas elas são um chá de êxtase.
Quem sabe num futuro algum diretor tenha peito de mostrar o verdadeiro renato, sem embelezar a sua vida e suas atitudes.


sem avatar Gabriel (19/05/2013 03:03:33)   -2 3
As músicas que você citou não cabiam no filme
Meninos e Meninas foram compostas bem depois da história mostrada, na época do disco As Quatro Estações, em 1989
Hoje a Noite Não Tem Luar NÃO É DO RENATO RUSSO, mas sim dos Menudos, que ele tocou zoando na gravação do acústisco (imaginando que não estava sendo gravado) e saiu "acidentalmente" no álbum subsequente.
Não existe uma música chamada "Os bons morrem Jovens", mas sim Love In The Afternoon, que é do disco O Descobrimento do Brasil, penúltimo da Legião antes do Renato morrer, ou seja, definitivamente não cabia em um filme que mostrava o inicio dos seus passos musicais.


Lindinha Lindinha (13/05/2013 18:02:26)   -2 1
Sem ficar com mimimi . Na minha adolescência convivi com Juninho, que todos conhecem como Renato Russo, ele tocava na casa de um primo na Ilha do Governador onde eu morava na época. Posso te dizer 2 coisas: 1- Rebelde sem causa e 2-homossexual assumido mas isso na verdade não importa.
O cara tinha letras maravilhosas e adorava tocar, só parou depois que tentou o suicídio e pegou um tendão do pulso o que fez com que o Negrete entrasse no lugar dele, isso o filme nem mostrou.
Provavelmente vai ter um II aí, pois neste filme não mostra nem 1/10 da vida dele, suas loucuras e concepções. Parei de falar com ele quando lhe pedi um cigarro na casa de um amigo em comum (ele SEMPRE filava meu cigarro) e ele me respondeu - Aí menina, tenho cigarro sim, mas é pra meu consumo!! (paramos de nos falar, claro)
Resumindo, um cara chato e cheio de revoltas, só me arrependo de ter parado de falar com ele pois depois ele fez um sucesso incrível e eu podia ter ido a uns shows de graça, só. Mas tenho que relevar suas virtudes, o cara era muito inteligente e humano (as vezes). Se gostava de meninas eu não sei, mas de meninos tenho absoluta certeza.
Filminho fraco pelo potencial do cara que colocou um viés fantástico a década de 80 onde dancei muito suas músicas, e chorei também.


sem avatar Élida (15/05/2013 21:29:51)   0 0
Também achei que o filme deixou a desejar quanto a genialidade do Renato Russo, especialmente quanto à formação cultural, bem como à influência da família. Foi como se seus pais e sua irmã fossem totalmente alheios as suas peculiaridades e dramas pessoais. Há relatos, não sei se inverídicos, de que Renato sempre foi um cara meio deprimido. Faltou explorar mais essa questão.
Não acho que a homossexualidade tenha sido mal retratada, pois ficou claro que ele era gay. Ponto. Não há necessidade de cenas picantes, pois não se trata de um filme erótico.
E sim, alguns personagens foram bem mal interpretados. Muito caricatos. Forçaram mesmo a barra no caso do Dinho e do Herbert.
Além disso,os personagens de Bonfá e Villa-Lobos tiveram participação pífia.
Até que é um filme agradável de se assistir, porém, deixa aquele dissabor de história contada pela metade.

Vismael Vismael (26/05/2013 20:22:07)   181 0
Eu senti falta de "cenas picantes". Não é q eu queira ver, mas na hora de mostrar o Renato com uma mulher, fizeram uma ceninha de amorzinho, com beijinho na boca, carinho, sol na janela e mimimi... e isso não era a vida do cara. Na hora de mostrar o relacionamento com outro homem o filme se limita a uma cena com mão nas costas pegando um ônibus???? Faltou coragem do diretor!!!! "Ah, mas o filme é sobre a música". Ótimo, cadê a ousadia do Punk? Cadê a ousadia do Rock? Alguém ia ficar chocado com pelo menos um beijo na boca? Se não ia mostrar isso, então não tinha pra quê fazer ceninha de amorzinho romântico com mulher.



sem avatar Jorge (13/05/2013 16:20:05)   1 1
Renato Russo sozinho criou letras imbatíveis, algo que não se vê hoje em dia. Além das letras, temos a melodia, algo simples e ao mesmo tempo, impactante.
A interpretação de Ainda é Cedo no filme foi sensacional. Assisti a dois shows do Legião aqui no Rio, de onde foi gravado o CD ao vivo de capa branca.
No primeiro show, ele entrou no palco, camisa branca, largadão, olhou para a plateia (local lotadíssimo, mas lotado mesmo) e disse : Vocês estão prontos ? O que se viu depois disso foram quase três horas do maior poeta da música que eu já vi de perto.
O cara sozinho era melhor do que bandas e mais bandas inteiras... basta ouvir os Cd´s e comparar as letras. Veja a obra prima que é acrilic on canvas, vento no litoral, Angra dos Reis, e por aí vai... O que se ouve hoje é uma vergonha, em todos os sentidos.
O Legião só não é maior, porque as emissoras eram contra eles (GROBO...), e o Renato também não tava nem aí pra mídia, ele só se importava com a sua arte.



sem avatar Rafael (08/05/2013 19:01:50)   0 0
Que filme ruim, pelo amor de Deus.. Roteiro vergonhoso e atuações caricatas, deploráveis.. O Herbert Vianna e o Dinho Ouro Preto chegam a ser imitações.. E não, isso nao é um elogio

Quando se interpreta um personagem real, principalmente sendo ele famoso, nao se pode atuar como imitação.. Porque se a imitação for boa, a atuação vai ser ruim.. E se a imitação for ruim, a atuação vai ser cômica..

Assim é o filme.. Superficial e cheio de imitações cômicas, cenas sem função e péssimos diálogos.

Fora o ritmo.. Chega a ser perturbador, não existem pausas no filme.. Passamos três minutos em um lugar para, do nada, mudarmos de cena.. Em cinco minutos, passeamos por seis lugares diferentes.. O personagem age de uma forma para, no segundo seguinte, voltar atrás.. Não é assim que é a vida, e eu tenho certeza de que com o Renato Russo também nao era assim.. Além de tudo, o roteiro ainda é incoerente

E tem aquela história.. O roteiro ganha o espectador com um desfecho bom.. Pode ser um lixo completo, mas se tiver um bom final, o maluco vai sair da sala de cinema sorrindo. Nem isso o roteirista conseguiu

O espectador sai do cinema constrangido.. Pensando: "ué, mas já acabou?"..

Tempo perdido.



João João (08/05/2013 17:20:08)   15 4
Qualquer crítica do omelete com relação ao Rock nacional ou filme que envolva personalidades do meio musical é no mínimo suspeita. Alguém aí assistiu o Omeletv 48 em que Érico Borgo diz que o Rock Nacional "fede"? Nas palavras do magnífico comentarista do omelete: "Pra mim, pra ele e pra ele fede". Na época, Borgo estava se referindo a ele, ao Hessel e ao Forlani. Estava dizendo então que Legião Urbana, Raul Seixas, Capital Inicial, Charlie Brown Jr., Paralams do Sucesso, Titãs e todas as demais bandas brasileiras de Rock n' Roll fedem. Se depois disso, você leitor, continua dando importância ao que o Hessl acha sobre o filme do Renato Russo, está confirmando a deplorável teoria de que o Rock nacional fede... e viva os gringos e foda-se a cultura nacional!



João João (10/05/2013 16:44:34)   15 1
André, além do que eu disse, eles também falaram isso que você falou. Se tem dúvidas, reveja o omeletv 48 na sessão de respostas ao e-mails e verá Borgo dizendo que o rock nacional "fede", ao que todos os demais concordaram.

João João (12/05/2013 23:24:13)   15 1
Olha só André, o Omeletv #50 tem o e-mail de um internauta que se sentiu ofendido com as declarações de Borgo & cia sobre o Rock Nacional. O Omeletv 48 (parte 4) é o que contém as declarações polêmicas.
Segue o link abaixo: http://www.youtube.com/watch?v=YSBTCn0LIVs&list=PL91E4C71437794064


sem avatar Mariana (08/05/2013 14:00:08)   2 2
Imparcialidade pra quê, né?



Tatiana Tatiana (08/05/2013 08:34:23)   184 4
O filme não é tão ruim, se comparado ao que o cinema nacional costuma fazer. Me divertiu muito, achei uma abordagem honesta (apesar de algumas vezes ingênua, mas romantizar uma história será mesmo um defeito?).

Nitidamente, obrigaram o Hessel a assistir esse filme e ele descontou sua amargura numa "resenha" disfarçada de crítica.


sem avatar João Lucas (15/05/2013 00:49:04)   2 1
Perfeita a colocação! Assisti e gostei, destaque para as atuações do protagonista e coadjuvantes.


sem avatar Thiago (08/05/2013 03:32:01)   3 3
achei a crítica meio hater, sem ressaltar os pontos fracos (e fortes) que o filme tem. claro que uma hora e meia não são suficientes para contar uma história senão em forma de almanaque, mas o longa acerta ao demonstrar momentos fundamentais para o personagem, mesmo que de maneira rápida, e demonstrar quem é esse renato russo que vai emergir logo mais. falhas? muitas, como os closes exagerados, as cenas bregas, mas também tem acertos e eles acabam superando o que há de negativo.



Dj Well Gonçalves Dj Well Gonçalves (07/05/2013 16:20:50)   5 1
Eu não assisti o filme, gostaria de saber mais sobre o filme, ao ler a critica achei a mesma um tanto confusa, com palavras e metaforas dificil de se entender, desculpa gente, sou um leitor do OMELETE desde 2005, leio todas as criticas e resenhas dos filmes que me chamam atenção.

Achei que o Hessel me confundiu nessa leitura, posso estar errado, mas gostaria de ler criticas mais objetivas, sem muita metafora ou ironia. sei lá, minha opinião....me cansou essa leitura e saiu naum entendendo nada!


Leandro Leandro (07/05/2013 16:55:23)   210 -1
Pelo q entendi, ele está basicamente dizendo q o filme não se aprofunda no personagem, não explora quem era ele ou qual era a sua motivação. O filme fica só na "lista de curiosidades" sobre o ídolo, focando mais em coisas como mostrar como as músicas foram feitas.

Dj Well Gonçalves Dj Well Gonçalves (08/05/2013 00:01:14)   5 1
Pow brigadão Leandro, valeu pela INFO, realmente fiquei boiando nessa CRITICA que na minha opinião está muito confusa...gostaria que fosse um pouco mais dinamica.
Não é a primeira que vejo neste estilo feita pelo Hessel!!!!


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sem avatar josé (06/05/2013 23:30:56)   -37 0
fazer um filme 'mais ou menos' com a vida do maior poeta de uma geração é um tiro no pé... fica a sensação estranha de um caça-níqueis estilo novelinha da globo (RUIM DE DOER!!!!!!!!!!) a vida do cara foi uma novela e NADA MAIS SEM SENTIDO q retratá-lo justamente quando ele NÃO ERA o mito que viria a ser... talvez tenha pesado o pedido da mãe, que pediu um filme que não fosse sobre um gay q morre d Aids no final; mas AFINAL, ERA JUSTAMENTE a ambiguidade e sofrimento que definiam Renato Russo, assim como Cazuza...



sem avatar Thiago (06/05/2013 00:11:24)   18 1
Gostei do filme,segue a mesma premissa de garoto de liverpool. não adianta querer esperar algo espetacular , pois o filme se trata da juventude do mesmo,se foi normal o que que tem de mais, quem gosta do Renato Russo por si só , irá sair satisfeito por saber um pouquinho mais do que levou a ser um dos maiores músicos do Brasil. o pessoal queria o que ??? efeitos especiais dignos de resident evil para levar melhor nota ?


Denis Denis (06/05/2013 08:16:57)   272 -1
Mais efeitos especiais? Claro que não, "apenas" um roteiro mais profundo.


Skyter, O Conquistador Skyter, O Conquistador (05/05/2013 20:29:33)   2992 1
Uma dúvida que eu vi num comentário. Reclamaram de não terem abordado a homossexualidade de Renato Russo no fime. Mas ele não seria um bisexual?


É irrelevante, mas quem puder me dizer, agradeço.


Joker Flash Joker Flash (05/05/2013 23:32:41)   1135 3
No filme, é deixado bem explicitamente que ele prefere homens do que mulheres. Ele mesmo se declara para a mãe. E também beija uma menina. Só que ainda assim, prefere os meninos.


sem avatar Alexandre Floquet (05/05/2013 19:57:20)   171 1
O filme é bonzinho, porém faltou mais ousadia ao retratar o uso de drogas e a homossexualidade de Renato Russo bem como um maior desenvolvimento na trama. Posso estar errado, mas tive a impressão de que pode haver uma continuação, abordando a ascenção da Legião Urbana e os últimos dias de Renato Russo. Dou 3ovos.



Narayana (Rodrigo) Narayana (Rodrigo) (05/05/2013 18:21:59)   162 0
Se tratando de cinema o Brasil está devendo na criatividade.
Quando morrerem todos do Titãs, Capital Inicial, Jota Quest, Paralamas do Sucesso e Skank podem ter certeza que irão lançar primeiro um livro e depois um filme em cima desse livro.
Cara, é muito chato ver esses filmes onde mostram um ladinho light do artista.
Cazuza é uma MERDA que não chego perto de assistir outra vez pq mostrou um playboy de merda que tinha tudo e depois quis bancar de rebelde cuspindo no prato que comeu. (lembra essa pirralhada chamando Legião Urbana de banda emo. Talvez nem eles próprios saibam oq é emo)
Se for para analisar os filmes que o Brasil faz, com toda certeza que 95% é contando de alguém morto ou um artista pop ou sertanejo. O resto são quase uma minissérie com atores da Globo.
Legião Urbana foi bom, mas passarei bem longe desse filme.



Joker Flash Joker Flash (05/05/2013 17:56:41)   1135 4
Somos Tão Jovens | Crítica
Joker Flash
05 de Maio de 2013

Fazer uma biografia de um dos maiores ídolos do Brasil, da maior banda de rock nacional, e ainda por cima ter de agradar aos fãs ao mesmo tempo que o apresenta ao grande público, não deve ser nada fácil.

Somos Tão Jovens lida com a juventude de Renato Manfredini Júnior (posteriormente, Renato Russo), seu interesse por música, filmes e livros, sua transformação punk, Brasília, a ditadura militar, seus amigos e colegas, o início e término do Aborto Elétrico, e o começo do sucesso da Legião Urbana.

Como biografia, que deve narrar a história de vida de alguém, o filme cumpre perfeitamente seu papel. Mas quando é lembrado que a produção conta com o apoio da família de Renato, é esperado algo a mais do roteiro escrito por Marcos Bernstein, com maior profundidade e informações. Só que este dá literalmente e extremamente o básico sobre a vida do artista, e essa talvez seja a maior crítica feita ao filme.

Contudo, ignorando a rasura do roteiro, o filme é uma bela homenagem ao ídolo que foi e é Renato Russo. É mostrado como algumas músicas surgiram (Eduardo e Mônica, Faroeste Caboclo e Ainda é Cedo são exemplos disso). E a interpretação de Renato feita pelo Thiago Mendonça, os movimentos e a forma de falar, é espetacular. Assim como as atuações de Laila Zaid (Aninha) e Bruno Torres (Fê Lemos).

Somos Tão Jovens, bem dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, pode não ser uma Wikipedia da vida de Renato Russo. Mas é emocionante e agradável, tanto para fãs quanto para pessoas que querem conhecer um pouco mais sobre o surgimento da eterna Legião Urbana.

★★★★

"Nem foi tempo perdido. Somos tão jovens. Tão Jovens. Tão Joveeens!"


Psicologia Reversa para Trolls Psicologia Reversa para Trolls (06/05/2013 08:57:00)   111 2

Meu caro, gostei do seu ponto de vista!

sem avatar David (06/05/2013 18:50:34)   6 2
Cara, falou tudo! Achei tua crítica mais sensata.

Tatiana Tatiana (08/05/2013 08:39:49)   184 1
Acho que o Hessel se identificou tanto com o jeito "eu sou dono da verdade" e "sou mais culto que vcs" do Renato Russo interpretado pelo Tiago Mendonça que sentiu-se criticado e por isso deu uma nota fraca.

sem avatar Danilo (09/05/2013 00:15:46)   -1 -1
O filme aborda o ícone Renato Russo e não o ser humano e peca exatamente nisso, vira um musical que se preocupa simplesmente em dar referencias das musicas e depois reproduzi-las. Dizer que a critica do Hessel é ruim e insensata por não gostar de sua personalidade e gosto pessoal é imbecilidade.



sem avatar leonardo (05/05/2013 09:34:46)   -3 -1
Cara, não podia ter a opinião de outro crítico melhor como o Borgo ou o Forlani? Certamente ele não é fã de Legião Urbana e não conhece a história de Renato Russo apresentada no filme. Se acha crítico mesmo e prefere dar ótimo para Homem de Ferro do que para uma grande obra do cinema nacional. Se vocês só cultuam coisas nerds, então pra que falar de outras artes que desconhecem? Quem segue o Omelete e ver o que escrevem sobre os filmes, pode acreditar e não ter o mesmo na hora de vê-lo. Só digo que avaliem com maior atenção cada obra que criticam, pois podem estar julgando errado algo que tem grande valor.


sem avatar leonardo (05/05/2013 20:37:03)   -3 -2
brigado, sherlock. Eu realmente entendi isso. Só comparei a crítica que eles fizeram para Homem de Ferro com esse filme. E nenhum momento liguei ele a imagem da banda, apenas ao conhecimento sobre a história de Renato Russo. Se você não consegue enxergar esses fatos, não perce seu tempo provando que está certo.


Rafael Rafael (05/05/2013 02:13:27)   31 0
O filma é fraco

Comparado ao filme sobre o Cazuza por exemplo ,onde a historia teve começo e fim e foi abordado a vida do cantor em todas as fases

" Somos tão jovens " deixou muito a desejar, acho que perdeu muito tempo falando sobre a epoca do Aborto Eletrico e praticamente , deixou a Legiao de lado , Dado e Bonfa por exemplo , mal são lembrados no filme , praticamente nem tiveram falas

Tive a impressão que pouparam tb a historia do Renato com as drogas e outras coisas que todo mundo sabe que fizeram parte da vida dele

esperava muito mais desse filme , infelizmente , faltou muita coisa para o filme ser bom


sem avatar David (06/05/2013 18:54:59)   6 1
Cara, aqui em Curitiba, foi só começarem as cenas de troca de olhares mais insinuantes entre o Renato e o Fê Lemos que um pessoal mais novo já veio com o mantra: "pronto, tava demorando para começar a boiolagem". Cara, de boa, independentemente da cena, acho que todos sabem que o Renato se considerava "pan sexual", só não lembro onde li a entrevista dele falando isso. Se a abordagem dessa faceta do Russo já causou reboliço na platéia, quem dirá se fossem abordados outros aspectos. O povo era capaz de tacar fogo no cinema, sei lá. Talvez a geração de hoje seja mais careta que a geração daquela época.


Sandro Sandro (04/05/2013 21:09:35)   1057 3
Depois da crítica sobre IRON MAN 3 ... dá pra levar à sério alguma crítica do OMELETE????


Gory Gory (04/05/2013 23:23:06)   235 1
Por favor, vamos voltar no tempo: Desde a crítica de IRON MAN 2 que não dá pra levar a sério as críticas do Omelete.

Alguns dirão que a desgraça começou com a crítica de A Origem, Gamer ou Resident Evil 5, é difícil saber.


sem avatar Julio Cesar (04/05/2013 14:47:07)   48 -3
Comentário mal avaliado pelos leitores. Clique para ler.


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Eduarda Eduarda (04/05/2013 09:28:56)   21 0
Devo dizer que fui ao cinema esperando algo profundo. Ver um poeta com seus defeitos, seus valores e ideias. Saí depois de ver um filme diferente do que eu esperava. Divertido, simples, sobre a juventude de brasília. Mas que não mostrava esse poeta tão esperado por mim e sim um artista já feito onde em quase nenhum momento mostrou o Renato Manfredini Jr e sim apenas o Renato Russo. Mas de certa forma foi legal, bom de se ver com os amigos e uma boa adaptação da juventude punk de brasília. Mas ainda espero um filme sobre o Renato, que mostre tudo, incluindo sua morte.



sem avatar Alexsandro Oliveira Gontijo (04/05/2013 08:29:30)   0 0
Acompanhei a Legião Urbana por muitos anos. Possuia todos os "discos" e não CDS ou pen drives, MP3 ou etc. Hoje mais velho e uma cabeça diferente, vejo alguns momentos que os caras foram um chatos. Esse filme não parce ser a referência, pois só de ver o cartaz de chamada mostrando uma mulher de progressiva no cabelo e os caras com as roupas de marcas bacanas. Dá para se perceber que não possui um conteúdo histórico fiel a época.


Roberto Roberto (06/05/2013 14:40:08)   52 1
boa!


Cesar Cesar (04/05/2013 07:30:43)   129 5
Sou fã do Legião, verei o filme ainda hoje e li a crítica do Hessel. Qual a contradição?

A crítica expõe o ponto de vista do autor e se Hessel achou o filme isso ou aquilo, podemos concordar ou não. Ele tem o direito e no caso o dever de fazer uma crítica (ele é um dos diretores do site e crítico...ou não? rs). Não há necessidade de melindre ou ataques a ele. Suas críticas são assim desde sempre e chamam pontos para e refletir. Mas não podem, e acho que nem pretendem, ter o dom de fazer vc gostar ou odiar uma coisa instantaneamente.

Vou assistir e sair de lá com minha a percepção.

Esse Renato do filme pode ser apenas uma matiz do que ele foi prá muita gente (família, amigos, fãs, você e eu). Mas não seria assim toda biografia? Será que toda biografia capta plenamente toda a passagem e significado de uma pessoa e vida? Isso nunca se resolverá. A meu ver, não existe biografia "definitiva", seja ela chapa branca ou "polêmica". Se quiser conhecer a vida daaquela pessoa, procure vc mesmo o máximo que puder dela e mesmo assim vc terá apenas uma ideia. Não é prá isso que existe essa parafernália toda de internet, de google, youtube e existem os livros, revistas e artigos?

Tenho 39 anos, acompanhei essa banda desde o início. Tenhos todos os vinis, depois comprei os cds, era leitor da Bizz (kkkk). Mês passado fez 23 anos que vi o Legião tocado em minha cidade. Fiquei a 5 metros do Renato. Essa Legião, ninguém me tira. Ninguém me fará analisá-la de maneira diferente. Era o Renato cantando "Há tempos" em nossa frente, na frente de um moleque de 16 anos. Era isso que se ouvia na época.

As pessoas tem o direito de não gostar da música e do grupo. Faz parte do jogo. Mas chamar a Legião de "emo" não é só demonstrar uma ignorância musical e estética, como da própria história do país. Quem disse isso, procure ler mais, meu filho. Inclusive as letras da banda.


Wesley Wesley (04/05/2013 16:27:38)   42 1
Cara, comentário 10! força sempre!

andrea andrea (30/05/2013 22:13:48)   2 1
Boa!


Danilo Danilo (04/05/2013 06:15:56)   24 1
A verdade é que, de acordo com os comentários, o filme foi feito para agradar os fãs, que já vão ver o filme com altas expectativas, afinal o que eles querem ver é o Renato Russo mito, compositor dos grandes hits e voz da sua geração...

Já era de se esperar o ódio à crítica, rs.



sem avatar Fabio (04/05/2013 00:19:14)   5 5
Acabei de assistir ao filme e discordo e muito da crítica feita. Em primeiro lugar, quem assistiu também ao documentário Rock Brasília vê que o roteiro mantem uma coerência com o que foi dito pelos próprios integrantes das bandas mostradas nesta ficção. O tom escolhido pelos produtores foi suave, diante dos acontecimentos? Sim, foi. As duras da polícia, o uso de drogas, os relacionamentos foram amenizados. Mas daí a dizer que o Russo já não era a diva que os fãs conheceram vai contra os comentários de quem conviveu com ele. E discordo também de terem pintado o artista como alguém sem defeitos, sem crises. Como assim, se tem várias cenas dele pelos cantos, fazendo drama? O comentário de que sempre havia alguém para ouví-lo tocar como prova do "almanaquismo" chega a ser patético. Óbvio que em algum momento ele mostrou a música para alguém. Ou não? E a recepção a elas nem sempre foi de idolatria (o filme mostra isso também). E se o crítico acha que a única motivação mostrada foi a contestação à ditadura, ele não prestou atenção ao filme.


sem avatar Colmar (04/05/2013 00:51:27)   7 3
FÁBIO, ASSINO EMBAIXO DE TUDO OQ VC DISSE. QUANTO AO CRÍTICO, ELE NEM DEVE TER ASSISTIDO AO FILME. QUIS DEMONSTRAR TER INTELECTO SOBRE UM FILME QUE ESTÁ SENDO ESPERADO E FEZ BESTEIRA. DIZER PRA GENTE SE CONTENTAR COM UM BEST OF PRA CONHECER RENATO RUSSO FOI A PIOR.

sem avatar Vinícius (04/05/2013 13:31:03)   9 3
Assino embaixo.


Ricardo Ricardo (03/05/2013 23:12:31)   190 1
Não sei o que foi pior, um filme que muitos esperavam ganhar 2 ovos ou ler que a Legião era EMO!!

É um filme feito para fã. Diferente de (por exemplo) Johnny e June. Que foi feito para qualquer publico. Eu comecei a gostar de Johnny Cash depois do filme. Claro é um filme sobre um artista brasileiro. Mais conhecido por todos aqui. Que é fã vai gostar, quem curte só algumas músicas da Legião vai achar um filme normal.



Roberto Roberto (03/05/2013 21:11:53)   52 0
Não sei o que é mais grave...se o atrevimento em se representar o Renato num filme, ou o "mais do mesmo"de pelo enésima vez se "homenagear" o cara. Tiverm um puta valor sim, mas putz, deixemos os mortos descansarem em paz. Já não tava afins de assistir, depois dos dois ovos então...só baixado, isso se rolar.

Abrax.



lucas yan lucas yan (03/05/2013 20:47:11)   56 6
Acabei de assistir o Filme;

Acredito que foi um filme feito para os fãs (eu me incluo ai)
ninguem tentou reiventar ali a arte de fazer cinema, ou simplesmente agradar criticos chatos pracarai ;)

na sessão que eu peguei, a cada musica que rolava em cena, rolava junto as vozes de TODOS que estavam vendo o filme

então, se me permitem dar um conselho, se vc é fanático, gosta de uma ou 2 musicas, ou só quer msm se distrair,
esqueça esses 2 ovos ai e vá lah assistir o filme ;)


sem avatar Vinícius (03/05/2013 21:02:55)   9 2
Faço das suas as minhas palavras.

sem avatar Cleidson (03/05/2013 22:03:20)   1 0
Bastava um slides de fotos do renato russo com as músicas dele, de fundo, então?

Tatiana Tatiana (08/05/2013 08:45:15)   184 1
Isso mesmo!


Fábio Henrique Fábio Henrique (03/05/2013 19:32:04)   45 9
Nossa, quanta bobagem aqui.

Chegaram a dizer que Legião Urbana é uma banda "emo". Amigo, como uma banda que cantava "que país é esse?" diante de um governo militar seria "emo"? Como um cara que compôs "Faroeste Caboclo" pode ser "emo"?

Agora, se uma artista escreve sobre dor de cotovelo é "emo", então até Chico Buarque, Pixinguinha e Cartola são "emos". Ou melhor, praticamente toda a música nacional e internacional seria "emo".

Se não gosta do artista, tudo bem, você tem esse direito. Mas não fala sobre o que não conhece.



Guiherme Guiherme (03/05/2013 18:55:15)   97 7
Everton

É preciso cérebro e o mesmo aberto para entender as letras do Renato, se vc tem coragem de chamar a Legião de banda EMO, vc nunca ouviu "Perfeição" do CD Descobrimento do Brasil ou Metal contra as nuvens ... Vento no litoral era sobre quando o renato descobriu que estava contaminado pelo virus HIV, "Eu deixo a onda me acertar" não é literal, é uma analogia quanto a sentir o impacto da noticia e da situação em si ... e "cavalos marinhos", não sei se sabe mas os cavalos marinhos são meio que "assexuados" e têm relações entre machos ... não preciso explicar mais não é?!
As músicas da Legião nunca foram informações já mastigadas para mentes preguiçosas como vemos hj...
Recomendo a todos o livro
Renato Russo: Filho da Revolução
Ali é possivel ver o que de FATO a Legião significou para a música Brasileira.



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sem avatar Fernando (03/05/2013 18:18:30)   261 1
Problema desse tipo de filme brasileiro, é que ele endeusam até demais a figura e a estragam aquilo que os destacava, a humanidade deles, achei uma ofensa esse filme, não vejo como uma homenagem, mas como um vampirismo $$$$$ sedento até demais.
Tive nojo de 2 filhos de francisco, o do Gonzaga e do Cazuza foram meia boca.

Tenho as vezes medo do cinema brasileiro.


Danilo Danilo (03/05/2013 20:04:39)   220 1
Concordo. Esquecem de contar a história para endeusar fulano e ciclano... Vide Cazuza...


sem avatar Vinícius (03/05/2013 18:09:31)   9 3
Ainda bem que eu já desisti de confiar nas críticas do Hessel como base de assistir ou não ao filme.
Assisti ele hoje, e confesso que quando li a crítica não achei que ele havia assistido ao mesmo filme que eu.
Gostei muito do filme, de forma alguma ele endeusa o Renato Russo como um ídolo revolucionário ou qualquer coisa parecida.
Vale a pena conferir.



sem avatar MARCOS (03/05/2013 18:04:16)   -84 -5
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Cavill Cavill (06/05/2013 21:13:24)   258 1
Exceto vc, uma biba dark.


Shadowman Shadowman (03/05/2013 17:26:47)   1267 -4
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sem avatar MARCOS (03/05/2013 17:48:43)   -84 -5
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Shadowman Shadowman (03/05/2013 18:30:37)   1267 -1
Marcos.

Quantos anos você tem??
12??
15??
O Renato Russo tava vivo quando você nasceu????

Eu já era adolescente nos anos 80 meu caro. Não sou um moleque que virou fã de uma banda só porque todo mundo fala que ela era legal. Eu não gosto porque eu tava lá quando tava acontecendo e não achei tudo isso.
Pra não falar dessa sua educação típica da sua geração que ofende que não gosta do que você gosta.

Continue sendo mal educado e que os outros continuem negativando.

Como eu disse, sou amigo de quem tava lá fazendo história e já debati o assunto com ele. Vocês fiquem aí com suas ilusões e com sua falta de educação.
São fãs de Renato Russo e não aprenderam nada do que ele falou.


Guiherme Guiherme (03/05/2013 18:46:10)   97 6
Meu caro

Primeiramente busque o livro Renato Russo: Filho da revolução para saber mais sobre a história do Renato com a galera do Capital. O Capital deve TUDO ao renato Russo, tanto que não é atoa que o Dinho SEMPRE faz uma homenagem ao Renato nos shows do Capital, que tevê suas principais músicas que embalaram a carreira da banda tendo sido compostas pelo RENATO. O Fê Lemos achou SIM que o Renato havia perdido o tino musical com a música Quimica pois queriam que o Aborto mantivesse a postura "punk", já o Renato sempre pensou maior e via a música em toda sua extensão e não limitada a um estilo ... mais uma vez, leia o livro, e se o filme aumenta ou não o que aconteceu eu não sei, mas que o Lemos tacou uma baqueta no Renato e depois emplorou para ele voltar para o Aborto, isso de FATO aconteceu ... é só perguntar pra ele se vc o conhece mesmo ... claro que assumir algo assim requer balls of steel.

Shadowman Shadowman (03/05/2013 19:00:51)   1267 1
Guilherme.

Sim, o Felipe se desentendeu com o Renato e realmente jogou a baqueta nele exatamente como está no livro. Mas aparentemente, esse fato é explorado de forma equivocada no filme, mostrando Felipe como uma pessoa que não gostava do Renato. Foi disso que ele deu risada, mas não negou que fez. E, mesmo em bandas diferentes depois do fim do Aborto Elétrico, Felipe e Renato não eram inimigos e nem se odiavam.

E mais, eu não estou criticando Legião Urbana ou Renato Russo. Só estou dizendo que o filme é uma fábula feita para os fãs adorarem seu ídolo. Sendo assim, muitos fatos foram distorcidos.
Respeito Renato Russo e Legião Urbana por toda a sua história no rock brasileiro. Mas musicalmente nunca me agradou.

Me irrita o fato de que, só porque a banda tem uma legião de fãs, eu não possa dizer que não gostava sem ser ofendido por algum idiota.

Guiherme Guiherme (03/05/2013 19:05:20)   97 4
Te entendo e concordo e em momento algum te ofendi (espero que não estava se referindo a mim!rs)
É claro que o cinema "mitifica" muito os personagens, isso é fato, mas no geral o Renato foi sim um "mito" pois falou diretamente à uma geração esquecida por pais,governos,sistemas educacionais que são os jovens ... enfim, não acho que está errado só por ter a opinião que têm.

Abraço

Shadowman Shadowman (03/05/2013 19:24:57)   1267 1
Guilherme.

Não me referi a você e nem poderia uma vez que, além de educado, veio com fatos e argumentos decentes sobre o assunto.

Tava só desbafando mesmo.

Enquanto os negativos do Omelete não chegarem à minha conta bancaria eu não tenho com o que me preocupar.

William William (03/05/2013 20:38:58)   -104 -2
O Felipe Lemos é um hipócrita e babaca sim,na época do AE ele jogou sim uma baqueta no renato e mandou ele sair da banda

Shadowman Shadowman (04/05/2013 16:02:22)   1267 -1
Willian.

Como o cara pode ser hipócrita se ele admite o que fez???

Mas você tem razão.

Felipe Lemos jamais deveria ter jogado a baqueta em Renato Russo. Assim, ele não teria saído do Aborto Elétrico e jamais teria fundado o Legião Urbana e eu não teria que ler merda de fãs idiotas iguais a você.

Maldito seja Felipe Lemos.

sem avatar MARCOS (04/05/2013 17:43:11)   -84 -2
ENTÃO VC HOJE EM DIA SENTA EM CIMA DO GARRAFÃO ? PORQUE ALARGOU DEMAIS NÉ ? COM O PASSAR DO TEMPO E O USO DIÁRIO, ENTENDO.

Shadowman Shadowman (04/05/2013 18:49:54)   1267 1
Marcos.

Pra ter parido um jumento igual a você...bom, acho que já entedeu onde eu quero chegar.


Impressionante como o meu comentário sobre o filme é denuciado e comentários idiotas e ofensivos ficam aparecendo.
Fanzoquinhas com a boiolagem reprimida dando chiquinhos por conta de um filme e se sentindo incríveis porque xingam na internet.


R@finha VERDÃO Rises R@finha VERDÃO Rises (03/05/2013 14:59:58)   705 3
Todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo...



Bigode Bigode (03/05/2013 12:15:38)   -6 3
Mais uma cinebiografia chapa branca feita para ganhar dinheiro explorando o lado "fofo" do artista. O trailer já entregava isso. Ai, ai...

Só quero ver o que vão fazer no filme sobre o Tim Maia. Vão falar dos vícios dele em drogas? Que ele foi preso nos EUA? As tretas com o Roberto Carlos? Rá, duvido.


sem avatar Ronaldo (03/05/2013 14:05:21)   1 1
Eles não tem grana pra mostrar toda trajetória do cara.

Cezar Cezar (03/05/2013 15:37:27)   320 3
Globo filmes né amigo , só sabe fazer filme de favela e novela , só !

sem avatar Paulo (03/05/2013 15:54:13)   118 0
Além disso, existe algum ator brasileiro capaz de convencer interpretando o Tim Maia?

Marckos Paulo Marckos Paulo (03/05/2013 16:20:09)   96 0
Tiago Abravanel que fez o Tim nos teatros. (?)

sem avatar Fernando (03/05/2013 18:22:09)   261 0
Acredito que o Acustico MTV, qualquer gravação de show ao vivo e até o cover do Wagner Moura fale mais sobre Renato Russo que o filme


Red Leader Red Leader (03/05/2013 12:01:08)   -261 -3
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sem avatar hudson (03/05/2013 14:23:21)   18 1
temos ótimos roteiristas, que nunca estão nesses filmes cheios de divulgação, só consegui entender o cinema brasileiro quando assisti uma mostra com os melhores no cinema da minha universidade.. vale a pena procurar, tem muito filme com roteiros incríveis aqui

Red Leader Red Leader (03/05/2013 14:45:46)   -261 -3
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sem avatar thiaggo (03/05/2013 11:52:52)   -8 -2
NÃO TEM A VER COM A CRÍTICA! Mas enfim, e ai, galere...cá estou eu novamente divulgando o curta q eu e meus colegas de cinema da UFSCar produzimos....assistam ou nao, curtam, compartilhem, critiquem positivamente, sei lá..enfim...obrigadão!! =)

http://www.youtube.com/watch?v=HwZTorp7VUE



Adriano Tenório Adriano Tenório (03/05/2013 11:15:38)   229 1
Tipo do filme pra esperar o DVD ou a TV à cabo, mas nem deve ser tão mala assim. Acho que pode ser até melhor que aquele exercício absurdo pra tirar leite de pedra que foi o filme do Cazuza.



Konoha Konoha (03/05/2013 10:49:11)   42 5
O problema das críticas do Hessel, é que ele enrola enrola pra falar algo que ele poderia falar de forma simples. Parece que força uma intelectualidade em algo que não precisa. Daria pra fazer a mesma crítica sem parecer prepotente dizendo as mesmas coisas...o ápice pra mim foi aquela de crepúsculo (acho que o último filme, não lembro) que ele ficou falando de objetos fálicos a crítica inteira, e não falou do filme.

Mas se ilude quem acha que ele ou a redação do Omelete se importa com isso, afinal, se fosse uma crítica mais simples, não teriam tantos comentários, ou seja, polêmica dá acessos, então para eles tá bom.


Red Leader Red Leader (03/05/2013 12:04:40)   -261 1
Ou você poderia aproveitar que "ele enrola, enrola" e enriquecer um pouco o seu vocabulário.

Joaquim Joaquim (03/05/2013 14:08:41)   175 -1
Não viaja. As críticas do Hessel é a melhor coisa do site todo.

Konoha Konoha (03/05/2013 21:18:33)   42 3
@Red Leader

Desculpa, mas não sou ignorante, eu entendo as críticas dele, e justamente por não ter um vocabulário pobre, que eu sei que é fácil escrever o mesmo texto sem precisar usar as mesmas palavras.

Na internet está cheio de pseudo-intelectuais, que gostam de escrever bonito pra parecer que estão escrevendo algo mais inteligente do que realmente está escrito, só que ao contrário de um monte de gente, eu não babo ovo de palavras, e sim de argumentos.



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